Uma Crossdresser Gordinha Complicada e Imperfeita

Fluvia Lacerda: A Gisele Bündchen tamanho GG

Fluvia Lacerda: A Gisele Bündchen tamanho GG

Do ClickPB

A brasileira Fluvia Lacerda, de 29 anos, usa manequim 48, tem 109 centímetros de busto, 89 de cintura e 121 de quadril. E o principal: é modelo. Renomada no mundo da moda dos Estados Unidos, chegou a ser considerada a "Gisele Bündchen plus size" quando iniciou a carreira. Agora, ela pede que as mulheres acima do peso sejam reconhecidas no Brasil. Confira a seguir a entrevista que a modelo concedeu de Nova York, onde mora, por telefone a VEJA.com.

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Como começou sua carreira?
Na época eu trabalhava como babá nos Estados Unidos e estava pegando um ônibus para voltar para casa. Uma mulher se aproximou de mim e perguntou se eu já tinha pensado em trabalhar como modelo plus size. Eu não sabia o que era, mas ela me deu um cartão e disse que eu deveria tentar, por conta do formato do meu corpo. Faz uns cinco anos agora.

A moda atende aos manequins das gordinhas nos Estados Unidos?
Sim, tanto aqui quanto na Europa. Temos muitas opções de roupa, modelos, peças estruturadas, tecido de mais qualidade. Os modelos são os mesmos que você compraria no tamanho 34 ou 38, só que eu posso encontrá-los também no meu tamanho, 48.

Por que as mulheres com sobrepreso têm conquistado espaço?
Quantas mulheres da América Latina entram em uma calça de tamanho 30? É irreal. Aqui (nos fluvia-lacerda.jpgEstados Unidos) e na Europa, a mulher reivindicou o direito de se sentir incluída. Elas querem se ver em campanhas de moda, abrir uma revista e encontrar uma mulher parecida com ela. Além disso, elas botaram a boca no trombone e o próprio mercado da moda se sentiu forçado a modificar certas coisas. Se isso não acontecesse, no fim das contas, esse mercado perderia consumidores.

O Brasil está acompanhando essa tendência?
Se compararmos a realidade americana com a brasileira, o movimento ainda é fraco. Eu costumava dizer que não tinha muito mercado no Brasil, mas percebi que agora existe esse movimento. Aos poucos, a consumidora brasileira vai reivindicar a chance de ter a mesma calça jeans das modelos em tamanhos maiores.

O que falta?
Começa com a própria visão de negócio das empresas. Acho que os empresários estão perdendo muito ao não reconhecer esse público, porque o Brasil tem essa demanda. Eu recebo centenas de e-mails de mulheres, de norte a sul do país, falando da dificuldade de achar roupa, do preconceito. As empresas precisam perceber que é um mercado muito lucrativo e favorável. E o preconceito do mundo da moda no Brasil precisa acabar.

Que preconceito?
Aqui nos Estados Unidos e na Europa, várias revistas populares entre as mulheres já usaram modelos plus size. Eles têm esse entendimento de que o mercado existe e que é bom mostrar isso de uma forma positiva, com um ensaio produzido, da mesma forma que fazem com modelos magras. No Brasil, por exemplo, quando tentamos conversar com uma revista popular, recebemos a resposta: "Nem pensar."

Por que existe esse medo? As modelos gordinhas poderiam espantar as leitoras?
Se você pegar uma modelo magra, sem maquiagem, vesti-la com uma roupa que nem a sua avó gostaria de usar, bater uma foto mal feita e publicar, provavelmente você terá um resultado ruim, uma imagem nada inspiradora. A ideia da moda é vender uma fantasia. Você precisa fazer a consumidora querer se vestir daquela forma. Tem milhares de mulheres acima do peso no Brasil. Eu não abraço a ideia de que você tem que ser gordinha, só acho que é preciso ser feliz com você mesma. Somos um povo altamente miscigenado e temos uma estrutura de corpo diferente. Se todas as mulheres da sua família têm quadril largo, é claro que você vai ter quadril largo. Se a maioria das marcas só vende peças até o número 42 ou 44, quantas dessas consumidoras conseguem comprar o que veem anunciado nas revistas?

Isso afeta a autoestima das pessoas?
Absolutamente. No Brasil, o preconceito é muito grande. As pessoas não se sentem intimidadas de olhar para você e falar: "Nossa, conheço uma dieta ótima", ou "Nossa, você ficaria tão melhor se perdesse alguns quilinhos". Como se fosse aquilo que validasse você como ser humano. Se você não se encaixa nesse padrão de beleza, você não existe. Quando vou para o Brasil, eu sou parada o tempo todo na rua. As pessoas me perguntam onde eu comprei minhas roupas. A mulher brasileira que está acima do peso não está acostumada a se ver de uma forma positiva. A gordinha é sempre engraçada ou a mais simpática e nunca é ligada à ideia de sensualidade ou beleza. Isso acaba com a autoestima das mulheres.

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Nos EUA e na Europa isso não acontece com tanta frequência?
Não, porque nós temos acesso a diversas imagens. O objetivo não é você sentar no sofá comer o dia inteiro e ser sedentária. O corpo humano foi feito para se mover, então vamos malhar. De qualquer forma, esse é o seu corpo, então se vista bem. Aqui nós temos acesso a imagens muito mais positivas, podemos ter roupas melhores. Se você acorda um dia e coloca uma roupa legal para ir trabalhar, naturalmente vai se sentir um pouco melhor, mais segura de si. Uma parte da nossa vida é o lance de se vestir bem. Quem gosta de se vestir mal? Então, aqui, a gente tem muito mais acesso a coisas que não fazem você se sentir um extraterrestre ou alguém sem valor, como se você só prestasse se fosse magra.

Você tem medo de passar uma imagem negativa?
Eu nunca passei a mensagem de que você precisa ser sedentária. Eu não levanto a bandeira do gordinho e, sim, da autoestima, porque é o que falta nas pessoas. Temos uma estrutura genética diferente. Você precisa se curtir do jeito que é. Eu sou ativa, nunca paro. Estou sempre viajando e malho todos os dias quando estou em casa. Então vale para os dois conceitos: não se deve passar fome e comer só um alface o dia inteiro, nem comer demais e não se cuidar.

Você se preocupa com a sua alimentação?
Eu me preocupo muito com a presença de produtos químicos na comida. Tenho uma horta no terraço do meu apartamento e consumo comida integral. Só não deixo de comer o que quero por causa das calorias. Não como comida empacotada, que é terrível para a nossa saúde. Confiro rótulo dos alimentos assim como leio bulas de remédio.

O que você acha de ser comparada a Gisele Bündchen?
Eu achei engraçado quando isso começou. Me sinto muito lisonjeada.

Você acha que todo mundo queria ter o corpo dela?
Querer ter o que não se tem ou querer ser o que não se é representa um desperdício de energia. O meu corpo funciona, me deixa trabalhar, não me dá nenhum problema. Eu tenho o meu corpo, estou saudável e feliz com ele.
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Corset = Corselet Corset ou corselet?

Corset = Corselet

Abominado. Admirado. Abandonado. Readotado.

A peça já foi usada para esconder e para mostrar as formas femininas. O espartilho já foi tão apertado que sufocou e quebrou costelas.

Foi trocado por outros suportes, que viraram sutiãs, que viraram meros adesivos de silicone e, muitas vezes, deixados de lado totalmente.

O que era tido como símbolo de opressão agora é moda. É in. É fashion. Dependendo do modelo, é hype.

O corset marca a cintura, exalta os seios, esconde a barriga e dá um certo ar de poder. O corset é usado para diminuir a cintura de modo quase doentio. É usado como fetiche. É usado porque eu gosto. É usado porque ele gosta. Ás vezes quem usa se sente bem, às vezes faz só para agradar.

O corset é burlesque. E vem acompanhado de franja preta, pele muito branca, batom vermelho e delineador nos olhos.

O corset é apenas um top e vai junto com a calça jeans. É diferente, despojado, mas ligeiramente elegante, não tem barbatanas e está perfeito para aquele cinema seguido de restaurante.

É roupa de gala e está completando um vestido de cauda, adornado por um colar de diamantes naquela festa que a gente nem sonha em ir, de tão luxuosa.

É mais uma roupa, é atual nessa era de modernidade eu-uso-o-que-quiser. Mas só dá para encontrar com facilidade se algum estilista disser que está na moda, a não ser que seja feito sob encomenda.
(It fits great other than that back cleavage I'm getting.
I wasn't trying to pose in the picture on the right, just
reaching to rub the back of my hand against my mouth.
For some reason I like the pose.)

É famoso pela amarração de laços, que já foram cravados diretamente na pele de diversas costas femininas, passando por argolas de piercings, num gesto de rebeldia sexy e gótica. Nas fotos. Ao vivo, a carne furada e amarrada exclama que dói, que arde e que não aguenta por muito tempo.




Pode ser parte de uma identidade, pode ser mais um dos elos de uma corrente que te amarram aos gostos alheios.

Pessoalmente, eu gosto.



Corset ou corselet?

Do oficina de Estilo por: Cacau

Espartilho é uma peça que muita gente acha difícil de aceitar/combinar/usar, né? Mas sabe que sabendo dosar sua sensualidade, ele pode fazer um papel de terceira peça (!) meio inusitada. Desse jeito, dá pra tirar o look da obviedade!

Ah! E uma curiosidade interessante: muita gente chama o espartilho de ‘corselete’ (abrasileirado mesmo) sem saber que o jeito certo de chamar é ‘corset’ (pronunciando “corsê”). Sabe porque? Quando a gente fala ‘corselet’ é daquele ‘coletinho’, parte de cima de uma armadura, que a gente tá falando. Engraçado, né?

O corset é, então, uma das peças mais femininas que inventaram. Na época em que foi inventado (século XVI), servia pra afinar a cintura das moças, valorizar os seios e deixar a silhueta mais sinuosa – mas isso tudo rolava às custas de muito desconforto. Coco Chanel até libertou as mulheres do aperto (sabia?), mas vira-e-mexe alguém vai e resgata o bendito.

E na hora de pensar em como usar, é legal pensar no look a partir do corset. Tipo, se a peça já tem toda essa carga sexy, é bacana coordenar com ela outras peças com formas mais livres, que não façam a silhueta parecer enlatada de tão justa. Super legal, por exemplo, com calças e bermudas mais folgadinhas, tipo alfaiataria – brincando de misturar elementos masculinos e femininos. Corset também fica muito bacana por cima de camiseta, como se fosse um coletinho… só que bem mais feminino! Vale usar também como blusa, colocando um cardigã ou uma jaquetinha por cima.

A ideia é brincar com o “espartilho” (!!!), fazer dele uma coisa menos ‘lingerie super-sexy’ e transformá-lo numa coisa feminina – e quem sabe até divertida. Porque no fim, vestir o que faz com que a gente se sinta bem e conversar com o espelho é sempre a melhor saída na hora de testar o novo (no caso do corset, o velhinho!).

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VESTIDO DE NATAL

VESTIDO DE NATAL

Do Manual pratico da Gordinha
Vou transcrever aqui uma matéria da Zero Hora, jornal aqui do RS, que eu achei bem legal:



"Se ainda não escolheu o que vestir no Natal, opte pelos vestidos. Existem mil variações de modelagens adequadas a qualquer silhueta. Valem os curtos e longos. Quanto à cor, fica a critério de cada um, mas bem longe do vermelho natalino. Afinal, ninguém quer combinar com a decoração. Esqueça também o pretinho básico. O Natal geralmente é passado em família, com possíveis escapadas para dançar depois da meia-noite. Isso significa roupas menos elaboradas e acessórios glamourosos.

Se for usar:

Vestido com brilho, bordado ou enfeitado
+Alivie nas bijouterias ou joias e tente combinar o tom dos metais com os bordados, ou no caso de enfeites em strass ou cristais repita-os em pequenos complementos.

+Os sapatos podem ser dourados, prateados, no tom da roupa ou pretos. Precisam ser sociais, com preferência para sandálias e salto alto. Valem sapatilhas de luxo em vestido mais casual


Vestido dourado ou prateado

+Evite carregar em joias ou complementos dourados.

+Brincos ou colares discretos, em cristais, ou dourado, fazem o "fino". Se o material da roupa for lurex, metais e brilhos são permitidos.


Vestido colorido ou estampado
+Complemente com muitos brilhos ou acessórios de cores contrastantes. Quem não arrisca o "mix descombinado", pode repetir a cor nos complementos ou usar acessórios neutros.

+Maquiagem também pode utilizar brilho, mas nada de abusos.

+Capriche nas bijouterias ou joias, inclusive com volumes mais exagerados.


Vestido branco
+Colorido ou brilho metalizado nos acessórios, para não parecer pronta pro Réveillon."


Ou seja pessoal, esse verão promete muuuuuuita cor! Caiam dentro, não quero saber das gordinhas todas de preto pra tentar se esconder! E o que eu acho legal é descombinar, não tem nada mais chato do que um look monocromático - apesar de ser tendência. Sei lá, lembram daquele programa, o "Sai de Baixo"? Tinha a Cassandra, que tava sempre monocromática, e a piada era sempre "Tá fantasiada de uva?" ou "Tá fantasiada de tomate?". É o que fica parecendo mesmo! O legal é descombinar mesmo, podem ir sem medo. Como um decorador disse esses dias num programa, é pra "coordenar", e não "combinar" - se estivesse "combinando", ia parecer a casa da tua vó.

Beijos a todos e um feliz Natal!
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Reflexões e Desabafos - By Katia Steelman Walker: Dicas de links para montar seu guarda-roupa em segredo

Dicas de links para montar seu guarda-roupa em segredo

Um dos maiores empecilhos para o CD comprar as suas próprias roupas para praticar o Crossdressing é a vergonha de ir a loja efetuar a compra. Eu ate hoje tenho minhas reservas quanto a ir a uma loja e comprar uma calcinha ou u soutien. Em geral digo que é para minha esposa porque comprar um "fio dental" e dizer que é para presentear a mãe fica claramente estranho e desperta "suspeitas"... Mas a verdade é que se você for pensar ninguem tem nada a ver com isso e um vendedor (ou vendedora) atende tanta gente que em geral não vai lembrar de você a não ser que você seja um freguês cotumaz...
Pessoalmente prefiro comprar pela Internet e pagar quando retiro no correio. É mais prático e cômodo. Além de eu me expor menos. Colecionei uns links de onde você pode comprar com relativa tranquilidade pois ja comprei neles recebi exatamente o que encomendei.
Peço que no caso de você tenha uma opção de link a acrescentar ou comentar sobre algum dos que postei aqui você o faça a vontade postando um comentario. Ajude-me a manter esse post sempre atualizado!
Kate
Moda em geral
http://www.posthaus.com.br/
http://www.americanas.com
http://www.marisa.com.br/
http://www.lingerie.com.br
http://www.hermes.com.br
Sapatos:
http://www.s-shop.com.br/
http://www.sapato.com.br/
Peruca:
http://www.hair4u.com.br
http://www.bellahair.com.br/
(Baratas)
http://www.megalojinha.com.br/
http://www.sulamericana.com.br/
http://www.abrakadabra.com.br/
Sexshop:
http://www.erosmania.com.br/
http://www.sextoy.com.br/
http://www.lojadotabu.com/
http://www.ropahrara.com.br
http://www.estacaolua.com.br
http://www.vialibido.com.br/
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TJ nega danos morais contra gerente que pôs mão na bunda

TJ nega danos morais contra gerente que pôs mão na bunda

Do MS Noticias

O operador de máquinas C.O.A. ingressou com ação de indenização por danos morais em face do gerente administrativo N.U.T.

Segundo o autor, que era funcionário da Empresa Avanti, em Três Lagoas, quando nas dependências do refeitório, o gerente, dando risadas e aproveitando da sua posição hierárquica, passou as mãos nas nádegas do autor, com expressão vulgar, o que despertou a atenção de dezenas de funcionários que se encontravam no local.

O operador informou nos autos que não reagiu e, posteriormente, foi demitido pela empresa, após tentar criar um sindicato dos funcionários. O gerente afirmou que deu apenas um tapa na forma de cumprimento, e as testemunhas não confirmaram a tese do autor, sobre em quem recai o ônus de prova das alegações expostas na inicial.

O pedido foi negado em primeiro grau, sob o fundamento de ausência dos requisitos do art. 186 do CC, necessários à confirmação do dano moral indenizável.

Em segundo grau, o relator do processo, Des. Ildeu de Souza Campos, ressaltou que o dano moral para ser reconhecido requer prova de ter ocorrido dolo ou culpa na conduta do agente causador, e só estes geram o dever de indenizar. “Nesse sentido, não existe nos autos prova cabal de haver o apelado agido com dolo, ou mesmo culpa, portanto não há o que indenizar”, finalizou o magistrado.

Na manhã desta segunda-feira (30), a 3ª Turma Cível, por unanimidade, negou provimento à apelação, nos termos do voto do relator.

Este processo está sujeito a novos recursos.

Apelação Cível – Ordinário - nº 2009.018094-1

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A transexual brasileira eleita terceira mais bonita do mundo conta a sua história

A transexual brasileira eleita terceira mais bonita do mundo conta a sua história

da Redação do Toda Forma de Amor (foto: cedida do arquivo pessoal) Athos GLS

Ser eleita a treceira transexual mais bonita do mundo pode parecer fácil para muitos, mas Danielle Marques prova que não. Ela participoudo concurso Miss Rainha Internacional na Tailândia e conta nessa entrevista a maratona que teve de enfrentar para ficar entre as três vencedoras.O bom humor, a simpatia, a cordialidade e inteligência eram exigências da disputa que nem de longe considerava só a beleza. Nascida em Bela Vista, no Mato Grosso do Sul, mas criada na cidade de Jardim, Danielle já somou outras vitórias na vida. A maior delas foi ter deixado o país e conquistado um espaço na cena artística da Europa onde faz shows dançando, sambando e cantando. Casada com um alemão e morando na cidade de Hamburg, lugar famoso no mundopor suas festas, shows, teatros e bares, ele conta nesta entrevista um pouco da sua trajetória e de como uma transexual pode ser felizno estrangeiro.



TODA FORMA DE AMOR - Você já fazia shows aqui no Brasil e como decidiu ir para a Europa?
DANIELLE MARQUES - Aos 17 anos, fui morar na capital do Mato Grosso do Sul, Campo Grande, onde tudo comecou. Eu ja fazia shows no interior do estado, mais em Campo grande foi quando comecei a ganhar dinheiro com shows, na noite gay da capital. Fui chamada para trabalhar na TVE como maquiadora e cabeleireira, onde estive por quatro anos, sendo um ano como contratada e três anos como concursada, a TVE era uma Estatal, Orgao mantido pelo governo do estado. Seguia na noite com meus shows, sempre foi o que mais gostei de fazer. Surgiu um convite, uma oportunidade de vir para Europa. Passei muitas dificuldades pois era imigrante, e só tinha o visto de turista, entao era muito dificil conseguir trabalhos. Fui dancar na noite de Barcelona e todo verão eu ia para Ibizza, uma Ilha na Espanha, famosa pela noite e pelas festas, que são de domingo a domingo. Daí surgiu a oportunidade de trabalhar todos os dias e de ganhar mais dinheiro. Foi de onde tirei o dinheiro para as minhas primeiras cirurgias plasticas. Por três verões consecutivos estive lá nesta ilha. Então meu atual chefe estava em uma dessas festas, em uma dessas noites, e me fez um convite de trabalhar na Alemanha no meu atual trabalho que é no Pulverfass Cabaret, um cabaret de shows, dinner, launge bar e restaurante. Tive medos e anseios, mais tive tambem coragem, e vim para uma temporada de três meses com um grupo, Night Angels, que durou uma temporada de um ano e meio mais ou menos, e agora tenho meu solo, onde danço, sambo, canto, e faço minhas performances. Trabalho sempre uma temporada de três meses, todas as noites. Me sinto feliz, realizada, tenho um trabalho que adoro, estou estudando o Alemão, e estou casada há um mês e meio com um Alemão. Acho que Deus foi mais que Pai para mim.


TOFAM - Existe mais respeito às pessoas de orientação sexual diferente fora do Brasil ?
DANIELLE MARQUES - Existe tolerância, que é o mais importante: eu não entendo do assunto, eu não quero para mim, mais eu tolero, eu respeito. Se você não viveu a situação, se você não sabe do assunto, não tem conhecimento de causa, não deve dar seu parecer, deve apenas respeitar ou tolerar, é o minimo que a educação exige. No Brasil as pessoas são mal educadas e desinformadas e todos dão ouvidos a idéias e informações de intolerantes e preconceituosos, e cada um forma sua opinião sobre o assunto, errada. Vai se informar, ninguém opta ser gay, ninguém quis ser, eu nasci assim e não há como mudar. Não é doença, não é erro genético. É mais que isso, é na alma é no interior. E nao se esqueça: somos seres humanos, sentimos, dores, emoções. Vivemos e pagamos impostos, e estamos em busca apenas do seu respeito e da sua tolerancia.


TOFAM - Que mudanças aconteceram na sua vida depois que passou a viver na Euroupa?
DANIELLE MARQUES - Eu vivo na cidade de Hamburg, norte da Alemanha. Cidade famosa no mundo por suas festas, e sua rua Reeperbhan, uma rua de cabarets de shows, teatros bares, e restaurantes... Na Europa, eu me sinto livre, posso ser quem eu sou, aqui eu pago meus impostos e sou uma cidadã. Sou respeitada e tolerada, não recebo olhares, nem risos irônicos. Aqui é lei ser respeitado, e se você sofrer qualquer tipo de discriminação, seja ela qual for por sua profissão, cor, sexo, religião, é crime, vai preso e a lei funciona. É por isso que as coisas dão certo aqui, você deve respeitar, você é obrigado a tolerar, você aprende.


TOFAM - Como foi a decisão de participar do Concurso Miss Rainha Internacional?
DANIELLE MARQUES - Uma amiga que já havia participado, há dois anos, me disse que eu tinha chance. Ela é Filipina, se propôs a me auxiliar e me dirigir. Ela me ensinou desde a comer, até sorrir, pois a cultura asiática é muito diferente da nossa. Às vezes, uma maneira de sorrir ou agir pode ser ofensa. Ela me inscreveu e me auxiliou em tudo.


TOFAM - O terceiro lugar significou o quê pra você ?
DANIELLE MARQUES - Foi uma imensa vitoria, pois eu fui sem grandes pretenções. É muito dificil, somos avaliadas desde que despertamos até a hora de ir a cama. É uma semana de atividades, desde às 8 da manhã até às 11 da noite. Às 8 você deve estar maquilada e pronta no saguão do hotel. Tudo isto conta pontos: pontualidade, humor, simpatia, cordialidade, inteligencia. Entao para mim o terceiro ja significou muito, pois é muito dificil chegar onde eu cheguei.


TOFAM - Depois do concurso o que mudou na sua carreira ?
DANIELLE MARQUES - Sim, surgiram muitos convites e propostas estou estudando algumas. Vou para o Brasil em fevereiro, quero curtir um pouco desse sucesso aí na minha terra, tenho alguns convites já para a televisão aí no Brasil, alguns programas, e aqui na Europa, muitos convites para Galas (sic) e festas. O titulo é reconhecido por se tratar de um concurso sério e de grande visibilidade mundial. Eu fui notécia no mundo todo, desde o Japão até na Grécia, de onde me ligou uma amiga, para me dizer: ´te vi na tv aqui na Grécia`. Eu mal podia crer.


TOFAM - Aqui no Brasil, os concurso do gênero são muitos disputados e o Miss Gay, em Minas Gerais, teve inclusive confusão. Qual é o clima dos bastidores por aí ?
DANIELLE MARQUES - Como te disse existe sim a concorrência, mas a todo o tempo você é avaliada. Qualquer falta de educação ou ofensa a uma outra candidata já esta perdendo pontos. Eu fiquei muito assustada com a atitude da concorrente da Atual Miss Brasil. Foi inexplicável, em um dia de festa, e de promover a tolerância, uma candidata agir pelo impulso. Foi feio, nem sempre somos a favor das coisas, mas a atitude dela tão pouco foi correta e tenho certeza que se ela pudesse voltar atrás, ela corrigiria este grande erro. Foi muito feio, foi criticada no mundo todo. Aqui na Alemanha passou em um programa de TV, um programa que sita o melhor e o pior da semana no mundo. Não foi um bom exemplo.


TOFAM - Quais são os seus planos para o futuro ?
DANIELLE MARQUES - Trabalhar mais uns anos no Show Business, depois montar meu próprio negócio, uma estética ou uma loja de roupas. Quero adotar duas criancas e ser muito, mais muito feliz (risos).


TOFAM - Como você encara a questão da cirurgia de mudança de sexo ?
DANIELLE MARQUES - É um aprendizado, é como nascer outra vez. Tem de aprender a conviver com seu novo corpo, com suas novas sensações. Creio que se não for bem pensada e resolvida pode trazer graves futuros problemas.


TOFAM - Qual a receita de tanta beleza ? O que você faz para manter a forma ? E quanto tempo leva se produzindo para um show por exemplo ?
DANIELLE MARQUES - Eu me gosto, estou em uma fase de muitas felicidades, creio que isso tudo influencia e me cuido sempre. Vou à estética, uso bons produtos e sou dependente do meu corpo e rosto todos os dias, então eu sei o que tenho que melhorar, ou corrigir.
Eu vou à academia, eu danço sempre, minha alimentacao é saudavel, não fumo, não bebo álcool, quase nunca (risos). Bebo muito agua, sou viciada em coca-cola. Entao eu compenso, exemplo: um copo de coca- cola, eu troco pela sobremesa. Caminho sempre que posso, as caminhadas ajudam. Eu me produzo todas as noites, tenho que usar muita maquilagem sempre, pois no palco é necessário porque tem muita luz. Então meia hora mais ou menos estou pronta. O que me dá um pouco de trabalho é o cabelo, sou muito detalhista.
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O que diz a roupa da mulher

O que diz a roupa da mulher

Do Malvadas

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Se você é daqueles que quando vê uma mulher usar uma blusinha vermelha com decote acha que ela é presa fácil, esse texto é para você.

Tenho uma amiga que adora vestir blusa de oncinha e exagera no batom vermelho. Puta? Não, eu garanto. Aliás, ela é assediada com as piores cantadas possíveis e, por incrível que pareça, ignora todo mundo porque é extremamente fiel ao namorado. Ela simplesmente gosta de se vestir assim, já os homens acham que essas são verdadeiros furacões sexuais.

Digamos que se você está interessado em uma garota, basta observar o que ela veste para descobrir como ela está se sentindo naquele dia. Se ela sempre anda bem arrumada e justamente no dia em que você vai chamá-la para sair ela está usando tênis, moletom e um coque com uma caneta, digamos que ela não está em um bom dia.

Como você vai saber o que as roupas querem dizer? Através de cores, decotes e acessórios que ela usar.

Segundo a terapeuta sexual Ana Maria Zampieri as cores dizem muito sobre como está a confiança feminina no dia. Se a mulher opta por usar vermelho ou qualquer cor vibrante, por exemplo, ela está cheia de confiança em si mesma. É uma ótima deixa para você conversar com ela. Querendo ou não a mulher sabe que com essas cores estará mais poderosa e chamará mais a atenção. Se ela estiver usando somente preto e cinza, é provável que não está nos melhores dias. Nesse caso, o melhor que você tem a fazer é elogiar ela e deixar para convidar em outra oportunidade. Já quem mistura cores e acessórios a terapeuta aconselha mais atenção. Ela garante que as mulheres que combinam demais as coisas tendem a ser controladoras e pouco espontâneas. “Buscar simetria exagerada indica alguém muito ligado a regras e pouco livre para criar", diz.

E quanto ao decote? Bem, meu filho, diz as boas linguas que quanto mais a mulher mostra, mais atenção está pedindo. Eu já sou adepta, o que é bonito é para se mostrar. Não é porque ela está usando decote que você precise ser sem noção e secar os peitos dela. Mas concordo que quando usamos algo mais provocativo, escolhemos muito bem a roupa e nos olhamos muitas vezes no espelho. Tá ali, é bonito. Por que não deixar a mostra? Sem contar que uns sábios olhares ajuda (e muito) nossa auto estima.

Já as mulheres que são seguras de si e estão com a auto estima em dia, optam por mais conforto do que se exibir, ou seja, a mulher que não exagera no pouco pano.

Brincos, pulseiras, anéis, correntes, você já observou como as mulheres tem gostos distintos? Aqui vai uma dica, digamos valiosa, para vocês. Se a mulher não usa nada de jóias, ela não gosta de papo idiota. Aliás, quem gosta?

As que gostam de jóias pequenas, delicadinhas, gostam de coisas certas e as que usam acessórios grandes gostam de conversar.

Boa sorte rapazes!
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O amor é uma companhia

O amor é uma companhia

Do Blog do Via Libido

“O amor é uma companhia.
Já não sei andar só pelos caminhos,
Porque já não posso andar só.
Um pensamento visível faz-me andar mais depressa
E ver menos, e ao mesmo tempo gostar bem de ir vendo tudo.
Mesmo a ausência dela é uma coisa que está comigo.
E eu gosto tanto dela que não sei como a desejar.

Se a não vejo, imagino-a e sou forte como as árvores altas.
Mas se a vejo tremo, não sei o que é feito do que sinto na ausência dela.
Todo eu sou qualquer força que me abandona.
Toda a realidade olha para mim como um girassol com a cara dela no meio.”

Alberto Caeiros


Eu não gosto de transar se estou magoada com meu parceiro.
Não acredito nos jogos de tapas e beijos.

Brigar pra ir fazer as pazes na cama… Pra mim não dá pé.

Claro que to falando de mim. E aqui das minhas escolhas pessoais.
Claro que cada um tem um jeito de sentir.
E tudo bem, desde que haja prazer.
Acho que a vida a dois precisa ser prazeirosa.

Não sei se é a minha idade, talvez tenha me dado alguma maturidade em relação a esse sentir.
Quer dizer, se digo que é mais maduro encarar as relações dessa maneira, estou imediatamente dizendo que este é o jeito certo de viver uma boa vida a dois. Mas não confie em mim: posso estar equivocada quanto a isso.

Porque sei lá… Tem o fato de que hoje eu realmente dou mais valor a uma boa companhia do que mesmo propriamente a um amante. Ou descobri que boas companhias dão sempre em bons amantes mas bons amantes nem sempre dão em boa companhia. E eu quero tudo hoje.

Ih.

O que acho é que isso da gente vai mudando.
Sempre é bom o que eu sinto pelo meu parceiro. Pensar o quanto eu confio nele, como é bom quando a gente tá junto, como a gente ri e como a gente goza. Me agrada pensar nele em todos os momentos.

Eu não tinha tanta paz em meus relacionamentos como tenho agora. A pergunta que me faço é se decidi que isso ia mudar ou se as coisas foram acontecendo. Eu acho que foi uma escolha minha: um dia me disseram que

que eu parasse de dar voltas no quarteirão. Que era ilusão trocar de relacionamentos porque eu não mudava então as coisas sempre aconteciam do mesmo jeito. O pequeno movimento que havia era apenas eu andando no quarteirão da minha casa. Mesmo quando me mudei para Fortaleza. Era sempre o mesmo quarteirão.

Então, quando meu atual parceiro chegou na minha vida eu estava decidida mesmo internamente a mudar. Queria uma relação boa, sem neurose, sem enganos. Eu penso que fiz essa escolha dentro de mim como algo defitinivo. E dai encontrei essa boa relação.

Enfim…
Pensando aqui.


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Depoimento de Maite Schneider na novela "Viver a Vida"

Depoimento de Maite Schneider na novela "Viver a Vida"

Do Cultura Crossdresser

Pessoal,

Quem acompanha, sabe que a novela "Viver a Vida", exibida por volta das 21:00hs pela Rede Globo, tem um quadro especial chamado de "Portal da Superação", no qual são exibidos relatos de pessoas contando suas dificuldades e a forma que conseguiram superá-las.

Ontem à noite, o depoimento veiculado foi de Maite Schneider, contando as suas experiências de vida como transexual. O vídeo exibido, em versão curta, foi esse:


No site da Globo, também tem versão estendida, com com 04'31" de duração:


E ainda, no site na novela, tem a página da versão estendida do "Portal da Superação" onde, além dos vídeos, consta um relato por escrito:
http://especial.viveravida.globo.com/portal-da-superacao/2009/12/12/maite-schneider-versao-estendida/
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Adolescente transexual acusa McDonald's de discriminação


Adolescente transexual acusa McDonald's de discriminação

Zikerria Bellamy registrou reclamação formal; rede teria recusado oferecer entrevista de emprego.

Do Estadão

Uma adolescente transexual americana registrou uma reclamação formal contra a rede de lanchonetes McDonald's por suposta discriminação sexual.

Segundo Zikerria Bellamy, de 17 anos, e que vive há seis como uma mulher, uma lanchonete da rede em Orlando, no Estado da Flórida, nos Estados Unidos, teria se recusado a oferecer uma entrevista de emprego a ela por conta de sua opção sexual.

Bellamy afirma que o gerente de uma das lojas teria enviado uma mensagem de voz usando linguagem ofensiva para se referir a ela como homossexual.

A organização de direitos dos transexuais Transgender Legal Defense & Education Fund afirmou, nesta segunda-feira, que registrou uma reclamação formal contra a rede McDonald's na Comissão Estadual para Relações Humanas da Flórida.

Segundo a ONG, uma pesquisa recente do Centro Nacional para Igualdade Transexual indicaria que 47% dos transexuais relatam casos de demissão e dificuldades de encontrar empregos ou ganhar promoções no ambiente de trabalho.

De acordo com o gerente da lanchonete citada pela adolescente, o McDonald's não tolera discriminação ou moléstia.



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Noivo de Kelly Osbourne vira travesti em ensaio para revista

A imagem “http://p1.trrsf.com.br/image/get?o=cf&w=619&h=464&src=http://img.terra.com.br/i/2009/12/08/1382513-7611-atm17.jpg” contém erros e não pode ser exibida.

Luke Worrall, noivo de Kelly Osbourne, posa para a revista Candy - Foto: Getty Images/Divulgação/Montagem/Terra

Noivo de Kelly Osbourne vira travesti em ensaio para revista

Do Terra

Luke Worrall, noivo da cantora Kelly Osbourne, posou para a revista Candy, voltada para o público travesti, com um vestido rosa, peruca loira e batom vermelho.

No recheio da publicação, o rapaz aparece dormindo numa cadeira enquanto manicures pintam as suas unhas da mão.

Desde novembro Kelly Osbourne circula com um anel de noivado de diamante em forma de coração. Eles estão noivos há um ano e adiaram o casamento - que aconteceria este ano - para 2010.

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'Seios', peça inédita de Walcyr Carrasco, trata do amor entre transexual e sua mulher


'Seios', peça inédita de Walcyr Carrasco, trata do amor entre transexual e sua mulher

Márcia Abos - O Globo

"Seios", peça inédita do escritor Walcyr Carrasco, autor de novelas da TV Globo como "Caras & bocas", estreia neste sábado em São Paulo. Acostumado a tratar tabus com delicadeza na TV e na literatura infanto-juvenil, Carrasco aborda sem medo um assunto polêmico: uma jovem família na qual o pai decide se tornar mulher, causando constrangimento ao filho e à esposa. Apesar da transformação de gênero, ele deseja continuar a viver com a família, a quem ama com devoção.

- Tenho uma enorme atração por temas tabus. Meus livros infanto-juvenis tratam de assuntos polêmicos, como AIDS e uso de drogras. Acho que uma das funções da arte é avançar nas discussões que levem à liberdade em todas as suas formas. Quanta gente sofre por não ser compreendida, é agredida ou agride simplesmente por não saber lidar com certas questões? A ficção tem essa capacidade, de atuar como "ponte" entre as várias formas de se ver a vida - explica Carrasco, em entrevista por e-mail.

Segundo o ator Dionisio Neto, protagonista da peça, comédia e drama se intercalam no texto curto, cuja encenação dura cerca de 45 minutos.

- Pedi um texto a Walcyr que pudesse ser encenado com dois atores e um banco. Não achei que ele fosse escrever, mas acabou me mandando essa peça que trata de um tabu de maneira lírica e lúdica, sem chocar a platéia em nenhum momento - diz Dionisio, que já atuou em filmes como "Carandiru" e "O Cheiro do Ralo".

Segundo Dionisio, o público reage à história com comoção. Antes de decidir encenar a peça, Dionísio e o diretor Ivam Feijó fizeram testes em uma série de leituras dramáticas.

- Decidimos montar o texto por causa das leituras. O público se comovia e acolheu "Seios" como uma grande história de amor - contou Dionísio.

Os personagens interpretados por Dionisio Neto e Jeyne Stakflett encontram-se no pátio da escola onde o filho do ex-casal ensaia para uma apresentação de Natal do coral. A mulher surpreende-se ao encontrar o ex-marido e perceber que ele está se transformando em uma mulher e acaba de colocar seios. Mesmo sendo rejeitado, o homem se declara e deseja voltar a viver com a família. Para Walcyr Carrasco, é importante discutir todas as possibilidades de amor, inclusive as mais improváveis.

- Toda a maneira de amor vale a pena? Há limites ou regras para o amor? Qual a base para uma família? Regras socias ou sentimentos? Estas são as questões levantadas pela peça, um melodrama que lembra alguns filmes do diretor espanhol Pedro Almodóvar ("Tudo sobre minha mãe") - afirma Dionisio.

Mas Walcyr explica que não se inspirou em Almodóvar.

- Jamais escreveria uma obra me inspirando em alguém. Mas reconheço que o texto, pela maneira livre e até bem humorada em alguns momentos, dramática em outros, ao tratar de uma relação inesperada de amor, tem sim um parentesco com a visão de mundo de Almodóvar. Se alguém achar que é próximo, agradeço o elogio! - diz Carrasco.

O estilista Reinaldo Lourenço assina o figurino da peça, apostando na linha "menos é mais". Em cena, Dionísio Neto veste roupas masculinas: uma calça bege e camisa preta, acompanhadas de peruca feminina e maquiagem. Já a atriz Jeyne Stakflett veste um discreto tailleur preto.

- Ele alterna momentos de grande fragilidade, com outros de virilidade. Já a mulher é muito forte. É um pouco como aquela frase de que o homem é a nova mulher - conclui Dionisio.

'Seios' - Estréia: 5 de dezembro. Quintas e sextas, às 21h. Sábados, às 21h30min. Local: O inflamável - Rua Maria Borba 87 - Consolação. Tel: (11) 2533- 8543. Ingressos: R$ 30
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Sobre este blog

Aqui eu não sou homem ou mulher. Sou um adepto do crossdresing. Sou uma Crossdresser - CD ou CDzinha. Desde os 9 anos, adoro lingeries e roupas sexyes. Levo uma vida normal masculina e tenho uma vida clandestina feminina.

Me proponho aqui a falar um pouco de tudo, em especial das Crossdressers, dos transexuais, dos Travestis e da enorme comunidade
LGBT existente em todo o mundo. Um estilo de vida complicado e confuso (para alguns)... Este espaço também se presta para expor a minha indignação quanto ao ódio e preconceito em geral.

Observo que esse é um blog onde parte do que aqui posto pode ser considerado como orientado sexualmente para adultos, ou seja, material destinado a pessoas maiores de 18 anos. Se você não atingiu ainda 18 anos, ou se este tipo de material ofende você, ou ainda se você está acessando a internet de algum país ou local onde este tipo de material é proibido por lei, NÃO siga 'navegando'.

Sou um Crossdresser {homem>mulher} casada {com mulher - que nada sabe} e não sou um 'pedaço de carne'.

Para aqueles que eventualmente perguntam sobre o porque do termo 'Crossdresser GG', eu informo que lógico que o termo trata das minhas medidas. Ja que de fato visto 'GG'. Entretanto alcunhei que 'GG' de Grande e Gorda, afinal minhas medidas numéricas femininas para Blusas, camisetas e vestidos são tamanho: 50 e Calças, bermudas, shorts e saias são tamanho: 50.

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