Uma Crossdresser Gordinha Complicada e Imperfeita

Transexuais são contratados como aeromoças pela primeira vez na Tailândia

A companhia aérea tailandesa de baixo custo PC Air é a primeira do país a contratar transexuais para exercer a função de aeromoças, classificando-os como "terceiro sexo" às autoridades de imigração.

Após dezenas de aspirantes apresentarem-se nesta semana para as entrevistas, três foram contratados e serão treinados por mulheres antes de iniciarem suas atividades, informou o diário local The Nation.

Entre as novas aeromoças está Thanyarat Jiraphatpakorn (foto abaixo), que em 2007 foi eleita "Miss Tiffany" no concurso internacional de beleza para transexuais, realizado todos os anos na localidade litorânea de Pattaya, ao sul de Bangcoc.


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Os transexuais, por sua vez, afirmam ainda sofrer perseguições. Um filme que denuncia a discriminação foi recentemente proibido pela censura sob o argumento de ter conteúdo pornográfico.

Do Estadão
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Todos os dias enquanto me arrumo para ir trabalhar, e modéstia parte, desempenhar muitíssimo bem meu trabalho, deixo a TV ligada no programa Bom Dia Brasil, da Rede Globo de Televisão, que na última sexta-feira exibiu uma reportagem que me deixou, no mínimo, irritada.

http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2011/01/sete-em-cada-dez-empresarios-no-brasil-nao-querem-empregar-gordos.html

De acordo com a matéria, em uma pesquisa realizada, constatou-se que 70% das empresas brasileiras não contratam profissionais que se enquadram na categoria: gordo. Pelo que entendi que se dane se você amassou o seu grande bumbum em uma cadeira de universidade, se possui MBA, mestrado ou se pode ser chamado de Doutor. O que importa não é o quanto você exercita o seu cérebro, mas sim os seus glúteos e se está com tudo em cima.

Tô cansada e careca de saber que existe preconceito em tudo o que é lugar, mas diante de um mercado cada vez mais competitivo e globalizado escolher candidatos pelo físico é no mínimo burrice. Ok, eu sei que existe a possibilidade de um obeso ficar mais doente do que um sujeito magro, mas que garantia temos disso? As estatísticas? Ótimo, adoro gráficos, porém as estatísticas também comprovam que empresas que possuem um quadro de colaboradores mais eficientes do que a concorrência sai na frente e abocanha uma fatia maior do mercado. E eu nunca ouvi dizer que inteligência e competência se mede com fita métrica.

As pessoas nos olham e acham que somos preguiçosos e lentos, eu não os julgo por pensarem assim, porém, existe a lei da compensação, se somos mais lentos fisicamente, nosso raciocínio não depende de nossas pernas para criar estratégias de mercado brilhantes. Aliás, hoje em dia a questão mercado/consumidor é um dos maiores desafios, pois estes estão mudando quase que com a velocidade da luz, e nada como um bom gordinho que sempre ficou à margem de bons empregos e salários, excluídos das festas e baladas, e teve que aprender a entender o comportamento do ser humano (uma forma de não sofrer tanto pela discriminação) para ensinar como observar e definir o que o consumidor pensa e quer.

Meu nome é Angélica Demétrio, estou bem mais do que 10 quilos acima do meu peso normal, e sim, sou inteligente e perfeitamente capaz de exercer a minha profissão de Publicitária e Executiva de Marketing. E se algum dia alguma empresa deixou de me contratar por eu estar gorda, só tenho a lamentar…por ela!

Do Mulherão
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Como se faz uma cirurgia de mudança de sexo




Com conviccção: no Brasil, é preciso ter mais de 21 anos e encarar 24 meses de acompanhamento médico até que a cirurgia seja autorizada - sem contar a fila do SUS. Entenda como são feitas as transformações nesta versão censura livre - acredite, você não quer ver as fotos.

CLIQUE AQUI PARA VER O GRÁFICO COMPLETO EM MtF e FtM

Ps. da blogueira: Essa cirurgia do penis em vagina, até onde eu sei, me parece que apenas o Dr Eloisio Alexsandro do RJ que utiliza esta técnica tailandesa (a melhor) por aqui, Dr. Carlos Cury e Jalma Jurado, utilizam a primeira e retrograda técnica, que não apresenta um sucesso tão promissor.

Do A inserida
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Travestis e transexuais ainda precisam lutar por direitos básicos para um ser humano, critica ativista Rafaelly Wiest


Homens e mulheres em conflito com o corpo e a identidade de gênero. Para essa parcela da população, acesso à saúde, educação, cultura e ao emprego são desafios que devem ser vencidos. É o que conta a ativista Rafaelly Wiest (foto), integrante da diretoria da ABGLT (Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais) e da Antra (Articulação Nacional de Travestis, Transexuais e Tranagêneros).

Rafaelly concedeu entrevista exclusiva à Agência de Notícias da Aids para marcar este 29 de janeiro, Dia da Visibilidade Trans. Leia a seguir:

Agência Aids: Quais são as principais demandas do público trans?
Rafaelly: Respeito e inclusão na sociedade. Isso está relacionado aos direitos básicos que toda pessoa deve ter, como a acesso à saúde, educação, cultura e ao emprego. Outra demanda importante é o reconhecimento do nome social.

Agência Aids: Como está nacionalmente o reconhecimento do nome?
Rafaelly: Incentivados pelo Ministério da Saúde, 14 Estados possuem portarias que nos dão esse direito em alguns âmbitos públicos. É um avanço.

Agência Aids: O que falta em relação à saúde?
Rafaelly: Acesso integral. O movimento social teve importantes conquistas na área de HIV e aids, e isso é muito importante. Porém, hoje falamos não só em combate a doenças, mas sim em promoção da saúde. É importante termos atendimento integral desde a atenção básica.

Agência Aids: Como é o mercado de trabalho para o público trans?
Rafaelly: Este ano o acesso ao emprego e à geração de renda será foco das nossas ações. Existem travestis e transexuais com graduação, mestrado e doutorado. Mas, os empregadores têm preconceito em oferecer oportunidades para travestis e transexuais.

Agência Aids: Muitos são obrigados a se prostituir?
Rafaelly: Há duas questões: existem aqueles que querem se prostituir - e nós respeitamos essa escolha - e há quem se prostitui porque não consegue outra forma de renda. Como um travesti ou transexual vai ter boa formação se geralmente é expulso da escola quando começa a expressar a sexualidade?

Agência Aids: A instituição do Dia da Visibilidade Trans está contribuindo para a mobilização do segmento e conquista de direitos?
Rafaelly: A cada ano a mobilização é maior. Conseguimos, por exemplo, que o Ministério da Saúde implantasse a Política Nacional de Saúde Integral de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais, em maio do ano passado. Agora precisamos fazer com que essa política seja colocada em prática.

Pela primeira vez, o Big Brother Brasil teve uma participante transexual e isso foi destaque em várias mídias. O que você acha dessa visibilidade?
Rafaelly: Uma dessas repercussões foi uma reportagem do Fantástico. Foi muito boa, pois mostrou diferentes histórias de transexuais. É importante não padronizar comportamentos porque toda pessoa, seja trans ou não, tem suas especificidades.


Fábio Serrato
Dicas de Entrevista
Rafaelly Wiest
Tels.: (41) 3222 3999 begin_of_the_skype_highlighting (41) 3222 3999 end_of_the_skype_highlighting

Do Agencia AIDS
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Papéis Sexuais: Ativa, passiva, relativa. Até que ponto faz sentido se rotular?


É preciso levar em conta que o sexo entre mulheres é algo muito maior do que o senso comum sugere, uma vez que a existência dos relacionamentos por si já demonstra que os padrões sociais e do senso comum foram quebrados, porém a coisa não é tão simples se obervada na prática.

Quando o casal está em sintonia e ambas estão felizes e tudo é perfeito, o problema é quando não existe uma sincronia entre as parceiras e o descompasso no relacionamento sexual acaba levando ao término da relação.

Há vários exemplos deste tipo de desacerto, mas vamos citar apenas alguns. Existe aquela lésbica ativa que não permite que a toque, mas sua parceira deseja tocá-la. Há também a lésbica que é só passiva e não deseja sair desta condição, não querendo tocar sua mulher, porém sua amada deseja ser tocada… E por aí vai!

Para solucionar problemas desta ordem, é sempre recomendado o diálogo e a transparência, porém é preciso ter mentes e corações abertos para descobrir novas formas de relacionar-se sexualmente, novas maneiras de dar e obter prazer. Obviamente desde que seja consentido e prazeroso para ambas, afinal não é interessante forçar sua própria natureza e seus verdadeiros desejos.

O tema sexualidade é amplo e apresenta inúmeras variantes e quando falamos de papéis sexuais não é diferente.

A lésbica pode ser exclusivamente masculina ou feminina, mas também pode apresentar uma mistura entre o masculino e o feminino com inversões de papéis. Apenas para elucidar, há a lésbica ativa, a passiva e a que é chamada por muitas de relativa.

Lésbica ativa nada mais é do que aquela que conduz o ato sexual, a que assume a postura masculina. Normalmente quando assume esta postura de maneira rígida, não aceita ser tocada.

A passiva é aquela que é conduzida, ou seja, a que é tocada pela parceira ativa, e tem postura totalmente feminina na cama.

Já a relativa é a que assume os dois papéis, que permite tocar e ser tocada sem qualquer problema. Obviamente que cada papel é exercido de acordo com a sincronia do ato. O que a deixa em lugar confortável, uma vez que poderá relacionar-se tanto com ativas quanto com passivas e até mesmo com outras que sejam também relativas. São mulheres que até se relacionam com as que têm seu estilo padronizado (exclusivamente passivas ou ativas), por algum tempo, porém, normalmente não levam a relação adiante por muito tempo, exceções existem é claro, mas são exceções.

Há diferenciações entre papel sexual e identidade de gênero, sendo que esta última é a convicção íntima do ser, que pode ser masculina ou feminina, é como a pessoa se apresenta para a sociedade, como se veste, se comporta… E papel sexual que é como a pessoa se comporta sexualmente.

São diferentes uma vez que a lésbica pode apresentar vestimentas, comportamentos e posturas masculinizadas e não necessariamente desempenhar da mesma maneira na cama. E o contrário disso também acontece, ou seja, mulheres muito femininas, que adoram vestimentas femininas, usam salto alto, batons… E são exclusivamente ativas no ato sexual. Neste caso em especial há muitos casos de não serem percebidas socialmente como lésbicas, a não ser por pessoas que tem seu gaydar ativo, de tão femininas que são.

Para solucionar tais impasses é necessário que a pessoa assuma de forma equilibrada dialogar com sua parceira, sendo que ao verbalizar os sentimentos você cria maneiras para lidar melhor com eles. Desde que seja de maneira franca e sem cobranças e exposto de maneira saudável os reais motivos que estão atrapalhando a felicidade do casal. Se você ama sua mulher não deve haver problema em dar retorno do que é gostoso e o que não é, afinal a cumplicidade precisa existir.

Ter medo de perder a parceira e não demonstrar quais são suas reais necessidades, vontades e desejos não é o melhor caminho, porque assim você a cada dia estará se afastando da sua verdade interior.

Respeito é a alma do sucesso em qualquer tipo de relacionamento, portanto respeitar tanto a você quanto a sua parceira é imprescindível. Buscar novas maneiras de sentir prazer é importante, desde que não haja sacrifícios da outra parte comprometendo a individualidade.

É se os conflitos relacionados a papéis for algo constante e difícil de resolver sozinha é indicado buscar ajuda psicológica.

Recrie seus conceitos, permita-se experimentar, e não esqueça que seus reais desejos precisam fluir.

Do Parada Lesbica
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CÁSSIA CARVALHO .... BELA MORENA !!










Esta é a bela Cássia Carvalho, natural de Belém do Pará ( PA ) e que vive em São Paulo .... Uma morena de tirar o folego ... Escultural, feminina, sorriso marcante e olhar penetrante...

Nome: Cassia Carvalho
Está em: São Paulo
Telefone: 11 63736167
Signo: Touro
Cidade Natal:
Dote: 19 cm
Altura: 175 m
Peso: 75 Kg
Cintura: 70 cm
Quadril: 110 cm
Busto: 101 cm
Local: Flat, Hotel, Local do Cliente e Motel
Atende: Homens Casal
Preferência: Ativa e Passiva
Beija na Boca: Sim
Idioma(s): Inglês, Italiano e Português

Do Blog do Zorro
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Eles (as) estão entre nós

Um beijo e um paredão. Em uma mesma semana, dois transexuais chamaram a atenção do Brasil. Lea T., a modelo brasileira lançada pela Givenchy, apareceu na capa da revista “Love” beijando o ícone fashion Kate Moss. Em seguida, Ariadna, a primeira participante a deixar o “Big Brother Brasil 11”, gritou em rede nacional, com orgulho: “Sou a primeira transexual a participar do BBB.” Sim, os transexuais estão cada vez mais inseridos na sociedade, seja de forma silenciosa, como anônimos trabalhando em empresas e repartições públicas, seja nas páginas dos jornais como celebridades.

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NA MODA
Lea T., a embaixadora dos transexuais brasileiros,
na capa com a top Kate Moss: beleza e glamour

Por trás dessa gradual mudança, está a luta que os movimentos homossexuais e transexuais vêm travando ao longo das últimas décadas. Mas também um sistema de saúde que começa, enfim, a atender essa parcela da sociedade. O Hospital Estadual Pérola Byington, de São Paulo vai oferecer cirurgias gratuitas para os homens trans, ou seja, mulheres que desejam retirar trompas e útero para se adequar ao gênero masculino. Trinta pessoas já estão esperando pela cirurgia. Uma delas é o paulistano Alexandre Santos, 38 anos, nascido Alexandra. Xandão, como é conhecido, pergunta se não tem como “passar um photoshop” na foto que vai ser publicada. É que o peito, maior símbolo do corpo feminino, incomoda. Ele só usa camisas largas e mal sabe o que é um sutiã. “Tirar meus seios será como tirar um câncer”, desabafa.

A cirurgia de mudança de sexo foi liberada em 1997 pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) em caráter experimental, de modo que até ser regulamentada, no ano passado, só hospitais universitários e particulares se arriscavam a fazê-la. “Antes de 1997, os trans tomavam hormônios por conta própria e faziam cirurgias no Exterior”, diz Alexandre Saadeh, psiquiatra e coordenador do Ambulatório de Transtorno de Identidade de Gênero e Orientação Sexual do Hospital das Clínicas (HC), de São Paulo. Há 13 anos trabalhando com transexuais, é Sadeeh quem libera laudos autorizando as cirurgias no HC. Hoje, existem apenas quatro centros de referência em cirurgia no Brasil. O Pérola Byington quer ser mais um deles. “Pretendemos realizar até oito cirurgias por mês”, afirma Luiz Gebrim, diretor do hospital.

Para atender esse público, a instituição fechou uma parceria com o Ambulatório de Saúde Integral para Travestis e Transexuais de São Paulo. O Ambulatt faz o acompanhamento psicológico de até dois anos e prepara o laudo para a cirurgia. O serviço foi criado em 2009 pela Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo por uma questão de humanidade. O chamado “público TT” (travestis e transexuais) evita procurar postos de saúde com medo de ser maltratado. “Há desde funcionário que insiste em chamá-los pelo nome de registro até médicos que se recusam a atendê-los”, conta Maria Filomena Cernicchiaro, diretora do Ambulatt.

Se do ponto de vista da saúde os avanços são significativos, pelo lado jurídico as conquistas são mais demoradas. Mudar o corpo e o documento são dois dos maiores desejos dos transexuais. Hoje, para substituir o nome e o sexo na identidade é preciso antes fazer a cirurgia, mas os juízes, no entanto, estão mais sensíveis à causa. A paranaense Carla Amaral, 38 anos, conseguiu um feito: alterou seu nome e sexo na identidade antes mesmo de conseguir entrar no bisturi. A vida, agora, é outra. “Não tenho mais vergonha de ir ao banco ou fazer um curso. Antes, eu ouvia chacotas e saía chorando”, recorda ela. “Agora as pessoas são obrigadas a me chamar de Carla, mesmo que achem alguma coisa estranha.” Ser reconhecido como homem ou como mulher é mais uma questão de documento que de cirurgia, acredita a socióloga Berenice Bento, uma das maiores especialistas no tema e autora do livro “A Reinvenção do Corpo – Sexualidade e Gênero na Experiência Transexual” (Editora Garamond). Na Espanha, cita, existe a Lei de Identidade de Gênero. “Com um laudo médico é possível fazer a mudança de nome em um cartório.”

NAS RUAS
Alexandre (à esq.), nascido Alexandra, espera por mudança de sexo
em hospital público. Michelly X (à dir.) não quer ser operada,
mas aparecer como mulher nos documentos

A agilidade na mudança de nome também resolveria a vida dos travestis, transexuais que não fazem questão da cirurgia, mas que querem mudar de nome. Michelly X,. nascida Alexandre, não quer ser operada. Gosta de ser o que é – mulher, mas com o genital masculino. A estilista é casada há 16 anos com um homem e conta que só não passa por grandes constrangimentos com o RG porque na foto ela aparece como uma mulher. “E linda, por sinal”, brinca Michelly, que no ano passado representou o Brasil no Miss International Queen, na Tailândia, país referência como o melhor lugar para se fazer cirurgia (onde Ariadna, do “BBB”, fez).



A barreira mais difícil, no entanto, ainda é o preconceito. A exclusão começa cedo, na escola, quando eles são chamados de “gays” ou “sapatões”. Muitos acreditam ser homossexuais, mas percebem que alguma coisa ainda está errada. “Só quando me vesti de mulher é que me encontrei”, diz Michelly. Poucos também são aceitos e acolhidos pela família. Carla foi colocada para fora de casa aos 13 anos de idade, por exemplo. Ter um transexual num dos programas mais populares da tevê é comemorado pelos especialistas. Assim como o sucesso internacional da modelo Lea T., a primeira modelo transexual a entrar no ranking do Models.com. Também conhecida por ser a filha do ex-jogador de futebol Toninho Cerezo, Lea T., que aguarda para fazer a cirurgia, vem desfilar no São Paulo Fashion Week. “Os trans estão cada vez mais aceitos. Ficou no passado aquela visão de que transexual ou era prostituta ou cabeleireiro”, acredita Sadeeh, do HC. Mas ainda há muito o que ser feito. “Não deixa de ser curioso que o primeiro transexual do “BBB” tenha sido também o primeiro eliminado. Eles estão mostrando mais a cara, mas a sociedade ainda se recusa a olhar para eles”, afirma Berenice Bento. Em outras palavras, eles estão adequando seus corpos e documentos. Agora só falta a sociedade se adequar a eles.

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Alma feminina num corpo de homem, Chopelly enfrenta a hipocrisia


De todos os estigmas relacionados à transexualidade, Chopelly Glaudystton reafirma apenas um: o sonho de casar, ter filhos e construir uma família tradicional. Afora isso, faz parte da sua luta negar todos os outros, principalmente os estereótipos negativos que são associados ao termo como marginalidade, prostituição e depravação. Aos 28 anos, a jovem enjada no movimento LGBT vive há 8 anos o processo de adaptação do seu corpo ao anseios de uma alma feminina.

Alimenta a vontade de um dia poder se submeter à cirurgia de mudança de sexo, mas é realista: "É quase como tirar na loteria", avalia. Pelo SUS, em todo país são realizadas somente, em média, duas operações por mês, somente nos estados de Goiás, Rio de Janeiro e São Paulo. É praticamente impossível pacientes de outras localidades conseguirem uma vaga na longa fila.

Secretária executiva da ONG Amotrans (Articulação e Movimento para Travestis e Transexuais de Pernambuco), aproveita suas folgas entre os plantões como técnica de enfermagem do Centro de Especialidades Médicas de Camaragibe (Cemec), para organizar o EntiAids (Encontro Nacional de Travestis e Transexuais que atuam na luta e prevenção à Aids) que acontecerá no Recife neste ano. O principal intuito do movimento é favorecer a identidade do transgênero fora da marginalidade, arrefecer o preconceito na sociedade e facilitar o acesso ao mercado de trabalho e a melhoria da qualidade de vida.

Chopelly é didática ao explicar dúvidas que pairam e se perpetuam no exterior do movimento LGBT. As pessoas costumam confudir drag queen, travesti e transexual, mas há diferenciações entre os termos. Drag queen é um artista, um homem que se veste com roupas femininas, geralmente chamativas, com o objetivo de fazer uma performance artística e não necessariamente é homossexual.

Já o travesti é o transgênero que transforma seu corpo para características femininas, mas não nega sua genitália masculina, até faz uso dela em sexo ativo. Já o transsexual é o indivíduo que se identifica psicológico e socialmente com o outro gênero mas tem o corpo "trocado" para a sua psique. "Travesti é quase um terceiro sexo, resolvido em si mesmo. Transexual é uma eterna busca da adequação do corpo para um alma incômoda dentro dele", esclarece.

Residente de um kitnet no famoso Ed. Módulo, na Boa Vista, ela leva uma vida normal para qualquer mulher: curte um bom pagode nos fins de semana, trabalha como funcionária pública, senta com as amigas na calçada para bater um papo tomando vinho, e aguarda o amor de sua vida.

Mas nem sempre foi tranquilo assim. Antes de compreender-se como transexual, Chopelly Glaudystton sofreu a inaceitação tanto própria quanto de quem lhe circunda. Ainda na adolescência, estudava num dos princicipais colégios particulares do Recife, "numa sala de 80 alunos, ninguém falava comigo. No trabalho, muitas meninas de vagas temporárias ficaram indignadas de ter de disputar espaço com uma transexual concursada e me tratavam com despeito", relembra.

Filha de pais funcionários públicos naturais de Limoreiro, conta que nos anos de sua juventude não havia diálogo sobre sua situação. Tanto para si quantos os pais e as irmãs, estava claros, apesar de não explicítos, os sinais de homossexualidade, já que Chopelly sempre se considerou um garoto afeminado. Mas não era lúcido o desejo de se tornar mulher e as dúvidas geravam conflitos internos e interpessoais.

Aos 20 anos, quis largar tudo e tentar a vida no Rio de Janeiro. "Juntei dinheiro para a passagem e fui parar na Lapa [bairro de movimentação de prostituição na capital fluminense] e comecei a buscar uma cafetina de travestis. Quando a encontrei, ela foi esclarecedora para a minha vida ao me despachar de volta afirmando que eu não tinha a menor vocação para travesti por que eu era uma mulher presa no corpo de um homem. Não havia muita informação sobre transexualidade naquela época, mas foi ali que entendi quem eu era", conta.

Assim que voltou da viagem, através do seu plano de saúde, começou tratamentos com fonoaudiólogo, proctologista (segundo ela, o ginecologista de toda trans), endocrinologista e psicólogo. "A cafetina me disse 'aproveite o que Deus já lhe deu, os pés e as mãos femininas, e corra atrás da mulher que existe em você'. E desde então em venho me 'montando' em busca de quem sou".

Para tanto, faz todos os sacríficios. Por mês, a conta é alta. Investe pelo menos R$ 40 nos salões de beleza para depilação, manicure e pedicure; R$ 100 em produtos cosméticos; R$ 130 em sessões de depilação a laser no rosto; quase R$ 200 em hormônios femininos, além de outras manutenções, como as próteses de silicones nos seios, que lhe custaram anteriormente em torno de R$ 4 mil. Para concluir o projeto, Chopelly precisaria de R$ 40 mil para fazer a cirurgia de mudança de sexo pela rede privada.

Ela conta que no fundo, a transexual é a mulher mais tradicional de todas, luta sim pela sua vida digna, corre atrás de um reconhecimento profissional, mas a felicidade plena reside no anseio de ter uma família. "Pode-se de dizer que somos aquele tipo criticado pelas feministas, queremos mesmo é cuidar de uma casa e do marido", comenta.

Para ela, esse é um dos principais motivos que muitas, mesmo que operadas, não assumam sua identidade, para não perder o que consquistaram com a exposição. A maioria dos homens jamais assumiria que ama uma transexual. Muitos relacionamentos sobrevivem apenas na clandestinidade, como um antigo amor de Chopelly, com quem esteve por sete anos até que não suportasse mais viver às sombras. O romance não resistiu ao seu desejo de assumir publicamente. "O Pernambucano ainda é um hipócrita, faz chacota e é intolerante por ignorância", afirma a transexual que batalha pelo fim da transfobia no Estado.

CASOS FAMOSOS - Dias após a eliminação da transexual Ariadna da Casa do Big Brother Brasil 11, Chopelly deixa claro que não é corporativista e crítica a semelhante que de acordo com sua opinião perdeu a oportunidade de visibilizar a causa da transexualidade. "Ela foi dissimulada, ao não assumir ela mesma se colocou na marginalidade e ainda reforçou alguns estigmas, a prostituição e a vulgaridade. Sua aparição não foi positiva para o movimento. Continua como está, para o brasileiro transexual é tudo 'veado', com vagina ou não", retruca.
Mas nem tudo são farpas, Chopelly admira corajosas admiráveis, que se destacaram pela beleza feminina e não pelo comportamento controverso como Roberta Close e a modelo internacional.

Do JC/UOL

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Valério Gama: Árbitro cearense que se traveste à noite já apitou mais de cem jogos

Homossexual, à noite vira Laleska. Como travesti, sai para as boates de Beberibe, sua cidade natal, no interior do Ceará. Nunca sofreu preconceito nos gramados. Seus amigos travestis estranham seu interesse por futebol. Dizem que Valério é um gay "que quer ser homem".

MINHA HISTÓRIA

VALÉRIO GAMA, 32

Eu descobri que era gay aos dez anos. Fui percebendo que não gostava de mulher. Brincava com meninos e sentia interesse por eles. Nunca contei para a minha família. Minha mãe já percebeu, meu pai até hoje é contra.

Comecei a me interessar por futebol assistindo aos jogos da Copa de 1994, nos EUA. Eu tinha 15 anos. Entrei no futebol pra ser goleiro. Eu era o terceiro goleiro de um time aqui da minha cidade.

Na época, faltou juiz e o meu treinador pediu pra eu apitar. Eu apitei e gostei. Não sabia as regras, aprendi dentro do futebol, na marra. Não sou formado [em arbitragem], mas já marquei o curso com o Dacildo Mourão, um juiz daqui. Ele me chamou.

Já apitei mais de cem jogos: campeonatos e amistosos entre times locais. Mas não estou no quadro de árbitros da federação cearense.

Valério Fernandes Gama, de 32 anos, não esconde de ninguém a sua opção sexual e é a atração da Liga Municipal Beberibense. Natural de uma família de oito irmãos é o único a morar com seus pais. A mãe aceita a condição do filho, mas seu pai desaprova. No entanto, o árbitro garante que a relação em casa é amistosa. "Quem nasce homossexual, nasce homossexual, não é incentivado por ninguém. Com 15 anos assumi definitivamente minha opção sexual".

SEM PRECONCEITO

Toda a equipe de árbitro só tem homem, e eu sou o único homossexual. Nunca me envolvi com eles, eles nunca me cantaram, me respeitam como se eu fosse uma mulher mesmo. Porque o que eles sabem fazer eu também sei.

Eu bandeiro e tudo. Gosto mais de apitar, mas eu bandeiro quando é feito sorteio.
No futebol, eu não sofro preconceito, nunca sofri.

Quando eu chego ao campo, as pessoas acham que eu sou mulher. Vêm conversar comigo e perguntam: "E aí, mulher?". Eu digo: "Gente, eu não sou o que vocês estão pensando. Eu ainda não sou mulher. Sou homem".

Aí, quando descobrem, ficam passados, caem pra trás, se assustam. Mas nunca fizeram nada que me ofendesse. Pelo contrário, sou um dos mais chamados para apitar os jogos, todo sábado e domingo eu apito uma partida.

Eles chamam os héteros de veado, de baitola, mas a mim só chamam de ladrão, dizem que estou roubando. De veado ninguém chama porque todos já me conhecem.

LALESKA

Meu nome de mulher é Laleska. Quando eu estou de Laleska, gosto de ser chamado assim. Mas só à noite, quando eu saio para baladas.

O time do Ferroviário [clube cearense] me reconheceu uma vez. Eu fui pra praça de vestido, de salto, de bolsa.

Eles me olharam e falaram: "Olha a juíza!". Só que eles não sabiam que eu era homem. Uma amiga deles conversou [com eles] e contou. Aí eles me chamaram e disseram: "Você me desculpa por eu chamar você de moça no campo".

No campo, achavam que eu era mulher. Quando eu falava [durante o jogo], eles estranhavam por causa da voz, mas não descobriram. Se os jogadores acham que sou mulher, são mais educados.

Nós conversamos. Eles disseram que me viram de biquíni na praia, mas não acreditavam que eu era homem.

Eu falei que me transformava à noite em mulher. Eles gostaram, disseram que era muita coragem minha apitar um jogo profissional. Me deram parabéns. Fiquei feliz.

Vou te contar uma coisa que vai te deixar de queixo caído. Você está sentado?
Na minha casa somos oito irmãos e quatro homossexuais, dois em forma de homem e dois travestis.

'BICHA-HOMEM'

Só metade de nós são "normais" [héteros], como diz o povo daqui. Estou acostumado a não ser aceito. Meu pai disse que vai morrer e não vai aceitar. Não admite o filho ter peito, querer ser mulher.

Meus amigos travestis dizem que eu quero ser homem por gostar de futebol. Eles me chamam de "bicha-homem". Dizem: "Olha essa bicha que quer ser homem", "Essa bicha fala de futebol como se fosse homem". Eles não entendem nada de futebol. Eu sou totalmente diferente deles. Eles ficam passados.

Tem muito homossexual no futebol, mas são incubados, não se assumem. Eu não. Eu rasguei logo. De que adianta eu viver a vida dos outros? Tenho que viver a minha, não vou mostrar para as pessoas uma coisa que não sou. Se perguntam, assumo.

'O' ERRO, 'O' JOGO

O maior erro da minha carreira foi uma falta fora da área que eu marquei pênalti.
Logo depois, eu percebi que tinha sido fora, mas não dava para voltar atrás. Os jogadores puxaram meu cabelo. Já levei tapas, empurrão.

Meu jogo mais importante foi Ferroviário contra a seleção de Beberibe [no último dia 8]. O Ferroviário joga a primeira divisão daqui. Me chamaram e fiquei empolgado. Encarei da forma que encaro qualquer briga na vida.

Quando entrei no jogo, parece que incorporou um espírito na minha pessoa, um espírito de homem. Eu não tenho aqueles trejeitos do [ex-árbitro] Margarida, por exemplo. Faço os gestos todos direitinho, mas, depois que eu saio de campo, ninguém mais me segura.

Da Folha


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BBB 11: Ariadna diz que é hétero e gosta de homem

Ariadna disse também as mulheres são a maioria e se incluiu na lista

A transexual Ariadna afirmou durante a transmissão do Big Brother Brasil 11 nesta terça-feira (11) que é hétero e que gosta de homens. Além disso, logo que anunciaram a divisão de cômodos da casa, Ariadna falou: "nós mulheres somos a maioria".

Ariadna na piscina

Vale lembrar que a assessoria da TV Globo confirmou no fim da tarde da última quinta-feira (6) que a participante Ariadna Thalia nasceu homem, mas passou por uma cirurgia de mudança de sexo.

Ariadna na piscina

Ariadna na praia

Hoje, a transexual tem documentos registrados e é oficialmente uma mulher.

Em seu perfil no Twitter, Boninho, o diretor do programa, disse que apesar de ser transexual, Ariadna não contará isso aos outros participantes.

Do: Terra - Via Mundo Alternativo

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Plus Size: Vestidos, cores e dicas valiosas

Vestido de festa em azul marinho da Nordstrom

Cores e tons

É importante memorizar que as cores vibrantes destacam ao passo que as sóbrias suavizam. A partir disso, podemos usar as sóbrias nas partes do corpo que se deseja disfarçar e realçar os pontos positivos com as vibrantes. Recomenda-se usar o azul marinho no lugar do azul royal e o tom grafite, ao invés do gelo.

Não se esqueça de que cores claras e brilhantes “aumentam” enquanto as escuras e foscas diminuem. O brilho, inclusive, deve ser repensado, porque pode chamar atenção para áreas indesejadas.

Cuidado com o contraste! Pense bem na combinação de cores, porque uma contraposição forte pode deixar a silhueta desarmônica. Os looks monocromáticos são ideais, especialmente em preto, azul marinho e vinho. Entretanto, se você não gosta dessas cores, seguem também imagens de looks coloridos e mais vibrantes.

Moda festa plus size -Imagem do site Nordstrom

Imagem do site Nordstrom

Vestido de um ombro só deixa o bonito o colo, que costuma ser um ponto positivo de muitas mulheres/Imagem do site Nordstrom

Cores claras, estampas de florais e balonê discreto em harmonia /Imagem do site Nordstrom

Esse vestido sai da monotonia das cores sóbrias, sem deixar de valorizar a silhueta /Imagem do site Nordstrom

Tomar cuidado com:

■Decote canoa;

■Decote redondo;

■Calças e shorts com cintura excessivamente alta ou baixa;

■Spencer curto;

■Blazer de gola larga;

■Listras largas;

■Listras horizontais se tornaram uma espécie de tabu, mas, de fato, causam uma ilusão ótica de que o corpo é maior;

■Calças Semibaggy, que são aquelas com jeans franzidos na cintura e justas no tornozelo, geralmente, têm bolsos laterais embutidos. O cuidado deve ser tomado porque a peça aumenta o volume lateral e achata a estatura.

Usar sem restrições:

■Decote V, porque alonga o pescoço e o tronco;

■Blazer de lapela estreita e abotoamento simples;

■Blazer longo e de gola estreita;

■Listras finas;

■Listras verticais;

■Peças “evasê”;

■Recortes verticais;

■Drapê lateral na saia;

■Blousé;

■Sapatos de salto alto, uma vez que alongam a silhueta;

■Roupas íntimas reforçadas, porque promovem sustentação para o corpo;

■Calças estilo Cenoura, que não sejam muito justas;

Elas “acomodam” o volume do quadril.

Vestidos de festa para tamanhos grandes

Vestido com sustentação especial no busto, na imagem do site Nordstrom

Dica Valiosa

Cabe ressaltar um aspecto que parece óbvio, mas nem sempre colocado em prática: é essencial usar a numeração correta. Elegante é aceitar o próprio corpo e escolher de acordo com ele. Peças de tamanho menor não farão ninguém parecer mais magro, enquanto que peças largas e esvoaçantes demais irão compor uma aparência maior.

A Polo A

A camiseta Polo é uma peça clássica e companheira inseparável de muitas mulheres. Entretanto, quando usada com uma calça justa, pode virar sinônimo de incômodo. Um ótima solução para se usar o modelo sem perder o conforto é a camiseta Polo, com corte “A”.

Dúvida frequente

Retirada do livro Moda Fácil de Dinah Bueno Pezzolo

01. Uma pessoa com um certo volume na barriga pode usar um cinto apoiado no quadril?

O ideal é não usar nada que chame atenção para o local. Mas, se o cinto não for muito chamativo e principalmente não tiver uma fivela exagerada, vá em frente! Tome cuidado para que o acessório não fique muito caído, moldando o contorno da barriga.

Noivas

A fim de escolher um vestido de noiva perfeito, servem as mesmas dicas para peças cotidianas. Porém, vale lembrar que talvez seja melhor evitar cauda longa e vestido com a saia mais curta na frente. Buquês redondos e volumes exagerados também merecem atenção quando se deseja afinar a silhueta.

Quer ler esta matéria na integra, clique aqui.

Fonte: Fashion Bubbles - Via: Gordinhas Lindas

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Diego Alemão avisa: “Ariadna dificilmente passa por mulher: tem voz grossa e gogó”

O plano de Ariadna de não revelar aos brothers que é transexual pode não dar certo. Segundo Diego Alemão, o vencedor do BBB 7, a morena não convence como mulher.
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- Ao meu ver, dificilmente ela passa por mulher: tem voz grossa e gogó. Pelo meu olho não passou, apesar de tê-la entrevistado como mulher, já que ela não pode saber que o público já descobriu tudo – disse ao Ego.
http://1.bp.blogspot.com/_I9MnJzzDBr0/TSTMFT-9UGI/AAAAAAAAJBI/FALiiGfTMLY/s1600/ARIADNA%2BBBB11.jpg
Alemão, agora repórter – um dos destinos favoritos de ex-participantes pra não caírem no esquecimento -, entrevistou toda a galera no hotel.
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- É uma turma visivelmente mais avançada que outras edições. Espero que não se esqueçam que tem crianças e milhões de pessoas os vendo. Claro, por um lado, é o que vemos todos os dias nas ruas de qualquer cidade: homossexuais, transexuais, o engraçado, a bravona, o falso, o tímido…de tudo! Vamos ver como será isso tudo junto!
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A impressão de que o BBB 11 terá uma das melhores turmas é a que todos os envolvidos com o programa estão passando. E pior que eu acho correta! Pelo menos até agora eles estão dando o que falar.

Do Clicrbs
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Sobre este blog

Aqui eu não sou homem ou mulher. Sou um adepto do crossdresing. Sou uma Crossdresser - CD ou CDzinha. Desde os 9 anos, adoro lingeries e roupas sexyes. Levo uma vida normal masculina e tenho uma vida clandestina feminina.

Me proponho aqui a falar um pouco de tudo, em especial das Crossdressers, dos transexuais, dos Travestis e da enorme comunidade
LGBT existente em todo o mundo. Um estilo de vida complicado e confuso (para alguns)... Este espaço também se presta para expor a minha indignação quanto ao ódio e preconceito em geral.

Observo que esse é um blog onde parte do que aqui posto pode ser considerado como orientado sexualmente para adultos, ou seja, material destinado a pessoas maiores de 18 anos. Se você não atingiu ainda 18 anos, ou se este tipo de material ofende você, ou ainda se você está acessando a internet de algum país ou local onde este tipo de material é proibido por lei, NÃO siga 'navegando'.

Sou um Crossdresser {homem>mulher} casada {com mulher - que nada sabe} e não sou um 'pedaço de carne'.

Para aqueles que eventualmente perguntam sobre o porque do termo 'Crossdresser GG', eu informo que lógico que o termo trata das minhas medidas. Ja que de fato visto 'GG'. Entretanto alcunhei que 'GG' de Grande e Gorda, afinal minhas medidas numéricas femininas para Blusas, camisetas e vestidos são tamanho: 50 e Calças, bermudas, shorts e saias são tamanho: 50.

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