Uma Crossdresser Gordinha Complicada e Imperfeita

Travesti é assassinado por cliente na zona oeste da capital paulista

Uma discussão em razão de um troco no valor de R$ 10 terminou, por volta das 20h30 de quinta-feira, com a morte de Alison Pereira Cabral dos Anjos, ou Camile Close, como era conhecida a travesti, de 23 anos, na Barra Funda, zona oeste de São Paulo.

Camile foi morta a tiros, segundo uma testemunha, pelo cliente, um motociclista, com o qual havia acabado de realizar um programa, no valor de R$ 40,00, dentro de um trailer. Ao deixar Camile na rua Doutor Edgard Teotônio Santana, no Parque Industrial Tomás Edson, região da Barra Funda, o cliente entregou R$ 50,00.


Como não tinha troco, a vítima, que já havia pego a nota, disse que não tinha como devolver a diferença. O rapaz, que estava numa moto vermelha, cuja placa foi anotada pela testemunha, foi embora em meio à discussão, mas voltou armado e disparou pelo menos sete vezes contra Alison, que morreu no local.

A polícia espera, com a descrição do suspeito e os dados da moto, chegar ao assassino e esclarecer o crime, que foi registrado no 23º Distrito Policial, de Perdizes, e será investigado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

Do Estadão

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Travesti é assassinado por cliente na zona oeste da capital paulista


Sexta-feira, 27/05/2011

O motivo do crime foi uma discussão por causa de R$10. Segundo uma testemunha, foram disparados mais de cinco tiros. A polícia está tentando identificar o assassino.


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Beleza tamanho GG

O plus size está na moda. Sinal disso é a presença do setor com três expositores no salão carioca de moda e negócios, o Rio-à-Porter, que acontece na capital fluminense entre os dias 30 de maio e 2 de junho. O espaço - e número de estilistas - que trabalham com tamanhos maiores ainda é discreto, mostrando que a ditadura da magreza e dos corpos perfeitos ainda reina. Para descobrir quais são os dramas e sucessos desse mercado entrevistamos a modelo plus size e Fashion Weekend Plus Size, Renata Poskus Vaz.



Do alto de seus 1,73m e 83 kg, Renata conta que já presenciou preconceito por ser uma modelo GG em um desfile com modelos magrinhas e gordinhas. Hoje em dia, aos 30 anos, se revela satisfeita com seu corpo e faz um pedido aos estilistas: quer que as grifes tradicionais invistam nesse público e produzam tamanhos maiores. "Maiores de verdade. Há muita marca por aí dizendo que produz tamanhos grandes, mas na verdade, vemos que o tamanho 46 que só veste em quem usa 42", lamenta.


1. Como é o dia a dia de uma modelo plus size? É diferente de uma modelo magra?

Uma modelo plus size, infelizmente, ainda não consegue viver apenas de seu trabalho como modelo para sobreviver. Os cachês são mais baixos e embora novas oportunidades neste segmento ainda estejam surgindo, são escassas.

Há vantagens: não precisamos de tanta cobrança com nosso corpo. Assim como as modelos magras, necessitamos praticar atividades físicas e nos alimentar corretamente, mas sem muita rigidez. Antes de um grande casting, as modelos tradicionais se entregam às saladas mas nós não temos esse tipo de encanação. Cuidamos das unhas, pele, cabelo e dentes, que são nosso cartão de visita.

2. Existe preconceito com essas modelos?

Já sofri muito preconceito por estar acima do peso. Fui impedida de me formar no ballet por estar gorda e não por inaptidão, fui hostilizada por amigas, namorados... Nunca fui obesa, embora há muito tempo convivesse com o sobrepeso. Na verdade, o que eu tinha era baixa autoestima, não me respeitava e, consequentemente os outros também não.

Ao começar a trabalhar como modelo estabeleci uma barreira: amigas de infância que antes me ridicularizavam por causa do meu peso, passaram a me ver na TV e em propagandas de grifes GG. Foi então que as interferências pararam.

3. Como é sua rotina de comprar roupa?

As marcas tradicionais segregaram por anos o público GG sob a mesma desculpa: dificuldade em encontrar estilistas e modelistas especializados em tamanhos maiores. Algumas lojas de departamento, diante das solicitações, começaram a investir em araras de roupas plus size, mas ainda é muito pouco diante da demanda. Novas lojas especializadas em tamanhos grandes também estão surgindo. Entretanto, as grifes tradicionais não ampliaram suas grades. Hoje, sei aonde ir para comprar roupas do meu tamanho, mas lamento não conseguir freqüentar as mesmas lojas que minha irmã, que usa 4 manequins menores que o meu.

Do ITODAS
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São Paulo registra primeiro pedido de casamento gay

Luiz Ramiris, 51, e Guilherme Amaral Nunes, 25, formalizaram hoje o primeiro pedido, no Estado de São Paulo, de conversão de união estável de pessoas do mesmo sexo em casamento.

A apresentação dos documentos foi feita no 34º Cartório de Registro Civil de Cerqueira César, na região central de São Paulo. O cartório na rua Frei Caneca, conhecida por ser um reduto gay, é um dos três registros civis da cidade que aceitam converter esse tipo de união em casamento, segundo levantamento da Folha de S.Paulo, após o Supremo Tribunal Federal ter reconhecido que casais homossexuais também formam famílias.

A decisão do STF, de 5 de maio, não menciona diretamente que gays agora podem converter a união estável em casamento. Isso quer dizer que o pedido do casal ainda poderá ser negado. No casamento, as pessoas mudam de estado civil, enquanto na união estável não há essa mudança.

Ramiris e Nunes esperam que o casamento resolva algumas coisas. "Queremos comprar um imóvel e resolvemos casar para facilitar a questão do financiamento", afirmou Ramiris, o Lula. Há quase cinco anos juntos, eles se consideram "um casal moderno". "Nós nos conhecemos pela internet. Nos encontramos um dia em uma praça e eu levei um vinho branco. Ele me pediu em namoro", contou Lula. Os dois passaram a morar juntos oito meses depois e em 2007 registraram uma escritura de união estável.

O procedimento de hoje durou 20 minutos. O texto do documento assinado pelos companheiros foi preenchido pela funcionária. Em vez de noivo e noiva, eles foram chamados de pretendentes.

Questão controversa

O reconhecimento da união estável entre pessoas do mesmo sexo pelo STF (Supremo Tribunal Federal) fez muitos casais gays se perguntarem se surgiu um brecha legal para poderem casar. A questão é controversa.

Entre os 58 registros civis da cidade de São Paulo consultados pela Folha de S.Paulo, só 3 aceitam receber o pedido de conversão em casamento e dizem que ela é possível: os de Cerqueira César (região central), Tatuapé e Itaquera (ambos na zona leste). Os outros 55 ou disseram que não receberiam o pedido ou que teriam de consultar a Justiça sobre o que fazer.

Os cartórios ouvidos apresentaram diversas justificativas para recusar o pedido: da falta de regulamentação da Corregedoria do Tribunal de Justiça à precaução com os efeitos da decisão do STF.

"Converter união estável em casamento gay ainda precisa de lei. Deve sair
", afirma Oriel de Almeida César, oficial substituto do registro de Guaianazes (zona leste).

"Acho que é um absurdo o Brasil demorar tanto para superar um dogma
", diz o oficial de registro Flávio Aparecido Rodrigues Grumei, do Tatuapé. "Se o registrador recusar, deverá fundamentar."

"Quando um casal homoafetivo aparecer, é claro que vou receber como qualquer outro e encaminhar para homologar na Justiça", afirma o titular do Registro Civil de Itaquera, Francisco Ribas.

Se os cartorários têm dúvidas, os casais gays ainda mais. "Várias pessoas ligam, mas ainda não sabemos responder", diz Aparecida Nader, oficial substituta da Sé.

Na prática, em São Paulo, para ser autorizado o pedido de conversão de união estável em casamento, depois de recebido no cartório, ele deve ser confirmado pelo juiz da Vara de Registros Públicos.

O juiz substituto dessa vara, Guilherme Madeira Dezem, afirma que há diversas correntes sobre o tema entre os juristas. "Uns acham que é possível fazer a conversão. Há quem diga até que a união homoafetiva é uma terceira forma de família. Confesso que estou em dúvida."

Maria Berenice Dias, advogada especialista em direito homoafetivo, diz não ver como o pedido possa ser indeferido. "O Supremo disse que se atribui à união homoafetiva os mesmos direitos e deveres da união estável. E a Constituição diz que a lei deve facilitar sua conversão em casamento", argumenta.

Reações adversas

O cartório ficou repleto de olhares curiosos. "Deus me livre", disse uma mulher, ao ver o beijo do casal. Parentes de noivos héterossexuais que celebravam o matrimônio viraram as costas para o casal gay.

Segundo o registrador titular do cartório, Adolpho da Cunha, o edital do casamento será levado para publicação até segunda num jornal local. Ele abrirá vistas do processo para um juiz e o Ministério Público. Se não houver oposição ou impedimento, o casamento será oficializado.

Por Folhapress - Via: Jornal Agora
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Deputado Jean Wyllys diz que sabe de gays no armário no Congresso e critica falecido Clodovil


O deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ), 37, único deputado federal homossexual assumido, em matéria publicada ontem no portal UOL, afirmou que sabe da existência de outros gays no Congresso Nacional mas afirmou que não vai tirar ninguém do armário. "Eu identifico outros homossexuais aqui [no Congresso]. Mas não quero forçosamente denunciá-los nem tirá-los do armário. Pelo contrário, cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é. Não cabe a mim dizer quem é", disse, parafraseando Caetano Veloso. "Eu respeito a decisão de cada pessoa. Cada um tem seu próprio tempo. Elas não precisam igualmente implodir o armário e abrir relação ao mundo, podem manter sigilo", afirmou o deputado.

Wyllys falou de sua trajetória acadêmica, militante e política, existente antes de participar da 5ª. edição do Big Brother Brasil, da qual foi vencedor, em 1995. Considerado uma “boa surpresa” do meio político brasileiro dos últimos anos, o deputado afirmou que não nasceu quando apareceu no BBB e que já vinha fazendo trabalhos sociais antes do programa.

Sobre o ex- deputado federal e primeiro homossexual eleito para o Congresso, Clodovil Hernandes, falecido em 2009, Wyllys afirmou que ele possuía “homofobia internalizada”, não se aceitava como gay, e que por isso a comunidade teve dificuldade em dialogar com o parlamentar.

Fonte: Lado A
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Crossdressing masculino – tem que ser muito macho pra fazer!!!

"Crossdressing é um termo que se refere a pessoas que vestem roupa ou usam objetos associados ao sexo oposto, por qualquer uma de muitas razões, desde vivenciar uma faceta feminina (para os homens), masculina (para as mulheres), motivos profissionais, para obter gratificação sexual, ou outras. O crossdressing (ou travestismo, no Português Europeu, e frequentemente abreviado para “CD”), não está relacionado com a orientação sexual, e um crossdresser pode ser heterossexual, homossexual, bissexual ou assexual. O crossdressing também não está relacionado com a transsexualidade". [Fonte]

Crossdressing masculino
Imagem via Flickr by Christine_3830

Eu sei que parece ser bem complicado acreditar que alguém, principalmente um homem que se diz hétero, costuma praticar o crossdressing.
Esse da imagem acima, adota o nickname Christine, diz que é casado e que sua mulher sabe de sua prática aceitando muito bem a situação, embora não tenha sido assim no início. Imagino que não deve ter sido fácil acostumar com o marido usando calcinhas até mesmo enquanto usa roupas normais.
Mas ele diz que agora ambos vão ao shopping juntos para comprar make e roupas, como duas amigas…. dá pra acreditar??


Imagem do modelo Jing Cheng via Flickr by Akane

Já este outro crossdresser acima é absurdamente impressionante. Nem por mil roscas eu imaginaria que se tratava de um homem até ver um post no Trans Data Base, um blog voltado a esse universo onde o editor também é praticante.

Guitarrista Hizaki da banda Versailles
Guitarrista Hizaki da banda Versailles

O crossdressing também está associado ao visual kei ou visual j-rock, um estilo musical japonês onde o modo de vestir está intimamente ligado à música sendo tão importante quanto.


Como exemplo cito a banda japonesa Versailles, que aliás esteve no Brasil em junho deste ano. O grupo tem cinco integrantes que adotam looks variados dentro do visual kei, e o que mais enfatiza o crossdressing é o guitarrista Hizaki, assumindo quase que sempre um look medieval feminino.
E o garoto tem talento. Saca só um solo de guitarra dele.


O que eu penso disso?
Nada contra embora eu ache estranho um hétero assumido ter esse tipo de fetiche. Mas se a orientação sexual está bem resolvida, que mal tem. Se é feliz assim e não tem o menor pudor de assumir a condição de crossdresser, palmas pra ele. Poucos tem essa coragem.

Pra quem quiser conferir mais, tem uma vasta galeria de crossdresser japonês no Flickr.

Dica do maridão que garante que jamais fará crossdressing…

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Preta Gil: 'Sou negra, bissexual e gordinha'

Na manhã da última terça-feira, um encontro na Câmara dos Deputados, em Brasília, discutia o casamento civil gay e o direito dos homossexuais.

Presente na cerimônia, a cantora Preta Gil conseguiu foi aplaudida ao dizer que nenhuma forma de preconceito iria tirar sua vontade de viver. "Sou negra, bissexual e gordinha. Ou seja, sou atacada por todos os lados. Mas isso nunca irá apagar meu brilho, minha vontade de viver, e a vontade de ver um Brasil, um mundo igual para todos", afirmou Preta.


A artista, que é querida entre o público GLS, afirmou durante o encontro que vai lutar para que o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) seja mantido longe do Congresso. "De maneira injusta, fui atacada. Aqui neste Congresso existe uma banda podre, um deputado que não merece ser citado. Porque o que ele quer é ser citado, é aparecer a nossas custas. E uma das minhas lutas agora é para que ele não seja reeleito no Estado do Rio de Janeiro. Não me sinto diminuída, ao contrário, eu saí fortalecida de tudo isso. Meu marido em casa está assistindo a esse seminário e eu reafirmo: sou bissexual com muito orgulho", discursou.



DO SRZD
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Thammy (Gretchen) Miranda: "Não suportava dançar, fiz para ganhar dinheiro"

"Não suportava dançar, fiz para ganhar dinheiro", essa foi a frase dita pela Thammy Miranda, ex-Thammy Gretchen, filha da Gretchen. Antes de se revelar homosexual, assumir seus romances com outras mulheres e mudar radicalmente sua aparência ficando mais masculina. Como podem ver na foto Antes dela se assumir, e depois que resolveu se assumir e ser feliz. Com certeza muito corajosa, bato palmas para ela por ter essa atitude e não ligar para que os outros pensem dela. Beijos
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Cerimonial de assinatura do Decreto do nome social das Travestis e Transexuais no Rio de Janeiro


O nosso prefeito Eduardo Paes que assinou o Decreto do Nome Social de Travestis e Transexuais. Uma grande conquista de luta e garra...Por isso meninas que temos o dever de unir e ser unidas sempre, pois todas nos passamos pelas mesmas questoes e ninguèm è diferente.



Lucianha Araujo sempre elegante e maravilhosa com todos...




Estamos sempre presentes nos eventos que sao direcionados ao segmento de TT.



Estava lotadoooooooooooo



Carlos Tufferson dando a sua fala de abertura da cerimonia...

Do TRANSREVOLUÇÃO
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Homossexuais pedem aprovação de casamento civil entre pessoas do mesmo sexo

Gays, lésbicas, travestis e transexuais de todo o país estão reunidos ontem (17) na Câmara para pedir a aprovação da proposta de emenda à Constituição (PEC) que prevê o casamento civil entre homossexuais. A reunião faz parte do seminário Quem Ama Tem o Direito de se Casar.

A PEC, de autoria do deputado Jean Willys (P-SOL-RJ), estende aos casais homossexuais os mesmos direitos que têm os heterossexuais. Segundo ele, a ideia do seminário surgiu depois da decisão do Supremo Tribunal Federal de reconhecer a união para casais homossexuais.

A presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, Manoela D'Ávila (PCdoB-RS), disse que o que a PEC prevê não é o casamento religioso, mas apenas a igualdade de direitos civis. “Queremos que todos sejam iguais na mesma lei, tenham os mesmos direitos”, disse.

Para a senadora Marta Suplicy (PT-SP), essa é uma luta que deve continuar. Ela é relatora, no Senado, do projeto que criminaliza a homofobia. “Temos de caminhar com estratégia, paciência, determinação”, disse. “E no Senado teremos de ser negociadores, de conversar e avançar”, completou.

A atriz e travesti Safira Bengell disse que o desejo de todos é que as pessoas sejam vistas com igualdade. “Nosso sangue é vermelho como o de todos. Nosso título de eleitor e carteira de identidade também [é igual ao de todos]. Só queremos que reconheçam a identidade de gênero”, defendeu.

O seminário vai até as 18 horas na Câmara. O deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) prometeu ir ao evento à tarde para mostrar sua posição contrária à PEC que prevê o casamento civil homossexual.

Do Site Popular

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Retrovirais podem reduzir risco de transmissão do HIV em 96%, diz estudo

Uma pesquisa realizada pelo Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos revelou que o risco de contaminação pelo vírus HIV pode ser reduzido em 96% a partir da utilização de retrovirais, especificação de vírus que não possui DNA. Divulgado nesta quinta (12), o estudo utilizou 17 mil casais para os testes, todos habitantes da Ásia, América Latina, Estados Unidos e África, continente, este, que mais sofre com a ploriferação do vírus HIV.

Os casais, formados por uma pessoa portadora e outra não, foram divididos em dois grupos. No primeiro, os não infectados receberam imediatamente um coquetel de retrovirais, simbolizando o uso preventivo do medicamento. Já no segundo, os não-portadores receberam o tratamento apenas quando a contagem de glóbulos brancos (leucócitos) diminuísse, como sinal primário de infecção.

Para os testes, que demandavam relação sexual, todos os casais receberam camisinhas e podiam fazer o teste de HIV sempre que quisessem. Entre os primeiros casais, houve apenas um caso de transmissão do vírus. Entre o segundo grupo, foram detectadas 27 contaminações.

Vírus que não possui DNA pode reduzir proliferação da Aids

O estudo representa um grande avanço no combate ao vírus HIV no mundo, principalmente como uma possível política profilática a ser implantada em países mais pobres como os da África Subsaariana, que contempla um elevado índice de proliferação da Aids.

"Com esse estudo, não se pode mais ignorar a evidência de que o tratamento do HIV é uma forma poderosa de se prevenir a transmissão do vírus e pode ter um grande impacto nas epidemias da doença nos países mais afetados", disse o membro da organização britânica de assistência aos portadores (NAN), Keith Alcorn.

Para Michel Sidibe, diretor do programa de Aids na ONU (Unaids), casais que convivem com o vírus agora têm uma nova forma de proteger seus parceiros da contaminação: "Essa descoberta vai virar o jogo e acelerar a revolução pela prevenção", disse Sidibe em nota publicada pela BBC Brasil.

Do UOL

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Professora transexual: educador não quer discutir homofobia


Nesta terça-feira, dia que marca a luta mundial de combate à homofobia, especialistas em educação apontam que os professores têm o desafio de discutir o combate ao preconceito no ambiente escolar. Para a transexual Marina Reidel, professora de artes e ética de um colégio público de Porto Alegre (RS) e mestranda em educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, o maior problema está relacionado à falta de interesse dos profissionais em discutir o tema. "Eu acho que há uma acomodação, os professores não querem se envolver com esses temas, eles dizem que isso não tem relação com a disciplina deles. Mas precisam entender que isso faz parte das nossas vidas, está nos meios de comunicação, na internet, basta procurar um especialista, uma ONG para levar essa discussão para a escola".

A pós-doutora em Cultura Visual e professora do Grupo de Estudos de Educação e Relações de Gênero da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Jane Felipe, concorda que a escola deve dicutir o tema. "Os professores devem tratar da homofobia desde o começo, nas séries iniciais, para evitar que as crianças cresçam com o preconceito", diz a especialista.

Professora há 20 anos, Marina entende bem do assunto. Quando criança passou pelo mesmo preconceito que ainda está presente em muitas escolas brasileiras. "Desde pequena eu era agredida. Nas escolas que estudei, as equipes de direção não faziam nada para evitar que isso acontecesse, eram negligentes. Uma vez a direção disse que eu era diferente e que, por causa do meu jeitinho, os colegas me agrediam".

Apesar das humilhações que sofreu na escola, Marina decidiu que queria ser professora. Nessa época era conhecida como Mario, nome que ainda leva na carteira de identidade. Em 2006, quando já trabalhava como professora da Escola Estadual Rio de Janeiro há 3 anos, decidiu se afastar um tempo das aulas para assumir a nova identidade. Trocou as calças e camisas pelo salto alto e vestido, fez plástica e retornou para a escola como mulher.

"Os professores prepararam os alunos para a minha transformação, explicaram sobre a transexualidade. Eles estavam com uma expectativa muito grande, mas foi super tranquilo. Fui muito bem recebida de volta, não tive nenhum problema com os pais e os estudantes", afirma. Após a mudança, a professora percebeu que tinha o apoio da comunidade escolar para desenvolver ações voltadas à inclusão das diferenças. "Hoje todos os alunos sabem que eu sou transexual e respeitam muito o meu trabalho na escola".

A partir da iniciativa da ONG Somos, que orienta os estudantes sobre sexualidade e diversidade, Marina começou a dar aulas de ética nas turmas de sétima e oitavas séries para tratar de direitos humanos e respeito às diversidades. "Substituímos a disciplina de ensino religioso pela de ética e cidadania e passamos a tratar da homofobia, do preconceito contra negros, das questões de gênero", explica. Segundo ela, os alunos das outras turmas também participam das discussões por meio de oficinas com especialistas da ONG, que vão até a escola realizar atividades. "Eles adoram as oficinas, porque nós discutimos aquilo que muitas vezes não é falado em casa e que estão presentes no dia a dia deles".



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A transexual e professora Marina Reidel discute a homofobia com os alunos da Escola Estadual Rio de Janeiro, em Porto Alegre

Kits contra homofobia
O Ministério da Educação (MEC) vai oferecer às escolas brasileiras no segundo semestre de 2011 um kit contra a homofobia. Marina participou de um treinamento realizado em São Paulo para representantes de todos os Estados sobre o material, que segundo ela, "é um grande avanço".

De acordo com informações do MEC, um dos vídeos mostra a relação de duas lésbicas na escola. "Acho a iniciativa dos kits importante, mas cabe às secretarias estaduais e ao próprio ministério promover a equidade de gênero nas escolas. As pessoas em geral ignoram como se constitui a identidade de gênero, não sabem que é uma questão histórica. Por isso, é importante que o professor tenha um conhecimento teórico as temáticas", afirma Jane Felipe.

"Essa discussão não pode ser feita na base do improviso. O professor tem que estudar muito porque a principal função dele é ampliar o conhecimento dos alunos. Os governos precisam investir nessa formação continuada para que ele esteja capacitado para lidar com essas temáticas da diversidade", diz a professora da UFRGS.

Para que os educadores se sintam preparados para abordar a homofobia, a Secretaria Estadual de Educação do Rio Grande do Sul começou, em abril deste ano, o trabalho de capacitação de gestores regionais, que irão "multiplicar o conhecimento" nos municípios. Iris de Carvalho, assessora da equipe da Diversidade do Departamento Pedagógico da secretaria, afirma que os professores estão sendo estimulados "a trabalhar a questão de como o ambiente escolar enfrenta a homofobia e como recebe a diversidade".

Iris afirma que no Estado as coordenadorias de educação estão sendo estimuladas a fazer parcerias com as prefeituras, as universidades e as ONGs para a formação dos professores sobre a sexualidade. "Queremos acabar com a lógica de que é só responsabilidade do professor de biologia discutir isso, mas que é uma ação pedagógica planejada por todas as áreas da educação. E que também não é envolve só as temáticas da gravidez e da aids, mas principalmente as questões de gênero".

Na Bahia, onde a Secretaria Estadual de Educação exonerou do cargo na sexta-feira a vice-diretora de uma escola de Salvador que suspendeu um aluno de 11 anos por "indecência" ao fazer carinho na cabeça de um colega, não há uma política específica de combate à homofobia nas escolas. "Não temos uma ação específica, mas geral de que não pode haver discriminação", diz o chefe de gabinete da secretaria, Paulo Pontes. De acordo com ele, após o a atitude "equivocada" da vice-diretora, representantes da secretaria estão realizando reuniões com os educadores para discutir o tema e evitar que ocorram novos casos.

Família
O MEC pretende disponibilizar o conteúdo dos kits para alunos do ensino médio, mas a professora do Grupo de Estudos de Educação e Relações de Gênero da UFRGS afirma que não só a escola, mas também a família devem promover o respeito às diferenças desde cedo. "Tantos os pais quanto os educadores não devem dizer aos meninos, por exemplo, que se eles tiverem um comportamento diferente do convencionado é porque são 'bichinhas'", diz.

Jane Felipe afirma que desde quando são bebês, as crianças precisam aprender o respeito. "Muitas vezes as famílias ensinam a discriminar, a ter olhar de desprezo aos pobres, negros e homossexuais. A escola sozinha não faz milagre, precisa da parceria e do apoio dos pais", diz a especialista.

A transexual Marina Reidel concorda com a especialista. "As famílias, os professores e a equipe da direção sempre apoiaram o meu trabalho. Tenho orgulho do que conquistei e do que fazemos para promover a inclusão", diz a transexual. "Eu não quero que as pessoas pensem igual a mim, nunca cobrei isso dos meus alunos, eu só quero que eles respeitem as diferenças", conclui.

Do Terra

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Sissy pics





Ja falei aqui sobre as fantasias comuns ao universo crossdresser e qua a 'sissy maid' é uma das fantasias recorrentes. Essa coisa de ser dominado e transformado por feminização forçada em uma escrava 'sissy maid' é um desejo que dá mesmo muito tesão. A 'sissy maid' alem de ter todos os deveres e obrigações de sua condição submissa ainda é 'adestrada' servir alem de ser uma verdadeira empregada domestica...
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Tara Lynn substitui Gisele Bündchen em campanha

A última campanha da grife sueca H&M foi estrelada por ninguém menos que a belíssima Gisele Bündchen.
Mas a nova coleção da marca de fast fashion não deixou por menos e tem a modelo de tamanhos grandes Tara Lynn como sua nova garota-propaganda.

Confira as fotos!






Via aqui


Nota da Mandy: Não deixou nadica de nada a desejar. Escolha não poderia ser melhor. Gisele arrebenta, mas a Tara é muito mais mulherão. Isso só compreova que tem espaço pra todo mundo e que mulheres sem padrão de modelo magerrimas estão com tudo. Parabéns a marca pela inivação e acertaram na mosca.

Do Coisas de Gordinha
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Edmundo: “ninguém quer ter um filho homossexual”

edmundoO ex-jogador de Futebol Edmundo deu uma entrevista para a coluna “Direto da Fonte” do jornal “O Estado de S. Paulo” desta segunda-feira (16) e falou sobre o relacionamento que teve com Cristina Mortágua, mãe de seu filho Alexandre.

"Sempre gostei pra caramba de mulher. Até mais do que deveria. Mas quando maria-chuteira se aproveitava de mim, eu me aproveitava dela também. Acho até que, de verdade, tive pouco filho fora do casamento. Eu era recém-casado com minha ex-mulher e, durante uma noitada, engravidei a mãe do Alexandre - hoje com 16 anos. Não tivemos um relacionamento", afirmou, referindo-se à ex-modelo Cristina Mortágua.

O ex-jogador, que atualmente é comentarista na Band, disse ainda que considera que ela foi uma excelente mãe para Alexandre.

“Fui ausente, não posso agora querer ser o salvador da pátria. Muito da coisa psicológica dele é fruto da ausência do pai.”

Edmundo também falou sobre o fato de ter um filho homossexual. “Ele nunca me falou: ‘Pai, sou gay’. Mas claro que não sou idiota, ele tem aparência total. E vi a mãe dele falando na TV. Mas não muda nada. Respeito e admiro igualmente. Tenho muitos amigos gays. Mas é claro que quando é com o outro é mais fácil, mais legal. Quando é na nossa família fica mais difícil. Por mais que não seja preconceituoso, ninguém quer ter um filho homossexual, até pelo preconceito que ele vai sofrer”, disse.

Do Cena G - Via: Mundo Alternativo

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BELEZA GAY CEARÁ 2011

Debaixo para cima: Esquerda para a direita: Monik Skaranze, Linda Haissa, Pietra Riellow, Lívia Layser. Meio: Hillary d' anderson, Milla Lamary, Charllote O'hara, Em cima: Laysah Fontenelle.

Esta marcado, para o dia 25 de junho a edição 2011 do Concurso Beleza Gay Ceará, que é promovido pelas divas Flávia Fontenelle e Adma Shiva e que leva a vencedora para o Beleza Gay Brasil que acontece no Rio de Janeiro.


O local do concurso ainda não foi divulgado, mas os preparativos já começaram e 10 candidatas concorrem ao título.


Destaque para a belíssima foto tirada por Victor Galvão com as candidatas.
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Gays foram espancados em presídio de Minas Gerais

Relatório produzido pelo Conselho Estadual de Defesa dos Direitos Humanos (Conedh) aponta que homossexuais foram espancados por um grupo de elite de agentes penitenciários no presídio metropolitano regional de São Joaquim de Bicas II, localizado na região metropolitana de Belo Horizonte.

De acordo com o documento, ao qual a reportagem do UOL Notícias teve acesso, agentes penitenciários do Grupo de Intervenções Táticas (GIT) “espancaram e agrediram barbaramente” seis presos confinados em ala destinada exclusivamente a acautelar homossexuais, no dia 23 de dezembro de 2010. No local, atualmente estão 59 presos. Ao todo, existem 1.395 detentos na unidade prisional -- a capacidade de confinamento da unidade é de 1.462 presidiários.

Segundo o relatório, durante a noite, os agentes espancaram ocupantes das celas 14 e 15 com barras de ferro. O grupo ainda foi agredido com tapas na cara, spray de pimenta, chutes e ameaçados caso revelassem a ação para o diretor do presídio. Uma das razões aventadas para motivar as agressões foi que um dos detentos se referiu aos agentes do GIT como “meninas de máscaras’.

O documento foi finalizado no mês passado por integrantes do conselho, que é ligado à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social. Os depoimentos dos detentos foram colhidos entre março e início de abril deste ano.

Uma das testemunhas ouvidas pelos conselheiros disse que o grupo agressor, antes de iniciar a sessão de espancamento, ironizou os detentos com a frase: "ho, ho, ho, o Papai Noel chegou”.

A ala exclusiva foi criada em 2009 para acolher especificamente esse público carcerário. A intenção, de acordo com o governo, era retirar os gays de situações de risco e violência que eles poderiam passar em contato com a massa carcerária. Nesse ambiente, os detentos podem, por exemplo, cultivar os cabelos longos, o que não é permitido nas outras unidades prisionais. A abertura da ala exclusiva foi feita a pedido do Centro de Referência de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros (LGBTTT), órgão ligado à Secretaria de Desenvolvimento Social do Estado. A pasta foi recentemente transformada pelo governo estadual na Coordenaria Especial de Políticas Públicas de Diversidade Sexual, cuja coordenadora é Walkiria La Roche. “Eu fiquei estarrecida porque não podemos deixar um ou três servidores acabarem com uma política pública. Isso é inadmissível”, disse La Roche. Ela afirmou ter ouvido do governador Antonio Anastasia (PSDB) a promessa de “punir quem tiver de ser punido”.

Outro relato colhido afirma que a maioria dos homossexuais “está em pânico” por conta das ações do grupo de elite, que já teria cometido outras arbitrariedades.

O relatório ainda aponta ‘abuso de autoridade e tortura psicológica’, que teriam sido praticados contra os gays alocados no presídio.

O caso só foi descoberto porque um dos agredidos cortou o pulso com aparelho de barbear e pediu para ser recebido na diretoria de ressocialização.

“E pelo que foi apurado, ocorreram (e ainda ocorrem) de forma sistemática práticas de tortura e abuso, seja físico ou moral, praticado por agentes públicos”, trouxe o informe.

Na conclusão, os signatários do relatório pedem o afastamento do diretor do presídio, Ronaldo Mendes Campello, e dos coordenadores do GIT e dos agentes que trabalharam no dia das agressões relatadas.

Ainda exigiram a abertura de procedimento administrativo para apurar as denúncias, com a consequente punição dos responsáveis pelas torturas.


Outro lado

A Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds) informou que a corregedoria da pasta recebeu o relatório contendo as denúncias contra os agentes penitenciários. De acordo com a assessoria do órgão, a investigação será feita em um prazo de 30 dias, prorrogáveis por mais 30. Caso sejam considerados culpados, os agentes poderão sofrer sanções administrativas e disciplinares ou ter o contrato rescindido com o Estado. Ainda podem ser exonerados, em caso de agentes concursados. A corregedoria também tem a prerrogativa de enviar as denúncias à Polícia Civil para abertura de inquérito policial.

Do UOL/BOL

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CNBB diz que não reconhece decisão do STF sobre união gay

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) aprovou pela manhã, durante sua 49ª Assembleia Geral, reunida em Aparecida, uma nota na qual estranha que o Supremo Tribunal Federal (STF) tenha se pronunciado sobre a união homoafetiva, de parceiros homossexuais, porque, em sua avaliação, o exame da matéria caberia ao Legislativo e ao Executivo.

Os bispos brasileiros reafirmam que, conforme a doutrina da Igreja Católica, o casamento entre homem e mulher devem ser a base da família, instituição que precisa ser reconhecida e valorizada. A nota da CNBB afirma que as pessoas que manifestam preferência pelo mesmo sexo não podem ser discriminadas, mas insiste que a união entre homossexuais não equivale à família.


O padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior mantém um programa de televisão na internet, o “Parresía”, onde dá explicações sobre o cristianismo e em sua mais nova edição fala sobre a homossexualidade. Com voz mansa e simpática, o padre diz que a Igreja Católica ama os homossexuais, mas os separa dos que ele chama de gays - que são os militantes.

Decisão do STF

De acordo com o STF, os casais homossexuais têm os mesmos direitos e deveres que a legislação brasileira estabelece para os casais heterossexuais. A decisão, que foi aprovada unanimemente na última quinta-feira, 5, abre caminho para que o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo seja permitido e as uniões homoafetivas passem a ser tratadas como um novo tipo de família.


O julgamento do STF torna praticamente automáticos os direitos que hoje são obtidos com dificuldades na Justiça e põe fim à discriminação legal dos homossexuais. Considerada histórica, a decisão do STF é contestada tanto pela Igreja Católica quanto por juristas.


Leia nota da CNBB na íntegra:

Nós, Bispos do Brasil em Assembleia Geral, nos dias 4 a 13 de maio, reunidos na casa da nossa Mãe, Nossa Senhora Aparecida, dirigimo-nos a todos os fiéis e pessoas de boa vontade para reafirmar o princípio da instituição familiar e esclarecer a respeito da união estável entre pessoas do mesmo sexo. Saudamos todas as famílias do nosso País e as encorajamos a viver fiel e alegremente a sua missão. Tão grande é a importância da família, que toda a sociedade tem nela a sua base vital. Por isso é possível fazer do mundo uma grande família.

A diferença sexual é originária e não mero produto de uma opção cultural. O matrimônio natural entre o homem e a mulher bem como a família monogâmica constituem um princípio fundamental do Direito Natural. As Sagradas Escrituras, por sua vez, revelam que Deus criou o homem e a mulher à sua imagem e semelhança e os destinou a ser uma só carne (cf. Gn 1,27; 2,24). Assim, a família é o âmbito adequado para a plena realização humana, o desenvolvimento das diversas gerações e constitui o maior bem das pessoas.

As pessoas que sentem atração sexual exclusiva ou predominante pelo mesmo sexo são merecedoras de respeito e consideração. Repudiamos todo tipo de discriminação e violência que fere sua dignidade de pessoa humana (cf. Catecismo da Igreja Católica, nn. 2357-2358).

As uniões estáveis entre pessoas do mesmo sexo recebem agora em nosso País reconhecimento do Estado. Tais uniões não podem ser equiparadas à família, que se fundamenta no consentimento matrimonial, na complementaridade e na reciprocidade entre um homem e uma mulher, abertos à procriação e educação dos filhos. Equiparar as uniões entre pessoas do mesmo sexo à família descaracteriza a sua identidade e ameaça a estabilidade da mesma. É um fato real que a família é um recurso humano e social incomparável, além de ser também uma grande benfeitora da humanidade. Ela favorece a integração de todas as gerações, dá amparo aos doentes e idosos, socorre os desempregados e pessoas portadoras de deficiência. Portanto têm o direito de ser valorizada e protegida pelo Estado.

É atribuição do Congresso Nacional propor e votar leis, cabendo ao governo garanti-las. Preocupa-nos ver os poderes constituídos ultrapassarem os limites de sua competência, como aconteceu com a recente decisão do Supremo Tribunal Federal. Não é a primeira vez que no Brasil acontecem conflitos dessa natureza que comprometem a ética na política.

A instituição familiar corresponde ao desígnio de Deus e é tão fundamental para a pessoa que o Senhor elevou o Matrimônio à dignidade de Sacramento. Assim, motivados pelo Documento de Aparecida, propomo-nos a renovar o nosso empenho por uma Pastoral Familiar intensa e vigorosa.

Jesus Cristo Ressuscitado, fonte de Vida e Senhor da história, que nasceu, cresceu e viveu na Sagrada Família de Nazaré, pela intercessão da Virgem Maria e de São José, seu esposo, ilumine o povo brasileiro e seus governantes no compromisso pela promoção e defesa da família.

Aparecida (SP), 11 de maio de 2011

Dom Geraldo Lyrio Rocha
Presidente da CNBB
Arcebispo de Mariana - MG
Dom Luiz Soares Vieira
Vice Presidente da CNBB
Arcebispo de Manaus - AM
Dom Dimas Lara Barbosa
Secretário Geral da CNBB
Arcebispo nomeado para Campo Grande - MS

Do Correio do Estado

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Bolsonaro diz que governo vai criar Bolsa-Gay e MST Gay

O deputado Jair Bolsonaro perdeu o senso de ridículo, querendo aparecer de qualquer maneira o ilustre parlamentar( ai...ai..) fez um panfleto antigay, que seria hilário se não fosse patético, em suas diatribes contra os gays ele diz que vão ser criadas a Bolsa-Gay e o MST Gay, dentre outras asneiras. Pior é que, como sempre, o bolso do Bolsonaro não vai arcar com despesas dos cinquenta mil panfletos que mandou imprimir, será o nosso bolso. Saco !
A notícia completa está na Folha.com


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Justiça do Rio de Janeiro condena condomínio por impedir realização de festa gay

A Justiça do Rio de Janeiro condenou um condomínio em Madureira, na zona norte da capital, a pagar uma indenização por danos morais de R$ 20 mil a um casal de homossexuais por ter impedí-lo de realizar uma festa.

Segundo os autos, o conselho administrativo do condomínio fez várias tentativas para proibir o casal Márcio Soares e Roberto Freitas de realizar a festa no salão. A administração do prédio, segundo a Justiça, restringiu o espaço para a comemoração, a decoração escolhida (uma bandeira do arco-íris) e a entrada de uma convidada drag queen.

Na sentença, a juíza Daniela Reetz explica que o conhecimento das leis e dos princípios constitucionais nas sociedades modernas é mais abrangente, e a exteriorização do preconceito ocorre, frequentemente, de forma velada, sorrateira e até mesmo quase inconsciente. Frisou, ainda, que às crianças e aos inimputáveis são permitidas determinadas condutas que não podem ser desculpadas nos maiores e capazes.

A juíza Daniela Reetz lembra que, pelo disposto no artigo 5º, caput, da Constituição Federal, todos são iguais e obrigados a aceitar o direito do diferente a ser também igual.

"Eventual divergência política, religiosa ou de natureza sexual não pode, jamais, impedir o outro de expressar a sua liberdade. Os limites da liberdade de um tangenciam a do outro", disse.

"A colocação da bandeira do arco-íris não possuía nenhuma conotação política na festa dos autores, mas era tão somente uma forma de celebração. A bandeira do arco-íris representava, na festa dos autores, o mesmo que uma cruz e/ou um anjo em uma festa de batizado e primeira comunhão, ou até mesmo o Papai Noel na festa de Natal e/ou a Iemanjá ou a cor branca dos festejos de réveillon", explicou a magistrada.

Ainda segundo a juíza, não havia nada de indecente ou ofensivo na festa que justificasse as ações do condomínio, a não ser o medo do diferente ou o preconceito velado.

"As nuanças da conduta do condomínio réu, nas pessoas de seus representantes e não especialmente na pessoa do síndico, demonstram que as restrições impostas aos autores foram motivadas, principalmente, pelo preconceito e não por eventual inadimplência dos autores ou falta de apresentação de lista de convidados. De outro giro, a presença do policial, chamado por um condômino, ao verificar a licitude da conduta dos autores e liberar o local, foi, no meu entender, fator decisivo para a realização da festa", justificou.

Do IG

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Dançarino Lacraia é sepultado no Rio de Janeiro

O produtor do dançarino Marco Aurélio da Silva Rocha, 33 anos, mais conhecido como Lacraia, morto na última terça-feira (11), informou durante o sepultamento do dançarino que Lacraia lançaria um CD de seis músicas no mês de julho. Duas canções já haviam sido gravadas em estúdio, e as próximas deveriam ser concluídas ainda este mês.


“Com esse novo projeto, em carreira solo, Lacraia não só dançaria como também cantaria. Quando trabalhava com MC Serginho ela se destacou muito. O show da dupla passou a ser voltado para ela. A grande atração era a Lacraia”, contou Leonardo Torres.

Os novos hits de Lacraia, nascida na Favela do Jacarezinho (Zona Norte do Rio), seriam “Solta a Maricona” e “Estilo Pantera Cor de Rosa”. As outras quatro canções não foram divulgadas pelo produtor. "Ela estava muito animada com o novo projeto. É uma pena que não tenha dado tempo de concluí-lo”, lamentou o parceiro.

Sobre a especulação de que a causa da morte do dançarino fosse Aids, Leonardo Torres afirmou que se Lacraia era portador do vírus HIV, isto ainda não tinha sido descoberto por familiares e amigos.

“Ele teve todo um tratamento para pneumonia. O problema, ao que nos consta, foi respiratório. Se ela era portadora do vírus HIV, não deu tempo de descobrirmos. Ao que nos consta, não foi Aids”, disse.

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Reflexões e Desabafos - By Katia Steelman Walker: Mais Sissy Maids

Há alguns meses postei (AQUI) sem muita pretenção, algumas imagens de Sissy Maids e para minha satisfação o post logo passou a ser um dos mais acessados do blog. A época eu postei mais para ilustrar uma das minhas fantasias e achei muito legal perceber que não é so eu que gosto.

Assim para começar de forma bacana essa semana... mais umas imagens de meninas ocupadas...


A idéia de ser transformado em uma criatura doce e exótico como esta me deixa com tesão...



Nunca me imaginei loira... mas essa imagem, de touca e de madeixas loiras, calcinha aparecendo e saltos.... hum... é tudo de bom!


E o que dizer dos olhos baixos, saia com babados levantados para mostrar a calcinha e a cintas-liga? Até imagino o seu sorriso...

E o que dizer dessa bela menina ajoelhada de pernas levemente abertas?



E aqui? Ela parece lhe agradecer e estar esperando a sua aprovação pelo trabalho bem feito...

Aqui ela exatamente como eu queria ser... Rosto, perfeito, olhos, pose, maquiagem, pernas, cabelo... Tudo aqui está no lugar certo so esperando por você que me deseja e me quer...

Muitas destas fotos vieram do blog maravilhoso Xaxasissy. E eu as peguei no Turning Tommi... Os links estão ativos caso vc queira verificar...

Bjs!
Kátia
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Plus Size Fashion Fortaleza

Com o tema “Pedras pra que te quero”,o PLUS SIZE FASHION FORTALEZA é sinônimo de glamour, autenticidade e tendências. Mulheres reais na passarela que amam a vida, a moda e o estilo único de ser. O tema escolhido vem assinado pela Zigg Brasil que traz diretamente da China as pedrarias que vão fazer o brilho da noite e das roupas de festa. As pedras também serão mostradas no lingerie e nas sandálias rasteiras. Em tudo há brilho na medida certa para esquentar ainda mais o mercado Plus Size.

Com o objetivo de contribuir para incrementar o mercado da moda tamanho G, o evento pretende não só mostrar roupas, mas o desejo de comprar o que realmente lhe vai cai bem, no corpo que você cuida, vive e é feliz.

O evento acontece na boate The Club Music (Av. Carlos Jereissati, 1600, Aeroporto), no dia 11 de Maio.

Programação do desfile:

LINE UP ZIGG BRASIL -19hs
PIFFY LINGERIE – 19:30hs
BAIOCCO -20:00hs
ESTILO G – 20:30hs
SEM CÓDIGO – 21:00hs


Maiores informações:

Jack Queiroz – Diretora Artística do PLUS SIZE FASHION – cel: (85) 8750.7982

Silvana Santos – Diretora Executiva do PLUS SIZE FASHION – cel: (85) 9662.7130

Orkut PLUS SIZE FASHION FORTALEZA

Do Coisas de Gordinha
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Metrô de São Paulo é multado por ofender transexual

O Metrô foi multado em R$ 87.250 por um caso de homofobia contra uma transexual ocorrido em fevereiro de 2010. A companhia diz reconhecer o que chamou de "erro no procedimento"; entretanto, irá recorrer para tentar reduzir o valor da penalidade imposta.

A decisão foi conseguida após a Defensoria Pública ter sido acionada.

O caso ocorreu após a transexual ir até a estação Marechal Deodoro, da Linha 3 - Vermelha (Corinthians-Itaquera/Palmeiras-Barra Funda) em fevereiro de 2010 para obter um bilhete especial, que é fornecido para de-sempregados ou idosos. No caso de desempregados, ele tem validade de 90 dias a partir da data de emissão Chegando ao local, ela forneceu um laudo médico, que mencionava o seu nome social (feminino), e também a identidade com nome de nascimento (masculino).

Como havia diferença entre as duas documentações, o funcionário se recusou a registrar o pedido.

O metrô de São Paulo é o mais lotado do mundo. Diariamente, 3,7 milhões de pessoas circulam pelos 70,6 quilômetros de extensão da malha metroviária.

Ofensa

No dia seguinte, a transexual voltou à estação e tentou novamente obter o bilhete. Dessa vez ela levou uma cópia de um decreto municipal que prevê o uso do nome social como forma adequada de tratamento a transexuais e travestis. O funcionário, segundo a Defensoria Pública, teria se irritado e passou a xingar a transexual com ofensas homofóbicas.

A penalidade é administrativa e foi imposta pela Secretaria de Estado de Justiça e Defesa da Cidadania com base na lei contra homofobia (nº 10.948, de 2001).

Em nota, o defensor público que atuou no caso, Ricardo César Franco, disse que a decisão deve servir de estímulo para aqueles que sofrem discriminações desse tipo e divulgar a lei.

Direção admite erro, mas vai recorrer

Do Destak

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Sobre este blog

Aqui eu não sou homem ou mulher. Sou um adepto do crossdresing. Sou uma Crossdresser - CD ou CDzinha. Desde os 9 anos, adoro lingeries e roupas sexyes. Levo uma vida normal masculina e tenho uma vida clandestina feminina.

Me proponho aqui a falar um pouco de tudo, em especial das Crossdressers, dos transexuais, dos Travestis e da enorme comunidade
LGBT existente em todo o mundo. Um estilo de vida complicado e confuso (para alguns)... Este espaço também se presta para expor a minha indignação quanto ao ódio e preconceito em geral.

Observo que esse é um blog onde parte do que aqui posto pode ser considerado como orientado sexualmente para adultos, ou seja, material destinado a pessoas maiores de 18 anos. Se você não atingiu ainda 18 anos, ou se este tipo de material ofende você, ou ainda se você está acessando a internet de algum país ou local onde este tipo de material é proibido por lei, NÃO siga 'navegando'.

Sou um Crossdresser {homem>mulher} casada {com mulher - que nada sabe} e não sou um 'pedaço de carne'.

Para aqueles que eventualmente perguntam sobre o porque do termo 'Crossdresser GG', eu informo que lógico que o termo trata das minhas medidas. Ja que de fato visto 'GG'. Entretanto alcunhei que 'GG' de Grande e Gorda, afinal minhas medidas numéricas femininas para Blusas, camisetas e vestidos são tamanho: 50 e Calças, bermudas, shorts e saias são tamanho: 50.

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