Uma Crossdresser Gordinha Complicada e Imperfeita

Veja os homens que melhor souberam ser mulher no cinema

Veja os homens que melhor souberam ser mulher no cinema

Carol Almeida - Cinema & DVD (TERRA)

Na semana passada foi anunciado que o ator Ryan Reynolds, hoje considerado um dos homens mais bonitos de Hollywood, viverá uma mulher numa comédia. Tudo porque seu personagem precisa reconquistar a namorada e nada melhor que se disfarçar de amiga nessas horas. Mas o personagem de Reynolds está longe de ser exclusivo quando o assunto é a abordagem do lado "feminino" de homens no cinema. O Terra fez então uma lista dos 10 melhores homens que souberam ser mulher (graciosa, atraente, engraçada ou perigosa) no cinema.

Tootsie (1982) - Poucos souberam fazer tão bom proveito de uma maquiagem como Dustin Hoffman. No papel do ator Michael Dorsey fingindo ser uma mulher, ele tinha o porte de uma senhora de respeito e a fala pausada de uma lady de primeira classe que sabia acertar o volume e o tom da voz. Só não foi dama o suficiente para rejeitar Jessica Lange. Afinal de contas, nem todo Michael Dorsey consegue ter o autocontrole em cena de um Dustin Hoffman.

Quanto Mais Quente Melhor (1959) - Tony Curtis e Jack Lemmon foram certamente as mais hilárias e charmosas senhoritas do cinema americano. No grande clássico de Billy Wilder, esses dois interpretaram uma dupla bem enrolada de músicos que, para se livrar de bandidos, tiveram que se disfarçar de mulher e, mais difícil ainda, resistir às curvas de Marilyn Monroe. Vale a lembrança da última cena do filme, o impagável diálogo entre Daphne/Jerry (Jack Lemmon) e o Sr. Osgood, que pede Daphne em casamento. Jerry não agüenta e conta a verdade: "Eu sou um homem". No que o Sr. Osgood responde: "Bem, ninguém é perfeito."

Psicose (1960) - O humor inglês é conhecido pelo alto de teor de acidez. Mas quando se fala no humor do britânico Alfred Hitchcock, a ironia corrosiva pode tomar proporções muito perigosas. Ao colocar Anthony Perkins como o filho que se travestia da própria mãe, Hitchcock criou um clássico freudiano no cinema. A clássica cena do vulto de "mulher" assassinando a personagem de Janet Leigh no chuveiro ficou registrada na memória de nossas sombras.

Hairspray - Em Busca da Fama (2007) - Não se pode negar que John Travolta sabe fazer bom uso de um vestido e um salto alto. Ainda que debaixo de uma maquiagem que o engordou pelo menos uns 30 quilos, ele consegue convencer como a mãe zelosa que sabe o valor de um glitter quando se projeta na sua frente uma pista de dança.

Uma babá quase perfeita (1993) - O que um pai pode fazer pelos filhos? Tudo. Até mesmo passar pelo tortuoso processo de se transformar em uma respeitável babá com educação britânica, ainda que sendo um homem baixinho e peludo. Robin Williams conseguiu arrancar risadas e muitos pelos nesse processo.

Glen ou Glenda? (1953) - Quando o diretor Ed Wood recebeu a missão de fazer um filme para aproveitar o gancho midiático do fenômeno transexual de Christine Jorgensen, eis que a lâmpada surgiu sobre sua cabeça: em lugar de fazer o filme que lhe encomendaram, ele resolveu criar um tipo de autobiografia sobre um homem torturado por sua vida secreta enquanto mulher. Tão trash quanto verdadeiro.

Ed Wood (1994) - Mais de 40 anos depois de Glen ou Glenda?, Johnny Depp resolve rever a vida daquele conhecido como o pior diretor de cinema de todos os tempos. E para uma lenda desse porte, Depp não teve medo de fazer um dos papéis que melhor vestiu Wood: o de mulher. Aliás, incrível como Johnny Depp consegue ser belo em qualquer gênero.

A Gaiola das Loucas (1996) - O jovem rapaz resolve namorar a filha de um senador americano, ainda que ciente que, para casar com a moça, precisa apresentar sua família aos pais da menina. O problema surge quando, nesse formal jantar de apresentação, a mãe é o namorado do seu pai. A cena em que o ator Nathan Lane se veste como a mulher da casa é simplesmente imbatível na categoria situações bizarras que desembocam na mais absoluta normalidade.

As Branquelas (2004) - Dois agentes negros do FBI precisam se disfarçar de duas patricinhas "branquelas" e, claro, terminam passando por situações inacreditáveis. Melhor cena (e um dos mais momentos mais genuinamente inteligentes do gênero pastelão): quando um dos agentes, disfarçado de patricinha, entra no carro de Latrell Spencer (interpretado pelo robusto Terry Crews) e começa a tocar no som A Thousand Miles, de Vanessa Carton. Apaixonado cegamente pela patricinha, Latrell perde a consciência do ridículo.

Traídos pelo Desejo (1992) - O filme não é lá essa coisa toda, mas é inegável que o ator Jaye Davidson ficou bela no papel da cabeleireira Dil. Aliás, é preciso admitir que, se caso a reviravolta do filme não fosse a descoberta (para surpresa inclusive dos espectadores) que Dil é um homem, pouco haveria para contar dessa história.
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Universidade belga lista as 10 músicas preferidas dos gays

Universidade belga lista as 10 músicas preferidas dos gays
A CAPA

A Universidade de Lovaina, na Bélgica, realizou um estudo que busca explicar por que os gays têm uma predileção especial por determinado tipo de música. A autora do estudo, a psicóloga Katarin Valgeren, sempre se perguntou por que determinadas canções eram "especiais" para os homossexuais. "Queria saber o motivo da preferência especial dos homossexuais por determinadas músicas, o que provocava essa atração", explicou a pesquisadora à rádio pública belga RTFB. Para isso, Valgeren iniciou em 2008 o estudo das principais "listas de sucesso homossexuais". Em alguns casos, ficou claro que, para atrair a atenção do público gay, os grupos (como fez a banda Village People nos anos 80) utilizavam letras muito específicas, com "teor erótico", afirma a pesquisadora. De acordo com Valgeren, os participantes do estudo responderam a um questionário sobre suas "sensações".

Para motivar o gosto dos gays, diz a pesquisadora, não são utilizadas apenas as letras, mas também um visual "kitsh" e barroco, carregado de lantejoulas ou cristais de cor, que "são elementos que atraem especialmente os gays", defende Valgeren.
"Não nos equivoquemos, para agradar o público gay não é necessário ser gay. Há outras qualidades que também são apreciadas pelos homossexuais, além das próprias referências de gênero, obviamente", explica.

Confira abaixo as favoritas, segundo o estudo:
1) "Soldiers of love" (Liliane Saint-Pierre) 2) "Dancing Queen" (ABBA) 3) "Hung-up" (Madonna) 4) "Je tadore" (Kate Ryan) 5) "Diva" (Dana International) 6) "Relax, Take it easy" (Mika) 7) "Take my love" (Good Shape) 8) "Believe" (Cher) 9) "Diep" (Get Ready!) 10) "I will survive" (Gloria Gaynor)
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Transtorno de identidade de gênero - Folha Universal

Transtorno de identidade de gênero - Folha Universal

Fonte:
Pag8. Folha Universal
Jornal semanal Folha Universal nº895, publicação da Igreja Universal do Reino de Deus
email para parabenizar o jornal sobre a matéria faleconosco@arcauniversal.com
Este post foi baseado no do Homer do Blog Transhomem - Via A Inserida


Capa Folha Universal nº895.

Uma agradável surpresa, foi assim que reaji à matéria de capa Folha Universal, publicação semanal da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), tida como uma das igrejas evangélicas mais radicais e preconceituosas, todavia, a reportagem mostra uma abordagem científica e esclarecedora, baseada basicamente no documentário "Meu eu secreto", já traduzido e postado aqui no blog. Segue abaixo na íntegra.

Jazz, de 6 anos, é aparentemente uma estudante norte-americana comum. Usa vestidos, tem cabelos compridos que enfeita com tiaras coloridas, e um quarto rosa e lilás onde brinca de casinha com as amigas. Chega a ser difícil imaginar que Jazz, na verdade, nasceu menino. Quando tinha pouco mais de 1 ano e começava a dizer as primeiras palavras, a criança deixou claro que se sentia como uma menina. Abria os macacões para parecer um vestido e, quando os pais o elogiavam dizendo "bom menino", os corrigia dizendo "boa menina". Os pais de Jazz acreditaram que aquilo iria passar. Mas não passou. A criança continuava insistindo nas coisas de meninas e dizia que o pênis era um engano. Um dia, surpreendeu a mãe com a seguinte frase: "Quando a fada boa vier, será que ela pode mudar minha genitália?"

Casos como o de Jazz, que sofre de um distúrbio conhecido como transtorno de identidade de gênero, começam a gerar sérias discussões na Europa e nos Estados Unidos. Não existe uma teoria definitiva sobre o assunto. Na prática, é como se a criança tivesse nascido no corpo errado. Alguns especialistas defendem que até a oitava semana de gestação, os cérebros de todos os fetos são iguais: femininos. Depois desse período, a testosterona (hormônio masculino) surge no organismo dos bebês que serão meninos e começa a atuar na formação do feto. Uma possível falha hormonal nesse processo pode imprimir o gênero errado no cérebro de algumas crianças. O hormônio atinge o corpo, que desenvolve órgãos sexuais masculinos e outras características, mas não chega ao cérebro, o que faz com que a criança, ao nascer, pense e se sinta como menina. Ou, então, o hormônio chega ao cérebro, mas não ao corpo.

Seja qual for a explicação exata, psicólogos, médicos e educadores não sabem exatamente o que fazer em casos de crianças, que como Jazz, são chamadas de transgêneres. Há quem defenda que detectar o problema na infância pode evitar traumas às crianças e aos pais. "Na verdade, essas crianças são transsexuais. Eles sentem que nasceram no corpo errado e percebem isso desde crianças, por isso querem mudar o corpo. Mas não significa que elas tenham atração por pessoas do mesmo gênero", diz Antônio Carlos Egypto, psicólogo e sociólogo, membro fundador do Grupo de Trabalho e Pesquisa em Orientação Sexual (GTPOS).

Nos últimos tempos, a mídia norte-americana tem dado especial atenção ao tema. Segundo matéria do canal de notícias "CNN", há escolas que, frente ao surgimento de um aluno transgênere, optaram por instalar banheiros unisex, além de orientar professores e se disponibilizar a esclarecer dúvidas de crianças e pais de alunos.

A respeitada jornalista Barbara Waters, do canal "ABC", segunda maior emissora de tevê dos Estados Unidos, fez um documentário com três famílias de crianças transgêneres e tentou explicar porque os pais preferem aceitar o desejo dos filhos em vez de forçá-los a se comportar de acordo com o sexo que nasceram. Entre as famílias estava a de Jazz. Renee Jennings, mãe da hoje menina, só encontrou explicação para o comportamento do filho caçula com uma terapeuta especializada em questões de gênero, que fez o diagnóstico: um transtorno raro, chamado transtorno de identidade de gênero. Ao aceitar que o filho se vestisse como menina, Renee acredita que tomou a melhor decisão para a felicidade dele. Ou, pelo menos, evitou o pior.

Um estudo da Universidade de São Francisco, nos Estados Unidos, confirma que crianças transgêneres reprimidas ou rejeitadas pela família têm quatro vezes mais chances de tentar suicídio ou usar drogas e duas vezes mais chances de contrair o HIV. Mas, ainda segundo a pesquisa, as chances caem drasticamente para aqueles que são aceitos e, de fato, assumem a identidade que acreditam ter, como Jazz. "Nós não o estimulamos, de maneira alguma. Só demos apoio", disse Renee, no documentário da "ABC News". "Possuir variação de gênero não significa que seu filho irá crescer e se identificar como gay, lésbica ou bissexual. É importante convencer a si mesmo e seu filho de que não estão fazendo nada de errado. Ser diferente não é errado é apenas diferente. Ninguém decide a qual gênero pertence, apenas se sabe", explica a norte- americana Kim Pearson, diretora da Tyfa, uma espécie de Associação de Parentes e Amigos de Crianças Transgêneres, criada há 2 anos nos Estados Unidos.

E o transtorno não se manifesta apenas em meninos. Em 2004, Rebecca, então com 14 anos, escreveu uma carta para os pais, dizendo que deviam chamá-la de Jeremy. Ela pedia que eles aceitassem o que ele realmente era. Cortou os cabelos, comprou roupas masculinas e começou a usar faixas debaixo da roupa para disfarçar os seios. Foi bem aceito na escola, mas logo começou a menstruar e quis tomar hormônios para bloquear a chegada da puberdade. Com medo de perder o filho, que estava deprimido, os pais deixaram que Jeremy tomasse os hormônios aos 16 anos. Agora, o jovem faz a barba, a voz engrossou e o corpo se tornou mais másculo.

Especialistas se dividem quanto à idade para começar a tomar hormônios bloqueadores. A maioria dos médicos, no entanto, concorda que quanto antes, melhor. Por outro lado, a terapia hormonal também traz riscos à saúde, pois aumenta as chances de câncer de mama e de esterilidade. Na casa da família Grant, os pais estavam satisfeitos com o casal de gêmeos, Ally e Richard, que nasceram há 11 anos. Aos 2 anos, porém, Richard começou a dar sinais de que queria ser como a irmã, uma menina. Os pais tentavam estimular o menino a fazer atividades de menino. Até que, um dia, eles surpreenderam Richard tentando abrir um cortador de unhas para cortar o próprio pênis.

Quando Richard começou a ter ataques de pânico em casa e na escola, a mãe foi falar com a coordenadora e explicou o caso. A escola, então, levou a família a um especialista, que diagnosticou o distúrbio e os orientou a deixá-lo se comportar como menina. Quando tinha 7 anos, Richard deixou o cabelo crescer e, com o apoio da família, passou a ser chamado de Riley. Também começou a tomar hormônios bloqueadores. Daqui a uns anos deve começar a tomar hormônios femininos e, aos 18 anos, poderá, se quiser, fazer a cirurgia para se transformar fisicamente em mulher. Na escola, entretanto, Riley ficou conhecida como "a menina com pênis".

A discriminação e o preconceito, aliás, são os principais problemas enfrentados por crianças e famílias que decidem apoiar o filho para que ele viva de acordo com o gênero que ele sente ser. E o preconceito que crianças transgêneres sofrem pode passar de xingamentos e chegar ao extremo. Gwen Amber Araujo, uma transgênere norte-americana de 17 anos, foi cruelmente assassinada em uma festa, em 2003, após colegas de faculdade descobrirem que era biologicamente homem. Hoje, a mãe dela, Silvia Guerrero, dá palestras sobre o assunto tentando informar a população "até que as pessoas parem de morrer pelo que são". Os assassinos foram presos. Mas Silvia diz que sente falta de abraçar a filha. "Eles mataram meu bebê, que eu gerei no meu ventre, e não um adolescente aberração-transexual".


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Conto: A primeira Vez

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A primeira Vez

Do Blog Uma Crossdresser Japonesa

Na época eu deveria ter uns 19 anos mas aparentava uns 15-16 anos, sempre tive problemas em dirigir e de entrar em boates para maiores de 18 anos, vivia mostrando minha identidade para os policiais. Bem, eu estava fazendo cursinho e morava com meus irmãos e eles já formados e trabalhando nunca paravam em casa, um dos meus irmãos já era praticamente casado, raramente passava em casa. O outro vivia viajando então eu ficava sozinha em casa a maior parte do tempo. Através da internet, que ainda era novidade na época, eu ficava horas na net nos chats do UOL, sempre com nomes femininos conversando com vários homens. Nessas horas eu me montava e me sentia uma verdadeira garota. Conheci então um homem com nome de Jorge, era representante comercial e sempre viajava pra minha cidade. Acabamos ficando muito amigos, conversávamos diariamente e eu sempre como Karine. Ficamos seduzidos um pelo outro e ele insistia em me conhecer. Já não suportando a pressão e o fato de mentir para ele dizendo que eu era uma garota, resolvi contar a verdade, falei das minhas fantasias e que eu era Crossdresser já imaginando perder aquele amigo virtual mas para minha surpresa ele disse que adorou a minha sinceridade e continuamos nos encontrando virtualmente. Ele sempre me perguntava se eu estava montada, quais minhas roupas e meus desejos. Com o tempo nos tornamos íntimos e começamos a namorar virtualmente. Ele me enviou fotos suas pois a empresa em que ele trabalhava possuia algumas câmeras digitais, muito raras e caras na época, pena que na época não havia webcam nem câmeras digitais populares como hoje mas ele ficava me imaginando e nossas conversas sempre acabavam em transas virtuais. Eu estava hipnotizada e vivia fantasiando um homem real comigo até que de repente um e-mail surgiu na minha caixa de mensagens.

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Era do Jorge e dizia: Estou na sua cidade hospedado no Hotel Galli, venha me ver pra nos conhecermos. Tremi toda, meu coração batia rápido e fiquei sem reação. O que fazer agora?Apesar dos meus desejos eu não estava preparada pra me encontrar com ninguém, tudo era virtual e imaginário mas de repente surgiu a oportunidade de realizar meus desejos mais íntimos. Li e reli o e-mail várias vezes e resolvi que não era hora e escrevi um e-mail com uma desculpa de um compromisso inadiável e dispensei o encontro. Depois de enviado fiquei me remoendo por ter perdido a oportunidade e fui para o colégio. Nem consegui prestar atenção na aula e quando cheguei em casa fui verificar meus e-mails como sempre e o Jorge tinha escrito: querida Karine, entendo os seus motivos pra não me encontrar mas não se preocupe pois só quero te ver e conversar um pouco com você, não farei nada para magoá-la, confie em mim. Estarei aqui até amanhã de manhã, venha me ver mesmo que para um rápido café... P.S.: avisei o recepcionista que receberei uma encomenda de um jovem e caso ele apareça era pra conduzir ao meu encontro, traga algum envelope ok? Beijos!!!Eu estava mais confortável agora, me sentia mal por magoar aquele homem maravilhoso mas ele sempre simpático sabia como conduzir uma mulher..rsss... fiquei pensando um pouco e fui dormir decidida a encontrar com o Jorge na outra manhã. Acordei cedo, tomei um banho e fui ao encontro do Jorge, cada vez que chegava mais perto do hotel, meu coração parecia sair pela boca, minhas pernas tremiam mas eu estava decidida. Bem, me dirigi a recepção com um envelope na mão e logo fui encaminhada a sala do café. O recepcionista me indicou a mesa que Jorge estava. Ele me recebeu com um belo sorriso, era mais lindo que eu imaginava, demonstrava confiança,falava bem e me convidou a sentar. Entreguei o envelope a ele, ele me agradeceu e começamos a conversar.

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Ele me elogiou dizendo que eu aparentava bem mais nova que a idade verdadeira e também meu porte físico tipo mignon, dizia que era do jeito que ele imaginava. Conversamos por no máximo 30 minutos pois ele já estava de saída, pediu pra eu acompanhá-lo até a garagem pois tinha um presente pra mim. Me entregou uma caixa e um cartão e nos despedimos e combinamos de nos encontrar na net outro dia. Fiquei pensando o que poderia ter naquela caixa e fui pra casa. O cartão dizia: “Quero que você seja uma linda menina!!!!” Ao abrir a caixa encontrei uma mini-saia, blusinhas, dois conjuntos de lingerie lindos e uma sandália de salto mais um kit de maquiagem. Nossa, fiquei fascinada e logo fui me despir pra experimentar meus presentes. Adorei todos, todos do meu número, caíram como uma luva. Me esbaldei em frente ao espelho desfilando solitária. Outro dia nos encontramos na net e agradeci os presentes, ele me perguntou se tinham ficado bem em mim e eu respondi que sim, que estavam ótimos. Ele disse que adoraria me ver usando os presentes qualquer dia e respondi que me montaria com ele com muito prazer. Na outra semana ele me envia um e-mail que dizia: estou em sua cidade e ficarei até amanhã, adoraria ver você montada!!! Traga suas roupas e monte-se aqui no hotel... fiquei com medo mas eu queria me mostrar montada pra ele e fui pra lá. Coloquei as roupas na minha mochila do colégio e fui para o banho. Me lavei e aproveitei pra aparar os pelinhos da virilha, eu sempre deixava bem desenhada mas resolvi dar um retoque e deixar só um triangulo bem pequeno. Passei um hidratante perfumado por todo o corpo e fui ao encontro do meu amado. Como da outra vez o recepcionista me orientou a ir ao apartamento do Sr. Jorge e fui lá. Bati na porta e ele me esperava com uma garrafa de vinho. Conversamos alguns minutos e pedi licença pra me montar. Não sei quanto demorei, se foi uma ou duas horas mas sabe como é uma mulher se aprontando não é...rssss.... Quando voltei toda montada com maquiagem e tudo mais o Jorge se surpreendeu, me elogiou e ficou me olhando por todos os ângulos. Ficamos conversando e logo senti suas mãos em minhas coxas. Minhas pernas tremiam enquanto eu pensava: “Será que vai ser hoje? Ai, e se doer, nossa, mas to com tanto desejo”. Deixei ele me apalpar um pouco e me levantei deixando ele sentado. Comecei a simular um streap-tease e ele estava de queixo caído. Fiquei rebolando na frente dele e ele me puxou ao seu encontro e senti sua vara dura na minha bunda, fiquei rebolando naquela delícia enquanto suas mãos percorriam meu corpo e sua boca dava beijos em meu pescoço. Eu estava totalmente dominada e logo estávamos nos beijando. Fiquei só de lingerie e com as sandálias provocando ele que já tirava seu mastro pra fora da calça e se masturbava. Caí de boca e comecei a chupar como nos velhos tempos na época da auto elétrica mas tinha certeza que aquela noite seria diferente. Logo ele me posicionou de bruços e começou a beijar a minha bundinha, afastou a minha calcinha e com o dedo lubrificado começou a me penetrar. Nossa, eu estava no céu, ele sabia muito bem como me deixar louca. Foi me acostumando com seus dedos até que ele se posicionou atrás de mim e senti a cabeça do seu pau quente na minha portinha dos fundos. Com muita experiência e paciência ele foi colocando em minha gruta e eu sentia sendo aberta. Até a cabecinha entrar doeu mas logo foi ficando gostoso e fui sentindo cada centímetro me rasgando. Quando senti o seu saco bater na minha bunda gritei gostoso, ele puxou minha cintura com o pau todo dentro de mim e me posicionou de quatro. Nossa, como foi delicioso, ele bombava devagar no começo e logo eu estava empurrando minha bunda ao encontro daquele pau delicioso. Ficamos transando como loucos até gozarmos satisfeitos. Não queria que aquela noite acabasse e dei pra ele até não agüentar mais. Já de madrugada depois de um cochilo voltei pra minha vida de sapo e a magia acabou mas mesmo assim ele me beijou na boca e apertou minha bunda me chamando de gostosa e que logo voltaria pra me comer novamente. Foram vários meses de transas, nos encontrávamos de 2 a 3 vezes ao mês mas o destino acabou nos separando. Acabei passando em um vestibular fora e o Jorge fora transferido para o Chile e aí ficou difícil nos relacionar mas sempre que penso em minha primeira vez é do Jorge que me recordo.
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O prefeito, o pastor e a ex-travesti


O prefeito, o pastor e a ex-travesti

Acapa

Você leu aqui no A Capa sobre o que aconteceu no domingo (4/10) na cidade de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Leu também o resumo que nosso site publicou da entrevista do prefeito José Camilo Zito (PSDB/RJ) à revista Época: ele prometeu cancelar, novamente, a Parada do Orgulho LGBT da cidade, marcada para o dia 15 de novembro. Segundo o prefeito, não houve cancelamento simplesmente porque não houve agendamento do evento. Segundo ele, a militância não enviou ofício algum pedindo a realização do evento. Contudo, no jornal da televisão, outro argumento foi usado: a Parada LGBT de Duque de Caxias desagrada as "famílias" e as igrejas evangélicas da cidade. Para mim, está ai a real motivação que levou o prefeito Zito a cancelar a Parada.

"Zito precisa urgente de uma aula sobre a laicidade do Estado", comentou um leitor do A Capa. Tem razão! Além disso, o guarda municipal que virou prefeito da sua cidade precisa entender que ele governa para todos os cidadãos caxienses, entre eles, gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais e, por isso mesmo, não deveria fazer isso com a gente que o tirou da Guarda Municipal e o colocou no Gabinete do Poder Executivo Municipal. Ele não foi eleito apenas pelo voto evangélico! Foi eleito pelo povo de Caxias; eu mesmo conheço gays e lésbicas que nele votaram; claro, estão "pra lá" de arrependidos! Sem neuras, o erro também é pedagógico!

O prefeito Zito também deve entender que o que ele fez foi inconstitucional, pois proibiu a liberdade de expressão de cidadãos e cidadãs do Brasil. Deveria se envergonhar por não cumprir a lei maior do nosso país, ao invés de dizer que fará a mesma coisa no dia 15 de novembro! Como ele mesmo disse na entrevista, ele nada tem a ver com a orientação sexual alheia, tem que respeitar. Contudo, tem também que respeitar a lei que o ordena a não cassar de cidadão algum o direito da livre expressão. Quanto às igrejas, homossexual algum, ao menos os que conheço e que residem em Caxias, tentaram proibir, ao arrepio da lei, a liberdade de expressão desses cidadãos crentes quando vão às ruas na "Marcha pra Jesus". Igualdade, minha gente, eis um dos princípios norteadores da nossa lei maior! Sei que estou "chovendo no molhado", mas diante de fatos como esse, é preciso lembrar: leis são feitas para serem cumpridas; quem não as cumpre, está sujeito às penalidades que tais leis prescrevem. Penalidade máxima no prefeito Zito!

À princípio pode parecer que nada tem a ver com o que ocorreu em Caxias e o pastor carioca Silas Malafaia, da Assembleia de Deus da Penha. Realmente, ele lá não estava apoiando o prefeito Zito, pelo menos não o vi! Contudo, assisto, por dever de ofício, o programa "Vitória em Cristo" do pastor Silas Malafaia todos os sábados e posso dizer com certeza: Silas Malafaia tem tudo a ver com o que ocorreu em Caxias!

O pastor Silas está mais de uma década nas manhãs dos canais abertos da TV brasileira. Nesses anos todos, Silas usou várias vezes a sua tribuna televisiva, talvez o programa evangélico mais assistido no Brasil, para falar sobre "homossexualismo" (sic). Não foi diferente no sábado, 10/12/2009. Desde o sábado anterior, Silas divulgou que levaria ao seu programa algo "imperdível, polêmico": a ex-travesti Joide Miranda.

O pastor Silas concedeu, generosamente, um longo tempo do seu programa a "ex-travesti" para que esta falasse ao Brasil o seu "testemunho de conversão". Todos os clichês sobre a homossexualidade estavam ali na fala do Joide: pai ausente e violento (além de alcoólatra), mãe de forte personalidade, abuso sexual infantil (por um advogado vizinho, aos seis anos de idade), a vida adulta como travesti que usava drogas, roubava e se prostituía em São Paulo, Rio de Janeiro, Roma, Paris, Milão e outras terras europeias, a solidão existencial nas madrugadas quando chegava do trabalho, as intrigas e maldades de um "mundo cão". Teve de tudo: glamour, dinheiro, sexo à rodo, drogas e rock'n'roll. Com as orações da mãe, que se tornara evangélica, depois de uma visita a esta, converteu-se a igreja evangélica, transformou-se, casou (aliás com uma linda mulher) e hoje "está liberto". Corre o mundo com seu testemunho e já deve ter vendido toneladas de DVD sobre a sua vida na intenção de "ganhar outros travestis e gays para Jesus". Declarou: "Ninguém nasce gay. O Diabo é que nos transforma. Jesus nos liberta, é possível".

Os piedosos crentes foram às alturas com o testemunho de Joide, basta ver no seu site os comentários sobre tão glorioso dia. Contudo, Silas Malafaia não dá ponto sem nó, é esperto demais para isso e só ficamos cientes do motivo do tema do programa naquele dia e da presença de Joide Miranda no finalzinho do programa: Silas foi denunciado ao Conselho Federal de Psicologia (ele é psicólogo) e ao Ministério Público pela militância LGBT. Com um exemplar da Constituição Federal do Brasil nas mãos, declarou que primeiro não era doente para ser homofóbico; segundo, que a lei lhe garantia liberdade de expressão e religiosa e que de acordo suas convicções pessoais, formadas pela religião fundamentalista, ele pode dizer o que quer a respeito do "homossexualismo" (sic). Terceiro que os LGBTs estavam tentando criar uma cidadania de "primeira classe" com a tentativa da aprovação do PLC 122 (ele leu alguns artigos do PLC, contudo, ninguém o avisou que os artigos que leu já foram alterados pelo substitutivo a ser votado) e, por fim, que ninguém, jamais, o calaria! Berrou em tom de ameaça: "Aviso: contratem os melhores advogados, pois eu contratarei os tops, não os chaves de cadeia, pois vou com tudo pra cima de vocês".

As opiniões do pastor Silas Malafaia, reverberadas ao nível do cansaço em seus muitos anos na televisão brasileira, vão muito além do seu direito à liberdade de expressão, pois são ofensivas. Em palestras que podem ser adquiridas em seu site, você pode ouvi-lo declarar coisas como: "se uma prostituta deixa de se prostituir; se um cheirador (sic) de cocaína deixa de cheirar; se um ladrão deixa de roubar; um homossexual pode deixar o homossexualismo (sic)". Ele compara num só fôlego os LGBTs com outros cidadãos marginais, vítimas de uma sociedade injusta e voraz, lançando mais preconceitos sobre esta parcela da sociedade brasileira.

Quem assiste ao programa "Vitória em Cristo" do Pastor Silas Malafaia? As "famílias" de Duque de Caxias, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraíba, Rondônia, Rio Grande do Sul e do Norte e todos os demais estados brasileiros, do Oiapoque ao Chuí! Ou seja, as "famílias" ouvem barbaridades como essas, além de testemunhos como os de Joide Miranda há mais de uma década! Junte a isso o simbolismo forte do título de "pastor" mais a Bíblia Sagrada. O que temos como resultado? A disseminação exponencial do preconceito contra LGBT: homofobia. Silas chama isso de "direito à liberdade de expressão"!

O resultado da disseminação de uma ideologia cristã fundamentalista e homofóbica estão aí, para todos enxergarem: pais que expulsam seus filhos dos lares, intolerância nas escolas em relação aos LGBTs, agressões verbais e físicas contra essa população, assassinatos cruéis, suicídios e... Paradas canceladas com argumentos como os usados por José Camilo Zito. Nós não podemos nos calar mais! Se é isso que Silas Malafaia e sua gente chama de liberdade de expressão, precisam aprender com a lei o que é, realmente, liberdade de expressão no contexto de um Estado de Direito e nem precisamos aqui do PLC 122 aprovado, basta a mesma Constituição que ele tinhas nas mãos!

Outra coisa: canal de televisão, no Brasil, é concessão pública. O Ministério Público tem o dever de fiscalizar o uso dessa concessão. O Pastor Silas Malafaia crê que está dentro da lei para dizer o que diz a respeito dos homossexuais. Contudo, a nossa lei diz que não será tolerado no Brasil nenhum tipo de discriminação! Nenhum! E é só isso que a gente vê e ouve no programa do Pastor Silas quando ele resolve falar dos LGBTs, ainda que o discurso venha encapado de "amor". Amor?! Não, ódio disfarçado de discurso amoroso, mau uso das Escrituras Cristãs numa interpretação literal e fundamentalista; no dia em que as famílias brasileiras não terem mais acesso aos programas de televisão como este, não tenho dúvidas que o preconceito por orientação sexual e gênero, diminuirá muito no nosso país. A civilização agradece!

* Márcio Retamero, 35 anos, é teólogo e historiador, mestre em História Moderna pela UFF/Niterói, RJ. É pastor da Comunidade Betel do Rio de Janeiro - uma Igreja Protestante Reformada e Inclusiva -, desde o ano de 2006. É, também, militante pela inclusão LGBT na Igreja Cristã e pelos Direitos Humanos. Conferencista sobre Teologia, Reforma Protestante, Inquisição, Igreja Inclusiva e Homofobia Cristã. Seu e-mail é: revretamero@betelrj.com.
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Entenda as principais motivações que levam uma pessoa a trair


Entenda as principais motivações que levam uma pessoa a trair

Traição

Infelizmente todos nós estamos sujeitos à traição amorosa: trair e ser traído. A infidelidade sempre acompanhou os relacionamentos amorosos. Nenhuma sociedade conseguiu erradicá-la, mesmo aquelas que tomaram medidas extremas com este propósito.

Geralmente a traição feminina é considerada mais grave do que a masculina. Segundo Laura Betzig, uma antropóloga americana que realizou um estudo internacional sobre este tema, em todas as sociedades onde há punição para a traição, esta recai mais fortemente sobre as mulheres do que sobre os homens ou, no máximo, o seu grau de severidade é igual para ambos os sexos.

As medidas contra a traição podem ser classificadas como preventivas ou punitivas. Exemplos de medidas preventivas e punitivas adotadas em várias culturas: Medidas preventivas contra a traição feminina: obrigar as mulheres a esconder todo o corpo e boa parte do rosto para “evitar tentar os homens”; obrigá-las a usar cinto de castidade; restringir qualquer tipo de relacionamento com não aparentados do sexo oposto. Exemplos de medidas punitivas: conceder ao traído o direito de matar os traidores (“lavar com sangue a desonra sofrida”); apedrejamento dos infiéis pela comunidade; extirpação do nariz da traidora e ameaça do fogo do inferno para quem cometer esse tipo de pecado.

Estas medidas preventivas e punitivas nunca foram muito eficazes para coibir a traição, o que faz pensar que existam forças muito poderosas que a favorecem. Vamos examinar agora algumas destas forças.

Sentir atração por terceiros é inevitável e não é traição

Sentir atração e começar a ser assaltado por pensamentos eróticos e românticos por outras pessoas, além do parceiro oficial, não é necessariamente traição. Esses sentimentos e pensamentos são evocados automaticamente pela presença de pessoas bonitas, charmosas e que possuam sex appeal e, por isso, é impossível impedi-los. Quem assume um compromisso de exclusividade amorosa com uma pessoa não fica cego e surdo para outras que possuam esses atrativos. A traição começa a acontecer quando quem sente esse tipo de atração não tenta controlá-lo e, pelo contrário, alimenta-o, permitindo que ele se desenvolva. A traição também começa a ganhar corpo quando quem sente esse tipo de atração começa a agir de modo a verificar se ele é retribuído pela outra pessoa ou tenta criá-lo e amplificá-lo.

Como definir a traição?

Não há acordo sobre os critérios que devem ser usados para identificar a traição. Esse desacordo acontece tanto entre os estudiosos desse tema como entre as pessoas comuns. Por exemplo, algumas pessoas acham que flertar com desconhecidos, praticar sexo virtual na Internet, fantasiar com outro parceiro durante a masturbação ou durante o sexo com o próprio parceiro e cultivar paixonites por outros parceiros não são traições. Outras pessoas, no entanto, consideram todos esses atos como formas de traição.

O engano do parceiro na área romântica ou sexual é o principal ingrediente da traição. A traição não pode ser definida apenas pela fantasia ou prática de ações românticas e sexuais com parceiros não oficiais. Por exemplo, na nossa sociedade quase ninguém considera traição assistir filmes, peças teatrais e novelas e deleitar-se com a beleza dos atores e com os atos românticos e libidinosos que eles praticam enquanto atuam. Pelo contrário, geralmente esses espetáculos são assistidos em público e na companhia do parceiro! Até mesmo a prática sexual com outros parceiros pode não ser traição. Por exemplo, quando ambos os parceiros concordam em ter um “casamento aberto”, onde ambos poderão ter outros parceiros românticos e sexuais ou quando ambos aderem à troca de casais ou ao sexo grupal, não há traição: nenhum parceiro está enganando o outro.

Esse tipo de engano pode ser perpetrado de três formas:

Tomar precauções para manter ocultos atos amorosos condenáveis praticados com uma terceira pessoa. Por exemplo, marcar um encontro com essa pessoa em um local não frequentado por conhecidos.
Omitir informações comprometedoras. Por exemplo, deixar de relatar para a esposa conversas picantes que teve com uma colega.
Elaborar ativamente uma mentira. Por exemplo, dizer para a esposa que foi a uma reunião de negócios quando, de fato, foi ao motel com uma amante.

Por que ocorre a traição?

A traição tem múltiplas causas. Geralmente diversas delas contribuem simultaneamente para a ocorrência de cada caso de infidelidade. As principais dessas causas são as seguintes:

Predisponentes para a traição
Os predisponentes são características pessoais, herdadas ou adquiridas durante o desenvolvimento, que aumentam as chances da traição por parte dos seus portadores. Existem vários tipos de predisponentes desse tipo. Os principais deles são os seguintes:

Predisposição biológica para a poligamia. Os psicobiólogos apresentaram evidências bastantes convincentes de que a nossa espécie é moderadamente poligâmica. Por exemplo, a maioria das culturas aprova a poliginia (um homem e várias mulheres). Os seguidores dessa teoria também apontam várias vantagens evolutivas para a poliandria (uma mulher e vários homens). Por exemplo, Helen Fisher, no seu livro “Anatomia do Amor”, afirma que a poliandria traz os seguintes benefícios para as mulheres: diversidade genética da prole; proteção por parte de diversos homens; vantagens materiais propiciadas pelos diversos parceiros e maior facilidade de reposição do parceiro quando há abandono ou morte do parceiro oficial.
Estilo de amor tipo ludos. Existem diversos estilo de amor. Aquelas pessoas que têm o estilo ludos têm prazer na conquista, podem ter vários namorados simultâneos e perdem o interesse pelo parceiro assim que os conquistam. (Ver a descrição dos estilos de amor no meu livro “O Mapa do Amor”).
Alto grau de herotofilia. Uma percentagem de homens e mulheres tem um altíssimo interesse por sexo. Uma parte destas pessoas necessita de um contexto afetivo para praticar o sexo. Outra parte desenvolve um grande interesse por diversos tipos de manifestações sexuais, sejam elas acompanhadas ou não pela afetividade. Estas pessoas gostam, por exemplo, de sexo por sexo, filmes eróticos e sexo em grupo.

Relacionamento insatisfatório com o “parceiro oficial”
Aquelas pessoas que têm um mau relacionamento com o parceiro oficial têm mais chance de trair. Esta chance ainda é maior quando este relacionamento não satisfaz as suas aspirações românticas e as suas necessidades sexuais. No primeiro caso, existe uma carência afetiva e o carente pode se tornar uma presa fácil daqueles que acenam com a sua satisfação. As necessidades sexuais são poderosas propulsoras da procura por satisfação, mesmo que esta seja alcançada com outro parceiro.
Um bom relacionamento diminui as chances da traição, mas não as elimina. Da mesma forma, o amor diminui as chances da traição, mas também não as elimina – ao contrário do que afirma o ditado popular, quem ama pode trair sim, principalmente quando o amor já existe há bastante tempo (mais que cinco anos, segundo algumas estimativas). Mesmo quando há amor e um bom relacionamento, a traição ainda pode acontecer porque ela pode ser motivada pelos outros fatores que estão sendo descritos neste tópico.

Atração pelo novo
A explicação mais simples para os motivos da traição é aquela que afirma que paquerar, seduzir e transar com um novo parceiro é gostoso, excitante e bom para a auto-estima. O efeito motivador que é provocado por um novo parceiro já foi relatado, inclusive, em outras espécies de animais e recebeu diversos rótulos, tais como “efeito Coolidge”, “efeito da novidade” e “efeito carne fresca”. Por exemplo, um rato que acabou de copular com uma parceira até perder o interesse, recomeça a copular quando tem acesso a uma nova parceira. Isto acontece mesmo quando esta nova parceira também copulou recentemente com outro parceiro e, por isso, não estaria mais interessada em sexo do que a ex-parceira deste rato que recomeçou a copular com ela. Uma analogia com a comida ajuda a entender este tipo de motivação: uma pessoa que acabou de comer e está satisfeita pode aceitar mais comida, caso lhe seja oferecido um novo alimento que desperte o seu apetite.

Atração pelo proibido
O próprio ato de trair pode ser atraente. A sensação de fazer algo proibido e perigoso pode servir como estimulante do desejo para certos tipos de pessoas. Este efeito já foi descrito através da expressão “o fruto proibido é mais gostoso” e recebeu o nome “Efeito Romeu e Julieta” (como se recorda, estes dois personagens não podiam se apaixonar um pelo outro porque suas famílias eram inimigas).

A ocasião faz o traidor
Quando situação é motivadora, permissiva e oferece grandes tentações, aumentam as chances de traições. Por exemplo, acontecem muitas traições quando as pessoas estão fora do local onde são conhecidas (por exemplo, quando estão em outra cidade e quando estão participando de congressos e convenções). Também existem muitas traições quando pessoas que são sexualmente compatíveis convivem no dia-a-dia. Um estudo realizado pela famosa sexóloga americana Shere Hite constatou que mais de 60% das pessoas que trabalham juntas já tiveram algum tipo de envolvimento romântico ou sexual. Um estudo que realizei em quatro cidades brasileiras confirma o achado desta autora: uma grande quantidade de namoros começa entre pessoas que já se conheciam (37%) ou que foram apresentadas (32%).

Motivos indiretos da traição
A traição pode ser motivada por outros fatores não relacionados com a atração romântica e o desejo sexual. Por exemplo, a traição pode acontecer porque a pessoa não consegue resistir a um assédio (teme frustrar o assediante), por vingança (pagar da mesma moeda), para obter benefícios (transou com o dono da empresa para obter benefícios), melhorar a auto-estima (“Meu marido nunca me elogiava e o parceiro com quem o traí me cobria de lisonjas”), curiosidade (“Queria experimentar para ver se gostava”) e influência de conhecidos (“Todas elas tinham amante e me incentivaram a fazer o mesmo”)

Ausência de inibidores mais poderosos do que os motivadores
Os inibidores da traição podem ser classificados como externos ou internos.
– Inibidores externos. Quanto menos medo uma pessoa tem das conseqüências que poderão lhe ser impostas, tanto pelo parceiro traído quanto por terceiros, maior a chance de ela trair. Por exemplo, quem acha que pode arranjar facilmente um parceiro tão ou mais atraente do que o atual terá menos medo de ser abandonado, caso seja pego traindo, do que quem não pensa assim.
– Inibidores internos. As pessoas que tem menos restrições morais, éticas e religiosas contra a traição têm mais chance de trair.

Quanto mais predisponentes uma pessoa tiver e quanto mais intensos eles forem, maior a probabilidade de ela trair.

Custos da traição

Raramente a traição compensa, ou seja, geralmente ela traz mais custos do que benefícios. Isto parece ainda ser mais verdade com a traição contumaz ou quando a traição se transforma em um “caso” duradouro entre duas pessoas. Vamos examinar agora os principais custos da traição.

Os custos superam os benefícios
Nem tudo é um mar de rosas para aqueles que traem. Entremeados com os sentimentos positivos freqüentemente estão presentes os sentimentos de culpa e o medo das conseqüências. Aquelas pessoas que possuem valores morais, éticos e religiosos contra a traição não se sentem bem quando traem e se autocondenam por fazerem isso.
Quando a traição perdura e se transforma em um “caso”, os seus custos geralmente superam os seus benefícios. A relação entre os amantes vai se parecendo cada vez mais com os relacionamentos oficiais, com a diferença que não possuem muitos dos benefícios que estes oferecem. Por exemplo, nos “horários nobres” os amantes nunca estão juntos: viagens de férias, fins de semana, festas de fim de ano. Os amantes estão sempre se escondendo e passando por situações humilhantes. O ciúme logo aparece. As seguintes frases são muito comuns entre aqueles que estão envolvidos neste tipo de situação “Você comprou um carro novo para ela?”, “Vocês continuam a transar?”.

Deterioração da qualidade dos relacionamentos
Quando um parceiro se interessa fortemente por um terceiro, isto faz com que ele perca o envolvimento e energia em relação ao parceiro oficial e este desinteresse faz com que este parceiro se sinta desprezado, desatendido e desconsiderado. O relacionamento se torna pouco estimulante, a atração sexual e romântica diminui muito e o clima negativo se instala (quantidade excessiva de brigas ou brigas com ações muito graves). Muitas vezes aquele que está traindo perde o desejo sexual pelo parceiro oficial. Um dos motivos desta perda do desejo é o sentimento de fidelidade que muitos amantes desenvolvem entre si e, por isso, não sentem desejo pelo parceiro oficial.

A traição é uma das principais causas de separações
Segundo Laura Betzig, a antropóloga americana citada acima, a traição é a principal causa mundial das separações. (Outras duas causas importantes das separações são o esvaziamento do relacionamento e a esterilidade). Apesar de a traição ser uma das principais causas das separações, isto não significa que todas as traições redundem em separações. Pelo contrário: uma pesquisa americana verificou que cerca de 90% dos casamentos sobrevivem às traições.

Perda da confiança no traidor
Após uma traição, o relacionamento dificilmente volta a ser o mesmo que era antes deste acontecimento. A maior alteração é a diminuição da confiança que o traído deposita no traidor. O seguinte relato ajuda a ter uma idéia das dimensões da desconfiança gerada por uma traição.

Karina, uma ex-paciente, confiava cegamente no marido. Um dia ela, sem querer e sem que ele percebesse, ouviu-o falando no telefone de uma forma obviamente amorosa. Começou então a ficar desconfiada e acabou descobrindo que estava sendo traída. Como estavam casados há muito tempo, tinham filhos pequenos e ele era uma ótima pessoa em muitas outras áreas. Então, ela não conseguiu terminar o relacionamento. No entanto, a partir deste acontecimento, ela passou a desconfiar de tudo o que ele fazia ou deixava de fazer. Por exemplo, se ele lhe dava um presente, ela suspeitava que ele estava fazendo isso porque se sentia culpado. Se ele passava algum tempo sem presenteá-la, ela achava que ele não gostava mais dela. Se ele a convidava para acompanhá-lo em uma viagem de negócios, ela suspeitava que ele estivesse querendo deixá-la segura para que ela se tornasse menos vigilante e, aí, ele pudesse voltar a traí-la. Se ele não a convidava para este tipo de viagem, ela achava que ele iria com a amante. E assim por diante! Nada conseguia aplacar sua desconfiança e insegurança. Este estado persistiu, sem arrefecer, por mais de um ano. A vida dos dois ficou um inferno.

Este relato dá uma idéia da tortura que passa aquele que foi traído e o inferno que se transforma a vida daquele que traiu. Quando a traição acontece num momento em que existem poucos compromissos, como no início de um namoro ou quando o casal não tem filhos, as chances de o relacionamento terminar são maiores, obviamente.

Creio que não vale a pena trair. O melhor é investir no relacionamento. Caso mesmo assim ele não dê certo, o melhor é terminá-lo. A integridade pessoal é um bem muito valioso!


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CANADÁ: Professor despedido por ser transexual

A imagem “http://www.cbc.ca/gfx/images/news/photos/2009/10/01/buterman-cbc-091001.jpg” contém erros e não pode ser exibida.

CANADÁ: Professor despedido por ser transexual

Transfofa para PortugalGay.pt NotíciasPortugalGay.PT

CANADÁA Greater St Albert Catholic school despediu o professor Jan Buterman ao saber que era transexual.

Ao informar os superiores que sofria de transtorno de identidade de género, a reacção foi muito calma. Mas pouco depois de esclarecer que o tratamento envolvia uma transição de mulher para homem, foi despedido.

"Desde que fez a escolha pessoal de mudar de género, o que é contrário aos ensinamentos católicos, fomos forçados a removê-lo da nossa lista de professores substitutos", escreveram da escola a Butterman numa carta em Outubro de 2008. A razão citada na carta é que "os ensinamentos da Igreja católica dizem que não se pode mudar de género. o género com que se nasce é considerado como o que Deus escolheu para sermos".

A 1 de Outubro de 2009 Butterman apresentou uma queixa à Alberta Human Rights Commission contra a Greater St Albert Catholic school. É apoiado pela Alberta Teachers' Association e representado pelos seus advogados.

Num caso anterior, em 1991, Delwin Vriend foi despedido do King's College em Edmonton por ser gay. Tentou apresentar queixa à Alberta Human Rights Commission sem sucesso devido à legislação existente na altura na província canadense que não protegia os cidadãos de discriminação com base na orientação sexual. Vriend levou Alberta ao Supreme Court of Canada, que decidiu em 1998 que as províncias não podem excluir gays e lésbicas da legislação de direitos humanos.
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O decote que fica bem em todas as gordinhas

O decote que fica bem em todas as gordinhas

Fonte: Blog Gordinhas Lindas - Texto escrito pela colunista de moda Litha Bachi.

Moda para gordinhas

Raramente podemos eleger uma peça de roupa ou corte como uma peça que não tem erro. Normalmente as pessoas têm corpos muito diferentes, numa fica bem, noutra não.Mas o decote em V foi elegido como o decote que fica bem em todas as gordinhas (tendo seios fartos não tem erro!). Mas por que ele é perfeito pra todas? Primeiramente, porque alonga a silhueta, criando uma linha vertical bem ao meio do corpo. Depois, porque, é claro, ele valoriza uma região que praticamente toda gordinha tem como parte mais bonita do corpo: o colo.

Para as mais ousadas, um V profundo; para as mais recatadas, vale um decote menos profundo ou uma regatinha por baixo em outra cor, o efeito será o mesmo e a segurança será garantida.

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BDSM Art...

Não há como negar que essas imagens realmente provocam.

Coletei no blog Arte BDSM:





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Mulher do futuro será menor, mais gordinha e mais fértil, diz estudo


Mulheres do futuro serão levemente mais baixas e rechonchudas, terão corações saudáveis e um tempo reprodutivo mais extenso - Foto: modelo plus size Mayara Russi

Mulher do futuro será menor, mais gordinha e mais fértil, diz estudo

Do Bol News

As mulheres do futuro serão levemente mais baixas e rechonchudas, terão corações saudáveis e um tempo reprodutivo mais extenso. Estas mudanças são previstas a partir de extensas provas para documentar que o processo evolutivo ainda atua sobre os humanos.

Os avanços médicos significam que muitas pessoas cuja morte ocorreria durante a juventude agora vivem até a terceira idade. Isso leva a uma crença de que a seleção natural não afeta seres humanos e que estes, portanto, pararam de evoluir.

"Isso é simplesmente falso", disse Stephen Stearns, biólogo evolucionista da Universidade de Yale. Ele afirma que, embora as diferenças na sobrevivência já não possam mais selecionar aqueles com maior aptidão e seus genes, as diferenças na reprodução ainda podem. A questão é se mulheres que têm mais crianças possuem esses traços distintivos, que elas repassariam aos seus descendentes.

Para desvendar a questão, Stearns e seus colegas trabalharam com dados do Framingham Heart Study, que trazia o histórico médico de mais de 14 mil residentes da cidade de Framingham, Massachusetts, desde 1948 --que englobam três gerações em algumas famílias.

Passando adiante

A equipe estudou 2.238 mulheres que haviam passado da menopausa, e então cruzaram os dados com as respectivas vidas reprodutivas. Para este grupo, a equipe de Stearns testou a altura, peso, pressão arterial, colesterol e outras características correlacionadas com o número de crianças a que elas deram a luz. Eles controlaram alterações devido a fatores sociais e culturais, para calcular o quão forte é a seleção natural para moldar estas características fisiológicas.

Muito, segundo se confirmou. Mulheres pequenas e mais gordas tendiam a ter mais crianças, em média, mais altos e mais magros. Mulheres cujos colesterol e pressão eram baixos também tinham mais filhos, e --não surpreendentemente-- tiveram seu primeiro na juventude e entraram na menopausa mais tarde. A surpresa foi que estas características foram passadas para suas filhas que, por sua vez, também tiveram mais crianças.

Caso a tendência persista por dez gerações, calcula Stearns, a mulher média em 2409 será 2 cm mais baixa e 1 kg mais pesada do que ela é atualmente. Ela dará a luz ao seu primeiro filho cinco meses mais cedo e entrará na menopausa dez meses mais tarde, em relação à média atual.

Decodificação de cultura

É difícil dizer o que direciona para estas características, e discernir se elas estão sendo disseminadas por genes de mulheres, mas, pelo fato de Stearns controlar muitos dos fatores sociais e culturais, é provável que isso tenha resultado em um documento genético, em vez de um trabalho acerca de evolução cultural.

Não é o primeiro estudo concluindo que a seleção natural está "operando" nos humanos atualmente; a diferença é que muitos dos trabalhos anteriores foram concluídos de diferenças geográficas nas frequências de genes, e não de avaliações diretas do sucesso reprodutivo. Isso deixa o estudo de Stearn como, talvez, a mais detalhada medição da evolução humana atual.

"É interessante que o quadro biológico subjacente ainda é detectado sob a cultura", diz ele. Análises a longo prazo de outros conjunto de dados médicos pode jogar mais luzes sobre a interação entre genética e cultura.
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Entrevista com a modelo plus size Mayara Russi

Entrevista com a modelo plus size Mayara Russi

Blog das Gordinhas Lindas

Gordinhas lindas: Como você começou a sua carreira como modelo? Quanto tempo faz?

Mayara Russi: Comecei minha carreira há quase seis anos, levei a sério com uma abordagem na rua e desde lá, foi só alegria.

Gordinhas lindas: O que você acha do mercado da moda em relação a modelos plus size? Você sente que existe preconceito?

Mayara Russi: Existe muito preconceito ainda, mas muito menos do que na época em que comecei..

Gordinhas lindas: Qual a dica que você dá para quem está começando a carreira? O que se deve fazer para ser uma modelo plus size, quais os passos ?

Mayara Russi: Primeiro lugar estar bem com você mesmo. Depois vem a beleza é claro, o profissionalismo, o cuidado com o corpo e a pele, a fotogênia, a simpátia, todo esse conjunto..

Gordinhas lindas: Como você sente a reação do público em relação a seu trabalho?

Mayara Russi: Sinto que muita gente está aprendendo a aceitar este mercado, dando valor as grandes mulheres, e realmente vendo que nós somos gordinhas, mas somos vaidosas, bonitas e nos preocupamos com a saúde.

Gordinhas lindas: Você tem alguma modelo em que se espelha ?

Mayara Russi: Pra ser bem sincera não, como comecei a muito tempo atrás e quase não haviam modelos no ramo, fui seguindo sempre o meu proprio estilo, é claro que sempre é bom ter umas dicas. Admiro muito Andrea Boschim e a Fluvia Lacerda.

Gordinhas lindas: Quais os cuidados que uma modelo deve ter?

Mayara Russi:Cuidados com a pele, com o corpo também, com a alimentação, com o cabelo, e principalmete com o piscologico.

Gordinhas lindas: A que você atribui seu sucesso? Quais suas qualidades profissionais?

Mayara Russi: Não digo sucesso, mas sim o reconhecimento das pessoas. Mas acho que devido ao amor que eu tenho pelo que faço, pro sempre almejar isso que estou vivendo, por ser mais profissional possivel.

Gordinhas lindas: Trabalhar como modelo plus size fez com que você mudasse a imagem sobre si mesma?

Mayara Russi: Sim, sem duvida nenhuma. Antes de começar nem gostava de ir nos lugares de vergonha. Hoje em dia ouso no visual me sinto linda e maravilhosa e isso também faz com que as pessoas reparem em mim com um ar diferente.

Gordinhas lindas: O cachê de modelo plus size é bom? Existe alguma diferença de cachê em relação a modelos magras?

Mayara Russi: Não vou dizer que não é bom, porque graças a Deus é isso que sustenta a mim e o meu filho, mas existe grande diferença para cachê das magras.

Gordinhas lindas: Que conselho você, como uma grande e reconhecida profissional no mercado plus size, daria para as modelos que estão começando agora?

Mayara Russi: Sejam vocês mesmas, não tentem passar a perna uma nas outras, nada de futrica, corram atrás do seu e acreditem no seu potencial e em Deus, que vocês chegam lá.

Entrevista realizada pela colunista e modelo plus size Graziela Barros.

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Mulheres bonitas intimidam

Homens perdem função cerebral diante de mulheres bonitas
Quando eles tentam impressioná-las, recursos cognitivos ficam comprometidos

Fonte: Minha Vida - Via Blog das Malvadas

Um estudo realizado pela Universidade de Radboud, na Holanda, e publicado no Journal of Experimental Social Psychology sugere que os homens "perdem a cabeça", quando estão na presença de uma mulher bonita. De acordo com os cientistas, o público masculino usa uma porcentagem tão grande da sua função cerebral ou de seus recursos cognitivos para impressionar a mulher que ficam restritos para realizar outras tarefas, por mais simples que elas sejam.

A pesquisa aconteceu com voluntários heterossexuais que precisavam soletrar um grupo de letras o mais rápido possível. Depois do teste, eles ficavam 7 minutos, em média, conversando com uma mulher bonita e atraente e então repetiam o teste em frente à mulher.

De acordo com os cientistas, quanto mais os homens tentavam impressionar a companheira, menor era a pontuação e a rapidez com que desenvolviam o teste, chegando a um número 30% menor na pontuação. De acordo com os pesquisadores, é possível afirmar que os homens apresentam um forte declínio cognitivo quando estão na presença de uma mulher bonita.

O mesmo teste também foi realizado com o público feminino. Porém, elas não apresentaram uma queda na pontuação e nem na velocidade das respostas dadas na hora do teste.
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Sobre este blog

Aqui eu não sou homem ou mulher. Sou um adepto do crossdresing. Sou uma Crossdresser - CD ou CDzinha. Desde os 9 anos, adoro lingeries e roupas sexyes. Levo uma vida normal masculina e tenho uma vida clandestina feminina.

Me proponho aqui a falar um pouco de tudo, em especial das Crossdressers, dos transexuais, dos Travestis e da enorme comunidade
LGBT existente em todo o mundo. Um estilo de vida complicado e confuso (para alguns)... Este espaço também se presta para expor a minha indignação quanto ao ódio e preconceito em geral.

Observo que esse é um blog onde parte do que aqui posto pode ser considerado como orientado sexualmente para adultos, ou seja, material destinado a pessoas maiores de 18 anos. Se você não atingiu ainda 18 anos, ou se este tipo de material ofende você, ou ainda se você está acessando a internet de algum país ou local onde este tipo de material é proibido por lei, NÃO siga 'navegando'.

Sou um Crossdresser {homem>mulher} casada {com mulher - que nada sabe} e não sou um 'pedaço de carne'.

Para aqueles que eventualmente perguntam sobre o porque do termo 'Crossdresser GG', eu informo que lógico que o termo trata das minhas medidas. Ja que de fato visto 'GG'. Entretanto alcunhei que 'GG' de Grande e Gorda, afinal minhas medidas numéricas femininas para Blusas, camisetas e vestidos são tamanho: 50 e Calças, bermudas, shorts e saias são tamanho: 50.

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