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Ex-funcionário processa Ron Dennis por homofobia

Ex-funcionário processa Dennis por homofobia

Peter Boland acusa dirigente de tê-lo demitido por falsos rumores de homoxessualismo

Blog do Tazio

Ron Dennis, em Xangai

Ron Dennis, em Xangai

O chefe da McLaren, Ron Dennis, está sendo processado por um ex-funcionário, Peter Boland, que alega ter sido injustamente demitido por causa de falsos rumores de que ele era gay.

Além de acusá-lo de homofobia, Boland também alega que o homem forte da equipe de Woking também foi racista em viagens ao Oriente Médio, onde se encontrou com alguns de seus parceiros de negócios, que são árabes.

Segundo Boland (foto ao lado), Dennis ofereceu bebidas alcoólicas aos muçulmanos, embora soubesse que eles não as aceitariam devido às suas convicções religiosas. Em outra viagem ao Oriente Médio, o ex-funcionário afirma que "Ron disse que queria ir ao banheiro lavar as mãos porque tinha passado o dia inteiro apertando as mãos de árabes".

Embora Boland alegue que sua demissão tenha a ver com discriminação, a McLaren garante que isto aconteceu porque seu ex-funcionário foi rude, cometeu erros e dormia durante alguns voos.

Boland, que negou um acordo de US$ 11 mil oferecidos pela McLaren, também afirma que seu chefe o chamou de "gordo" pouco antes de demiti-lo em maio do ano passado.

A McLaren recusou-se a comentar o caso, que está sendo analisado em um tribunal trabalhista de Southampton, na Inglaterra.

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