Uma Crossdresser Gordinha Complicada e Imperfeita

Novela 'Insensato Coração' terá seis personagens homossexuais

A próxima novela da Globo, Insensato Coração, terá 6 personagens homossexuais e um homofóbico. Ainda contará com um ‘point homossexual’: um quiosque na praia de Copacabana, com direito a bandeirinha arco-íris do movimento!

Álvaro, Xicão, Hugo, (sem nome), Eduardo, Roni

Confiram os personagens que movimentarão este núcleo:

Álvaro (Edson Fieschi): advogado, chefe de Kleber (interpretado por Cássio Gabus Mendes, viverá um homofóbico).

Xicão (Wendel Benderlack): funcionário do quiosque.

Hugo (Marcos Damigo): professor de Direito.

Sem nome (Cristiana Oliveira): detenta, cuja aparição na trama está prevista para depois de Março.

Eduardo (Rodrigo Andrade): se descobrirá homossexual ao longo da novela. Filho de Sueli, dona do quiosque.

Roni (Leonardo Miggiorin): fiel escudeiro de Natalie Lamour (Deborah Secco).

Para além de quaisquer críticas à nossa mídia, e mesmo para quem não assiste novelas, certamente a expectativa é das maiores, já que antes mesmo de começar, o folhetim se torna um marco na estória da visibilidade homossexual em novelas. Apesar disso, (infelizmente) ainda deixa a desejar quanto ao segmento lésbico. Vamos torcer para que os personagens, mesmo secundários, roubem a cena como tantos outros já fizeram!

Insensato Coração substituirá Passione no horário das 21 horas, a partir do dia 17 de Janeiro.

Do g1

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Crossdresser ? Espião britânico achado morto em mala tinha R$ 40 mil em roupas de mulher


A polícia londrina revelou detalhes da vida privada do espião Gareth Williams, encontrado morto, sem roupas, preso em uma sacola esportiva dentro de seu próprio apartamento em 23 de agosto.

Os detalhes – como o fato de que Williams tinha uma coleção de roupas de mulher avaliada em R$ 40 mil e acessara sites de conteúdo sexual – podem ser a chave para explicar sua misteriosa morte, que intriga as autoridades há quatro meses.

Williams, de 32 anos, trabalhava no MI6 (serviço secreto britânico) e era especialista em decifrar códigos. A bolsa em que o cadáver foi encontrado estava fechada com zíper, e peritos estimam que ele tenha morrido na semana anterior à descoberta do corpo.

A polícia acredita que nada foi roubado do local e não encontrou vestígios de drogas ou de arrombamento. Entretanto, os investigadores acham impossível que Williams tenha se prendido sozinho na mala e supõem que havia uma outra pessoa com ele.

Descrito como extremamente reservado, Williams só foi encontrado porque a polícia foi comunicada que ele faltara ao trabalho.

Também intriga os policiais a visita de um casal não identificado ao apartamento da vítima entre junho e julho.

“Após ganhar acesso à área comum do prédio, eles alegaram que tinham a chave do apartamento de Gareth e foram vistos andando em sua direção”, diz comunicado da polícia, que divulgou retrato falado do casal.

Vida privada

Para tentar desvendar os motivos da morte, a polícia divulgou informações que sabe que podem causar “embaraço” à família da vítima, mas fez um “apelo” para que pessoas que tenham encontrado Williams em distintas ocasiões venham a público.

Retrato falado do casal que visitou apartamento de Williams meses atrás

Visita de casal não identificado à casa da vítima intriga policiais

Dentro de seu apartamento, foram encontradas caixas com roupas novas de grife femininas, além de perucas. Williams fez dois cursos de design de moda para iniciantes durante fins de semana e noites, o que não era de conhecimento de seus colegas e parentes.

A vítima também foi vista em maio em um bar frequentado por homossexuais e, em 11 de agosto, em outro bar, onde assistiu a um show de uma drag queen. Ele possuía ingressos individuais para mais dois dias de shows do tipo. No entanto, a polícia não conseguiu localizar nenhum parceiro sexual de Williams, homossexual ou heterossexual, relata o jornal TheIndependent.

Investigações em seu laptop e smartphone apontam que Williams visitou poucas vezes alguns sites de bondage, um tipo de fetiche que em que as pessoas buscam prazer ao serem amarradas ou imobilizadas.

Suspeitas

Os legistas ainda não concluíram qual foi a causa da morte do espião, mas acredita-se que tenha sido sufocamento.

O corpo tinha pequenos ferimentos na área do cotovelo, provavelmente feitos enquanto Williams tentava sair da sacola à medida em que ficava sem ar. Fora isso, “não há sinais de luta ou violência física”, disse o detetive Hamish Campbell, chefe do departamento de homicídios da Scotland Yard (polícia metropolitana de Londres).

A polícia, segundo o jornal TheGuardian, trabalha com a suspeita de que Williams tenha sido assassinado ou vítima de algum jogo sexual que tenha se tornado trágico involuntariamente.

“O cenário alternativo é que haja algo mais sinistro (na história). Simplesmente não sabemos”, afirmou Campbell, de acordo com o The Guardian, agregando que as suspeitas até o momento indicam que a morte de Williams não está “ligada ao seu trabalho, e sim à sua vida pessoal”.

Da BBC

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Elton John se torna pai com ajuda de barriga de aluguel

O músico britânico Elton John tornou-se pai de um menino, nascido de uma barriga de aluguel na Califórnia, informou a "US Magazine" nesta terça-feira (28).

Segundo a revista, Zachary nasceu no dia 25 de dezembro, gerado por uma barriga de aluguel e adotado por John, 62, e seu companheiro David Furnish, 48.

"Estamos extasiados de alegria e felicidade neste momento tão especial", declararam John e Furnish em um comunicado conjunto, citado pela "US Magazine".

"Zachary é saudável e vai muito bem, e nós somos pais muito orgulhosos e felizes". O bebê nasceu com 3,5 quilos.

ohn e Furnish se casaram em 2005, após 12 anos juntos, e indicaram que não pretendem discutir com a imprensa qualquer detalhe da barriga de aluguel.

Do G1
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Conto: O NOIVO QUE VIROU NOIVINHA 2 - Virando agora cadelinha no mato


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Após meu casamento com Roberta minhas transas com meu padrinho continuaram. (LEIA O NOIVO QUE VIROU NOIVINHA PARTE 1) Algumas vezes íamos passar o final de semana na casa dele, e achávamos um jeito de ficarmos a sós, outras ele vinha para minha casa e também escapávamos.

Nesses momentos sempre dávamos um jeito de irmos a um lugar discreto para que eu me transformasse em Roberta.



Ou íamos a um motel, ao clube, ou a saunas ou ainda fazíamos onde dava, inclusive na escada de incêndio.

Quando era possível eu conseguia me montar, quando não fazíamos sem eu estar vestida, como um viadinho mesmo.

No entanto nunca conseguíamos passar mais que algumas horas juntos, o que de certa forma não nos satisfazia.

Minha vontade e a dele era passarmos alguns dias juntos, dormirmos na mesma cama, vivermos como um casal, como fizemos antes do meu casamento. O que era impossível, dado à existência de nossas mulheres, que não aceitariam em hipótese alguma ou, ainda que não contássemos, poderiam desconfiar de nossa ausência conjunta.



Nunca desconfiariam do fato de eu ser amante do meu padrinho, uma vez que nunca demos bandeira e Roberta sequer imagina que eu goste de uma pica, principalmente do nosso padrinho de casamento, mas sim que aprontaríamos algo com outras mulheres, como se eu quisesse outras mulheres quando estou com ele (como são inocentes!).

Assim vivíamos de nossas escapadas, sempre deliciosas, mas que nunca nos permitiram passar mais que algumas horas juntos, até o ultimo final de semana prolongado.

Meu padrinho se programou para tirar férias na semana do feriado prolongado. Como eu também tinha alguns dias de férias para gozar, sugeri a ele que fizesse reservas num hotel em uma cidade não muito próxima, mas não muito distante, para todos nós - ele, a esposa e a filha, eu e Roberta, mas não disséssemos a elas que não iríamos trabalhar. Assim poderíamos levá-las na sexta à noite, voltando no domingo de manhã, deixando-as lá e ficando sozinhos em minha casa, com elas pensando que estávamos trabalhando, até o outro sábado, quando voltaríamos para pegá-las.

Nesse meio tempo eu me transformaria em Roberta para ele e teríamos nossa segunda lua de mel Uma semana toda sendo fêmea para meu amado padrinho...
... dormindo com ele,

... fazendo seu café da manhã e seu jantar,

... sendo sua esposa em tempo integral,
... além de estar com ele um domingo todo.


Ele adorou a idéia e tratou de se programar para isso, no entanto sugeriu que a idéia partisse de Roberta e que eu e ele fossemos contra no início, para tornar a coisa mais real e não como se fosse planejada antecipadamente.
Assim fizemos e tudo correu bem, meu padrinho reservou um chalé para 7 pessoas em Campos do Jordão.

Na semana anterior fui a várias lojas comprar meu novo enxoval para me transformar em Roberta. Comprei alguns biquínis e chegando em casa presenteei Roberta com eles. A fiz experimentar todos, pois sabia que alguns ficariam por demais ousados e eu não a deixaria usar em público. A idéia era que os biquínis ficassem em casa, para que eu pudesse usá-los com meu padrinho.


Tinha escolhido dois que sabia que deixaria tudo a mostra. Um azul, que quando ela provou entrou por seu reguinho, deixando minha mulher um tesão de oferecida. À parte de cima, ficava quase que toda a mostra, e como ela se excitou, seus bicos salientes fizeram com que meu pinto endurecesse.

Fizemos amor na hora, eu não resisti e a penetrei mesmo sem tirar o biquíni. Tinha comprado outro igual, mas branco que pedi a ela que deixasse em casa, pois se ela entrasse na água, na certa tudo ficaria a mostra. O branco eu usaria em casa depois, sem ela saber, o azul daria um jeito dela por na frente de nosso padrinho, para ele ter uma idéia de como eu ficaria com o outro.


Queria vê-lo de pau duro, sabendo que comeria outra Roberta (eu) quando voltássemos do hotel.

Tudo correu como planejado. Meu padrinho reservou um chalé em Campos do Jordão, e fomos nós cinco em sua Blazer. Eu na frente, com ele dirigindo e as mulheres atrás, que logo adormeceram.

Isso nos permitiu conversar um pouco sobre como seria nossa semana de lua de mel, e ele me disse que teria uma surpresa para mim. O final de semana transcorreu tranqüilo, tendo como único problema segurarmos nosso tesão, o que não impediu de eu ser Roberta para ele um dia em que nossas mulheres decidiram fazer um passeio a cavalo, mas não vou narrar tal fato, a não ser que me peçam, pois o que transcorreu durante a semana merece muito mais destaque.

Somente adianto que Roberta usou o biquíni azul e o meu padrinho ficou tão excitado com a visão da minha tesuda esposa e com a descrição de que eu usaria um biquíni igual para ele durante a semana que se refugiou no meio da mata. Eu, já sabendo que isso aconteceria o segui, não sem antes apanhar uma sandália de salto alto que estava escondida atrás do estepe do carro.

Seguimos por uma trilha e depois dela saímos buscando uma pequena clareira, fora da visão de nossas mulheres.

Ele se sentou e travamos o seguinte diálogo:
- Olha o estado que fiquei ao ver Roberta naquele biquíni, era essa ua intenção?
- Sim era amor. Queria que você me desejasse nele, pois tenho um mais bonito para por em casa.


Respondi eu enquanto puxava minha sunga para cima e a enfiava no meu reguinho.
- Então conseguiu, veja só, e tirou o pau para fora.
Eu me sentei e comecei a calçar as sandálias.
- O que esta fazendo?
- Você não quer a Roberta agora chupando seu pinto duro amor?
- Quero sim, quero vê-la desfilando e vindo me satisfazer.

Não me fiz de rogada, comecei a andar pela mata, sobre os saltos rebolando, depois fui em sua direção e comecei a me esfregar nele.
- Me chupa gostosa!
Ordenou ele.
- Sim meu senhor, tudo o quiser...
respondi eu me ajoelhando e começando a chupá-lo.
- Ah! Então sou teu senhor é?
- Sim, será durante toda a semana, serei sua serva a seu serviço.
- Então de um trato no meu cacete gostoso sua sacaninha, disse ele deitando-se no chão.



Comecei a chupá-lo e ouvir seus gemidos e palavras sacanas. Ele, por sua vez acaricia meus mamilos e bunda, abaixando minha sunga e enfiando os dedos em meu rabo. Em poucos minutos eu estava nua, só de sandálias, implorando para ele me comer. O que ele de fato fez:

- Fique de quatro Roberta, quero comê-la como uma cadela no mato.
- Sim amor, come sua cadelinha.
- Comerei sim, dizia ele, feche os olhos e me responda. Você fará tudo o que eu quiser?
- Farei sim amor tudo, respondia eu tendo os olhos tapados pelas mãos dele enquanto sentia a cabeça do pinto dele roçar no meu cu.
- Mmmm....que delícia, abra a boca como se fosse chupar outro pau minha putinha.
- Seria bom ter outro pau na boca enquanto você me come, e ele me tapava os olhos com mais força para atiçar minha imaginação.
- Abra a boca então, para o outro pau entrar.
- Sim amor...
Mal disse isso, senti algo tocar meus lábios e não tive dúvidas, era outro cacete, ao mesmo tempo meu padrinho socou seu pau no meu cu me fazendo abrir ainda mais a boca. Não entendi do que se tratava, mas não consegui me desvencilhar, pois ele me segurou com força e outras mãos o ajudavam. Ele me destapou os olhos e pude ver que chupava um garoto de uns 17 anos (mais tarde soube que tinha 19).


- Chupa putinha! Ordenou o meu padrinho, vi que o rapaz nos observava se masturbando e fiz sinal p ele ficar quieto e depois o chamei, quer que ele vá embora?
- Perguntava ele sem parar de meter.
Eu nunca tinha estado nesta situação, estava constrangida, mas o pinto do garoto era tão bom, tão perfumado e gostoso, que não sabia o que fazer.

- Você não se importa?
- Não, quero ver você bem putinha. Você não queria ser minha serva, faça o que eu mando, não esta gostando?
- Estou sim, estou adorando.
- Então chupe gostoso e rebole sua vagabunda.
Pergunte a ele se ele gosta.
- Esta gostando amor?
Perguntei eu olhando para o rapaz.
- Sim, disse ele, chupe também o meu saco, adoro isso.
Não foi preciso disser duas vezes, recomecei a chupar, dando um trato completo no rapaz e a bunda para meu padrinho que delirava me chamando de puta e cadela e dando tapas em minha bunda e coxas. O rapaz se animou e começou a bater de leve no meu rosto com seu cacete, que não era grosso, mas era bem cumprido. Não demorou muito para meu padrinho anunciar que ia gozar em meu rabo, e eu logo senti o seu leite quente me inundar.

- Quer que ele te coma putinha?
- Não sem camisinha amor.
- Então você vai ter de fazê-lo gozar entre suas coxas.
- Sim eu adoraria.

Logo que meu padrinho saiu do meu rabo, me levantei e me encostei-se a uma árvore, com a bunda empinada, o rapaz se aproximou e meteu aquele pau cumprido entre minhas coxas. Que sensação deliciosa ser encoxada assim. Comecei a rebolar e a me esfregar nele, que gemia como um lobo, me apertando. Pedi para ele segurar em meu peito e depois de um tempo desci a mão dele até o meu pau. Eu o punhetava com as coxas e ele me punhetava com as mãos O gozo dele foi estridente. Ele deu um grito e jorrou sua porra em minhas coxas e bunda, enquanto me chamava de gostosa. Ao acabar o gozo sentou-se no chão e ficou me olhando de pau duro. Somente eu ainda não havia gozado. Aproximei-me dele e encostei meu pau nos seus lábios:
- Me chupa, disse eu delicadamente, te fiz gozar gostoso agora é sua vez.
- Chupo sim, me dá aqui, e começou a chupar meio sem jeito, enquanto voltava a se masturbar.
O rapaz já havia gozado, mas queria mais. Com aquela boca inexperiente, mas gostosa não resisti muito, acabei gozando na cara dele.

Meu padrinho ainda me ordenou que fizesse o rapaz gozar de novo batendo-lhe uma punheta, e para minha surpresa me ajudou. Rapaz gozou em nossas mãos.

Satisfeitos começamos a conversar e ele explicou que estava num chalé próximo, com os pais, e resolveu se aventurar na mata quando ouviu gemidos e veio ver e nos viu transando, não resistiu e começou a se punhetar, quando meu padrinho o viu e o chamou. Não era a primeira vez que fazia isso, pois tinha o hábito de fazer troca troca no condomínio em que mora, por coincidência na minha cidade.
Ficamos de nos encontrar durante a semana e ele memorizou o número de meu celular, depois de prometermos segredo mútuo.

Ai retornamos para nosso chalé, eu toda melada de porra, razão pela qual tomei uma ducha na beira da piscina, após devolver a sandália para o porta mala do carro, na frente de Roberta, e me atirei na piscina, sendo recebido com um beijo de minha esposa que nada desconfiou. Pude ver o sorriso sacana de meu padrinho ao ver eu beija-la com gosto do seu pinto e do rapaz na boca, o que me excitou, e ela sentiu, mas disfarçou.

A noite ainda tive de fazer amor com ela, embora esgotado, mas como estávamos na parte de baixo do chalé me excitei imaginado que meu padrinho estava nos vendo sentado na escada, o que aconteceu quando voltamos no outro final de semana, mas isto eu conto depois de relatar como foi minha segunda lua de mel com ele.

Conto By Marisa Drummont

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Tratamentos para "reverter" homossexualidade vira moda na Argentina

A proliferação dos chamados tratamentos de "restauração sexual" que pretendem "reverter" a prática homossexual acendeu a luz de alerta no Instituto Nacional contra a Discriminação (Inadi) da Argentina, o único país latino-americano que reconhece o casamento igualitário.

As oficinas e cursos de capacitação sobre orientação sexual despertaram uma "preocupação" em algumas organizações sociais argentinas que estudam empreender ações legais por considerar seu conteúdo "discriminatório".

No meio da polêmica, Analia Mas, diretora da área jurídica do Instituto Nacional contra a Discriminação, a Xenofobia e o Racismo (Inadi), lembra que o objetivo de "curar o homossexual" viola o primeiro artigo da Lei contra a Discriminação.

O chamado Ministério de Restauração Sexual da Igreja da Cidade oferece cursos de educação sexual em nível básico e avançado.

"É uma educação sexual integral, emocional e espiritual com valores religiosos e princípios de vida básicos", explica à Agência Efe, Adriana Sanz, capacitadora do centro que oferece cursos em diferentes pontos do país.

Sanz afirma que os homossexuais representam uma "porcentagem grande" que vão à instituição para superar "problemas sexuais".

"Se alguém sente que a homossexualidade é problema, lhe causando dor, damos recomendações e múltiplas soluções para mudar", afirma a professora.

"A homossexualidade não é uma doença, é um desvio sexual. Se 'aprendemos' a função sexual, então podemos corrigir todos os desvios", declarou Sanz em seu site.

Outro grande centro de restauração sexual na Argentina é a Fundação Pró Integração e Saúde Sexual, que organiza cursos e tratamentos em Buenos Aires para pessoas "em conflito com sua sexualidade", afirmou Magali Luengas, psicóloga da instituição, à Agência Efe.

A maioria de seus clientes tem entre 18 e 30 anos e vão à entidade para tratar, entre outros assuntos, uma "orientação homossexual que consideram prejudicial para eles mesmos".


Segundo Esteban Paulón, presidente da Federação Argentina de Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais (FALGBT), a maioria das pessoas que procuram estes tratamentos são adolescentes conduzidos por seus pais.

A Argentina se tornou o primeiro país latino-americano a aprovar uma reforma legal que permite a união entre pessoas do mesmo sexo.

Do Yahoo
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EUA: soldados gays devem manter segredo, apesar do fim do tabu


Embora tenha sido abolida a lei americana que proibia a militares declarar sua homossexualidade, gays e lésbicas que manifestarem abertamente sua opção sexual terão que esperar vários meses até que as forças estejam prontas para recebê-los.

Em meio às preocupações para manter a coesão das tropas enquanto os Estados Unidos continuam engajados nas guerras do Afeganistão e do Iraque, alguns comandos do Exército americano querem avançar passo a passo para garantir uma transição suave.

O Senado americano pôs fim, no sábado, a 17 anos de uma controversa lei chamada "Don't ask, don't tell" (Não pergunte, não diga), que obrigava os soldados gays e lésbicas a ocultar sua opção sexual sob a ameaça de serem expulsos.

Após a votação, o secretário de Defesa, Robert Gates, assegurou que o governo trabalharia com "precaução, método, mas com resolução" para aplicar a nova medida, que permitirá aos soldados homossexuais servirem no Exército abertamente.

No entanto, este processo pode se prolongar por vários meses.

O presidente Barack Obama deve, em primeiro lugar, promulgar a lei e, em segundo, "certificar" por escrito junto ao secretário de Defesa e o chefe de Estado-maior, almirante Mike Mullen, que a aplicação das novas regras não comprometerá "o nível de preparação das Forças Armadas, sua eficácia, a coesão das unidades e o recrutamento", disse Gates.

Para preparar a integração dos soldados homossexuais às fileiras, o Pentágono previu, segundo informe difundido ao fim do mês de novembro, rever o Código militar.

Os comandantes das unidades lembrarão seus valores como profissionais e os 3.000 capelões militares analisarão as preocupações morais e religiosas.

O tempo de duração desta fase preparatória do Exército ainda não foi especificada. Quando este passo for dado, será preciso esperar ainda 60 dias até que a lei entre em vigor.

Para o almirante Mullen, a transição deve ser feita de forma "responsável e medida".

Gates alertou os soldados homossexuais a continuarem mantendo sua orientação sexual em sigilo até que a nova lei entre em vigor.

De qualquer forma, o Pentágono implantou uma moratória de fato sobre as expulsões dos soldados homossexuais desde o primeiro juízo, em meados de outubro, contra a lei "Don't ask, don't tell", explicou o coronel David Lapan, porta-voz do Pentágono.

Um grupo que atua em favor dos direitos dos homossexuais, o Human Rights Campaign, exigiu em comunicado, no sábado, a Barack Obama e Robert Gates para "se assegurar de que o processo se realize corretamente".

Segundo uma pesquisa feita pelo Pentágono, a "maioria" dos soldados (70%) está preparada para a chegada dos soldados que se declararem abertamente homossexuais no Exército.

Mas, em algumas unidades de combate, principalmente na dos Marines, o resultado da consulta se inverteu: entre 40% e 60% dos entrevistados viram como negativo o fim do tabu gay.

Daí vem o temor do chefe desta força, general John Amos, e de alguns altos cargos e representantes republicanos de que o fim do tabu possa prejudicar a coesão das unidades envolvidas em operações de combate e "provocar a morte" de soldados americanos.

No começo dos anos 1950, o Exército se colocou à frente do resto da sociedade americana, ao integrar minorias raciais em suas fileiras, lembraram os autores do estudo do pentágono e, no entanto, quase todos os soldados se opunham à medida na época.

Da AFP

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Transexual com vivência crossdresser, Luisa Stern conversa com o Mix Brasil


A palavra crossdresser (CD) ainda é desconhecida para muitos membros da comunidade LGBT. Na mídia, geralmente é utilizada para reportagens sensacionalistas ou curiosas. Já nas Paradas, baladas gays... pouco aparecem.

Com vivência crossdresser, a funcionária pública de Porto Alegre Luisa Helena Stern foi a fonte de informação para muitos internautas. Fundadora da comunidade e do site “Cultura Cross Dresser”, em que aborda assuntos referente a transgêneros, ela surpreendeu muita gente ao se assumir publicamente transexual há dois anos.

Hoje militante do movimento LGBT, Luisa esteve 25ª Conferência Mundial (ILGA), que ocorreu no início de dezembro, e conversou com exclusividade ao Mix Brasil. Aqui, ela fala sobre a vivência crossdresser, o cartunista Laerte e como se descobriu transexual.

A maioria das reportagens envolvendo crossdressers tem teor sensacionalista ou curioso, como aconteceu com o Laerte. Você, que já teve essa vivência, acha que muita coisa ainda precisa ser dita?
Ah precisa. A mídia não-especializada realmente é sensacionalista, busca por pessoas que estejam dispostas a fazer um freak show, aparecer lá como uma figura meio confusa, que nem sabem o que é crossdresser. O Laerte é um exemplo. Apesar de ter uma identificação com o termo, ter uma personagem, estar dentro de um clube, ele não tem muita ideia do que é ser crossdresser. Ele mesmo se perde muito na própria identidade, troca os termos.

Luisa Stern: "Hoje em dia existem muitos gays e bissexuais em grupos de crossdresser"


O Laerte se assumiu como CD, mas nunca se desmonta. Ele não seria uma travesti?

Discordo. O fato de sair em público com roupas femininas não significa que ele já é travesti ou transexual. E tem algumas coisas que diferem até mesmo da maioria das crossdressers, que é sair vestido de mulher e falar o nome masculino. Isso causa constrangimento para elas. Para mim, ele não se encaixa no perfil de crossdresser, quanto mais de travesti ou transexual. A travesti não quer ser chamada de João em nenhum momento.

Você acredita que a mídia peca principalmente por nem saber o que significa. Então me explica o que é crossdresser?
Na tradução literal seria vestir-se ao contrário, com roupas do sexo oposto. Essa palavra foi adotada como símbolo da identidade de um grupo de heterossexuais que se vestiam de mulher lá nos início dos anos 60. São homens que levam duas vidas, que montam e se desmontam, que não fazem intervenções no corpo muito visíveis ou definitivas. Não significa que hoje, 50 anos depois, seja só formado por heterossexuais, existem muitos bissexuais e gays, mas os héteros são a maioria.

A motivação de ser crossdresser é sexual? Ou é uma identificação com o gênero oposto?
A questão de ser um motivador sexual é polêmica, cai naquele conceito médico que quer patologizar essas questões. O crossdresser não tem uma motivação inicial movida ao sexo. É diferente do que chamam de “travestismo fetichista” que é puramente sexual. O travestismo fetichista usa aquela roupa até o momento de ter o prazer, depois tira e sente até culpa. Já a crossdresser procura na troca de roupa um alívio para as pressões do mundo machista, de relaxamento.

Como foi a primeira vez que vestiu roupas femininas?
Não sei ao certo, mas foi quando era criança. Ficava no banheiro, vestia roupas da minha mãe ou da minha irmã. Mas não era uma montagem completa. Depois ficou meio adormecido na adolescência, início da fase adulta. Até que passei a morar sozinha, passei a ter mais privacidade e comprar as minhas coisas. Primeiro foi com uma ou outra peça de lingerie, depois peça de vestuário, peruca, maquiagem. No começo, se eu olhar para trás, vejo que fazia uma figura bem caricata. Fui aprendendo com o tempo.

Pelo que li, crossdressers se realizam com a montagem. É possível mesmo se contentar com essa realização somente por algumas horas? Ser crossdresser não seria um passo para ser travesti?
Vejo que a maioria das crossdressers tem um grande prazer na hora de se montar e uma tristeza na hora de se desmontar. Existe até um apelido dentro do clube que é a “síndrome de acetona”, quando tira o esmalte, a maquiagem... Mas quem é crossdresser típico, acaba indo tranquilamente para a sua vida masculina de novo. Uma das características da crossdresser é justamente gostar da vida masculina também. No meu caso, assim como acontece com alguns, foi um aprendizado. Tanto que, quando passei a usar roupa feminina pela primeira vez, não tinha ideia onde eu iria chegar. Foi progressivo: quanto mais me vestia com roupa feminina mais eu queria usar.

A presença da crossdresser dentro da comunidade LGBT passa quase invisível. Você acha que as crossdressers são discriminadas?
Não, eu acredito que as crossdressers se isolam e procuram se reunir em lugares fechados pela questão da privacidade, aquela coisa do “homem heterossexual que gosta de se vestir de mulher”. Ela é que não quer ir a uma balada GLS, ela é que procura se reunir em grupos fechados. No meio LGBT, o que existe em relação à crossdresser é desconhecimento. Gays não sabem se elas são transformistas, drags, travestis iniciantes. Fora de São Paulo o conhecimento sobre crossdresser é praticamente zero.



Luisa

No meu trabalho não sofri

agressões diretas, mas

também não tive aceitação.











Muitas transexuais dizem que a consciência de que são mulheres acontecem desde a infância. Por que demorou tanto tempo para se descobrir?

Na medicina dos anos 70, existe a figura da transexual primária, aquela que tem certeza do que desde a infância, e a transexual secundária, que se descobre na meia idade. Hoje em dia já se desconstrói os conceitos de transexual de primário e secundário para não dar a ideia de que uma é melhor que a outra. No meu caso tem alguns flashes desde a infância. Sonhava muito que iria ser mulher quando crescesse. Mas por ser uma família de formação religiosa, de ter todas aquelas expectativas, isso foi ficando bloqueado, reprimido. Ficou lá no inconsciente, que vinha para fora na forma de um sonho, na forma de uma fantasia.

Ser crossdresser ajudou você a se descobrir trans?
Lá no começo eu não tinha ideia de que fosse caminhar até aqui, de estar em algum momento de estar vivendo uma vida feminina. Durante o caminho eu tentei mudar muitas vezes, tentei parar, tentei voltar atrás, mas era só para descobrir que não tem volta. Depois que a gente se descobre é pior tentar resistir. Me descobri na vida adulta, quando passei a morar sozinho, passei a processar as informações e fui colocando para fora aos poucos. De fato foi uma caminhada longa.

A partir de qual momento que você disse: Chega, agora sou transexual?
A primeira vez que eu saí de casa montada. Tive certeza absoluta de que eu deveria passar a viver 100% como mulher. Foi como sair de dois armários ao mesmo tempo. Isso faz cinco anos. Comecei a me hormonizar, trabalhar isso em terapia, deixar o cabelo crescer, fazer laser, usar brincos no dia-a-dia. Há dois anos eu comecei a assumir publicamente a vida feminina.

Como as pessoas reagiram?
Não fiz a mudança de um dia para o outro, então já deu para ver os amigos que iam permanecendo e os que iam embora. Não teve uma questão muito traumática nesse momento porque eu já vinha trabalhando isso antes. O lado profissional foi a parte mais complicada. Além da questão da transição desses conflitos, passei por um problema de depressão e outros problemas de saúde. Tenho alguns colegas de trabalho que me compreenderam, mas o ambiente de trabalho ficou tenso. Não sofri agressões diretas, mas também não tive mais aceitação.

Você assinava como Louise Stern. Por que decidiu mudar o nome?
Gostava muito de uma atriz do cinema mudo chamada Louise Brooks. E Stern porque sou de origem alemã e “Stern” é estrela em alemão. Depois que me assumi como transexual, resolvi abrasileirar o nome: Louise ficou Luisa. E Helena foi porque seria o nome que eu receberia caso nascesse uma mulher biológica.

Silicone e cirurgia de transgenitalização... pensa em fazer?
Passa sim. A cirurgia de transgenitalização é o meu objetivo final. Estou passando por um processo transexualizador lá de Porto Alegre, no Hospital de Clínicas, e estou na fila de espera para fazer a cirurgia. E se tudo acontecer, no segundo semestre de 2012 devo estar me encaminhando para isso. Já o silicone, tive dúvidas se precisava ou não, mas agora já vi até onde pode ir as mudanças com hormônios e eu acho que vou colocar um pouco de seios e no quadril para dar um acabamento.

Você está sempre envolvida com a militância. Isso é de fato importante para sua vida?
É importantíssimo. Posso contribuir por minha formação, porque além de ser funcionária pública no setor financeiro, também sou bacharel em direito. No momento em que passei a me assumir como mulher, também procurei a militância, que me ajudou muito. Mesmo depois da cirurgia de transgenitalização, ao contrário de muitas transexuais, continuarei lutando pelos direitos LGBT.

Como você definiria a Luisa de ontem em relação a Luisa de hoje?
A de hoje é muito mais feliz, tranquilamente. Há muito tempo coloquei no meu perfil alguns versos da música Super-Homem de Gilberto Gil: Um dia tive a ilusão que ser homem bastaria/ Até descobrir o que o mundo feminino me daria. Então sei o que sou por causa da mulher. Sou feliz e realizada por já ter conquistado essa identidade feminina.

Do Mix Brasil
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Miss Gordinha 2011 é eleita em concurso

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Marion Bogaert, uma jovem de 19 anos, foi eleita a Miss Gordinha 2011, em concurso realizado na França nesta sexta (10).

O concurso foi criado por Thierry Frezard, um psicólogo que durante muito tempo recebeu em seu consultório pacientes gordinhas. Para poder se inscrever nele, é preciso estar, no mínimo, seis quilos acima da média de sua altura (por exemplo, 56 quilos para 1,50m).

Desde 2005, quando Frezard teve a ideia do concurso, o número de inscritas aumenta a cada edição e prova que as gordinhas podem ter, sim, muito charme.

Do Correio do Estado

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Cidadania: Transexuais Holandeses ganham direito a diplomas novos

As pessoas transexuais holandesas conquistaram o direito de receberem novos diplomas escolares e universitários reflectindo o nome e género correctos.

Esta alteração resultou de um processo legal contra a universidade de Amesterdão pelo activista transexual Justus Eisfeld da Global Action for Trans Equality.
http://2.bp.blogspot.com/_vnmvWu_Rb0g/SjS2hcQuTBI/AAAAAAAAAOA/305tlNOg-f0/s320/Justus.jpg
Justus Eisfeld


Justus Eisfeld tem 37 anos e é adepto da campanha STOP Trans Pathologization 2012.. Quando completou os seus estudos em 2001 ainda era considerado mulher, tendo o diploma sido emitido dessa maneira. Em 2008 submeteu-se à CRS, tendo passado a ser legalmente homem. E teve de alterar toda a sua documentação legal (passaporte, carta de condução, etc.), só restando alterar o seu diploma, o que lhe provocou alguns dissabores.

“Senti-a na pele quando quis trabalhar como professor de alemão. Numa altura em que havia grande escassez de docentes com esta qualificação e em que se contratava qualquer pessoa com poucos conhecimentos da lingua, apresentei a minha candidatura a dois institutos. Ambos responderam: Considerando a sua situação - e não podiam referirem-se a outra coisa que a minha transexualidade - não estamos dispostos sequer a conceder-lhe uma entrevista.”

Na sua luta para obter um novo diploma, Eisfeld teve uma ajuda inesperada. Quando se iniciou o ano lectivo, o presidente da Junta Directiva da Universidade, Karel Van Der Toom, abriu o ano lectivo com um espectáculo com o comediante Freek de Jong, e este fez uma alusão espontânea ao caso: “Queria propor, já que estamos a passar tão bem esta tarde, que dêem a ela um novo diploma, ou a ele, onde apareça o seu novo nome com um desses bonitos selos. Assim evitavam-se problemas. Seria um bom começo do novo ano.”

Apesar das pressões, a universidade recusava-se a cooperar, alegando que um diploma só se entrega uma vez, tal como estipulado na lei. Nada satisfeito com a situação, Justus dirige-se então à Comissão Holandesa para Oportunidades Iguais.

A Comissão Holandesa para Oportunidades Iguais decretou que a universidade cometeu uma ilegalidade por discriminação sexual indirecta contra Eisfeld, que se encontrava em luta legal com a universidade desde 2004.

“Parece-me um exemplo clássico de discriminação indirecta.” sustem Eisfeld. Quero dizer, uma medida política que tem como objectivo a igualdade entre os cidadãos, acaba por tornar-se negativa para um determinado grupo populacional, acabando em discriminação.”

A Ministra da Educação Marja Van Bijsterveldt instruiu todas as instituições legais para agirem de acordo com esta sentença.

“Estou muito contente não só por causa do meu diploma, mas especialmente pela possibilidade de toda a população trans poder alterar os seus diplomas na Holanda.”, afirmou Justus, “Espero que a ilegalidade da discriminação contra trans nos estados membros da União Europeia receba mais atenção. O conhecimento é o primeiro passo para uma mudança de atitudes.”

Do Portugal Gay
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Preconceito e falta de respeito mudam rotina de transexual

O ex-transexual Fernando Siqueira da Silva (27), que há cinco anos possui uma união estável com o cabeleireiro Eduardo Oliveira Jorge (24), afirma que o preconceito e a falta de respeito mudaram totalmente a sua vida.

Fernando, que estava lutando na Justiça para trocar o seu nome para Raysla Salles, decidiu não ser mais transexual e permanecer com o nome Fernando. "Após vários preconceitos, falta de respeito e julgamentos incorretos, decidi não ser mais a transexual Raysla Salles. O comportamento da sociedade, como piadas preconceituosas, cochichos nos corredores, as exclusões em atividades e dentro da própria sociedade, agressões físicas têm impacto direto na autoestima", desabafa o cabeleireiro.

Fernando (Rhaysla - foto abaixo) venceu o concurso de Miss Gay 2007 de Uberaba
Fernando lembra que ficou três anos como transexual. Ele aplicou 355 ml de silicone em cada peito, fez aplique de mega hair, usava roupas femininas, ou seja, se caracterizava de mulher 24 horas. "Hoje sou o Fernando, tirei os silicones, o mega hair, adoro maquiagem, porém hoje não uso mais e me visto como homem. É necessário trabalhar os direitos humanos para evitar a discriminação e o preconceito. A sociedade vive de aparência, a sociedade não se respeita. Quando eu era transexual, homens casados me cantavam. Em Uberaba há várias pessoas que afirmam ser homens, casados, homens de renome, mas, possuem o seu lado feminino, e de madrugada procuram os transexuais", revela.

"As pessoas julgam mal o transexual. Elas pensam que toda transexual vive fazendo programa, o que não é verdade. A sociedade sente mais confiança no homossexual assumido, o Fernando Siqueira da Silva, do que na transexual Raysla Salles. Recebia muitas ligações em meu salão, eram cantadas diárias. Todos, homens casados", finaliza.

Do Jornal de Uberaba
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A cada 12 dias, uma pessoa troca de sexo no Brasil

Debora Rodrigues esperou 48 anos - a vida inteira - pela sexta-feira passada, quando "finalmente" se submeteu a uma cirurgia de transgenitalização, conhecida como mudança de sexo. Nascida menino, ela cresceu sem saber qual banheiro frequentar. Debora saiu de Itambé, em Pernambuco, aos 17 anos, e não voltou mais.
Sem nunca ter sido aceita pela família - "meu pai me mandava dormir fora de casa, com os cachorros" -, se mudou para o Rio. Há cinco anos, uma amiga mostrou um recorte de jornal com a notícia de que no Hospital Universitário Pedro Ernesto, em Vila Isabel, Zona Norte do Rio, era possível fazer a operação.



De acordo com dados do Ministério da Saúde, uma transexual faz a cirurgia de transgenitalização (erroneamente conhecida como de mudança de sexo) a cada 12 dias no Sistema Único de Saúde (SUS). A contagem começou a ser feita em agosto de 2008, quando o governo federal permitiu que o procedimento fosse realizado em hospitais públicos.

- Eu tinha esperança e ao mesmo tempo não tinha - conta Debora, que, na véspera da cirurgia, dizia que não se lembrava mais da longa espera: - Toda a humilhação e o sofrimento vão ficar para trás. Nunca mais vou ter dúvidas de em qual banheiro devo ir, vou ter vida nova.
No Brasil, a cada 12 dias, em média, um transexual encontra a mesma sensação de alívio. Desde agosto de 2008, a portaria 1.707, do Ministério da Saúde, autoriza o Sistema Único de Saúde (SUS) a realizar o procedimento.
Além do Pedro Ernesto, três hospitais estão credenciados: Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo e Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Goiás. O ministério contabiliza que em dois anos foram feitas 60 cirurgias.
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Violência faz parte da vida de transexuais e travestis

Os recentes casos de violência por suposta motivação homofóbica, como os que envolveram jovens na avenida Paulista, em São Paulo, em novembro passado, não são novidade na vida de travestis e transexuais, afirma o pesquisador e jornalista, Aureliano Biancarelli.

Autor do livro “A Diversidade Revelada”, que narra o dia a dia de transexuais e travestis, ele relata que a violência contra essas pessoas começa cedo, já na infância, e no interior da própria família e se repete na escola e ao longo de toda a vida.

“A violência é uma constância na vida delas. Começa com uma violência que é menos visível, mas mais danosa para a pessoa que é a violência dentro de casa”, pontua. Nem sempre travestis e transexuais sofrem violência física, mas em geral passam pela exclusão familiar. “Ou você se enquadra no sexo que nasceu ou vai ser expulso de casa”, acentua Biancarelli.

Para Aureliano Biancarelli, casos de agressões por supostas razões homofóbicas, como os da avenida Paulista, em São Paulo, não são novidade

Em entrevista à Rede Brasil Atual, o jornalista explicou que a violência doméstica, física ou psicológica, acaba levando transexuais e travestis às ruas e à marginalidade. “Se vai para rua e é um travesti, um homossexual que quer viver como travesti, vai acabar caindo na marginalidade. A única coisa que vai encontrar no mercado de trabalho é a prostituição ou, raramente, vai encontrar trabalho como cabeleireiro”, analisa.

De acordo com definições médicas citadas pelo antropólogo e pesquisador Bruno Cesar Barbosa em entrevista à Agência USP de Notícias, uma ou um travesti seria aquele que se comporta e se veste como o outro gênero, mas não quer a cirurgia para mudar seu órgão sexual. Já os/as transexuais, sentem a necessidade de fazer a cirurgia, pois se sentem do outro gênero desde o nascimento.

As transexuais consideram que nasceram com o corpo errado. A mente age como se fosse de um sexo e o corpo é de outro, por isso desejam fazer a operação que recolocaria o corpo no lugar que deveria estar, diz Biancarelli.

Segundo o pesquisador, uma ínfima porcentagem de famílias compreendem e aceitam familiares transexuais ou travestis. Motivo que leva muitas pessoas a viverem escondidas ou se relacionarem apenas dentro do mesmo grupo.

Como exemplo do medo que ronda a vida dessa população, Biancarelli cita a história de um homem trans, com corpo feminino,que perto de se casar, prefere esconder da família da noiva sua condição de transexual. Ou a história do professor de inglês, homem trans, que tem uma vida em comum com uma professora da mesma área, mas vive sempre no “limiar do risco”, com receio de que colegas e familiares descubram a transexualidade.

A rejeição social também impacta no estilo de vida de trans e travestis.”Eles têm medo do dia. Têm uma vida na escuridão”, comenta. “Quando escurece, aí se travestem, se enfeitam, mas durante o dia saem o mínimo possível de casa. Elas não têm coragem de tomar Metrô, ou ônibus, por exemplo”, acrescenta em relação às travestis.

Discriminação

Biancarelli detectou que transexuais e travestis sofrem preconceito e humilhação em ações simples do dia a dia, como ir ao banheiro ou procurar um médico.

“Homem e mulher trans, como se vestem de mulher, utilizam banheiros femininos e todas elas relatam violência nessas situações porque mulheres reclamam se descobrem ou sabem. Da mesma forma não seriam aceitas com roupa de mulher em banheiro de homem”, alega Biancarelli. Há casos de profissionais demitidos ou que tiveram de se submeter a usar “o banheiro dos fundos” para permanecer na empresa, informa o jornalista.

Ir ao médico é outra questão complicada para essa população. Primeiro, a transexual ou travesti é chamada pelo nome de homem, mas quem levanta e vai ao encontro do médico ou da enfermeira é uma mulher. Depois, os trans homens não têm ginecologista para atendê-los. “Não tem como ir a um ginecologista vestida de homem”, argumenta o jornalista. Da mesma forma, é difícil para uma trans mulher ir ao proctologista. “Como iam procurar hormônio?”, indaga o pesquisador.

Saúde

Segundo o jornalista, travestis e transexuais têm a saúde muito precária. Entrevistas realizadas com a população mais jovem aponta que apesar de não procurarem cuidados médicos há vários anos, em geral ainda não manifestaram problemas. Entretanto, a faixa etária mais velha sofre com graves problemas de saúde.

Da população que procura o centro de acolhimento do Centro de Referência da Diversidade (CRD) na rua Major Sertório, centro da capital paulista, quase metade estava infectada e outra metade nunca havia feito exames, por isso não sabe seu estado de saúde real.

Biancarelli diz que as travestis acabam bebendo muito e usando drogas diariamente para aguentar a precariedade em que vivem. “Na noite você as vê cheirando cocaína, às 21 horas. Uma das coisas que o hotel ou boate condiciona é que ela incentive o cliente a beber e o cliente quer que ela beba também”, conta.

Também é frequente que clientes queiram que a prostituta use drogas com ele. “Eles estão usando crack, então elas acabam caindo no crack rapidamente”, elucida. “Elas precisam de mais serviços de saúde”, afirma o jornalista.

Amor
Ao acompanhar o dia a dia do Centro de Referência da Diversidade, o pesquisador diz que se surpreendeu com as inúmeras histórias de amor vividas por transexuais e travestis. A maioria das mulheres e homens transexuais sonha com casamento, família e quer a mudança de sexo.

“Elas querem uma vida mais regrada, recolhida”, esclarece. ”Vi vários casos de trans casadas, estabelecidas. Impressionou o número de trans que tinham relacionamentos”, enfoca. O jornalista também encontrou muitas travestis casadas ou namorando transexuais, michês, cafetões.

“Já esperava ouvir relatos de humilhações e maus-tratos sofridos pela população LGBT… Só não esperava que o amor e o companheirismo sobrevivessem com tanta força entre esses personagens. No Centro de Referência da Diversidade é comum ver casais de mãos dadas, ela travesti, ele heterossexual, os dois morando na rua. Em todos os relatos, em meio a histórias de maus-tratos, abandono e discriminação, há sempre uma história de amor”, revela em trecho do livro “A Diversidade Revelada”.

Na publicação, Biancarelli acentua que “respeito e os cuidados psicológicos e médicos a essa população dependem de um amadurecimento da sociedade. Vai do conhecimento e da atenção médica, que inclui cirurgias complexas e reordenações do serviço público, aos avanços em termos da legislação e até mesmo às interpretações do Judiciário”, sublinha.

Fonte: Planeta Osasco

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“Violência contra homossexuais” por Dr. Drauzio Varella

Negar direitos a casais do mesmo sexo é imposição que vai contra princípios elementares de justiça. A homossexualidade é uma ilha cercada de ignorância por todos os lados. Nesse sentido, não existe aspecto do comportamento humano que se lhe compare.


Não há descrição de civilização alguma, de qualquer época, que não faça referência a mulheres e a homens homossexuais. Apesar de tal constatação, esse comportamento ainda é chamado de antinatural.

Os que assim o julgam partem do princípio de que a natureza (leia-se Deus) criou os órgãos sexuais para a procriação; portanto, qualquer relacionamento que não envolva pênis e vagina vai contra ela (ou Ele).

Se partirmos de princípio tão frágil, como justificar a prática de sexo anal entre heterossexuais? E o sexo oral? E o beijo na boca? Deus não teria criado a boca para comer e a língua para articular palavras?

Se a homossexualidade fosse apenas uma perversão humana, não seria encontrada em outros animais. Desde o início do século 20, no entanto, ela tem sido descrita em grande variedade de invertebrados e em vertebrados, como répteis, pássaros e mamíferos.

Em alguma fase da vida de virtualmente todas as espécies de pássaros, ocorrem interações homossexuais que, pelo menos entre os machos, ocasionalmente terminam em orgasmo e ejaculação.

Comportamento homossexual foi documentado em fêmeas e machos de ao menos 71 espécies de mamíferos, incluindo ratos, camundongos, hamsters, cobaias, coelhos, porcos-espinhos, cães, gatos, cabritos, gado, porcos, antílopes, carneiros, macacos e até leões, os reis da selva.

A homossexualidade entre primatas não humanos está fartamente documentada na literatura científica. Já em 1914, Hamilton publicou no “Journal of Animal Behaviour” um estudo sobre as tendências sexuais em macacos e babuínos, no qual descreveu intercursos com contato vaginal entre as fêmeas e penetração anal entre os machos dessas espécies. Em 1917, Kempf relatou observações semelhantes.

Masturbação mútua e penetração anal estão no repertório sexual de todos os primatas já estudados, inclusive bonobos e chimpanzés, nossos parentes mais próximos.

Considerar contra a natureza as práticas homossexuais da espécie humana é ignorar todo o conhecimento adquirido pelos etologistas em mais de um século de pesquisas.

Os que se sentem pessoalmente ofendidos pela existência de homossexuais talvez imaginem que eles escolheram pertencer a essa minoria por mero capricho. Quer dizer, num belo dia, pensaram: eu poderia ser heterossexual, mas, como sou sem-vergonha, prefiro me relacionar com pessoas do mesmo sexo.

Não sejamos ridículos; quem escolheria a homossexualidade se pudesse ser como a maioria dominante? Se a vida já é dura para os heterossexuais, imagine para os outros.

A sexualidade não admite opções, simplesmente se impõe. Podemos controlar nosso comportamento; o desejo, jamais. O desejo brota da alma humana, indomável como a água que despenca da cachoeira.

Mais antiga do que a roda, a homossexualidade é tão legítima e inevitável quanto a heterossexualidade. Reprimi-la é ato de violência que deve ser punido de forma exemplar, como alguns países o fazem com o racismo.

Os que se sentem ultrajados pela presença de homossexuais que procurem no âmago das próprias inclinações sexuais as razões para justificar o ultraje. Ao contrário dos conturbados e inseguros, mulheres e homens em paz com a sexualidade pessoal aceitam a alheia com respeito e naturalidade.

Negar a pessoas do mesmo sexo permissão para viverem em uniões estáveis com os mesmos direitos das uniões heterossexuais é uma imposição abusiva que vai contra os princípios mais elementares de justiça social.

Os pastores de almas que se opõem ao casamento entre homossexuais têm o direito de recomendar a seus rebanhos que não o façam, mas não podem ser nazistas a ponto de pretender impor sua vontade aos mais esclarecidos.

Afinal, caro leitor, a menos que suas noites sejam atormentadas por fantasias sexuais inconfessáveis, que diferença faz se a colega de escritório é apaixonada por uma mulher? Se o vizinho dorme com outro homem? Se, ao morrer, o apartamento dele será herdado por um sobrinho ou pelo companheiro com quem viveu por 30 anos?

Fonte: Folha de São Paulo - Via:
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Sérgio Marone afirma que homofóbicos são gays enrustidos

O ator Sérgio Marone disse, através do Twitter, que a homofobia pode ser uma forma de recalcar a própria sexualidade. O ator fez essa declaração diante da recente onda de ataques homofóbicos no Rio de Janeiro e em São Paulo.

Um homofóbico tem grande chance de ser gay enrustido. Homem mesmo não liga pra isso e se for esperto tem amigos gays, que em geral são divertidos e têm muitas amigas interessantes”, postou.

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Fonte: Cena G

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Drama de gays nas favelas segue...

Jornal%20carioca%20relata%20o%20drama%20de%20gays%20que%20vivem%20nas%20favelas%20e%20denuncia%20violencia%20policial
Jornal carioca relata o drama de gays que vivem nas favelas e denuncia violência policial

Com o título “Pacificação ainda não pôs fim à homofobia”, do jornalista Mahomed Saigg, o jornal carioca O Dia apresentou um dossiê, durante série especial que o jornal está fazendo fez sobre Homofobia. Se o alerta tivesse sido considerado, há menos de um mês, dificilmente teríamos tido após a Parada do Rio o crime em que um militar atirou contra um homossexual.

Homossexuais de comunidades ocupadas acusam os policiais de agressão e dizem que a situação para eles se tornou ainda pior do que quando os traficantes dominavam os morros. Regras que devem ser seguidas como a discrição, a violência diária e gratuita, são algumas das realidades de quem mora nas comunidades cariocas, agora palco da guerra contra o tráfico de drogas.

Na matéria, gays e travestis denunciam o esquema de “pacificação” do governo que não tem levado paz aos homossexuais das favelas, que agora convivem com o abuso dos policiais. Estas e outras notícias levaram o comandante geral da PM dizem em um telejornal ontem que infelizmente há sim desvios de conduta na corporação e que os casos devem ser denunciados para que a Corregedoria da Polícia tome as devidas providências. Assim como com o tráfico, os moradores das favelas temem denunciar policiais com medo de represálias, agora sob o peso da instituição que deveria promover a segurança.

Cerceados, muitos homossexuais se desesperam. “Não aguento mais tanta repressão. Não consigo mais ser eu mesmo! Antes da ocupação, também tínhamos problemas, mas agora a situação piorou muito, porque com a polícia não tem conversa, estamos sempre errados”, reclama o cabeleireiro Vando Silva, 20 anos.

Morador do Morro Santa Marta, em Botafogo, ele garante já ter sido agredido por policiais. “Eles me bateram porque disseram que ‘veado’ tinha que morrer”, denuncia.” – diz a matéria de O Dia.

Do: CENA G

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Workshop de Fotografia Sensual

Estão abertas as inscrições para o Workshop de Fotografia Sensual oferecido pelo BunkerMedia em parceria com a Babuê Produções em Fortaleza/CE. O workshop será ministrado nos dias três e quatro de dezembro pelo fotógrafo Wandeclayt M., com aula teórica e prática fotográfica com modelo. Podem participar fotógrafos profissionais e amadores e o único pré-requisito é possuir e dominar o funcionamento da própria câmera. O investimento é de R$350,00 que pode ser parcelado em duas vezes. Há também um desconto de 20% para alunos matriculados também no workshop de Fotografia de Pin Ups. Mas atenção! As vagas são limitadas a seis alunos por turma.

A iniciativa tem apoio do SEBRAE/CE, estúdio He, sex shop Via Libido e Órbita Bar.

http://www.bunkermedia.com.br/2010/11/workshop-fotografia-sensual-em-fortaleza-ce

http://wandeclayt.carbonmade.com

http://flickr.com/wandeclayt

http://wandeclayt.deviantart.com

Serviço: Workshops de Fotografia Sensual e Pin Up´s – Teoria e Prática.
Data: 3 e 4 de Dezembro.
Local (aula teórica): SEBRAE/CE – Centro de Treinamento (1° andar) – Sala 05 Av. Monsenhor Tabosa, 777 – Meireles.

Do Blog da Tatiana Hilux

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Professora transexual, Marina Reidel, recebe prêmio por trabalho contra a homofobia escolar


Quando tinha 11 anos e estudava na 5ª série de um colégio público da Capital, Michelle Azevedo acompanhou seu professor de Artes mudar o nome de Mário para Marina e substituir as calças por vestidos. Esta semana, passados quatro anos da transformação, a aluna e seus colegas da Escola Estadual Rio de Janeiro vibraram com um prêmio nacional de combate à homofobia à educadora.

Marina Reidel

A distinção foi concedida pela ONG internacional Global Alliance for LGBT Education — Aliança Global pela Educação LGBT (termo utilizado para referir lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais) — e deu destaque à história pessoal do professor que virou professora no meio do ano letivo. O prêmio Educando para a Diversidade Sexual, recebido por Marina Reidel na terça-feira, em Brasília, deve-se ao trabalho Diga Não à Homofobia Escolar. Realizado há cerca de dois anos na escola do bairro Cidade Baixa, o projeto estimula as discussões sobre a tolerância sexual enfocando experiências práticas e relacionando o tema à religião, à cidadania e aos direitos humanos.


— Sou do Interior. Por muito tempo, tive de me esconder, apesar de sempre ter sido respeitada pelo meu trabalho. Mas quando as leis começaram a ir a nosso favor, e os movimentos sociais se fortaleceram, tomei coragem, parei de me esconder. Soltei as asas — comemora Marina, 40 anos, professora de Artes e de Ética e Cidadania para turmas de 5ª a 8ª séries do Ensino Fundamental.

Do Zero Hora

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Sobre este blog

Aqui eu não sou homem ou mulher. Sou um adepto do crossdresing. Sou uma Crossdresser - CD ou CDzinha. Desde os 9 anos, adoro lingeries e roupas sexyes. Levo uma vida normal masculina e tenho uma vida clandestina feminina.

Me proponho aqui a falar um pouco de tudo, em especial das Crossdressers, dos transexuais, dos Travestis e da enorme comunidade
LGBT existente em todo o mundo. Um estilo de vida complicado e confuso (para alguns)... Este espaço também se presta para expor a minha indignação quanto ao ódio e preconceito em geral.

Observo que esse é um blog onde parte do que aqui posto pode ser considerado como orientado sexualmente para adultos, ou seja, material destinado a pessoas maiores de 18 anos. Se você não atingiu ainda 18 anos, ou se este tipo de material ofende você, ou ainda se você está acessando a internet de algum país ou local onde este tipo de material é proibido por lei, NÃO siga 'navegando'.

Sou um Crossdresser {homem>mulher} casada {com mulher - que nada sabe} e não sou um 'pedaço de carne'.

Para aqueles que eventualmente perguntam sobre o porque do termo 'Crossdresser GG', eu informo que lógico que o termo trata das minhas medidas. Ja que de fato visto 'GG'. Entretanto alcunhei que 'GG' de Grande e Gorda, afinal minhas medidas numéricas femininas para Blusas, camisetas e vestidos são tamanho: 50 e Calças, bermudas, shorts e saias são tamanho: 50.

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