Uma Crossdresser Gordinha Complicada e Imperfeita

Transexual se candidata a uma vaga de juíza na Venezuela




Professora há 30 anos das duas maiores universidades da Venezuela, com doutorado em Paris, a advogada transexual Tamara Adrián, 56, decidiu se candidatar a uma vaga de magistrada na mais alta corte do país.

"É preciso preencher os espaços. É importante que uma mulher transexual, lésbica e feminista se candidate", disse a professora à Folha. A advogada está entre os 404 aspirantes às nove vagas de titular do Tribunal Supremo de Justiça (equivalente ao STJ brasileiro).

A partir da lista, os deputados da Assembleia Nacional, dominada pelo chavismo, elegerão os novos magistrados no mês que vem. As chances de Adrián são praticamente nulas, já que os chavistas devem escolher nomes alinhados ao governo. Mas ela diz que vale a pena "por à prova" as instituições.

"Não tenho nenhuma esperança porque essa Assembleia é muito, mas muito, mas muito homolesbotransfóbica. Tiraram a questão de equidade de gênero de todos os projetos. Essa é uma revolução altamente conservadora", diz a professora.

Ela compara a legislação vigente na Venezuela com as de Brasil e Cuba. Ao contrário dos dois últimos, no país de Hugo Chávez está formalmente vetado que o sistema público de saúde faça cirurgias de mudança de sexo. Adrián fez a dela numa clínica privada, fora do país.

Também há restrições para a troca de nome. Apesar de ter feito cirurgia de mudança de sexo em 2002, até hoje sua carteira de identidade exibe seu nome antigo: Tomás. Na Venezuela, é possível trocar o nome no registro civil, mas o documento anterior não é anulado e deve ser exibido ao lado do novo.

"É uma prática discriminatória. Por que a pessoa tem de ser exposta? A Constituição diz que as pessoas têm direito de determinar que tipo de informação estará disponível em documentos oficiais e não oficiais."

Com base no princípio, a professora iniciou uma ação no próprio TSJ para mudar a regra. Espera desde 2003 uma resposta e a cada seis meses a reapresenta para que não perca a validade.

A ativista de direitos humanos torce para que algum organismo apresente uma objeção à sua candidatura. "Seria uma grande oportunidade de por às claras a discriminação. Tenho um currículo que é superior ao de 99% das pessoas que se candidataram, sem falsa modéstia."

Do UOL

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Tara Lynn foi clicada pelo badalado Bob Wolfenson para campanha de lingerie brasileira


Tara Lynn, manequim 46 e uma das modelos "plus size" (tamanho grande, em inglês) mais famosas do mundo, está de volta aos holofotes.

Desta vez, ela estrela a campanha da marca de lingerie brasileira Plié e surge em fotos sensuais usando peças íntimas.

Veja a galeria de fotos do ensaio

Tara, que já faz sucesso no mundo da moda GG há algum tempo, tornou-se badalada ao reacender a discussão dos padrões da moda em um ensaio de 18 páginas da revista Elle francesa, publicado em março deste ano.

Os cliques da campanha foram feitos por Bob Wolfenson, em um estúdio da capital paulista. O styling é assinado por Thiago Ferraz e a beleza por Robert Estevão.

Chamada de Control, a linha divulgada por Tara é dedicada também às mulheres distantes das medidas padronizadas pela moda. A ideia é mostrar que a marca respeita todos os biotipos femininos.

Do R7
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‘Temos medo de ir às festas da USP’, dizem gays vítimas de homofobia

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Casal se abraça durante entrevista nesta terça (Foto: Kleber Tomaz /G1)

O casal gay que diz ter sido vítima de homofobia na festa universitária “Outubro ou Nada”, realizada por alunos da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP em uma mansão no Morumbi, na Zona Sul de São Paulo, na madrugada de sábado (23), afirma ao G1 que está com medo de participar de outras festas da universidade. Em abril, um estudante gay de farmácia da USP já havia sofrido ataques homofóbicos num jornal feito por alunos do curso. Naquela ocasião, o motivo das agressões verbais é que o homossexual tinha ido a uma festa.

“Estamos com medo de ir às festas da USP agora”, declara Henrique Andrade, de 21 anos, estudante de biologia da universidade, e seu namorado, um aluno de 22 anos da arquitetura da USP que prefere não ter o nome divulgado, em entrevista concedida ao G1 na tarde desta terça-feira (26), dentro de uma sala do Instituto de Biociências, no Butantã, na Zona Oeste. De mãos dadas, eles aceitaram ser fotografados pela reportagem, desde que não mostrassem os rostos. “Não queremos aparecer. Queremos que haja segurança para gays nas festas uspianas.”

No sábado passado, os namorados foram à festa "Outubro ou Nada", num casarão no Morumbi. Lá, relatam, estavam sentados em um sofá, conversando e abraçados, quando foram surpreendidos por outros três jovens que os xingaram com palavrões homofóbicos e os agrediram com chutes e socos. “A segurança demorou para agir e retirar os agressores. Além dos ataques homofóbicos, reclamamos também da demora dos seguranças para impedir as agressões contra nós”, diz o estudante de arquitetura.

As marcas das agressões já sumiram de seus corpos, segundo o casal, mas as lembranças da surra persistem. Disposto a reagir, Henrique fez um boletim de ocorrência na manhã desta terça na Polícia Civil. Como homofobia não é crime, o caso foi registrado como injúria e lesão corporal na Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi), na região central da capital.

A Decradi ainda não instaurou nenhum inquérito para apurar o caso porque a vítima não representou contra os agressores. Para que haja uma investigação, os estudantes deverão entrar com uma queixa-crime no prazo de seis meses. O problema é que os acusados ainda não foram identificados. “Era um gordo, um musculoso e outro garoto com estatura mediana. Se não tivéssemos saído da festa, teríamos ido direto para o hospital porque os agressores estavam dispostos a nos espancar mesmo. Soube que eles não eram alunos da ECA”, diz Henrique. "Ainda vamos estudar se entraremos com a representação. Nossa intenção não é culpar ninguém, mas tentar impedir que novas ações de homofobia como essas ocorram em eventos da USP".

Em nota, a Atlética da ECA, que organizou a festa "Outubro ou Nada", lamentou as agressões verbais e físicas contra o casal de alunos da USP. Por telefone, Daniela Bernardes, atual presidente da atlética, afirma que a questão da demora no socorro da segurança contratada durante a festa será apurada. “Também estamos estudando ações para que fatos como esse não voltem a se repetir. Para isso, vamos fazer uma campanha de conscientização", disse Daniela. "Vamos fazer o possível para tentar identificar os agressores."

A Coordenadoria do Núcleo de Combate à Discriminação, Racismo e Preconceito da Defensoria Pública do Estado de São Paulo sugere que o casal tente identificar e reconhecer os suspeitos da agressão por meio das imagens que foram feitas na festa. Uma equipe foi contratada pela Atlética da ECA para tirar fotos dos convidados durante o evento. “O núcleo ofereceu assessoria e apoio aos jovens, caso eles decidam entrar com queixa-crime, pedir uma indenização ou dar entrada num processo administrativo contra homofobia”, afirma a coordenadora do núcleo, a defensora Maíra Diniz.

O diretor do Instituto de Biociências da USP, Wellington Delitti, e o Centro Acadêmico de Biologia da universidade também repudiaram o ataque homofóbico durante a festa universitária. "O que ocorreu com os alunos beira uma barbárie", diz Delitti. O Centro Acadêmico divulgou um comunicado (leia mais abaixo).

Apesar de ter sido organizada por estudantes da ECA, a festa "Outubro ou Nada" era aberta a quem comprasse os convites. Convidados pagavam R$ 45 pela entrada, enquanto alunos da USP tinham de desembolsar R$ 35.

Na noite do próximo dia 5 de novembro, o Centro Acadêmico de Biologia e o casal de alunos querem promover uma festa de protesto contra a homofobia intitulada “Na Bio Pode”. “Será uma festa importante no Centro Acadêmico para dizer que na biologia podemos ser quem somos”, disse o professor de antropologia e filosofia Rui Murrieta, amigo do casal.

Leia abaixo abaixo íntegra do comunicado da ECA sobre o incidente na festa:

“Comunicado Oficial

Na noite da última sexta-feira, dia 22 de Outubro, a Ecatlética realizou a festa "Outubro ou Nada" numa locação no bairro do Morumbi. Durante a festa, um aluno do curso de Biologia e seu namorado foram agredidos verbal e fisicamente, num ato claro de homofobia. Quando um membro da Atlética foi informado, providenciou a retirada imediata dos agressores da festa e, em nome da entidade, se desculpou com vítimas do ataque - àquela altura, era tudo o que podia ser feito.

A Ecatlética lamenta muito o ocorrido e gostaria de manifestar que repudia tais atos e não compactua com esse tipo de opinião de forma alguma. Nós organizamos festas com o objetivo de promover diversão e a integração entre os alunos e somos contra qualquer discriminação. Nossas festas não costumam ter esse tipo de problema e sempre tiveram o diferencial de dar espaço à diversidade, a qual apoiamos, portanto faremos o possível para que assim continue.

Com relação à postura dos seguranças presentes e envolvidos que, de acordo com relatos, não tomaram nenhuma atitude na ocasião da agressão, entraremos em contato com a equipe para esclarecer os fatos e tomar as devidas providências.

Lamentamos mais uma vez o ocorrido e nos colocamos à disposição para qualquer tipo de suporte, esclarecimento ou ajuda que se faça necessário.
Atenciosamente,

ECAtlética”

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Casal dá as mãos: embaixo está o boletim de
ocorrência contra os agressores (Kleber Tomaz/ G1)

Leia abaixo o relato de Henrique sobre a festa onde afirma ter sido alvo de jovens homofóbicos:

“Relato – Homofobia em festa da USP

Atitudes como as que aconteceram na última sexta-feira impedem que eu me cale ou tenha medo de mostrar a realidade para todos os alunos da USP e demais pessoas que porventura leiam esse relato.

No dia 22 de outubro, eu, Henrique Andrade do terceiro ano de Biologia da USP, estava junto com meu namorado na festa “Outubro ou Nada” realizada pela Escola de Comunicações e Artes (ECA) em um imóvel na Rua Itororó, 226, no Morumbi. Fomos junto com meus amigos de curso aproveitar essa festa, após uma prova. Estávamos cansados, e eu e meu namorado sentamos em um sofá em um dos cômodos da casa onde outras pessoas também descansavam. Conversávamos abraçados quando três caras se dirigiram até nós e começaram a nos xingar. Estavam visivelmente alcoolizados, e disseram inúmeros palavrões, gritaram para que saíssemos da festa pois estávamos manchando o lugar e usaram diversos adjetivos homofóbicos.

Enquanto apontavam os cigarros acesos em nossos rostos, como forma de intimidação, um deles jogou um copo cheio de bebida em nossas roupas. A partir desse momento as agressões morais somaram-se às agressões físicas: foram chutes e socos, enquanto meu namorado os empurrava tentando nos defender. Duas meninas que estavam no local chamaram um segurança, que para meu espanto ao chegar no local nada fez. Nitidamente compartilhando da visão homofóbica dos agressores, o segurança ficou olhando a briga enquanto eu gritava pedindo para que ele retirasse aqueles três caras do recinto. Nesse meio tempo, levei um tapa na cara na frente do segurança enquanto tentava dialogar com os indivíduos e um deles falou que eu e meu namorado estávamos marcados. A equipe de segurança só tomou uma atitude após a formação de um aglomerado indignado com a barbárie que estava acontecendo.

Os agressores homofóbicos foram contidos, mas não foram retirados da festa. Reencontrei com meus amigos de curso e contei a eles sobre a barbárie ocorrida. Indignados, entraram em contato com pessoas da ECA. O vice-presidente da Atlética da ECA foi muito atencioso e pediu milhares de desculpas. Depois que ele conversou com os seguranças, a equipe responsável retirou os agressores. Eles relutaram em sair da festa, e continuaram com ameaças e xingamentos do lado de fora dos portões do casarão. Foi preciso escolta até um táxi para que pudéssemos sair da festa.

No sábado, dia 23, soube que mais tarde na festa o carro de uma menina foi depredado pelos mesmos três agressores. Eles chutaram e urinaram nas portas do carro dela, porque ela respondeu “sim” após eles perguntarem se ela tinha amigos gays.

Eu e meu namorado estamos bem fisicamente, mas a agressão moral ainda dói. Estamos tomando as providências cabíveis juntamente com o Centro Acadêmico (CA) da Biologia e a Defensoria Pública do Estado de São Paulo (existe a Lei Estadual 10.948/2001 de combate à discriminação homofóbica em São Paulo). Não quero punir ou me vingar de ninguém, só não acho que atitudes homofóbicas como as ocorridas na festa pelos agressores e pelo segurança devam ser vistas como naturais, relevadas pelas pessoas. Nunca imaginei que seria vítima de um tipo bárbaro de agressão como esse, e quero alertar e servir como atitude precedente para os que sofrerem com situações semelhantes. Não vou me calar perante essa covardia.

Reforço a ajuda da Atlética da ECA na resolução dessa barbárie. Sei que tanto o CA quanto a Atlética da ECA não apóiam essa atitude homofóbica dos agressores e do segurança da festa. Infelizmente a equipe contratada não está preparada para lidar com a diversidade. Que eles não sejam chamados para outras festas na USP, ou que aprendam a tratar de forma não discriminatória os gays. E que a ECA se posicione formalmente sobre esse lamentável ocorrido.

Quero agradecer a todos os amigos pela preocupação que tiveram comigo e com meu namorado. Muito obrigado.

Não à homofobia !

“E se tudo isso que você acha nojento for exatamente o que chamam de amor?” Caio Fernando Abreu”

Repúdio
Após receber o relato de Henrique, o Centro Acadêmico de Biologia decidiu fazer uma moção de repúdio. O documento está sendo distribuído na USP, solicitando assinaturas dos estudantes.

“O Centro Acadêmico de Biologia da USP (SPHN-CABIO) gostaria de publicizar o seu mais completo repúdio à agressão física e moral sofrida pelo estudante de nosso curso, Henrique Andrade, e pelo seu namorado *, durante a tradicional festa uspiana "Outubro ou Nada". Henrique e * foram abordados por três jovens porque estavam abraçados na festa. Foram agredidos verbalmente, ameaçados, convidados a saírem da festa e, por fim, agredidos fisicamente em meio a uma completa negligência da equipe de segurança da festa que só tomou a devida atitude de expulsar os agressores muito tempo após o ocorrido. É extremamente penoso constatar que continuamos vivendo em uma sociedade repleta de preconceitos e intolerância. Em um momento como esse, é fundamental que a comunidade de estudantes, professores e funcionários da universidade, bem como suas entidades representativas, exponham suas posições, organizem debates e façam atos para repudiar a homofobia e defender uma sociedade tolerante que respeite a livre orientação sexual e identidade de gênero”, escreve o Centro Acadêmico de Biologia, que finaliza: “Convidamos todos que lerem essa carta a contribuírem para que eventos como esse não mais aconteçam. Não à homofobia! Pela criminalização da homofobia no Brasil!”.

* a pedido do namorado de Henrique, o nome dele foi suprimido da nota.

Do G1

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Motéis proíbem a entrada de pessoas do mesmo sexo

A Associação Amazonense de Gays, Lésbicas e Travestis (AAGLT) está denunciando a prática da discriminação por motéis e pousadas da Zona Norte, que estariam proibindo a entrada de pessoas de mesmo sexo. O funcionário público Daniel Coelho, 30, conta que foi vítima do problema na noite da última quarta-feira, 20, quando tentou entrar com o parceiro em dois estabelecimentos – a Delírios Pousa e Minha Pousada – situados na avenida Samaúma, no Montedas Oliveiras, Zona Norte, e foram impedidos. "Fiquei totalmente constrangido, em estado de choque, quando fui informado que não poderia entrar e que se tratava de um acordo entre os donos de motéis", afirmou Daniel, que denunciou o caso à AAGLT.

Segundo ele, um dos recepcionistas teria dito, ainda, que a proibição se deu por conta de brigas e discussões que ocorrem comumente envolvendo casais gays. "Sou acostumado a frequentar motéis nas zonas Norte e Leste por serem mais próximos de casa e disse que iria denunciar essa situação", ressaltou, adiantando que registrará um boletim de ocorrência no 15º DIP por discriminação e preconceito. Daniel é militante do movimento homossexual amazonense desde 2005 e presidente da Liga Gay de Vôlei do Estado.

A presidente da AAGLT, Bruna La Close, informou que denunciará o caso ao Ministério Público. O presidente da ONG Orquídeas LGBT, Fabrício Nunes, considera a atitude dos estabelecimentos um retrocesso. "É importante que as vítimas tomem providências diante dessa violação do direito de ir e vir, pois não existe nenhuma regra dizendo que um indivíduo hétero ou homo não pode entrar num estabe lecimento porque pode brigar.

Do Athos GLS

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Manifesto para tirar transexualidade dos manuais de doenças

Sete associações e movimentos feministas e LGBT (de lésbicas, gays, bissexuais e transexuais) manifestam-se amanhã, sábado, às 18 horas, no Chiado, em Lisboa, a favor da despatologização da transexualidade, no âmbito da campanha internacional Stop Trans Patologização - 2012.

A Panteras Rosa, UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta, Não Te Prives, Opus Gay, PolyPortugal, Grupo Português de Activistas sobre Tratamentos de VIH/SIDA (GAT) e o Portugal Gay, querem que a transexualidade seja retirada dos manuais de doenças mentais e que o acompanhamento psicoterapêutico, obrigatório na fase inicial do processo de transição, passe a ser uma opção voluntária.


O ator pornô Buck Angel antes e após a transformação

O objectivo desta campanha internacional é evitar que o 'Manual de diagnóstico e estatística dos distúrbios mentais', da Associação Americana de Psiquiatria, cujo lançamento ocorrerá em 2013, e a 'Classificação Internacional de Doenças', da Organização Mundial de Saúde, a sair em 2014, integrem nos seus indices o transgenderismo. Refira-se que a França foi o primeiro país no mundo a tirar a transexualidade deste tipo de catálogos.


Raphaelle La Reine, Miss Trans 2009. Coordenadora do Núcleo de transexuais do GDN (Grupo de Diversidade de Niterói)

Em Portugal, só há três semanas é que o Parlamento votou duas propostas, uma do Governo e outra do Bloco de Esquerda, para a criação de uma Lei da Identidade de Género, que facilitará a mudança do sexo e do nome no Registo Civil. Porém, a questão da despatologização não foi considerada em ambos os diplomas.

Até 1995, nenhum médico do Serviço Nacional de Saúde poderia realizar um processo de mudança de sexo porque a Ordem dos Médicos se opunha ao procedimento. Neste momento, qualquer transexual feminina ou masculino, antes da iniciar a fase da toma de hormonas ou rumar à fase cirúrgica, necessita, obrigatoriamente, de passar por consultas de acompanhamento psicoterapêutico. Segundo as equipas técnicas que acompanham esta população, a psicoterapia é uma forma de despistar falso transgenderismo.

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'Política don't ask, don't tell' será mantida, apesar de ordem de juíza federal que a derrubava

Uma corte de apelações dos Estados Unidos decidiu nesta quarta-feira, 20, que as Forças Armadas do país devem manter, pelo menos por enquanto, a norma que proíbe a presença de homossexuais declarados em suas fileiras.

O 9º Tribunal Federal de Apelações, em São Francisco, atendeu ao pedido da Casa Branca para que seja temporariamente suspensa a ordem de uma juíza federal da Califórnia que havia derrubado a política "don''t ask, don''t tell" (não pergunte, não diga) sobre a aceitação de gays no Exército

Uma norma de 1993 autoriza a presença de homossexuais no exército norte-americano, mas somente se eles mantiverem segredo sobre sua orientação sexual.

O governo argumentou em seu recurso que, apesar de ser favorável à revogação da cláusula, a manutenção em vigor da decisão da juíza Virginia Phillips causaria um grande problema para o Exército.

Manter a decisão da juíza agora "criaria uma enorme incerteza sobre o status dos militares que podem relevar sua orientação sexual" sem que o assunto esteja juridicamente solucionado, alegou o Departamento de Justiça.

"Desenvolver o treinamento e as diretrizes sobre essa mudança de política vai levar tempo e exigir esforços", diz o documento. "A decisão do tribunal distrital não dá tempo suficiente para que tal treinamento ocorra, especialmente para comandantes e militares em combate."

Pelo menos três soldados que foram expulsos do Exército por serem homossexuais moveram ação para regressar ao serviço militar depois da decisão do Pentágono, tomada na terça-feira, de aceitar a entrada de homossexuais declarados nas Forças Armadas.

Do Estadão
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Segurança é preso com adolescente vestido de mulher



Um homem acusado de atentado violento ao pudor foi preso na noite desta quarta-feira após ser encontrado em companhia do menor F.T.S., 14 anos, que estava vestido de mulher. Robson Bento Medeiros, 29 anos, estava em uma moto e teria contratado o menor para fazer um programa pelo valor de R$ 10.

A prisão aconteceu na Orla Lagunar, nas proximidades da Braskem, após abordagem da polícia. Na delegacia, disse à polícia que pensou que o adolescente era uma mulher. O acusado afirmou não saber que tratava-se de um menor do sexo masculino e que, ao constatar o fato, teria desistido de ter uma relação sexual com aquela pessoa.

De acordo com a família do adolescente, esta não é a primeira vez que o garoto se envolve em uma confusão como esta e que ele já teria até sido baleado em outra ocasião.

Robson foi autuado em flagrante por crime de estupro, que é inafiançável, e permanece à disposição da Justiça. Robson Bento Medeiros foi encaminhado para a Casa de Custódia.

Do O Jornal Alagoas e do Tudo na Hora

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Crossdresser: Homem que sente prazer em se vestir de mulher

Entre as fantasias do universo masculino, talvez o mais estranho aos olhos da mulher é quando o parceiro quer ser como... ela.

Mas o fetiche existe e, muitas vezes, não se trata de desvio na orientação sexual. Segundo a terapeuta sexual Sylvia Maria Marzano, o que eles querem é colocar o lado feminino para fora, com o uso de lingerie ou roupas femininas. Ou ainda pode ser que façam isso apenas por curiosidade ou pelo fetiche mesmo.

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O homem que tem esses hábitos “femininos” não é necessariamente gay. “O homossexual não quer ser mulher! Ele é um homem que gosta de outro homem. Precisamos não confundir com travesti, que veste roupas de mulheres mas têm prazer também no pênis. Um homem com orientação homoerótica só gosta de homens”, explica.

Sylvia é também diretora do Instituto Isexp, de São Paulo, e diz que esse desejo não deve ser necessariamente rotulado como desvio. “Para sabermos o que ocorre com cada homem que se veste de mulher precisaremos saber das circunstâncias em que isso ocorre”, explica. Segundo ela, o “travestismo” é um desvio, assim como o “cross dresser”, e nem sempre quer dizer homossexualidade. “Há uma grande discussão a esse respeito e ainda não temos uma certeza”.


Para ela, se o casal não sofre com a atitude, se ela faz parte do processo de erotização do casal, não há necessidade de procurarem ajuda profissional. “Agora, se esse comportamento estiver fazendo com que a parceria não esteja equilibrada, com um ou os dois sentindo-se culpados ou com mal-estar, é necessário que procurem ajuda, que poderá ser médico ou psicólogo”. A coisa pode virar doença se avançar para uma parafilia, ou seja, quando a pessoa que só chega ao orgasmo após prazer intenso desencadeado sempre por uma situação (seguido de mal estar).

A dica de Sylvia é que se o homem se sentir angustiado, deve procurar a terapia sexual. “Juntos, ele e terapeuta podem descobrir que conteúdos o fazem agir dessa maneira e o que faz com que ele sinta-se infeliz”.

Por Sabrina Passos (MBPress) Do Vila Muher

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Homicídios de homossexuais no Brasil cresceu 11,8% em 2009

O número de assassinatos de homossexuais no Brasil aumentou 11,8% no ano passado com relação a 2008, indica um estudo da ONG Grupo Gay da Bahia publicado hoje pela edição digital do jornal "O Globo".

Segundo o levantamento, em 2009 foram assassinados no Brasil 198 homossexuais, 11 mais que em 2008 e 76 acima dos números de 2007, o que representa alta de 62%.

O Grupo Gay da Bahia, entidade fundada em 1980 em Salvador, indicou que nos últimos 30 anos a média de assassinatos nesse grupo da população foi de 100 por ano.


Chega de Homofobia

A entidade alertou que apesar das políticas do Governo em matéria de combate à homofobia, o número de assassinatos de homossexuais vem crescendo, sendo que há crueldade na maior parte dos casos.

De acordo com o Centro Latino-Americano em Sexualidade e Direitos Humanos, nas paradas do Orgulho Gay de São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Porto Alegre e Belém entre 2003 e 2008, 59% dos participantes declararam terem sido vítimas de algum tipo de agressão física ou de discriminação.

Do G1
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Reflexões e Desabafos: Transexual, Mulher por opção!

Giovanna Bernardo é dona de um corpo de causar inveja em muita mulher. Peito, bumbum, quadril e nariz, por exemplo, foram cuidadosamente esculpidos com cirurgia plástica e lipoaspiração. Mas não foram apenas essas partes do corpo que ela "construiu". Giovanna fez a cirurgia de mudança de sexo no ano passado, realizando o sonho antigo de ser uma mulher completa.

Ela nasceu homem.
Feliz da vida com o resultado, já fez dois retoques na vagina construída e, em outubro, vem ao Brasil para mais um. Giovanna é carioca, tem 34 anos e mora em Londres, com o namorado de 19, que sabe da cirurgia. Adora cuidar do corpo, das unhas, mudar a cor do cabelo, tomar sol. Jura que sente - e sofre - como qualquer uma de nós.
"Desde que nasci já sabia que queria ser mulher, na alma e no coração. E não me sentia bem antes da cirurgia. Não gostava de gays e apenas me interessava por homens heterossexuais, mas demorei até ter certeza sobre o que fazer para mudar de vida", conta.
O sonho de ser mulher pode apenas ser realizado quando Giovanna encontrou coragem para enfrentar a família (e o mundo!) e também quando juntou o dinheiro necessário. Apenas para readequação genital, feita em Jundiaí, SP, ela pagou R$ 30 mil. Para conseguir o corpo que tem hoje foram mais R$ 90 mil. O médico Jalma Jurado, responsável pela intervenção de mudança de sexo, é um dos pioneiros nesse tipo de cirurgia no Brasil.


A intervenção "transforma" o pênis, esvaziado, numa vagina (neovagina) muito parecida com a natural. A glande fica no fundo do canal e imita o colo do útero. Numa engenharia da medicina, os testículos são extraídos - portanto os hormônios masculinos deixam de ser produzido - e a pele deles é usada para a construção dos lábios vaginais.
Giovanna já sabia que o Sistema Único de Saúde (SUS) aqui do Brasil poderia pagar por sua cirurgia, mas mesmo assim preferiu o atendimento particular. "Não queria esperar e já tinha o médico escolhido", explicou. "Hoje me sinto completa. Minha vagina é perfeita e sinto prazer como qualquer mulher. Às vezes, até esqueço meu passado. Sou mulher!"
Mas, diferentemente dela, pelo menos 500 pessoas esperam pela cirurgia de mudança de sexo paga pelo SUS, segundo o Coletivo Nacional de Transexuais. Os hospitais habilitados (Clínicas de Porto Alegre, Hospital Universitário Pedro Ernesto, no RJ, Clínicas da Faculdade de Medicina da USP e Hospital das Clínicas da UFGO) podem realizar a cirurgia desde que a portaria foi publicada, em agosto do ano passado.

O valor pago pelo SUS aos estabelecimentos habilitados (R$ 1,5 mil) representa 0,0016% do total de cirurgia de alta complexidade realizadas pelo SUS em 2008 e um gasto de 0,00049% do total gasto com procedimentos desse tipo.
Mesmo assim, muita gente argumenta que financiar cirurgias de transgenitalização pelo SUS é quase um desperdício de verba pública. O governo não acha isso. "Ao inserir a cirurgia de mudança de sexo no âmbito do Sistema Único de Saúde, o Ministério e as secretarias atendem ao anseio da sociedade. Não há motivo para que o Estado não assista pessoas que sofrem física e emocionalmente, quando o assunto é a necessidade em saúde", informa o próprio Ministério da Saúde, por meio de sua assessoria de imprensa.

A transexualidade é encarada como um desejo de viver e ser aceito na condição de sexo oposto àquele que nasceu - assim como Giovanna. Geralmente, envolve muito sofrimento, dor, preconceito e dificuldade de relacionamento. Por isso é necessário acompanhamento por equipe multidisciplinar, com psicólogo, assistente social, endocrinologista, psiquiatra, urologista e ginecologista.
O processo todo vai muito além da cirurgia de mudança de sexo: envolve acompanhamento dos aspectos emocionais, além daqueles conflituosos da infância e adolescência e até psicossociais. O SUS oferece, então, administração de hormônios antes da cirurgia e acompanhamento anual das taxas hormonais, além de acompanhamento geral por dois anos, antes e pós-cirurgia.
Essa experiência de nascer com hormônios, cromossomos e genitais de um sexo, mas ter a convicção de pertencer a outro, ainda é um grande ponto de interrogação da sexualidade humana. Enquanto gays e lésbicas assumem a natureza, os transexuais a repudiam e vivem em constante estranhamento com o próprio corpo. É preciso refletir se proporcionar a chance dessa mudança é um absurdo, como muitos dizem. Não seria apenas assumir, com honras, a diversidade em todas as suas formas?
Por Sabrina Passos (MBPress) - Via Terra
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Transexual (correntista) é barrada na entrada do Itaú/Unibanco


A funcionária pública Vivian Meri Machado Filho, que pediu para não ser identificada pelo nome original, foi barrada na porta automática da agência do Itaú Unibanco, da avenida General Carneiro e acusou a gerente e um segurança do banco de preconceito, pelo fato de ser transexual. O caso ocorreu na tarde do último dia 30 e a vítima precisou acionar a Polícia Militar para conseguir entrar no banco e fazer um saque.

O problema de Vivian começou quando precisou se dirigir ao banco, da qual é cliente há oito anos, para sacar dinheiro. Ao chegar na agência, a porta-automática teria travado. O segurança chegou até Vivian e teria pedido para que ela retirasse todos seus pertences da bolsa, colocando-os no compartimento existente na porta. Inconformada, já que avisou ao segurança que não carregava nada de metal, ela disse que não abriria sua bolsa no meio da rua.

O segurança, então, teria chamado a gerente e novamente Vivian não concordou em abrir a bolsa, já que é cliente do banco e novamente teria informado que não portava nada de metal. A gerente teria dito que a correntista não entraria na agência. DaÍ eu chamei a polícia porque achei um absurdo. Ninguém tem que ver no meio da rua o que eu carrego na minha bolsa.

Ela informou que tem duas testemunhas que ouviram o segurança dizer: Não vou deixar entrar, nem sei se é homem ou mulher. Diante do ocorrido, garante ter sofrido preconceito e vai entrar na Justiça por ter sofrido constrangimento ilegal.

Itaú/Unibanco

A assessoria de imprensa do Itaú Unibanco informou apenas que as portas de segurança das agências do Itaú são travadas exclusivamente sob acionamento automático do detetor de metais e que apenas os vigilantes podem destravá-las. Não houve qualquer menção na resposta sobre a questão do preconceito.

Do Jornal Cruzeiro do Sul - publicada na edição de 10/10/2010 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 4 do caderno A

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Diferenças Iguais


Você sabe o que é um transgender?
Embora a grande maioria saiba que a mudança de sexo é o significado do termo transgender, nem sempre essa transformação acontece de forma perfeita, mas em certos casos, a alquimia fica tão irretocável que as diferenças não parecem iguais.
Encarei como um desafio realizar um trabalho de bondage num transgender.
E como costumo dizer que nessa vida só não morro de medo ou de parto, topei a parada e o resultado está nas fotos que ilustram esse artigo, dando um significado a todas as letras aqui escritas, porque se eu não tocasse no assunto o gato passaria por lebre.
Aonde esse ensaio pode chegar ainda é uma grande interrogação, e como dentro da minha cabeça existe uma ebulição de idéias fetichistas, um dia destes isso pode parar nas manchetes.
Conheço a modelo desse ensaio há muito tempo, talvez isso tenha contribuído para que houvesse a possibilidade de tal experiência. Já falei dela aqui mesmo numa matéria sobre a vida dos travestis e as dificuldades de conseguirem se afirmar numa sociedade hipócrita e preconceituosa.
Hipócrita? Por que não, se alguns homens têm relações sexuais com transexuais na calada da noite e são os primeiros a descer a lenha? Isso é hipocrisia, e não há outro significado.
Preconceito? Por que não, se as mulheres freqüentam salões de beleza e se derretem em elogios ao trabalho profissional de um travesti, mas nas conversas com as amigas acham um absurdo um homem se transformar em mulher?
Talvez todos precisem ser uma Roberta Close, arranjar um casamento com um europeu milionário, fazer uma operação de mudança de sexo, ganhar na justiça o direito de trocar de nome e, ainda ter uma música em sua homenagem.
Acho que se houvessem mais oportunidades a grande maioria não buscaria a prostituição para sobreviver, mas isso é uma matéria complexa e precisa ser discutida por pessoas com capacidade e liderança para tal, porém não me impede de ter apenas a minha própria opinião.
Dentro da cadeia fetichista o transformista já é um fetiche por aparência e atitude.
A leitura que faço do ensaio em questão está ligada a dois aspectos importantes: a vontade de realizar a fantasia e a identificação com fatos fetichistas no dia-a-dia.
Ser modelo de um site ou blog fetichista é um trabalho artístico como outro qualquer, existe um contrato profissional, discussão sobre o conteúdo e aceitação de ambas as partes.
Por outro lado, quando o desejo de posar é latente e de cunho totalmente pessoal, existe a satisfação do desejo realizado.
Como tenho a mente completamente aberta e nela jamais existiu lugar para preconceitos ou afins, apresento-vos Larissa. Em poses de bondage como qualquer modelo dos mais variados sites que existem por toda a rede.
Tal e qual um jogo dos sete erros, vale procurar defeitos ou acertos, tanto no fetiche quanto na modelo.

O mais importante nesse trabalho, como em qualquer outra exibição de uma imagem fetichista, é que consiga alcançar a sua proposta, ou seja, que desperte em alguém o efeito desejado. Para muitos um transexual amarrado e amordaçado não significa o objeto de seu desejo, porém, como o sol nasceu pra todos, sempre haverá quem faça desta cena um grande acontecimento, ou simplesmente, o impulso necessário para o começo de uma incrível aventura.
A Larissa queria posar para uma câmera envolta em cordas, em total perigo, como as meninas do Bound Brazil. Realizei sua fantasia com alegria e satisfação.
Fica aqui meu agradecimento por sua atitude, por gostar de bondage e ser o que é.
Valeu!
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Estados Unidos: Juíza manda suspender proibição de gays assumidos no Exército


Em setembro, ela já julgara inconstitucional política que permite que gays sirvam como militares desde que opção sexual seja mantida em segredo.

O Pentágono tem estudado como integrar os gays nas Forças Armadas

Uma juíza dos Estados Unidos ordenou nesta terça-feira que as Forças Armadas do país suspendam a proibição de que gays assumidos sirvam como militares.

No mês passado, a juíza distrital Virginia Phillips já julgara que a política do "don't ask, don't tell" (não pergunte, não conte) era inconstitucional. Sob essa política, gays podem servir como militares, mas correm o risco de ser expulsos se sua orientação sexual for descoberta.

O presidente Barack Obama e alguns líderes militares se manifestaram em favor da derrubada da medida. No entanto, uma tentativa legislativa de mudar a regra falhou no Senado no mês passado.

O Departamento de Justiça dos EUA tem 60 dias para apelar da decisão da juíza, mas pode optar por não fazê-lo.

No mês passado, a proibição foi também julgada inconstitucional por uma corte federal no Estado de Washington, quando um juiz ordenou que a Força Aérea readmitisse uma enfermeira expulsa por causa da política.

Paralelamente, o Pentágono vem estudando formas de integrar os gays nas Forças Armadas e deve anunciar propostas até o fim deste ano.

Contestação judicial
A política do "don't ask, don't tell" foi estabelecida em 1993 na gestão do presidente Bill Clinton e proíbe os órgãos militares de indagar sobre a orientação sexual dos seus integrantes, mas permite que eles expulsem quem descobrirem ser gay.

O procedimento foi contestado na Justiça por um grupo pró-gays ligado ao Partido Republicano, em nome de militares gays prejudicados pela regra.

Já apoiadores da política dizem que permitir a adesão de gays assumidos baixaria o moral das tropas. Eles também acreditam que uma mudança imediata na regra poderia prejudicar operações militares em curso.

Restrição à liberdade
A juíza Phillips determinou que a política era inconstitucional depois de um julgamento em setembro.

Ao derrubar a proibição, ela citou a declaração de Obama de que a medida enfraquecia a segurança nacional ao forçar que militares qualificados "vivessem uma mentira" para não comprometer suas carreiras.

Ela considerou que a política restringia indevidamente a liberdade para que militares gays falassem de suas vidas e relações pessoais.

A Grã-Bretanha, Israel e dezenas de outros países permitem que gays sirvam em suas Forças Armadas abertamente.

Do G1

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Maioria dos brasileiros apoia lei que altera o nome de Transexuais


A maioria de quem respondeu enquete na página da Agência Senado, realizada em setembro, apoia o projeto de lei que possibilita a Transexuais a mudança de nome no registro civil.

Como resultado final, 51,7% dos internautas disseram concordar com a proposta. O projeto, de autoria do ex-deputado Fernando Zica (PV) está em trâmite na Câmara Federal.

Em entrevista à Agência Senado, a senadora Fátima Cleide (PT) afirmou que o direito à identidade sexual é um direito da personalidade decorrente do direito à dignidade humana, que é garantido pela Constituição.

Do CNG
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Juiz determina readmissão de militar lésbica à Força Aérea

O juiz federal Ronald Leighton determinou que a Força Aérea dos Estados Unidos reincorporasse a tenente Margaret Witt, afastada por ser lésbica.

De acordo com a decisão, ela tem o direito “constitucional” de voltar para a Força, da qual teve que sair em 2007.

"Não foram apresentadas evidências críveis que indiquem que a volta de Margaret Witt à Força Aérea teria um impacto negativo sobre a moral, a ordem, a disciplina ou a coesão da unidade", disse o juiz.

Devido a política “Don’t ask, Don’t Tell” (Não pergunte, não conte) das Forças Armadas para os homossexuais, Margaret Witt foi suspensa em 2004 e teve sua baixa três anos depois.

Do Dykerama
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Se é assim que me queres...



Naõ quero pedaços de ti,
migalhas de amor esparramadas
pelo frio da terra úmida.

Ou vens toda, cabeça, tronco e membro,
cabelos esvoaçantes ao vento. Ou fiques
onde está, perdida no centro de nada.

Em mim não há lugar para meios e metades,
não sinto meia dor, meia saudade, meia paixão.

Que venhas nua e bela, pronta para a entrega,
mas venha inteira, para dissolver em meus braços
o desejo sufocante que atormenta a alma e adormece
a razão. Seremos infinitos, nós dois, e não haverá
mais mundo, não haverá mais tempo. Seremos, nós, todo
o sentimento do mundo.

Do Interogações - Via Ligeirinho
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Antirretroviral para prevenção do HIV

http://www.biology.arizona.edu/immunology/tutorials/AIDS/graphics/hiv_biology.gif

O Ministério da Saúde anunciou, na última segunda-feira (04/10), que pessoas que mantiveram relações sexuais sem preservativos e correm o risco de infecção pelo vírus HIV poderão solicitar medicamentos antirretrovirais como forma de prevenção.

Para ter acesso aos remédios, qualquer indivíduo deve procurar um dos 700 centros de referência no tratamento de HIV e Aids em até 72 horas após a relação sexual desprotegida, mas o ideal é que sejam duas horas.

Controle

Porém, o governo vai monitorar a demanda dos medicamentos, já distribuídos gratuitamente para soropositivos em tratamento. Antes da medida, que faz parte do documento Consenso Terapêutico, os remédios anti-HIV só eram utilizados de forma preventiva em casos de violência sexual ou médicos e profissionais da saúde que tivessem contato com sangue contaminado.

Mutirão

A Bahia recebe, entre 16 e 19/11, o 1º Congresso Baiano de DSTs, Aids e Hepatites Virais - Integralidade da Assistência e Consolidação de Redes: dos Avanços aos Desafios, em Vitória da Conquista. O evento faz parte da Iniciativa Laços SociAids, que conta com participação das Nações Unidas, e visa ajudar no combate ao vírus nas microrregiões de Juazeiro e Vitória da Conquista.

O congresso é focado na prevenção, promoção da saúde nas escolas e enfrentamento ao aumento da contaminação por HIV e DSTs em mulheres.

Aqui há listas de centros atendimento onde receber medicamentos anti-HIV em todo o Brasil.

Do BRPress - Via: Yahoo

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Travesti é barrado por mesário e promotor e não vota no Piauí


O estudante Pena Forte Neto, 18 anos, também conhecido pelo nome de Penélope Reis, foi barrado na 62ª seção eleitoral, da 95ª zona eleitoral, porque não conferia a pessoa, que é travesti, com a foto apresentada no documento. Pena Forte Neto foi vestido de mulher para a seção eleitoral. O presidente da seção consultou o promotor eleitoral e ambos não permitiram a votação de Pena Forte Neto.

A mãe de Pena Forte Neto, Grécia Siqueira, se dirigiu à Delegacia Policial para fazer o registro de um Boletim de Ocorrência e futuramente ingressar com uma ação judicial por danos morais contra o mesário da seção eleitoral e o promotor Claudio Bastos, por discriminação.

"Todo mundo em São Raimundo Nonato conhece o Peninha. Ele é o único travesti da cidade. O mesário foi um preconceituoso em barrar meu filho", reclamou Grécia Siqueira na delegacia de São Raimundo Nonato. Ela disse que seu filho apresentou os documentos de identidade e o titulo eleitoral, mas a votação foi impedida pelo mesário, porque ele estava vestido e maquiado como mulher. "Considerei isso uma humilhação e não vai ficar assim", acrescentou Grécia Siqueira.

O município de São Raimundo Nonato fica a 517 quilômetros ao sul de Teresina e tem uma população de 30.894 habitantes, sendo que 19.145 são eleitores.


Do Paraná Online

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Um toque de masculinidade: Imitação de homem, não. É uma Butch!



Cabelos curtos, perfume masculino…
Camisa, calças largas, sorriso de menino.
Um olhar cheio de desejo…
Um jeito seguro de abraçá-la.
Palavras certeiras sussurradas ao ouvido.
Lábios delicados, uma pegada mais forte…

Não, ela não está sendo seduzida por um homem, e sim por uma mulher com jeitinho de menino.

A pele é macia, o toque é suave e cheio de atitude. As roupas escondem curvas que só sua amada sabe que existem…
É o jeito cavalheiro de ser que insiste em proteger sua mulher, em mimá-la, saciá-la

Ela é um moleque, que brinca, que atiça, que admira tudo o que há de feminino nas mulheres. Entre o casal não há comparação, competição, inveja. Há uma química que deixaria qualquer casal heterossexual boquiaberto.

A força da butch não vem da testosterona, vem da alma masculina, da vontade que ela tem em mostrar-se fortaleza. Ela sabe que sua menina não precisa de ninguém que a proteja, que a conduza, mas mesmo assim pratica o cavalheirismo por puro cuidado com sua amada.

Sua delicadeza mora nos detalhes, na compreensão das aflições que só as mulheres sentem em plena TPM, no jeito tímido-safado de se mostrar apaixonada, nas muitas canções dedicadas à mulher amada, nos infinitos bilhetinhos poéticos espalhados pela casa, no amor avassalador que só duas mulheres sabem sentir uma pela outra.

Seu jeito masculino não faz dela um homem e nem esse é o seu intuito. O corpo de um homem é muito diferente em diversos aspectos. A pele, o cheiro, a barba, o sexo, o cabelo, os músculos, a voz, as mãos, o jeito é completamente diferente de uma mulher. A butch sabe transitar muito bem entre o masculino de suas atitudes e o feminino do seu corpo. Ela tem consciência que seu sexo não se resume ao que há entre suas pernas, mas em cada parte do seu corpo e ao que sabe fazer com ele.

Ela é uma mulher, que brinca e vive sem precisar provar que é menino ou menina. Ela é o que é. Alma exposta, forte e frágil, que precisa superar tabus, quebrar regras sociais, enfrentar preconceito até mesmo de outras lésbicas não tão compreensivas. Ela aprendeu que a vaidade não está somente no batom vermelho, no salto alto, nos brincos e vestidos. Ela olha para o espelho e sabe bem o que lhe cai melhor.

Seu jeito não agrada a todas e ela nem espera por isso. Sabe que tem muita gente que gosta e que não a trocaria por nada nesse mundo. E é isso o que realmente importa.

por Silvia Kiss em Universo Butch- Via Parada Lésbica

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Atriz mexicana Kenia Gascón assume publicamente que é Lésbica

Kenia Gascón

A atriz mexicana Kenia Gascón disse, em entrevista à revista TVNotas, que é Lésbica. “Eu passei minha vida inteira fingindo para agradar aos outros, por medo de perder o emprego e outras oportunidades”, declarou ela.

Kenia também disse que, caso ficasse no armário, perderia a identidade e terminaria em uma análise ou se limitando. Ela disse que a descoberta aconteceu devido ao relacionamento com a arquiteta Andre Vincze, durante seis anos.

“Acho que nós nos encontramos em um estágio maduro de nossas vidas. Foi muito legal porque o ponto principal era de admiração mútua”, afirmou.

A atriz está na TV Azteca e participa do Quiéreme de Tonto.
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Sobre este blog

Aqui eu não sou homem ou mulher. Sou um adepto do crossdresing. Sou uma Crossdresser - CD ou CDzinha. Desde os 9 anos, adoro lingeries e roupas sexyes. Levo uma vida normal masculina e tenho uma vida clandestina feminina.

Me proponho aqui a falar um pouco de tudo, em especial das Crossdressers, dos transexuais, dos Travestis e da enorme comunidade
LGBT existente em todo o mundo. Um estilo de vida complicado e confuso (para alguns)... Este espaço também se presta para expor a minha indignação quanto ao ódio e preconceito em geral.

Observo que esse é um blog onde parte do que aqui posto pode ser considerado como orientado sexualmente para adultos, ou seja, material destinado a pessoas maiores de 18 anos. Se você não atingiu ainda 18 anos, ou se este tipo de material ofende você, ou ainda se você está acessando a internet de algum país ou local onde este tipo de material é proibido por lei, NÃO siga 'navegando'.

Sou um Crossdresser {homem>mulher} casada {com mulher - que nada sabe} e não sou um 'pedaço de carne'.

Para aqueles que eventualmente perguntam sobre o porque do termo 'Crossdresser GG', eu informo que lógico que o termo trata das minhas medidas. Ja que de fato visto 'GG'. Entretanto alcunhei que 'GG' de Grande e Gorda, afinal minhas medidas numéricas femininas para Blusas, camisetas e vestidos são tamanho: 50 e Calças, bermudas, shorts e saias são tamanho: 50.

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