Uma Crossdresser Gordinha Complicada e Imperfeita

Associações dizem que transexuais são mais excluídos socialmente

Os activistas da Associação Panteras Rosas e da ILGA Portugal falavam a propósito da discussão hoje da proposta de lei do Governo e do projecto do Bloco de Esquerda para simplificar a mudança de sexo e nome próprio no registo civil das pessoas diagnosticadas com disforia de género (transexualidade).

Para Sérgio Vitorino, da Panteras Rosas, os projectos “não substituem uma lei geral sobre o assunto”, considerando que devem ser entendidos “como o início de um processo de discussão das questões relacionadas com a identidade de género”.

“Estes projectos também não fazem uma coisa fundamental que é proteger as pessoas relativamente à discriminação e definir o que é a identidade de género”, defende.

Vitorino considera fundamental esclarecer a sociedade sobre o tema para acabar com a discriminação, lembrando que os “transexuais são muito mais perseguidos em Portugal e noutros países do mundo do que os homossexuais”.

“As pessoas vão continuar a ser discriminadas dentro da lei porque este tipo de discriminação nem sequer está prevista na legislação”, diz, justificando: “Não adianta aos transexuais que não conseguem esconder a mudança física mudar os documentos se o empregador continua a perceber que tem um transexual à frente e continua com o direito legal de o discriminar”.

O presidente da ILGA acrescentou, por seu turno, que o único estudo que foi feito em Portugal sobre esta questão alerta para a maior percepção do grau de discriminação das pessoas transexuais face a outras categorias, nomeadamente gays e lésbicas.

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Os transexuais são “muito mais perseguidos” do que os homossexuais e vivem em exclusão social por falta de reconhecimento legal, uma situação que só será ultrapassada com uma lei de identidade de género, defendem associações.

Paulo Côrte Real sublinha que o facto de haver “uma minoria numérica muito pequena torna muito mais difícil a reivindicação de direitos”. E acrescentou: “Além disso, temos neste momento o próprio Estado a garantir a exclusão social dessas pessoas”.

A proposta de lei “vai, pelo menos, tentar minorar essa situação de exclusão”.

Mas será necessário - acrescentou - “muito mais trabalho para garantir o fim da discriminação, nomeadamente do ponto de vista legal, no que diz respeito ao Código do Trabalho, Código Penal e à Constituição”.

“Uma lei da identidade de género é reconhecer por parte do Estado que as pessoas transexuais precisam de um mecanismo rápido que lhes permita ter acesso ao seu nome e sexo legais sem recurso a tribunais e sem requisitos que sejam atentatórios dos direitos humanos, como infelizmente tem acontecido na jurisprudência portuguesa”, disse também Paulo Côrte Real.

Actualmente os transexuais são “empurrados para um processo em tribunal que dura anos, é invasivo, humilhante e durante o qual o resultado é a exclusão social porque não há uma coincidência entre a aparência da pessoa e a sua documentação”.

Esta questão deveria “motivar” o apoio das diversas forças com representação parlamentar porque “respeitar os direitos humanos” devia ser uma prioridade de todos”, defende.

Do P20
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Transexual que ganhou visto após denunciar rede não pretende voltar ao Brasil


Mesmo sabendo da iniciativa do Ministério das Relações Exteriores para encorajar a volta de brasileiros que vivam em situação de risco no exterior, um transexual piauiense que ganhou visto de permanência na Itália após denunciar uma rede de prostituição afirma que não pretende retornar ao país.

C. A., de 28 anos, mora há quatro anos em Roma, onde desembarcou de forma ilegal em 2006, levado por uma rede de prostituição.

Segundo afirmou à BBC Brasil, ele pagou 12 mil euros (cerca de R$ 26 mil) à rede para entrar ilegalmente no país europeu.

Depois de ter passado cerca de três anos se prostituindo na Itália, C. A. decidiu denunciar a rede às autoridades, beneficiando-se da legislação que concede visto de permanência no país às vitimas que denunciarem quadrilhas de tráfico de seres humanos e redes de prostituição.

Após a denúncia, C. A. passou um período em um centro de identificação e expulsão de imigrantes irregulares e depois foi levado para uma casa de acolhimento temporário da associação italiana Ora D'Aria, especializada em assistência a vítimas de abusos, sobretudo transexuais.

C. A. deve permanecer no local até conseguir um emprego e alcançar autonomia financeira.

Retorno

Apesar das dificuldades, C. A. afirma que não pretende retornar ao Brasil.

"Estou bem aqui, tenho namorado, estou integrada e até regularizada. Meu sonho sempre foi deixar o Brasil e viver no exterior, principalmente na Itália. Aqui se vive melhor, embora no Brasil não tivesse dificuldades, pois minha família é de classe média", disse.

Segundo C. A., a iniciativa do governo brasileiro só pode ser uma opção válida se houver um programa de inserção social aos imigrantes.

De fato, a cartilha a ser lançada pelo Itamaraty para orientar seus diplomatas a encorajar a volta de imigrantes brasileiros em situação de risco prevê que eles sejam aconselhados sobre programas sociais nos quais poderiam se enquadrar caso regressem ao país.

"Se o projeto for só repatriar, não há interesse. Deveria haver uma possibilidade da pessoa conseguir um emprego, pois muitas pessoas que vieram sofriam uma situação de preconceito e falta de trabalho no Brasil", afirmou.

No caso dos transexuais, disse, a inserção é muito mais difícil devido ao preconceito.

"O transexual é visto principalmente como prostituta ou, no máximo, como profissional de beleza, tipo cabeleireiro. Se o governo der uma oportunidade de inserção para estas pessoas, tudo bem", disse.

Na visão de C. A., o projeto do governo brasileiro pode despertar o interesse principalmente daqueles que já queriam sair do mundo da prostituição, embora muitos transexuais prefiram continuar nesta atividade, segundo ele.

"Muitas não querem voltar ao Brasil porque pretendem continuar na prostituição, com a ilusão de que se faz muito dinheiro, o que de certa forma é verdade, porque se ganha mais do que com um trabalho normal. Mas temos que levar em consideração os riscos".

Transexuais

Na Itália, há cerca de 8 mil transexuais brasileiros, segundo Leila Daianis, presidente da associação Libélula, ONG especializada em assistência e orientação a imigrantes e transexuais.

Segundo Daianis, muitos transexuais voltariam ao Brasil, mas temem por sua segurança no país.

"Muitos voltariam, mas querem garantia de segurança, pois sofrem ameaças. Eles não poderiam ir para as cidades de suas famílias, mas deveriam ficar em um lugar secreto por um período", disse Daianis à BBC Brasil.

Na opinião da ativista, além de estimular a volta por meio de programas de inserção no mundo do trabalho, o governo brasileiro deveria garantir proteção social aos transexuais e outras vítimas das redes de prostituição que decidem retornar.

"O Brasil deveria dar uma proteção social a estas pessoas, pois se chegarem lá sem terem nada, sendo ameaçadas pelos cafetões, acabam voltando para aquela vida, em um círculo vicioso", disse.

Do Estadão
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Prostituição em Tegucigalpa

Prostitutas existem em todos os lugares e por todos os preços, agora olhando assim rapidamente você conseguiria dizer o que essas de Tegucigalpa, Honduras, tem de diferente?

Crianças, cuidado ao continuar.


Só faltou avisar uma coisa, todas ‘elas’ na realidade são ‘eles’. Tinha percebido?

Do Caixa Preta
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Deixando clara a sua irritação, Rogéria cobra R$ 50 milhões para posar nua


A mais famosa travesti brasileira, Rogéria teria recebido uma proposta para posar completamente nua. Segundo a coluna de Ancelmo Góis, do jornal "O Globo", ela teria ficado indignada com o convite.

Deixando clara a sua irritação, Rogéria estabeleceu um valor bem alto para encerrar o assunto. Segundo ela, só "mostraria os documentos" por uma quantia a partir dos R$ 50 milhões.

Da BAND
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A cada 16 dias, uma pessoa troca de sexo no Brasil


Quando ela passa, os homens esticam os olhos para tentar acompanhar por mais tempo o andar cheio de gingado, que tenta equilibrar a cintura fina, o quadril largo e os seios fartos. O corpo feminino de Carla Amaral não desperta só interesse. A mesma “gatona” também já escutou que é uma “aberração”, só um dos exemplos de violência que enfrentou.

Carla Amaral, 37 anos

Carla não nasceu Carla, mas sempre soube que era mulher, apesar do registro indicar “sexo masculino”. O último resquício que carrega da identidade que nunca assumiu é o pênis, que garante ser usado, de forma desconfortável, só para urinar. “Hoje está até atrofiado”, diz. Ela, há 13 anos, espera que o bisturi torne mais adequada a anatomia que reconhece como errada desde a maternidade.

A cada 16 dias, o procedimento cirúrgico tão aguardado por Carla é realizado em um paciente do Sistema Único de Saúde (SUS). A chamada cirurgia de mudança de sexo foi um dos últimos atos cirúrgicos reconhecidos pelo governo brasileiro e entrou para a lista de procedimentos gratuitos só em 2008. De lá para cá, 57 cirurgias foram realizadas, sendo 10 no primeiro ano, 31 em 2009 e 16 até junho de 2010. A estatística é crescente, mas ainda irrisória perto da fila de espera formada por pessoas que, assim como Carla Amaral, sentem ter nascido no corpo errado.

Mulheres na alma

Eles não são travestis, homossexuais, drag queens ou transformistas. O nome é transexual, condição reconhecida pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como um transtorno de gênero. Não há nenhuma doença psíquica associada. Os que fazem parte deste grupo nascem com um órgão sexual que não condiz com a sua personalidade, explica o psiquiatra da PUC de São Paulo Alexandre Saadeh, coordenador do Ambulatório de Transtorno de Identidade, de Gênero e Orientação Sexual.

São “mulheres na alma” (dizem todas), mas que têm pênis. “Homens na cabeça” que nascem com vagina, tentam explicar assim. Desde que o mundo é mundo, eles tentam corrigir o equívoco de nascença com técnicas arriscadas, que envolvem automutilação, silicone industrial, hormônios proibidos e isolamento social. Carla Amaral foi vítima de todos estes perigos nos anos 80, 90 e 2000.

Carrinhos, bonecas e princesa

Era a segunda gravidez da mãe que já tinha um primogênito. A vontade de um “casalzinho” fez Maria Amaral desejar uma menina durante os nove meses da gestação. O nascimento, em 1973, trouxe ao mundo mais um varão aos Amaral. Mas daquela vez parecia ser diferente. A confirmação das diferenças veio com a chegada do terceiro filho, mais um menino. As semelhanças só surgiram após o nascimento da quarta filha, desta vez uma garota. “Eu era diferente dos meus dois irmãos e muito parecida com a minha irmã”, conta hoje Carla.

“Usava modelos de roupa unissex, cabelos na altura dos ombros e quando ouvia a pergunta ‘o que você quer ser quando crescer/?’, imaginava sempre uma mulher alta, com seios grandes, feminina e poderosa.”

Se quando criança, o problema maior era ter de brincar com carrinhos e bola quando a vontade era ninar bonecas e vestir-se como princesa, na adolescência a vida ficou ainda mais complicada. O nome de batismo – que Carla se nega até hoje a pronunciar – foi virando ofensa. O relacionamento com o pai já havia “subido no telhado”. Ele não aceitava ter um filho tão parecido como uma filha. A mãe já não assistia à postura feminina do seu segundo garoto com naturalidade, mas a vontade de ser mulher parecia aflorar em Carla. A entrega sexual precoce aos 13 anos para um vizinho só reforçou que a homossexualidade não era explicação suficiente para aquela condição.


“Mais do que gostar do sexo masculino, eu queria morar num corpo parecido com a minha mente.”

Sem dinheiro e sem apoio, Carla procurou o silicone industrial e passou a tomar doses de hormônio por conta própria. “Sabia dos riscos, sabia que podia morrer por causa daquilo, mas juro que tudo parecia menos ofensivo do que continuar com o corpo de homem.”


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Exemplo de alguns homens que se tornaram mulheres

A mudança de gênero é possivel. Não é um caminho fácil tão pouco um caminho simples mas é um caminho possivel para quem persevera.

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Quando vejo o antes e o depois em algumas percebo ainda o 'olhar' do menino que esta preso no corpo de menina... As vezes acho que vejo isso em mim também...

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Sobre este blog

Aqui eu não sou homem ou mulher. Sou um adepto do crossdresing. Sou uma Crossdresser - CD ou CDzinha. Desde os 9 anos, adoro lingeries e roupas sexyes. Levo uma vida normal masculina e tenho uma vida clandestina feminina.

Me proponho aqui a falar um pouco de tudo, em especial das Crossdressers, dos transexuais, dos Travestis e da enorme comunidade
LGBT existente em todo o mundo. Um estilo de vida complicado e confuso (para alguns)... Este espaço também se presta para expor a minha indignação quanto ao ódio e preconceito em geral.

Observo que esse é um blog onde parte do que aqui posto pode ser considerado como orientado sexualmente para adultos, ou seja, material destinado a pessoas maiores de 18 anos. Se você não atingiu ainda 18 anos, ou se este tipo de material ofende você, ou ainda se você está acessando a internet de algum país ou local onde este tipo de material é proibido por lei, NÃO siga 'navegando'.

Sou um Crossdresser {homem>mulher} casada {com mulher - que nada sabe} e não sou um 'pedaço de carne'.

Para aqueles que eventualmente perguntam sobre o porque do termo 'Crossdresser GG', eu informo que lógico que o termo trata das minhas medidas. Ja que de fato visto 'GG'. Entretanto alcunhei que 'GG' de Grande e Gorda, afinal minhas medidas numéricas femininas para Blusas, camisetas e vestidos são tamanho: 50 e Calças, bermudas, shorts e saias são tamanho: 50.

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