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Trans feminina processa empresa que exigiu foto de genitália


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EUA: Trans feminina processa empresa que exigiu foto de genitália

Fonte: Pink News e Filadélfia Gay News
Versão para o português: Eduardo Peret - AthosGLS - Foto:Support the Traditional Family

A transexual feminina Kate Lynn Blatt, de 28 anos, abriu processo contra a empresa de serviços temporários Manpower Inc., afirmando que sua gerente exigiu uma ‘prova fotográfica do seu sexo para evitar problemas com banheiros e vestiários’. O fato ocorreu na Pensilvânia, EUA.

Blatt trabalhava como temporária na fábrica Sapa Industrial Extrusions em 2007, sob contrato da Manpower. Ela foi demitida sob alegação de que “não era saudável o suficiente para o emprego”, por ter sido diagnosticada com disforia de gênero.

Mais tarde, ela voltou à empresa para pedir emprego novamente. Ela teria sido informada pela gerente Irene Kudziela que ela precisaria de uma carta do cirurgião e de uma fotografia de sua genitália como provas da realização da cirurgia de redesignação genital. Segundo Kudziela, só assim seria possível impedir problemas futuros quanto ao uso de banheiros e vestiários.

Blatt disse aos jornais que o pedido tinha sido ‘nojento’ e que ela se recusou a atendê-lo. Ela abriu queixa formal na Comissão de Relações Humanas da Pensilvânia contra as duas empresas. “Eu estava tentando trabalhar de forma digna e ter a minha privacidade, mas tanto a dignidade quanto a privacidade eram constantemente violadas”, afirma Blatt.

A porta-voz da Manpower Inc. disse que não poderia comentar sobre o caso específico, mas que “estamos totalmente comprometidos com a saúde e segurança de nossa força de trabalho, o que inclui as trabalhadoras transgênero. Temos um compromisso com a diversidade nos nossos quadros”.

Em 2008, enquanto participava de uma conferência sobre saúde e transexualidade no Centro de Convenções da Pensilvânia, Blatt foi barrada na loja Kmart ao tentar experimentar roupas. Os gerentes da loja insistiam em chamá-la por pronomes masculinos e só liberaram o acesso ao provador com a presença da polícia – e mesmo assim dó depois que Blatt mostrou sua carteira de motorista, que confirmava seu gênero feminino. Mesmo com uma advogada transexual que a acompanhou no retorno à loja, a Kmart não pediu desculpas nem ofereceu garantias de que as pessoas transexuais seriam respeitadas no futuro. Só mais tarde a gerência emitiu nota pública dizendo que os 140 empregados da loja seriam “treinados para respeitar a diversidade”.

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