Uma Crossdresser Gordinha Complicada e Imperfeita

Nguyen Thai Tai - Nguyen Thai Tai, o primeiro caso de redesignação sexual no Vietnam

Gender change challenges traditional culture

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Nguyen Thai Tai, the first case of gender reassignment in Vietnam.

VietNamNet -


Gender reassignment surgery is easy for modern medicine, but the new life it brings remains a problem for Vietnamese living in a society with traditional views on sexual identity.

Sex changes are still forbidden in many countries, including Vietnam. Mr T, born in 1968 in My Tho Province, sought assistance for 20 years to 'become a woman'. At puberty, T realised that he was truly a woman, but his family told him that this was a wild thought.

To escape the stigma, T's family moved to HCM City. There they began a new life, but T was still ‘imprisoned’ in his home and thought of committing suicide. Doctors, though feeling great sympathy for him, could not help because Vietnamese law did not permit gender reassignment, allowing only treatment for what it perceived as 'problems in the sex organ'.

The pioneers

Last year, newspapers reported the first case of gender reassignment in Vietnam. Mr Thai Tai spent US$30,000 on a transsexual sex reassignment surgery in Thailand to become Ms Thai Tai. She leads a normal life and runs a successful business.

Participating in a fashion show at a club for homosexual people, I recently met several women who had been gender re-assigned through surgery. They are singers, always performing at nightclubs and dance halls. Though smartly dressed and well made up, they bear some male characteristics: less-than-smooth skin, slight leg hair and strong voices.

Doctors cite genital hormones as the basis of gender. Thus, simply changing the physical characteristics outside is only a partial solution and gender-reassigned people must take hormones every day for the rest of their lives.

Unfortunately these hormones are not easily available in Vietnam, are quite expensive and must be bought abroad, forcing some to give up dreams of a sex change, sanctioned by law or not.

How to live a new life?

The greatest challenge for people undergoing gender reassignment surgery is discrimination from society. National Assembly deputies, policy makers and scientists debated recently whether to recognise gender redefinition as a human right and put it on the agenda for discussions of the amended civil code. The issue was ultimately ratified by the National Assembly.

Nevertheless, the provision only applies to those whose gender is not clearly defined without touching on those with clear gender, those who simply want gender reassignment or homosexuals.

Policy makers also cite the need to address changes in birth certificates, identification cards and family record books as collateral debate. And then there is discrimination from family and friends. Only freelancers (those in private business, freelance singers) dare live in Vietnam after reassignment and the majority must live abroad. They still have the capability to love and bring happiness to their lovers, with the only difference being that they may not conceive children in the same manner as others.

(Source: KH & DS)

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Demitida após mudança de sexo, transexual é indenizada

Demitida após mudança de sexo, transexual é indenizada

Do Rapadura de humor - uol

Espanha - 13h13 - A transexual Sarah Schulze concede entrevista em Barcelona. Ela recebeu uma indenização de 22 mil euros (cerca de R$ 55 mil) de uma multinacional, onde trabalhava como gerente de um setor, depois que a empresa a demitiu porque fez cirurgia de mudança de sexo.


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Vaticano condena mudança de sexo e diz que Deus criou homem e mulher


Vaticano condena mudança de sexo e diz que Deus criou homem e mulher

Do EFE - Tudo Agora

O papa Bento 16 criticou nesta segunda-feira as mudanças de sexo

O papa Bento 16 criticou nesta segunda-feira as mudanças de sexo, ao defender que Deus criou o ser humano como homem e mulher. O papa disse que o homem pretende "se auto-emancipar da criação e do Criador".

"Não é uma metafísica superada se a Igreja fala da natureza do ser humano como homem e mulher e pede que esta ordem da criação seja respeitada", disse o pontífice perante os cardeais e membros da Cúria romana, aos quais recebeu na tradicional audiência de troca de felicitações por ocasião do Natal.

O líder da Igreja Católica romana pediu para que seja "escutada" a linguagem da criação, "cujo desprezo seria a destruição do homem e, portanto, a destruição da obra de Deus".
"O homem quer fazer a si mesmo e dispor sempre e exclusivamente de somente aquilo que o interessa. Mas, desse modo, vive contra a verdade, contra o espírito criador", ressaltou.

Bento 16 afirmou que da mesma forma que a floresta tropical precisa da proteção do homem, este tem que ser protegido, "já que, como criatura da criação, leva escrito uma mensagem que não significa contradição de nossa liberdade, mas as condições".

O papa disse também que a igreja não pode se limitar a transmitir aos fiéis só a mensagem da salvação, mas tem uma responsabilidade em direção à criação e deve defendê-la também em público.

Bento 16 voltou a defender o casamento entre um homem e uma mulher como o único existente, assim como a indissolubilidade do casamento, e lembrou que é um sacramento adotado por Cristo.


Cirurgia de mudança de sexo... Em vídeo:



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Justiça permite mudança de nome para transexual

Saúde psicológica

Justiça permite mudança de nome para transexual

Do CONJUR

A juíza Iasodara Fin Nishi, da Vara de Registros Públicos de São José (SC), autorizou a mudança de nome de um homem que fez cirurgia para mudança de sexo. Com a decisão, Marcelo passará a se chamar Marcela.

A cirurgia foi feita em 1994 e, até agora, constava o nome masculino no registro do transexual. A autora da ação ingressou com processo alegando que sofria constrangimentos por causa da diferença entre seu nome e sua identidade sexual, principalmente quando era obrigada a mostrar seus documentos.

“O pedido se mostra viável e a providência é necessária para resguardar o direito à saúde psicológica e dignidade da requerente Marcela, porquanto devidamente comprovada a divergência entre o que consta em seu registro civil e a realidade pela mesma vivenciada”, registrou a juíza.

A juíza levou em consideração o laudo de uma psicóloga e de um médico ginecologista. Ambos concluíram que “a autora detém predominância de características femininas do ponto físico e psicológico, e possui condições de manter de forma normal relações sexuais com um homem”.

Iasodara Fin Nishi lembrou que há decisões do mesmo sentido no Tribunal de Justiça de Santa Catarina, que reconhecem o direito dos transexuais operados de alterarem seus registros civis, com o emprego de nome compatível com o novo sexo.

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De garoto em garota em minutos...

Mais um videozinho show!!!


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CRISTIANO RONALDO & David Beckham - Adoro as sobrancelhas dele...

Quem "conhece" sabe que tanto o David Beckham como o Cristiano Ronaldo fazem a sobrancelha...Dá pra ver de longe o arco da sobrancelha.






Depilação e brilhantes

Da Revista Veja

Reuters
Beckham se apresenta: ser metrossexual é tirar sobrancelha

Paradigma dos metrossexuais pela capacidade de pintar as unhas, usar jóias, tingir o cabelo e continuar macho para caramba, o jogador inglês David Beckham às vezes extrapola no detalhe – confira-se na foto ao lado o perfeitíssimo arco de suas bem depiladas sobrancelhas, capazes de provocar o tipo de comentário desairoso que nas arquibancadas geralmente se dirige aos senhores juízes. De tão evidente, o alinhamento quase ofuscou os brilhantes, um em cada orelha, na sua apresentação para um amistoso da seleção da Inglaterra contra a de Portugal. Nada que afetasse a performance futebolística: Beckham armou o único gol inglês da partida, que terminou em 1 a 1.


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Reflexões e Desabafos - By Katia Steelman Walker: Homens em salas de bate papo: são todos mastubadores compulsivos? Quem os entende?


Homens em salas de bate papo: são todos masturbadores compulsivos? Quem os entende?
Sigilo e paciência levam a cumplicidade e o respeito.
By Kátia Steelman Walker – katiasteelmanwalker@hotmail.com
Se tem uma coisa que me chateia é quando entro em uma salas de bate papo, seja na Uol, no Yahoo, Meebo, whatsapp, second life, Skype ou MSN,  é quando me deparo com os caras que vem “conversar” comigo, cada um pior do que o outro... sem papo, medrosos, vulgares
Tem horas que perco totalmente a vontade de usar. Motivo? Os caras que vem conversar comigo, um pior que outro, sem papo, medrosos, vulgares, MASTRUBADORES... e por ai segue...
Não tenho a menor sombra de dúvida que jamais terão uma experiência com uma verdadeira crossdresser, tudo porque não sabem nos tratar com respeito. A maior parte quando não é um homofóbico é em geral um cidadão que se oculta atrás de um MSN, ou no máximo uma webcam. Fica mostrando o membro, e quando pedem o telefone (por isso não dou há algum tempo!) Não liga, e se ligar além de ligar em horário não apropriado, não sabe o que falar. As vezes eu ainda tomo a iniciativa de tentar puxar algum assunto mas “eles” simplesmente não sabem e não tem o que dizer... Ai fica difícil conhecer quanto mais de se encontrar...
Eu não entendo um cara entrar em uma sala de bate papo de travestis, transgêneros ou CDs, ou se deparar com a pessoa usando o nick: Crossdresser, ou homem de calcinha ou mesmo add a gente no MSN e ficar xingado... ta certo eu bloqueio, mas pó!? Vai procurar uma lavagem de roupa, meu irmão! Eu tenho mais o que fazer...
Já encontrei também muita gente legal, caras que sabem conversar e flertar, mas a grande maioria deles esta distante daqui o que impossibilita um encontro... mas o certo que a GRANDE MAIORIA me deixa com vontade de parar de usar o bate papo... Fico triste com isso, eu converso francamente, não omito que sou um cara vestido de mulher ( tem gente que diz que é mulher e só revela a verdadeira condição homem travestido bem depois... algumas só quando encontram o cara), sou sincera, falo quem sou, falo um pouco de como sou, eu chego amostro algumas fotos e tal... Mas nunca é o bastante...

Mas falando francamente ta difícil homem de verdade no “mercado”... Pessoalmente dou muito mais preferência aos casados (como eu) , coroas (quanto mais melhor) para me resguardar e tentar garantir algum sigilo. Se bem que tem aqueles que pensam que se tiver algo comigo depois vou bater na porta da casa deles e contar tudo esposa. Isso é botar chifre na cabeça de cavalo!
Ainda tem aqueles que “dizem” compreender o universo da CD, mas só pensam em ver fotos dela pelada... Esta é outra babaquice! A CD gasta ($$$$$) uma boa soma de dinheiro comprando meias de seda 7/8, cinta liga e calcinha de renda, corselet, cinta, peruca, luvas, sandálias, vestidos, saias e blusas só para se mostrar mais feminina pro “seu homem” e o cara só fica nessa de ver fotos mais reveladoras, da bundinha, do dote e tal...
Não que eu não tope me mostrar por exemplo de corselet, meias 7/8, ligas e calcinha para o meu namorado mas não encaro um encontro de bate papo como um momento para isso.
Imagino que conquistar uma cdzinha é conquistar a confiança dela (que em geral tem muito mais a perder que o “paquera”) Sempre busquei exigir a descrição e o sigilo total. Encontrar uma CD é garantir o sigilo , ter paciência e isso buscando a cumplicidade e o respeito.

Assim você vai fazê-la ir a um motel com você, e perceberá que é quase a mesma coisa que de sair com uma amante.
Com uma vantagem, se depois você quiser sair com “ela” fora das quatro paredes pode dizer em casa que esta com um amigo seu conversando num restaurante ou barzinho...
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He's a Lady - Qual crossdresser não participaria deste "reality show"

He's a Lady - He is a Lady

He's a Lady foi um reality show exibido na Tv norte americana , onde homens eram obrigados a se passar e a se comportar como mulheres. A Princípio, foi considerado um grande sucesso nos EUA em razão dos indicies de audiência.

O Vencedor do show foi "Alberta" (Albert) que na foto abaixo aparece em sua versão "sapo".

Eu pessoalmente descobri esse programa de TV pelo Youtube e quando vi a "Alberta" com a peruca estilo "Bettie Page" (que é um grande desejo meu - tanto a peruca como parecer com a Bettie) vi de cara que ia ganhar... (abaixo)




Agora, quando ela se mostrou toda diva, vestida de Cleopatra, quase tive um treco... Mais feminina e bela impossível! Aliás, tem um vídeo onde Alberta esta vestido de noiva que é realmente um sonho... Como desejei ser ela naquele momento... (abaixo)

Make-up


Diva!!!!!!!


Feminilidade e beleza a prova!

Abaixo, também posto aqui uma reportagem em português sobre o programa e suas regras além de alguns dos vídeos que eu achei na net.


O site oficial onde se pode ver alguns trechos do show é http://tbs.com/shows/hesalady/




Homens viram Fêmeas em novo "reality show" norte americano

Do Jornal de Notícias - Por João Quaresma

A norte americana TBS Television está a dar a oportunidade a 11 homens de ganharem à volta de 250 mil euros para se vestirem, andarem, no fundo, comportarem-se como se fossem mulheres. Uma das primeiras coisas que tinham de fazer era caminhar uma milha calçados com sapatos de salto alto das suas mulheres ou namoradas, completamente vestidos como elas.

A competição teve início em finais da Agosto e, actualmente, apenas restam sete dos 11 iniciais que, ainda por cima, se inscreveram com a ideia que tinham sido seleccionados para participarem num programa chamado "All American Man", no qual teriam de competir em difíceis provas físicas e mentais. Este concurso chama-se "He's a lady" (ele é uma senhora). Foram bem enganados, pois tiveram de iniciar uma caminhada bem difícil para terem a noção de como é viver com outro sexo.

Em cada semana que passou, os concorrentes tiveram de aprender qualquer coisa diferente da sua nova condição de senhoras. Entre outras, as provas incluem, para além da obrigatoriedade desde o início de usar sutiã, cueca, vestidos e peruca, ou ainda depilação e uso de unhas postiças. Contudo, como o prémio é bem chorudo e sempre se aparece no pequeno ecrã, o sacrifício deve valer a pena porque nenhum dos candidatos ainda desistiu. A avaliação das prestação dos concorrentes/transformistas está a cargo de três jurados que foram escolhidos entre pessoas relativamente conhecidas dos americanos, como seja o ex-jogador de basquetebol e duplo de actores John Salley, que faz tudo para que os "machos" em prova desistam das suas pretensões e regressem à condição masculina o mais rápido possível.

Em contrapartida, aquele que for considerado mais feminino em cada episódio do programa tem direito a vestir-se de homem durante um dia e ainda a hipótese de participar num programa de macho. "He's a lady" não conseguiu escapar à polémica, tendo já que contar com o boicote de um dos patrocinadores por pressão da American Family Association.

Vídeos:












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Morre atriz Bettie Page


A atriz Bettie Page, famosa por suas fotos pin-ups (fotos antigas de mulheres, que ganharam esse nome por se destinarem a pendurar na parede) e um dos ícones da revolução sexual nos anos 60, morreu nesta quinta-feira (11), em Los Angeles (Estados Unidos). Ela tinha 85 anos.

Segundo site oficial da ex-modelo (www.bettiepage.com), ela morreu de pneumonia uma semana após perder a consciência durante um ataque cardíaco.

Page foi considerada uma das mulheres mais sensuais nos anos 50 e chegou a ser considerada por Hugh Heffner, criador da revista "Playboy", como "a modelo do século" por seu ensaio em 1955.

Suas fotografias com pouca roupa chocaram a sociedade americana antes da revolução sexual dos anos 60. Em 2005, Page foi personagem central do filme "The Notorious Bettie Page", que conta a história da a atriz e ex-modelo.

Do Bol
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Reflexões e Desabafos - By Katia Steelman Walker: Eu, Crossdresser, Complicada e imperfeita.

Para muitos “Crossdresser” é um termo que serve para descrever pessoas que vestem roupas usualmente próprias do sexo oposto, sem que tal atitude interfira necessariamente em sua orientação sexual. Ou seja, ele pode ser heterossexual, homossexual ou bissexual, pois sua aparência não necessariamente pautará sua orientação sexual. Para outros é um fetiche respeitado por uns e odiado por outros.

O cerne da questão é perceber que o fato de existirem rapazes que se transformam em "belas garotas" sexys e femininas, mas não são travestis. Se vestir de mulher na intimidade não significa homossexualismo (apesar da sociedade grosso modo entenda assim), mas sim a liberação de um lado feminina que fica escondido sob o manto da masculinidade, que tem se tem que exibir socialmente.
Não é a toa que o cidadão pode ser como eu pai, marido e homem de negócios. Debaixo do paletó pode estar de meias de seda 7/8, cinta liga e calcinha de renda preta. Dependendo do ponto de vista é uma situação humilhante e ao mesmo tempo extremamente erótica e por que não dizer excitante. Sem dúvida é complicado entender a dualidade do universo de um crossdresser. 

Esta inversão de papéis esta ligada à própria cultura machista do mundo em que vivemos. É uma inversão que ajuda a se liberar dos preconceitos ligados à homossexualidade. Estar montado, ou feminizado, não faz do crossdresser menos homem ou mesmo mais “puta” por isso.

Bem, o que é um crossdresser - CD? De cara assim, vejo como mais um rótulo uma forma de definir uma pessoa que se veste com roupas de outro sexo que não é o que ela nasceu. Longe de mim aqui dar uma definição terminativa e definitiva sobre o que é CD.
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Já vi gente dizendo (escrevendo) que é um travesti, um gay, um enrustido, um viado frustrado e por ai vai... A Betinha (Elisabeth Bardotti) define de cara no site dela (e muito bem a meu ver o que é um crossdresser):

“Crossdresser (CD): Todo homem, que por alguma razão, gosta, deseja, ama, adora e tem verdadeira loucura na prática da arte de se vestir como mulher, sem necessariamente ser homossexual, podendo até ser casado, levando uma vida normal masculina e tendo, geralmente, uma vida clandestina como mulher.”


Quando leio a definição acima sinto que isso se encaixa de cara com aquilo que faço secretamente na minha intimidade entre 4 paredes. A gente sente uma fascinação, um desejo tão grande pela figura feminina que descamba pelo desejo de querer ser ela. Quando me monto e vejo no espelho o resultado da montagem percebo que dou uma melhoradinha a cada oportunidade de me transformar em mulher.
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No meu caso específico eu nunca tive a pretensão de “virar mulher” em definitivo ou de tomar a decisão muitas vezes irreversível de me tomar hormônios femininos. Já tive esse desejo sim, eu particularmente tenho pêlos pelo corpo e sou bem forte (fruto do meu tempo de esportista). Mas pensei bem, pesquisei e conversei com algumas colegas que enveredaram por este caminho e vi que isso não seria legal para mim.

Alguma me disseram que tomaram hormônios para “criar um peitinho” e que quando perceberam já estavam tão alteradas fisicamente, se depilando, tirando a sobrancelha, mudando inclusive o perfume, querendo tanto ser uma mulher que já suscitavam comentários... E quem é de armário como eu, sabe o quanto pode ser cruel esse tipo de “brincadeira”...

Eu me vejo como uma CD em estágio bem inicial, já que me “monto”, tenho minhas próprias roupas, sandálias e peruca. Procuro me vestir pelo menos uma vez por semana. Não me depilo nem tomo hormônios, mas procuro manter meus pêlos bem ralos e aparados. Ninguém sabe realmente que sou crossdresser.

 
A princípio eu punha apenas uma calcinha para poder ter uma ereção mais poderosa e me masturbar e satisfazer a minha libido. Nessa época eu sequer tinha roupas, eu apenas as surrupiava da minha mãe e irmãs, mas com o tempo isso vai evoluindo... A gente vai comprando as roupas, as sandálias, a peruca (para não ficar uma cópia (muito!) mal acabada da Elis Regina, kkkkkkkkkk).

Mas o que mais tem me chamado à atenção nos últimos tempos é o desejo de me vestir e ficar com alguém. Isso tem realmente me incomodado. Essa de desejar se vestir e querer ter uma contraparte masculina que me apóie e com quem eventualmente eu possa fazer sexo, isso tem me feito pensar...

Quando me olho no espelho e me vejo montado de mulher, mas percebo os pêlos e o quanto estou gorda isso me faz e pensar em abandonar a pratica do crossdressing (principalmente quando meu filho nasceu, cheguei ate a sair do BCC), mas reflito um pouco mais e percebo que o que me move em direção a prática do crossdressing é o desejo da figura feminina, mas mantendo-me com minha vida normal masculina.
Creio que isso é que realmente importa. Manter-me homem e separar o masculino do feminino. Quando me “monto” procuro falar, andar, sentar, pensar mais serenamente em fim tento copiar os trejeitos femininos. Entretanto jamais trago isso para minha vida masculina. Não desejo me constranger nem constranger quem me rodeia fazendo diferente.

Docilidade e sensibilidade são características comuns tanto ao masculino quanto ao feminino, entretanto a intensidade destes sentimentos é o que procuro dosar para não deixar aflorar em demasia a menina que muitas vezes insiste em sair...

By Kátia Steelman Walker
*A foto que abre este 'post' é da autora. 
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Patricia Araújo - Essa mulher tem um segredo


Patricia Araújo - Essa mulher tem um segredo

Da Marie Claire - Por Silvia Pilz. Fotos: Fernando Louza - e outras que peguei na net


Não se deixe enganar pelo rostinho delicado: a vida de Patricia Araújo renderia um livro perturbador. Aos 13 anos, foi expulsa da escola em que estudava por comportamento inadequado. Aos 15, casou com um homem 20 anos mais velho. Aos 18, foi ganhar dinheiro de forma nada convencional... pera lá, não vamos estragar a fantasia. Dedique alguns minutos a Patricia. Vai valer a pena.


Chego ao apartamento de Patricia Araújo, em Copacabana, por volta das 18h, numa terça-feira ensolarada. De cara lavada, calça de moletom e camiseta, é ainda mais bonita e sensual do que nas fotos que havia visto: o tipo de mulher que enlouquece os homens e vai ficando mais sedutora ao longo da conversa - charme misturado com Angel ou J'adore, seus perfumes prediletos. Ao longo das quatro horas que passo ali, o telefone rosa-bebê não pára de tocar. Ela atende e repete como um mantra: 'Agora não posso. Estou ocupadinha'. Patricia me convida e eu invado seu mundo. Ao me despedir, me conduz à porta e encontra a vizinha no corredor. Deixo as duas combinando uma caminhada pelo calçadão de Copacabana. Cenas ordinárias de uma vida cotidiana. Mas essa história não é bem assim.

Patricia nasceu há 25 anos, na Ilha do Governador, Rio de Janeiro, em uma família de classe média-baixa. Ao ver aquela criança tão morena e forte, os pais decidiram dar a ela um nome nobre: Felipe. E foi Felipe que, aos 12 anos, entendeu que gostava mais de meninos do que de meninas. Tudo ficou claro quando André, colega de classe na escola pública, pediu um beijo e Felipe não viu nisso um problema. Nascia o rascunho de Patricia.


Felipe cresceu um garoto extremamente feminino. No colégio e na rua, seus gestos e atitudes fora dos padrões chamavam mais a atenção dos meninos do que das meninas. A orientadora da escola, intrigada com o que não conseguia catalogar como comportamento humano com registro prévio, vivia convocando Patricia para conversar: queria entender quem era aquela criança.


'Eu tinha medo de confessar meu segredo, mas achei que a intenção dela era apenas me ajudar.' Assim, aos 13, amaciado pela orientadora, confessou sua predileção por rapazes. Resultado: acabou expulso da escola por comportamento inadequado. Estava na sétima série. 'Foi um trauma, a maior discriminação por que já passei', diz.


Ainda ferido, mas decidido a sair pelo mundo sendo quem era, foi conversar com os pais. 'Disse que me enxergava como uma mulher, que não me via como homem e que sentia atração por meninos.' Os pais -Severino, segurança, e Terezinha, dona-de-casa -, ambos evangélicos, ficaram assustados e sem saber o que dizer. Mas a reação fortemente negativa do irmão mais velho fez com que Severino encontrasse a resposta. 'Meu pai calou a boca dele num segundo, dizendo que eu era filho dele e que, independente de minhas preferências sexuais, ele me apoiaria.'



Patrícia Araújo no ônibus: Beleza Feminina'Eu cheguei à conclusão de que, no meu universo, do meu jeito, sou feliz. A hipocrisia do mundo acabou me fortalecendo bastante'



Assim, aos 13 anos, Felipe começou a se vestir de forma mais feminina e a encarar o mundo com os olhos de uma mulher. Nessa época, conheceu um travesti que morava perto de sua casa e que deu a dica: 'Se você tomar pílulas anticoncepcionais, compostas de hormônios femininos, vai se transformar ainda mais'. Como nunca teve muito pêlo no corpo, nem gogó, e era dono de feições delicadas, a transformação foi rapidamente notada.


Os pais, seguindo à risca o 'não julgarás', nada diziam, apenas observavam. Nessa toada, não é de espantar que, aos 15 anos, Felipe tenha virado alvo de fofocas no bairro. Era conhecido como o travesti da rua, vítima de chacotas. Não foi uma época fácil, suportada apenas por causa do apoio da família. E, mesmo assim, não por muito tempo. Na primeira oportunidade, Felipe, a cada dia mais Patricia e a cada dia mais precoce na aparência, foi embora dali: durante um passeio que fez com amigas a São Paulo, conheceu um rapaz e começou a namorar.


'Ele era paulista, uns 30 e tantos anos, dono de uma rede de concessionárias de carros. Era hétero e, mesmo sabendo que eu era uma mulher presa a um corpo masculino, me levou para São Paulo.' Antes de casarem, namoraram por alguns meses, e o empresário freqüentou com status de namorado a casa da família na Ilha do Governador. Morando em São Paulo, levando vida de casada, assumiu Patricia de vez. Patrocinada pelo parceiro, fez suas duas cirurgias plásticas: nariz e silicone nos seios. Viveu vida de dona-de-casa. Tudo parecia perfeito. Mas, depois de quase quatro anos, o relacionamento acabou porque o empresário começou a ter crises de possessividade.


Patricia voltou para a Ilha do Governador- agora, mais do que nunca, uma mulher. Ali, fez supletivo e concluiu o ensino médio. Mas rapidamente sacou que, como travesti, não encontraria espaço no mercado tradicional de trabalho (algumas tentativas frustradas como modelo a desanimaram). 'O mundo não está preparado para incorporar o travesti ao mercado de trabalho. A prostituição acaba sendo, além de um negócio viável e rentável, nossa única alternativa.' Triste e desapontada, e ainda dividida entre a idéia de tentar uma carreira convencional e vender o corpo, encarou a segunda opção. Depois de alguns meses, juntou um dinheiro e, aos 18 anos, foi para a Itália, a disneylândia do turismo sexual da categoria, fazer negócios longe de casa.


Em terra estrangeira, o dinheiro vinha fácil, mas não gostou do tratamento das colegas. 'É um submundo podre e triste. Como todas já sofreram muito, encaram a vida de um jeito duro e predatório. Penei para me adequar, até porque minha história de vida não carrega muitos sofrimentos. E nunca deixei ninguém me dominar: nunca me meti em encrencas, nunca apanhei, nunca deparei com clientes agressivos. Perto do que vejo nas ruas, sou uma privilegiada.'



Depois de um ano, voltou ao Brasil trazendo na bagagem a experiência da vida clandestina. 'Não é prazeroso fazer parte de um grupo marginal. Ninguém que se prostitui é totalmente feliz', diz. 'Olha, a prostituição é como uma droga, um vício, algo que absorve toda a sua energia e te faz escrava. Pode acabar com você. Mas criei um escudo que separa meu corpo da alma. O que vendo é meu corpo, nunca minha alma. E isso liberta.' Ainda assim, confessa que quer parar.



'É meu sonho, assim que fizer um pé-de-meia bom. Chego lá!', diz isso e ri. Mas a alegria contagiantemente carioca camufla algumas angústias, que ela vai revelando aos poucos. 'A minha maior aflição é saber que represento sexo. Ninguém me pergunta se eu li tal livro, ninguém quer bater papo ou ir ao cinema. Sou sinônimo de sexo e isso me deixa carente por um tipo de amor que não esteja vinculado a sexo ou a dinheiro.' Quando percebe que o papo está ficando cinza, dá a guinada: 'Por isso, se alguém me leva para tomar uma água de coco na praia e passeia pelo calçadão comigo, leva também meu coração', ri, debochada.


Patricia mora com os pais. Uma casa simples, mas ampla, freqüentada pelos irmãos e pelos sobrinhos que ela adora. O apartamento em que estamos é o privé onde recebe seus clientes -alguns, empresários importantes no cenário nacional; outros, caras famosos. Um 'programa' com Patricia vale R$ 500, e ela faz mais de três por noite. Os homens que a visitam, todos autoproclamados héteros, são casados e compartilham de um mesmo desejo: de que Patricia seja a ativa da ocasião. É por isso que o travesti precisa ter um membro que funcione. 'Esses homens querem ter a ilusão de que estão transando com uma mulher, mas é pelo pênis que se interessam. Alguns chegam aqui tão excitados que, às vezes, demoram mais para tirar a roupa do que para gozar.' Porque a sexualidade humana é uma coisa cheia de camadas e subcamadas, nunca faltará companhia a Patricia. 'Mas não me iludo. Quem entra aqui não quer conhecer Patricia. Quer realizar taras. O homem é um chimpanzé insaciável e a grande contradição é que fomos criados para acreditar que nosso intelecto pode superar nossos instintos. Só que não supera, vou te contar.' Mesmo assim, diz que a vida clandestina e marginal pode acabar sendo romântica. 'Outro dia, ganhei flores.'

Patricia é um ser humano difícil de ser classificado por nossa míope capacidade de compreensão. Se apaixona como mulher, mas faz amor como um homem. Transita livremente entre os dois gêneros e, por isso, se permite analisar tanto um quanto o outro. 'Tem mulher que se fantasia de enfermeira para agradar o cara. Ah, se elas soubessem que muitos desejam ardentemente aquilo que elas não têm', suspira, poderosa. 'Sabe, me sinto mais desejada do que várias delas. Os homens que vêm aqui são casados, têm filhos, se dizem héteros, mas morrem de tesão por mim e pelo que posso oferecer. Querem se sentir dominados, querem ser penetrados. O travesti mexe com a cabeça masculina de um jeito forte. Não falo da boca pra fora. Este apartamento poderia ser usado como laboratório da sexualidade.'


'Os homens que transam comigo querem ter a ilusão de que estão com uma mulher. Mas é pelo pênis que se interessam de verdade'


Patricia, a alquimista de sexo, continua tecendo sua teia. 'De um modo geral, quando me percebem na rua, os homens, seja lá de que tipo forem, ficam excitados, impacientes. É da natureza deles. O problema são os que repudiam, aqueles que pensam na gente somente quando estão se masturbando.' Para ela, esses são os que acabam batendo nos travestis que ficam nas ruas, porque é a forma que encontram de liberar aquela energia reprimida. 'No fundo, estão se espancando, se punindo por sentirem aquelas coisas que, no mundo deles, são inadmissíveis. O mundo é cheio de desencontrados e insatisfeitos.'

Pergunto, então, se Patricia é feliz desse jeito, uma mulher refém do corpo masculino, um ser humano de difícil catalogação. 'Já passei da fase de me vitimar por ter nascido homem e querer ser mulher', diz. 'A hipocrisia do mundo me amadureceu. Além do quê, algumas amigas que fizeram a operação [de transformação de sexo] não têm mais a capacidade de sentir prazer, e isso eu não quero para mim. Eu quero sentir prazer. Sabe, cheguei à conclusão de que eu, no meu mundo, dentro da minha realidade, sou feliz.' O fato de seu RG carregar o nome de Felipe não causa constrangimentos. 'As pessoas levantam uma sobrancelha e me medem, mas ninguém faz escândalo quando vê os documentos e descobre que me chamo Felipe. Não ligo. Empino o nariz e sigo em frente.'


Uma "rapidinha" com Patricia

Nome Felipe Araújo

Idade 25

Maior elogio recebido De uma senhora, no elevador. Ela disse que eu era uma das mulheres mais bonitas que já havia visto e que, nas passarelas, eu arrasaria a Raica. Elogio de homem não tem valor.

Qual a diferença entre gay, travesti e transexual? O gay se sente atraído por pessoas do mesmo sexo, mas não tem o desejo de se transformar fisicamente. O travesti busca ressaltar a feminilidade, mas não abre mão do pênis. O transexual é o travesti depois da cirurgia de troca de sexo.
Quanto dura um 'programa'? Se estiver em noite inspirada, 15 minutos.
O que gostaria de ser? Meu sonho sempre foi ser modelo ou veterinária. Mas hoje sonho em ser atriz, e adoraria fazer um ensaio sensual em revista masculina.

Um filme que marcou sua vida? 'King Kong'. Choro com a delicadeza dele ao tratar da mocinha.

O que dizer para quem não aceita que vocês existem? Somos todos seres humanos. Somos todos iguais. Por isso, não julguem as pessoas e respeitem as diferenças. Elas fazem parte deste mundo cheio de contradições.

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Sadomasoquismo é prazer no sexo e no jogo.

Brincadeira da 'humilhação'

Sadomasoquismo é prazer no sexo e no jogo. E você, gosta de fazer?
O prazer dos rituais é racional e consciente e envolve conceitos de sanidade

Do 180 graus - Piauí

O sadomasoquismo é um jogo erótico de domínio e submissão entre parceiros sexuais. O prazer dos rituais é racional e consciente e envolve conceitos de sanidade, segurança e concordância para todos os fetiches que se pode imaginar.

Entre as fantasias e delícias da prática, quatro letrinhas definem bem o que esperar do mundo onde sexo e rituais se misturam: BDSM. O BD significa bondage; D, disciplina; DS, dominação e submissão, e SM, sadomasoquismo.

Imagine-se em uma noite de liberalidade no sadomasoquismo. Será possível conhecer a podolatria (adoração de pés), goldem shower (chuva de urina), infantilismo (fetiche por estar no papel de criança por alguns momentos), inversão (ser penetrado por uma mulher com consolo), spanking (receber uma punição com chicotes ou outro acessório), bondage e shibari (amarrações com cordas e correntes), CBT (tortura genital masculina), humilhação (ser xingado), feminização (ser obrigado a se vestir e portar como mulher), cócegas, entre muitos outros a serem descobertos lentamente em rituais.

"Este jogo é fascinante. Ele pode ser físico, mas também pode ser psicológico. O BDSM é mágico, portanto, é sempre bom assistir a muitos workshops, questionar técnicas, estudar para que se tenha segurança necessária", diz Bela, do Clube Dominna.

É importante que cada tendência seja vivida com a palavra de segurança - safeword - para que uma cena cesse imediatamente quando qualquer uma das pessoas envolvidas indique algum problema e queira parar o rito sexual.

Tudo começa com casais ou grupos fazendo liturgias. "Em uma Play Party, por exemplo, a quantidade de luz elétrica é mínima. O ambiente é iluminado por velas. As músicas são celtas, medievais e até sacras. O clima de respeito e hierarquia imperam. Tudo é feito com muito respeito e as pessoas envolvidas se deixam levar por um clima mágico", diz Bela, a praticante que guia esta reportagem.

O encoleiramento é outra brincadeira sadomasoquista. Nele, dominador ou dominadora permitem que um escravo faça parte de seu reino utilizando assim suas iniciais. Toda a comunidade então passa a chamar aquele escravo com o nick name escolhido pelo dono.
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Comunindade GLTB merece respeito!

Comunindade GLTB merece respeito!

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Poluição leva a feminização forçada de homens e animais

Machos são mais afetados pela poluição

Da Veja

Um estudo divulgado nesta segunda-feira pela organização britânica Chemichals, Health and Environment Trust (CHEM Trust) indica que os machos de várias espécies de animais estão se tornando as principais vítimas da poluição ambiental e estão passando por uma "feminização".

Foram detectadas pelo estudo alterações físicas causadas pela poluição em espécies de peixes, anfíbios, répteis, aves e mamíferos. Nesses últimos, as principais mudanças foram pênis e testículos menores ou anormais, genitais ambíguos e características intersexuais.

Nas lontras estudadas, por exemplo, houve uma redução no tamanho do pênis. Já nas focas, os pesquisadores notaram uma diminuição da reprodução.

No relatório, a CHEM Trust afirma que a descoberta reforça as preocupações sobre as possíveis implicações para a saúde humana do efeito de agentes químicos que perturbam as funções hormonais. Segundo o estudo, tanto os animais como os humanos foram expostos a mais de 100.000 novos produtos químicos nos últimos anos.

De acordo com os pesquisadores, os agentes químicos podem prejudicar a saúde sexual dos animais machos, por exemplo, bloqueando o hormônio masculino androgênio ou imitando a ação do hormônio feminino estrogênio. Dessa forma, os machos podem adquirir características femininas.

http://amanatureza.com/projeto/wp-content/uploads/2007/05/ciencia.jpg
Processos Químicos feminizam homens e animais

Do Diário de Noticias

Estudo. Uma instituição britânica recolheu dados que permitem concluir que a libertação de pesticidas e outros químicos na atmosfera está a bloquear a produção de hormonas masculinas em aves, répteis, peixes e até no homem

Estudo mostra que mamíferos estão a produzir mais hormonas femininas

A libertação de químicos na atmosfera e na água está a ter con
sequências para a masculinidade de homens e animais, diminuindo a produção de hormonas masculinas. Esta é a principal conclusão de um estudo desenvolvido por uma equipa da CHEMTrust, que surge em simultâneo com a proposta, apresentada hoje, pelo Reino Unido em Bruxelas, no sentido de controlar a utilização de pesticidas na Europa.

O relatório da CHEMTrust mostra como a utilização generalizada de químicos está a provocar uma feminização de animais vertebrados, desde mamíferos a peixes, incluindo humanos. No caso dos mamíferos, observam-se alterações nos genitais do género masculino, que estão a produzir tecidos de óvulos, nascem com pénis mais pequenos e testículos com dimensões e características anormais.


"Os químicos produzidos pelo homem estão claramente a danificar as ferramentas básicas do sexto masculino. Fica agora provado, sem qualquer dúvida, que vários 'modificadores de género' podem actuar em conjunto para produzir efeitos" nos animais e seres humanos, alerta em comunicado Gwynne Lyons, autora do estudo e directora da CHEMTrust, uma instituição britânica sem fins lucrativos.

As consequências para os seres humanos prendem- -se com a sua capacidade reprodutiva. Os químicos em questão incluem alguns utilizados em papel de alumínio e outros usados para embrulhar comida, em cosméticos ou pó-de-talco e até em utensílios eléctricos. Os efeitos passam pela produção acima da média de hormonas femininas, pelo género masculino de peixes, anfíbios, pássaros e répteis. Ou pelo bloqueio da produção de hormonas masculinas ou aceleração da geração de estrogéneo, a hormona feminina.

Para Gwynne Lyons, que já desempenhou funções de aconselhamento no Governo britânico, na área dos efeitos dos químicos na saúde, "os reguladores da União Europeia têm de assegurar que as leis passam a ter em conta este 'efeito misto' no mundo real, senão a reprodução está ameaçada". Uma posição em linha com a iniciativa de controlar o uso de pesticidas avançada pelo Reino Unido, Irlanda e Roménia.

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Sobre este blog

Aqui eu não sou homem ou mulher. Sou um adepto do crossdresing. Sou uma Crossdresser - CD ou CDzinha. Desde os 9 anos, adoro lingeries e roupas sexyes. Levo uma vida normal masculina e tenho uma vida clandestina feminina.

Me proponho aqui a falar um pouco de tudo, em especial das Crossdressers, dos transexuais, dos Travestis e da enorme comunidade
LGBT existente em todo o mundo. Um estilo de vida complicado e confuso (para alguns)... Este espaço também se presta para expor a minha indignação quanto ao ódio e preconceito em geral.

Observo que esse é um blog onde parte do que aqui posto pode ser considerado como orientado sexualmente para adultos, ou seja, material destinado a pessoas maiores de 18 anos. Se você não atingiu ainda 18 anos, ou se este tipo de material ofende você, ou ainda se você está acessando a internet de algum país ou local onde este tipo de material é proibido por lei, NÃO siga 'navegando'.

Sou um Crossdresser {homem>mulher} casada {com mulher - que nada sabe} e não sou um 'pedaço de carne'.

Para aqueles que eventualmente perguntam sobre o porque do termo 'Crossdresser GG', eu informo que lógico que o termo trata das minhas medidas. Ja que de fato visto 'GG'. Entretanto alcunhei que 'GG' de Grande e Gorda, afinal minhas medidas numéricas femininas para Blusas, camisetas e vestidos são tamanho: 50 e Calças, bermudas, shorts e saias são tamanho: 50.

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