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Silicone industrial: Morre Fabiola Locately



Uma prática antiga e perigosa, o uso de silicone industrial para modelar o corpo, pode ter levado à morte o travesti Fabíola Locately, 25 anos. Fábio Brauw Fortunato, o nome de batismo de Fabíola, foi internado na última quinta-feira no Hospital Dório Silva, na Serra, e faleceu ontem.
Segundo um amigo do travesti, que preferiu não se identificar, Fábio estava com febre, dor no peito e dificuldade para ficar de pé, desde o dia 28, mas não queria se internar. Ele de automedicou e só aceitou ir a um hospital na última quinta.

Essa não foi a primeira vez que Fábio teve problemas em decorrência do uso do silicone industrial. "Da primeira vez que colocou, ele ficou ruim, não conseguia nem andar, mas depois melhorou. Nós não sabíamos que o que ele fazia era clandestino", conta Elizabeth Gonçalves da Silva, 40 anos, cunhada de Fábio. 


De acordo com informações da Associação LGBT do Estado, de fevereiro a março deste ano outros dois travestis morreram por usarem silicone industrial.
O cirurgião plástico Ariosto Santos alerta que é proibido injetar silicone industrial com uso medicinal. "É líquido e se move pelo corpo. Pode cair na corrente sanguínea e afetar fígado, rins, causar infecção, abcessos e até embolia pulmonar, levando à morte, além de causar assimetrias no corpo", explica. 


Do Gazeta Online

O travesti capixaba Fabíola Locately, de 25 anos, morreu nesta terça-feira, com problemas em decorrência do uso de silicone industrial. De acordo com um amigo de Fábio Brauw Fortunato, nome de batismo de Fabíola, ele foi internado na última quinta-feira no Hospital Dório Silva, na Serra, com febre, dor no peito e dificuldade de ficar em pé. Inicialmente, ele teria resistido à internação, se automedicado e só quando seu estado de saúde se agravou que ele aceitou ir ao hospital.
Essa não foi a primeira vez que Fabíola teve problemas em decorrência do uso do silicone industrial. Da primeira vez que colocou, ele ficou ruim, não conseguia nem andar, mas depois melhorou. Nós não sabíamos que o que ele fazia era clandestino - conta Elizabeth Gonçalves da Silva, 40 anos, cunhada de Fabíola.

De acordo com informações da Associação LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros) do Espírito Santo, de fevereiro a março deste ano outros dois travestis morreram por usarem silicone industrial.

O cirurgião plástico Ariosto Santos alerta que é proibido injetar silicone industrial com uso medicinal. É líquido e se move pelo corpo. Pode cair na corrente sanguínea e afetar fígado, rins, causar infecção, abscessos e até embolia pulmonar, levando à morte, além de causar assimetrias no corpo - explica.

Do Gazeta On-Line - O Globo


 


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