Uma Crossdresser Gordinha Complicada e Imperfeita

Videos de Musica com Pin-ups que adoro

Christina Aguilera - Candyman




Katy Perry - California Gurls ft. Snoop Dogg



INNA - 10 Minutes




PITTY - Comum de dois



Michael Jackson - The Behind The Mask Project


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Traição virtual é mesmo uma traição? Para especialista, tudo depende do sentimento envolvido

Ser infiel no mundo virtual é o mesmo que trair uma pessoa no mundo real? Para muitos, ‘traição é traição’, não importa onde ou como. “Apesar de não acontecer nada fisicamente, existe a mesma intenção de quem está traindo”, afirma a designer Lígia Aliberte. Mas há aqueles que pensam diferente: “Se tem a intenção de se encontrar, é traição, mas às vezes no virtual é uma coisa fictícia que nunca vai acontecer”, diz Raine Kimberly, assessora de eventos.



Ambas foram ouvidas pela reportagem do BOL, que foi às ruas de São Paulo saber qual a opinião das pessoas sobre a traição virtual (veja o vídeo ao lado). Para o médico psiquiatra Flávio Gikovate, o que denuncia a gravidade de um caso extraconjugal, seja real ou virtual, é o nível de intimidade que se atinge. “Atração física virtual, só pelo prazer, não tem significado algum. É como uma masturbação qualquer, assistindo a um vídeo na internet. Não existe ameaça alguma para o parceiro, pois esse tipo de intimidade sempre existiu e continuará existindo”, afirma Gikovate, que atualmente é apresentador da série “Traidores”, do canal de TV pago “Discovery Home & Health”. Para Gikovate, o contato físico não diz nada sobre a profundidade do relacionamento entre as pessoas envolvidas em um caso.

Ainda assim, o amante virtual não passa de uma figura imaginativa; muitas vezes um encontro real com a pessoa acaba com a expectativa criada no mundo virtual. “Há muita interferência subjetiva no relacionamento. Uma moça alta, quando acionava a webcam, escondia a sua estatura conversando sentada. Quando se desnudava, mostrava apenas os seios para o parceiro. Ao se encontrarem ele teve um grande susto, pois era baixo. No tempo virtual, ele a via ‘pequena’, devido à posição sentada”, relata o psicoterapeuta e sexólogo Joaquim Motta, colaborador do site Metade Ideal, parceiro do BOL Namoro.



Já Flávio Gikovate acredita que mesmo sem nunca haver o contato físico é possível criar uma conexão profunda e sentimental pela pessoa do outro lado da tela do computador. Gikovate explica que há pessoas com mais dificuldade de se relacionar no mundo real, mas encontram na internet uma forma “segura" de iniciar uma relação.

O psiquiatra divide, de uma forma geral, todas as pessoas em dois grupos: dos “egoístas” e dos “generosos”. Os integrantes do primeiro tipo são mais extrovertidos, conseguem lidar melhor com outras pessoas, mas têm grande dificuldade de lidar com frustrações. “Este tipo se preocupa menos com as outras pessoas e não costuma sentir remorso, com isso ele geralmente não encontra problemas para mentir e ‘aprontar’ no mundo real”, explica Gikovate.

Já o grupo dos “generosos” tem mais peso na consciência e gosta de dar amor, carinho e estar ao lado de alguém. Muitas vezes são mais tímidos e não seriam capazes de ter a “cara de pau” de contar uma mentira a fim de conquistar outra pessoa na “realidade”. “No mundo virtual, os generosos podem se sentir mais desinibidos. Realmente se escondem atrás de um personagem, e acreditam que não irão machucar nem a pessoa abordada na web, nem o parceiro do mundo real”, conta o especialista.

É justamente esse grupo mais carente emocionalmente que acaba se envolvendo mais a fundo no relacionamento virtual. “O fato de a pessoa gostar de ‘dar amor’ faz com que ela se envolva cada vez mais com os casos que começam na rede”, afirma Gikovate. Aos poucos, a ideia de saciar a necessidade afetiva de outra pessoa faz com que ela passe a ter laços sentimentais. “É nesse momento que não importa se o amante é virtual ou real. Quando se envolve o sentimento, a dor da outra pessoa sempre será muito maior”.

O sexólogo Joaquim Motta também considera que a preferência pela traição online, pode indicar uma fraqueza ou medo de procurar um envolvimento de verdade. Essa retração das pessoas as transforma em seres cada vez mais isolados.




Sexo virtual

“Na relação real, os pares vão ao encontro com todos os canais ativos, todos os órgãos dos sentidos participam. Os parceiros se ouvem, se tocam, se saboreiam, se olham, se cheiram. Na virtual, temos uma masturbação sofisticada, eles se veem e se ouvem. E quando se expõem e se exibem, podem favorecer a ilusão de tocar, beijar, penetrar”, resume o sexólogo Joaquim Motta.

O sexo virtual e sem emoção pode ser considerado uma redução de uma noite de sexo virtual. Quem antes buscava uma noite de prazer com outras pessoas, só pela atração física, está cada vez mais atraído pela relação via web. Para o psiquiatra Flávio Gikovate, no futuro, as pessoas vão trocar o sexo casual pelo virtual. “Economiza tempo, dinheiro, energia e cada um está no seu canto. Não estou defendendo esse tipo de atividade, mas é algo que podemos prever”, afirma.

A traição virtual é muito mais antiga. Quando ainda nem se pensava em navegar pela web, já existiam os serviços de sexo por telefone. Majoritariamente utilizado por homens, este foi o primeiro serviço a oferecer sexo virtual.

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Na boca do povo

Existe um grande receio de que, se a pessoa se expuser no mundo virtual, há mais chances de os outros descobrirem, mas isso não é necessariamente verdade. "Existem pessoas espertas ou descuidadas nos dois mundos", relembra Flávio Gikovate. Se alguém vai descobrir o que está acontecendo de errado na vida pessoal de alguém depende apenas de quanto cuidado ela vai tomar. As pessoas também faziam “fofoca” antes da internet.

Homens x Mulheres

Os dois especialistas ouvidos pelo BOL afirmam que, quando se trata de traição somente física, o homem costumam trair mais que as mulheres. "Os homens são atraídos muito mais pela imagem e beleza. Apesar de também prestar atenção na beleza do sexo oposto, a mulher costuma ter muito mais prazer em se exibir e ser motivo da atração", afirma Gikovate.

No entanto, quando a traição inclui sentimento pelo amante, não há diferenciação. “É meio a meio. Nestes casos, elas traem tanto quanto eles”, diz o especialista. "Cerca de 80% dos casos em que existe suspeita de um dos lados, há um caso extraconjugal de fato acontecendo", afirma um detetive especializado em traições, que pediu para ser identificado apenas como Paulo. Uma pesquisa da editora Abril, publicada na revista “VIP” de junho de 2011, realizada com 1.198 mulheres de todo o Brasil entre 18 e 35 anos, aponta que 54% delas já traíram.




Como resolver?

Na opinião de Flávio Gikovate, se existe a necessidade de procurar algum tipo de amor, carinho ou prazer sexual fora do relacionamento, há algo de errado que precisa ser trabalhado. “É preciso buscar entender melhor o ser humano. Procurar entender as necessidades do casal”, afirma o psiquiatra, que ressalta: “Sempre que envolver sentimento, vai ser mais difícil de superar. Seja uma traição no mundo real ou fantasioso”.

Do BOL

Traição virtual é igual a infidelidade no mundo real?

Dr. Flavio Gikovate debate a infidelidade conjugal

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Gordinha, você é mulher e merece!

Você não precisa de um vestido curtíssimo para ser sexy, muito menos de decotes e salto alto.

A sensualidade está presente na espontaneidade do seu olhar, no modo como passa batom e se olha no espelho, sentada sozinha, ou com as amigas na mesa de um bar.

Você só vai ser sexy se quando olhar para o espelho, vir muito mais do que pernas grossas ou finas, e ainda, as famosas gordurinhas a mais ou os ossos “saltados”.


Homens gostam de mulheres com atitude. Não aquelas feministas ao extremo, mas sim aquelas que têm opinião própria e que sabe muito bem o que é e o que não é.

Se você acha que para conquistar alguém precisa usar batom vermelho, rebolar e estar super maquiada está muito enganada!

O poder de uma mulher vai muito além disso, muito além do físico, do tato, do visual. Portanto, ser poderosa e sexy é um dom, e temos que usar isso ao nosso favor! Antes de conquistar um garoto, conquiste a si própria, simplesmente goste de si, das suas curvas, do seu cabelo sem chapinha ou babyliss.

Sinta-se sexy todos os dias, principalmente ao acordar. Nós, mulheres não imaginamos o poder que temos dentro de nós, é só sabermos usá-lo ao nosso favor.

Invista no olhar, no sorriso sarcástico, na ironia, no gosto de quero mais, seja misteriosa.

Tenho certeza de que você consegue arrasar estando de salto alto, vestido ou de short e all star. Tudo depende de você.

Ser sexy e poderosa não significa ser vulgar. Vulgaridade é outra coisa, a sensualidade combina com a beleza e a atitude que mora dentro de você.

Invista nisso e saia esbanjando poder e encantando a todos de um jeito que ninguém consegue fazer igual, afinal... Você é mulher e merece!

Do Coisas de Gordinha
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Conselho Federal de Psicologia autoriza psicólogos transexuais e travestis a incluir na carteira de identidade profissional o nome social




O Diário Oficial da União publicou nesta sexta-feira (24) uma resolução do Conselho Federal de Psicologia que autoriza psicólogos transexuais e travestis a incluir na carteira de identidade profissional um nome social pelo qual desejam ser chamados.


Segundo a resolução nº 14, datada de 20 de junho de 2011, o nome social do profissional será inserido no campo de “observação” da carteira.

Para que isso ocorra, a pessoa interessada deverá solicitar por escrito ao Conselho Regional de Psicologia a “inclusão do prenome que corresponda à forma pela qual se reconheça e é identificada, reconhecida e denominada por sua comunidade e em sua inserção social”, diz o texto.

A resolução autoriza o profissional a usar o nome social como assinatura em documentos do trabalho, desde que seja colocado junto o seu nome e registro profissional.

Assinada pelo presidente do Conselho Federal de Psicologia, Humberto Cota Verona, a resolução entra em vigor nesta sexta-feira, data de sua publicação.

De acordo com o presidente do CFP, Humberto Cota Verona, a resolução foi motivada por pedidos de psicólogos travestis ou transexuais originários de, pelo menos, três Estados brasileiros - alguns deles, como tiveram as solicitações negadas nos conselhos regionais, apelaram à representação federal. Aprovada em plenário, a resolução vai ser publicada nos próximos dias no Diário Oficial da União e passa a valer de forma imediata. Para consumar a mudança, o psicólogo vai necessitar elaborar uma solicitação por escrito ao conselho regional. "É um direito do profissional ter uma identidade de gênero diferente daquela que está no registro civil. A resolução é um reconhecimento deste direito", afirma Humberto Verona.

Por uma questão legal, o nome social do psicólogo tem de ser acompanhado do nome de registro civil e do número de registro profissional, já que a carteira de classe vale como documento de identidade e o conselho profissional não tem o poder de alterar registros civis. "Mas esta resolução vai permitir que o psicólogo transexual ou travesti assine documentos dando destaque ao nome social, na primeira linha", diz o presidente do CFP.No ano passado, tanto a Prefeitura de São Paulo como o governo paulista aprovaram decretos que permitiram aos servidores públicos transexuais e travestis usarem o nome social no trabalho, inclusive no crachá de identificação. Segundo Verona, o conselho de psicologia é uma das primeiras entidades de classe a reconhecer tal direito.

"É uma decisão que pode ser inédita. Não conheço outro conselho de classe que tem reconhecido esse direito", diz.

Do G1
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Britânico Eddie Izzard pensa em lançar carreira política

Desde que se destacou nas fileiras dos comediantes britânicos, Eddie Izzard vem construindo uma carreira forte na televisão e em filmes de Hollywood. Seu especial cômico na HBO "Eddie Izzard: Dress to Kill" lhe valeu dois prêmios Emmy, e seus créditos no cinema incluem as duas sequências de "Onze Homens e Um Segredo".

Izzard, que tem 49 anos e é travesti, faz a voz de um dos personagens da animação "Carros 2", que estreia em cinemas do mundo todo no fim de semana. Ele conversou com a Reuters sobre seu papel no filme e seus planos para uma nova carreira -- na política.

Pergunta: Sir Axlerod (personagem de "Carros 2") é um ex-barão do petróleo que promove uma corrida para exibir seu novo combustível limpo. Você se identifica com ele?

Resposta: Meu pai trabalhou para uma empresa petrolífera, e eu gosto de negócios. Curto o varejo. Gosto de bons produtos e boas ideias, e foi por isso que me identifiquei com sir Miles Axlerod. Ele representa as empresas positivas, como Google e Apple, que tentam fazer algo diferente de maneira boa. Só que ele tem um viés interessante.

P- Você já teve sua própria série de TV, "The Riches", no canal a cabo FX, e no último ano apareceu no seriado "United States of Tara". Você tem outros planos na TV?

R- Estou desenvolvendo um drama político com a FX, vamos rodar um piloto. Há vários obstáculos a transpor antes de virar um seriado, mas sou um sujeito determinado. Sou um travesti que chegou até aqui.

P- Além do cinema, da TV e do humor, você tem outros planos profissionais de longo prazo?

R- O cinema é meu primeiro amor. Mas não vou voltar a fazer humor. E, daqui a nove anos, vou ingressar na política.


P- Um político travesti? Gay ou hetero?

R- Não sou gay. Não sou nem mesmo bissexual. Sou um travesti hetero, que gostaria de ser lésbica. Eu queria ser a atriz Carrie Ann Moss em "Matrix". Se eu fosse mulher, ia querer ser uma travesti de ação, uma garota ousada.

P- A que cargo o político lésbico travesti Eddie Izzard vai se candidatar?

R- Serei prefeito de Londres, deputado do Parlamento Europeu ou deputado britânico.

P- Por que a política?

R- Sou centrista radical. Apoio as pessoas que montam empresas e geram riqueza. Desconfio da direita e não gosto de fascistas. Eles não param de se manifestar, e travamos uma guerra para nos livrar deles. A política devia ser para o povo, para garantir uma rede de segurança e um plano de saúde para as pessoas.

P- Você já fez shows de humor em francês. Tem planos para trabalhar em outras línguas em países estrangeiros?

R- Vou fazer em alemão, russo e árabe. Línguas são uma questão de trabalho duro e repetição.

P- Por que em árabe?

R- Nasci num país árabe, então preciso voltar a minha cidade natal -- Aden, no Iêmen --, onde meus pais se conheceram, meu irmão nasceu, eu nasci. Acho que neste momento, com este mundo, é meu dever aprender as línguas de países que se sentem um pouco separados e enfrentam tempos difíceis.

P- Você se identifica com a cultura árabe?

R- Sim, muito. E quero me identificar mais, quero ficar imerso nela. Porque não acredito em Deus. Sou um ateu espiritual. Acredito em nós, nos humanos. Acho que Deus e o diabo travam uma luta no coração e mente de cada pessoa. O céu e o inferno estão na Terra, e todos nós conhecemos pessoas que os atravessaram ao longo dos anos.

Da Reuters

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Sargento transexual da Marinha ganha na Justiça direito de incluir parceiro como dependente


O alagoano Erivaldo Marinho de Oliveira, 39, 3° sargento reformado da Marinha, poderá incluir como dependente o seu parceiro de união homoafetiva, o paraibano Klécio Fernandes Monteiro, e garantir seu acesso ao plano de saúde corporativo.

A determinação é da Justiça e foi assinada pelo juiz Nivaldo Luiz, da 6ª Vara Especial, no último dia 7 de junho. Há oito anos o casal brigava na Justiça para conseguir o direito ao plano.

Em 2003 Erivaldo submeteu-se a uma cirurgia para a troca de sexo e, desde então, passou a ser Éryca Fayson. Naquele mesmo ano a Marinha mandou o sargento para a reserva, aposentando-o por invalidez.

Éryca e Klécio conseguiram registrar a união estável bem antes da recente decisão do STF (Supremo Tribunal Federal). Em 2008, o reconhecimento foi dado pela 26ª Vara da Família de Maceió. Desde lá, Éryca tenta provar que seu parceiro é dependente financeiro e precisa ter acesso ao plano de saúde da Marinha.

Segundo éryca, Klécio sofre de hipertensão aguda e teve que largar o emprego de cobrador de ônibus em 2006 por conta do problema. Desde lá, as finanças da casa são custeadas todas por Éryca.

“Não aceitar que tenho um companheiro e ele depende de mim financeiramente é um absurdo. Klécio adoeceu e teve de largar o emprego de cobrador de ônibus. O balanço dentro de um ônibus piorou o estado de saúde dele, e não consegue mais emprego”, afirmou Éryca, se dizendo vítima de homofobia.

Com a decisão em mãos, ela foi até a Capitania dos Portos em Alagoas para tentar uma inclusão provisória até a Marinha ser notificada oficialmente da sentença, mas a Marinha não aceitou.

Aposentada por invalidez

Além de tentar incluir o parceiro com dependente, Éryca tem outra ação na Justiça pedindo indenização por danos morais e pela aposentadoria por invalidez (que a teria impedido de subir de patente). “Recebo como 3° sargento, mas se eu estivesse trabalhando já estaria como suboficial. Quero a revisão do meu soldo [salário]”, disse.

A 3° sargento era lotada no corpo de fuzileiros navais do Rio de Janeiro e retornou a Alagoas depois que foi reformada. Ela assegura que sofreu preconceito do alto escalão da Marinha devido a sua opção sexual.

“Depois que mudei de sexo, sofri perseguição e fui aposentada por invalidez. Não tiveram como justificar falhas nas minhas funções profissionais e arrumaram um jeito de me tirar da Marinha. Desempenhei minhas funções por 12 anos com profissionalismo e nunca deixei a desejar como fuzileiro naval”, diz, mostrando fotos de quando atuava na Marinha.

A transexual conta que depois de ser aposentada começou a ter problemas psicológicos. “Fiquei numa situação horrível. Entrei em depressão e cheguei até a ser internada num hospital psiquiátrico. Até hoje tomo remédios controlados”, disse.

Marinha diz que não recebeu decisão

A Capitania dos Portos de Alagoas informou que não recebeu oficialmente a decisão do Juizado Especial da 6ª Vara da Justiça Federal em Alagoas. Segundo o capitão dos Portos de Alagoas, André Pereira Meire, a Marinha tomou conhecimento da determinação de forma não-oficial, quando Éryca Fayson se dirigiu até a Capitania, “de posse de uma decisão em que nem constava a assinatura do juiz”.

“O documento que o senhor Erivaldo tentou nos entregar, no último dia oito, tem de chegar de forma oficial para a Capitania, pela Advocacia Geral da União, para depois repassarmos os papéis para a Diretoria de Pessoal Militar da Marinha do Brasil [localizada no Rio de Janeiro], que analisa e homologa qualquer decisão judicial”, informou Meire.

O capitão negou qualquer ato de homofobia e ressaltou que a Capitania dos Portos, neste caso, tem apenas a função de escritório de repasse da determinação para a sede da Marinha.

O capitão dos Portos de Alagoas enviou uma nota por email ao UOL Notícias com mais esclarecimentos sobre o caso. Ele informou que Klécio Monteiro foi incluso em 2009, por 90 dias, como dependente no plano de saúde do companheiro Erivaldo – período de análise dos papéis enviados à Marinha, que indeferiu o pedido.

“A Diretoria de Pessoal Militar da Marinha informou que a pretendida inclusão poderia ocorrer, não com vínculo de companheiro, mas como pessoa que viva sob o mesmo teto do militar e, no mínimo, há cinco anos”, diz o texto.

O documento ainda ressalta que a Marinha “jamais deixou de considerar válido o documento da 26ª Vara de Família da Capital”, mas que a declaração de dependente não tem valor jurídico.

Segundo a nota, é uma escritura pública lavrada no 1° Ofício de Notas e Protestos, na qual os interessados declaram que Klécio depende economicamente de Erivaldo.

“Tal documento não constitui uma Justificação Judicial, instrumento jurídico cuja aceitabilidade depende da estrita correlação das provas nelas consubstanciadas com os fatos em que assente a pretensão e a sua natureza jurídica."

Do UOL

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"Não esperava que meu personagem fosse ter esse rebu todo", diz Luciana Vendramini sobre a homossexual que vive na trama do SBT


No “De Frente Com Gabi” deste domingo (26), Marília Gabriela entrevista a atriz Luciana Vendramini, a advogada homossexual Marcela de “Amor e Revolução”. Durante o bate-papo, Luciana fala sobre ter protagonizado –juntamente com Giselle Tigre, a jornalista Marina– o tão festejado beijo gay entre as duas personagens. “Não esperava que meu personagem fosse ter esse rebu todo”, declara.

A atriz, de 40 anos, também fala sobre o começo da carreira como paquita. “Eu assisti ao programa da Xuxa e fiquei meio decepcionada. Meu pai foi comigo para o Rio e me achei moderna”, conta ela, revelando o que fez com o dinheiro que ganhou com os ensaios para a revista “Playboy”. “Meu pai comprou um sítio grande”, diz.

Luciana fala, ainda, sobre o casamento com o cantor Paulo Ricardo e diz que foi uma grande experiência. “Foram duas cabeças em conflito. Mas eu amadureci muito”, afirma ela, ao justificar o término do relacionamento. A atriz lembra também de quando descobriu que sofria de Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC) e revela que teve uma cura absurda. “Teve um ano em que me isolei. Não queria ver ninguém”, recorda.

Do UOL

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Casal que teve união gay anulada participa de casamento coletivo


O jornalista Liorcino Mendes, 47, e estudante Odílio Torres, 23, estão no Rio nesta quarta-feira para se casar pela segunda vez, no primeiro casamento coletivo homoafetivo do Brasil.

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O casal teve a declaração de união estável cancelada na sexta-feira (17) pelo juiz Jeronymo Pedro Villas Boas, da 1º Vara da Fazenda Pública de Goiânia. O cancelamento foi anulado ontem pelo Tribunal de Justiça de Goiás.

A união do casal, em 9 de maio, havia sido a primeira em Goiás após o Supremo Tribunal Federal reconhecer a união entre casais do mesmo sexo como entidade familiar.

Apesar da decisão mantendo sua união, o casal quis viajar para o Rio.

"Nós decidimos casar pela segunda vez porque se o juiz quiser cassar de novo, ele vai ter dificuldade", disse Mendes, que afirmou ainda que terá duas luas-de-mel: uma na Parada Gay em São Paulo e outra na Parada Gay do Rio.

O clima no prédio do programa Rio Sem Homofobia, no centro da capital fluminense, onde será realizado o casamento coletivo, é de muita correria na tarde desta quarta-feira.

Muitas bolas coloridas enfeitam os corredores e os 43 casais já vivem os últimos instantes antes de oficializarem as uniões.

O secretário de Ambiente do Rio, Carlos Minc, chegou ao local para prestigiar o evento. "O Rio fez as primeiras leis do Brasil a favor da união homoafetiva e agora realiza o maior casamento gay", disse.

Do UOL

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Homem vestindo shortinho, meias 7/8 e salto alto embarca em avião nos EUA

Um passageiro teve permissão para embarcar vestindo short feminino, meias 7/8 e salto alto em um voo da US Airways, no aeroporto internacional da Flórida, nos EUA.

Uma mulher fotografou um homem com pouca roupa no voo de 9 de junho entre Flórida e Phoenix. Ela e outros passageiros reclamaram para os funcionários da companhia aérea antes de embarcar e foram ignorados, segundo o San Francisco Chronicle.

A porta-voz da companhia US Airways, Valerie Wunder, disse que os empregados estavam certos em não questionar o homem e acrescentou que a companhia não tem uma política de código de vestimenta.

No último dia 15, o jogador de futebol americano da Universidade do Novo México, Deshon Marman, foi expulso de um voo da US Airways e preso por ter se recusado a erguer suas calças largas.
Do UOL
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Beleza tamanho GG - Entrevista Fluvia Lacerda

Você é hoje considerada a principal modelo Plus Size do mundo. Como começou?

Fluvia Lacerda – Eu estava no ônibus, indo para casa, em Nova York, e uma produtora de moda de uma revista se aproximou e perguntou se eu já tinha considerado a ideia de fotografar. Meu choque inicial foi porque não sabia que existia um mercado como esse. Não tinha experiência, não sabia como era. Fiquei assustada, nunca imaginei que pudesse ser modelo. Mas isso foi logo de início, depois foi tudo tranquilo. Nunca tive problema com a minha aparência.

As pessoas acham que, para ser modelo, basta ser magra. No mercado Plus Size, qualquer gordinha pode ser modelo, então?

Fluvia – Não. Existem algumas exigências. São as mesmas exigências de uma modelo magra, de altura, proporção, de você estar com tudo durinho. Não é só porque você é gordinha que pode ser modelo. Tem que ter fotogenia. Muita mulher é bonita, mas não fotografa bem. O contrário também acontece, uma mulher que, na rua, você não diria que é bonita, fotografa super bem.

Precisa malhar?

Fluvia – Com certeza. Faço Yoga, Pilates, meu meio de transporte em Nova York é a bicicleta. Sempre fui muito ativa, não consigo ficar parada sem fazer nada.

Você é considerada a Gisele Bündchen do Plus Size, como vê isso?

Fluvia – Eu me sinto muito lisonjeada. Acho que isso vem muito do fato de a mulher brasileira ser sexy por natureza. A Gisele trouxe isso. Como sou a única brasileira trabalhando com o Pluz Size aqui fora, é natural a comparação.

Aqui no Brasil, ainda não dá para viver disso, dizem as poucas modelos do segmento. Aí, é possível?

Fluvia – Sim, eu vivo do que eu faço. Três meses depois que eu assinei meu primeiro contrato, não parei mais. No Brasil, ainda é complicado, não existem muitas marcas para esse mercado.

A Gisele faturou, no ano passado, US$ 45 milhões. Uma modelo Plus Size chega a isso aí em Nova York?

Fluvia – Não posso falar pelas outras. Mas ganho muito bem, comprei meu apartamento e vivo bem.

Vocês chegam à marca do milhão?

Fluvia – Perto…

As grifes mais tradicionais aceitam as modelos Plus Size?

Fluvia – O mercado aqui fora está estabelecido há algum tempo. Na Europa e aqui nos EUA, as revistas, as marcas já aceitam algo que é inevitável. É uma exigência do povo, da população feminina no mundo inteiro. As mulheres estão cansadas de idéias que não correspondem ao dia a dia. As mulheres querem se ver refletidas, querem se sentir bonitas e ver uma pessoa que reflete o biotipo delas. Por isso, acho que o mercado expandiu muito. Marc Jacobs, por exemplo, já cria roupas Plus Size. O tamanho 30, 32, até o 29, tamanho de uma criança, não corresponde à realidade das mulheres, ninguém entra numa calça 29!

Ainda assim, existe preconceito dessas marcas maiores?

Fluvia – Acho que sempre vai existir, porque tudo um reflexo de como as pessoas que dirigem essas marcas pensam. Muita gente tem repugnância e pânico de engordar e isso se reflete no trabalho delas da forma mais negativa possível, no sentido de eles não aceitarem que essa não é a realidade da população. Esse tipo de barreira aqui fora já não existe tanto, porque as marcas já perceberam que é preciso mudar. Não quer dizer que todos gostem. Mas isso é um negócio e todo mundo precisa de dinheiro.

O que você acha que essa sua premiação representa para as gordinhas?

Fluvia – O que representa eu não sei, mas eu espero é que dê bastante orgulho a elas e que realmente traga a mensagem que o tamanho da sua calça jeans, o seu manequim, não definem quem você é como pessoa. É importante você ser feliz como pessoa. Sua aparência física não pode te impedir de nada. Eu jamais imaginei que minha vida tomasse o rumo que acabou tomando. Se eu fosse determinar minha vida pelo fato de ser gordinha, se eu tivesse me limitado, achasse que não pudesse ser feliz, que não pudesse ter um relacionamento, porque sou gordinha, não teria feito nada.

A São Paulo Fashion Week está acontecendo essa semana aqui no Brasil. Você já desfilou na semana de São Paulo?

Fluvia – Nunca tive a oportunidade, mas gostaria muito.

O pessoal não convida?

Fluvia – Olha, na verdade, esse mercado só surgiu no Brasil depois que eu voltei e comecei a reclamar. Eu já tinha carreira lá fora e quando vim, vi que não existiam lugares onde comprar uma roupa bonita, como aqui fora. Desde 2007 quando fui ao Brasil, o mercado começou a expandir, mas ainda está na infância. Faltam marcas pra gente modelar. O Brasil é muito preconceituoso em relação a muitas coisas. Em relação às gordinhas, principalmente. Tenho um número grande de histórias de norte a sul do país, que recebo por e-mail. A começar pela numeração, que nunca é uniforme. Duas lojas, num mesmo shopping, têm uma mesma numeração em tamanhos completamente diferentes. Não há uma padronização exigida pelo governo. Começa por aí o problema. Acho uma falta de visão de negócio.

Fluvia, estamos falando aqui de tamanhos, quanto você tem de altura e peso?

Fluvia – 1,72 metro, mas não me peso. Pra mim, peso é um número. Tenho um acordo com meu médico de que, se meu exame anual de sangue sair perfeito, sem problemas, não me peso. Meu médico sempre diz que sou uma das pacientes mais saudáveis que ele tem.

Fonte: Época. - Via: Gorinhas Lindas

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Mulher Melancia gosta de transar de quatro e levar tapa na bunda

Sem dúvida a notícia mais importante do ano para o panorama cultural nacional é a entrevista de Andressa Soares, a mulher melancia, além de confessar que sua posição preferida para transar é de quatro, com as melancias para o alto, afirmou que sente prazer em levar uns tapas na bundalancia, embora não os sinta. Então tá!



Do jeito que a Academia Brasileira de Letras anda zoneada, breve a Andressa vai ser colega do Merval Pereira, Paulo Coelho, Sarney e outras sumidades literárias. E em vez de fardão vai usar o bundão na posse. Não sei , mas acho que a cadeira dela terá de ser especial, acomodar aquela melancia toda não é fácil.

Ah, melancia é uma espécie de trepadeira. Combina..
A revolucionária entrevista está no ícone do jornalismo cultural, o jornal Meia Hora

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MISS BELEZA GAY CEARÁ 2011

Layza Arkles é a atual Bela Gay Ceará
Nesta sexta-feira dia 24 acontece no anfiteatro do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura o Concurso Miss Beleza Gay Ceará 2011, que é produzido por Flávia Fontenelle e Adma Shiva.

O concurso está inserido no projeto do Governo do estado, Ceará de Todas As Cores.

Confira quem são as oito candidatas ao título deste ano.
CHARLOTEO'HARA

HILLARY D'ANDERSON

LAYSAH FONTENELLE

LINDA RAYSSA

LIVIA WINDSON

MILLA LAMARY

MONICK SKARANZE

PIETRA RIELLOON
SERVIÇO:
Ceará de Todas as Cores/Miss Beleza Gay Ceará
Dia 24 de Junho às 20:00 horas.
Local: Centro Dragão do Mar.
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Cross-dresser gosta de se vestir de mulher, mas não quer mudar de sexo

O que você faria se, ao chegar em casa encontrasse seu marido usando saia, lingerie, sapatos de salto alto, bijuterias e maquiagem? Se nunca pensou nisso, talvez seja o momento de avaliar a possibilidade. Há anos homens trocam os ternos e as gravatas por vestidos de seda e sandálias de tirinhas e mesmo assim continuam casados com suas mulheres, felizes com sua condição masculina. E, em muitos casos, elas nem sonham que isso acontece. Estes homens são chamados de cross-dressers, um título em inglês que procura distinguir os adeptos desta prática dos travestis que se prostituem. “Além disso, os travestis vivem o dia a dia como mulher, enquanto os cross-dressers, como homens”, explica a psicóloga Eliane Chermann Kogut, que defendeu tese de doutorado sobre o assunto.

Desde o ano passado o cartunista Laerte, de 59 anos, está despertando o interesse dos fãs não só por causa do seu trabalho, mas também por sair “montado” em público. A aproximação com o mundo do cross-dressing aconteceu via seu personagem Hugo, que certo dia resolveu experimentar o guarda-roupa feminino. Além disso, ele está lançando o livro "Muchacha", com uma personagem travesti. Com a mudança, ele passou a chamar mais a atenção e não ignora as risadinhas e olhares de reprovação. “Seria mentira se eu dissesse que a opinião alheia não me abala, mas estou fazendo o que meu coração pede. Meu objetivo é combater o medo e garantir minha liberdade”, diz ele, que exibe um corte de cabelo feminino, pinta as unhas, usa bijuterias, anda de saltinho e tem uma namorada.

Ditadura de gênero

Laerte afirma que sua motivação é o inconformismo com a ditadura de gênero. “As mulheres usam roupas masculinas desde o início do século passado, por que o contrário não pode acontecer?”, questiona o cartunista. Veja a entrevista de Laerte abaixo:

Para a psiquiatra Carmita Abdo, coordenadora do Programa de Estudos em Sexualidade da Universidade de São Paulo, tudo que foge do padrão causa estranheza e desconcerta as pessoas. “O preconceito se deve muito à falta de conhecimento e às tradições e conceitos arraigados, sem nenhuma base, de que este comportamento está ligado à sexualidade. Na nossa cultura ficou convencionado que a mulher é quem deve se arrumar, mas em muitas tribos indígenas quem se enfeita é o homem e ninguém questiona.”

  • O cartunista Laerte, que aderiu ao guarda-roupa feminino no dia a dia

    O cartunista Laerte, que aderiu ao guarda-roupa feminino no dia a dia

Eliane explica que os cross-dressers não têm dúvidas sobre seu gênero e não querem mudar de sexo. “Pode até acontecer de um cross-dresser ser gay, mas não é comum. Tanto que não encontrei homossexuais na minha pesquisa, apenas héteros e bissexuais.”

Fantasia e realidade

Para Laerte, o cross-dresser é o questionamento de uma tradição cultural repressiva e não tem nada a ver com moda ou fetiche. “Sexualidade é uma coisa, gênero é outra”, diz ele.

O advogado Márcio*, 47 anos, casado e pai de duas filhas, assume possuir duas identidades de gênero. “Eu tenho orgulho de ser homem, mas gosto de me ‘montar’ e me passar por mulher. Desde a infância tenho este desejo e só na vida adulta pude realizá-lo”.

Ele prefere não se expor para preservar as filhas, mas além do guarda-roupa completo de uma mulher de 1,80 m, Márcio é totalmente depilado, fez laser para extinguir a barba, mantém o cabelo bem tratado e tomou hormônios para ganhar seios. Para evitar o preconceito esconde as mamas com faixas e camisa larga. “Só alguns amigos íntimos e meus pais sabem. No trabalho, ninguém imagina, mas, se alguém descobrir, vou agir com naturalidade”.

Exposição controlada

  • Reprodução

    Reprodução do site Brazilian Crossdresser Club

No Carnaval, vários homens abusam da indumentária feminina, com seios e cílios postiços e isso é aceito porque se trata de uma fantasia. Fora da festa popular, porém, “montar-se” da cabeça aos pés não tem nada a ver com fantasia. “Eu não me visto para transar, não tenho ereção com isso, não tem nada a ver com um fetiche sexual”, diz Márcio.

Carmita explica: “O grande objetivo é a figura feminina que os cross-dressers constroem. Eles não têm uma personalidade duvidosa, não querem mudar de gênero”.

Mesmo assim, nem sempre se aventuram pelas ruas “montados”. “O medo de serem reconhecidos é grande, por isso preferem se reunir em grupos”, diz Eliane.

Para isso servem os clubes, como o Brazilian Crossdresser Club, que existe desde 1997, do qual Márcio participa. Eles promovem viagens, fecham hotéis para uma programação em fins de semana e até cruzeiros nos quais, além dos crossdressers, participam toda a família – os filhos e as esposas ou namoradas.

Por quê?

Não se sabe com certeza o que leva homens e mulheres a desejarem se vestir como pessoas do sexo oposto, mas segundo Carmita, na infância, ao longo do desenvolvimento da identidade, o desejo pode se manifestar e sumir. “Ou permanecer ao longo de toda a vida, em segredo ou não”.

Essa necessidade que incomoda a sociedade conservadora, tradicional e preconceituosa pode ser motivo de muito sofrimento e angústia quando não consegue ser partilhada e exposta. “Acreditamos que as pessoas possam ter propensão a ser crossdressers e que o desejo se manifeste em momentos de grande angústia. Também existem as hipóteses dos cross-dressers terem tido pais muito severos ou omissos e que eles não queriam como modelo. No imaginário destes homens a imagem da mulher funciona como conforto”, diz Eliane.

*O nome foi mudado a pedido do entrevistado

Do UOL

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OMS divulga regras para acesso de homossexuais a tratamentos anti-Aids

A Organização Mundial de Saúde (OMS) divulgou nesta terça-feira (21) pela primeira vez "diretrizes mundiais" destinadas a ampliar o acesso dos homossexuais aos tratamentos contra a Aids.

Essas diretrizes instam os países a facilitar a prevenção e o acesso dos homossexuais aos tratamentos contra a Aids e a tomar medidas que evitem a exclusão que essa parcela da população sofre em 75 países do mundo, a maioria na África, onde o homossexualismo é perseguido e não é legalmente reconhecido para os transexuais.

O diretor do Departamento HIV/Aids da OMS, Gottfried Hirnschall, constatou em uma entrevista coletiva à imprensa que os homossexuais têm 20 vezes mais risco de contrair o vírus HIV que o restante da população e os transexuais têm uma taxa de infecção que varia entre 8 e 68%, de acordo com o país.

"Se não dermos atenção a esta população-chave da epidemia, nunca conseguiremos erradicá-la", disse Hirnschall.

O diretor criticou também "a perseguição, a exclusão, a discriminação e outras formas de violência" sofridas pelos gays em vários países, o que faz com que "frequentemente (os doentes) tenham acesso tardio aos serviços de saúde ou não têm acesso algum".

Do G1

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UM TLOVER PRECISA OLHAR PARA O MUNDO TRANS



Estamos chegando na metade de mais um ano e as coisas vão se renovando, uma nova estação surgindo, as ferias para uns festejos para outros e nós??? Será que estamos fazendo esta transição em nossas vidas? Até que ponto estamos trabalhando para que todas as pessoas vivam a sua vida? Por que razão ainda não superamos o hábito de invadir a privacidade do outro, o hábito maligno de querer que o outro seja aquilo que nós somos ou, no mínimo aquilo que nós pensamos que essas pessoas poderiam ser? Em absoluto, não conseguimos!!!

Estas observações são para ajudar nas reflexões sobre CD's, travesti e transexual e a carga hodienda que a sociedade impõe à estas pessoas. Um ladrão de colarinho branco é uma pessoal de respeito, é uma pessoa digna de elogios e até merecedora de bons e grandes empregos... Mas, ser travestis ou transexual é a condenação, é praticamente a condenação para viver a margem da sociedade - e eu confesso que todos nós! Eu, você que está lendo este texto agora, procurando uma foto com um toque legal para satisfazer seus desejos intimos e reprimidos, somos tão
www.karollsales.com.br
culpados quanto aqueles bolsonaro's da sociedade lá fora!
Acredite, marcar um encontro no maior dos esconderijos, se masturbar incansavelmente pela net ou numa revista, fazer um programa desesperado para não ser visto... Faz parte do jogo de exclusão e sujeição a estas meninas nas regras da sociedade. Sequer somos capazes de sentar num barzinho para conversar com uma amiga tgata ou, um amigo que é CD e naquele dia estava com vontade de sair feminino!!! Claro que existem alguns casos isolados; mas não é a regra! A transfobia institucionalizada, aquelas chacotas, risinhos e piadinhas que travestis e transexuais são vitimas em orgãos publicos precisa ser combatida. E neste caso, com medidas disciplinares.


071 9912-7422 / 071 9237-4311
Somos incapazes de dar um emprego, até mesmo as lojas ou empresas que trabalham com motivos que envolvem a vida dessas meninas, são incapazes de dar uma oportunidade de trabalho - que eu me lembre, até hoje só vi a Roberta Close numa propaganda de lingerie; será que nestas empresas de propaganda ninguem nunca saiu ou procurou uma tgata? Será que não existe neste país travestis e transexuais que tenham competencia para ser caixa de super mercados, para trabalhar em lojas e/ou para ter condições normais para disputar seu espço pela vida de forma igual a qualquer outra pesoa?



Mas nós, os culpados, preferimos assim, por machismo, por sermos indiferentes a dor e as vezes, as amarguras que muitas passam diante do isolamento, do ostracismo imposto pela sociedade; mas quando as procuramos, nos ajoelhamos diante delas, falamos coisas que somos incapazes de dizer as namoradas e/ou esposas, geralmente, as procuramos no caso das travestis pelo prazer de seu membro, pelo prazer de ter os seios de uma mulher esquentando as nossas costas enquanto somos penetrados ou sentimos a coisa dura roçando em nós... E no caso das trasexuais as procuramos por conta do demasiado zêlo feminino com suas manias de vestir, de ser mulher; até porque, a sociedade esta cada vez mais, masculinizando a mulher! São outros debates e outras reflexões; mas o que cabe neste momento, é que nós podemos ter sensibilidade, nem que seja para aceitar uma garota dessa para trabalhar em nossa cas e/ou onde tivermos acesso ou oportunidade. É a falta desse espaço e dessa oportunidade que cria a marginalidade em volta do genero trans e a super exposição de quem vai as escondidas tentar aquilo que deseja, que lhes satisfaz

e dar prazer, por conta de não saber com quem está lhe dando. Ainda vamos discutir mais isto lá na frente; fiz um ensaio agora por considerar oportuno na virada de página de um semestre no ano. Love quer dizer amor e amor é um processo que envolve compreensão, entendimento, educação do desejo e desejo - ou o camarada é um T lover


ou seja um apaixonado alguem que ama trans amor ou se coloca como um qualquer; pelo menos abre o jogo e diz: sou fraco, e ainda não tenho forças e coragem para lutar ao seu lado e buscarmos construir uma vida digna e justa.

Do Blog a Beleza da Vida Esta no Amor

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Cuidados preciosos ao usar meia-calça


Como em todo inverno, as meias-calças estão em alta em diversas formas, modelos e cores. Além disso, a meia calça é um item que, de vez em quando está no nosso look do dia-a-dia ou em alguma ocasião especial, não é mesmo?!

A seguir algumas dicas de como usar e não rasgar aquela meia-calça :

Inicialmente são necessários alguns cuidados prévios antes de vestir a sua meia-calça. Uma boa dica é passar um hidratante nas pernas, pés e mãos antes de vestí-a para que está deslize mais facilmente.

Outro cuidado prévio, é verificar se as unhas das mãos e pés estão bem lixadas. Qualquer pontinha de unha pode desfiá-las inteirinha. Outro cuidado inicial é tirar todos os anéis, pulseiras e relógios antes de colocá-la e enrole-a, deixando apenas a ponta dos pés livres. Coloque os pés na meia e vá puxando com cuidado e delicadamente para cima.



Uma dica preciosa é escolher com cuidado bolsas, anéis e demais acessórios que serão usados, pois elos abertos e acessórios com pedras tendem a enroscar na meia e podem furá-la, desfiá-la.

Um truque que muitas mulheres com mais de trinta conhecem é para evitar que um pequeno furo vire um grande rasgo: passe esmalte incolor ou base de unha ao redor do furo.

Tome cuidado também sempre ao tirar a meia, ao lavá-la (sempre à mão) e ao guardá-las. Com esses cuidados e os demais acima relatados sua meia deverá durar por muito mais tempo.

Dessa forma, você poderá curtir por muito mais tempo aquela meia-calça preferida!

Do Coisas de Gordinha
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Justiça italiana obriga casal a se separar após marido mudar de sexo

A Justiça italiana obrigou um casal da cidade de Bolonha a se separar contra a própria vontade, depois que o homem trocou de sexo e se tornou mulher.

Alessandro Bernaroli, de 40 anos, se submeteu a uma operação de troca de sexo em 2009, quatro anos após ter se casado no civil e no religioso. Ele passou a se chamar de Alessandra e não tinha a intenção de se separar da esposa. Nem ela dele.

Em outubro do ano passado, um tribunal de Modena, cidade onde foi celebrado o casamento, reconheceu que o casal tinha o direito de permanecer unido legalmente.

Agora, uma sentença do tribunal de apelação de Bolonha, onde eles moram, impôs o divorcio, alegando falta de diversidade sexual entre os cônjuges.

Regularização

O problema surgiu quando Alessandra foi regularizar seus documentos com a nova identidade feminina na prefeitura. Um funcionário anulou o casamento alegando não ser possível legalizar a união entre duas mulheres.

"Pensei que fosse suficiente mudar o nome na certidão de casamento, mas eles decidiram que a gente tinha que se separar", disse ela à BBC Brasil.

Segundo o advogado do casal, embora a legislação italiana não reconheça os casamentos entre pessoas do mesmo sexo, não há lei que os obrigue a se divorciar sem o próprio consentimento.

"A lei de ratificação da identidade sexual não prevê a dissolução automática do casamento. E ainda que a mudança de sexo seja motivo para pedir o divórcio, ele deve ser solicitado pelo cônjuge", explicou o advogado Michele Giarratano ao jornal La Repubblica.

Alessandra Bernaroli mudou de sexo em 2009, quatro anos após se casar no civil e no religioso

Discriminação

O casal se considera vítima de discriminação. "É uma situação intolerável, pois não se julga com base na legislação existente e sim no preconceito. Não queremos que nosso casamento tenha uma definição: homossexual, transexual ou heterossexual, mas continuar vivendo como antes", diz Alessandra.

Agora os advogados vão entrar com um recurso no tribunal de última instância, cuja sentença definitiva deve sair em 4 ou 5 anos.

"Enquanto isso, não sabemos se somos casados ou não, o que podemos e o que não podemos fazer. Isto fere nossa dignidade ", reclama.

Caso a última sentença seja negativa, Alessandra disse que pretende recorrer à Corte Europeia de Direitos Humanos e pedir asilo político a um país membro da União Europeia.

Ela é também ativista de um grupo que defende os direitos dos homossexuais e afirmou que deseja transformar seu caso numa batalha pelos direitos de todos.

"Queremos que a Itália seja como o Brasil, por exemplo, onde as pessoas do mesmo sexo já podem conviver legalmente", afirma.

Do UOL

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Casal de lésbicas inicia trâmite que pode levar ao primeiro divórcio gay da Argentina

Duas mulheres que se casaram em abril deste ano no noroeste da Argentina iniciaram os trâmites do primeiro divórcio entre homossexuais no país, informaram nesta quarta-feira à agência EFE fontes da Federação de Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais.

Ángela, 46, e Vanesa, 26, estavam juntas há seis anos, e após a sanção da lei de casamento igualitário, em julho do ano passado, decidiram se casar no dia 20 de abril passado na província de La Rioja. A união provocou grande repercussão na mídia local por ser a primeira do tipo naquela região da Argentina. As mulheres se conheceram em 2005, quando se relacionavam com homens.Link

Fontes citadas pela imprensa local revelaram que a ruptura do casamento aconteceu como consequência da infidelidade de uma delas.

Em julho de 2010, a Argentina se tornou o primeiro país da América Latina a aceitar o casamento entre pessoas do mesmo sexo ao aprovar uma reforma do Código Civil, o que provocou forte rejeição de grupos religiosos e ásperos debates políticos.

Do UOL - Na Foto: Ángela, 46, e Vanesa, 26, que se casaram em abril deste ano na Argentina, iniciaram os trâmites do primeiro divórcio entre homossexuais no país

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Sobre este blog

Aqui eu não sou homem ou mulher. Sou um adepto do crossdresing. Sou uma Crossdresser - CD ou CDzinha. Desde os 9 anos, adoro lingeries e roupas sexyes. Levo uma vida normal masculina e tenho uma vida clandestina feminina.

Me proponho aqui a falar um pouco de tudo, em especial das Crossdressers, dos transexuais, dos Travestis e da enorme comunidade
LGBT existente em todo o mundo. Um estilo de vida complicado e confuso (para alguns)... Este espaço também se presta para expor a minha indignação quanto ao ódio e preconceito em geral.

Observo que esse é um blog onde parte do que aqui posto pode ser considerado como orientado sexualmente para adultos, ou seja, material destinado a pessoas maiores de 18 anos. Se você não atingiu ainda 18 anos, ou se este tipo de material ofende você, ou ainda se você está acessando a internet de algum país ou local onde este tipo de material é proibido por lei, NÃO siga 'navegando'.

Sou um Crossdresser {homem>mulher} casada {com mulher - que nada sabe} e não sou um 'pedaço de carne'.

Para aqueles que eventualmente perguntam sobre o porque do termo 'Crossdresser GG', eu informo que lógico que o termo trata das minhas medidas. Ja que de fato visto 'GG'. Entretanto alcunhei que 'GG' de Grande e Gorda, afinal minhas medidas numéricas femininas para Blusas, camisetas e vestidos são tamanho: 50 e Calças, bermudas, shorts e saias são tamanho: 50.

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