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Crosdressers, sapos e seus mundos secretos.


Do Blog da Reicla

Hoje acho que resolvi mostrar meu lado ácido, pode ser por influencia da gripe que me atacou e mexeu com meus sentidos.

Mas enfim, resolvi falar de algumas coisas que me incomodaram recentemente. Uma delas é sobre essa divisão rígida dos “mundos” de quem pratica o crossdressing.

Tudo bem que exista o medo da exposição, a proteção das identidades, para que as crossdressers não sofram nada em suas vidas “normais”, tipo perder o emprego, a família ficar sabendo, e tal.

Mas isso acho um pouco exagerado, pelo menos eu percebo isso. Os mundos ficam muito separados.

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Com raras exceções, as crossdressers só saem com outras crossdresser quando estão praticando o crossdressing, ou seja, não se reúnem quando estão de “sapo”. (sapo é como as Cds se denominam quando não estão vestidas de mulher).

O problema que vejo nisso é que a amizade fica prejudicada, não dá continuidade no relacionamento. Penso que se não dá pra sair montada, que saia de “sapo” mesmo e encontre as pessoas que certamente estão mais aptas a entender os seus problemas.

Mas o que acontece é que mal se trocam telefones, ou seus nomes de “sapo”.

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Talvez eu seja a mais louca de todas, por me expor mais,e não ter tantos medos, mas de qualquer forma fica a minha sugestão para que se promova um entrosamento maior e reforce as amizades entre as Cds.

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