Uma Crossdresser Gordinha Complicada e Imperfeita

Elias Figueiroa, Travesti que imita Madonna no Chile reune até 20 mil fãs


Travesti que imita Madonna no Chile reune até 20 mil fãs

Elias Figueiroa ganha cerca de R$ 150 mil por ano com shows

Do EGO, no Rio

O chileno Elias Figueiroa já reuniu cerca de 20 mil fãs em um show. Mas o rapaz de 28 anos não é cantor, e sim um travesti que imita a estrela Madonna. Obcecado pela cantora, Elias se apresenta há dois anos e, depois de receber cerca de R$ 30 por seu primeiro show, já chega a ganhar cerca de R$ 150 mil por ano com suas apresentações. O jornal britânico "Daily Mail" contou a história do chileno, que é apaixonado por Madonna desde a infância. "Desde a primeira vez que ouvi 'Like a Virgin', na infância, quis saber tudo sobre Madonna. E hoje sou como ela", orgulha-se.
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Você saberia reconhecer uma mulher de um travesti?



Você saberia reconhecer uma mulher de um travesti?

Do 45 Graus

Site americano faz o teste para saber se você reconhece uma mulher de um travesti.

Um site americano, criado por Rob Manuel, está divertindo pessoas no mundo todo, principalmente o Brasil. O site coloca imagens de várias mulheres e travestis e pergunta:

Kim, aos 16 anos, é a pessoa mais jovem do mundo a fazer a mudança de sexo. Ela contou que desde os 2 anos tinha vontade de se tornar menina.

"Você pode dizer se é mulher ou travesti?" (Female or shemale: can you tell?).
E você? Consegue reconhecer se as fotos das mulheres acima são mulheres ou travestis? Entre no site, clicando aqui e faça o teste.


Além de diferenciar mulheres de homens travestidos, o site de Rob também possui vários outros testes, como, por exemplo, se as pessoas conseguem reconhecer uma garota menor de idade de outra maior de 18 anos.
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Ex-travesti defende conversão de LGBT

Ex-travesti defende conversão de LGBT

Por Welton Trindade - do Parou Tudo

O missionário Joide Miranda, que se intitula ex-travesti, irá defender terapias conversoras de LGBT em heterossexuais em matéria do programa Fantástico, da Rede Globo, que irá ao ar neste domingo 26. A reportagem irá falar especificamente do caso da psicóloga Rozângela Justino (foto), que está sendo julgada pelo Conselho Federal de Psicologia por fazer esse tipo de procedimento, algo proibido no Brasil. A vedação é baseada no fato de que ser LGBT não é uma doença, portanto algo que não deve ser alvo de “cura”.

Miranda vive em Cuiabá e diz que começou a ser travesti e a se prostituir aos 15 anos de idade ainda na cidade. Depois disso, foi para Sâo Paulo e chegou a viver na Europa. Segundo o missionário, tudo isso não o completava, o que levou a fazer esse tipo de terapia.

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Padre travesti faz furor nos topes americanos [veja o vídeo]

Padre travesti faz furor nos topes americanos [veja o vídeo] -
Padre travesti faz furor nos topes americanos [veja o vídeo]
Do Blitz

O padre Vincent Capretta transforma-se em Big Mama Capretta à noite e já gravou um tema de homenagem a Michael Jackson. Igreja garante que Capretta não é padre.



Os Estados Unidos têm um novo fenómeno musical: o padre Anthony , responsável por uma paróquia de Columbus (Ohio), transforma-se no travesti Big Mama Capretta à noite e já subiu mesmo ao número 25 da tabela de dança norte-americana com a canção "Big Mama's House" (veja o vídeo abaixo).





Em entrevista ao jornal espanhol El Mundo, Capretta contou a sua história, começando por dizer: " Antes era um rapaz magrinho e agora sou uma italiana velha e gorda ". O padre iniciou a sua formação musical aos seis anos, tenho aprendido teoria musical e guitarra clássica, acabando mais tarde por cantar ópera.

Sobre o sucesso recente, que se deve em muito à produção de Rod Carillo, o músico mostra-se algo espantado. Carillo fala também do êxito em países como a Colômbia, Porto Rico e Argentina com alguma incredulidade: "Sabíamos que ía chamar à atenção mas nunca pensámos que ia ser tão famoso".

Depois de ficar bastante emocionado com a morte de Michael Jackson , Capretta resolveu também fazer uma versão disco do Padre Nosso como tributo ao rei da pop, a quem o padre chama de "arcanjo da música". A canção está disponível para download grátis no MySpace de Big Mama Capretta .

Capretta assume sem problemas a sua homossexualidade , garantindo que a tradição Católica Independente não tem problemas com essa questão. "As pessoas pensam que ando vestido de Big Mama todos os dias... Mas não é assim. Só o faço para as minhas apresentações".

A Igreja Católica Romana já reagiu , esclarecendo que o padre Anthony não é um verdadeiro padre católico: "Os católicos crentes precisam de esclarecer as coisas. Vincent Capretta pode ser um drag queen famoso, pode ter um sucesso e pode mesmo ter sido ordenado numa igreja independente, mas ele NÃO é um padre católico romano . Está, por outro lado, a ser usado por alguns activistas da comunidade homossexual para fazer mal à Igreja Católica e promover a sua agenda de revolução cultural".

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Maria Clara Spinelli foi o destaque no filme "Quanto dura o amor?"

Quanto dura o amor? instiga curiosidade do público no debate desta 2ª

Paulinia News

O filme Quanto dura o amor?, de Roberto Moreira, exibido na noite de domingo (12), instigou o público a fartos comentários durante o debate no II Festival Paulínia de Cinema, realizado nesta segunda (13), na Sala de Imprensa do Paço Municipal. Com a presença do diretor, parte da equipe técnica e elenco, o longa despertou atenção do público por, entre motivos, retratar a transexualidade de forma sutil e delicada.

Com várias locações em Paulínia, o filme estabeleceu, desde as primeiras cenas, identidade com o espectador paulinense que viu imagens do seu cotidiano na tela grande. “A relação com Paulínia foi excepcional”, garantiu Moreira.

Generosa nas palavras, a atriz Maria Clara Spinelli foi o destaque. Aceitou o convite para o papel de uma mulher transexual pela, dignidade, com que foi tratada por toda a equipe. Na vida real, Clara nasceu transexual e confessou ter relutado para expor publicamente um pouco de sua história. “Não é fácil. Acredito, porém, ter uma função política e social que pode ser referência para outras meninas que nasceram transexuais”, afirmou.

Pegando carona na realidade, Leilah Moreno (Antonia) uma garota de programa no filme relatou sua experiência pessoal quando deixou o Interior para a cidade grande: “Dormi dez dias na rodoviária e para ‘ganhar’ a vida, cheguei a ser convidada para fazer ‘programas’, o que, felizmente, não aceitei.
Leviatã Pudorada

A trilha musical de Quanto dura o amor? também esteve na roda. Para a utilização e autorização de suas músicas, a banda Radiohead exigiu assistir ao filme com antecedência, providência tomada pela direção e equipe que não abriram mão da sonoridade do conjunto.

O curta-metragem Quem será Katlyn? , de Caue Fernandes Nunes, foi outro assunto das discussões matinais. Por tratar de uma investigação sobre identidades sociais, homem e mulher, traz a história de um travesti que narra seu processo de transformação. Este trabalho, de certa maneira, dialoga com o longa de Roberto Moreira. Temáticas similares apresentadas de maneira autoral.
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Lisa Du Preez: Modelo britânica de lingeries revela que é transexual

Modelo britânica de lingeries revela transexualidade 10 anos depois

JB Online

Uma modelo britânica guardou durante dez anos um segredo: na verdade ela já foi ele. O "detalhe" foi revelado pela própria modelo ao site "News of The World". Até mesmo o namorado dela foi enganado até a primeira relação sexual entre o casal, que não se separou após a surpresa e o susto. Lisa Du Preez se tornou travesti aos 22 anos e pouco antes descobriu sua preferência ao se encantar com um estojo de maquiagem de sua irmã.

BULLIED: Schoolboy Lisa
BULLIED: Schoolboy Lisa

Em 1999, depois de dois anos travestida, Lisa fez a cirurgia de mudança de sexo. A partir daí, ela estrelou diversas campanhas de modelos de lingerie sexy sem ser notada como uma transexual. Sites de relacionamentos, entre outros que exploravam sua imagem feminina, também usavam a modelo para divulgar seus produtos.

- Eu deixei durante um bom tempo que as pessoas pensassem que eu havia nascido mulher e me divertia em ver quantos homens eu poderia ter e dispensar.

Hoje, aos 35 anos, Lisa mora com o noivo em Middlesex na Inglaterra. Eles vão se casar em breve.

Veja mais fotos de Lisa Du Preez no seu perfil no Star Now!

Modelo inglesa revela que é transexual

A Capa

Conhecida na Inglaterra por estampar anúncios de sites de namoro, flyers de boate e ter trabalhado mais de dez anos como modelo de lingeries sexy, Lisa Du Preez resolveu revelar ao "News of The World" o que considerava ser o seu maior segredo: a transexualidade.
"Eu deixei durante um bom tempo que as pessoas pensassem que eu havia nascido mulher e me divertia em ver quantos homens eu poderia ter e dispensar", contou a modelo de 35 anos, que vive em Middlesex (Inglaterra).

Lisa, que pretende se casar em breve, contou que até o noivo foi enganado. No ínicio do namoro, quando ainda não tinha tido relação sexual, ele achava que Lisa era uma mulher. Quando o noivo descobriu sua transexualidade tomou um susto, mas, depois, aceitou.
Assim que descobriu sua homossexualidade, Lisa ficou fascinada por um estojo que sua irmã havia ganhado de presente de Natal. Logo depois, começou a ir a boates gays e resolveu começar uma terapia com hormônios femininos e se travestiu pela primeira vez aos 22 anos.

Em 1999 foi quando Lisa finalmente decidiu fazer a cirurgia de readequação sexual.


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CANADÁ: Transexual humilhada em Meaford

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CANADÁ: Transexual humilhada em Meaford

Transfofa para PortugalGay.pt Notícias

Uma mulher transexual alega ter sido humilhada ao ser expulsa de um WC feminino acompanhada por uma segurança no Casino Rama, em Orillia.

Carol Ann Kotsopoulos, de 38 anos, em processo de transexualidade há 21 anos, vai processar judicialmente o Casino Rama pelo alegado tratamento que recebeu a 27 de Março de 2008.

Kotsopoulos apresentou queixa ao Human Rights Tribunal of Ontario e aguarda um encontro mediado com representantes do Casino Rama.

"Estive quase a tentar o suicídio com comprimidos. Eles humilharam-me." afirmou Kotsopoulos.

Segundo a queixosa, ela e uma amiga, Glenda Killby, encontravam-se num WC feminino, ela sentada dentro de um privado, quando uma segurança lhe gritou. "Ela perguntou-me 'É um homem ou uma mulher?'"Eu disse-lhe que era uma mulher transexual, quer ver? perguntei-lhe a brincar. Então ela disse 'Não pode usar este WC, terá de usar o WC unisexo'. Ela disse que tinha sido chamada devido a uma queixa de uma terceira parte. Não existe nenhuma casa de banho unisexo que eu alguma vez tenha visto lá" afirmou Kotsopoulos.

Kotsopoulos, que se encontra reformada por invalidez por colapso nervoso devido a uma infância traumática, afirmou que foi escoltada até uma área pública onde foi rodeada por quatro seguranças.

"Foi tão pouco profissional. Eu estava completamente em choque", disse ela.

Kotsopoulos, que se mudou há alguns anos de Toronto para Meaford, situado a cerca de 20 Km a sul de Owen Sound, afirma que se está a queixar "para educar o público".

Jennifer Ramsay, da Human Rights Legal Support Centre, que representa Kotsopoulos, afirmou que transexuais nascidas com genitália masculina são educados a viverem como mulheres durante anos antes de se submeterem a cirurgias.

"É um longo e penoso processo e sabemos que um grande número de pessoas sofrem de discriminação durante este processo. Existe um enorme assédio em geral e para algumas pessoas serem humilhadas publicamente por alguém com autoridade é especialmente preocupante", disse Ramsay.

Kotsopoulos afirmou que se vai submeter à CRS em 2011. Ninguém do Casino Rama tem estado disponível para comentar.
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Russo mata transexual depois de descobrir que "ela" já foi homem

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Russo mata transexual depois de descobrir que "ela" já foi homem
Ele tenta suicídio em seguida, mas acaba sendo preso

Da Redação do Bem Paraná com agências

A história de amor entre Vladimir F. e Camilla, de Volgogrado, acabou de forma trágica. Vladimir matou a amada com vários tiros após descobrir que Camilla nascera homem. Os dois viviam juntos havia dois anos.

O russo de 33 anos já havia ficado arrasado depois de Camilla, de 30, ter dito "não" para o seu pedido de casamento, contou o jornal "Tvoi Den". Vladimir desconfiava de que ela tivesse um amante. Pouco depois veio a descoberta: em cartas, os amigos de Camilla o chamavam de Kirill. O mundo de Vladimir caiu.

Revoltado com a descoberta, Vladimir abriu fogo contra as partes do corpo de Camilla alteradas na cirurgia de mudança de sexo, dois anos antes de o casal se conhecer, em São Petersburgo...

Vladimir deixou o corpo de Camilla na linha do trem e tentou o suicídio. Não conseguiu e acabou preso.
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Andréia Albertini, travesti do caso Ronaldo, morre aos 22 anos em SP

Andréia Albertini, travesti do caso Ronaldo, morre aos 22 anos em SP

A CAPA

Foi enterrado na manhã desta sexta-feira o corpo de Andréia Albertini, de 22 anos, travesti que ficou famosa após escândalo envolvendo o jogador de futebol Ronaldo em abril de 2008 no Rio de Janeiro.

Andréia faleceu na manhã de quinta-feira (09), na UTI de um hospital em Mauá. Segundo relato de sua mãe Sônia Maria Ribeiro ao site G1, a filha estava com pneumonia e uma tomografia havia diagnosticado meningite.

O corpo foi velado na madrugada de hoje no cemitério Santa Lídia, em Mauá, na Grande São Paulo. Há dois meses Andréia estava morando em um flat em São Paulo. A dona do flat estranhou o confinamento da travesti, que não saía há dias, e resolveu arrombar a porta. Andréia foi encontrada no sofá, sem forças para se levantar ou comer.

A mãe levou então a filha para casa e posteriormente para o hospital, depois de Andréia ter uma convulsão e perder a consciência. Sônia percebeu também que a filha estava deprimida. "Quando falava ou tossia, eu percebia que ela estava com o pulmão cheio e mal conseguia respirar", detalhou a dona de casa ao G1. Segundo ela, o médico que atendeu Andréia teria afirmado que se ela sobrevivesse, "iria ser um vegetal".

No velório, a mãe afirmou que Andréia ficaria contente com a repercussão de sua morte. "Ela ia dizer: 'O pessoal lembrou de mim'. Para Sônia o "Difícil vai ser agora que ela não vai mais tocar a campainha e dizer: 'Mãe, cheguei!'".

Travesti dizia à família que não fez sexo com Ronaldo

A VooZ

A travesti Andréa Albertini dizia à família que em nenhum momento manteve relações sexuais com o atacante Ronaldo, do Corinthians. Isso, pelo menos, é o que conta a amiga e ex- professora de Andréa, Celia Possar. O atestado de óbito aponta, como causa da morte da travesti, além de toxoplasmose provocada por meningite, HIV. Andréa foi enterrada às 10 horas de hoje, no cemitério Santa Lídia, em Mauá, Grande ABC. Apenas parentes e poucos amigos participaram da cerimônia. Durante a madrugada, a mãe, Sônia Maria Albertini, velou sozinha o corpo da filha.

Sônia afirma que, desde pequena, a filha gostava de se vestir de mulher. Por causa disso, diz ela, Andréa apanhou várias vezes na escola. A mãe conta que Andréa planejava viajar para a Europa, no final do ano, para fazer cirurgia de mudança de sexo.

Segundo Sônia, nos últimos dias a filha andava meio deprimida, porque havia brigado com o namorado David Muller. Ela e a filha se falavam pelo menos uma vez por semana. Há cerca de 20 dias, numa dessas ligações, percebeu que Andréa tossia muito. No domingo a situação chegou ao limite. “Ela estava muito ruim, não se levantava mais para nada. Fui até a casa dela e a trouxe para Mauá”, disse. A travesti morava sozinha em um flat no centro de São Paulo. Foi preciso arrombar a porta do apartamento para tirá-la de lá.

“O que me conforta é que ela viveu feliz. Viveu do jeito que quis, fez o que teve vontade, conheceu muitos lugares, apareceu na mídia, ficou conhecida”, diz a mãe. “Ela sempre quis ser famosa, mas nunca pensou que isso tinha um lado ruim também”, completou Sônia.

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Parada Gay de Fortaleza reúne 900 mil pessoas; Veja fotos

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Parada Gay de Fortaleza reúne 900 mil pessoas; Veja fotos

A Capa

Foi realizada no último domingo (28/06) a 10ª Parada do Orgulho LGBT de Fortaleza (CE). A festa começou inicialmente às 17h, em frente ao Náutico Atlético Cearense, encerrando-se às 22h no aterro da Praia de Iracema. Uma bandeira do arco-íris, com 25 metros de comprimento, cobriu a avenida Beira- Mar durante a festa.

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Ao todo sete trios desfilaram na Parada Gay de Fortaleza. O carro do Grupo de Resistência Asa Branca (Grab) foi o primeiro e nele esteve presente Vânia Dutra, madrinha da Parada 2009. Quem também marcou presença na marcha foi a prefeita de Fortaleza, Luizianne Lins (PT-CE).

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A 10ª Parada Gay de Fortaleza teve como tema o levante de Stonewall até as lutas atuais: "1969... 79... 89... 99... 2009... A Luta pelos Direitos LGBTT continua". Segundo estimativa da Polícia Militar, 900 mil pessoas compareceram ao evento. Com isso, a marcha pelos direitos LGBT de Fortaleza se configura como a terceira maior do Brasil, atrás apenas do Rio de Janeiro (1,5 milhão) e São Paulo (3 milhões).

10ª Parada gay de Fortaleza
28/6/2009
Por Reprodução/Carol Feitosa

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Novela "Promessas de Amor" terá personagem travesti

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Novela da Record terá personagem travesti

A Capa

A novela "Promessas de Amor", da Record, deve ganhar em breve uma personagem travesti. As informações são da coluna Outro Canal, do jornalista Daniel Castro, do jornal Folha de São Paulo.

Para viver o papel de Walkiria Star na terceira e última parte da trilogia "Mutantes" foi escalado o ator Gilberto Gawronski (foto). A personagem deverá aparecer no próximo dia 20/07 e ficará até o capítulo final, previsto para ir ao ar em 3 de agosto. Segundo a coluna, ela será a mãe de Marli (Patricia Werneck), mutante que tem capacidade de mudar o tempo.

Ainda segundo a coluna, antes de se tornar travesti, Walkiria era casada com Renata (Gorete Milagres). Marli sempre acreditou que o pai trocou a mãe por outra mulher. Mas ele estava na Itália, fazendo programas. "De volta ao Brasil, Walkiria se apresentará à família. A reação da filha será positiva. Vítima de preconceito por ser mutante, ela criticará o próprio preconceito. E aceitará o pai", antecipa a coluna.

Esta não é a primeira vez que uma personagem travesti integra uma trama da Record. Em "Chamas da Vida", o ator e diretor Roberto Bontempo interpretou Docinho, travesti amiga de prostituta.

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Travestis vivem rotina de violência e humilhação

Travestis vivem rotina de violência e humilhação

Série mostra vida de violência e humilhação dos travestis atrás das grades (veja mais imagens)
Série mostra vida de violência e humilhação dos travestis atrás das grades (veja mais imagens)
Foto: Hélia Scheppa/JC Imagem

Homossexuais de todo o mundo celebram neste domingo o Dia do Orgulho Gay. Comemoram as quebras de paradigmas e pedem para que o preconceito, com o chamado terceiro sexo, acabe. Não existem estatísticas de quantos são, mas travestis, gays e lésbicas que se encontram no sistema penitenciário do Estado não têm nada para festejar. O Jornal do Commercio visitou, no Grande Recife, três unidades prisionais masculinas e uma feminina e mostra neste domingo e segunda que a intolerância está ainda mais arraigada atrás das grades. Revela também a vaidade dos detentos gays e as histórias de amor dentro da cadeia. Os textos são de Carlos Eduardo Santos e as fotos de Hélia Scheppa.


A cabeleireira Daisy, 27 anos, gosta de se maquiar, pintar o cabelo e usar roupas bem curtinhas. Mas nem sempre ela consegue ser vaidosa. Ameaçada de morte várias vezes, já sofreu três tentativas de estupro. Para ter relações sexuais, ela precisa se esconder. Caso seja flagrada em encontro íntimo, será humilhada na frente de centenas de homens. O dia a dia de medo na vida de Daisy – travesti que está no sistema penitenciário pernambucano há três anos – é um resumo da rotina de dezenas de homossexuais presos nas cadeias do Estado: preconceito, sexo proibido e vaidade reprimida.

Batizado David Tavares Firmino, Daisy é atualmente o único homossexual da Penitenciária Agroindustrial São João (PAISJ), em Itamaracá, no Grande Recife, que tem “permissão” para morar dentro da cadeia. Os outros cinco gays que cumprem pena na unidade foram expulsos dos pavilhões e vivem em galpão na entrada da penitenciária. A vida de travesti não é fácil em um universo superlotado e extremamente masculinizado.

Com pequenos seios – fruto da ingestão de hormônios – Daisy, presa por tráfico de drogas, corta o cabelo de agentes penitenciários e detentos. “Meu trabalho me fez ganhar um trocadinho e mais respeito aqui dentro. Cobro R$ 3 por corte. Mas quando estou cortando cabelo ou me chamam lá na direção, tenho que usar roupas mais comportadas”, destaca ela, que no dia a dia usa blusas de alcinha e shorts curtos.

Mesmo coibida por outros presos e pela direção da unidade, Daisy sempre arranja um jeito de dar um toque feminino no visual. “Gosto mesmo é de estar linda. É difícil, mas a gente consegue tintura de cabelo e maquiagem”, afirma o travesti, que por estar no regime semiaberto, passa os fins de semana fora da cadeia. “Quando saio me produzo mesmo, volto como uma rainha. Mas logo depois tenho que usar roupa de homem, é uma pena.”

Para Tyanne Barros, ou Thiago José Alves da Silva, 19, a vida é um pouco mais fácil quando o assunto é vaidade. No Presídio Aníbal Bruno, Zona Oeste do Recife, onde está detida por assalto, cuidar da beleza não é problema. Além de afinar a sobrancelha e usar maquiagem, Tyanne precisa raspar a barba todos os dias, cena flagrada pela reportagem do JC. “Como não consigo hormônio para evitar que os pelos cresçam, o jeito é fazer a barba todo dia. O engraçado é uma mulher como eu fazendo barba”, brinca.
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Uma modelo tamanho GG


Uma modelo tamanho GG

Gordinha Yeah Yeah!

Fotos da modelo Fluvia LacerdaMais do que uma gordinha yeah-yeah, a carioca Fluvia Lacerda, aos 28 anos, é uma top model tamanho GG. Enquanto a maioria das mulheres está encarando a luta contra a balança à base de dietas, lipoaspirações e exercícios físicos, ela conseguiu mostrar que não há problema algum em assumir o manequim 48 e estar feliz com o próprio corpo.

Fluvia ganha a vida como modelo de roupas tamanho grande. É contratada pela agência Elite, de Nova York e é a única brasileira neste segmento a trabalhar no exterior. Na verdade, ela já é considerada uma top, uma vez que ostenta o título de “uma das mais requisitadas no mercado publicitário”.

Nossa “Gisele Bündchen Gordinha” tem apenas quatro anos de carreira, mas já colhe os frutos de seus trabalhos: comprou um dúplex em Nova Jersey (com vista para a Estátua da Liberdade), deu uma casa de presente para a mãe e mantém duas casas de passeio, uma no México e outra na Austrália. Nada mal para a menina criada em Roraima e Natal, que decidiu tentar a vida nos Estados Unidos aos 17 anos, não acham?

Ao chegar em Nova York, Fluvia trabalhou como lavadora de pratos, faxineira e babá. Até que um dia, quando voltava do trabalho, foi abordada no ônibus por uma mulher que perguntou qual número de roupa ela vestia. Apesar de estranhar a a conversa, aceitou a sugestão de procurar uma agência e “investir nos lindos traços e olhar marcante”. Saca aquela história que toda gordinha odeia: “você tem um rosto tão lindo” e que a gente pensa logo “mas o resto é uma desgraça”? Pois o papo tomou outro rumo e a moça viu que poderia se tornar modelo plus size, ou seja, para tamanhos grandes. Daí para o contrato com a Elite e depois para os trabalhos foi rapidinho.

Tem que manter a forma!

A gordinha que, neste momento, está toda animada e pensando em procurar a primeira agência de modelos que encontrar pela frente deve antes saber que também existem regras de atuação nessa área. Claro que não terá a preocupação de se manter magra como as modelos tradicionais. Porém, as cheinhas também precisam malhar para se manter durinhas. A final de contas, ninguém quer ver foto de mulher flácida. Outra exigência é de que se tenha uma “aparência saudável”.

Fluvia, por exemplo, faz academia e usa a bicicleta como meio de transporte em Manhattan. Além disso, garante que suas curvas são mantidas à base de comida integral e orgânica. Portanto, nada de frituras. Apesar de muito “picanhuda”, a bela gordinha yeah-yeah está tentando parar de comer carne. Ela garante que nada disso é para emagrecer, trata-se apenas de levar uma vida mais saudável. Outra informação importante: as modelos gordinhas podem variar dos manequins 42 a 50, não menos que isso.

Gostosa, bonita, bem-sucedida, de bem com a vida, saudável e feliz. Por tudo isso, Fluvia é uma gordinha yeah-yeah!

Querem provas de que ela merece o título? Então vejam isto:

Pérolas de Fluvia

Eu me acho linda e sexy, e não ligo para o que os outros pensam

Flúvia, em entrevista à revista Contigo.

Cinco motivos pelos quais os homens gostam mais das gordinhas:

1) Temos peito, bunda. O homem tem onde pegar;
2) Não nos submetemos à pressão de passar fome;
3) Mulheres que se preocupam muito com o peso nunca estão confortáveis com o corpo e não conseguem se soltar na hora da transa;
4) Mulheres GG são ótimas companhias para jantar (não ficam obcecadas com as calorias);
5) Mulheres GG não são ‘só a casca’, por isso, são mais divertidas e simpáticas.

Fluvia, em entrevista à revista VIP.

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Veja mais trabalhos de Fluvida na Plus Model Magazine:

Capa de julho de 2008

Capa de julho/agosto de 2006

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Não sou gorda, tenho onde pegar


Fabiula Nascimento: 'Não sou gorda, tenho onde pegar'

Fonte: Patricia Kogut

A atriz Fabiula Nascimento, a Jaqueline de "Força-tarefa" e do filme "Estômago", posou toda linda e fazendo estilo pin-up para a revista 'Miroir'. O ensaio, clicado por Natasha Prado, tinha como cenário o Copacaba Palace e foi inspirado em Carmen Miranda. A atriz usou muitos bijus e badulaques como Carmen gostava.

- Adorei a produção, adorei usar todas aquelas roupas e badulaques. Eu não sou muito vaidosa e costumo sair sem brincos, por exemplo. Mas adoro colares e adornos para o cabelo - a atriz que ficou conhecida como a prostituta gordinha de "Estômago" e agora está 7kg mais magra.

Par de Murilo Benício no programa da Globo, ela diz que 'não gostaria de ser magrela':

- Não sou gorda, eu tenho onde pegar. Tenho sorte de engordar por inteiro. Mas não me vejo magrela. Só emagreceria mais se fosse por trabalho - conta Fabiula, que diz não ter problemas em encontrar roupas que valorizem seu corpo. - É só usar vestidos mais acinturados e que valorizem o busto.


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Sobre este blog

Aqui eu não sou homem ou mulher. Sou um adepto do crossdresing. Sou uma Crossdresser - CD ou CDzinha. Desde os 9 anos, adoro lingeries e roupas sexyes. Levo uma vida normal masculina e tenho uma vida clandestina feminina.

Me proponho aqui a falar um pouco de tudo, em especial das Crossdressers, dos transexuais, dos Travestis e da enorme comunidade
LGBT existente em todo o mundo. Um estilo de vida complicado e confuso (para alguns)... Este espaço também se presta para expor a minha indignação quanto ao ódio e preconceito em geral.

Observo que esse é um blog onde parte do que aqui posto pode ser considerado como orientado sexualmente para adultos, ou seja, material destinado a pessoas maiores de 18 anos. Se você não atingiu ainda 18 anos, ou se este tipo de material ofende você, ou ainda se você está acessando a internet de algum país ou local onde este tipo de material é proibido por lei, NÃO siga 'navegando'.

Sou um Crossdresser {homem>mulher} casada {com mulher - que nada sabe} e não sou um 'pedaço de carne'.

Para aqueles que eventualmente perguntam sobre o porque do termo 'Crossdresser GG', eu informo que lógico que o termo trata das minhas medidas. Ja que de fato visto 'GG'. Entretanto alcunhei que 'GG' de Grande e Gorda, afinal minhas medidas numéricas femininas para Blusas, camisetas e vestidos são tamanho: 50 e Calças, bermudas, shorts e saias são tamanho: 50.

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