Uma Crossdresser Gordinha Complicada e Imperfeita

Lívia Mendonça deixa ÍDOLOS após apresentação em quarteto


Lívia deixa ÍDOLOS após apresentação em quarteto

Júlio César Barros - Tv Record/Terra

O quarteto composto pelas candidatas Lívia Mendonça, Karla Hilgenstieler, Marisol dos Santos e Mariana Faria acabou decepcionando os jurados. As candidatas erraram ao levarem ao palco rusgas não resolvidas, que comprometeram a apresentação delas no segundo dia da fase Teatro do ÍDOLOS 2009.

Bem antes da apresentação o clima já parecia pesado entre as competidoras. "Acho que o grupo pode ser prejudicado por causa da dispersão da Lívia", profetizou a Karla.

Na hora da apresentação, o que se viu foi uma série de erros no ritmo e na afinação. A má preparação acabou custando caro para o Grupo Dois Amores.

"Gente, o conjunto foi um desastre. Completamente fora do que a gente está buscando", comentou Luiz Calainho. E o empresário ainda completou, "Só posso creditar isso, numa boa, a algum desentendimento entre vocês".

E os jurados não perdoaram as falhas. "Só você sai, Lívia. As outra três estão classificadas pra próxima fase", afirmou Calainho.

"Próximo ano, se tiver, eu estarei de novo", disse a candidata eliminada. "Eu nunca cantei, nunca fiz uma aula de canto. Eu estou super feliz!", acrescentou.


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Gordinhos sofrem para encontrar roupas da moda

Gordinhos sofrem para encontrar roupas da moda

Lojas investem pouco nas modelagens maiores.
"Nas lojas de gente gorda não há roupas para jovens", reclama estilista.

Cláudia Loureiro Do G1, no Rio


Foto: Cláudia Loureiro, do G1, no Rio
A Enjoy é uma das poucas lojas que investe na numeração maior (Foto: Cláudia Loureiro)

Vestir uma roupa que esteja na moda pode parecer fácil para aqueles que estão em forma, mas para quem está acima do peso, a briga não é somente com a balança. O mercado da moda aposta pouco em roupas para pessoas que estão fora dos padrões de magreza, mas nem por isso gostam de se vestir mal. Clientes não faltam. Pelo menos, é o que garante uma recente pesquisa do Ministério da Saúde, onde o Rio é apontado como líder entre as capitais com o maior percentual (48,3%) da população com sobrepeso.

Foto: Mauro Nascimento
"Já vesti 46. Aí, a solução é muita costureira na veia", diz Preta Gil (Foto: Mauro Nascimento)



A cantora Preta Gil, que foi a rainha da bateria da Mangueira este ano, já sentiu na pele a dificuldade de encontrar uma peça que se encaixasse no seu manequim. “Já vesti 46. Aí, a solução é muita costureira na veia”, brinca. Ela completa: “Obviamente, as lojas não estão acostumadas a ter roupas maiores. Vestindo 40 ou 42, você encontra roupa facilmente, mas de 44 pra lá, fica difícil”, declarou.

O problema, segundo ela, não é enfrentado somente pelas "gordinhas". “Problema com roupa, toda mulher tem. Estando ou não acima do peso. Conheço muita mulher magra que tem perna comprida e não encontra calça para usar.” A solução para Preta foi usar a criatividade. “Não adianta achar que você vai sair por aí vestido igual a todo mundo. Tem que ser criativo. Agora consigo comprar roupas de todos os estilistas que gosto”, disse a cantora.

A moda está tão ligada à boa forma que até virou tema do filme "O Diabo veste Prada", em que uma cruel editora interpretada pela veterana Meryl Streep faz questão de estar rodeada por profissionais bem vestidos, mas desde que vistam o tamanho 38.

A estilista Sabrina Toledo, de 28 anos, sabe bem a dor-de-cabeça que é achar roupas no tamanho 46. Ela própria vive essa rotina. Desapontada com o seu próprio mercado de trabalho, Sabrina lamenta a pouca oferta. “Roupa mais transada para gordinho não existe. Para comprar calça jeans, tenho que pedir o modelo masculino, porque é mais fácil encontrar uma numeração maior.” Sabrina reclama que as lojas não estão preparadas para atender quem está acima do peso. “Nas lojas de gente gorda não há roupas para jovens, só roupas para velhos. É como se gordo fosse velho”, lamenta.

Gordinha assumida, a administradora Ana Letícia Richard, de 28 anos, que faz parte de comunidades no site de relacionamento Orkut, como "Sou gorda sim e daí" e "Sou gorda, mas sou feliz", acha que o mercado de moda já foi pior. “Fui obesa a minha vida inteira. Visto 54 ou 56. Mas na minha adolescência era pior. Eu só encontrava aqueles conjuntos estampados horrorosos ou aquelas roupas muito escuras, com muito preto. Hoje, não é tudo que você encontra e não é tudo que fica bem, mas tem mais opção”, falou.

Letícia acha, no entanto, que os shoppings ainda oferecem poucas opções que caiam bem. “Moro em Nova Iguaçu e lá consigo achar uma roupa do mesmo modelo nos tamanhos 42 a 64. Mas, às vezes, vou a Petrópolis fazer compras”, disse. Ela aproveita e lembra que sapatos também são difíceis de encontrar. “É complicado achar sapato para pé gordo.”

Lojas têm pouca oferta de tamanhos maiores

Quem vai às compras comprova a dificuldade. O básico até existe, mas quando a idéia é achar um modelito mais fashion, aí a coisa se complica. Poucas lojas investem em roupas com numeração acima do tamanho 44 e, aquelas que vendem, se arriscam pouco: geralmente optam pelos modelos tradicionais e têm poucas quantidades no estoque.

Na loja Oh, Boy!, a clientela é formada por jovens meninas em busca das últimas tendências da moda. Mas quem está acima do peso, pode sair frustrada de lá. A numeração vai de 34 a 42, mas pode variar. “Tem tamanho 34 que é bem pequeno e tem 42 que é muito grande. Mas calças, saias, bermudas e shorts daqui não cabem nas mais gordinhas. As blusinhas às vezes cabem”, afirma a vendedora Daniela Vasconcelos. Em alguns casos, a modelagem chega a ser tão pequena que até mesmo crianças conseguem comprar algum modelo, mas quem está acima do peso sofre. “As gordinhas sabem que aqui não há tamanhos grandes. A gente até fala para o pessoal do estilo, mas a procura não é tão grande, porque as pessoas já sabem que aqui a numeração é pequena."

A timidez é outro fator que atrapalha na hora das compras. “Algumas pessoas se sentem constrangidas de perguntar se tem o seu tamanho. Na maioria das vezes, elas não perguntam se tem 46 ou 48, e sim até que tamanho tem”, diz Daniela. Outra vendedora da Oh, Boy!, Diana Castro, confirma: “Elas entram na loja, olham e dizem que aqui não tem roupa para elas. Tive uma cliente mais gordinha que gostava de tudo e nada cabia nela. Ela adorou uma bermuda e queria comprar mesmo sabendo que não dava nela. Falei que era besteira gastar dinheiro com uma roupa que ela não poderia usar”, lembra Diana.

No Cantão, o maior tamanho não passa de 44. A nova coleção apostou na modelagem mais "ampla", como diz a gerente Andréia Candal, mas não foi pensando na juventude que está acima do peso e sim nas tendências da moda. “A modelagem dessa estação acabou favorecendo as mais gordinhas, mas isso não foi de propósito. Temos poucas clientes gordinhas. Algumas tiveram neném recentemente, mas não são gordas. Estão apenas fora do peso”, diz Andréia.

A Triton tem algumas calças masculinas com numeração até 46, mas em pouca quantidade. Tamanho 48 nem pensar. A procura maior pela grife é de pessoas jovens e com corpos mais malhados. “A gente foca muito nas modelos, mas conseguimos atender algumas pessoas mais cheinhas. Trabalho aqui há três anos e nunca foi cogitado aumentar os tamanhos. Não sei se compensa financeiramente para empresa aumentar a numeração. Acho que em um ano, vendo, no máximo, 35 calças de tamanho 46”, estima o subgerente Rogério Balthazar.

Gordinhos levam mais de um modelo para garantir

Mas o que muitos empresários não acreditam é que vender roupas para pessoas com sobrepeso pode virar um bom negócio. “Quando a pessoa gosta de um modelo, acaba levando três ou quatro calças para garantir, pois sabe que se for em outras lojas, não vai encontrar”, diz o subgerente da Triton.

Na estilosa e conceitual Cavalera, o vendedor André Luiz Santos afirma que “grande parte dos gordinhos é tímida” e argumenta que a venda de roupas com numeração grande não é um bom negócio. “A gente acumula no estoque o tamanho 44”, garante André. Seu colega de trabalho, Leonard Bernard, é outro que acredita que a população com sobrepeso tem vergonha de entrar na loja e perguntar se tem o seu tamanho de roupa. “Eles ficam constrangidos de perguntar se tem o tamanho tal. Além disso, é difícil para o gordinho achar roupa transada e que esteja na moda, então quando ele encontra, aproveita a oportunidade e compra logo várias”.

A Ellus e a Fórum, duas marcas tradicionais, apostam nos tamanhos maiores para atender a clientela que vai de adolescentes a adultos, mas quase sempre visando o tradicional. “Quem vem aqui, diz sempre que não achou roupa em lugar nenhum. Por isso, eles sempre levam três ou quatro peças de uma vez. O gordinho gosta do tradicional”, afirma a gerente da Ellus, Rosane Habib.

Os modelos tradicionais das calças masculinas da Fórum chegam até o tamanho 52. Já a modelagem feminina, chega até o 46. Às vezes, com um pouco de sorte, a cliente encontra uma ou outra peça 48. “Aqui a procura dos gordinhos é grande. Público tem, mas não é o que predomina. Os tamanhos que mais vendem são os menores. Para os gordinhos, calça básica vende muito. Temos até algumas mais modernas, mas são poucas. A gente não oferece nada que não favoreça. Queremos que o cliente se sinta bem”, fala a gerente Renata Abreu.

Segundo o gerente Marcos Albuquerque da Wöllner, é mais fácil vender tamanhos 48 ou 50 para jovens altos e fortes do que para pessoas com sobrepeso. “Os gordinhos já sabem as lojas onde comprar. Na nossa loja, os tamanhos que mais vendem são 40, 42 e 44. É a nossa maior quantidade de peças.” Para não perder clientes, há alguma coisa no tamanho 46 para as mulheres e 50 para os homens, mas não é muito. “Infelizmente, o comércio hoje não está podendo arriscar. Nos extremos, ou seja, nos tamanhos muito pequenos ou muito grandes, recebemos pouca coisa para vender. Então, costumamos ligar para os clientes e avisá-los. É comum um gordinho gostar de um modelo e levar todas as cores disponíveis, porque sabe que vai ter dificuldade de encontrar”, conta Marcos.

Na descolada Redley, os maiores tamanhos de roupa chegam a 46 para homens e 44 para mulheres. Mesmo assim, a intenção não é vestir pessoas com sobrepeso, mas deixar a roupa larga e o mais confortável possível para os clientes. “Nossa modelagem não é muito grande. Ainda mais se falando de roupa de surfe, que a pessoa normalmente usa maior, para ficar mais soltinha. Acho que deveríamos ter, pelo menos, o número 48”, opina a gerente Fernanda Marinheiro.

A Enjoy é uma exceção no mercado. A loja, no entanto, tem um estilo voltado para mulheres na faixa dos 30 anos. “Todas as peças vêm do tamanho PP ao GG. A numeração maior é a que acaba mais rápido. A procura é tão grande que pensamos em atrair um público mais jovem”, diz a vendedora Edvania Ramos.

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Moda para uma gordinha

Roupas para gordinhas

Moda para uma gordinha

Papo de Gordo

Toda gordinha yeah yeah sabe que é possível usar e abusar de truques para disfarçar aquilo que precisa passar despercebido e valorizar os pontos fortes da nossa farta gostosura. Como estamos na virada de estação, época de se esbaldar nas liquidações, separei algumas dicas para quem vai investir em peças novas para o guarda-roupa.

Cintura marcada

Por que usar? Simples: peças que marcam a cintura nos deixam mais femininas e dividem o corpo criando proporcionalidade.

Cuidado para não ficar parecendo colchão de mudança, com a cintura muito apertada. Marcar não significa estrangular. Apenas delineie a linha da cintura com um cinto, fita, lenço, etc.

Camufle a barriguinha e os pneuzinhos

Como? Roupas estruturadas modelam e alongam a silhueta.

Se precisar disfarçar os quadris, use saias e vestidos evasê: aqueles em forma de A. Essas peças nos deixam sempre mais femininas e sensuais.

Camisas e blazers acinturados também ajudam a afinar a cintura, modelando o corpo sem marcar.

Colo em destaque

Quantas mulheres você conhece que querem colocar silicone para ter um colo como o seu? Então, meu bem, invista neles e valorize-os!

A calça certa

Calça que abre a partir da linha do joelho (corte boot-leg) disfarça quadris largos. Já em relação aos jeans, prefira sempre lavagens mais escuras, que alongam a silhueta.

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Fontes:
Moda chique e sexy para gente como a gente, que veste 44 e 46

Peças que toda garota acima do peso deveria ter


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Travesti de 75 anos é a mais velha do Reino Unido

Travesti de 75 anos é a mais velha do Reino Unido

Por Welton Trindade - Parou Tudo

Nunca é tarde para assumir quem você é de verdade. Roy Colton tem 75 anos e há dez decidiu virar travesti, adotando o nome de Rachel, em homenagem a sua avó. De acordo com o jornal inglês Daily Mail, é a travesti mais velha do Reino Unido.

Roy sempre teve atração por homens, mas por pressão do pai, casou-se três vezes, foi jogador de futebol e praticou críquete e boxe. Em 2004, passou a fazer tratamento com hormônios quando já não suportava mais viver como um Roy. Hoje, Rachel vive num asilo, está feliz e faz sucesso no lugar com suas jóias e maquiagens.

A imagem “http://mixbrasil.uol.com.br/upload/imagens/131232.jpg” contém erros e não pode ser exibida.

Aos 75 anos, transexual mais velha do Reino Unido passou por três casamentos héteros
MIX Brasil

A trans Rachel Fleetwood (foto) virou notícia no Reino Unido. Aos 75 anos, ela é considerada a transexual com mais idade do local, de acordo com o site The Star. Mas sua transição de gênero é recente: há apenas cinco anos.

Vivendo em uma casa para idosos em Sheffield, a transexual tem um passado curioso. Trabalhou em uma empresa ferroviária, lutou boxe e luta livre, e já foi casada por três vezes com mulheres. “Meu pai me fez praticar todos os esportes para homens. E ainda assim eu não tive essa inclinação”, disse.

A decisão que mudou sua vida aconteceu no aniversário de 70 anos, após o fim do terceiro casamento. “Depois que acabou, pensei: Bem, esta é a oportunidade que eu queria. Vou fazer isso. Mudei meu nome para Raquel e usei o sobrenome da minha vó.”

Com maquiagem, vestido, jóias e perucas, ela diz que leva uma vida feliz e sem arrependimentos.
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INFINITAS DIMENSÕES DA SAUDADE

INFINITAS DIMENSÕES DA SAUDADE - Por Emerson Monteiro

Blog do Crato

















Nisso desaparece aquela coisa de juízo de valor, ou de meros impulsos ardilosos dos caçadores de pecado detrás das portas, nas adolescências seculares que precederam a luz elétrica, cenas que nutriam ausências apressadas de consciência em pânico, nisso de viver os sentimentos avassaladores da alma, que nos espreitavam os primeiros amores, nas dobras inevitáveis da estrada...

E quando menos se esperava, fenômenos meteorológicos de forte sofreguidão arregaçavam janelas e invadiam a sala da frente da calma e lá nos víamos escolhidos pelos cantos, em trajes menores, fastio a dominar o sentimento, frio esquisito na boca do estômago ao menor sinal da presença do invasor matreiro, atualidade e voz embargadas, quando ouvia um som tremendo dentro, nagente, sede e fome devorando as próprias entranhas, isso de assistir filmes de amor, ler romances largos, de aventuras secretas, marcas feridas no seio em brasa do coração irresponsável...

Vendaval infinito de possibilidades desses que sacolejam as bases da realidade, ritmo febricitante desnorteando passos do por si só já vacilante, redemoinhos varrendo terreiros, arrancando árvores e roupas de varais coloridos, nas telas do Cine Moderno às 4h da tarde, em sábados divinais... Claros movimentos semelhantes a tumultos planetárias de finais de era, conseqüências inimagináveis das histórias guardadas no íntimo, suadas, escondidas na inocência original.

Bom, esses espasmos imprevisíveis do misterioso sentimento sujeitam pessoas e coisas, livres das previsões, a consultar peregrinos do motivos que provocam-lhes tamanhas alterações de pulsações em tão diminutos territórios, sob o impacto ambiental de inúmeras envergaduras, a permitir perguntas insistentes, libertas e escravas e avassaladoras de circunstâncias, na audácia que se estabelecem nas praças de guerras bem defronte da porta principal – comandantes em chefe do regimentos a indicar dedo acusadores de encontro a peitos doloridos de prisioneiros, quais inquisidores nas salas de tortura, com a frases recorrentes na ponta da língua, no velho remorso embalsamado em forma de ameaça:

- Até onde chega o direito humano de amar e, em conseqüência, viver todas as contradições da paixão, contudo evitando pagar os tributos além da sobrevivência do ser na saudade?
Em poucas e noutras palavras, quais as fronteiras da emoção? Em que estação fatal depositaram os humanóides seus trastes guardados no baú das boas lembranças e que não pretendem sofrem com isso as sobretaxas do desespero, nas barreiras alfandegárias do percurso vida? Quantos laços de amabilidade caberão em um único tórax?

Resumindo, caro leitor, e, por favor, me espere só mais um pouco, responda comigo: É possível amar sem limite, ainda que se acha o benefício da dúvida, eximindo-se da culpa atroz de seguir adiante com a trilha rumo à eternidade?

Quantas normas imperam fatídicas no arcabouço dos tempos que, em certas horas, apresentam nítida confusão entre querer e poder, dentro do berro cardíaco das animosidades em luta ciumentas?... Amar com gesto simples, palavra doce e versos acetinados, gritados aos quatro ventos nas amplificadoras da mágoa dorida nos murmúrios de antigamente, inconsolados murmúrios de Maysa em letras de Dolores Duran? Quantas, meu amigo e minha amiga?... Quantas?...
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Primeiro-ministro britânico pede perdão a cientista condenado por homossexualismo

Alan Turing se matou em 1954

Desculpas póstumas - Grã-Bretanha pede perdão a cientista condenado por homossexualismo

Do: Destak

O primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, pediu perdão publicamente pelo tratamento dado ao matemático Alan Turing, homossexual que decifrou o código usado pela Alemanha de Hitler para mandar mensagens durante a Segunda Guerra.

Depois de admitir que era gay, Turing foi processado por atentado ao pudor, em 1952, e submetido a tratamento com drogas experimentais para castração. Também perdeu acesso a informações sigilosas e não pôde mais trabalhar na central de comunicações do governo inglês. Ele cometeu suicídio em 1954. Além de decifrar o código alemão, o trabalho de Turing deu contribuições significativas nos campos da inteligência artificial e da ciência da computação.

O pedido de desculpas feito na sexta-feira foi motivado por uma campanha para a reabilitação de Turing que reuniu mais de 30 assinaturas. A ideia partiu do programador de computadores John Graham-Cumming e contou com escritores, cientistas e defensores dos direitos dos gays.
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11 Providências Fundamentais para Assumir o Crossdressing

http://www.crossdresserheaven.com/wp/wp-content/uploads/2009/01/linda-crossdressing-success-story.jpg

11 Providências Fundamentais para Assumir o Crossdressing

Do Crossdresser Brasil

Embora muitas de nós, até por defesa psíquica, procurem sistematicamente enxergar o crossdressing apenas através da lente doce e iluminada de uma feminilidade idealizada, quero dizer - por minha experiência e sofrimento pessoal - que travestismo masculino não é brincadeira não. É coisa pra fundir a cuca de qualquer pessoa, por mais sensata e equilibrada que seja.

São absurdamente altos, cansativos e desgastantes os muros - pessoais e sociais - a serem vencidos. E parecem não se acabar jamais.

Primeiro, a gente tem que vencer a maldita idéia cultural, profundamente arraigada dentro de nós, de que “ser homem” ou “ser mulher” é uma condição herdada da natureza e que, portanto, pelo simples fato de se ter um pinto ou uma vagina – de ter barba e bigode ou sangrar mensalmente – a gente tem que ser e agir do jeito que a sociedade espera de nós.

Segundo, a gente tem que vencer a maldita “ditadura do espelho” que nos diz, baseado nesses “esculturais corpos de mulher”, devidamente “photoshopeados” dos outdoors, que a gente jamais conseguirá convencer a ninguém – principalmente a nós mesmos – da nossa suposta “feminilidade”. Entretanto, a toda hora cruzamos com mulheres que, justamente por serem mulheres mesmo, estariam, comparativamente, em muito piores condições do que nós, se colocadas lado a lado com essas monumentais capas da Playboy.

Terceiro, a gente tem que se desvencilhar das questões da sexualidade que, também por força de aprendizado social, aparecem na nossa cabeça completamente misturadas com as questões de transgeneridade. Se uma pessoa tem orientação homossexual não significa absolutamente que ela está identificada com a mulher ou até que “deseja ser” uma mulher. Muito pelo contrário, homossexuais buscam pessoas do seu PRÓPRIO SEXO!!! Em tese, quanto mais másculo e em forma física “masculina”, mais desejo sexual um homem desperta sobre outro homem homossexual. Assim, se um homem se veste de mulher objetivando fazer sexo com outro homem, em princípio está cometendo um erro de cálculo que pode lhe custar um excelente programa. A menos, é claro, que ele encontre ALGUÉM QUE GOSTE DE HOMEM VESTIDO DE MULHER, ou seja, que goste de travesti, e isso existe aos montes. Mas o que eu quero dizer é que muitos homossexuais ainda enrustidos (por serem casados, por medo de exposição pública, por um agudo sentimento de culpa, etc) acabam se travestindo a fim de realizarem o seu desejo de maneira – na crença deles – menos "culposa", pois não suportariam descobrir-se fazendo amor, como homem, com outro homem. Valer-se do travestismo para manifestar a própria homossexualidade é um expediente totalmente desnecessário no mundo de hoje, onde essa forma de orientação sexual está totalmente reconhecida como natural e é plenamente aceita pela maioria da sociedade, ao contrário do travestismo, que ainda continua sendo altamente repudiado.

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Quarto, a gente tem que aceitar a idéia de que as pessoas à nossa volta, inclusive as mais próximas e as mais queridas, podem não gostar nem um pouquinho de saber que a gente se traveste. E não adianta querer tapar o sol com a peneira, fazendo tudo escondido, achando que ninguém nunca vai saber de nada. No mundo de hoje, além de ouvidos, as paredes têm câmeras, transmitindo todos os nossos movimentos, em tempo real, para o mundo inteiro... Dizer que “a minha mulher nunca vai saber” é tão tolo e ingênuo quanto julgar-se capaz de cometer o “crime perfeito”. Então é necessário comunicar, dizer, mostrar-se por inteiro, falar desses desejos e necessidades incontroláveis que nos perseguem dia e noite e que se tornam tão cruelmente dolorosos quando são duramente reprimidos. Ao falar, não podemos esperar nem compreensão nem aceitação. Se estas vierem, será um verdadeiro "presente dos deuses". Mas, se não vierem, pelo menos diminuem enormemente o peso da carga, além de nos obrigar a encontrar caminhos e alternativas, autênticas e verdadeiras, para a nossa realização.

Quinto, a gente tem que buscar compreender e desenvolver “atitudes femininas” antes de dominar técnicas apuradas de vestuário e maquiagem. Uma mulher não é mulher porque está vestida de mulher, mas porque demonstra atitudes consideradas próprias da mulher. São as atitudes que fazem uma mulher ser reconhecida como mulher - ou um homem, como um homem, ainda que esteja vestido de mulher! O hábito não faz o monge, diz o velho ditado... Conheço CDs que são figuras absolutamente fantásticas de mulher quando estão vestidas e maquiadas. O problema é que a ilusão de ótica se desfaz inteiramente na primeira passada ou na primeira palavra dita, mesmo quando elas inflexionam a voz achando que assim se tornam mais "femininas" e tudo que conseguem é piorar as coisas ainda mais com aquela irritante tonalidade do “pato donald”...

Agora o seguinte: - "atitude" de mulher não tem nada a ver com desmunhecamento, com exageros de caras e bocas, com frescuras além de toda conta. Nenhuma mulher faz isso, gente! Nem as peruas mais afetadas! Atitudes assim só existem na cabeça de homem que se recusa terminantemente a entrar no “Espírito Feminino”, mesmo quando consegue aparentar uma bela imagem de mulher. Mulher é dócil, mas é firme na sua doçura. Mulher caminha com leveza, mas não rebola feito uma bote na água. Mulher gesticula com graça, mas não desmunheca. Mulher fala com suavidade, mesmo quando não tem a voz fina...

Sexto, a gente tem que se conformar com a própria sorte (melhor seria dizer com o próprio azar...), aceitando a total inexistência de explicações lógicas, objetivas e racionais para esse nosso impulso interior que nos leva a querer loucamente nos travestir. Não adianta tentar entender "logicamente" o que se passa conosco. Não adianta fundir a cuca tentando encontrar justificativas pseudo-científicas ou místico-religiosas para essa nossa condição. Isso só atrasa o desenvolvimento do nosso próprio ser, impedindo o desabrochar de algo que hoje eu considero ser totalmente natural dentro de nós, e cujo impedimento é capaz de nos mandar para a cama, com males físicos reais, que vão desde uma prosaica e insistente dor de cabeça até um câncer. Por isso mesmo, ficar eternamente no armário, para quem traz dentro de si o embrião da transgeneridade, é a mesma coisa que condenar-se a uma morte - física e psíquica – lenta, persistente e nada sutil...

Sétimo, a gente tem que mergulhar fundo nos nossos próprios sentimentos a respeito da nossa condição de crossdresser – e administra-los com muita competência – sob pena de sermos devorados por eles, sem a menor piedade. O medo, sem dúvida alguma, encabeça a lista desses sentimentos. Castigo! Pois, por sermos “menininhos”, sempre ouvimos na nossa infância que homem não tem nem pode ter medo... Mas acontece que a gente tem medo - e são muitos. O medo de se expor aos olhos implacáveis das outras pessoas (que, no fundo, é o nosso próprio olhar nos olhando...). O medo de ser abandonado pela esposa, pelos filhos, pelos familiares se eles vierem a saber de uma coisa dessas. O medo de ser descoberto por chefes e colegas de trabalho e ter uma brilhante carreira profissional instantaneamente manchada por esse "lodo irremovível". O medo do ridículo, de passar por palhaço, de ser motivo de gozação, ao sair em público vestido de mulher. O medo de ter a própria sexualidade confundida ou devassada pela "opinião pública", sempre ávida de escândalos e “casos escabrosos”.... O medo de terminar sozinho, pobre e sem dinheiro, como um travesti desonroso e um homem desonrado. O medo de ceder ao desejo e tirar os pés fora da realidade, para nunca mais voltar; de enlouquecer, de perder o controle, o juízo, as forças... São tantos medos e a gente é tão frágil que o maior medo de todos é da gente não agüentar e ir a pique. E na raiz de todos esses medos está a maneira como nós próprios nos concebemos. Leia de novo o texto acima e verá que por trás de todos os "medos" está a concepção perversa e monstruosa que temos de nós mesmos. Assim, o ponto de partida para administrar todos os demais sentimentos é acreditar que a gente é apenas uma criatura humana comum e normal como todos os demais. Diga-se de passagem, essa é a tarefa mais difícil e complexa que uma pessoa transgênera tem pela frente: - a auto-aceitação.

Oitavo, a gente tem que se organizar para viver essa mulher que existe dentro de nós. Apesar de mansa e suave, ela é uma dominadora implacável e, se deixarmos, ela nos escraviza além de todas as medidas, podendo até nos levar à mingua, como qualquer “amante cara e cheia de vontades”... Essa mulher que trazemos dentro de nós é um ser buscando realizar-se, um ser dotado de vontade própria, capaz de valer-se de todos os expedientes para atingir os seus fins. Fingir que ela nãso existe ou não lhe dar trela – como faz a maioria silenciosa que passa a “vida”(?) trancada nos seus armários – é o mesmo que estimular a sua fome permanente e insaciável de tornar-se real e de se locomover livremente no mundo, através de nós. Dar-lhe toda a corda desejada, de uma vez só, é perder-se e fazer com que ela se perca definitivamente, embarcando numa viagem sem volta, que pode lhe custar tão caro quanto o seu aprisionamento incondicional. Confesso que encontrar esse meio termo, entre soltar e prender, caminhar e parar, premiar e frustrar, é mais uma tarefa delicada e complexa da vida de um CD (como se tivesse alguma tarefa fácil nessa vida de CD...)

Nono, a gente tem que saber, o mais cedo possível, o que a gente realmente quer e quem a gente pelo menos pensa e/ou sente que é. Qual é a nossa verdadeira condição de crossdresser: - surfistas de calcinha, navegando solitários, altas horas da noite, com a webcam ligada, ou verdadeiras mulheres não-genéticas com (quase) todos os atributos de qualquer outra fêmea? Entre um extremo e outro, existem infinitas possibilidades e, para cada uma delas, infinitos “ajustes” serão necessários no modo de vida pessoal de cada um. Outra coisa: o que a gente quer e o que a gente jamais comportará uma resposta única, válida para a vida inteira. Trata-se de um processo diário de (re)descoberta pessoal, onde tudo que a gente acreditava ainda ontem como verdadeiro e definitivo, pode mostrar-se hoje como insuficiente ou totalmente inválido.

Décimo, a gente tem que aprender a se abrir e a procurar ajuda. Nosso aprendizado de homem nos ensina, dentre outras besteiras catastróficas para um ser humano, a não precisar de ajuda, a não depender de ninguém, a ser auto-suficiente em tudo, a saber de tudo, entender de tudo ou, pelo menos, manter a “pose” de que entende. O travestismo nos coloca numa condição totalmente oposta a esse modelo de masculinidade que nos foi “empurrado” goela abaixo, anos à fio. Tornamo-nos pessoas altamente vulneráveis, miseravelmente reduzidas no status e reconhecimento social (travesti é a décima pessoa depois de ninguém, na escala social; a mulher é apenas a quinta...), expostas a toda uma série de “carências” antes insuspeitas em nossas vidas, que vão desde o cuidado com a pele até a escolha do guarda roupa mais adequado ao nosso tipo físico. Mas a carência maior é psíquica, emocional mesmo. Precisamos de alguém com quem conversar, com quem dividir nossas angústias, nossos medos terríveis e até nossas pequenas alegrias e grandes esperanças... E, certamente, as pessoas mais adequadas para isso não poderão ser nossos grandes amigos do choop ou do futebol. Eles poderão se assustar, nos excluir ou nos gozar para o resto da vida. A esposa, quase sempre, se sabe da nossa condição, fica tão carente de ajuda e apoio quanto nós. Muitos, que têm condições, procuram ajuda clínica de um(a) terapeuta. Mas a maioria dos terapeutas estão pouquissimamente informados a respeito dos complexos aspectos da transgeneridade. Assim, muitas vezes a “ajuda” acaba mais “atrapalhando” do que minimizando nossos conflitos. E, no entanto, a necessidade de se abrir com alguém permanece. A vulnerabilidade exposta continua crescendo e o “buraco” interior precisa de alguém para não deixar que a gente caia nele para sempre.
Assim...

Décimo-primeiro, a gente tem que buscar a aproximação com os nossos semelhantes "mais semelhantes". São eles, em primeira e última instância que, a despeito das peculiaridades da vida de cada um, poderão nos fornecer indicações mais seguras de como encarar e enfrentar as necessidades e vicissitudes próprias da nossa condição transgênera. São eles, também, que poderão nos suprir da companhia indispensável para “cruzarmos as muralhas” do gênero masculino, em busca de uma vivência social para a mulher que existe dentro de nós. Em um mundo tão complexo e instável como é o nosso, apenas a companhia de pessoas semelhantes a nós poderá nos aliviar dos pesos enormes que, caso contrário, teríamos que transportar sozinhos. Se você está em dúvida se é ou não realmente uma pessoa transgênera ou se já é um crossdresser em busca de mais luz em sua vida, seu melhor investimento será, sempre, engajar-se em um grupo de apoio e lá encontrar pessoas com quem possa discutir e vislumbrar caminhos, tanto para suas necessidades triviais quanto para os seus desejos e dificuldades mais íntimos.
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10 maiores desejos sexuais

10 maiores desejos sexuais

Li há pouco no twitter da @ainsubmissa um post dela sobre uma pesquisa que foi feita com homens e mulheres sobre seus maiores desejos sexuais. Veja a lista:

FANTASIAS MASCULINAS

1º. Menáge
2º. Transar no trabalho
3º. Transar com mulheres fantasiadas (enfermeiras e coisas do gênero)
4º. Transar com uma desconhecida
5º. Sexo proibido (com a esposa do chefe, com a cunhada e por aí vai)
6º. Ver a parceira com outro homem
7º. Participar de uma orgia
8º. Transar com mulheres mais jovens e mais velhas
9º. Transar com várias mulheres
10º. Dominação e submissão

FANTASIAS FEMININAS

1º. Serem seduzidas por um estranho
2º. Fazer sexo pago (sendo pagas)
3º. Transar com outra mulher
4º. Fazer do homem um escravo sexual
5º. Seduzir um homem mais jovem
6º. Transar com dois ou mais homens
7º. Transar em um lugar público
8º. Serem dominadas e forçadas a transar
9º. Exibicionismo (transar enquanto outras pessoas assistem)
10º. Voyeurismo (assistir a outras pessoas transando)

O que você acha? Eu concordo com a lista masculina, mas não na ordem em que foram colocados alguns itens.

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15 sinais que os homens podem dar de que estão sendo infiéis.

Você já traiu ou foi traído(a)? Se já traiu, por que fez isso? Se foi traído(a), por que acha que aconteceu?

Alianças da traição

Existem épocas em que o namoro ou o casamento pode não andar muito bem e a suspeita de que o parceiro esteja tendo uma aventura extraconjugal pode começar a rondar a cabeça, ou mesmo, quando tudo parece muito bem, um dos dois resolve ter uma “aventura” fora do relacionamento.

  • É dito que a traição para o homem é algo puramente carnal. Uma necessidade física que após saciada, é deixada de lado para voltar ao conforto da companheira.
  • Já para a mulher, a traição começa com sentimento. Tendem a buscar o companheirismo de outro homem.

Ouvi num filme uma vez uma expressão que se encaixa um pouco para todos nós: “Não importa se sua casa de campo é a mais bela e confortável do mundo. Você sempre sonhará com sua casa de praia”.

E não é verdade? Não estamos sempre sonhando com algo a mais e diferente? É aí que o perigo mora.

Se seu relacionamento não está bom, acredito que o motivo esteja ligado a uma forte palavra: “o costume”. Após algum tempo nos acostumamos com aquela pessoa que está do nosso lado e a segurança é grande. Consequentemente, a falta de novidades também.

Por natureza, somos aventureiros e seguimos nossos instintos. O instinto mais básico deles, o sexo, está sempre rondando nosso subconsciente e é por isso que sempre estamos sujeitos a tentações.

Eu digo o seguinte, se você é feliz, não traia, pois a dor da perda é muito maior que o prazer do momento vivido.

Já penso logo na perda, pois eventualmente, você acabará contando que traiu ou será pego. A traição é como um entorpecente perigoso!

TRAIÇÃO

  • Segue uma lista com 15 sinais que os homens podem dar de que estão sendo infiéis. Confira:

1) O parceiro começa a dizer que precisa de um espaço só dele, sendo que antes o casal fazia tudo junto.

2) Começam as reuniões com os amigos, onde a presença do outro é totalmente dispensável e imprópria.

3) Ele está mais interessado em comprar roupas novas ou há momentos em que sai de casa mais arrumado para fazer ações banais, como “tomar um ar”.

4) Seu parceiro há algum tempo começou a trabalhar até tarde e a ter reuniões no final de semana, mesmo sem mudança aparente no emprego.

5) Ele tem se irritado ou fica estressado com facilidade.

6) Mudança no comportamento: ele está mais amável do que o normal ou então você percebe que muitas vezes tem ficado como segundo plano.

7) Sempre que está ao seu lado e o celular dele toca ele fica sobressaltado ou quer ficar sozinho para atendê-lo.

8­) Quando você telefona dificilmente consegue falar com ele.

9) O apetite sexual dele mudou. O tempo todo está ocupado ou cansado demais para você ou então de uma hora para outra quer fazer sexo a todo instante com medo de que você perceba que ele tem outra.

10) Ele começa a chegar sempre atrasado em compromissos.

11) Ele tem crises excessivas de ciúmes.

12) Quando chegam as contas, ele trata de pegá-las rapidinho para esconder gastos com telefonemas pelo celular ou com cartões de crédito em restaurantes, motéis, presentes para a amante.

13) Ele critica outros infiéis.

14) Ele se incomoda de ver você muito quieta, com medo que você desconfie da traição.

15) Ele começa a achar tudo caro e costuma dizer com freqüência que vocês precisam fazer passeios mais baratos para economizar dinheiro .

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Sexo é psicológico


Sexo é psicológico

Do Sexxxthera

Você já disse a alguém que está sentindo frio, e ouviu o comentário infame: “é psicológico”? Uma blusa não deixa de ser uma boa terapia, mas as vezes é meramente um fator psicológico mesmo. No sexo, seu psicológico pode influenciar, e muito, seja antes, durante e até depois. Desde o começo, você já vai com impulsos e pensamentos na cabeça. O que fazer? Por onde começar? Mordo? Beijo? Rápido ou devagar?

Convenhamos que na hora, tudo acontece naturalmente e você não fica de fato pensando nessas coisas, mas saiba que, inconscientemente, você está pensando nelas sim!

Sexo não é só uma troca de fluidos corporais numa explosão química desenfreada. Estamos pensando o tempo todo em agradar e sermos agradados. Já viu um adolescente, em plena forma física, broxar na hora H? Por mais estranho que possa parecer, isso acontece muito e as vezes, nada tem a ver com disfunções corporais.

Conversamos com algumas pessoas para saber a opinião de cada uma e as respostas foram bem variadas e interessantes. Veja as perguntas:

Você acha que o sexo começa muito antes do ato em si?

Todas as pessoas com quem conversamos afirmaram que o sexo começa desde o olhar e citaram várias vezes as preliminares. Alguns já foram para outro lado, dizendo que o sexo começa sim antes do ato na imaginação.

O cotidiano do dia-a-dia pode atrapalhar? Como fazer para não levar os problemas para a cama?

Quase metade afirmou que o dia-a-dia atrapalha na hora H por causa de cansaço, stress e afins, mas apesar disso, a maioria sabe como não levar estes problemas para a cama, ou pelo menos tem alguma ideia. Alguns tentam se distrair antes com uma música, um livro ou um prato diferente acompanhado de uma bebida.

O que fazer quando não há diálogo ou é difícil conversar sobre sexo?

Quando o assunto é sexo, quase todos afirmam ter dificuldades para conversar, principalmente se há algum problema. Quando mostramos nosso artigo “conversar sobre sexo não é falar putaria“, todos concordaram que há uma grade diferença e que se sentem mais a vontade conversando com amigos ou amigas do que com seus próprios parceiros.

É perigoso tentar achar soluções por conta própria em remédios?

Apesar de muitos estarem cientes de que podem correr riscos ao utilizar medicamentos por conta própria, continuam apenas pesquisando na internet ou ouvindo opiniões e indo à farmácia.

O título do post quer dizer que muito do sexo começa antes mesmo do ato em si. No primeiro olhar que lançamos sobre uma pessoa, já tendemos a pensar em possibilidades e imaginar situações, mesmo inconscientemente. Há uma explosão química de hormônios no nosso organismo. Chegando nos finalmentes, esses hormônios e outros químicos podem influenciar positiva ou negativamente nosso desempenho. Então, o melhor conselho de todos é “deixe rolar”. Não se preocupe demais, mas também, não se preocupe de menos!

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Quando elas traem...


Quando elas traem...

Do Sexxxethera

Elas também costumam “pular a cerca” e chegam a fazer isso com maestria.

Reuni alguns sinais que elas podem dar de que estão traindo, confira:

1) Sua mulher de repente fica mais prendada do que nunca. Ela pode ainda não ter te traído mas isso é um sinal de que ela precisa de mais atenção ou vai acabar te traindo, fique mais desconfiado ainda se ela falar mal de algum cara do trabalho enquanto limpa a casa.

2) Ela procura mancha de batons no seu colarinho e fica desconfiada de você. Ela está projetando seus sentimentos em você, cuidado. ( Se você deu razão para ela desconfiar a história é diferente )

3) Ela sempre está trabalhando até tarde, em busca de uma promoção. Um estudo realizado nos EUA pela universidade de Washington, provou que mulheres que ganham bem traem duas vezes mais do que as mal remuneradas.

4) Carinhosa demais. Se sua namorada/mulher está muito carinhosa bem acima do normal é possível que ela esteja te traindo.

5) Ela fala durante o sono, manter um amante é estressante e a tensão precisa ser liberada, segundo a Associação de Ciência Psicológica, dos EUA, pistas de infidelidade são memória reduzida e alterações no sono, como sonambulismo e conversação enquanto dorme.

6) Toda vez que você entra no quarto, ela demonstra um certo desconforto. Você olha para a tela, e ela sempre fecha alguma coisa rapidamente. Ou está sempre lendo um (mesmo) texto bobo qualquer.

7) O tempo que ela perde na internet tende a se estender cada vez mais, atravessando madrugada afora.

8) Você a surpreende sorrindo em frente ao computador, enquanto ela digita algo freneticamente. Quando você se aproxima, ela fecha tudo e dá uma desculpa esfarrapada: “Não é nada não, amor. Só uma piada de um site aqui…”.

9) Ela fica distante, calada, pensativa, distraída. Deixa queimar o arroz, esquece de buscar o menino na escola.

10) De repente, você a vê sorrindo pelos cantos da casa, mesmo com o PC desligado.

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10 razões para se entregar ao sexo

10 razões para se entregar ao sexo

Fonte: Bolsa de Mulher - Via: Malvadas

Sexo é bom. Digamos que a grande maioria concorda com essa premissa. É algo tão bom que não tem hora pra dar vontade. Seja na hora que você está na cama, no sofá assistindo um filme, no carro, na rua, no motel é inevitável, bateu a vontade, quem segura? Dá um calor que você não liga se tem alguém para chegar ou não. Isso é não é novidade para ninguém. Mas você sabia que os especialistas garantem que os efeitos do nosso corpo vão muito além do que a sensação maravilhosa depois do orgasmo? Até a própria Organização Mundial de Saúde define o sexo como um dos quatro parâmetros para definir a qualidade de vida das pessoas. O que também não é novidade né? A gente sente o corpo mudar, as contrações, a respiração mais ofegante, a troca de substâncias que estimula modificações corporais, como a fenietilamina, que está ligada a sensações de amor, a dopamina, que tem relação com a emoção amorosa, e a endorfina, associada ao prazer. Durante o orgasmo, o corpo também produz oxitocina, um hormônio ligado a diversos efeitos positivos, tanto físicos quanto psicológicos.

- Sexo emagrece e exercita os músculos
Você sabia que trinta minutos de sexo frenético e intenso chega a queimar pelo menos 85 calorias. Ah, só isso? Esse efeito é cumulativo e se você fizer 45 sessões de meia hora - ou seja, se você fizer pouco menos de uma hora de sexo por semana em um mês - podem queimar mais de 3.825 calorias, o suficiente para perder mais de meio quilo. Antes horas de sexo do que horas de musculação em uma academia.

- Seu coração agradece
Não estamos falando daquele coração que você desenha em um papel com os seus nomes entrelaçados não. O sexo é um exercício ma-ra-vi-lho-so para a musculatura cardíaca. Você sabia que os batimentos cardíacos podem subir a mais de 180 bpm quando você estiver excitado(a).

- Sexo combate a depressão
Quem é que não gosta de estar com a auto-estima em dia? Se sentir desejada e atraente. Até o próprio jogo de sedução. Saber que tem alguém que ta interessado em você. Estudos comprovam que o sexo, quando bem feito, melhora a percepção da própria imagem corporal, além de reduzir a ansiedade e a incidência de problemas psiquiátricos, depressão e suicídio.

- Cumplicidade e segurança
Quanto mais sexo você faça, mais você produz oxitocina, considerado o "hormônio do amor", no hipotálamo e sua liberação pela hipófise. A oxitocina é um hormônio ligado à sensação de segurança e à formação de elos, que faz com que a mulher se entregue e se abra mais e quanto mais ela se entregue, melhor o sexo fica.

- O sono
O sexo é relaxante e pode ser um aliado contra a insônia. Isso porque, após o orgasmo, ocorre a liberação da oxitocina, que é um sedativo natural e ajuda a adormecer. A descarga de tensão após o clímax leva ao relaxamento. O sono fica melhor e nos sentimos mais leves enquanto dormimos. Então não ache que você é a pior pessoa do mundo se teu parceiro(a) dormir durante o ato sexual. Ta explicado.

- Diminui a ansiedade
Muitas pesquisas já mostraram que o toque tem um efeito calmante nos seres humanos. E os benefícios vão além da sensação prazerosa do tato: as carícias na pele, comuns durante o ato sexual com quem se ama, causam uma redução do efeito do cortisol, hormônio secretado quando estamos sob estresse. Ou você durante o sexo pensa nos seus problemas profissionais? Se sim, procure um médico.

- Sexo faz bem pra pele
O prazer sexual favorece a produção de estrogênio (hormônio sexual feminino) e de colágeno: o primeiro é responsável pela distribuição de gordura no corpo e pelo brilho e textura da cútis feminina; o segundo é uma proteína essencial para o organismo, que une e fortalece os tecidos, conferindo firmeza e elasticidade à pele. Além disso, durante o ato sexual a temperatura do corpo sobe, estimulando a sudorese e o fluxo de sangue na superfície da pele que, mais irrigada e com os poros desobstruídos, acaba tornando-se mais resistente aos efeitos do envelhecimento.

- Sexo pode prevenir doenças
Sim, isso é possível. Segundo um estudo norte-americano, quem tem uma ou duas relações sexuais por semana atinge níveis mais altos de imunoglobulina A, anticorpo que ajuda a proteger o organismo contra resfriados e outras infecções.

- Reduz impotência
Relações sexuais frequentes podem prevenir o câncer de próstata no futuro. Segundo estudos, homens que ejaculam pelo menos cinco vezes por semana quando jovens reduzem em um terço as chances de desenvolverem o tumor. E quanto mais se faz sexo, menor é a incidência de problemas de ereção.

- Pode indicar possíveis problemas
Da mesma forma que contribui ara o equilíbrio emocional e físico, o sexo (ou a falta dele) pode ajudar a sinalizar algum desequilíbrio no seu organismo. As disfunções sexuais servem como um marcador, e normalmente sinalizam algum problema psíquico, físico ou psicossocial na pessoa.

Mas não esqueça: para que o sexo seja realmente prazeroso e benéfico para você, é fundamental praticá-lo com segurança e higiene íntima e bucal. Sempre é bom se prevenir e não esquecer de usar preservativo. E mesmo com o uso da camisinha, é importante uma boa higiene corporal e um especial cuidado com a higiene genital. O sexo deve ser um encontro de prazer; mais do que emagrecer, limpar a pele ou exercitar os músculos, ele deve fazer com que a pessoa se sinta viva e aprenda a tirar prazer do seu corpo e da vida.
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Assumir-se: Sair do armário requer coragem...


‘‘Eu gosto da carreira militar e imaginava conseguir superar a vontade de ser mulher. Há cinco anos, parei de brigar contra a minha feminilidade’’ -Para a capitã X, a Marinha tem sido “supercorreta” na condução de seu caso.

Capitão-de-corveta X: O oficial que virou “a” oficial
Quem é o marinheiro que quer se tornar mulher
e como a Marinha do Brasil reagiu ao caso


Antero Gomes - Revista Epoca - 24/05/2008

Ele tem 36 anos e é capitão-de-corveta da Marinha, mas pede para ser tratado pelo pronome feminino “ela”. Não quer aparecer em fotos e teme que os 15 minutos de polêmica que protagonizou recentemente nas Forças Armadas prolonguem-se ainda mais, atrapalhando os rumos da nova rotina que pretende levar a partir do ano que vem, quando fará uma operação para mudança de sexo. Por isso, nada de nomes. O capitão X quer levar uma vida anônima. Ser apenas o fulano que virou “beltrana”. Em março deste ano, X mostrou coragem ao procurar seus superiores na Escola Naval, onde ocupava um cargo de chefe de batalhão escolar, e comunicar que estava tomando hormônios femininos (estrogênio) havia dois meses.

Capitão-de-corveta é o primeiro posto de oficial superior na Marinha do Brasil. X foi o primeiro oficial com tão alta patente a fazer uma revelação desse tipo. Em anos anteriores, sua história foi precedida por casos de militares da Aeronáutica e do Exército que tornaram públicas suas transexualidades. Mas eles pertenciam ao quadro de praças, não ao de oficiais.

“Quando eu fiz o anúncio, levava uma vida dupla havia dois anos”, diz X. “Na Marinha, eu me vestia de homem e, em casa, eu era uma mulher. Não suportava a idéia de ter de viver duas vidas num corpo só. Aquilo me agredia. Quando chegava do trabalho, colocava rapidamente a roupa no armário e o sapato debaixo da cama, para fugir daquela realidade.”

O depoimento angustiante dá uma certa medida do que leva uma pessoa a deixar para trás um passado com carreira bem-sucedida, mulher e, em alguns casos, filhos, para começar tudo de novo. “Antes, eu tinha procurado a ajuda de psicólogos”, diz. Há cinco anos, aceitou o que considera inevitável. “Parei de brigar contra minha feminilidade.”

O pai de X era oficial da Aeronáutica e dizia: “Faça Marinha, meu filho, porque é uma instituição muito séria”. Aos 15 anos, X entrou para o Colégio Naval. “Durante 21 anos eu vivi e respirei Marinha”, afirma. “Eu gosto da carreira militar e imaginava conseguir superar a vontade de ser mulher.”

Há dois anos, a capitã, que acumula um histórico de medalhas e conceitos altos em avaliações militares, começou a mudar seus hábitos. Passou a contar às pessoas de seu círculo íntimo o que se passava em seu mundo. Algumas amizades foram perdidas. Apesar de manter contato com a ex-mulher, mãe de seu filho de 4 anos, o casamento também terminou. “Tento, ao máximo, preservar meu filho. Por isso me exponho o mínimo possível”, diz.

Enquanto alguns amigos se foram, outros chegaram. Entre as novas amizades está Fabiane Clara, de 28 anos. Até abril, ela era terceiro-sargento do Exército. Trabalhava no 17o Batalhão Logístico de Juiz de Fora. Foi licenciada definitivamente depois de ter feito uma cirurgia para mudar de sexo. “Eu e a capitã passamos pelo mesmo problema. Por isso, é mais fácil ajudar uma à outra”, diz Fabiane.

O que diz a Marinha? Segundo um influente capitão-de-mar-e-guerra (o posto mais alto da carreira militar que não depende de indicação), a revelação de transexualidade, se tivesse sido feita no passado, poderia ser punida com prisão sumária. O posicionamento recente da Força sobre o caso, no entanto, mostra que as coisas podem estar mudando. “No meu caso, por ter estabilidade (mais de dez anos de serviço na Marinha)”, diz X, “devo ser reformada, com vencimentos proporcionais. É nesse sentido que estou conversando com o comando. Eles estão sendo supercorretos comigo. Até porque eu sempre tive uma postura de homem dentro do trabalho.” O comando da Marinha informou que vai aguardar a conclusão de estudos médicos, jurídicos e militares, para então adotar as “medidas cabíveis, mantendo sempre como orientação o máximo de atenção à dignidade humana”.

Por enquanto, X está de licença médica, que poderá ser prorrogada por até dois anos. Segundo a transexual, ao afastá-la para tratamento de saúde, a Marinha se baseou na Classificação Internacional de Doenças, elaborada pela Organização Mundial de Saúde. Na lista, “transtorno de identidade de gênero” aparece como uma doença.

Em outros países, as Forças Armadas lidam de diferentes formas com o homossexualismo e o transexualismo. Na Inglaterra, um veterano da Guerra das Malvinas foi expulso da Marinha em 1986 por ter mudado de sexo. Nos Estados Unidos, existe até uma associação que reúne veteranos transexuais. Ainda assim, a política das Forças Armadas americanas é “não pergunte, não conte” – homossexuais podem se alistar, desde que não alardeiem a opção sexual.

Em meio à polêmica, X tenta levar uma vida normal. No dia 16, recebeu a reportagem do jornal Extra, do Rio de Janeiro. De início, resistiu a se mostrar. Convencida a desvendar-se, pediu alguns minutos para se arrumar. Surgiu em um short curto de brim, casaco de moletom, com óculos escuros Dior e peruca ruiva. “Há muito tempo eu via a Roberta Close e me imaginava sendo ela”, disse. Controlados, o timbre e a entonação da voz reforçam a feminilidade da oficial.

Em sua defesa, X pode usar uma frase do Almirante Tamandaré que é conhecida na Marinha: “Honra é a força que nos impele a prestigiar nossa personalidade”. Frase dita em outro contexto, é verdade, mas que se aplica ao caso da capitã.

Uma marcha em Washington reuniu militares homossexuais pelo fim do preconceito. Lá, os veteranos transexuais têm até associação

Marinha afasta oficial transexual
Escola Naval do Rio pune capitão-de-corveta que admitiu tomar hormônio para virar mulher

Maria Luisa Barros - O Dia - 6/5/2008

Um novo caso de homossexualidade nas Forças Armadas está abalando a rotina da caserna. Desta vez, o militar é um comandante da Marinha. O oficial foi afastado este ano de suas funções por causa de sua opção. Ele comandava um Batalhão Escolar, na Escola Naval do Rio de Janeiro, no Centro. A instituição é responsável pela formação de oficiais.

Há mais de 10 anos na corporação, o capitão-de-corveta foi punido por seus superiores com o afastamento, pois teria revelado no quartel o desejo de se submeter a uma cirurgia para mudança de sexo. O caso está sendo mantido em sigilo pela corporação, que pela primeira vez se depara com uma situação envolvendo um oficial.

HORMÔNIOS NO CORPO

O comandante, que já foi casado e tem um filho pequeno, está de licença médica. O oficial, que mora no Rio de Janeiro, foi submetido a exame médico de rotina, feito a cada dois anos pela Marinha. O resultado da avaliação chamou a atenção do departamento médico. Havia um alto índice de hormônios femininos no organismo do militar.

O comandante foi novamente chamado pelo Serviço Médico para fazer exames complementares. A suspeita inicial era que se tratava de algo provocado por distúrbio ou alimentação. Para surpresa dos superiores, o comandante confessou que era ele mesmo quem, deliberadamente, estava tomando hormônios, pois pretendia virar mulher. O militar foi encaminhado para o serviço de psiquiatria da Marinha, mas novos exames teriam revelado que ele está em perfeitas condições de saúde.

MILITAR QUER POSTO

O oficial apresentou requerimento para permanecer na ativa, ocupando posto de chefia e mantendo a mesma patente de capitão-de-corveta. Afastado de sua função na Escola Naval, o comandante aguarda resposta superior para o seu pedido.

Através de sua assessoria de imprensa, a Marinha informou que o caso está sendo analisado e que não vai se pronunciar sobre o militar no momento.

Casos de expulsão nas outras Forças

Assim como a Marinha, Exército e Aeronáutica também enfrentam ações de militares transexuais que pedem a reintegração a suas funções. O terceiro-sargento do Exército Fabiano de Barros Portela, 26 anos, mudou de sexo em março, conforme O DIA revelou. Fabiane, como prefere ser chamada após a cirurgia, tenta voltar para seu trabalho, na ala de enfermagem do 17º Batalhão Logístico de Juiz de Fora (MG). “A pessoa que se declara sofre enorme pressão para se aposentar. Mas quero continuar trabalhando normalmente”, afirma Fabiane, que na semana que vem entrará na Justiça contra a União.

A primeira transexual a obter identidade militar feminina no Brasil, a cabo da Aeronáutica Maria Luiza da Silva, 47 anos, também luta para ser admitida na FAB.
A imagem “http://2.bp.blogspot.com/_DHwCfYRfVbg/SEce6Ff0k_I/AAAAAAAAAP8/xBSJb1Q4Wbg/s400/militar+gay.JPG” contém erros e não pode ser exibida.

Oficial da Marinha, de 36 anos,
fala pela primeira vez sobre sua decisão de virar mulher


Antero Gomes -
Extra - 19/05/2008

Durante os últimos 24 meses, o capitão-de-corveta X., de 36 anos, viveu uma crise de identidade dentro do Corpo de Oficiais da Armada da Marinha. Quando estava de serviço na Escola Naval, o militar se vestia e tinha postura de homem. Em casa e entre amigos, X. vivia como mulher. Foi dessa forma, vestindo elegantemente um short de brim azul, um casaco de moletom, óculos escuros Dior e uma peruca ruiva que ela - gênero de tratamento pelo qual pediu para ser tratada pela reportagem - falou pela primeira vez sobre a polêmica em que se envolveu recentemente ( o que você acha da operação de mudança de sexo? ).
" Eu via a Roberta Close e me imaginava sendo como ela "

- Há muito tempo atrás, eu via a Roberta Close e me imaginava sendo como ela. Estou há 21 anos na Marinha, que é uma instituição muito séria. Quando fiz a opção pela carreira militar é porque eu gostava, mas pensava, ao mesmo tempo, que, no internato (Colégio Naval), eu poderia esquecer tudo aquilo (ser mulher) - disse X., que preferiu não divulgar o seu novo nome.

Em março deste ano, a transexual procurou seus superiores para lhes informar que estava tomando hormônios femininos há seis meses. E mais: que pretendia fazer uma cirurgia de redesignação sexual (mudança de sexo). Foi uma decisão difícil, depois de reprimir por 21 anos o que considera sua verdadeira identidade.

" Não consigo mais suportar o fato de ter que me vestir de homem "

- Eu fui a vários psicólogos. Há dois anos, entretanto, não consigo mais suportar o fato de ter que me vestir de homem, de ter que ter uma postura de chefe na frente dos aspirantes a oficiais.

Querido entre seus comandantes e tendo recebido medalhas e notas altas ao longo de sua bem-sucedida carreira militar, X. está conversando com seus superiores, amigavelmente, para encontrar a melhor forma de se desligar da corporação. Provavelmente, será a reforma. Mas, por enquanto, a transexual está de licença médica por tempo indeterminado.

Casamento e filho de 4 anos

Àqueles que pensam que trocar de sexo é um capricho, o psiquiatra Sérgio Zaidhaft tem um recado:

- Viver como homem, mas sentindo-se mulher, é bastante angustiante. Para alguns, é uma questão de vida ou morte (fazer a operação).

X. abriu mão de muita coisa. Quando era homem, ela foi casada e, dessa união, nasceu um filho de quatro anos. Agora, está se separando.

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Para os gays: nem Piquet, nem Briatore.

Para os gays: nem Piquet, nem Briatore.

Por Lourenço Cavalcante - blog23b

Meus caros, quando dois homens perdem a razão e partem para a briga, podem crer que, rápido, atacarão a sexualidade um do outro. Vale para a maior parte da humanidade, para ricos e pobres, em qualquer país. Acabaram os argumentos e a compostura? Acusa o outro de gay. Para quem é fraco, a sexualidade é o grande medo, e, portanto, o primeiro alvo.

Nelsinho Piquet confessou que encenou um acidente por motivos torpes, e isso o torna, no mínimo, um péssimo esportista. Briatore, que teria sido o mentor, idem. Quem sai perdendo? O automobilismo, lógico. A insinuação de que Nelsinho é gay, feita por Flavio Briatore na tarde de sexta-feira, foi o capítulo mais recente, e o mais baixo, desse dramalhão. Ele não tem mais argumentos, não deve ter lá muito caráter, e realmente deve ter aprontado a presepada com Nelsinho. O que fazer agora? Mirar na linha da cintura, e atacar a sexualidade do outro.

Briatore, com anos de experiência no trato com a mídia, e com o universo de equipes e patrocinadores, que investem milhões na Fórmula 1, agiu da maneira mais peçonhenta que existe: lançou uma insinuação, dizendo-se conhecedor deste “segredo” sobre a vida do outro.

A única questão que não merece nenhum comentário ou crítica de ninguém, que sequer poderia estar em pauta, é a sexualidade de Nelsinho Piquet. Não sei se ele é gay ou não, e isso não vem ao caso. O que eu sei é que ele exercia, até recentemente, uma das mais arriscadas profissões do mundo, pilotava um carro a mais de 300 km/por hora, e, se não era o melhor do campeonato, pelo menos era um dos pouquíssimos no mundo inteiro habilitados a disputá-lo. Ele é, inquestionavelmente, capaz e corajoso. Se realmente encenou o acidente, como reconheceu ter feito, foi até muito hábil para isso. Não é de sexualidade que se deveria falar, mas de ética.

Nelson Piquet, o pai, passou a vida envenenando a imprensa contra Ayrton Senna, acusando-o de ser gay, não sei se por ciúme ou inveja. Senna sempre enfrentou isso com a maior elegância e discrição. E Senna não era gay, isso já se sabe. Quando Senna morreu, Piquet foi o único campeão da Fórmula 1 que não foi ao enterro, embora estivesse aqui mesmo, no Brasil.

Grandes pilotos, como Jackie Stewart, Jim Clark, Fangio, Lauda, Moss, Brabham, Fittipaldi, Schumacher, o próprio pai de Nelsinho, e o meu ídolo, Ayrton Senna, mostraram nas pistas o mais elevado espírito esportivo, e fizeram da Fórmula 1 o que ela é hoje. Ou, pelo menos, era.

Hoje em dia, alguns pilotos e dirigentes dão o pior de si. Belo exemplo para milhões de espectadores. Perde o automobilismo, perdemos todos nós. Depois somos nós, gays, que damos maus exemplos. E podem ver, pelos comentários a várias colunas e blogs por aí, que já tem muita gente baixando o nível mais ainda, trazendo preconceito e homofobia em palavras sórdidas.



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Betty - total inspiração!

Betty - total inspiração!



Perfeita!
Ela sempre me surpreeende com suas combinações , looks incríveis!! para ver mais acesse o blog da betty. clique aqui.
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A realidade do mercado de trabalho da comunidade trans brasileira

Jornal-laboratório da Unicsul publica matéria sobre realidade da comunidade trans brasileira

Por Acácio Brindo - Para o Mix Brasil - Via: Cultura Crossdresser




A edição 34 do jornal "Cidadão", veículo laboratório dos estudantes de Jornalismo da Universidade Cruzeiro do Sul, publicou uma matéria sobre a realidade de transgêneros no Brasil.


Confira texto na íntegra:

O mercado de trabalho está difícil para qualquer cidadão. Imagine para as pessoas “transgênero”. Elas são transexuais, drag queens e travestis em busca de uma oportunidade digna na sua área de formação.

Na maioria dos casos o preconceito começa na infância quando são descobertos os primeiros indícios de que algo diferente acontece. Diferente, sim, porém nada a ver com aberração ou doença como muitos pensam ou dizem.

A drag queen, estilista e maquiador Robytt Moon, faculdade incompleta de educação física, largou os estudos em Presidente Prudente (SP) porque estava descontente. “O preconceito está inserido nas pessoas e nos próprios gays. Não tenho interesse de voltar a estudar. Ganho mais como drag-queen e pretendo abrir minha loja”, diz. Ela vive afastada da família que não aceita seu trabalho e seu estilo de vida.

Em geral, a falta de apoio familiar é outro fator decisivo para o abandono dos estudos. A travesti Thara Wells - entrevistadora e escritora bissexta em Sorocaba (SP) - sobrevive da prostituição. Ela tem segundo grau completo profissionalizante técnico em contabilidade, fala três idiomas e fez alguns cursos como edições em vídeo, técnico em escritório e administração de empresas. Poderia estar em qualquer universidade e inclusive conseguir bolsa integral.

“Quando estudava eu era muito feminina, mas ainda não era travesti fisicamente. Mesmo assim, o preconceito vinha de todos os lados. Tinha trabalho em grupo e ninguém me queria por motivos de queimação de filme [vergonha]. Na hora do intervalo vinham agressões verbais e morais. O preconceito talvez seja um defeito de fábrica do ser humano”, afirma Thara.

“Todos os gays aspiram ao respeito e à aceitação hetero, mas, se nós mesmos não nos suportamos no sentido de que gay não gosta de transex, que não gosta de sapata [lésbica] que não gosta de drag queen, que não gosta da pintosa. Como queremos que os heteros nos aceitem e respeitem, se internamente não nos suportamos ”, diz Thara .

Alguns órgãos públicos esclarecem as pessoas “transgêneros”, como a Coordenadoria de Assuntos da Diversidade Sexual (Cads) e o Centro de Referência da Diversidade (CRD).

A Cads tem o objetivo de promover, estimular e divulgar toda ação que combata à homofobia, assim como criar um espaço de comunicação com a sociedade como um todo. O CRD oferece oficinas profissionalizantes, atendimento psicológico e social, espaço de conveniência, orientação sobre saúde e aconselhamento jurídico.

Ambos são ligados à Prefeitura de São Paulo e localizados na zona central da cidade. Apesar de recém criados, cumprem um papel importante. Entretanto, ao serem questionados sobre dados reais quanto ao mercado de trabalho, esquivam-se por meio de gerúndios com um “estarei te enviando ou conversando sobre o assunto após o feriado”. A reportagem procurou as duas entidades por duas semanas, em vão.

A maior parte das transgêneros trabalha como profissionais da noite. De acordo com a Articulação Nacional das Travestis e Transexuais (Antra), cerca de 90% delas estão inseridas na prostituição.

A drag queen e maquiadora Llady Metteora de Tatuí, na região de Sorocaba, nível técnico em nutrição e dietética, trabalhou por algum tempo nessa área e não gostou.
“Desde criança eu já era diferente dos meus amiguinhos na escola. Era um menino afeminado, mas creio que fui privilegiado aqui no interior, pois as pessoas são mais tolerantes. Atualmente como maquiadora tenho mais destaque e é o que amo fazer. No Brasil não existe graduação nessa área como na Europa e nos EUA, mas se tivesse que escolher outra área eu faria Letras”, diz Llady.

Entre os brasileiros, as transgêneros compõem a categoria que mais sofre preconceito na própria comunidade LGBTT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transgêneros). Formam-se poucas profissionais nas universidades e, mesmo com o diploma nas mãos, não conseguem atuar no mercado de trabalho para o qual estudaram.

O circo midiático faz a sua parte
Muita gente rejeita ser atendida por uma médica transexual, mas adora ver na madrugada de carnaval o baile Scala Gay que acontece no Rio de Janeiro.

A sociedade costuma rir da diferença e não a aceita com respeito e dignidade. Ao exibir programas desse tipo, a televisão também colabora para a situação de exclusão e não de aceitação como deveria ser. Não existem documentários ou filmes na programação aberta, e os poucos, feitos geralmente no exterior como “Transamerica” (2005) – Globo de Ouro de melhor atriz para Felicity Huffman - não passam na “Tela Quente” da Rede Globo. “Transamerica” ficou pouquíssimo tempo em cartaz nos cinemas de São Paulo.

Recentemente, o filme “Brokeback Mountain” (2005), do diretor Ang Lee, foi outro marco ao conseguir romper as barreiras de Hollywood. Na televisão, desde os anos 70, os programas de auditório como Chacrinha, Silvio Santos ou Bolinha tentavam de alguma forma dar visibilidade ao grupo e traziam travestis e transexuais em quadros de dublagem.

“A luz no fim do túnel poderia ser as leis mais rígidas de inclusão social, porém vejamos o exemplo das cotas para negros que geram polêmicas e controvérsias”, diz Llady Metteora. “O que concluímos disso é que antes de tudo o nosso pensamento deve mudar.

Devemos parar com a exclusão velada e compreendermos que, independentemente de usar saias, passar batom ou vestir uniforme militar, as transgêneros são seres humanos e têm direitos que não estão sendo assegurados pela Constituição”, afirma Thara Wells.
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Sobre este blog

Aqui eu não sou homem ou mulher. Sou um adepto do crossdresing. Sou uma Crossdresser - CD ou CDzinha. Desde os 9 anos, adoro lingeries e roupas sexyes. Levo uma vida normal masculina e tenho uma vida clandestina feminina.

Me proponho aqui a falar um pouco de tudo, em especial das Crossdressers, dos transexuais, dos Travestis e da enorme comunidade
LGBT existente em todo o mundo. Um estilo de vida complicado e confuso (para alguns)... Este espaço também se presta para expor a minha indignação quanto ao ódio e preconceito em geral.

Observo que esse é um blog onde parte do que aqui posto pode ser considerado como orientado sexualmente para adultos, ou seja, material destinado a pessoas maiores de 18 anos. Se você não atingiu ainda 18 anos, ou se este tipo de material ofende você, ou ainda se você está acessando a internet de algum país ou local onde este tipo de material é proibido por lei, NÃO siga 'navegando'.

Sou um Crossdresser {homem>mulher} casada {com mulher - que nada sabe} e não sou um 'pedaço de carne'.

Para aqueles que eventualmente perguntam sobre o porque do termo 'Crossdresser GG', eu informo que lógico que o termo trata das minhas medidas. Ja que de fato visto 'GG'. Entretanto alcunhei que 'GG' de Grande e Gorda, afinal minhas medidas numéricas femininas para Blusas, camisetas e vestidos são tamanho: 50 e Calças, bermudas, shorts e saias são tamanho: 50.

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