Uma Crossdresser Gordinha Complicada e Imperfeita

Alessandra Saraiva a transexual formada em Administração e Design

Alessandra Saraiva: formada em Administração e Design, a transexual agora quer fazer pós-graduação em Sexualidade



Por Léo Nogueira - agenciaaids


Neste 29 de Janeiro, Dia da Visibilidade das Travestis, o movimento social que defende esta população lança uma campanha nacional com o objetivo de atingir as escolas públicas para que respeitem suas identidades de gênero.


A Agência de Notícias da Aids mostra o perfil de uma travesti e de uma transexual que conseguiram enfrentar o preconceito no sistema de educação, estudaram e hoje exercem profissões de destaque na sociedade.

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A professora Geanne Greggio diz que sua transformação em travesti na fase adulta, depois da faculdade, ajudou a diminuir o preconceito

Alessandra Saraiva é manauara e transexual. Manauara é quem nasceu em Manaus. Transexual é quem nasce com um determinado sexo, mas considera-se representante legítimo do sexo oposto. Alessandra nasceu homem, porém, desde tempos imemoriais, sentia-se mulher.

“Desde criança eu me entendia como menina”, lembra. “Os meus desejos, eles sempre foram femininos”, contou, na tarde de quarta-feira (28/01), a ativista e designer de 30 anos.

“A diferença entre travestis e transexuais é o gênero”, disse. Ela explicou que a maioria das travestis não se considera homem ou mulher. Ao contrário das transexuais que, geralmente, procuram se incluir em alguns dos gêneros. “As travestis reivindicam a sua própria definição de gênero”, resume.

Para Alessandra Saraiva, o transexual típico procura adequar “o seu sexo a sua realidade de gênero”.

Se hoje ela fala com desenvoltura sobre o tema, é bom esclarecer que não foi sempre assim. Somente aos 24 anos, quando ainda vivia na capital do estado do Amazonas, Alessandra começou a entender quem era e o que significava ser transexual. “Até então eu vivia em constante conflito existencial”, lembra a hoje balzaquiana.

O “conflito existencial” era tão grande e o “sentimento de culpa” tão arrasador que durante boa parte da sua vida Alessandra acreditou que a única solução para o seu sofrimento era a morte. Como sua família é espírita, o suícidio era algo impensável, mas ela, em muitas oportunidades, rogou para que a sua vida fosse ceifada precocemente. “Eu pedia a Deus todos os dias que eu morresse naquele dia”, contou.

A fase andrógina

A época em que mais sofreu preconceito, lembra Alessandra Saraiva, foi durante o processo de transição entre o seu antigo corpo masculino e a atual compleição feminina.

Ela classifica esse “processo” como “fase andrógina”. Após essa fase, a transexual diz que o preconceito tornou-se menos direto, mas continua existindo em determinados momentos.

Manifestações preconceituosas acontecem, por exemplo, quando Alessandra precisa apresentar algum tipo de documento no qual ainda consta o seu antigo nome.

O preconceito também varia de acordo com o lugar. “Eu sofria muito preconceito em Manaus”, recorda. A transexual, que também é formada em administração de empresas, diz que em São Paulo sempre sofreu menos discriminação do que quando comparado com o que acontecia na capital do Amazonas.

No final de 1997 e começo do ano seguinte, Alessandra fez um intercâmbio na Inglaterra durante quatro meses. Nessa época, ela começou a perceber como a sua vida poderia ser diferente fora da capital do Amazonas. “Estudar inglês foi secundário na vivência que tive em Londres”, diz.

Faz quatro anos que Alessandra mora em São Paulo. Mas antes disso, ela já havia passado alguns meses na cidade. Ela se aperfeiçou no trabalho de designer, sobre o qual, aliás, já tinha algum conhecimento, em um curso na Escola Panamericana de Artes da capital paulista.

Em Manaus, antes de se mudar definitivamente para São Paulo, ela formou-se em administração de empresas pelo Centro Universitário de Ensino Superior do Amazonas (CIESA).

Alessandra Saraiva namorou pela primeira vez aos 19 anos. “Foi uma relação muito tortuosa”, recorda a manauara. Mas a sua vida sexualmente ativa, lembra a designer, começou somente quatro anos mais tarde. Desde abril de 2008 ela á casada com um corinthiano de 26 anos. Embora ela odeie futebol, às vezes, acompanha o marido ao estádio.

Ela conta que conheceu o marido em um fórum de discussão virtual que tratava de questões relacionadas à sexualidade, tema que, por razões óbvias, sempre lhe interessou. “Nós nos conhecemos na internet. Nós conversamos algumas horas na internet e logo nos encontramos”, explica. Qual foi a reação dele ao saber que você era transexual? Perguntou o repórter. “Ele levou um choque”, respondeu Alessandra prontamente. Ela ressaltou, no entanto, que logo o seu futuro marido iria aceitar aquela situação com muita naturalidade.

Hoje os dois trabalham juntos na empresa de designer criada por Alessandra. O empreendimento, ainda não constituído juridicamente, já tem site e nome: Selo Próprio. A idéia, em 2009, “é formalizar” a empresa, explicou Alessandra. Graças ao seu conhecimento na área, ela criou o site da Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo. Na mesma entidade, ela coordena a secretaria de travestis e transexuais (a chamada “terças trans”).

A fase da libertação

“O fato de eu ter feito essa cirurgia não foi agressivo pra mim. Foi muito libertador.” A frase anterior é de Alessandra Saraiva. No início de 2008, ela fez uma operação de mudança de sexo e, finalmente, pôde adequar-se à sua identidade de gênero. Ela descreve o pós-operatório como “altamente doloroso”: o processo de cicatrização dura cerca de um mês. Mas ressalta que desde o início ficou muito feliz com a sua decisão. “É tudo muito novo”, diz.

Por exemplo, ela conta que teve de aprender a usar absorvente e admite ter sido muito estranho quando fez xixi pela primeira vez após o procedimento cirúrgico.

Agora, ela quer adequar seu nome ao seu novo corpo. Alessandra acredita que até o final deste ano consiga a almejada mudança da sua designação. A transexual entrou com o pedido de alteração do nome na justiça em agosto de 2008.

“Já tem bastante jurisprudência nisso”, diz, confiante de que haverá uma decisão favorável ao seu caso até o final deste ano. Em 2010, quando espera já ter resolvido o problema da mudança de nome, ela pretende começar a cursar alguma pós-graduação na área de sexualidade.

Filha de pais espíritas, Alessandra tem somente uma irmã mais velha. Elas tinham gênios opostos: Alessandra era introvertida e a irmã extrovertida.

Enquanto uma ficava sozinha no quarto com os seus brinquedos, a outra tinha muitos amigos. “Nós tivemos dois momentos”, explicou. Durante a infância e adolescência, foi uma fase de pouco convívio e cumplicidade entre as duas. Foi somente na vida adulta que elas se aproximaram. “Eu tenho uma gratidão enorme pela minha irmã”, afirma.

Neste 29 de Janeiro, realiza-se em todo o país eventos para marcar o Dia da Visibilidade das Travestis, data escolhida porque há exatos cinco anos, o Programa Nacional de DST/Aids do Ministério da Saúde lançou oficialmente a campanha “Travesti e Respeito.”

Para este ano, o movimento social que defende esta população lança uma campanha com o objetivo de atingir as escolas públicas para que respeitem suas identidades de gênero, pois ao deixarem de estudar, além de outros problemas, muitas travestis se tornam profissionais do sexo e se expõem à infecção do HIV.
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Patrícia Oliveira esperou seu companheiro que veio de Londres

Este é o marido da travesti Patrícia Oliveira, que ficou famosa ao desfilar para a grife masculina Complexo B no Fashion Rio (ver link abaixo). Ansiosa, ela esperou que seu eleito, vindo de Londres, desembarcasse do aeroporto do Galeão, Rio, nesta quinta-feira, 29.

Conheça o marido da travesti que desfilou no Fashion Rio

Patrícia Oliveira esperou seu companheiro, que veio de Londres, desembarcar em aeroporto do Rio, nesta quinta-feira, 29

Do EGO, no Rio Via G1
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Mais Patrícia Oliveira no Fashion Rio

Patrícia desfilou com um minivestido de paêtes, meia-calça, salto alto e um casaco de pele

A morena arrancou aplausos da platéia e esbanjou simpatia mandando beijos para todos

Patrícia desfilou com um minivestido de paêtes, meia-calça, salto alto e um casaco de pele

Patrícia Oliveira encerra o Fashion Rio com chave de ouro


O travesti desfilou para a grife masculina Complexo B e deu um show na passarela

Do EGO, no Rio Via G1

Patrícia Oliveira encerrou com chave de ouro a temporada de moda carioca. O travesti deu um show desfilando para a grife masculina Complexo B, última marca a entrar na passarela do Fashion Rio, nesta sexta-feira, 16. Com um minivestido de paêtes, meia-calça, salto alto e um casaco de pele simpático, a morena arrancou aplausos da platéia e esbanjou simpatia mandando beijos para todos.

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EVENTO: 8º CROSS DAY BY DUDDA NANDEZ - "CARNACROSS"

8º CROSS DAY BY DUDDA NANDEZ CARNACROSS



Hello Gals,

Mais um começo de ano e os anseios retomam nossas mentes e corações. Como será esse ano? O que vou acrescentar em minha vida? O que vou mudar? Vou realizar isso... Vou realizar aquilo. Faz parte do ser humano ter sonhos, desejos...

É importante evoluirmos sempre, nos conhecermos mais, por em prática nossos planos, arriscar mais, curtir momentos felizes, momentos prazerosos consigo mesmo.

Devido a pedidos das garotas estou realizando mais um Cross Day neste mês de Fevereiro que entra logo mais. A diferença é que esse será um Encontro diferente dos anteriores, talvez o que mais mexe com o íntimo das meninas, o que mais dá um friozinho na barriga, um tremor...rs... Neste Encontro faremos a Produção no Studio e todas sairemos juntas para comemorar o Carnaval (antecipado né) em um Barzinho aqui em São Paulo. Claro que discreto e reservado, sem expor minhas queridas Crossdressers.


Vai ser comum para algumas, novo para muitas e divertido para todas... Então gals, junte-se a nós e vamos para mais um CROSS DAY.

DATA: 14 de FEVEREIRO de 2009
HORÁRIO: 17:00 ÁS 00:00
LOCAL: PRODUÇÃO STUDIO E DEPOIS BARZINHO
INFORMAÇÕES: duddanandez@hotmail.com
Beijos a todas
Com amor

Dudda Nandez

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CROSSDRESSING: Um homem, dois vestuários.


A imagem “http://www.freewebs.com/judys_place/gif-crossdresser-inside.jpeg” contém erros e não pode ser exibida.É tão antiga quanto a mais velha das profissões, embora as motivações possam variar. Homens que se vestem de mulher, mas não são travestis nem transformistas, nem transexuais nem homossexuais. O que eles procuram? Historias de homens que –embora seja por uns minutos – escolhem ser mulheres.

Não são transformistas que, em um momento determinado e com o intuito (fundamentalmente artístico), se “mascaram como sendo do sexo oposto fantasiando-se”. Também não são travestis, porque não se vestem nem agem como mulheres o tempo todo.

Cross Dresser (também chamado de cd ou cross) é uma pessoa que as vezes veste roupa relacionada com o outro sexo. Para alguns deles é o passo prévio à travestilidade, mas nem para todos. Muitos, inclusive, são heterossexuais que gostam de se vestir com roupas de mulheres, talvez sem que ninguém saiba. A manifestação pode ser utilizar um nome de mulher, lingerie feminina, maquiagem, ou todas essas coisas juntas. E isso pode se manter de uma forma totalmente privada ou não. A diversidade dentro do mundo Cross Dresser é muito grande.

“É como viver na pele de outra pessoa que se liberta dos estereótipos. Faz com que eu tenha uma sensação de relaxamento que não tem a ver com o sexual”, fala Carlos, que às vezes se torna Alexandra desde faz dois anos e homossexual confesso. O crossdressing geralmente acontece mais em homens que em mulheres. Eles garantem que se vestir de mulher permite que eles exprimam uma faceta da personalidade: é uma pratica que os aproxima a seu lado feminino e completa desse jeito a sua identidade.

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Meu mundo privado

Alguns dos entrevistados falam que começaram a experimentar a roupa feminina no quarto da mãe deles. “Lembro a imagem de quando eu ia ao quarto dela a experimentar os sapatos de salto alto e vestir as suas roupas”, relata Carlos.

Segundo os psiquiatra e sexólogo Adrián Sapetti, as praticas extravagantes para produzir excitação se chamam de parafilias. “é o termo que se utiliza no século XXI para classificar os transtornos psicosexuais, porque carece de conotações pejorativas ou morais”, explica Sapetti. Porém, popularmente, continuam-se utilizando palavras como “desvio” ou “perversão”. Mas o especialista rejeita esses conceitos porque “não levam em conta o caráter prazeroso do fato” e se associam com o erro ou vicio.

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André/Andreinha é uma CD colombiana que fez um site para compartilhar a sua experiência vai e-mail com aquelas pessoas que tenham interesse em descobrir esse mundo. Ela confessa estar divida em dois: nasceu André, mas muitas vezes -sempre de portas fechadas- é Andreia. “Olhando-me no espelho –reflete-, eu sei que fiz mais do que muitos homens que não arriscam pesquisar no seu ser e no ser dos outros.”. André, a pesar de praticar o crossdressing, considera-se heterossexual: “Eu gosto da minha masculinidade e curto muito a minha sexualidade. Eu amo muito ser homem e fazer o amor com uma mulher”, resume.

Muitas pessoas decidem trocar de roupa sem que o casal saiba. “Acontece que algumas vezes as mulheres deles não sabem nada do assunto”, admite Sapetti, ele conheceu um caso de um homem que tinha uma mala de roupa feminina, e quando a mulher a descobriu ele preferiu dizer que era da amante dele antes de reconhecer que era um cross dresser. E com certeza não se trata de um caso isolado, porque os CD afastam geralmente esse costume da vida cotidiana.


Um novo mercado

Num apartamento do bairro portenho de Paternal encontra-se Crossdressing Buenos Aires, um local onde os cd podem encontrar todos os acessórios que necessitam para transformarem em mulheres. A Claudia Molina, vestuarista e maquiadora, é a dona da Loja que está aberta faz cinco anos. “Todo começou com uma conversa de um amigo que me confessou que se vestia de mulher e me explicou que ele sentia que não existia um espaço para poder ficar a vontade e compartilhar experiências”, relata. Portanto, comprou o que era necessário –vestuário, sapatos, maquiagem, acessórios- e inaugurou o apartamento. Aos poucos foi sendo conhecido. Depois, por causa do site as consultas se acrescentaram.

O local está arrumado para que, depois da transformação, os cross possam ficar tranqüilos no local. “Tomamos chimarrão, batemos papo, falamos da vida. Eu tento – afirma a Claudia- que seja um momento de prazer para eles”. Por duas horas eles têm que pagar $100. O adicional por tirar fotos é $50. Muitos escolhem faze-lo, porque depois utilizam essas imagens nas salas de bate papo ou nos blogs.

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“De quase todos os clientes eu sou a única pessoa que conhece o segredo”, reconhece a dona da loja. Por causa disso, diante da necessidade de se relacionar que percebeu neles, decidiu também organizar reuniões para cd. “Agora se formou um grupo grande que depois de se reunir no local vai dançar”. Você nem imagina as calcinhas ocultas por baixo do terno, brinca.
A atualidade dos cross

“Existem coisas que a sociedade acha de extravagante. Mas todos os relacionamentos homo ou bi hoje se olham mais”, explica Sapetti. O crossdressing não é uma moda nem uma tentativa de ser freaks ou engraçados. Para muitos também não se trata de somente um costume. “Faze parte da minha vida, já aprendi a conviver com ela”, assume Carlos.

Quando a tendência para o feminino encontra a oportunidade de surgir, os crosss percebem estética e sexualmente, de diferentes maneiras e com diferentes intensidades. Alguns escolhem sair a tona e outros nunca o concretizam. Existem pessoas que escolhem vive-lo como um momento ou um segredo, embora cada vez sejam mais os que conseguem ampliar o seu circulo de confiança e compartilhar os seus.

Opinión Sur Joven - por Magalí Sztejn, Martín Bello
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Dominação virtual ou Dominação à distância.

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Dominação virtual ou Dominação à distância.

Frágil Reino

Eu gosto de separar bem direitinho essas duas idéias. Na verdade, dominação virtual é a dominação à distância, porque “virtual” ganhou esse significado por causa da internet, e para definir justamente “relacionamento à distância”. Mas eu so dá época do sexo virtual mesmo, rs. Então, o sexo virtual era uma coisa assim: “Agora eu tô tirando a calcinha, toda molhadinha” E do outro lado o sujeito digitava ” E eu to com o pau bem duro, gostosa!”. Nem havia cam nessa epoca, né? A hora do orgasmo era algo sensacional. “UHAOAOSOER” “JSUORQPEAA” que significava que vc estava batendo convulsivamente no teclado… rs. Uma coisa assim… descontrolada!!

Pois viu como conheço?

Eu tirei umas ondas de sexo virtual anos atrás… Muitos anos, rs.

A imagem “http://www.geaneglamour.com/fotosgrandes/foto-128.jpg” contém erros e não pode ser exibida.

E acho que um monte de gente também curtiu porque quando você fala em Dominação Virtual as pessoas pensam que vai nessa linha… ” Agora eu estou com as mãos amarradas, magnânima Senhora” Ao que hoje eu, intrigada, perguntaria: “Ah sim, e pode me dizer como é que está digitando?”

Então, para efeito deste post, vamos falar em Dominação à Distância.

E se digo Dominação, estou me referindo a uma relação essencialmente D/s.

E passa muito longe das relações superficiais propostas por aqueles escravos que se “atrabancam” no meu msn e imploram do nada: “Me domina!” “Me domina!”

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Dominação é um processo lento. E à distância esse processo só não será mais lento se a pessoa do outro lado for uma pessoa criativa, disposta e franca.

A palavra escrita deciframos, compreendemos, racionalizamos. E para viver algo intensamente à distância é preciso que a palavra além de tudo isso, nos faça sentir. A vantagem delas sobre todas as outras formas de expressão é que elas ficam registradas então é preciso coerência. Quando não há verdade, abre-se imediatamente um abismo de contradições. Diria o Caetano: “Clareza na expressão de cada sensação”

E assim, os quereres, os limites, as emoçôes…

Num primeiro momento acho importante definir até onde vai essa dominação. Obviamente que quem optou por esse tipo de relação tem imensas limitações em sua vida cotidiana. Então gosto de delimitar esse espaço porque vai acontecer no cotidiano também essa dominação. Não. Ela não começa e termina no msn ou numa troca tola de e-mails.

Vai adiante.

Eu gosto do jogo de ocupar espaços. De ver o outro se debater pra depois aceitar. Jogo delicado, de andar pelas beiradas.


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BBB9: Priscila aparece amarrada em site sadomasô?

BBB9: Priscila aparece amarrada em site sadomasô?

TITINET

A BBB Priscila já mostrou que é bem saidinha. Fez ensaio seminua para o site Mochileiras.com, tem piercing no clitóris e dançou de forma sensual na única festa promovida no reality show, realizada na quinta-feira (15). Só que talvez ela seja mais ousada do que se imagina...

Muitíssimo parecida com a jornalista e modelo, a mocinha da foto ao lado é uma das estrelas da seção de “donzelas” do site Bound Brazil, especializado em bondage (fetiche sexual em que as pessoas são amarradas e amordaçadas).

De acordo com a página, ela se chama Mel, veio do Rio Grande do Sul, fez seu terceiro ensaio fotográfico e “cada vez mais se identifica com o fetiche”.

Veja aqui a foto de Priscila. compare com a da tal Mel e responda: é a moça ou não?



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Portugal propõe lei que propõe o casamento entre pessoas do mesmo sexo

Homossexuais satisfeitos com proposta de Sócrates

Em comunicado hoje divulgado, a Associação ILGA Portugal sublinha a intenção de José Sócrates e do PS em acabar na próxima legislatura com a exclusão de lésbicas e gays no acesso ao casamento.
Lusa

"As vozes que inevitavelmente se levantarão contra esta medida vão provar apenas a persistência do preconceito homófobo na sociedade portuguesa», considera a Ilga

A Associação ILGA Portugal congratula-se com o compromisso do líder do PS de avançar com o casamento entre pessoas do mesmo sexo, considerando que se trata de uma questão de direitos fundamentais e de cidadania.

Em comunicado hoje divulgado, a Associação ILGA Portugal - Intervenção Lésbica, Gay, Bissexual e Transgénero sublinha que o fim da exclusão de lésbicas e gays no acesso ao casamento "exige apenas uma pequena alteração no texto da lei, que não implica custos nem afecta a liberdade de outras pessoas". Contudo, essa alteração, segundo a ILGA, "será um enorme passo no sentido da igualdade e contra a discriminação".

"As vozes que inevitavelmente se levantarão contra esta medida vão provar apenas a persistência do preconceito homófobo na sociedade portuguesa e, portanto, reforçar a urgência de lutar contra a discriminação em função da orientação sexual", acrescenta ainda.

Ao apresentar domingo a moção que vai levar ao congresso do PS, José Sócrates referiu que a consagração dos direitos de uma minoria social (a homossexual) representará a vitória de toda a sociedade portuguesa, porque se traduzirá em mais tolerância e dignidade individual. Para o líder socialista, trata-se de "eliminar uma discriminação histórica, que não honra nenhuma sociedade aberta".

De acordo com Sócrates, o debate sobre os casamentos homossexuais será feito "em nome da liberdade, da igualdade e da dignidade individual e da luta contra todos os tipos de discriminação". "Dir-me-ão que estamos a falar de uma minoria; dir-me-ão que o problema é apenas de uma minoria, mas quero dizer o seguinte aos camaradas: o reconhecimento dos direitos e da dignidade de uma minoria é a vitória de todos, porque é a vitória da tolerância, da liberdade, da igualdade e da dignidade de todos os portugueses", disse.
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Beijo gay na praia? Cuidado com os trogloditas

Beijo gay na praia? Cuidado com os trogloditas

Por Sergio Ripardo* - A CAPA



Praia ainda é um campo minado para casais gays. A intolerância com a troca de afeto ainda é violenta. Até passar o bronzeador nas costas do parceiro chega a despertar olhares de censura. Um beijo ou ficar abraçadinho curtindo a paisagem, como fazem sem neura os héteros, também gera estresse, principalmente se há crianças por perto. Para os homofóbicos, isso é uma imoralidade, uma sem-vergonhice, um crime, um atentado violento ao pudor. Homossexuais traumatizados por décadas de perseguição também chegam a condenar a manifestação de afeto entre pessoas do mesmo sexo em espaços públicos. Até Ney Matogrosso, um artista transgressor na sua época, já disse achar um horror ver dois rapazes (assim como um homem e uma mulher) se beijando na rua. Moralismo ou bom senso? O fato é que existem leis proibindo a discriminação.

Em São Paulo, a lei nº 10.948, de 2001, é clara ao prever punições (como multas, suspensão e até cassação de licenças de estabelecimentos) para quem "proibir a livre expressão e manifestação de afetividade, sendo estas expressões e manifestações permitidas aos demais cidadãos". É o instrumento legal à disposição dos gays para se combater a homofobia no Estado. É evidente que o ideal é ter uma lei válida para todo o território nacional e, claro, permitir que o Estado garanta condições para o seu cumprimento pleno. Mas nem sempre a existência da lei, como ocorre em São Paulo, é suficiente para que se respire aliviado.

Em dezembro, o casal Ítalo Leandro, 20, e Silas Martí, 24, repórter da Folha, sentiu na pele esse problema na praia da Baleia (litoral norte de São Paulo), famosa por ter no verão suas areias ocupadas por endinheirados e alpinistas sociais. Gente que chega de helicóptero, deita em chaises longues fixadas na areia, enquanto é servida por garçons e reclama de quem ousa invadir seu espaço exclusivo (na verdade, a praia é uma área pública).

Como qualquer casal de namorados, Ítalo e Silas trocaram carinhos, se abraçaram e andaram de mãos dadas, gestos que despertaram reclamações de banhistas e um pedido para o casal deixar a praia. Eles se recusaram e foram agredidos por um turista. Ítalo levou ainda socos e chutes dados pelo coordenador da Sabaleia (Sociedade de Amigos da Praia da Baleia). Mesmo com a intimidação, os dois registraram o caso na polícia.

Destaques GLS - Após o registro do boletim na polícia, houve algum desdobramento?
Ítalo Leandro - Não, apenas um B.O comum foi feito, e mesmo após o agressor (José Eduardo Nunes) ter confessado na delegacia sobre ter me agredido, nada foi feito.

Destaques GLS - Que avaliações você tem feito sobre o que ocorreu?
Ítalo Leandro - Ficou bem claro que vivemos num país de trogloditas, e que quando se trata de homossexuais sofrendo algum tipo de lesão, nem as autoridades dão a devida assistência, que foi o que aconteceu conosco, que fomos destratados pela polícia local, e o tempo todo me senti menosprezado por todos na delegacia (delegado, policiais, escrivão...).

Destaques GLS - A divulgação de casos assim na mídia ajuda em alguma coisa?
Ítalo Leandro - Sim, ajuda tanto no processo jurídico como também esclarecer para todos que nesse país, inclusive em locais da classe alta, que é o caso da praia da Baleia, existem muitas pessoas ignorantes e hipócritas, que acham ofensivo duas pessoas do mesmo sexo se beijarem ou demonstrarem qualquer forma de carinho em público.

Destaques GLS - Houve algum contato posterior com os agressores?
Ítalo Leandro - Não, após a agressão fomos todos à delegacia, e apenas o advogado do agressor conversou com a gente e pediu desculpas em nome da sociedade da praia da Baleia.

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Caras e Coroas
Mais um bar tradicional fechou na rua Vieira de Carvalho, epicentro da convivência GLS na região da praça da República, no centro de São Paulo. O Boa Noite Rainha costumava reunir principalmente gordinhos, maduros e seus fãs, com gente ocupando toda a calçada no happy hour, na esquina da rua Aurora. Por lá, comerciantes reclamam do rigor da fiscalização municipal, coisa que não se vê em redutos héteros como a rua Canuto do Val, em Santa Cecília.

Mas nem tudo está perdido. O Boa Noite Rainha deverá reabrir em breve, mas só depois de readequações do seu espaço com uma merecida reforma. Aquele trecho da Vieirona já perdeu bares como o lendário Lord Byron. Quem está firme e forte é o vizinho do Boa Noite Rainha, o Caneca de Prata, considerado o bar gay mais antigo da cidade, que vai completar 44 anos de função.




Se meu tanquinho falasse
O bonitão Pedro Andrade, que faz sucesso na TV norte-americana e já foi apontado como namorado do ex-N'Sync Lance Bass, é o colírio que faltava no "Manhattan Connection", exibido pelo canal pago GNT aos domingos (23h). O rapaz ataca de repórter na atração, mas são seus olhos azuis e rosto quadrado que hipnotizam e dão um resfresco ao telespectador já cansado com o falatório monótono e sem fim do economista Ricardo Amorim e os apresentadores cacuras (Lucas Mendes, Caio Blinder, Diogo Mainardi, cuja cabeleira medonha e descuidada assusta tanto quanto a de Arnaldo Jabor na Globo).

O conteúdo da participação de Pedro Andrade é meio fraquinho. No último domingo, ele deu uma de Ana Maria Braga e só faltou ficar debaixo da mesa para provar a pizza favorita de Obama, no Brooklin. Mesmo com sua experiência em TV, o galã também se mostrou um pouco inseguro, sacudindo muito a cabeça ao ditar o texto. Mas beleza ele tem de sobra e não dá mais para cair na cama no final do domingão sem morrer de inveja de Lance Bass, que fisgou o carioca radicado em NY por uma temporada.



Caixa-Preta
Quem frequenta a região do Largo do Arouche já percebeu que a boate Planet G passou a se chamar Container. À primeira vista, a dedução óbvia é que a boate mudou de dono ou alterou sua proposta. Nada disso. Dois funcionários contam que a direção do clube avaliou que a marca Planet G afugentava alguns clientes devido à referência direta ao mundo gay. Já Container seria, segundo eles, um nome mais misterioso, menos pintoso, perfeito para marcar o clima de renovação da casa, tradicional point do público transex e de seus admiradores na rua Rêgo Freitas, 56.

A mudança do nome ainda não foi totalmente assimilada. A crossdresser Reicla Daks, também blogueira (blogdareicla.blogspot.com), confessa que ainda se confunde. "É difícil chamar de Container. Minhas amigas e eu ainda falamos Planet G. Com o tempo, a gente talvez se acostume", diz Reicla, que mora na Vila Sônia, no sudoeste da capital.

A sexta é a noite mais picante da Container com performance de sexo explícito gay no palco, com a entrada a R$ 5 (até meia-noite, com flyer) e R$ 8. A casa também abre aos sábados com apresentação de gogo boys, drags. Há atrações com figuras provocantes como o Homem Mandioca. A programação está mais enxuta. Houve um tempo em que a Planet G funcionava de quinta a domingo. O dark room continua com a fama de ser um dos mais barulhentos e rotativos da região, algo que lembra uma macarronada humana. Segura a peruca, queridjinha!!!


Monólogo sobre Cássia
Ao ouvir a voz de Cássia Eller (1962-2001), no início dos anos 90, a então adolescente Daia Oliver cultivou uma obsessão: a de conhecê-la pessoalmente. Inventou a história de uma entrevista, entrou em contato com a produção da cantora e deu início a uma peregrinação insólita que resultou em uma conversa - para lá de intimista - com Cássia, logo após um show, em Campinas (SP).

"Certo dia, a produção avisou que ela estaria na MTV para a gravação de um show acústico. Passei a tarde angustiada, esperando por aquele momento, até que, finalmente, ela apareceu", conta Daia. "Mas foi logo dizendo que não havia tempo, pois tinha um show no interior de São Paulo e convidou-me a acompanhá-la. Como era menor de idade não pude ir. Foi muito frustrante", relembra.

Tudo devidamente gravado e inédito, Daia, hoje jornalista e fotógrafa, convidou o também jornalista Leonardo Raposo para adaptar a aventura em monólogo teatral com o título "Eu e Eller". O roteiro, com boa dose de humor, é pontuado pela correria da fã em busca deste contato e finaliza com os melhores trechos da entrevista. A dupla, agora, está em busca de produção e elenco.


Línguas Afiadas

Se cuida, Christian Pior. O título de repórter gay assumido de língua mais afiada da TV brasileira está em risco. Diego Ferreira, o Didi do blog "Te Dou um Dado?", vai entrar na briga, a partir de março, quando a MTV estréia sua programação de 2009. Ele será repórter do "Furo MTV", uma espécie de telejornal diário e noturno com espaço para o humor ácido e desbocado, que faz sucesso hoje com as turmas do "Pânico" (Rede TV!) e do "CQC" (Band), sem falar nos dinossauros do "Casseta & Planeta", em estagnação criativa desde a morte do Bussunda em 2006.

Didi começou a ser testado com o "Gay Show", que inicialmente era exibido no site da emissora e depois foi incluído na programação da MTV. Mas no telejornal ele será só repórter, já que o comando da atração ficará com o ator Bento Ribeiro e pela humorista Dani Calabresa. A carreira de Didi deslanchou a partir de junho de 2008, movida a polêmicas como as críticas de que ele e suas colegas de TDUD (Lele e Polly) usaram fotos de seus perfis retocadas em Photoshop para criar retratos glamourizados. Quando seus rostos vieram a público, houve todo um choque de alguns de que eles não eram beldades com moral de gongar celebridades. Em entrevista à finada "Dom", Didi ironizou dizendo que blogar é "fenômeno entre gente feia".

RAPI10

1- Inaugurada em outubro passado, a filial da Ofner (doces, sorvetes e café) em Pinheiros (r. Pedroso de Morais, 1.107, em frente ao Instituto Tomie Ohtake) já virou point nas madrugadas. O lugar funciona 24h com estrutura melhor que a da Alameda Campinas, reduto de baladeiros nos Jardins.

2- A Vila Madalena ganhou uma filial da doceria Cristallo, que autorizou ser incluída no "Guia GLS SP" (Publifolha). Aberta em novembro, a loja fica na rua Wisard, 179, ao lado do Pira Grill, em um espaço maior do que a filial da rua Oscar Freire, embora o atendimento ainda seja um pouco demorado.

3- Os frequentadores notívagos da praça Vilaboim, no burburinho dos bares e restaurantes em Higienopólis, ainda sentem falta de uma cafeteria com funcionamento 24h na região. A filial do Vanilla Caffè durou menos de seis meses e fechou as portas no imóvel alugado no entorno da praça.

4- O blogueiro Marcelo Katsuki, do Comes e Bebes (marcelokatsuki.folha.blog.uol.com.br), vai abrir um restaurante na rua Haddock Lobo, 955, ao lado do Tostex, restaurante-bar-lounge, nos Jardins. Vai se chamar Na Cozinha e deve abrir no próximo dia 27. A proposta é ser um lugar intimista.

5- Quem aprecia concertos de música clássica no Municipal de São Paulo e odeia ser vítima de exorbitâncias anda assustado com os preços cobrados pela taça do Chandon no foyer. A inflação disparou por lá, e a flûte sai por R$ 15, quase a metade de uma garrafa inteira no supermercado.

6- Nas calçadas da rua Augusta, na região do Espaço Unibanco, cópias legendadas de "Milk", "Shortbus" e "Vicky Cristina Barcelona" saem, juntos, por R$ 20 no mercado pirata. Detalhe: a primeira produção, com Sean Penn arrasando como militante gay em cenas de beijos, só estreia aqui em fevereiro.

7- A patinação está ganhando terreno no parque Villa Lobos, nos domingos, em Alto de Pinheiros. Meninos e meninas já promovem até campeonatos ao lado da área onde se pratica rúgbi. Os patins podem ser alugados na entrada do parque, que está finalizando também novos trechos para caminhadas.

8- "Amigo não se compra: se adota". Esse é o lema de um novo blog que pretende facilitar a adoção de cães e gatos em São Paulo. O endereço é http://www.3amiguinhos.blogspot.com/. Os responsáveis pela página, que traz as fotos dos bichanos, são sérios e simpatizantes.

9- Na SP Fashion Week, alguns estilistas ficaram uma arara com o oba-oba da mídia em torno do desfile de Ronaldo Fraga, que só usou idosos e crianças, vestidos com roupas pavorosas. Nos bastidores, um costureiro prometeu levar cadeirantes à passarela na próxima temporada. Afe!

10- A rua do apartamento da top drag Silvetty Montilla virou um caso de polícia. As calçadas da rua Joaquim Gustavo, próximo da praça da República, foram tomada por viciados em crack, que acendem o cachimbo mesmo à luz do dia. São dezenas de dependentes químicos jogados no chão.

* Sergio Ripardo é jornalista e autor do "Guia GLS SP" (Publifolha). Fale com ele: sergio.ripardo@uol.com.br

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Mais Patricia Araujo (Oliveira) arrasando...

Travesti sai com cantor em ‘A Lei e o Crime’

Patrícia Araújo, que desfilou no Fashion Rio, faz cena do seriado que lembra história do jogador Ronaldo. Autor diz ser coincidência.

O Dia -Kamille Viola

Foto Divulgação

Rio - Um homem famoso aborda um travesti na rua para um programa. No dia seguinte, diante de um escândalo, garante que, assim que soube que a figura em questão não era mulher, não quis mais saber dele. Parece a história do jogador Ronaldo com o travesti Andrea em abril de 2008, mas é o quinto episódio do seriado ‘A Lei e o Crime’, da Record, que vai ao ar dia 2 de fevereiro.


“Qualquer semelhança é mera coincidência”, disfarça o autor, Marcílio Moraes. “É comum os travestis dizerem que boa parte dos clientes são homens casados, que se dizem heterossexuais”, conta.

Na trama, o cantor Augusto Aguiar (Saulo Vasconcelos) se interessa pelo travesti Michela (o travesti Patrícia Araújo, que desfilou recentemente no Fashion Rio). No dia seguinte, Patrícia é encontrada morta e Augusto se torna o principal suspeito. O envolvimento dos dois se torna um escândalo na carreira do artista.

As cenas foram gravadas em estúdio e na Praia do Recreio, e trazem mais dois travestis: Bioncé (Pamela Jackson) e Sheila (Joyce Lima). Além do cantor, o inspetor Ari (Kito Junqueira) também vai revelar que gosta de travestis. “A gente usou travestis para dar mais realismo à trama”, explica o diretor do seriado, Alexandre Avancini.

Esse é o segundo trabalho de Patrícia na TV (ela fez uma ponta na novela ‘Luz do Sol’, da Record), e ela quer mais. “Adorei, sempre quis ser atriz”, conta. “Mas tem que abrir espaço para os travestis fazerem outros personagens”, acredita ela, que sonha fazer uma história como a de Julia Roberts em ‘Uma Linda Mulher’.
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Patricia Araujo (Oliveira) no Fashion Rio...

Travesti Patrícia Araújo arrasa em encerramento do Fashion Rio

Coluna Heloisa Tolipan, JB Online

RIO - Muitos podem afirmar que o Fashion Rio foi morninho, quase esfriando. Mas o que ninguém pode dizer é que o último desfile, da grife Complexo B, não esquentou o clima do Salão Corcovado. Muito por conta da presença do ator Milton Gonçalves na passarela, mas, principalmente, pelo arraso que foi a apresentação do travesti Patrícia Araújo, 24 aninhos.

No backstage, Patrícia falou um pouco de sua vida pessoal.

- Minha família, que é evangélica, sempre me apoiou em minha escolha. Nunca houve preconceito.

Patrícia, Milton e o estilista da marca, Beto Neves, foram aplaudidos de pé ao fim do desfile, inspirado na Lapa (inclusive com uma surpresinha no final: cerveja para o público escondida nos isopores espalhados pela passarela).


http://diariotlover.wesleylinux.com/wp-content/uploads/2008/06/patricia-araujo-bem-gostosa.jpg

No Fashion Rio, a travesti Patrícia Oliveira revela: 'Sempre quis ser famosa'

A morena vai desfilar pela grife masculina Complexo B, última a desfilar na temporada

Florença Mazza e Flávia Motta Do EGO, no Rio


Patrícia Oliveira, nome artístico de Patrícia Araújo, o travesti que promete fechar o Fashion Rio com chave de ouro, chegou à Marina da Glória causando frisson. A morena vai desfilar nesta sexta-feira, 16, para a grife masculina Complexo B e promete ficar para a história da semana de moda carioca. Sorridente, ela chegou vestindo uma calça social justa e uma blusa dourada frente-única.

. Acompanhe tudo o que rola no Fashion Rio no blog Temporada de Moda

Casada há dois anos com um inglês, Patrícia já passou por duas cirurgias - uma rinoplastia e colocação de silicone nos seios. Mudança de sexo, nem pensar. “Já tive vontade mas caí na real que não me falta nada. Quando as pessoas sabem, rola até mais interesse, fetiche”, explica. “Sempre saio com uma amiga na balada e às vezes ela fala para os meninos que eu não sou mulher. Eu digo: ‘Assim você está só aumentando meu ibope’”, conta ela, que diz ter saído com vários famosos mas não revela o nome de ninguém.

A imagem “http://www.fashionrio.com.br/admin/imprensa/service/imgs/Complexo_b_37_media.jpg” contém erros e não pode ser exibida.

Patrícia Araújo desfila sua beleza pela Marina da Glória

Conhecida da promoter Liège Monteiro, a travesti foi indicada para o desfile da Complexo B quando o estilista Beto Neves disse que procurava alguém diferente. Nos bastidores da marca, ela chegou faltando mais de duas horas para o início do desfile e se sentou na cadeira do prestigiado maquiador Max Weber. Durante a sessão de maquiagem, Beto jogava a auto-estima de Patrícia lá para o alto. “Você está aqui porque você é uma estrela”, dizia.

Patrícia tirou registro de atriz recentemente e se prepara para estrear uma série de TV. Com 25 anos, ela mora no Rio de Janeiro e vem se dedicando também a trabalhos como modelo. “Já saí na ‘Marie Claire’ contando minha história”, disse. Nascida e criada na Ilha do Governador, Zona Norte da cidade, Patrícia virou travesti pouco antes de completar 14 anos. Aos 16, teve o primeiro namorado. “Nessa idade comecei a receber muitos elogios e resolvi que queria ser modelo. Meu sonho sempre foi ser famosa”, contou.

A musa inspiradora de Patrícia é a modelo Raica Oliveira. “Meu nome é Patrícia Oliveira até por causa dela. No meu dia-a-dia as pessoas dizem que meus traços são muito parecidos com os dela. Ainda não tive o prazer de conhecê-la mas meu cabeleireiro disse que vai nos apresentar”, disse ela, elogiando a beleza da ex de Ronaldo que foi descoberta pelo caça-talentos Sérgio Mattos.

Serginho, aliás, se encantou com Patrícia. “Genteeee, ela é melhor que a Roberta Close. Bonita para caramba, tipo garota da ‘Playboy’, confunde mesmo. Imagina ela no Salgueiro, é muito melhor que essas mulheres do samba”, elogiava ele. Não à toa, ela foi eleita a Miss Universo Transex, concurso disputado em Florença, na Itália. Tanta beleza, ela jura, já provocou acidentes. “Corro no calçadão de Copacabana todo dia mas, como chamo muita atenção, tem de ser de camiseta larga. Muita gente já bateu de carro olhando para mim”, esnoba.

Marcos Serra Lima/Globo.com

À esquerda, Patrícia Oliveira recebe selinho do estilista da Complexo B, Beto Neves. Ao lado, detalhe para o brinco da moça, um sapato

Marcos Serra Lima/Globo.com

Patrícia recebe tratamento de estrela e é maquiada por Max Weber, enquanto é clicada pelos fotógrafos

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Reflexões e Desabafos - By Katia Steelman Walker: O Crossdresser é a verdadeira "Mulher Maravilha"

O Crossdresser é a verdadeira "Mulher Maravilha"
Reflexões by Kátia
Quando li a noticia da Revista Rolling Stone de que a Beyoncé quer ser a "Mulher Maravilha", como crossdresser não posso deixar de pensar... Eu também quero! Quando eu era criança as vezes imaginava ser um homem que era transformado em mulher pôr conta de uma máquina de mudança de sexo inventada pôr um cientista que me usara como cobaia; ou que era um cara que se transformava em mulher como a Linda Carter se transformava na Mulher Maravilha... Eu AMO a Mulher Maravilha! É uma coisa antiga que me acompanha da infãncia junto com o desejo de me vestir de menina. Como prova de que isso não é de hoje basta ver o que digo na minha HP aqui
Sempre adorei a magia do frescor das roupas femininas em contato com o meu corpo e a pressão da lycra sobre a minha pele. Bastava pôr calcinha e meia calça para a minha imaginação viajar... Quando "pequena" por várias e várias vezes briquei de ser a mulher maravilha...
Isso inclusive me lembra quantas e quantas coisas que a gente faz na infância tipo ler histórias em quadrinhos e de ver filmes de desenho onde o personagem se transforma em mulheres lindas, sedutoras e maravilhosas... (lembrou do pernalonga? A versão feminina "dele" é tão forte que assumiu personagem proprio: Lola Bunny - No brasil é a "Lilica")

A verdade é que em nosso intimo, temos "coisas" muito bem guardadas debaixo de sete chaves que acabamos não ousando revelar a ninguém. Seja pôr temor do ridículo, discriminação, perda da individualidade ou simplesmente insegurança... e esta é uma destas "coisas" que revelo neste blog junto com o meu desejo de crossdressing.
O fato é que quando me visto de mulher me sinto uma fêmea sexy e desejo ser ardentemente desejada e seduzida pôr um homem. Ai! Que vontade de ter um parceiro viril para "brincar" entre quatro paredes...
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Pernalonga Crossdresser

Do Blog do Cardoso

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Acho que foi Wayne Campbell quem primeiro admitiu, o "Pernalonga" ficava uma gracinha quando se vestia de mulher. Não aquela gostosura ambulante da Lola Bunny, mas pudicamente atraente, como Natalie Wood. Vendo hoje acho incrível como nos anos 40/50 deixaram ir ao ar uma coisa dessas. Deve ter desvirtuado toda uma geração, a 2a Guerra Mundial pode ser explicada basicamente pelo fato do Pernalonga se vestir de mulher. E não, eu não sou doido sozinho nessa. Existe até um site sobre o tema!


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Desejo de crossdresser : A MULHER MARAVILHA

MULHER MARAVILHA

Morfolândia

A Mulher Maravilha foi criada em 1942 pelo Dr. William Moulton Marston, usando o pseudônimo de Charles Moulton. Ele achou inspiração para criar a personagem após conhecer a teoria do Dr. Ashley Montagu, chamada The Natural Superiority of Women ( A superioridade natural das mulheres).

Harry G. Peter criou a imagem da personagem que conhecemos hoje, com roupas feitas a partir da bandeira americana, com estrelas no short, uma águia estilizada na blusa e uma capa com as listras da bandeira americana.

É interessante citar que o Dr. Marston é o inventor do polígrafo, mais conhecido como detector de mentiras, aparelho usado pelo governo americano para verificar se um acusado dizia a verdade ou não. Esse aparelho foi muito utilizado em filmes de espionagem nos anos 60.

A Mulher Maravilha concorria com Batman e com o Super-Homem como o símbolo americano de justiça e patriotismo. Mas ao contrário de seus concorrentes, ela só ganhou sua série de TV em 1967, através de William Dozier, o mesmo produtor da série Batman e do Besouro Verde, nos anos 60. Mas a série acabou não vingando.

Sete anos depois, em 1974, foi feita uma segunda tentativa de levar a personagem para a TV, dessa vez através da Warner Brothers.

Lynda Carter ganhou o papel principal e o coração de milhões de adolescentes ao redor do mundo. A série marcou a atriz para sempre e sua imagem é a mais associada a personagem entre todas as existentes. Isso acabou por dificultar as coisas para Linda, pois os produtores de TV achavam que o público teria dificuldade em vê-la em outro papel.

Na série, Linda Carter é Diana Prince, princesa das Amazonas, membros de uma civilização onde os homens não existiam e as mulheres eram forte guerreiras, praticando esportes radicais e duelos entre sí. O Major Steve Trevor vai para na ilha e por pouco não é morto para que não revelasse a localização da ilha. Diana resolve ajudá-lo e vai trabalhar como secretária na aéronáutica, mas o Major não se lembra de sua verdadeira identidade.

A série com Linda Carter foi ao ar, nos EUA, em 12 de março de 1974 e saiu do ar em 07 de novembro de 1975. No Brasil ela foi apresentada pela Rede Globo no final dos anos 70.

Para quem gosta quer recordar a
Linda Carter e a "Mulher Maravilha":






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Beyoncé quer ser a "Mulher Maravilha"

Beyoncé quer ser a "Mulher Maravilha"

Cantora se ofereceu à Warner para protagonizar longa-metragem

Revista Rolling Stone

A cantora Beyoncé, uma das artistas que mais vendem discos nos EUA, candidatou-se ao papel de Mulher Maravilha, informa o jornal Los Angeles Times, em seu blog Hero Complex. Se conseguir a participação no cinema, Beyoncé será a primeira negra a interpretar a heroína da DC Comics.

"Quero fazer um filme de super-herói", declarou Beyoncé ao blog. "Quem melhor do que a Mulher Maravilha?", acrescentou, opinando que "uma Mulher Maravilha negra seria muito forte. Já é hora, não?"

A Warner Bros., que detém os direitos sobre a personagem, já anunciou que está estudando a possibilidade de produzir um longa-metragem sobre a personagem da Liga da Justiça. O blog do jornal afirma, inclusive, que as conversações entre o estúdio e a cantora já estão acontecendo.

Beyoncé tem no currículo papéis nos filmes Dreamgirls (2006) e Austin Powers (2002).

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Tucking perfeito

Tucking perfeito

Blog da Anna crossdresser

Tucking é a técnica de esconder o pênis por entre as pernas colocando os testículos "para dentro", muito usado por crossdressers e travestis, veja a foto abaixo:

Tucking perfeito - Como esconder o pênis

Entendeu?

Agora veja no link abaixo e veja um tucking perfeito:

http://www.b0g.org/wsnm/articles/so+easy+it%27s+scary

A descrição está em japonês, mas tem ilustrações que facilita o entendimento.
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Italiano confessa ter matado transexual brasileiro


Italiano confessa ter matado transexual brasileiro, diz polícia

Redação CORREIO da Bahia

O italiano Mirko di Mario confessou nesta terça-feira (30) ter assassinado o transexual brasileiro, Roberta, a facadas no tórax, na véspera do Natal, na Via Ribes, na periferia de Roma.

O suspeito, segundo a polícia, é um operário de 22 anos com antecedentes criminais ligados ao tráfico de drogas. Ele foi preso na casa de seus pais em Guidona, próximo á capital italiana.

Em depoimento, Di Mario argumentou que esfaqueou o brasileiro para reagir a uma tentativa de assalto.Porém, testemunhas disseram à polícia que Roberta estava no carro de Di Mario no momento da agressão e que o italiano costumava freqüentar o bairro onde ocorreu o crime.



Italiano é acusado de assassinar transexual brasileira em Roma


Da Ansa, em Roma - Folha de SP

A polícia italiana informou nesta terça-feira que o italiano Mirko di Mario confessou ter assassinado a transexual brasileira Roberta, cujo corpo foi encontrado com uma facada no tórax, no dia 24 de novembro deste ano, na Via dei Ribes, periferia de Roma.

Di Mario, 22, um operário com antecedentes criminais ligados a tráfico de drogas, foi detido pelos policiais na casa de seus pais em Guidona, uma pequena cidade próxima à capital italiana.

Quando os agentes italianos iniciaram uma busca no local, o jovem tentou eliminar a arma utilizada para o crime: uma faca de cozinha, que, segundo ele, costumava ficar em seu carro para que pudesse se defender.

Di Mario alega ter esfaqueado a brasileira para reagir a uma tentativa de assalto. Testemunhas interrogadas pela polícia afirmam que Roberta estava no carro do jovem no momento da agressão e apontam que o italiano costumava freqüentar o bairro onde aconteceu o crime.

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Sobre este blog

Aqui eu não sou homem ou mulher. Sou um adepto do crossdresing. Sou uma Crossdresser - CD ou CDzinha. Desde os 9 anos, adoro lingeries e roupas sexyes. Levo uma vida normal masculina e tenho uma vida clandestina feminina.

Me proponho aqui a falar um pouco de tudo, em especial das Crossdressers, dos transexuais, dos Travestis e da enorme comunidade
LGBT existente em todo o mundo. Um estilo de vida complicado e confuso (para alguns)... Este espaço também se presta para expor a minha indignação quanto ao ódio e preconceito em geral.

Observo que esse é um blog onde parte do que aqui posto pode ser considerado como orientado sexualmente para adultos, ou seja, material destinado a pessoas maiores de 18 anos. Se você não atingiu ainda 18 anos, ou se este tipo de material ofende você, ou ainda se você está acessando a internet de algum país ou local onde este tipo de material é proibido por lei, NÃO siga 'navegando'.

Sou um Crossdresser {homem>mulher} casada {com mulher - que nada sabe} e não sou um 'pedaço de carne'.

Para aqueles que eventualmente perguntam sobre o porque do termo 'Crossdresser GG', eu informo que lógico que o termo trata das minhas medidas. Ja que de fato visto 'GG'. Entretanto alcunhei que 'GG' de Grande e Gorda, afinal minhas medidas numéricas femininas para Blusas, camisetas e vestidos são tamanho: 50 e Calças, bermudas, shorts e saias são tamanho: 50.

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