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Conto: O NOIVO QUE VIROU NOIVINHA 2 - Virando agora cadelinha no mato




Após meu casamento com Roberta minhas transas com meu padrinho continuaram. (LEIA O NOIVO QUE VIROU NOIVINHA PARTE 1) Algumas vezes íamos passar o final de semana na casa dele, e achávamos um jeito de ficarmos a sós, outras ele vinha para minha casa e também escapávamos.

Nesses momentos sempre dávamos um jeito de irmos a um lugar discreto para que eu me transformasse em Roberta.



Ou íamos a um motel, ao clube, ou a saunas ou ainda fazíamos onde dava, inclusive na escada de incêndio.

Quando era possível eu conseguia me montar, quando não fazíamos sem eu estar vestida, como um viadinho mesmo.

No entanto nunca conseguíamos passar mais que algumas horas juntos, o que de certa forma não nos satisfazia.

Minha vontade e a dele era passarmos alguns dias juntos, dormirmos na mesma cama, vivermos como um casal, como fizemos antes do meu casamento. O que era impossível, dado à existência de nossas mulheres, que não aceitariam em hipótese alguma ou, ainda que não contássemos, poderiam desconfiar de nossa ausência conjunta.


Nunca desconfiariam do fato de eu ser amante do meu padrinho, uma vez que nunca demos bandeira e Roberta sequer imagina que eu goste de uma pica, principalmente do nosso padrinho de casamento, mas sim que aprontaríamos algo com outras mulheres, como se eu quisesse outras mulheres quando estou com ele (como são inocentes!).

Assim vivíamos de nossas escapadas, sempre deliciosas, mas que nunca nos permitiram passar mais que algumas horas juntos, até o ultimo final de semana prolongado.

Meu padrinho se programou para tirar férias na semana do feriado prolongado. Como eu também tinha alguns dias de férias para gozar, sugeri a ele que fizesse reservas num hotel em uma cidade não muito próxima, mas não muito distante, para todos nós - ele, a esposa e a filha, eu e Roberta, mas não disséssemos a elas que não iríamos trabalhar. Assim poderíamos levá-las na sexta à noite, voltando no domingo de manhã, deixando-as lá e ficando sozinhos em minha casa, com elas pensando que estávamos trabalhando, até o outro sábado, quando voltaríamos para pegá-las.

Nesse meio tempo eu me transformaria em Roberta para ele e teríamos nossa segunda lua de mel Uma semana toda sendo fêmea para meu amado padrinho...
... dormindo com ele,

... fazendo seu café da manhã e seu jantar,

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... sendo sua esposa em tempo integral,
... além de estar com ele um domingo todo.


Ele adorou a idéia e tratou de se programar para isso, no entanto sugeriu que a idéia partisse de Roberta e que eu e ele fossemos contra no início, para tornar a coisa mais real e não como se fosse planejada antecipadamente.
Assim fizemos e tudo correu bem, meu padrinho reservou um chalé para 7 pessoas em Campos do Jordão.

Na semana anterior fui a várias lojas comprar meu novo enxoval para me transformar em Roberta. Comprei alguns biquínis e chegando em casa presenteei Roberta com eles. A fiz experimentar todos, pois sabia que alguns ficariam por demais ousados e eu não a deixaria usar em público. A idéia era que os biquínis ficassem em casa, para que eu pudesse usá-los com meu padrinho.


Tinha escolhido dois que sabia que deixaria tudo a mostra. Um azul, que quando ela provou entrou por seu reguinho, deixando minha mulher um tesão de oferecida. À parte de cima, ficava quase que toda a mostra, e como ela se excitou, seus bicos salientes fizeram com que meu pinto endurecesse.

Fizemos amor na hora, eu não resisti e a penetrei mesmo sem tirar o biquíni. Tinha comprado outro igual, mas branco que pedi a ela que deixasse em casa, pois se ela entrasse na água, na certa tudo ficaria a mostra. O branco eu usaria em casa depois, sem ela saber, o azul daria um jeito dela por na frente de nosso padrinho, para ele ter uma idéia de como eu ficaria com o outro.


Queria vê-lo de pau duro, sabendo que comeria outra Roberta (eu) quando voltássemos do hotel.

Tudo correu como planejado. Meu padrinho reservou um chalé em Campos do Jordão, e fomos nós cinco em sua Blazer. Eu na frente, com ele dirigindo e as mulheres atrás, que logo adormeceram.

Isso nos permitiu conversar um pouco sobre como seria nossa semana de lua de mel, e ele me disse que teria uma surpresa para mim. O final de semana transcorreu tranqüilo, tendo como único problema segurarmos nosso tesão, o que não impediu de eu ser Roberta para ele um dia em que nossas mulheres decidiram fazer um passeio a cavalo, mas não vou narrar tal fato, a não ser que me peçam, pois o que transcorreu durante a semana merece muito mais destaque.

Somente adianto que Roberta usou o biquíni azul e o meu padrinho ficou tão excitado com a visão da minha tesuda esposa e com a descrição de que eu usaria um biquíni igual para ele durante a semana que se refugiou no meio da mata. Eu, já sabendo que isso aconteceria o segui, não sem antes apanhar uma sandália de salto alto que estava escondida atrás do estepe do carro.

Seguimos por uma trilha e depois dela saímos buscando uma pequena clareira, fora da visão de nossas mulheres.

Ele se sentou e travamos o seguinte diálogo:
- Olha o estado que fiquei ao ver Roberta naquele biquíni, era essa ua intenção?
- Sim era amor. Queria que você me desejasse nele, pois tenho um mais bonito para por em casa.


Respondi eu enquanto puxava minha sunga para cima e a enfiava no meu reguinho.
- Então conseguiu, veja só, e tirou o pau para fora.
Eu me sentei e comecei a calçar as sandálias.
- O que esta fazendo?
- Você não quer a Roberta agora chupando seu pinto duro amor?
- Quero sim, quero vê-la desfilando e vindo me satisfazer.

Não me fiz de rogada, comecei a andar pela mata, sobre os saltos rebolando, depois fui em sua direção e comecei a me esfregar nele.
- Me chupa gostosa!
Ordenou ele.
- Sim meu senhor, tudo o quiser...
respondi eu me ajoelhando e começando a chupá-lo.
- Ah! Então sou teu senhor é?
- Sim, será durante toda a semana, serei sua serva a seu serviço.
- Então de um trato no meu cacete gostoso sua sacaninha, disse ele deitando-se no chão.



Comecei a chupá-lo e ouvir seus gemidos e palavras sacanas. Ele, por sua vez acaricia meus mamilos e bunda, abaixando minha sunga e enfiando os dedos em meu rabo. Em poucos minutos eu estava nua, só de sandálias, implorando para ele me comer. O que ele de fato fez:

- Fique de quatro Roberta, quero comê-la como uma cadela no mato.
- Sim amor, come sua cadelinha.
- Comerei sim, dizia ele, feche os olhos e me responda. Você fará tudo o que eu quiser?
- Farei sim amor tudo, respondia eu tendo os olhos tapados pelas mãos dele enquanto sentia a cabeça do pinto dele roçar no meu cu.
- Mmmm....que delícia, abra a boca como se fosse chupar outro pau minha putinha.
- Seria bom ter outro pau na boca enquanto você me come, e ele me tapava os olhos com mais força para atiçar minha imaginação.
- Abra a boca então, para o outro pau entrar.
- Sim amor...
Mal disse isso, senti algo tocar meus lábios e não tive dúvidas, era outro cacete, ao mesmo tempo meu padrinho socou seu pau no meu cu me fazendo abrir ainda mais a boca. Não entendi do que se tratava, mas não consegui me desvencilhar, pois ele me segurou com força e outras mãos o ajudavam. Ele me destapou os olhos e pude ver que chupava um garoto de uns 17 anos (mais tarde soube que tinha 19).


- Chupa putinha! Ordenou o meu padrinho, vi que o rapaz nos observava se masturbando e fiz sinal p ele ficar quieto e depois o chamei, quer que ele vá embora?
- Perguntava ele sem parar de meter.
Eu nunca tinha estado nesta situação, estava constrangida, mas o pinto do garoto era tão bom, tão perfumado e gostoso, que não sabia o que fazer.

- Você não se importa?
- Não, quero ver você bem putinha. Você não queria ser minha serva, faça o que eu mando, não esta gostando?
- Estou sim, estou adorando.
- Então chupe gostoso e rebole sua vagabunda.
Pergunte a ele se ele gosta.
- Esta gostando amor?
Perguntei eu olhando para o rapaz.
- Sim, disse ele, chupe também o meu saco, adoro isso.
Não foi preciso disser duas vezes, recomecei a chupar, dando um trato completo no rapaz e a bunda para meu padrinho que delirava me chamando de puta e cadela e dando tapas em minha bunda e coxas. O rapaz se animou e começou a bater de leve no meu rosto com seu cacete, que não era grosso, mas era bem cumprido. Não demorou muito para meu padrinho anunciar que ia gozar em meu rabo, e eu logo senti o seu leite quente me inundar.

- Quer que ele te coma putinha?
- Não sem camisinha amor.
- Então você vai ter de fazê-lo gozar entre suas coxas.
- Sim eu adoraria.

Logo que meu padrinho saiu do meu rabo, me levantei e me encostei-se a uma árvore, com a bunda empinada, o rapaz se aproximou e meteu aquele pau cumprido entre minhas coxas. Que sensação deliciosa ser encoxada assim. Comecei a rebolar e a me esfregar nele, que gemia como um lobo, me apertando. Pedi para ele segurar em meu peito e depois de um tempo desci a mão dele até o meu pau. Eu o punhetava com as coxas e ele me punhetava com as mãos O gozo dele foi estridente. Ele deu um grito e jorrou sua porra em minhas coxas e bunda, enquanto me chamava de gostosa. Ao acabar o gozo sentou-se no chão e ficou me olhando de pau duro. Somente eu ainda não havia gozado. Aproximei-me dele e encostei meu pau nos seus lábios:
- Me chupa, disse eu delicadamente, te fiz gozar gostoso agora é sua vez.
- Chupo sim, me dá aqui, e começou a chupar meio sem jeito, enquanto voltava a se masturbar.
O rapaz já havia gozado, mas queria mais. Com aquela boca inexperiente, mas gostosa não resisti muito, acabei gozando na cara dele.

Meu padrinho ainda me ordenou que fizesse o rapaz gozar de novo batendo-lhe uma punheta, e para minha surpresa me ajudou. Rapaz gozou em nossas mãos.

Satisfeitos começamos a conversar e ele explicou que estava num chalé próximo, com os pais, e resolveu se aventurar na mata quando ouviu gemidos e veio ver e nos viu transando, não resistiu e começou a se punhetar, quando meu padrinho o viu e o chamou. Não era a primeira vez que fazia isso, pois tinha o hábito de fazer troca troca no condomínio em que mora, por coincidência na minha cidade.
Ficamos de nos encontrar durante a semana e ele memorizou o número de meu celular, depois de prometermos segredo mútuo.

Ai retornamos para nosso chalé, eu toda melada de porra, razão pela qual tomei uma ducha na beira da piscina, após devolver a sandália para o porta mala do carro, na frente de Roberta, e me atirei na piscina, sendo recebido com um beijo de minha esposa que nada desconfiou. Pude ver o sorriso sacana de meu padrinho ao ver eu beija-la com gosto do seu pinto e do rapaz na boca, o que me excitou, e ela sentiu, mas disfarçou.

A noite ainda tive de fazer amor com ela, embora esgotado, mas como estávamos na parte de baixo do chalé me excitei imaginado que meu padrinho estava nos vendo sentado na escada, o que aconteceu quando voltamos no outro final de semana, mas isto eu conto depois de relatar como foi minha segunda lua de mel com ele.

Conto By Marisa Drummont

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