Uma Crossdresser Gordinha Complicada e Imperfeita

Reflexões e Desabafos - By Katia Steelman Walker: Render-se ou Resistir à compulsão para se travestir?



Render-se ou Resistir à compulsão para se travestir?


Do Crossdresser Brasil

Este é um alerta da maior seriedade.
Sua saúde física e mental pode estar em risco!

Quanto mais lutamos contra os nossos impulsos de nos travestir, quando mais escondemos de nós e de todo mundo esse desejo irrestível que toma conta de nós transgêneros, mais nos sentimos miseravelmente infelizes, deprimidos, angustiados e ansiosos.

Lutei duramente durante décadas para afastar de mim esse desejo absurdo e inexplicável e tudo que consegui foi me sentir ainda pior: - mais culpada, mais envergonhada e mais entristecida comigo mesma. Culpada por achar que estava querendo algo que um macho não pode querer de maneira nenhuma. Envergonhada, por não dar conta de reprimir em mim esse impulso e de fazê-lo desaparecer da minha vida. Entristecida, por não atender a um desejo tão genuíno, marcante e permanente na minha jornada existencial, desde a minha mais tenra idade.

Lembro-me bem: - quanto mais eu reprimia o meu desejo, mais desesperada eu ficava para satisfazê-lo. A única providência que funcionou foi quando finalmente eu assumi querer o que eu sempre quis. Nesse dia, abri a porta do meu armário e fui à luta. Confesso que levei muito tempo para aprender a gostar de mim como eu sou. E ainda hoje é realizo um esforço permanente e muito grande para substituir o medo de me expor pelo orgulho de mostrar ao mundo quem eu realmente sou.

Se você está vivendo nesse estado de auto-abandono, em permanente reclusão, permita-me sugerir-lhe consultar o seu coração e responder para si mesmo quem você é e como deseja que o resto do mundo o veja.

Talvez você não seja exatamente uma pessoa transgênera mas apenas alguém que gosta de uma prática fetichista. É muito fácil de saber se esse é o seu caso, pois um fetichista nunca sente necessidade de continuar travestido, uma vez terminada a sua atividade sexual. O fetichista se traveste por necessidades de ordem exclusivamente sexual. E não há nenhum problema nisso; aliás, há pouquíssimo conflito envolvido, quando comparamos a vida de um fetichista com as dificuldades existenciais que rondam a vida de qualquer pessoa transgênera.

Talvez você seja apenas um homossexual ou bissexual, tentando afirmar para si mesmo e para o mundo a sua própria orientação sexual. Nesse caso, é muito provável que você esteja se travestindo apenas como uma forma de reduzir sua ansiedade com relação à sua própria orientação sexual. Uma vez satisfeito o seu apetite sexual, o desejo de se travestir desaparece inteiramente.

Talvez você seja apenas um “surfista” da internet, buscando experiências novas e excitantes para aliviar as pressões que recebe no dia-a-dia. O travestismo tem sido apontado como uma excelente atividade redutora de stress, um passatempo capaz de trazer um pouco mais de animação à vida monótona e sem graça do homem moderno. Quando o travestismo é somente uma forma de descompressão ou divertimento, acabará se extinguindo da mesma maneira fortuita que começou. A pessoa simplesmente encontra um outro modo de se divertir e conclui por si mesma que esta não é mais sua praia.

Crossdressers, travestis e transexuais se travestem com propósitos muito diferentes, muito mais complexos e muito menos casuísticos. Em tais categorias, o que produz a necessidade de se travestir tem uma origem muito mais atávica e visceral na estrutura psíquica de uma pessoa. Para essas pessoas, o ato em si de se travestir é apenas uma manifestação de um fenômeno socio-bio-psiquico muito mais amplo e complexo, conhecido como transgeneridade.

Ainda que a expressão da sexualidade esteja presente – e está – na vida das pessoas transgêneras, as pesquisas demonstram que ela se manifesta nas mesmas proporções e das mesmas formas que acontece na população não-transgênera (cisgênera). Ou seja, uma pessoa transgênera não se traveste exclusivamente com a finalidade de fazer sexo (como é o caso do fetichista ou do homossexual em busca de atividade sexual). E embora possa produzir situações extremamente prazerosas, a transgeneridade em si acarreta um altíssimo grau de ansiedade, capaz de caracterizá-la como um distúrbio de personalidade, conhecido como Transtorno de Identidade de Gênero. Em diversas gradações desse transtorno encontram-se precisamente os chamados crossdressers (mais ameno), travestis (mais acentuado e contínuo) e as transexuais (contínuo e muito profundo).

Ao contrário do fetichista, basicamente um apaixonado pela roupa que veste ou admira para fazer sexo, ou de alguns homossexuais, que se travestem com a finalidade precípua de encontrar ou favorecer suas relações sexuais, o transgênero é alguém movido pelo desejo de pertencer, ainda que temporariamente (como é o caso do crossdresser) ao “outro gênero” diferente do seu.

Ainda não existem conclusões científicas definitivas a respeito da origem e da dinâmica desse desejo que move a pessoa transgênera, em caráter permanente e compulsivo. Mas as suas conseqüências são por demais conhecidas dos profissionais de saúde física e mental.

O Transtorno de Identidade de Gênero atormenta, angustia, alimenta fantasias e produz quadros agudos de ansiedade e depressão em seus portadores quando tais fantasias não encontram canais adequados de expressão. E muito ao contrário do que reza o senso comum, não se trata de “falta de vergonha na cara” ou de um mero capricho pessoal. A necessidade compulsiva de identificar-se com o outro gênero acarreta situações existenciais extremamente dolorosas e angustiantes na vida de uma pessoa transgênera.

Qualquer transgênero, privado de expressar o seu próprio grau de transgeneridade, é candidato a sérias patologias. Pressão alta, acidentes coronários, quadros agudos de stress e até suicídios, dentre outros, têm sido relatados como muito freqüentes.

Faça um exame íntimo, converse com você mesmo e conclua para si mesmo se o seu comportamento diário tem apresentado algum(uns) dos seguinte desejos abaixo:

GRUPO 1
1 – Desejo persistente de se vestir e se produzir com roupas e adereços próprios do gênero oposto
2 – Persistente identificação com papéis e atividades próprias do gênero oposto
3 – Desejo freqüente e episódico de se passar por alguém do sexo posto
4 – Desejo de viver ou ser tratado como alguém do sexo oposto
5 – Desejo de desenvolver atitudes e comportamentos, ou a convicção de já possuir sentimentos e reações típicos do sexo oposto.
6 – Desejo intenso, permanente ou episódico de se apresentar socialmente como pessoa do gênero oposto

A sua condição de transgeneridade necessitará de cuidados imediatos da sua parte se algum(uns) dos desejos acima no grupo 1 estiverem sendo acompanhados de algum(as) das características apresentadas abaixo no grupo 2.

GRUPO 2
1 – Sentimento de profundo desgosto (luto) por não poder se vestir e/ou se comportar como pessoa do gênero oposto
2 – Intenso sentimento de culpa provocado pela percepção de inadequação ao gênero atribuído ao nascer
3 – Pavor extremo de ser descoberto em atividades tais como vestir-se, enfeitar-se ou portar-se como pessoa do gênero oposto.
4 – Emprego exagerado de energia (alta catexia) para reprimir e recalcar o desejo de se travestir.
5 – Medo intenso de se abrir com qualquer pessoa a respeito do desejo de se travestir
6 – Tendência a negar e/ou reprimir o desejo de se travestir
7 – Esforço descomunal para comportar-se de modo a não levantar nenhuma suspeita nas pessoas próximas, por medo de abandono, exclusão e outras represálias.

É muito importante saber como é que você se sente a respeito da sua transgeneridade e o que é que tem feito para lidar com ela de modo confortável e seguro. Explore cada aspecto que cerca a sua condição fazendo para si mesmo importantes perguntas.

Por exemplo, você foi levado a acreditar que pessoas transgêneras são más, perversas, decadentes ou pecadoras? Você está lutando com quem você realmente é? Você acha que o mundo virá abaixo se a sua condição for conhecida pelas pessoas mais próximas? Você tem medo até mesmo de se aproximar de outras pessoas transgêneras? E lembre-se, essas perguntas são para você responder, não para qualquer outra pessoa.

Se o desejo de se travestir está lhe conduzindo a sentir culpa, ansiedade, vergonha, depressão ou quaisquer outros desconfortos em relação a si próprio, procure ajuda especializada o quanto antes. Novamente é bom lembrar-se de que não se trata de nenhum capricho bobo, desprezível ou “indecente” da sua parte, como você pode eventualmente acreditar em virtude da avaliação irresponsável dos outros a respeito do travestismo. A transgeneridade é uma séria condição psicológica que, se mal-administrada, poderá lhe causar graves problemas físicos e emocionais, além daqueles que já está lhe causando. Contudo, se bem administrada, será uma gostosa fonte de prazer e realização pessoal. Um privilégio para muito poucos, abençoados pela Natureza com a dádiva da dualidade.

Reflexão by Kátia: Eu passo por estes turbilhões de sensações a todas as horas e a todos os dias. Atualmente (este ano) tenho tido poucas chances de me montar e isso me doi muito. As vezes tento aliviar indo trabalhar de calcinhas e meias mas isso não tem sido realmente o suficiente...

Não há um só dia em que eu não fique "peruando" na net em busca de roupas que caiam bem em mim e sapatos que me tragam o conforto e a feminilidade que mereço. Não é sempre que compro, mas procurar e escolher cada uma das roupas é uma da coisas que não deixo de fazer sempre e que me causa uma alegria muito grande...

Outra das coisas que me alivia e me da uma profunda alegria é quando me aparo os pelos do corpo ou mesmo me depilo completa. Por ser "peludo" e ter pelos pelo corpo todo e isso associado ao fato que tenho tido poucos momentos para me montar como Kátia, quando me depilo parece que estou colocando para fora um pouco de mim. Revelo mais minhas belas pernas e me sinto super bem comigo mesma...
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Parada da Diversidade de Matizes

Parada da Diversidade
Parada da Diversidade

É HOJE! 8° Parada da Diversidade promete reunir 50 mil pessoas.

Fonte: 180 graus

Durante todo o evento, foram feitas orientação sobre direitos trabalhistas e recebimento de denúncias

No período de 23 a 28 de agosto, o Matizes realizou a 5ª Semana do Orgulho de Ser, cujo tema foi Emprego & renda: lutas e conquistas em tempos de incerteza. Nesta sexta-feira (28/08), vai ser realizado a Parada da Diversidade, o último evento desta semana que promete reunir mais de 50 mil pessoas.

Durante todo o evento, foram feitas orientação sobre direitos trabalhistas e recebimento de denúncias de desrespeito à Legislação Trabalhista em praças de Teresina. Afinal, ser lésbica, gay ou travesti, tem deixado de ser um esteriótipo depreciatório pra virar sinônimo de ORGULHO. Diversidade essa capaz de unir e não mais segregas grupos.

Para finalizar a 5° Semana do Orgulho de Ser, temos uma agenda recheada. Começas às 8 horas com a palestra “Escola e Diversidades”, no Auditório do Rio Poty Hotel. Em seguida, a 8° Parada da Diversidade fará concentração na Praça da Bandeira, percorrendo a Rui Barbosa, Paissandu, Frei Serafim, retorno na Coelho de Resende e finalizando na Praça Pedro II.

A presidente do grupo Matizes, Marinalva Santana, conversou com o portal 180graus e revelou que personalidades políticas estarão no evento. “Foi chamado o governador Welligton Dias, o prefeito Sílvio Mendes, espero que eles compareçam. O secretário de estado Kléber Eulálio, já está confirmado, a deputada Flora Izabel, o deputado estadual Fábio Novo, a vereadora Teresa Brito e outros”.

Marinalva Santana falou ainda da importância da Parada da Diversidade para o Piauí. “É uma parada onde cabe todas as pessoas despidas de preconceito, todos os grupos que historicamente tem sofrido descriminação em uma sociedade como a nossa. É a hora de deixar isso transparecer!”.
Depois da Parada da Diversidade, a festa segue no show da diversidade, na Praça Pedro II e finaliza no sábado (29/08) com o Concurso Miss Gay Piauí, no Sesc Ilhotas.


CURIOSIDADES SOBRE AS SIGLAS

LGBT's - Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transexuais, Travestis e Transgêneros
TERMOS
Bissexual - Refere-se ao indivíduo que se sente atraído e que pode relacionar-se sexual e afetivamente com pessoas do mesmo sexo e sexo oposto.

Gay - Do inglês, Gay (guêi) [gei] adjetivo de alegre; (cores) vistoso, vivo; homossexual. Expressão de origem inglesa que se refere ao homossexual masculino ou a toda condição homossexual. Ex. Mundo Gay. Designa preferencialmente o homem do gênero masculino que tem atração, e/ou ama pessoa do mesmo sexo. Expressões como: veado, bicha, boiola, etc. são ditas pejorativas pois trazem consigo um significado negativo da homossexualidade masculina.

Hermafrodita (Intersexual)- Pessoa que reúne caracteres sexuais, ou órgãos sexuais de ambos os sexos.

Heterossexual - Relativo à afinidade ou comportamento sexual entre indivíduos de sexos opostos. Homens e/ou mulheres que amam ou sentem atração por pessoas de sexos opostos.

Homofobia - Aversão a homossexuais

Homossexual - É a pessoa que se sente atraída e/ou apresenta vivência sexual com outra pessoa do mesmo sexo. Relativo à afinidade ou comportamento sexual entre pessoas do mesmo sexo. Homens e mulheres que amam e/ou sentem atração por pessoas do mesmo sexo.

Lésbica - Lésbio+ico, de ou pertencente a Ilha de Lésbos.

Homossexual feminina. Diz-se da mulher que ama e/ou sente atração. Expressões como: sapatão, caminhoneira, paraíba, etc. são ditas pejorativas pois trazem consigo um significado negativo da homossexualidade feminina.

Metrossexual - Metrossexual é a pessoa vaidosa ao extremo. O termos foi inventado pelo escritor inglês Mark Simpson, 39 anos, que diz que neste caso o que menos importa é a orientação sexual da pessoa. Metrossexual é simplesmente o homem(ou, mulher) narcisista dos tempos modernos, que graças às facilidades dos serviços existentes nas grandes cidades, pode dar-se ao luxo de se esmerar muito - além do habitual - nos cuidados com a aparência. O termos metrossexual surgiu em 1994, num artigo de Simpson para o jornal inglês The Independent. Em 2002, foi resgatado pela revista eletrônica Salon, conforme encontra-se na edição da Revista Veja Especial n° 34, ano 37, página 22.

Misoginia - Desprezo ou aversão as mulheres. Repulsa mórbida do homem ao contato sexual com mulheres.

Orientação Sexual - Quanto a orientação sexual

Sexo Biológico - Aquele cuja denominação é feita a partir dos órgãos genitais. Para quem nasce com vagina denomina-se mulher ou fêmea e quanto ao nasce com pênis, denomina-se homem ou macho.

Sexo Psicológico - É a denominação dada a a partir da percepção neuropsíquica.

Sexo Jurídico - Aquele determinado em documentos de identidade

Transexual (Disfórico de Gênero, Neuro Discordante de Gênero) - É a pessoa (homem ou mulher) que, mesmo tendo nascido com um determinado sexo biológico apresenta uma identidade com o sexo oposto, ou desarmonização neuropsíquica. Essa vontade de ser do sexo oposto é permanente e, em muitos casos, recorre-se a cirurgia para adequar o corpo a identidade. De outra maneira: o sexo psicológico não se adapta ao sexo biológico, muitas vezes negando a sua genitália.

Travesti (Transgênero) - Pessoa (homem ou mulher) que sente-se bem em se vestir com roupas do sexo oposto. Em alguns casos, os homens fazem implantes de silicone e/ou tomam hormônios e, as mulheres podem tomar hormônios. Nem todo travesti é homossexual.

Drag Queen - Homem que se traveste com roupas do sexo oposto de forma exagerada.

Drag King - Mulher que se traveste com roupas do sexo oposto de forma exagerada

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Sandra Romain - ALTIVEZ, ARROGÂNCIA e SEXY

Mulheres AltivasSandra Romain, nome artístico de Maridara[1], (26 de março de 1978) é uma atriz pornográfica romena. Mora atualmente em São Francisco, na Califórnia.
Ela foi descoberta pela agência de filmes adultos chamada "Floyd Agency" no ano de 2001, apesar de ter feito filmes em 2000. Primeirante realizou suas participações em filmes pornográficos quase que exclusivamente na Europa, mas a partir de 2005 se mudou para os Estados Unidos, onde passou a realizar uma quantidade muito maior de filmes pornôs.
http://www.weblo.com/asset_images/large/Sandra_Romain_462e4179cc3d8.JPG
Começou a fazer filmes no ano de 2000 e fez até 2006 mais de 270 filmes. De 2000 até 2004 fez relativamente poucos filmes, quase sempre na Europa, no entanto, no ano de 2005 começou a participar mais assíduamente de produções nos EUA, por esse motivo começou a participar de muito mais filmes. Só no ano de 2005 fez por volta de 140 filmes, um recorde absoluto entre as atrizes que mais fizeram filmes em um só ano. Sendo que no ano de 2006 continua a realizar uma quantidade enorme de filmes.



Prêmios e Indicações

AVN (Adult Video News)

* 2006 - Melhor na categoria "Sex Scene in a Foreign Shot Production" - Euro Domination (ao lado de Jyl, Kid Jamaica e Nick Land)
* 2006 - Indicada na categoria "performance feminina do ano"

XRCO (X-Rated Critics Organization)

* 2005 - Indicada na categoria "performance feminina do ano"
* 2005 - Indicada na categoria "super slut" (super puta)
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Talento natural acima de tudo

Lívia Mendonça: talento natural acima de tudo

Lívia Mendonça surpreende positivamente jurados

Marcus Pepe - Idolos/TV Record/Terra

A candidata Lívia Mendonça, 20 anos, trabalha em salão de beleza e não tem experiência em cantar em público. Porém, foi incentivada pela mãe a mostrar suas qualidades vocais. "Não canto pra ninguém, só resolvi cantar para participar do Ídolos. Criei coragem e vim. Sempre morri de vergonha de cantar. Meu sonho é poder cantar, e nem é preciso eu ganhar dinheiro, apenas cantar", disse Lívia pouco antes da apresentação.

Ao dizer que nunca havia cantado e que estava praticamente iniciando-se no Ídolos, deu a impressão que a moça seria apenas mais uma iniciante querendo aparecer na TV. Puro engano! Lívia soltou a linda voz e mostrou um dom vocal natural e um timbre muito peculiar, parecido com o da cantora Maria Bethânia, além da leveza nos gestos e na postura.

"Espero que Lívia seja reconhecida não pela opção sexual, mas sim pelo talento que tem como cantora", disse a mãe da cantora. Ao deixar a sala de audição, Lívia estava muito feliz e emocionada, principalmente, ao dizer em entrevista a Rodrigo Faro que sua alegria naquele momento deu-se também pelo fato de ser uma travesti que passou pela aprovação dos jurados mais exigentes do Brasil.


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Trans feminina processa empresa que exigiu foto de genitália


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EUA: Trans feminina processa empresa que exigiu foto de genitália

Fonte: Pink News e Filadélfia Gay News
Versão para o português: Eduardo Peret - AthosGLS - Foto:Support the Traditional Family

A transexual feminina Kate Lynn Blatt, de 28 anos, abriu processo contra a empresa de serviços temporários Manpower Inc., afirmando que sua gerente exigiu uma ‘prova fotográfica do seu sexo para evitar problemas com banheiros e vestiários’. O fato ocorreu na Pensilvânia, EUA.

Blatt trabalhava como temporária na fábrica Sapa Industrial Extrusions em 2007, sob contrato da Manpower. Ela foi demitida sob alegação de que “não era saudável o suficiente para o emprego”, por ter sido diagnosticada com disforia de gênero.

Mais tarde, ela voltou à empresa para pedir emprego novamente. Ela teria sido informada pela gerente Irene Kudziela que ela precisaria de uma carta do cirurgião e de uma fotografia de sua genitália como provas da realização da cirurgia de redesignação genital. Segundo Kudziela, só assim seria possível impedir problemas futuros quanto ao uso de banheiros e vestiários.

Blatt disse aos jornais que o pedido tinha sido ‘nojento’ e que ela se recusou a atendê-lo. Ela abriu queixa formal na Comissão de Relações Humanas da Pensilvânia contra as duas empresas. “Eu estava tentando trabalhar de forma digna e ter a minha privacidade, mas tanto a dignidade quanto a privacidade eram constantemente violadas”, afirma Blatt.

A porta-voz da Manpower Inc. disse que não poderia comentar sobre o caso específico, mas que “estamos totalmente comprometidos com a saúde e segurança de nossa força de trabalho, o que inclui as trabalhadoras transgênero. Temos um compromisso com a diversidade nos nossos quadros”.

Em 2008, enquanto participava de uma conferência sobre saúde e transexualidade no Centro de Convenções da Pensilvânia, Blatt foi barrada na loja Kmart ao tentar experimentar roupas. Os gerentes da loja insistiam em chamá-la por pronomes masculinos e só liberaram o acesso ao provador com a presença da polícia – e mesmo assim dó depois que Blatt mostrou sua carteira de motorista, que confirmava seu gênero feminino. Mesmo com uma advogada transexual que a acompanhou no retorno à loja, a Kmart não pediu desculpas nem ofereceu garantias de que as pessoas transexuais seriam respeitadas no futuro. Só mais tarde a gerência emitiu nota pública dizendo que os 140 empregados da loja seriam “treinados para respeitar a diversidade”.

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PM de Alagoas afasta policiais que arrastaram transexual pelos cabelos em Alagoas



AL: Policiais são afastados após agredirem transexual

A CAPA

Dois policiais que arrastaram uma transexual pelos cabelos durante a Parada Gay de Penedo, litoral norte de Alagoas, no último domingo (16/08), foram afastados da PM e punidos com serviços administrativos no quartel. As informações são do UOL Notícias.

O caso chegou ao comando da PM após uma gravação cair na rede. No vídeo, os militares arrastam a vítima pelos cabelos e pelo chão e a jogam no asfalto por duas vezes antes de a levarem para a delegacia. Os policiais justificaram a ação, alegando que a transexual estaria sem roupa, praticando atos obscenos e teria desacatado os militares.

A PM abriu sindicância e disse que vai apurar a atuação dos militares no caso. O coronel José Praxedes, comandante de Policiamento do Interior, criticou a ação dos policiais. "Verificamos que houve excessos. Não é esse o procedimento indicado para a condução de presos. Queremos dar uma resposta rápida à sociedade, pois um policial não tem direito de fazer o que ele fez", afirmou Praxedes em entrevista ao UOL Notícias.

O coordenador da Rede GLBT (Gays Lésbicas, Transexuais e Bissexuais) no Nordeste, Bizan Velô, declarou que levará o caso à Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República. "Foi uma situação arbitrária: agredir um cidadão, independente dele ser transexual, que estava em um evento dele. Ali era um espaço GLTB. Vamos acionar a Secretaria para ver a situação desse caso", disse.



PM afasta policiais que arrastaram transexual pelos cabelos em Alagoas

Fonte: UOL Notícias - Expresso MT

A Polícia Militar de Alagoas anunciou nesta quarta-feira (19) o afastamento de dois policiais que participaram da prisão, no domingo, de um transexual durante a Parada Gay em Penedo, litoral norte do Estado.

Uma gravação flagrou os militares arrastando a vítima pelos cabelos e pelo chão. Os policiais jogaram ainda a vítima no asfalto por duas vezes antes de a levarem para a delegacia.

Segundo os policiais, o transexual estaria sem roupa, praticando atos obscenos e teria desacatado os militares. A identidade do transexual não foi revelada pela organização do evento. Por temer represálias, a vítima não quis prestar queixa dos policiais.

No vídeo, gravado por um cinegrafista amador, a vítima é abordada por três policiais. Na primeira imagem, ela aparece vestindo uma camisa, sem a calça, usando um fio dental.

Em seguida, obrigado pelos militares, o transexual veste a calça e é algemado. Sem demonstrar reação, dois dos policiais carregam o transexual pelos cabelos por cerca de cinco metros e, em seguida, o jogam no chão. Na sequência, os mesmos policiais arrastam a vítima pelo chão, até uma ambulância.

Como teria se recusado a receber atendimento médico no local, o transexual foi levado até uma viatura policial. Antes de ser colocado no veículo, ele foi jogado no chão mais uma vez. Centenas de pessoas no local presenciaram essa cena.

A secretária de Estado da Cidadania, dos Direitos Humanos e da Mulher, Wedna Miranda, afirmou que o Estado está tentando localizar a vítima da agressão para dar assistência psicológica. "Já entramos em contato com a organização do evento, já o identificamos e vamos assisti-lo. Nós também procuramos a polícia para repudiar o fato. As pessoas assistiram às imagens horrorizados", disse.

Sindicância
Além do afastamento, a PM também abriu sindicância para apurar a atuação dos militares no caso. Durante os 30 dias de investigação, eles vão realizar apenas serviços administrativos no quartel.

A repercussão negativa no Estado levou o comando da PM a convocar uma entrevista coletiva nesta quarta-feira. O comando da PM repudiou publicamente os métodos utilizados pelos policiais. "Verificamos que houve excessos.

Não é esse o procedimento indicado para a condução de presos. Queremos dar uma resposta rápida à sociedade, pois um policial não tem direito de fazer o que ele fez", ressaltou o Coronel José Praxedes, comandante de Policiamento do Interior.

Apesar de reconhecer os excessos da ação, o comandante do 11º Batalhão - que compreende o município de Penedo -, Coronel Pinheiro, defendeu o militar que coordenou a prisão. "Nossa guarnição recebeu um chamado por prática de atos obscenos na rua.

Ao chegar ao local, os policiais o fizeram ver que o comportamento dele [transexual] não era o adequado. Pela exaltação, houve uma evolução da ocorrência. Ele esperneou, não aceitou ser levado à ambulância para ser medicado e aí houve o excesso dos policiais. Mas o chefe da operação é um excelente policial militar e tem feito várias ocorrências de destaque", alegou, sem revelar os nomes dos militares envolvidos.

Segundo o coordenador da Rede GLBT (Gays Lésbicas, Transexuais e Bissexuais) no Nordeste, Bizan Velô, a punição administrativa não é suficiente e o caso será levado à Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República. "Foi uma situação arbitrária: agredir um cidadão, independente dele ser transexual, que estava em um evento dele. Ali era um espaço GLTB. Vamos acionar a Secretaria para ver a situação desse caso", informou.

Preconceito
O presidente do Conselho Estadual de Segurança Pública, Delson Lyra, acredita que a ação foi motivada por preconceito sexual. "Foi algo gritante, inaceitável. Aparentemente aconteceu por ímpeto preconceituoso. Mesmo se a prisão fosse legal, não necessitava de tamanha indignidade, contra a integridade física. Acredito que a polícia vai punir os envolvidos", afirmou.

Já o presidente da comissão de direitos humanos da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) de Alagoas vê despreparo policial. "Diariamente recebemos denúncias do abuso do poder de polícia, o que caracteriza despreparo dos militares. Vamos ter contato com a vítima e pedir que o Ministério Público se posicione sobre o caso", afirmou.
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Bela Transexual se diz realizada com a cirurgia de MUDANÇA DE SEXO

MUDANÇA DE SEXO: Transexual de Três Lagoas se diz realizada

Perfil News - Por Camila Ferreira

A experiência de nascer com cromossomos, hormônios e genitais de um sexo e adotar o comportamento e a convicção de pertencer ao gênero oposto resulta em inúmeros conflitos e sofrimentos

A transexualidade ainda enfrenta forte preconceito e desinformação. A experiência de nascer com cromossomos, hormônios e genitais de um sexo e adotar o comportamento e a convicção de pertencer ao gênero oposto resulta em inúmeros conflitos e sofrimentos para o ser humano.

Criada em uma família tradicional, na cidade de Três Lagoas, a transexual Letícia Sanches Munhoz, 25 anos, enfrentou todos os tipos de preconceitos. Aos onze anos de idade, já se percebia: ela era uma criança diferente.

“Me lembro bem, eu era muito pequeno. Eu era um homem, com cabeça de mulher”, defini.

Naquela época, apesar do assunto ser considerado um tabu, aos 15 anos, Letícia enfrentou a família e contou seus conflitos e medos à sua mãe. “Desabei em prantos, e contei a minha mãe todos meus medos. Compreensiva, ela me disse: Filho a mãe sempre soube disso”, afirma. “Eu tinha medo de assustá-la, por que eu também não compreendia, mas aquele não era o meu mundo”, destacou.

Durante toda a adolescência, Letícia lutou pela liberdade. “Sempre soube que era uma mulher”. Aos 16 anos, ela já compreendia a transexualidade. A partir daí, descobriu a possibilidade de realizar a Cirurgia de Transgenitalização (mudança de sexo). Mas devido à burocracia do Brasil, Letícia teve que esperar.

Aos 19 anos, mudou-se para Campo Grande. Mas após alguns anos, por meio de uma amiga, Letícia foi para Roma, na Itália. Entre tantos obstáculos, uma nova porta se abriu. Na Itália, há quase seis anos, ela amadureceu.

Em outro país, Letícia viu uma nova possibilidade, a Cirurgia de Transgenitalização. O roteiro é a Tailândia. Após freqüentar sessões de acompanhamento psicológico, Léticia estava pronta.

“Queria viver como uma mulher”, frisou. “Foram cinco meses de acompanhamento psicológico, seis horas na mesa de cirurgia, e praticamente um mês internada, - repouso absoluto na Tailândia. Nunca me senti tão bem”, esclareceu.

PROCEDIMENTO

A Resolução Nº 1.652/2002, define o critério da transgenitalização e outras intervenções condicionadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

O paciente precisa ter mais de 21 anos; ter diagnóstico de transexualismo com exclusão de outros transtornos de personalidade; e passar por acompanhamento psicológico ou psiquiátrico de pelo menos dois anos de duração.

EM CASA

De férias na casa dos pais, Letícia se recupera da Cirurgia de Transgenitalização, feita há cinco meses. “É um sonho. Sinto-me totalmente realizada. Sou uma mulher”, completa. “E por mais que haja preconceito, sou um ser humano e quero é ser feliz”, diz.

DOCUMENTAÇÃO

Atualmente, Letícia Sanches Munhoz pediu à Justiça a alteração de seu registro.

“Não saio de Três Lagoas sem o meu novo registro. Tenho planos”, frisou. “Namoro há quase seis anos, quero me casar na Itália e viver de forma simples e feliz. Hoje me sinto extremamente realizada, sou abençoada por ter uma família que me ama incondicionalmente, por trabalhar no que amo e saber que sou uma mulher”, afirmou.

A reportagem do Perfil News entrevistou Letícia Sanches, na tarde de ontem (04). E parabeniza ela, por seus 26 anos de idade, que serão comemorados neste domingo (06).

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Médico indenizará transexual alemã transformada em homem em 100 mil euros

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Médico indenizará transexual alemã transformada em homem em 100 mil euros

Ultimo Segundo

Um tribunal da cidade alemã de Colônia condenou hoje um cirurgião a pagar uma indenização de 100 mil euros a uma transexual que nasceu hermafrodita e que foi transformada por ele em homem em uma operação há mais de 30 anos.
Desta forma, a corte ratificou a sentença ditada um ano atrás, segundo a qual o médico tinha violado os direitos da litigante, já que não informou a ela sobre as consequências da operação, mas não estabelecia o montante da indenização.

Os fatos remontam a 1977, quando a autora da queixa-crime, então de 18 anos e nascida sem um sexo definido, teve seus órgãos sexuais femininos internos extirpados.

A vítima, Christiane V., sustenta que se sente uma mulher apesar da operação e que foi tratada como um rapaz durante a adolescência.

De acordo com a sentença, mesmo com as técnicas da época teria sido possível fazer outro tipo de intervenção, combinada com remédios, que teria possibilitado a Christiane V. ser fisicamente mulher.

Este é o terceiro processo relativo a este caso e também a terceira derrota para o cirurgião. A vítima, agora com 50 anos, alegou nos três processos que, em consequência da operação, sofreu transtornos físicos e psíquicos, já que foi privada da possibilidade de levar uma vida como mulher.

A transexual foi tratada durante toda a sua adolescência como um rapaz, sob o nome de Thomas. A confusão vem do nascimento, já que foi identificado como um menino por apresentar um clitóris maior do que o considerado normal e que foi tido como um pênis.

Christiane V. afirma que sempre se sentiu como uma menina, apesar de ter sido educada como um homem.

Se estima que haja cerca de 120 mil pessoas com casos de indefinição sexual na Alemanha. Muitos deles são complexos de definir, já que há grande multiplicidade de variações.
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Até a linda Priscila ja teve a "sua fase gordinha"



Capa da edição especial de aniversário da “Playboy” conta que aos treze anos fez o seu primeiro regime alimentar para entrar em forma

Abril


Durante uma movimentada tarde de autógrafos no prédio da Editora Abril, a ex-BBB Priscila Pires revelou segredos sobre seus cuidados com a saúde do corpo. Enquanto assinava sua capa recém-lançada da revista “Playboy’, a morena de curvas suntuosas contou que sua primeira dieta foi aos 13 anos. “Já tive minha fase gordinha durante a adolescência”, lembra.

http://ego.globo.com/Gente/foto/0,,16311459-EXH,00.jpg

“No entanto, perdi os quilinhos extras quando me apaixonei por um cara muito cobiçado. Fechei a boca e comecei a malhar muito”. O resultado? Priscila namorou com o motivador da sua mudança de hábitos alimentares por dois anos.


Hoje as inseguranças estão longe da lista de preocupações da moça que confessa não abrir mão dos momentos de prazer à mesa. “O meu segredo é ser feliz e não me importar com pequenas opiniões de gente que nada sabe da minha vida”, arremata.

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Fluvia Lacerda uma das modelos Plus-Size mais bem pagas do mundo

Gisele tamanho GG

Guia da Semana

Descoberta por uma editora de revista de moda em um ônibus, Fluvia Lacerda é, hoje, uma das modelos Plus-Size mais bem pagas do mundo


Por Marcus Oliveira






Do anonimato ao glamour. Fluvia Lacerda foi tentar a vida no exterior, como milhares de compatriotas, e encontrou, além do emprego de babá, faxineira e garçonete, uma realidade que jamais havia sonhado. Considerada a brasileira pioneira em trabalhar no exterior com o segmento Plus-Size (voltado à modelagem de roupas para gordinhas), deixou de lado fraldas, flanelas e bandejas e deu lugar a capas de revista, cliques e grifes famosas no mundo todo. Hoje, com a agenda lotada, a modelo não para de viajar por diversos países e ganhar cada vez mais visibilidade no cenário da moda.

Contratada há três anos por uma das grandes agências dos Estados Unidos e estrelando campanhas milionárias, a carioca de 28 anos - que mede 1,72 metro e usa manequim 48, é uma das modelos mais bem pagas no ramo das "cheinhas". Fluvia, que mora em Nova Iorque com o marido australiano e a filha de 8 anos, deu um tempo entre um clique e outro para conversar com o Guia da Semana. Confira!

Guia da Semana: Como você decidiu seguir a carreira de modelo?
Fluvia Lacerda: Quando cheguei aos Estados Unidos, a vida não foi fácil. Lavei chão de restaurante, fui babá e faxineira. Não tinha dinheiro para nada, comia macarrão instantâneo todo santo dia. Uma típica história de imigrante brasileira no exterior. Lembro que o frio era horrendo e era comum entrar em desespero e cair na choradeira. Nessa mesma época, minha família começou a passar por necessidades no Brasil então, eu também me sentia na obrigação de ser forte para ajudá-los. Um dia, estava dentro de um ônibus, voltando do trabalho de babá, quando fui abordada por uma americana, que me questionou sobre a possibilidade de trabalhar como modelo. Na hora, achei que era uma piada, afinal, como eu, uma mulher acima do peso, poderia ser considerada "material" ideal para o mundo da moda? Ela me direcionou para uma agência de modelos, dando uma explicação rápida de como funcionava esse mercado Plus Size. Alguns dias depois, tomei coragem e fui conhecer a tal agência. Saí de lá com o contrato e minha vida mudou completamente.

Guia da Semana: O que te motivou a aceitar o convite?
Fluvia: Eu não tinha nada a perder. Foi como se surgisse uma luz no fim do túnel. Nunca pensei em ser modelo, até porque minha referência era como a de qualquer outra pessoa: mulheres magérrimas e sem curvas. Mas, à medida que fui conhecendo mais esse mercado, vi que minha missão não era apenas estrelar campanhas ou participar de sessões fotográficas. Era libertar as pessoas de suas prisões mentais, mostrar que a auto-estima abre muitas portas, principalmente a da felicidade. As pessoas adoram falar mal, criticar. Mas, e daí? Enquanto alguns perdem tempo com essas besteiras, é importante viver cada dia. Seja gordinha ou magrela, morena ou loira. Muitas pessoas, às vezes, pensam que levanto a bandeira apenas das gordinhas. Não é nada disso. Minha bandeira é a da auto-estima, ser feliz do jeito que é, principalmente porque a beleza vem em pacotes diferentes. Existem pessoas pré-dispostas geneticamente a serem magras, outras não. E o meu questionamento é: por que aquela que não tem tendência a ser magra precisa se submeter a todo tipo de loucura (até cirurgia) só porque fulano e beltrano dizem que não é bonito?

Guia da Semana: Quando você percebeu que sua carreira deu certo?
Fluvia: Quando tive que abandonar a vida de babá para me dedicar só a isso. Cada dia estava fotografando em um lugar diferente, para marcas distintas. Hoje, sinto que vivo o melhor momento da minha carreira. Não só por conta do trabalho em si e das inúmeras viagens, e sim por poder conversar com outras mulheres de diversas partes do mundo e abrir seus olhos. Com quanto mais pessoas eu puder ter contato, maiores as chances de combater essa ditadura da magreza.

Guia da Semana: A questão do peso te incomodou em algum momento?
Fluvia: Nunca. Tanto que nunca fiz dieta na vida. Minha mãe é professora de educação física e sempre pratiquei esportes, por conta disso. Nunca deixei de fazer nada por causa do meu peso. Acho que isso está muito ligado à cabeça e como você se vê perante outras pessoas. Para mim, o importante sempre foi ser uma pessoa saudável.

Foto: Divulgação


Guia da Semana: Já sentiu algum tipo de preconceito por ser diferente das modelos de passarela?
Fluvia: Dentro da minha própria família. Sempre lidei com as sugestões indesejáveis de fazer plástica ou dietas malucas. Com comentários de que tenho um rosto lindo, como se um dia fosse magra seria um ser humano completo. As pessoas tentam impor o que julgam ser "beleza perfeita" e não conseguem entender a ideia de que simplesmente sou feliz do jeito que sou. Mas sou craque em me desligar desses tipos de sugestões que chegam a serem rudes.

Guia da Semana: Porque no Brasil as modelos GG não emplacam?
Fluvia: É uma questão de visão de mercado. Não entendo porque isso ainda não acontece no Brasil. Não existe um mercado desenvolvido de roupas Plus Size no país. O fato é que isso é uma mina de ouro e ninguém percebeu ainda. Há demanda, que eu sei. Na Europa, a diferença é brutal. A começar que não é preciso ir a uma loja especializada para encontrar tamanhos maiores. A mesma roupa que é confeccionada para a magrinha, também é encontrada em manequins 42, 44, 46, 48 e até maiores. Recebo centenas de e-mails diariamente de gordinhas que relatam suas histórias, que reclamam da falta de opção, que chegam a pagar R$ 300,00 numa calça porque é a única que serve. E eu me pergunto: por que ninguém investe nisso? É como se o dinheiro de uma gordinha não tivesse valor. Eu tenho pensado muito nisso. Quem sabe daqui um tempo vocês não se deparem com a marca Fluvia Lacerda no Brasil?

Guia da Semana: Quais as dicas para as mulheres que estão acima do peso não errarem no visual?
Fluvia: Em primeiro lugar, precisam valorizar a si mesmas, se curtirem, se amarem do jeito que são. O fato é que podemos ser lindas e maravilhosas mesmo com uns quilinhos a mais. As cheinhas têm tendência de viver em extremos. Ou usam preto (para disfarçar) ou só se vestem com roupas super coladas em branco ou cores vibrantes, que ressaltam mais do que deveriam. Para estar dentro da moda, uma regra é valiosíssima: vestir aquilo que lhe cai bem, respeitando o seu corpo. Se você tem um corpo com formato de pera, por exemplo, use roupas mais escuras e estampas discretas na parte de baixo. E na parte de cima, pode abusar dos coloridos, estampas e estilos mais divertidos e vibrantes. Se você já faz o gênero triângulo invertido, faça tudo ao contrário.

Guia da Semana: Você faz exercícios ou segue algum tipo de dieta?
Fluvia: Eu malho cinco vezes por semana, mas vou para a academia porque eu gosto da sensação, da energia e da disposição. Não malho pensando nos quilos que vou perder ou nas calorias que estou queimando. Meu ritual inclui andar de bike, para fortalecer os músculos. Duas vezes por semana, faço aulas de ginástica localizada, também com o objetivo de manter tudo durinho. Uma vez por semana pratico Flamenco e há três meses me matriculei no curso de yoga Bikram, realizada numa sala à temperatura de 40°C, com duração de 90 minutos. Com relação à alimentação, ser gordinho não quer dizer sair comendo tudo o que vê pela frente. Nunca fiz dieta, mas também não vivo comendo besteiras, tampouco tenho uma vida sedentária. No entanto, se quero comer um chocolate ou um prato com arroz e feijão, por exemplo, não me nego a esse prazer de forma alguma. Não como frituras, ou massas feitas com farinha branca. Consumo alimentos integrais. Não bebo refrigerantes e não como comidas processadas. Eu me preocupo com os ingredientes químicos adicionados nas comidas ao invés do número de calorias.

Foto: Divulgação


Guia da Semana: Alguma vez você já pensou em fazer cirurgia plástica?
Fluvia: Não condeno quem faça, porém acho que, hoje, isso está fora de controle. As mulheres são constantemente bombardeadas por uma beleza que vem a custo de passar fome ou ir para a faca. Eu me revolto com certas situações e sou honesta ao dizer que tem coisas que ainda não consigo entender. Ainda me choca quando vejo que muitas pessoas perdem a chance de curtir o prazer de ser mulher, de curtir amores, a família e os amigos, simplesmente por conta do constante pensamento de que precisam ser magras.

Guia da Semana: Você tem medo de críticas?
Fluvia: Sempre vão existir críticas: se você é muito alto precisa ser mais baixo, se tem cabelos vermelhos deveriam ser loiros, se ele é cacheado precisaria ser liso, se é muito baixinha não pode ser perfeita, a muito magra é feia, a cheinha vive afogada em paranoias e sonhando com uma pílula mágica para ficar magra. Sou objetiva e lógica quanto a esse aspecto da minha vida. Acredito que as pessoas vão pensar o que quiser não importa o quanto você se esforce pra se encaixar num molde, que muitas vezes não é seu por natureza.

Guia da Semana: Qual o seu maior sonho profissional?
Fluvia: Com certeza é trabalhar no Brasil, estrelar uma campanha, criar um mercado que ainda não existe. Poder ajudar as mulheres a se vestirem melhor e encontrarem a felicidade dentro de si. Afinal, quem pode se sentir sexy vestindo um saco de batatas ou roupas do tempo da sua avó? Na minha última ida ao Brasil tentei fazer compras no shopping e não consegui comprar nada, me decepcionei. O mercado simplesmente continua como há 10 anos, quando fui morar no exterior. É preciso mudar isso!

Guia da Semana: Qual conselho que você daria às mulheres infelizes com o corpo?
Fluvia: Eu sempre me achei linda. Mas não digo isso de forma "metida" ou que me sinta melhor que as outras pessoas. Como disse, beleza não deve ser traduzida apenas por traços do rosto, pernas contornadas ou pela silhueta. Ela é um conjunto de coisas, principalmente, que carregamos dentro da gente. Infelizmente, o tempo não para. Enquanto algumas mulheres perdem momentos importantíssimos buscando ser alguém que os outros aceitem, acabam por se esquecer de buscar a própria felicidade. Então, meu conselho só poderia ser um: seja feliz, se ame, se curta do jeito que é e gaste mais tempo pensando em você e nas pessoas que ama do que com aquelas que só querem te ver pra baixo.

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Diferença de homens e mulheres vem de antepassados


Diferença de homens e mulheres vem de antepassados, diz estudo

Terra

Homens e mulheres veem diferente por uma questão de programação cerebral derivada de quando os antepassados masculinos se dedicavam predominantemente a caçar e os femininos a colher, segundo um estudo publicado nesta quarta-feira no British Journal of Psychology.

As conclusões do estudo, dirigido pela psicóloga Helen Stancey, são o resultado de uma série de experiências que demonstraram que os homens têm uma maior capacidade de discernir à longa distância e as mulheres enfocam melhor a curta distância.

A pesquisa, segundo os autores, deixa evidente que o cérebro dos homens e das mulheres evoluiu de maneira diferente por causa das definidas tarefas que tinham atribuídos os indivíduos de cada sexo para garantir a sobrevivência do grupo.

Os homens eram os caçadores e tinham que forçar a vista para as distâncias longas, em busca de presas, o que desenvolveu sua capacidade para distinguir de longe, enquanto as mulheres, em sua condição de coletoras de frutos ou raízes, se adaptaram melhor à visualização de objetos ao alcance das mãos.

Para demonstrar que há uma diferença de percepção visual em função do gênero, os pesquisadores pediram a um grupo de 48 homens e mulheres que marcassem com um ponteiro laser o eixo central de várias linhas traçadas em uma folha de papel.

O resultado foi que os homens eram mais precisos quando o papel se situava a uma distância de 100 metros e que as mulheres se aproximavam mais do ponto central quando se situava a 50 centímetros.

"Já existia evidência de que houve caminhos separados na maneira de processar cerebralmente a informação visual. Nossos resultados sugerem que a relacionada com as distâncias curtas favorece as mulheres e a relacionada com as distâncias longas os homens", disse Stancey, professora do Hammersmith and West London College.

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Ex-agente secreto britânico do MI5 causa espanto ao se vestir como mulher

Ex-agente secreto britânico causa espanto ao se vestir como mulher

David Shayler, de 43 anos, disse que quer ser chamado de 'Delores Kane'.
Amigos e familiares do ex-espião acreditam que ele sofreu um esgotamento.

Do G1, em São Paulo

O ex-agente secreto britânico David Shayler, de 43 anos, provocou espanto no Reino Unido ao viver vestido como mulher. Shayler, que quer ser chamado de "Delores Kane", trabalhava na agência de contra-inteligência MI5, segundo reportagem do jornal inglês "Daily Mail".


Foto: Reprodução/Daily Mail

David Shayler, de 43 anos, disse que quer ser chamado de 'Delores Kane'. (Foto: Reprodução/Daily Mail)

Para Annie Machon, ex-parceira de Shayler, ele deve ter passado por um esgotamento mental. "David é um homem bom e honrado, mas ele teve um esgotamento grave", afirmou Annie, que hoje mora na cidade de Dusseldorf, na Alemanha.

Amigos e familiares do ex-espião também acreditam que ele sofreu um esgotamento mental. Eles teriam notado que algo não estava bem com David Shayler depois que ele disse que era 'O Messias'.

"Em meu coração, eu sei que sou Cristo e estou aqui para salvar a humanidade", teria dito Shayler, que também declarou que o mundo vai acabar em 2012.

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Transexualidade – Abrindo horizontes

Transexualidade – Abrindo horizontes

Parada Lésbica - Por Lisa

faafafine

Vamos voltar ao tema , visto que vi muitas dúvidas no decorrer da outra coluna que tratou do caso.
Algo pouco explorado na sexualidade humana, a transexualidade como anteriormente referenciado sempre foi vista como Tabu, será?

Todas sabem da existência de diferentes culturas espalhadas pelo globo, porque não haveria então alguma cultura que incentivasse a transexualidade? Em Samoa é comum em famílias grandes, um dos filhos, em idade aproximada de 5 anos, ser escolhido para ser um fa’afafini, ou seja, assumir os papéis femininos. Nesta cultura são respeitados e a família os tem como exemplo e orgulho.

De acordo com a Wikipédia:

“Fa’afafine é um terceiro gênero específico da cultura de Samoa. Os Fa’afafine são biologicamente homens que na infância optaram, pela sua natureza, por assumir o papéis femininos, o que na sociedade tradicional de Samoa não é desencorajado. A palavra fa’afafine inclui o prefixo causativo “fa’a”, que significa “à maneira de”, e a palavra “fafine”, que significa “mulher”, e se assemelha com outras linguagens da Polinésia como o tonguês “fakafefine” ou “fakaleiti”, o maori “whakawahine”, e o havaiano “mahu”. A gíria de Samoa “mala” para faafafine ou gay é de menor utilização, sendo uma abjeta derivação da bíblia samoana.”

Eles trabalham nos serviços domésticos da casa, força masculina, mas com alma de mulher. Utilizam-se geralmente de show de Drag Queens para expressar sua feminilidade. O casamento entre um Fa’afafine e um homem, bem como a relação sexual entre ambos não é considerada uma relação homossexual, pois aos olhos samoanos o Fa’afafine é uma mulher. É comum também os jovens samoanos perderem a virgindade com Fa’afafine. - Aja como uma mulher e o grupo vai lhe entender como mulher, por isso o relacionamento entre um homem e um farfafini será considerado como uma relacionamento heterossexual.

Já na Tailândia, o terceiro sexo está nas ruas, são 170 mil homens que vivem como mulheres, na sua maior parte artistas, os chamados Katoey. Estamos falando de um país budista, porém os Katoeys são mal vistos pela sociedade e negados pela família. Há, porém, um Katoey que venceu o preconceito, lutando boxe tailandês e derrotando todos seus adversários em 22 lutas, 18 delas por nocaute. Um Katoey hoje respeitado, apesar de suas lutas terminarem sempre com o Katoey de bermuda rosa dando um beijo em seu oponente vencido.


Da cirurgia

A partir de 1950 começou a ser comum artistas homens que usavam figurino feminino, Alfred Kinsey (leia minha coluna sobre a Escala Kinsey aqui) começou então a estudar os travestis com a mesma intensidade que estudava os homossexuais.

jorg

“Em 1.952 Christine Jorgensen operou se na Dinamarca e se tornou atração sensacional no mundo todo, já em 1.956 Kinsey estava muito envolvido com a causa transexual cujo trabalho foi continuado por seus colegas Paul Gebhard e Wardell Pomeroy. Haviam duvidas sobre o interesse de Kinsey nas causas da sexualidade cruzada alguns autores sugerem que talvez sua orientação sexual avançada era devida ou a sua homossexualidade ou talvez a sua bissexualidade. De uma maneira geral Kinsey considerava a transexualidade como um fator psicológico e demonstrava simpatia para com os transexuais embora ele tivesse ressalvas em aceitar as cirurgias nos transexuais”. (fonte: www.transexual.com.br)

Apesar de seus estudos Kinsey nunca aconselhou as pessoas que gostariam de submeter-se a cirurgia a fazê-las, mas sim viver sua homossexualidade, pois não acreditava que seriam capazes de encontrar-se inseridos na sociedade, bem como alcançar o orgasmo.

A primeira cirurgia feita no Brasil foi em 1971, pelo Dr. Roberto Medina, como não era reconhecida nos órgãos representativos da classe médica, a cirurgia fugia à ética da medicina na época. O médico inclusive foi processado por um promotor, por mutilação, mas não foi condenado, após vários anos de depoimentos e laudos periciais.

Para as pessoas que se interessarem na cirurgia, principalmente nas fotos e do modo que a mesma é feita (no masc. para fem.) clique aqui para visualizar fotos e o modo como a mesma é feita, não as postarei aqui, visto que há muitas pessoas que não apreciariam visualizá-las.

Quanto aos aspectos jurídicos da mudança de sexo, bem, talvez fique para a próxima, mas algumas coisas vocês podem encontrar algo aqui.

Abrir a mente, conhecer o todo é saber unir informação para extirpar preconceitos.

P.S.: As informações do início do texto, foram retiradas do programa “Mudança de sexo” do canal a cabo NetGeo, que reprisará nos dias 15 de maio às 22 horas e 16 de maio às 06 horas. Sobre o histórico, as informações como já informado, foram retiradas do site www.transexual.com.br.


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Prefeito transexual leva advertência por usar vestido muito curto


Prefeito transexual leva advertência por usar vestido muito curto

Advertência foi aprovada pelos vereadores por quatro votos a três.
'Fiquei surpreso', disse Stu Rasmussen, que governa a pequena Silverton.

Do G1, em São Paulo

O prefeito transexual Stu Rasmussen, que governa a pequena Silverton, no estado do Oregon (EUA), foi repreendido pelos vereadores da cidade por usar um vestido muito curto, segundo reportagem da emissora americana de TV "NBC".

Foto: Reprodução/NBC

O prefeito Stu Rasmussen foi repreendido pelos vereadores por usar um vestido muito curto. (Foto: Reprodução/NBC)

A advertência foi aprovada pela Câmara Municipal de Vereadores por quatro votos a três. Em sua defesa, Rasmussen disse que o vestido era apropriado por causa do calor de mais de 33º C que fazia na cidade.

O grupo que apresentou a queixa era liderado por Ken Hector, que foi derrotado por Rasmussen na eleição do ano passado. Com 1.988 votos, ele venceu seu adversário por mais de 450 votos --Ken Hector conseguiu um total de 1.512.

"Fiquei surpreso", disse Rasmussen, destacando que a cidade deveria ficar mais focada no seu trabalho à frente da prefeitura. Ele está em seu terceiro mandato como prefeito da cidade, que fica a cerca de 70 quilômetros de Portland.

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Sobre este blog

Aqui eu não sou homem ou mulher. Sou um adepto do crossdresing. Sou uma Crossdresser - CD ou CDzinha. Desde os 9 anos, adoro lingeries e roupas sexyes. Levo uma vida normal masculina e tenho uma vida clandestina feminina.

Me proponho aqui a falar um pouco de tudo, em especial das Crossdressers, dos transexuais, dos Travestis e da enorme comunidade
LGBT existente em todo o mundo. Um estilo de vida complicado e confuso (para alguns)... Este espaço também se presta para expor a minha indignação quanto ao ódio e preconceito em geral.

Observo que esse é um blog onde parte do que aqui posto pode ser considerado como orientado sexualmente para adultos, ou seja, material destinado a pessoas maiores de 18 anos. Se você não atingiu ainda 18 anos, ou se este tipo de material ofende você, ou ainda se você está acessando a internet de algum país ou local onde este tipo de material é proibido por lei, NÃO siga 'navegando'.

Sou um Crossdresser {homem>mulher} casada {com mulher - que nada sabe} e não sou um 'pedaço de carne'.

Para aqueles que eventualmente perguntam sobre o porque do termo 'Crossdresser GG', eu informo que lógico que o termo trata das minhas medidas. Ja que de fato visto 'GG'. Entretanto alcunhei que 'GG' de Grande e Gorda, afinal minhas medidas numéricas femininas para Blusas, camisetas e vestidos são tamanho: 50 e Calças, bermudas, shorts e saias são tamanho: 50.

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