24/03/2013

Conto - Depois da Festa

 Todo ano na minha universidade tem a festa do trocado, os homens vão vestidos de mulher e as mulheres de homem. Dois amigos meus me convidaram, fomos os três vestidos de mulher, nada exagerado, mas deu pra dar umas risadas. A festa tava ótima, deu pra dançar muito, beber muito, e dei em cima de uma morena gostosa vestida de Ronaldinho, mas no fim ela teve que ir embora com as amigas. Ficamos os três curtindo a festa, até que na hora de ir pra casa o Marcelo me disse que uns amigos deles iam dar carona pra gente. Achei ótimo, melhor do que andar pra casa, ainda mais usando salto alto, não entendo, por que mulher gosta de usar isso. Apresentaram-me seus três amigos, os três com roupa normal. Cumprimentei e fomos pro carro. Achei que não ia caber todo mundo, mas disseram pra eu ir na frente, os outros quatro se espremiam no banco de trás. Todo mundo meio bêbado, rindo muito durante o trajeto, eles elogiando muito as nossas roupas e a gente dando risada. O cara que tava dirigindo entrou numa garagem, não reconheci a casa. O Renato disse que era a casa deles, a gente ia parar pra beber mais alguma coisa. Achei uma ótima idéia, entramos, todo mundo bebendo e falando besteira, ouvindo musica, brincando com o fato de a gente estar vestido de mulher. Num momento começou a tocar uma baladinha e dois deles tiraram meus amigos pra dançar.

Achei engraçado, eles dançavam agarradinhos, o que estava ao meu lado me chamou pra dançar também. Dei risada, disse que não, é claro, mas meus amigos riram e disseram pra eu deixar de besteira, era tudo brincadeira, me encorajaram. Acabei aceitando, ele me puxou, deu um abraço e começamos a dançar. Todo mundo dava risada, a gente dançava bem devagar, dava pra sentir todo o corpo dele colado no meu. Ele dava umas acariciadas nas minhas costas e eu dava risada. Meus amigos me davam umas olhadas, riam e me encorajavam. O Renato disse “tem que dançar assim, que nem menina”, e começou a dar risada. Eu tava meio bêbado, mas senti um volume se formando na altura da cintura dele. Ele me segurava firme, vi que os outros faziam o mesmo com meus amigos. As risadas diminuíam, foi estranho, parecia um momento romântico, só eu ainda ria um pouco. Em um dado momento, vi o que dançava com o Marcelo puxando ele pelo braço, os dois entrando no quarto e a porta fechando. Os dois amigos riram, o Renato olhou pra mim dando risada, senti as mãos do meu novo amigo deslizando um pouco pelas minhas costas.


Achei a situação cada vez mais estranha, ri também, fiquei meio sem entender. O outro cochichou alguma coisa no ouvido do Renato, que abriu um sorriso, meu novo amigo segurou na minha mão, sorriu e me puxou pro seu quarto. Dei risada, claro que não fui. Senti a mão do Renato nas minhas costas me conduzindo, ele disse “vai lá com ele, é só brincadeira”. Os três riam, o outro puxou o Renato pro seu quarto, ele ainda olhou pra trás rindo e disse “vai lá, ta com medo de que?” A porta se fechou, meu amigo deu risada, ri também um pouco confuso, ele me puxou de novo e eu acabei me deixando conduzir. Entrei no seu quarto, ele fechou a porta. Enquanto eu olhava em volta senti ele me dando um abraço carinhoso por trás. Dei uma risada sem graça, perguntei o que era isso. Ele só riu, disfarçou e perguntou o que eu tinha achado. Sorri amarelo, disse que era um quarto bonito. Ele continuou me abraçando, sussurrou no meu ouvido que a minha roupinha era linda. Ao mesmo tempo acariciava de leve minha barriga. Ouvi algum movimento no quarto ao lado, ele subiu um pouco as mãos acariciando na altura do meu sutiã. Senti meus mamilos eriçando um pouco pelo contato, parei de rir, disse meio sem graça que não era veado, que ele tinha se confundido. Ele riu, disse que sabia que não e me deu um beijinho na nuca. Senti o volume aumentando na altura da minha bunda. Fiquei mais serio, ainda disse pra ele que não, que ele não tinha entendido, segurei suas mãos pra me desvencilhar quando ouvi uns gemidos vindo do quarto ao lado. 

Ele sussurrou “ouve só como a Marcelinha geme gostoso.” Fiquei perplexo. “Ela deve ta adorando né?” Nunca tinha imaginado isso do Marcelo, mas ouvia nitidamente sua voz gemendo, ao mesmo tempo a voz do seu amigo gemendo também. Ouvi um sussurro “já imaginou como deve ta gostoso?” Ele me encoxava de leve, dava pra sentir nitidamente o volume, me dava uns beijinhos na nuca, dava uma apertadinha nos meus mamilos. Fiquei pasmo, sem saber o que dizer, ele se aproveitou pra apertar mais meu corpo contra o dele. Ainda disse que não, que aquilo tinha ido longe demais, ouvi uns gemidos masculinos vindos do outro quarto, não acreditei. Meu amigo sussurrou de novo pra eu ouvir os gemidos, me deu uma mordiscadinha na orelha. Logo ouvi a voz do Renato gemendo bem fininho. “Ta ouvindo a Renatinha gemer de tesão, ta?” Senti suas mãos apertarem meu sutiã, muitos beijinhos molhados na minha nuca. “Você vai adorar, vai gemer muito também”. Tentei argumentar, “mas eu não… mas eu…” ouvi os gemidos intensificando, dava pra sentir que o Renato estava com muito tesão. Eu estava muito surpreso. Senti a mão do meu amigo descendo pela minha barriga, ao lado o Marcelo já dava gritinhos de prazer. “Ouve que tesão”. Sua mão deslizando pela minha cintura, eu não sabia o que fazer ou o que dizer. “Se solta, que nem suas amigas, você vai amar”. “Mas…” sua mão deslizando pela minha bunda, ele lambendo minha nuca. Meus amigos pareciam estar amando o tratamento. “Imagina como deve estar delicioso…” Devia mesmo. Do jeito que gemiam, que davam gritinhos. Sua mão dando apertadinhas na minha bunda, sua língua na minha orelha. Imaginei os dois de menina, ouvia o barulho do movimento dos corpos nos quartos ao lado. Sua mão levantando um pouco minha saia, beijinhos no meu rosto. Meus amigos adorando, parecia estar tão gostoso… Sua mão acariciando minha calcinha, minha bunda, seus dedos deslizando. Uma mordiscadinha no meu rosto, os gemidos soando, devia estar delicioso, fechei os olhos, “mas…” Seus dedos se aproximando, “vira menina, vira”, a calcinha afundando. Seus dedos encontraram meu cuzinho, um toque suave por cima da calcinha. Senti um arrepio, suspirei, “isso, se entrega, se solta”. Eu não queria, queria parar com aquilo, fugir do quarto, mas meus amigos gemiam tanto… devia estar tão bom… Tão bom… Seus dedos massageando meu cuzinho. A calcinha toda encavada. Umas apertadinhas no meu mamilo. Uma empinadinha inconsciente. “Assim princesa, se entrega, você vai ser toda minha essa noite”. Uma mordiscada na orelha. Seus dedos me seduzindo, seduzindo meu cuzinho, uma piscadinha. Empinei mais um pouquinho. Beijos no meu pescoço, na minha nuca. Ele ainda abraçado, me puxando sem pressa em direção da cama. Eu sabia que não devia ir, umas apertadinhas dos seus dedos, umas piscadinhas. Ele sentando na cama, me puxando com ele, me fazendo sentar no seu colo. Seu volume encaixando direitinho na minha bundinha, duro, quente. Minha calcinha toda encavada, suas mãos nos meus mamilos. Arrepiei, empinei um pouco mais. Só conseguia pensar nos gemidos dos quartos ao lado. Beijinhos no meu rosto, sua mão levantando um pouco mais a minha saia. Seu volume pulsando na minha bundinha, seus dedos nos meus lábios. Não resisti, abri um pouco a boca, ele enfiou um dedo, acariciou a minha língua. Tirou o dedo e espalhou a minha saliva no meu mamilo, me fazendo arrepiar mais.

“Vou te fazer gozar muito, minha menina gostosinha”. Ele começou a virar o corpo, me posicionando, me fez deitar na cama. Acariciou minha barriga. Ele me comia com o olhar, me olhava com muito tesão. Tirou suas calças, senti seu corpo deitando sobre o meu, senti seu peso, ele se posicionando entre as minhas pernas. Seu volume pulsando na minha calcinha, beijando meu pescoço, meu rosto. Suas mãos acariciando minhas coxas, minha bundinha, levantando bem a minha saia. No quarto ao lado um grito forte de prazer, o Marcelo estava gozando, enquanto seu amigo gemia alto. Não consegui resistir, fechei os olhos, abri um pouco mais as pernas, senti seu volume pulsar na minha bundinha. Sua mão afastando minha calcinha pro lado, senti meu cuzinho desprotegido. Abracei meu amigo assustado, sussurrei que estava com medo. Ele me beijou com carinho, me disse pra ficar calma, ele ia me transformar com muito carinho. Sua mão se afastou. Logo voltou, massageando meu cuzinho. Senti algo geladinho, seus dedos deslizando bem lubrificados, suspirei, não consegui segurar um gemido.“Sua bundinha e tão linda, você e toda deliciosa”. 
Meu cuzinho mordia seu dedo, ele passou um pouco mais de gel, beijou meu rosto. Seus dedos preparando meu cuzinho, seus lábios quase tocando os meus. Um dedo se posicionando, pisquei forte. Um beijo nos meus lábios, sua língua invadindo a minha boca, amoleci todo de tesão, seu dedo deslizando pra dentro do meu cuzinho. Gemi forte, foi uma sensação estranha, abri mais as pernas; entreguei-me àquele beijo enquanto seu dedo entrava ate o fim dentro de mim. Ele massageava meu cuzinho por dentro, lambia minha língua. Apertei o abraço, meu cuzinho apertou seu dedo. Ele sussurrou “cuzinho apertadinho”, voltou a me beijar, senti seu dedo deslizando pra fora. Um pouco mais de gel, ele me beijando com tesão, minhas pernas bem abertas, ele baixou sua cueca, senti seu pau quente, duro, procurando meu cuzinho.
  A cabecinha encaixando na entrada do meu anelzinho. Fiquei com medo, apertei forte o abraço. Não tinha mais volta. Eu estava pra virar menina de verdade. Ele me abraçou firme, me deu um beijo apaixonado e começou a forçar. Senti minhas preguinhas resistindo, apertei os olhos de dor. Ele me beijando, sussurrando como eu era apertadinha, forçou um pouco mais. Senti meu cabacinho cedendo, a cabecinha entrando, meu cuzinho dilatando, as preguinhas rasgando. Soltei um grito de dor, ele não parou, continuou enfiando centímetro a centímetro. Parecia ser tão grosso, tentei me esforçar pra agüentar a dor. Eu gemia baixinho de dor, meu corpo todo contraído. Ele parecia adorar a minha reação, estava amando tirar meu cabacinho. Sentia-me dividido ao meio, sentia sua rola rasgando o que restava das minhas preguinhas, ainda faltava entrar um pouco quando ele se posicionou melhor, me olhou com tesão e enfiou tudo de uma vez. Gritei de dor, senti seu saco tocando a minha bundinha, todo o seu peso sobre mim. Ele ficou parado dentro de mim apreciando a posse, me dando beijinhos.
Eu me sentia todo preenchido, sentia seu pau dando umas pulsadinhas dentro do meu cuzinho. “Você é uma putinha deliciosa, vou comer muito esse cuzinho apertadinho”. Sua língua invadiu a minha boca, ele me beijou com tesão, segurou a minha bundinha e começou a me comer. Seu pau começou a se mover, a entrar e sair. Abracei-o forte, cara de dor, meu cuzinho ardendo, queimando. Ele lambia a minha língua e me comia cada vez mais forte, comia como macho. Gritos de tesão no outro quarto, o Renato e seu amigo deviam estar gozando. Meu amigo acelerou mais, logo me enrabava sem do. Meu cuzinho todo deflorado, aquele macho me comendo, me fazendo mulher, meu cuzinho se adaptando ao calibre, as pernas bem abertas, ele dizendo sacanagens no meu ouvido. A dor se transformando em prazer, quando me dei conta eu já estava gemendo baixinho a cada estocada. “Geme putinha, vadia, geme como fêmea, putinha gostosa”. Ele falava sacanagens, tirava ate ficar só a cabecinha e estocava com gosto, urrava de tesão. Meus gemidos aumentaram, meu cu acostumou, logo eu sentia só prazer, só tesão, não tinha como negar, eu estava adorando dar o cu. “Ta gostando né sua puta? Ta gostando de levar rola?” 
Eu gemia, sussurrava pra ele me comer, me foder, comer meu cuzinho, rebolava, me entreguei totalmente aquele macho delicioso. Sua rola deslizava gostoso pra dentro de mim, a cada estocada eu dava uma gemida forte, perdi todos os pudores. Chamava-o de meu macho, meu homem, dizia pra ele me fazer mulher, ele ficava ainda com mais tesão e me comia mais forte, me arrombava sem parar. Num determinado momento, senti sua rola saindo, ele saiu de cima de mim. Segurou-me e me posicionou de quatro na cama, disse que ia me comer que nem uma vadia. Fiquei um pouco vermelho, naquela posição eu estava muito puta, ele passou um pouco mais de gel, veio por trás, segurou a minha cintura, afastou a calcinha, se posicionou e começou a enterrar seu cacete no meu cuzinho. Soltei um grito, empinei mais a bundinha pra doer menos, entrou muito mais fácil dessa vez, eu não tinha mais pregas.


Logo começou a me comer, entrando e saindo, segurando firme a minha cintura, me chamando de putinha deliciosa. Eu de quatro, toda feminina, toda submissa, gemendo baixinho a cada estocada, com a bundinha toda empinada. Meu macho segurava firme e me arrombava com força, seu pau entrava fundo no meu cuzinho, eu sentia seu saco batendo no meu, ouvia o barulho de cada estocada. O tesão foi aumentando muito, ele me comendo, eu já rebolando, gemendo alto de prazer, toda putinha, toda mulher, meu cuzinho contraindo cada vez mais, o tesão, aquele macho gostoso me enrabando, meu cuzinho contraindo mais, comecei a gritar de prazer, ele dizendo “goza sua puta, goza como mulher, goza rebolando no pau do seu macho”. Soltei um grito do mais puro prazer, cai de cara na cama, meu cu contraiu forte e comecei a gozar pelo cuzinho, sem nem tocar no pau. Ele delirou, seu pau inchou, me xingava, me chamava de cachorra, de vadia, de vagabunda, dizia que sabia que eu ia amar, meu corpo todo mole, meu cuzinho contraindo apertando seu pau, logo ele urrou de prazer, enterrou fundo e gozou dentro de mim, inundando meu cuzinho de porra. Senti sua porra quente jorrando dentro de mim, seu corpo tremendo, seus dedos cravados na minha cintura. Senti seu corpo relaxando, seu pau parando de pulsar, ate que ele saiu lentamente de dentro de mim. Puxou-me pro lado, ficamos deitados na cama descansando, ele abraçadinho comigo. Acabou adormecendo, enquanto eu tentava entender tudo q tinha acontecido. Sentia escorrer um pouco, meu cuzinho ardendo. A parte mais difícil foi encarar meus amigos depois, sabia que eles tinham escutado. Fiquei todo vermelho, eles sorriram, o Marcelo me deu um abraço e um beijo no rosto, me disse só “é uma delicia né?” Fiz um sim tímido com a cabeça. Não teve jeito, depois acabei voltando com eles naquela casa com as roupinhas, cada uma em seu quarto. Meu novo amigo ate começou a me visitar na minha casa, me trouxe calcinhas de presente. Ele acabou me comendo de todas as formas, me fez viciar em ser menina pra ele. Depois que ele se formou e voltou pra sua cidade eu nunca mais me vesti de menina.

Por: mar.fontan@hotmail.com - Do Contos Eroticos

0 comentários:

News Of the World!

Loading...
Loading...

Popular Posts