Uma Crossdresser Gordinha Complicada e Imperfeita

Transsexual: Austrália adota um anjo para expulsá-lo depois

http://www.enkidumagazine.com/art/2009/100209/Norrie_May_Welby.jpg
Transsexual: Austrália adopta um anjo para expulsá-lo depois

Nova Gales do Sul reconheceu a escocês de 48 anos o direito de surgir como sem género nos documentos, mas Camberra voltou atrás.

Nasceu homem há 48 anos, tornou-se mulher há 20 e, esta semana, o Governo do Estado de Nova Gales do Sul, Austrália, para onde emigrou da Escócia quando tinha sete anos, reconheceu que Norrie May-Welby não era uma coisa nem outra, mas antes cidadão de "género neutro". Norrie exultou com a decisão inédita, por entender que o género de cada qual não tem que ver com a genitália. E a Austrália adoptou o primeiro anjo da Humanidade ? é sabido que só eles não têm sexo. Durou pouco, porém, a bizarria, e anteontem o Governo de Camberra revogou, segundo a AFP, a declaração de pessoa assexuada. Para Norrie, o anjo caído, a luta continua.

"Esses conceitos de homem e mulher simplesmente não se aplicam a mim, não são a minha realidade. Se me forem aplicados, parecem uma coisa de ficção", afirmou May-Welby ao diário The Scotsman, radiante com a decisão das autoridades do estado australiano de Nova Gales do Sul, que lhe passaram a certidão de "género não-específico", culminando uma luta árdua para garantir direitos cívicos àqueles que não se vêm nem como homens nem como mulheres: os andróginos.

O documento, passado em concordância com uma recomendação, de 2009, do relatório da Comissão de Direitos Humanos da Austrália, beneficiou das interrogações levantadas pelos próprios médicos que observaram norrie mAy-Welby - num trocadilho com may well be, que em inglês significa pode muito bem ser. E os clínicos não conseguiram determinar o que poderia ser tal pessoa, se masculina ou feminina, após exames inconclusivos a um corpo cuja natureza foi cirúrgica e quimicamente modificada.

A primeira transformação ocorreu aos 28 anos, quando um rapaz, por não se rever na genitália que a Natureza lhe concedera, resolveu amputá-la. No livro Ultra Sex, ainda inédito, que o novel andrógino pretende publicar, mas cuja introdução está já disponível no seu site [http://webspace.webring.com/people/uu/ um_191/noz.html], Norrie precisa que, "na segunda-feira, 3 de Abril de 1989, algures entre as duas e as três horas da tarde, deixei de ter pénis e passei a ter uma vagina".

Não foi suficiente. "Após a operação, tentei viver a vida como uma verdadeira mulher", diz Norrie, revelando que, achando próprio socializar nos círculos heterossexuais, cedo descobriu que "no mundo 'hetero', eu era tratada como mentirosa se não revelasse a minha transexualidade, e como pária caso o fizesse. Fui abusada por homens, às vezes por ser transexual, na maioria só por ser mulher", confessa. Assim, "deixei de ir a bares hetero. Já não queria continuar a viver como uma mulher heterossexual normal".


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Norrie May Welby
http://www.may-welby.blogspot.com/

Os ácidos da revelação

Deprimida, e já como dirigente da Associação Transexual Australiana, Norrie viu a luz no Natal de 1990, quando experimentou ácido pela primeira vez: "Durante essa primeira trip, percebi quem eu era, deixando de me preocupar se era macho ou fêmea, ou, pelo menos, autorizei-me a descobrir quem eu era sem tentar ser masculino ou feminino. Sou apenas um ser humano". Mais tarde, Norrie evoluiu nas cogitações e percebeu que "mulher e homem são papéis que desempenhamos, coisas que fazemos. O género é desempenho. Dali em diante, resolvi aceitar a vida não como mulher (não homem) nem como homem (não mulher), mas como ser humano. De qualquer modo, eu não me podia definir com honestidade".

Nem Norrie nem os médicos, na medida em que, tendo abandonado o tratamento hormonal que havia seguido durante anos, manteve características femininas evidentes. Face ao imbróglio e aos argumentos legalistas de Norrie: "Se o meu passaporte me define como de género feminino, posso ser preso se entrar num país que considera o sexo à nascença como o verdadeiro". E se o passaporte indicar género masculino, "continua a haver dissonância com o meu aspecto, porque falo e movo-me como mulher", sublinha May-Welby.

Aparentemente, o pragmatismo das autoridades de Nova Gales do Sul seguiu a mesma linha de raciocínio e concederam-lhe, pela primeira vez no Mundo, um certificado de neutralidade sexual, operando um milagre por via administrativa: o registo do primeiro anjo reconhecido. Que caiu anteontem.

DO JN - Emano Madail
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Lapa de Travestis

Pedro Stephan

Qual a semelhança entre João Francisco dos Santos (1900-1976) e Luana Muniz? Bem, o primeiro, mais conhecido como o transformista Madame Satã, reinou pelas ruas da Lapa na primeira metade do século 20, mais exatamente na década de 40. Trono que agora cabe à transex Luana (acima), versão pós-moderna (e louríssima) de Madame. “Satã era mirrado, enquanto Luana é tecnológica, tomou vitaminas, cresceu”. Palavras de Pedro Stephan, fotógrafo que acompanhou a “poderosa chefona das bonecas da Lapa” por três anos, registrando em fotos o cotidiano da “moça”. Os cliques serão exibidos na mostra Luana Muniz: a rainha da Lapa, em cartaz a partir de sexta-feira, na galeria LGC Arte Contemporânea, no Centro. Para Pedro, a semelhança entre as duas figuras não para no reinado soberano sob os Arcos da Lapa. “Assim como Madame Satã, Luana é uma exímia cozinheira”, comenta.

Lapa de Travestis

A presidente da Associação de Travestis e Transexuais da Lapa, Luana Muniz é a convidada da Roda de Conversa do Arco-Íris na próxima sexta-feira (19/3) às 19h30 na sede do grupo

O próximo encontro do Grupo Arco-Íris aberto para toda a comunidade LGBT contará com a participação de Luana Muniz, a Rainha da Lapa. A travesti contará um pouco do trabalho que desenvolve com as trans profissionais do sexo do eterno bairro boêmio da Cidade Maravilhosa: a Lapa. Luana é conhecida como “síndica da região” e no ano passado ganhou uma exposição com seu nome, fotografada por Pedro Stephan, na Galeria LGC, no Centro do Rio.

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“O Grupo Arco-Íris é uma organização mista. Sempre tivemos o cuidado de atender todos os segmentos de nossa comunidade. Esta roda de conversa servirá para aproximar todas as letras, pois, com toda certeza, Luana tem muito o que nos ensinar. A troca é muito importante para nos fortalecermos contra a homofobia e Luana é uma guerreira que luta contra a discriminação mais dura, que é o preconceito e a violência contra as travestis e transexuais”, orgulha-se a presidente do Grupo Arco-Íris, Gilza Rodrigues.
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O encontro será mediado pelas coordenadoras do Núcleo de Trans do Grupo Arco-Íris Indianarâ Queiroz e Alessandra Ramos. Não fique fora dessa. Participe!

Serviço
Roda de Conversa Arco-Íris com Luana Muniz
Dia: 19/03/2010 (sexta-feira)
Horário: 19h30
Local: Rua do Senado 230 Cobertura
Entrada franca
Diego Cotta
Target Assessoria de Comunicação

Fonte:
Pravda.ru
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A Gordinha mais sexy do mundo - Moran Baranes



A Gordinha mais sexy do mundo

Num mundo em que os corpos magros e bem Definidos ditam regra, um modelo Moran Baranes faz história exibindo justamente o contrário. Ela é a atual Miss “Fat and Beautiful” ( “Gorda e Bonita”, traduzindo para nosso português) – título conquistado há 3 meses.



Moran Baranes tem 22 anos e pesa cerca de 93 kg. Ela trabalha como segurança e gosta de pintura e dança.

O concurso é disputado Anualmente em Haifa, Israel. Sem Maios Biquinis e, tal como modelos “plus size” ocasionais desfilam com roupas e vestidos de noite.


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Atrizes vestem roupas para gordinhas, magrelas, altonas e baixinhas

Se você tem o corpo dos sonhos de toda mulher, digno de uma top model, pode pular este editorial, que foi feito sob medida para mulheres de carne e osso — umas com mais carne do que osso, outras com mais osso do que carne, e por aí vai. Confira looks e dicas do que fica bem em gordinhas, baixinhas, altonas ou magrelas

Foto: Fábio Guimarães/ Produção: Rosângela Alvarenga

Gordinhas: Para parecer mais magra, não é preciso apelar apenas para o pretinho básico. Invista também em tons mais escuros, como marrom, verde-escuro, azul escuro, roxo. Os vestidos são peças que as gordinhas podem usar com muita liberdade e conforto, mas cuidado com os de malha, pois marcam muito. Os tomara-que-caia, com ligeiro drapeado no quadril, como o usado aqui pela atriz Rafaela Ferreira, a Juju de “Malhação”, ajudam a disfarçar os quilinhos a mais e desviam a atenção para a região do colo. Os sapa-
tos altos são um ótimo recurso para alongar a silhueta. Mas um detalhe é importante: o salto deve ser proporcional ao tamanho do corpo: quanto mais gordinha, mais grosso ele deve ser.

Foto: Marcelo Theobald/ Produção: Rosângela Alvarenga

Altonas: Os vestidos longos drapeados, de um ombro só, como o usado por Aisha Jambo neste editorial, são excelentes para a mulher alta, pois ajudam a aumentar o volume e chamam a atenção para os ombros. A fenda dá um ar sensual e valoriza as pernas longas. As mulheres altas não precisam abrir mão dos sapatos com salto. O ideal é usá-los sem exagero, não esquecendo as proporções. E melhor dos mundos: as altonas podem usar e abusar das rasteiras e dos tênis, que sempre compõem looks mais descolados e
charmosos.

Foto: Fábio Guimarães/ Produção: Rosângela Alvarenga

Magrelas: As magrinhas podem abusar das cores e estampas coloridas. Uma boa dica é usar roupas que criam volume na região dos quadris. Os vestidos balonês e os cintos, usados pela atriz Lana Rodes, a Tafnes da série “História de Ester”, são uma ótima opção. Para a silhueta parecer maior, use calças retas de cintura mais baixa. O golão colorido também ajuda a dar mais volume, disfarçando os seios pequenos.

Foto: Marcelo Theobald/ Produção: Rosângela Alvarenga

Baixinhas: A mulher de estatura baixa que tem pernas bonitas pode abusar das roupas mais curtas. Os mais indicados são os vestidos retos de estampas mais escuras, como o usado pela atriz Janaína Ávila, a Milena de “Tempos modernos”. As peças de cintura alta também valorizam o corpo das baixinhas, porque dão a impressão de que as pernas são maiores. Para os pés, os sapatos de bico fino são o ideal para alongar a silhueta. Prefira saltos médios e acessórios pequenos.

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Bordel pega fogo e homem sai pelado pela janela do 4º andar

Bordel pega fogo e homem sai pelado pela janela do 4º andar

Bombeiros foram chamados para resgatar vítima.
Curiosos e jornais locais fotografaram cena.

Um homem pelado foi resgatado da janela do quarto andar de um bordel na Suíça. Segundo o jornal "Blick", o prédio no centro de Basileia abriga uma casa de prostituição de transexuais.

Foto: Reprodução/Blick

Pelado, homem de 33 anos é resgatado durante incêndio em bordel. (Foto: Reprodução/Blick)

O Corpo de Bombeiros foi chamado para apagar o fogo, mas não conseguiu tirar o homem da janela antes que muitos jornais e curiosos fotografassem sua nudez.

A vítima de 33 anos foi levada para o hospital e não se sabe se ele é um trabalhador do bordel, um cliente, ou uma pessoa que transitava pelo prédio coincidentemente na hora do incêndio.

Do G1
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Governador do Paraná institui o "Dia Estadual de Combate à Homofobia no Estado"


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Roberto Requião promulga lei que cria Dia de Combate à Homofobia no Paraná

O governador do Paraná Roberto Requião promulgou, na última segunda-feira, 15 de março, lei que institui o dia 17 de maio como o Dia Estadual de Combate à Homofobia no Estado.

Requião, no entanto, nem sempre esteve em sintonia com a comunidade LGBT. Em outubro de 2009, ele disse em um programa de TV que o câncer de mama em homens poderia “ser consequência de passeatas gay". Uma semana após o ocorrido, o governador usou a reunião semanal da Escola de Governo para falar em prol da diversidade.

O Dia Estadual de Combate à Homofobia no Estado é uma iniciativa da deputada estadual Rosane Ferreira (PV) e do ex-deputado estadual Professor Lemos (PT). De acordo com Lemos, a promulgação “é um avanço na luta pela igualdade de direitos e pela não discriminação quanto à orientação sexual e identidade de gênero de cada ser humano”.

Já a deputada Ferreira salienta que a falta de debate e conscientização sobre o direito de orientação sexual e identidade de gênero agrava ainda mais a discriminação. “É por isso que apoiamos todos os movimentos de defesa dos homossexuais, avançando na conquista de uma sociedade mais justa e democrática”, declarou.

A notícia foi comemorada pelos ativistas LGBT do estado, que acreditam que a instituição da lei é reflexo do trabalho de grupos que defendem a igualdade de direitos aos LGBT. “Em um estado conservador como o Paraná, uma data como essa se torna necessária para que a visibilidade positiva da comunidade LGBT, bem como a reflexão sobre os direitos humanos da mesma, sejam fomentados e resguardados”, afirma Rafaelly Wiest, presidente do Grupo Dignidade.

Do: Primeira Edição
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Racismo e homofobia incentivam brigas entre turmas de Caxias

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Racismo e homofobia incentivam brigas entre turmas de Caxias
Diversão noturna na cidade é marcada pela tensão entre tribos

A baderna que incomoda vizinhos de postos de combustíveis e do Largo da Estação não é motivada apenas por bebedeira ou por falta de opções de lazer. Turmas de diferentes estilos confirmam que existe um conflito provocado pela diversidade cultural, sexual e racial em Caxias.

A rivalidade dificilmente é percebida pois se desenrola quase sempre à noite e fica ofuscada pelas confusões nos pontos de concentração de jovens. Relatos de agressões, ofensas e perseguições são comuns entre as chamadas tribos. As autoridades desconhecem as denúncias porque poucos casos são registrados.

Os conflitos estariam sendo alimentados pelo fato de rapazes e moças pertencerem a grupos que se vestem e ouvem músicas diferentes. Alguns jovens integram movimentos ideológicos como o hip hop, o skinhead e o punk. Outros seguem a moda como é o caso dos emos. Há quem prefira formar turmas a partir do esporte, ou seja, skatistas, bikers (ciclismo) e torcedores de futebol. Todos esse grupos se encontram aos finais de semana no Largo da Estação ou em frente à prefeitura.

— Acontece que há muita concentração de tribos diferentes na Estação e às vezes uma música diferente, que não é aceita por determinado grupo, vira motivo de briga. Tem gente que vai ali realmente para arrumar confusão — resume Diego de Farias Rodrigues, o Dygo, grafiteiro e líder do movimento Art Muro Hip Hop.

Os grupos mais temidos são aqueles formados por skinheads e por torcidas organizadas. Um parcela dos skinheads é adepta do neonazismo e prega o ódio contra negros, judeus e homossexuais. Brigas entre punks e skins são comuns em Caxias. Os emos se tornaram alvo principal dos grupos extremistas porque entre eles há gays e lésbicas.

— Frequentar a noite em Caxias tem que ser feito em grupos. Eles (skinheads) nos perseguem e correm atrás de nós quando estão em bando. Se um emo for sozinho nos trilhos (Largo da Estação) apanha na certa. O clima é tenso sempre. Ninguém registra na polícia essas coisas. Não vai dar nada mesmo — diz a estudante Yeslei Kosnerman, 17.

Do Clic RBS
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Musica: I Hope You Dance - By Lee Ann Womack


I Hope You Dance



I Hope You Dance

Eu Espero Que Você Dance



I hope you never lose your sense of wonder,Eu espero que você nunca perca seu senso de maravilha,
You get your fill to eat but always keep that hunger, Que você coma o suficiente mas sempre mantenha essa fome,
May you never take one single breath for granted, Que você nunca apenas respire,
GOD forbid love ever leave you empty handed, Deus proíba qualquer amor que deixe você vazio,
I hope you still feel small when you stand beside the ocean, Eu espero que você ainda se sinta pequeno quando você parar do lado do oceano,
Whenever one door closes I hope one more opens, Quando uma porta fechar eu espero que mais uma se abra,
Promise me that you'll give faith a fighting chance, Me prometa que você dará ao destino uma chance de lutar
And when you get the choice to sit it out or dance. E quando você tiver que escolher entre sentar ou dançar


I hope you dance....I hope you dance.Eu espero que você dance.... eu espero que você dance.


I hope you never fear those mountains in the distance,Eu espero que você nunca tema aquelas montanhas ao longe,
Never settle for the path of least resistance, Nunca amenize para a estrada ao mínimo de resistência
Livin' might mean takin' chances but they're worth takin', Viver significa arriscar-se, mas vale a pena se arriscar por ela,
Lovin' might be a mistake but it's worth makin', Amar pode ser um erro, mas vale fazê-lo,
Don't let some hell bent heart leave you bitter, Não deixe nenhum coração infernal maluco deixar você amargo,
When you come close to sellin' out reconsider, Quando você estiver perto de trair, pense melhor,
Give the heavens above more than just a passing glance, Dê aos céus lá em cima mais do que apenas uma rápida olhada,
And when you get the choice to sit it out or dance. E quando você tiver que escolher entre sentar ou dançar.


I hope you dance....I hope you dance.Eu espero que você dance.... eu espero que você dance.
I hope you dance....I hope you dance. Eu espero que você dance.... eu espero que você dance.
(Time is a wheel in constant motion always rolling us along, (O tempo é uma roda em movimento constante sempre nos levando junto,
Tell me who wants to look back on their years and wonder wherethose years have gone.) Me conte quem quer olha para trás nos seus anos e imaginar para onde esses anos se foram.)


I hope you still feel small when you stand beside the ocean,Eu espero que você ainda se sinta pequeno quando você parar do lado do oceano,
Whenever one door closes I hope one more opens, Quando uma porta fechar eu espero que mais uma se abra,
Promise me that you'll give faith a fighting chance, Me prometa que você dará ao destino uma chance de lutar
And when you get the choice to sit it out or dance. E quando você tiver que escolher entre sentar ou dançar


Dance....I hope you dance.Dance... eu espero que você dance.
I hope you dance....I hope you dance. Eu espero que você dance.... eu espero que você dance.
I hope you dance....I hope you dance.. Eu espero que você dance.... eu espero que você dance.
(Time is a wheel in constant motion always rolling us along, (O tempo é uma roda em movimento constante sempre nos levando junto,
Tell me who wants to look back on their years and wonder wherethose years have gone.) Me conte quem quer olha para trás nos seus anos e imaginar para onde esses anos se foram.)

Dedico este post a todas as minhas amigas em especial aquelas que fazem aniversário hoje a Louise e a Uasia e a que esta convalecendo de cirurgia a Bianca

Adoro todas vocês...
Bj!
Kátia

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Governo cubano volta a pagar por operações de mudança de sexo

Governo cubano volta a pagar por operações de mudança de sexo

Yiliam Gonzalez, de vestido amarelo, cumprimenta vizinhos em Havana Foto: AP

Yiliam Gonzalez, de vestido amarelo, cumprimenta vizinhos em Havana; "Meu corpo não tinha nada a ver comigo" - Foto: AP

Olhar no espelho costumava incomodar Yiliam Gonzalez. "Eu me via, e meu corpo não tinha nada a ver com a pessoa que sou", disse Gonzalez, 28 anos, uma pianista que toca em casamentos e costumava atender por William antes de realizar uma operação de mudança de sexo custeada pelo serviço nacional de saúde cubano.

Gonzalez serve como prova de uma pequena mas notável transformação na revolução rústica liderada por Fidel Castro, Che Guevara e um grupo de rebeldes barbados e sempre másculos, que costumava punir os gays e os transexuais mas agora custeia operações de mudança de sexo.

Com altura de 1,83 metro, cabelos loiros à altura dos ombros, maquiagem pesada e uma carteira de identidade que ainda porta seu nome masculino, Gonzalez passou pela cirurgia em 2008. Ela é um dos oito cubanos que se beneficiaram de um programa criado em 1988 mas suspenso por duas décadas depois que muita gente se queixou de que o governo comunista do país tinha coisas melhores em que gastar seu dinheiro.

As cirurgias foram retomadas, com o estímulo de Mariela, filha do presidente Raúl Castro e a principal defensora dos direitos dos homossexuais cubanos, e outros 22 transexuais estão na fila à espera de realizá-la.

Mariela Castro afirma que o governo está procedendo de modo cauteloso, realizando apenas algumas operações a cada ano. "Houve muita resistência, porque a homofobia continua a ser forte em nossa cultura", ela declarou em uma recente conferência sobre sexualidade.

Nos anos 60, a oposição ao homossexualismo era feroz em Cuba, e homossexuais eram demitidos de cargos públicos, aprisionados ou enviados a campos de trabalho. Muitos se exilaram. Os transexuais, embora não sejam homosexuais, eram tratados da mesma forma.

Embora as piadas sobre gays continuem a ser tão comuns quanto o café forte, em Cuba, campanhas de mídia do governo agora desencorajam a homofobia. Centenas de homossexuais cubanos marcharam pela elegante alameda La Rampa, em Havana, no segundo trimestre do ano passado, apenas um ano depois que as autoridades haviam proibido um desfile do orgulho gay.

"Gostaria de imaginar que a discriminação contra os homossexuais é um problema que está sendo superado", disse o ex-presidente Fidel Castro em uma série de entrevistas ao jornalista francês Ignario Ramonet, entre 2003 e 2005. "Os velhos preconceitos e a mentalidade estreita serão cada vez mais coisa do passado".

Mariela Castro se esforçou para que o Estado reconheça formalmente os transexuais. Professora infantil treinada e sexóloga diplomada, ela dirige o Centro Nacional de Educação Sexual, e dedicou anos a convencer os governantes comunistas a enfim suspender a proibição a cirurgias de mudança de sexo - ainda que a resolução jamais tenha sido divulgada em público, de forma a evitar atenção indesejada.

"Esses processos de negociações às vezes são conduzidos de forma muito discreta", disse Mariela Castro, "de modo a não despertar fantasmas". Ela diz agora que as preocupações financeiras do passado eram usadas simplesmente para ocultar preconceitos.

Não é incomum que isso aconteça, disse Denise Leclair, diretora executiva da Fundação Internacional para a Educação Sexual, de Washington. "Em muitos países, as pessoas se queixam seriamente disso. A questão é propelida principalmente por crenças religiosas", ela afirma.

As objeções religiosas não são problema em Cuba, país oficialmente ateu já há décadas. Em lugar disso, muitos cubanos alegam que os cofres públicos estavam vazios demais para bancar esse tipo de operação, em cartas enviadas ao editor-chefe do jornal do Partido Comunista, Granma, depois que a primeira cirurgia cubana de mudança de sexo bem sucedida foi anunciada, em 1988.

Leclair diz que uma cirurgia de mudança de sexo de masculino para feminino pode custar entre US$ 10 mil e US$ 25 mil nos Estados Unidos, mas que o preço pode ser até quatro vezes mais alto, a depender das opções escolhidas. Cerca de uma dezena de médicos realizam entre mil e duas mil cirurgias como essa a cada ano, nos Estados Unidos.

Canadá, Reino Unido, França e Brasil, entre outros países, oferecem cirurgias de mudança de sexo financiadas pelo governo.

San Francisco começou a pagar pelas cirurgias de mudança de sexo dos funcionários públicos municipais em 2001, e Fort Worth, Texas, está estudando a possibilidade de fazê-lo. Alguns grandes empregadores dos Estados Unidos, como a IBM e a Universidade da Califórnia, negociaram contratos com suas operadoras de planos de saúde a fim de cobrir o procedimento, conhecimento medicamente como "cirurgia de redesignação sexual", e outras empresas de seguro-saúde começaram a cobrir pelo menos parte do tratamento requerido.

Ainda assim, Leclair diz que a maior parte das grandes operadoras norte-americanas de planos de saúde não cobre esse tipo de tratamento. Cuba não revela o quanto custam as cirurgias de mudança de sexo, mas os médicos do país são funcionários do Estado e seu salário médio mensal é de cerca de US$ 20.

A despeito da recessão mundial, que atingiu Cuba de forma especialmente dura e levou Raúl Castro a anunciar cortes não especificados nos gastos com a saúde, a filha do presidente diz que o Estado não poderia deixar de executar as cirurgias.

Gonzalez diz que os oponentes da ideia "não fazem ideia de como sofre uma pessoa transexual. É uma prisão da qual é impossível sair".

Gonzalez sabia que era diferente quase desde o momento que nasceu. Aos quatro anos, já preferia roupas e brinquedos de menina, e seus pais a colocaram em terapia. O governo a designou oficialmente como transexual em 2000. Seis anos mais tarde, Mariela Castro conseguiu aprovação para a retomada das cirurgias, e Gonzalez esteve entre os primeiros beneficiários.

Dois especialistas da Bélgica executaram a operação, com, a ajuda de uma equipe de médicos cubanos, em um trabalho que durou oito horas. Gonzalez não quis revelar a data exata da operação ou os motivos para que tenha sido selecionada.

Leclair diz que 40% dos transexuais têm impulsos suicidas. Mas Gonzalez diz que namorado com quem vive há sete anos impediu que ela se deprimisse. "Ele sempre viu a mulher em mim e me aceitou como eu era", disse. "Mas não podíamos fazer sexo de maneira completa até agora".

Gonzalez não pode se casar, no entanto, porque ainda não recebeu permissão para mudar seu nome na carteira oficial de identidade. Até lá, também não poderá retomar seu trabalho como pianista em casamentos, embora deseje fazê-lo, e tampouco pode voltar a estudar, já que seu nome não serve à mulher que se tornou.

É um problema que a cubana Olivia Lam conhece muito bem. Ela nasceu Alfonso Manuel, e está esperando há dois anos por uma cirurgia de mudança de sexo.

Embora seu nome não tenha sido mudado, as autoridades permitiram que tirasse uma nova foto para sua carteira de identidade - e a foto a mostra vestida de mulher.

"A foto sou eu, ainda que o nome não seja", disse Lam, 43 anos, uma pessoa gregária que fala movendo os braços, o que faz com que os brincos sempre presentes em suas orelhas balancem alegremente.

As duas mulheres afirmam acreditar que a demora em mudar os documentos se deva à lentidão da burocracia cubana, e não a alguma forma de resistência de parte do governo.

Lam, que trabalha como cabeleireira em seu apartamento de dois quartos, começou a se vestir como mulher aos 21 anos. Embora esteja oficialmente classificada como transexual desde 2008, não sabe quando - ou se - a aprovação para a cirurgia de mudança de sexo será concedida.

E ainda que o governo agora a aceite, Lam reconheceu que conseguir que sua família faça o mesmo não foi nada fácil. "Não creio que meus pais desejassem que o filho deles fosse diferente", ela disse, "mas compreendem que uma pessoa não é assim porque quer".

Por: Will Weissert Da Associated Press - Via: Terra

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Mulheres aderem aos sensuais espartilhos para afinar a cintura e ganhar formas mais femininas


Aperta, mas é fashion

Mulheres aderem aos sensuais espartilhos para afinar a cintura e ganhar formas mais femininas

Adriana Prado

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CRIADORA E CRIATURA
Leandra Rios, da Madame Sher: 58 cm de cintura, clientes famosas e preços elevados

Numa das cenas de “E o Vento Levou”, Scarlett O’Hara, personagem de Vivien Leigh no filme de 1939, suspira quando a mucama aperta seu espartilho. “Apenas inspire”, recomenda a aia. O corset (espartilho em francês) foi criado na Idade Média para modelar o corpo, afinando a cintura. Entrou e saiu de moda várias vezes e passa, agora, por um espetacular revival. “Há um desejo de novamente idealizar o corpo feminino. Daí o salto agulha, os ombros marcados e essa cintura afinada por espartilhos”, diz a professora de moda do Senac São Paulo Astrid Façanha. Das passarelas o espartilho já foi para o guarda-roupa de Lady Gaga, Beyoncé, Gisele Bündchen e Adriane Galisteu, entre outras celebridades. Muitas usam corsets – ou o corselet, sua variação, que não tem a capacidade de delinear a silhueta como o primeiro. Há quem use espartilho todos os dias, para forçar os dois pares de costelas flutuantes (que não se ligam ao osso externo) e, assim, reduzir as medidas da cintura.

Essa prática controversa é conhecida como tight lacing, ou laço apertado. Grifes especializadas se espalham pelo Brasil: em Fortaleza, fica a Ferrer Corsets; em Porto Alegre, a Gisele Constantino; no Rio, a Madame Rouse; em São Paulo, a Madame Sher. O ateliê paulistano é o preferido das famosas (e ricas). Lá, um corset não sai por menos de R$ 300 — e facilmente passa de R$ 1 mil. A publicitária paulistana Iris Freitas Duarte, 32 anos, comemora, em seis meses de uso, a diminuição de cinco centímetros de cintura. “Foi incômodo no início, mas a gente se acostuma. Só não consegui dormir nem comer com o espartilho, como algumas praticantes fazem”, conta. Estilistas recomendam o uso por oito horas diárias, durante pelo menos dez meses, para que a “modelagem” das costelas se estabilize. Mas o ortopedista Edson Pudles, presidente da Comissão de Capacitação Profissional da Sociedade Brasileira de Coluna, alerta que a prática pode afetar a respiração e levar a uma atrofia dos músculos do abdome e das costas, imobilizados pelo espartilho.

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“A mulher tende a usar mais o abdome do que o tórax para respirar, e esse aperto pode diminuir a ventilação”, explica. A criadora da Madame Sher, Leandra Rios, argumenta que as praticantes de tight lacing compensam a imobilidade dos músculos com exercícios físicos. “As peças são feitas sob medida justamente para ficar num tamanho que não faça mal e não aperte demais. E eu oriento minhas clientes a começar devagar e passar antes por um médico”, diz Leandra.


Da Revista Isto É - Por: Adriana Prado
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El discreto mundo de los crossdressers

El discreto mundo de los crossdressers

Aman vestirse de mujeres, pero son totalmente heterosexuales. Es una afición que va en aumento: hombres que, prefiriendo sexualmente a las mujeres, gustan de vestir ropas femeninas. Ellos dicen que es “para entenderlas mejor”.

De todas las singularidades sexuales, sin duda es la más incomprendida: hombres heterosexuales cuyo mayor placer consiste en vestirse de... mujeres.

El crossdressing (o “fetichismo travestista”, como lo conocen los psicólogos), se refiere siempre a hombres que visten de mujer para obtener placer sexual, y no tienen que ver con ninguna de las variantes del colectivo llamado LGBT (lesbianas, gays, bisexuales y transgéneros).

Los hay exhibicionistas, pero son los menos, puesto que la mayoría suele practicar su afición en total privacidad y secreto aunque, a veces, tienen en la esposa a la cómplice perfecta e incluso a la amiga que comparte con ellos –o compra para ellos– lencerías, maquillaje y otros artificios.

Y es que los fetichistas travestidos tienen vidas normales, varios de ellos están casados y con hijos, pero quieren verse como mujeres y sentirse como tales.

En realidad, dicen los promotores de esta curiosa parafilia, lo que ellos quieren es verse como la mujer de sus sueños: aquella a la que desearían poseer.

Se trata de una “tendencia en los hombres, no necesariamente homosexuales”, en que “la concreción de la fantasía está dada por los elementos de maquillaje y ropa femenina”, afirma Any Krieger, psicoanalista argentina, en su libro Sexo a la carta, costumbres amorosas en el siglo XXI (Lumen).

Si bien esta conducta puede aparecer tanto en hombres como en mujeres, es más frecuente entre varones, y precisamente son ellos quienes llenan Internet de fotografías, páginas de apoyo y tips de belleza.

“Sostienen mucho que no dejan de ser hombres por vestirse de mujer, que solo lo hacen en las fiestas especiales (...) No es un cambio de sexo, es una elección de cambio de género (para divertirse)”, relata la psicóloga.

“Nunca pienses que estás enfermo”, “ser crossdresser no es ser gay”, “acéptate tal cual eres”, proclaman las muchas páginas web que se publican en la red para dar apoyo a quienes tienen esta afición, como http://www.crossdressingfreedom.com/.

Otra de las ideas que sostienen los “cross” es que es bueno vestirse de mujer, usar sus prendas, para entenderla más’”, y aseguran que eso incluso mejora la relación de pareja.

En EEUU se han hecho populares una serie de libros publicados por la doctora en psicología Peggy J. Rudd, escritos desde el punto de vista de la esposa de un hombre travestido.

Algunos de los títulos son: Mi esposo se viste con mi ropa: El travestismo desde la perspectiva de una esposa, Travistiéndose con dignidad: Trascendiendo las barreras de género, “Los travestidos y las personas que comparten su vida.

Rudd también es miembro del patronato de Tri-Ess, una organización internacional sin fines de lucro para travestidos heterosexuales y sus familiares.

En nuestro medio no hay estudios sobre varones que practican el “crossdressing” y ninguno de ellos quiere dar su testimonio por temor a ser confundidos con gays o bisexuales.

Sin embargo, no es raro encontrar en las zapaterías a algún abochornado comprador tratando de adquirir unos sensuales zapatos de taco nueve en talla 42... para su esposa.

Do Promedio - La Republica/Peru


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Reflexões e Desabafos - By Katia Steelman Walker: Quem sou eu ?

Não sou mulher! Na verdade eu sou uma crossdresser... E tenho plena consciência disso... Inclusive essa é a primeira vez que "posto" no estilo "desabafo" (tipico de diário) e para deixar isso marcado postei uma foto em qualidade melhor para marcar o momento.

Desde criança sempre sonhei em ser mulher, em minha adolescência bem que eu queria ter virado uma travesti, mas por razão social acabei não atingindo meu desejo e por receio da sociedade e da família adormeci os desejos de me montar.... e a cada "recesso" a vontade de ser mulher sempre voltava mais forte.

Ate aqui eu só me relacionei com mulheres, nunca experimentei com um homem quando montada. (nem sem estar montada).

Estão nos meus planos para daqui muito pouco tempo são me montar na presença de uma outra pessoa. Ja escolhi quem e tenho absoluta confiança nela. Agardo anciosa a possibilidade de marcar o encontro (cd session) onde eu possa me montar com esmero e me mostrar pela primeira vez.

Passei os ultimos dias revendo minhas roupas e pecebi que algumas estão precisando de reparos e lavagem inclusive ja estou providenciando isso...

Interessante que nessa "revisão" senti tambem a necessidade de comprar mais roupas que se adequem melhor ao meu biotipo de menina "gorda"... Gorda mas sexy....heheheehehe...

Olhei uns vestidos, uma calça negra de lycra brilhosa, (adoro!) umas blusas com mangas morcego, batas dentre outras... vi tb umas calcinhas e soutiens pois ter essas peças nunca é demais.
Sapatos e sandalias são minha perdição. olhei uma sandaia e um sapato classico na posthaus e já os selecionei. pena que não encontrei disponiblidade e oportunidade de comprar o sapato que realmente quero... mas isso vai acontecer... Paciência é uma virtude...

Tambem vi um corselet com ligas e luvas no via libido. acho que da para encomendar pela net basta mandar as medidas... estou aguardando so a confirmação da minha amiga CD...

Por enquanto sigo no aguardo, mas ja estou finalizando as escolhas das compras não obstante ter ou não confirmação... pois sinto demais a necessidade de comprar roupas novas e de me montar... É desejo latente que tenho comigo e que aprendi (não se bom!) reprimir...

Um bj a quem me lê e entende o que sinto...
So quem me entende me merece....
Kátia

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De bikini Roberta Close afirma: 'Sou mulher e não transexual‘,


'Sou mulher e não transexual‘, afirma Roberta Close de bíquine

Na semana em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, a coluna homenageia Roberta Close, ícone dos anos 80 e 90 que escolheu ser mulher. Nascida Luís Roberto Gambine Moreira, a bela morena lutou na justiça por mais de 15 anos até conseguir mudar seu nome e sua condição sexual, e virou moda. “Sou mulher, casada e meus documentos mostram que pertenço ao sexo feminino”, diz Roberta, que não gosta de ser chamada de transexual. “Ser transexual é aquela pessoa que está com sua sexualidade em trânsito e eu sei o que eu quero da minha vida,não estou em trânsito nenhum”.

Do TITINET
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Transgênero - Crossdressers (e Transvestites)

http://sp1.fotolog.com/photo/33/32/38/ericasatomi/1144546092_f.jpg
Transgênero - Crossdressers (e Transvestites)

Muitos homens heterossexuais às vezes se dedicam a vestir, de maneira parcial ou completa, inclusive de tempo completo, a roupa do sexo oposto, com o fim de se sentir sensuais ou de procurar uma excitação divertida. Isso tem-se chamado desde faz muito tempo “travestismo*” e é provável que 20 ou 30% da população total masculina o faz pelo menos uma vez durante a vida.

[*Veja a página de Lynn “A Gama Larga de Pessoas Transgênero e as Palavras que se Utilizam para Descrevê-las(Pt) para uma discussão sobre esta terminologia e como mudou o significado das palavras no decorrer do tempo. Por exemplo, as palavras transvestism e transvestite em ingles (relacionadas, mas não iguais a “travestismo” e “travesti” em português) pouco a pouco perderam aceitação popular devido à estigmatização social e psiquiátrica que chegaram a comunicar, e foram substituidas pelas palavras “crossdressing” e “crossdresser.” Não obstante, a palavra antiga “transvestite” ainda se confunde com a palavra “travesti” que se encontra em muitos idiomas românicos como português, embora “travesti” se refere a um tipo de variação de gênero completamente diferente.]

É muito importante entender que isso é uma prática extremamente comum, e assim devemos entendê-la na perspectiva correta com relação ao panorama geral de todos os temas relacionados ao gênero.

O crossdressing é uma expressão freqüente da sexualidade masculina, como também é o uso da pornografia para obter uma excitação através da vista e uma eventual auto-satisfação, e nesses casos não tem de ver com um assunto de gênero. Os homens sexualmente ativos que gostam de se excitar por olhar as mulheres, podem se sentir muito excitados ao contemplar partes de si mesmos vestidos da roupa feminina. Alguns destes homens gradualmente se sumergem num travestismo completo como um meio de experimentar maior sensualidade e excitação que obteriam de outra maneira. Porém, é importante levar em conta que os crossdressers (e transvestites) geralmente NÃO se fazem nenhumas modificações corporais como por exemplo por meios hormonais ou cirúrgicos.


Ao madurar, provavelmente uma décima parte dos homens crossdressers continuam até um travestismo completo, e o praticam em privado ou em clubes para crossdressers. Existem milhões e milhões de homens heterossexuais "normais" que são crossdressers, e esta modalidade de travestismo completo realmente é muito comum. Figuras do presente e do passado são bem conhecidas como crossdressers; podemos citar ao J. Edgar Hoover, Jeff Chandler, Milton Berle, Flip Wilson, Dennis Rodman, Marv Albert, e uma longa lista de homens muito masculinos e freqüentemente sexy.


Alguns desses homens podem parecer muito atraentes quando se vestem de "mulheres", seja en fotos ou na tênue luz de algum bar, mas os trejeitos e a "agressividade" tipicamente masculinos revelam que eles não se sentem ou pensam de si mesmos como mulheres, aparte de que não tentam muito se comportar como mulheres. Estes homens simplesmente o fazem por uma diversão sensual. Ao adornar o corpo com suave e sedutora roupa feminina, o crossdresser é capaz de experimentar uma maravilhosa sensualidade masculina ao contemplar o cuerpo aparentemente feminilizado. Como conseqüência desse enfoque na auto-excitação, os crossdressers freqüentemente se vestem de maneira exageradamente elegante e inclusive provocativa e sexy – embora se adornar com um vestido de noite, meias e salto alto é coisa que as mulheres só fazem em ocasiões especiais.


Existem muitos outros crossdressers que sim experimentam sensações transgênero em diferentes graus. Nesses casos, as sensações transgênero e a necessidade de diminuir a angústia de gênero, freqüentemente constituem as motivações primárias para
o crossdressing. Essas pessoas se referem ou como crossdressers ou transgênero.

Alguns crossdressers, especialmente entre aqueles que têm sensações transgênero muito fortes, ansiam por usar roupas femininas em público de maneira mais livre, e tal vez de maneira parcial durante o trabalho. Alguns poucos inclusive chegam a efetuar uma transição social de gênero para poder se vestir de mulher "24/7" (quer dizer, de tempo completo) e se auto-identificarão como transgênero.


Anos atrás, era difícil para os homens facilmente poder adquirir roupas femininas, devido ao medo de estar "expostos" como crossdressers. Felizmente, agora é muito mais fácil. Além de muitos catálogos na internet de roupa feminina (incluindo muitos catálogos "compreensivos" como o de
J.C. Penney), existe agora uma grande infra-estrutura de lojas, serviços e provedores de roupa e fetiches especificamente para crossdressers. Um dos mais conhecidos e antiguos provedores deste tipo de artigos fetichistas é Frederick’s of Hollywood. Desta maneira, chegou a ser muito simples para os crossdressers encomendar roupa via a Internet (veja por exemplo: TGNOW Shopping Directory, TG Forum Shopping Mall, Glamour Boutique, Fantasy Girl) Estes provedores oferecem algumas importantes vantagens sobre os provedores tradicionais de roupa feminina, já que vendem talhes mais grandes, inclusive de sapatos, e as coleções cubrem uma gama mais ampla de estilos sensuais e exóticos.


Ademais, têm-se formado muitos clubes e grupos que permitem que os crossdressers se encontrem e se montem de mulher em um ambiente social divertido e seguro. O grupo americano mais antíguo, e tal vez o mais influente é o Tri-Ess. Fundado faz décadas por Virginia Prince, um transvestite auto-identificado que saiu do armário publicamente nessa época, Tri-Ess tem afiliados em todos os EUA.

Infelizmente, os afiliados Tri-Ess (e muitos outros clubes retrógrados de crossdressers e transvestites) só admitem "homens heterossexuais normais" como sócios e excluem especificamente os homossexuais. Mulheres transgênero e transexuais que recentemente acabam de sair do armário, mas que são bissexuales ou atraidos para os homens, não são permitidas como sócias porque Tri-Ess as considera "homossexuais".


Não deve nos surpreender esta exclusão. O fundadora de Tri-Ess, Virginia Prince, dava discursos freqüentemente sobre "sexo e gênero" nos congressos sobre transexualismo nos anos 60 e 70. Prince caracterizou o crossdressing como o "amor ao feminino" por homens heterossexuais normais e, naturalmente, em contraste com o transexualismo - que foi considerado pela maioria dos psicólogos de comportamento nessa época como uma forma extrema de homossexualismo. (Isto era mais uma conseqüência da teoria errada de John Money de que o gênero era o resultado do condicionamento social, o que conduziu a que os psicólogos destacados classificaram as mulheres transexuais como homens intensamente homossexuais que se submeteram à SRS para mais facilmente ter relações sexuais com homens.) Veja este link para mais
opiniões modernas sobre as causas do transexualismo.


As idéias de Prince exploraram implicitamente a transexualidade como contraste para melhorar a imagem de crossdressing; caracterizou o último com motivos mais altos, puros e intelectuais. Visto que essas idéias continham um eco de, e reforçaram o velho paradigma de que a transexualidade tivesse de ver com o "sexo" (e "sexo gay" em especial), muitos homens psiquiatras da época tomaram muito a sério as opiniões de Prince.


Como efeito secundário dessas idéias, se incrustou uma atitude de homofóbia e transfóbia na cultura Tri-Ess que perdurou até hoje. Se intui que os sentimentos interiores de vergonha e angústia que tinham muitos crossdressers se aliviavam durante muito tempo pela declaração "Embora me monte como mulher, pelo menos não sou bicha nem transexual". Em adição, a exclusão por parte de Tri-Ess de sócios TG/TS e de qualquer pessoa considerada homossexual serve para calmar o medo das namoradas e esposas dos sócios que os maridos delas se cedam à tentação do homossexualismo, ou a uma transição de gênero se mulheres TG/TS conseguirem entrar no Tri-Ess.


Esta exclusão por parte de muitos clubes de crossdressers é um problema para garotas TG e TS jovens que pretendem entrar no ambiente crossdresser ao início da transição, pensando que seria uma boa maneira de "provar as alas" na mudança de gênero. Inclusive algumas acham no início que realmente são crossdressers e tardam em se dar conta das questões mais profundas que têm sobre o gênero. De vez em quando uma garota TG/TS que acaba de se dar conta de sentimentos transgênero intenta se fazer sócia de Tri-Ess pensando que o grupo vai lhe fornecer ajuda. Isso pode resultar em uma rejeição tremenda, e pode danar os sentimentos de uma garota TG/TS em um momento crítico. Assim, se recomenda fortemente às que achem que tenham sentimentos transgênero ou transexuais que NÃO se façam sócios de Tri-Ess, mas que procurem outros grupos de crossdressers mais inclusivos. Naturalmente os crossdressers que querem se fazer sócio de um clube de crossdressers que só admite "homens heterossexuais normais" ficarão à vontade na Tri-Ess.


Felizmente, os paradigmas do crossdressing estão mudando rapidamente e se abrem clubes divertidos para crossdressers e TG/TS que atraiam muitos sócios. Finalmente, no início do século XXI, parece que o medo, a vergonha, a angústia e o secretismo que caracterizaram o crossdressing no passado começam a mudar para que se converta numa atividade de plena satisfação - freqüentemente com o apoio carinhoso de parceiros e esposas.


Um exemplo de um clube de crossdressers muito mais orientado para os TG é Crossdressers International (CDI), na cidade de Nova York, um grupo de apoio para crossdressers que tem um apartamento na cidade onde se reúnem, e onde as novas irmãs podem sair do armário. Tarde cada quarta-feira as pessoas TG ou crossdresser podem se reunir para socializar e jantar. Podem-se montar no apartamento e expressar o lado feminino livremente, e alguns saem para jantar na cidade depois das reuniões.


Existe em muitas cidades agora também uns maravilhosos "serviços de transformação" tais como FemmeFever em Long Island, NY, onde crossdressers podem obter ajuda pessoal, habilidosa, informada e compassiva para desenvolver e experimentar a "pessoa feminina". Para ter uma idéia das possibilidades destas transformações, veja a surpreendente página de fotos "antes/depois" no site de FemmeFever, que mostra uns rapazes realmente bonitos e fotos deles como bonitas garotas depois de se transformar. Junto com este serviço de transformação, FemmeFever é o ponto de encontro para uma grande comunidade CD/TG/TS da região, e organiza muitos eventos sociais que podem ajudar que os novatos saiam do armário e se divertam


Espera-se que mais clubes de crossdressers se abrirão para incluir e dar a bem-vinda às mulheres TG/TS, sobretudo às que acabam de sair do armário pela primeira vez e assim são muito vulneráveis nesse momento. Estes clubes poderiam ajudar as mulheres TG/TS que estão começando a aperfeiçoar a apresentação e o comportamento feminino melhor do que poderiam fazer a sós.


Além dos clubes locais de crossdressers e os afiliados de organizações nacionais dos Estados Unidos, a comunidade de crossdressers também organiza vários "congressos de gênero" a nível nacional nos Estados Unidos. Esses grandes eventos atraem um grande número de pessoas e fornecem lugares maravilhosos e seguros de encontro para a comunidade crossdresser onde se pode desfrutar de muitas atividades sociais que acontecem em hóteis estupendos. Três congressos especialmente grandes são o Colorado Gold Rush que tem lugar ao fim de cada inverno em Denver, Colorado, o Be-All de Chicago cada junho em Chicago, Illinois, e o Southern Comfort cada outono em Atlanta, Georgia. Pessoas de todas partes do espectro transgênero participam nesses eventos, e os congressos vêm sendo mais anunciados como congressos TG. No entanto, os crossdressers são o grupo mais numeroso entre os participantes e o crossdressing é um tema central.


Assistir a um destes congressos é um modo excelente para que alguém que acaba de se dar conta que seja crossdresser/transvestite/TG/TS saia ante si mesmo e possa conhecer muita gente interessante de origen diversa, aprender rapidamente sobre todas partes da comunidade, e começar a se encontrar a si mesmo. Estes congressos fornecem aos crossdressers um modo fantástico de desfrutar abertamente do crossdressing, mas ao mesmo tempo de maneira anônima, dentro de um ambiente de grande hotel durante muitos dias. Os congressos também incluem todo tipo de seminários e sessões de auto-ajuda para pessoas crossdresser/transvestite/TG/TS sobretudo, desde informações básicas sobre o vestuário feminino até seminários para mulheres TS por provedores de assistência médica e cirúrgica. Os congressos representam um modo mais orientado ao futuro, um meio mais divertido e menos pavoroso de desfrutar do crossdressing, e ao mesmo tempo ajudam a comunidade mais ampla de crossdressers/transvestites/TG/TS a se conhecer e se entender melhor.


A terminologia pode dar lugar a confusão quando tentamos falar do crossdressing dentro do contexto mais amplo das condições transgênero. Alguns "teóricos de gênero" consideram que os crossdressers e transvestites se encontram sob o "guarda-chuva transgênero," memso quando declaram ter uma identidade de gênero masuclina. Visto que há muitos mais crossdressers heterossexuais com identidades de gênero masculinas do que pessoas transgênero, organizações ativistas de gênero muitas vezes os incluem (e Drag Queens/Rainhas Drag também) dentro da definição do "guarda-chuva transgênero" para poder aproveitar do número maior deles para apoio financeiro.

A comunidade tradicional de crossdressers e transvestites é testemunho de um fluxo cada vez maior de garotas TG/TS pelo ambiente crossdresser. Algumas destas garotas se questionam e não estão seguras se a trajetória de gênero final delas será crossdresser ou TG ou TS. Nesse ínterim, todo o mundo envolvido se está educando melhor sobre as diferenças entre os sentimentos interiores e as identidades de garotas TG/TS e os sentimentos do número maior de homens crossdressers e transvestites heterossexuais. Parece que as etiquetas estáticas já não funcionam a respeito de comunidades taõ fluidas.


Visto que não há uma linha divisória limpa entre aqueles crossdressers que têm sentimentos transgênero e aqueles que não os têm, parece melhor deixar aos indivíduos qual terminologia utilizarem. Muitos crossdressers não gostam de ser chamados de transgênero, enquanto outros preferem ser etiquetados assim, porque sentem algum grau de identificação com o gênero feminino. Nestes casos se deve respeitar a identificação transgênero.


Infelizmente o ambiente crossdresser está dominado quase totalmente por uma nuvem omnipresente de vergonha, angústia e medo por causa de uma longa história de estigmatização social. A grande maioria dos crossdressers ainda tem muito medo de ser desmascarados ante esposa, família, amigos e companheiros de trabalho. Este medo vem do fato de que, se estarem descobertos ou desmascarados, os crossdressers possam virar objeto de assédio, crimes de ódio e discriminação muito intensa no emprego, como no recente
caso "Winn-Dixie" (em inglês).

Ainda pior, o sistema de saúde mental segue classificando o "travestismo fetichista" em homens como uma "doença mental" (exatamente como classificou ao homossexualismo até que conseguiu melhor compreensão). Apesar dos ataques a esse diagnóstico do Manual Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-IV-TR), 2000 da Associação Americana de Psiquiatria desde muitos frentes, segue deixando uma sombra sobre o ambiente crossdresser e reforça o medo e a vergonha tão comum entre eles.

Tristemente, é provável que qualquer "doença mental diagnosticada" associada com o crossdressing seja um simples "artefacto iatrogênico"--quer dizer, um resultado da estigmatização exercido pelo sistema médico e a sociedade como um todo. Com outras palavras, os problemas mentais de crossdressers não se devem ao crossdressing, mas são depressões ou ansiedades CAUSADAS pelos esforços de psiquiatras e outros de parar este "comportamento", inclusive em casos em que o crossdressing é evidentemente benéfico para o bem-estar da pessoa. Para ver um relatório recente sobre esse assunto (em inglês), veja este link. Para uma crítica extensa de estereotipos psiquiátricos da diversidade de gênero (em inglês), veja a página Web do Centro da Identidade de Gênero de Colorado sobre a reforma de GID.


A classificação, não científica, de um comportamento inócuo e agradável--crossdressing--como uma doença mental tem sido uma fonte de medo e discriminação durante muito tempo, não apenas entre os crossdressers, mas também entre todas as pessoas transgênero. Espera-se que ativistas de gênero possam educar e elevar o nível de conhecimento e demonstrar que o antigo ponto de vista do sistema psiquiátrico sobre crossdressing não tem sentido e estigmatiza injustamente as pessoas que só estão se divertindo, explorando sentimentos interiores de gênero, e encontrando paz sem danar ninguém.

Felizmente os tempos vem sendo mudando. Muitos crossdressers hoje em dia e as parceiras deles estão rompendo os velhos paradigmas de pensamento, e estão simplesmente desfrutando de quem são e do que fazem. Embora muitos crossdressers ainda sentam a necessidade de esconder por completo das esposas e namoradas o comportamento, muitos outros são sinceros com as parceiras. Como resultado, muitas esposas e namoradas estão descobrindo que podem aceitar plenamente e apoiar o crossdressing do parceiro, acima de tudo se isso ajudar que ele seja uma pessoa muito mais satisfeita, mais sensual, mais apaixonada e mais carinhosa. Por exemplo, veja Alison’s Website (o site Web de Alison, em inglês), que descreve a relação de Alison com a parceira dele, Sue, e também Kathy and Amanda Bower’s Home Page (a página de Kathy e Amanda Bowers em inglês), que descreve a relação estupenda que Kathy tem com a parceira dele, quem não apenas o entende, mas também o aceita e inclusive é entusiasta a respeito do crossdressing. Para mais informação sobre a tendência para um novo paradigma de franqueza e bem-estar na família, veja o livro recem-publicado por Helen Boyd (em inglês):

Para uma introdução mais a fundo ao crossdressing, veja "Porque ser um transvestite?" (em inglês). A seção intitulada "O que creio", é uma descrição realmente aberta, honesta, e auténtica do que é ser um transvestite, e também há muitos links excelentes aí. Para saber mais sobre o crossdressing, existem muitos sites pessoais que se pode explorar. Outros bons exemplos de sites pessoais são: o site de Yvonne para Crossdressers (em inglês) e a Página de Tammie (em inglês). Para outros livros de consulta sobre o crossdressing, veja a Lista de Livros CD de Kathryn (em inglês).
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Eastwood quer filmar biografia de ex-diretor do FBI que era crossdresser

http://argemiroferreira.files.wordpress.com/2008/11/hoover_je.jpg

Existem milhões e milhões de homens heterossexuais "normais" que são crossdressers, e esta modalidade de travestismo completo realmente é muito comum. Figuras do presente e do passado são bem conhecidas como crossdressers; podemos citar ao J. Edgar Hoover, Jeff Chandler, Milton Berle, Flip Wilson, Dennis Rodman, Marv Albert, e uma longa lista de homens muito masculinos e freqüentemente sexy.

Eastwood quer filmar biografia de ex-diretor do FBI

Clint Eastwood está preparando seu próximo trabalho como diretor, um filme biográfico sobre o ex-diretor do FBI J. Edgar Hoover, o agente número 1 contra o crime nos EUA por quase 50 anos.

Hoover foi importante na fundação do FBI em 1935, tendo sido chefe da agência precursora desde 1924, e transformou a organização numa ferramenta eficiente de combate ao crime.

Ele permaneceu como diretor até sua morte em 1972, aos 77 anos, mas sua imagem cuidadosamente criada já estava se desgastando. Ele empregou o FBI para perseguir ativistas políticos e usou métodos ilegais para criar arquivos secretos dos líderes. Muitas biografias também alegam que Hoover era um homossexual não-assumido e travesti.

Dustin Lance Black, que ganhou o Oscar no ano passado pelo roteiro do filme biográfico "Milk", sobre o político homossexual Harvey Milk, foi o autor do roteiro para esse novo filme.

Eastwood está se unindo com Brian Grazer e a produtora Imagine Entertainment, de Ron Howard, para o filme. O longa provavelmente será produzido na Warner Bros., onde Eastwood e sua produtora Melpaso há realizaram outros trabalhos.

Existe uma pequena ligação entre Hoover e o estúdio: a Warner contratou Hoover para trabalhar como conselheiro de seu filme "A História do FBI" em 1959 e na série televisiva "O FBI", do canal ABC.

Eastwood, que está realizando a pós-produção de seu suspense sobrenatural "Hereafter", trabalhou com a Imagine em 2008 no drama "A Troca", protagonizando por Angelina Jolie no contexto dos anos 1920.

Do O Globo

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Festa!! Cabaré Soçaite

Oba…. Festa!!

É a primeira vez que vamos participar. Mas eu achei a idéia da festa muito bacana. É uma homenagem aos antigos cabarés com músicas bregas tipo Odair José, Sidney Magal… Delícia, né? E se pede pras pessoas se vestirem a caráter.

Para concorrer a cortesias, mande e-mail para euqueroirprocabare@vialibido.com.br

Veja mais sobre a festa no blog do Ricardo Kelmer. Tem fotos e mais detalhes sobre a festa. Mas vale a pena degustar o blog todo. É uma delicia.

Ingressos antecipados na Via Libido (até sexta-feira) : 10,00

Do Blog do Via Libido - por Elisabeth Andrade

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Ai Haruna foi destaque em evento de moda no Japão

Transexual é estrela de evento de moda no Japão

Ai Haruna foi destaque em desfile realizado em Yokohama

                Desfile apresentou coleção primavera/verão
Desfile apresentou coleção primavera/verão

O transexual japonês Ai Haruna foi o destaque do evento Tokyo Girls Collection neste sábadop, 6 de março, em Yokohama. Ai desfilou cercada de rapazes sem camisa para a grife "Lily and Betty", que apresentou sua coleção primavera/verão. A novidade do evento foi a possibilidade de os clientes encomendarem os figurinos usados pelas modelos pelo celular durante o desfile.

AFP /Agência
O transexual Ai Haruna na passarela em Yokohama

Do EGO


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Travesti argentino pode frequentar escola vestido de mulher

http://tvglobo.videoshow.globo.com/files/90/2009/03/hijdra.jpg
Travesti argentino pode frequentar escola vestido de mulher

Kylie, 17 anos, um travesti com as melhores notas da sua escola, conquistou o direito de assistir às aulas vestido de mulher e foi distinguido com a honra de transportar a bandeira da Argentina nas cerimónias.

O Conselho Geral de Educação da Província de Entre Ríos, Argentina, numa decisão unánime, autorizou um aluno travesti a frequentar a escola secundária da cidade de Nogoyá vestido de mulher. O seu nome verdadeiro é masculino, mas o estudante prefere ser tratado por Kylie, e é assim que passou a ser chamado na escola.

Devido ao seu elevado desempenho escolar, Kylie conquistou também o direito de transportar a bandeira nacional nas cerimónias, representando o estabelecimento e os seus alunos como é tradição no país.

Na Argentina, com uma média superior a 9, qualquer aluno tem direito a ser o porta-bandeira da escola. A novidade é que Kylie (nome feminino adoptado pelo estudante) foi matriculada como sendo um rapaz (sexo determinado na certidão de nascimento e bilhete de identidade) mas porta-se como mulher.

A diferença, porém, não impediu a distinção. A decisão da presidente do Conselho Geral de Educação (CGE) foi apoiada por pais e alunos, embora tenha havido algumas queixas contra.
Rapariga em corpo de rapaz

Graciela Bar diz que esta foi a primeira vez que o Conselho enfrentou esse tipo de situação mas, como era de se esperar, "respeitar-se-á a identidade que elege cada cidadão, e não haverá nenhum tipo de discriminação racial, religiosa ou orientação sexual".

Na abertura do ano lectivo, Kylie, empunhando a bandeira nacional, apresentou-se vestida de mulher, embora tenha tido o cuidado de pôr uma bata de rapaz por cima da roupa "para não chamar a atenção dos mais pequenos".

Em declarações à rádio local "Opinión Pública", Kylie, que conta com o apoio da família, expressou: "O que quero é que toda a gente me entenda. Desde os quatro anos que tenho essa orientação sexual. Lembro-me de que ainda estava no jardim da infância e de ter confessado à minha mãe que estava apaixonado(a) por um colega".

Kylie conseguiu autorização para vestir-se como mulher e de ser tratado como uma rapariga na escola. Mas há questões que continuam pendentes. Uma directiva do estabelecimento de ensino refere que "apesar de se autodesignar por um nome feminino, nós, e não é por capricho, temos que continuar a chamá-lo pelo nome que figura no seu bilhete de identidade, inclusive porque (Kylie) é ainda menor de idade e não esté legalmente autorizado a mudar a sua verdadeira identidade".

Outra questão pertinente: qual a casa-de-banho que deve frequentar?.

Maria Luiza Rolim (www.expresso.pt), Agências

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Sobre este blog

Aqui eu não sou homem ou mulher. Sou um adepto do crossdresing. Sou uma Crossdresser - CD ou CDzinha. Desde os 9 anos, adoro lingeries e roupas sexyes. Levo uma vida normal masculina e tenho uma vida clandestina feminina.

Me proponho aqui a falar um pouco de tudo, em especial das Crossdressers, dos transexuais, dos Travestis e da enorme comunidade
LGBT existente em todo o mundo. Um estilo de vida complicado e confuso (para alguns)... Este espaço também se presta para expor a minha indignação quanto ao ódio e preconceito em geral.

Observo que esse é um blog onde parte do que aqui posto pode ser considerado como orientado sexualmente para adultos, ou seja, material destinado a pessoas maiores de 18 anos. Se você não atingiu ainda 18 anos, ou se este tipo de material ofende você, ou ainda se você está acessando a internet de algum país ou local onde este tipo de material é proibido por lei, NÃO siga 'navegando'.

Sou um Crossdresser {homem>mulher} casada {com mulher - que nada sabe} e não sou um 'pedaço de carne'.

Para aqueles que eventualmente perguntam sobre o porque do termo 'Crossdresser GG', eu informo que lógico que o termo trata das minhas medidas. Ja que de fato visto 'GG'. Entretanto alcunhei que 'GG' de Grande e Gorda, afinal minhas medidas numéricas femininas para Blusas, camisetas e vestidos são tamanho: 50 e Calças, bermudas, shorts e saias são tamanho: 50.

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