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Hobbie: Investigar


A internet virou uma potente ferramenta de investigação feminina e as redes sociais dão todas as informações que precisamos saber na hora de investir ou não num cara. Basta uma rápida olhada e já é possível esboçar um traço da personalidade do tal.

A personalidade de uma pessoa está exposta em suas redes sociais como vitrines em liquidação no shopping, e nós mulheres não tardamos a descobrir e usar (nenhuma das duas coisas) ao nosso favor. Afinal, não basta o cara ser gente boa, saber se a coisa vai pra frente poupa tempo e sentimento (isso sem mencionar o sofrimento desnecessário).

Creio que toda mulher já fuçou as redes sociais do pretendente para tentar descobrir qualquer coisa que o valha. Se o bofe já namorou – se sim, quem é a ex e por que terminaram, se não, qual é o problema dele -, que estilo de música curte, quais livros lê, se é que lê, o que gosta de fazer, se o seu signo combina com o dele e quem são os melhores amigos. Vai que tem um para aquela sua amiga encalhada, né verdade?

Eu mesma já cansei de fuçar o perfil INTEIRO do cara no Orkut/Facebook/Twitter. E não importava se ele tinha 1 ZILHÃO de comunidades ou se ele curtiu não-sei-quantos-mil links no FB, olhava um por um. Odeio perder tempo com algo que não vai dar certo, então se existe uma mísera possibilidade de dar errado, é bom estar preparada. Não desisto do bofe só porque ele gosta de Linkin Park* ou se ele é fã do filme Crepúsculo*, mas já sei que a chance irmos juntos ao cinema ou a um show cai para 0,0087%.

(*Insira aqui a banda/filme que você acha ruim pra cacete não gosta)

Há pessoas que vão mais além. Não satisfeitas com as informações contidas nas redes sociais, jogam o nome do rapaz no Google e entram em tudo que for relevante para elas, até lista de aprovados no vestibular/pós-graduação/mestrado/doutorado. Não vejo nada demais em fuçar as páginas de relacionamentos, chamo isso de prática de sobrevivência. Nunca sabemos quem é de fato a pessoa do nosso lado, mas daí a virar uma psycho-killer e pesquisar histórico familiar, atestado de sanidade mental, tipo sanguíneo, e bons antecedentes já é demais. Ou não? Ou o problema sou eu que não estou levando a sério o quanto essa situação pode ser perigosa, porque afinal, se o cara realmente ligou no dia seguinte, normal ele não deve ser!

O que eu mais pesquiso na página pessoal do meu alvo é o senso de humor e a inteligência, além, é claro, as afinidades com moi. Pra mim o cara não precisa ser bonito, mas precisa ser inteligente e divertido. Algumas coisas me broxam num homem, burrice e mau humor são uma delas.

Esses dias conheci um cara numa livraria. Conversamos sobre livros, autores, cinema, baladas, música e tudo mais. No fim das contas, nos apresentamos e nos despedimos, sem nada a mais, sem trocar telefones e sem marcar encontros futuros, somente um breve “muito prazer e até logo”. Assim que cheguei em casa, corri para o Facebook e procurei o rapaz na página da livraria, e RÁ! Achei! Não adicionei porque fiquei com vergonha (patético, né?), mas me certifiquei que a chance de nos reencontrarmos era grande e que ele não tinha namorada. Agora espero o próximo encontro “acidental” nas ruas de BH. =D

Do Blog Malvadas

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