Uma Crossdresser Gordinha Complicada e Imperfeita

Brasileiras preferem calcinha confortável em vez de sexy, mostra pesquisa

Na hora de comprar calcinha e sutiã, a brasileira deixa de lado a sensualidade e o romantismo em prol do conforto. Os homens, claro, discordam.

Uma pesquisa feita pelo Instituto de Estudos e Marketing Industrial (Iemi) avaliou o comportamento de compra de roupas íntimas no Brasil. O estudo ouviu 1.100 homens e mulheres, acima de 15 anos, de todas as classes sociais e residentes em diferentes Estados.

Segundo o estudo, na hora de comprar lingerie, os consumidores –em sua maioria mulheres– prezam em primeiro lugar por peças confortáveis (38,3%) e práticas (14,6%).

Porém, quando o critério é sensualidade e romantismo, aparecem os sinais da "guerra" dos sexos. Uma peça feminina sensual é considerada importante para 22,2% dos homens, contra 13,2% das mulheres.

No quesito romantismo, a diferença fica ainda maior. Enquanto apenas 5,9% do público feminino acha importante uma peça romântica, 17,3% dos homens destacam esse aspecto nas calcinhas e sutiãs.

O conservadorismo prevalece na escolha das roupas de baixo femininas. O critério “vanguarda e exotismo” aparece em último na lista, com apenas 0,4% das preferências na hora da compra.

Cuecas

Na hora de comprar roupa íntima masculina, conforto também aparece no topo das exigências (38,7% do total), seguido por praticidade (14,2% do total).

Além disso, as cuecas precisam ter estilo. O produto precisa ser jovial (10,3%), não pode estar fora de moda (10,1%) e tem que ser sexy (8,3%).

Calcinhas comemorativas x cuecas velhas

Os homens compram calcinhas e sutiãs para namoradas, mulheres, mães e filhas para celebrar datas especiais –como um aniversário ou dia dos namorados (33%). Esse motivo de compra aparece em segundo lugar na pesquisa, só superado pela necessidade de substituir uma peça antiga.

Já quando a mulherada compra cueca para dar de presente, o motivo é sempre substituir uma peça antiga.

As mulheres compram lingerie para si mesmas principalmente para renovar o conteúdo da gaveta e substituir as peças antigas (31,6%). Mas o lado consumista também tem seu peso: 22,9% compram para "se dar um presente" e 22,5% para se sentirem bonitas.

De porta em porta

Mulheres ainda compram muita lingerie de revendedoras que vão batendo de porta em porta. Segundo a pesquisa do Iemi, esse tipo de venda corresponde a 19,7% das compras de lingerie por mulheres.

As mulheres costumam comprar atraídas pelo que viram na vitrine. Já os homens fazem uma compra de oportunidade. "Quando estão no caixa, o vendedor pergunta se o homem não precisa de mais nada -meia, cueca... Aí ele se lembra e pega um pacotinho com três cuecas sortidas", diz Marcelo Villin Prado, diretor do instituto que realizou a pesquisa.

O gasto média na compra de lingerie feminina foi de R$ 93,20 e de roupa íntima masculina, R$ 115,85.

Segundo Prado, o homem gasta mais em cada compra, porém ele tende a comprar com menos frequência.

Para todos os corpos

Fio dental, asa delta, calçola, tanga, biquíni. Na época de “o primeiro sutiã a gente nunca esquece”, as opções de lingerie disponíveis no mercado eram limitadas.

Dos anos 1990 para cá, a roupa íntima ganhou destaque e designs para cada tipo de ocasião e de corpo. Para seduzir em noites especiais, para praticar esportes, para trabalhar, para as futuras mamães, para quem tem algo de mais aqui ou algo de menos ali, diz Prado.

“Hoje há linhas específicas para ocasiões específicas”, afirma o diretor do Iemi.

Do UOL Economia

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Lingerie para gordinhas

Para as mulheres que estão uns quilinhos acima do peso, tudo é mais complicado, arranjar roupas que se adequem ao corpo da melhor forma possível, deixando bonita, elegante e sexy.
Um fator bastante complicado também, são as lingeries, afinal, não é porque está com alguns quilos acima do peso que não pode se sentir atraente, sexy e bonita.
Toda mulher tem que ter dentro do seu guarda-roupa uma peça íntima especial, para um momento a dois que mereça uma comemoração, para ajudar vocês, aqui vão alguns modelos lindos, que ficam perfeito no corpo e deixam as mulheres ainda mais bonitas.
08lingerieparagordinhas Lingerie para gordinhas
Uma ótima opção para as mulheres que estão alguns quilos acima do peso, é usar peças com tons mais escuros, como o preto, marrom e tons terrosos. Nesse caso, a combinação do preto com o rosa, tem um caimento perfeito. O uso do corselet além de esconder as gordurinhas que estão sobrando, dão um ar sexy e atraente que deixa as mulheres mais bonitas.
lingerie Lingerie para gordinhas
Para as que gostam de roupas mais sexy, essa é uma ótima opção. A combinação de vermelho com o preto e a transparência deixam a peça mais sexy. Esse look é composto por uma calcinha e uma blusinha, ideal para ser usada sem sutiã afinal, a transparência vai te deixar ainda mais linda.
lingerie 1 Lingerie para gordinhas
Mas além das peças especiais, para momentos mais apropriados, é ideal ter também, peças mais confortáveis, para o dia a dia, que é o caso deste modelo. Feito em preto com detalhes em dourado, ele é super apropriado para usar no dia a dia, e o melhor de tudo, é lindo.Para as mulheres que estão uns quilinhos acima do peso, tudo é mais complicado, arranjar roupas que se adequem ao corpo da melhor forma possível, deixando bonita, elegante e sexy.
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Do mulherescia
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"É possível ter prazer anal", diz Sandy em entrevista à Playboy


Sandy foi entrevistada para a edição de agosto da revista "Playboy", mês em que a publicação masculina completa 36 anos. "É possível ter prazer anal", afirmou a cantora.

A declaração foi publicada como chamada de capa da revista, que traz Adriane Galisteu estrelando seu segundo ensaio nu.

Sandy costuma ser discreta quando o assunto é sua vida pessoal. Ela é casada com o músico Lucas Lima, integrante do grupo Família Lima, desde setembro de 2009.

Na semana passada, o editor da "Playboy", Edson Aran, já havia avisado aos seus seguidores no Twitter que a revista traria uma entrevista de Sandy "que você nunca leu (E NEM LERÁ!) em nenhuma outra revista".

"Vale até a velha chamada de capa-clichê: 'Sandy como você nunca viu'", comentou Aran.

A declaração de Sandy provocou polêmica na Internet. No Twitter, o assunto ficou em segundo lugar no Trending Topics, que elenca os assuntos mais comentados na rede social.

Pouco depois, Sandy usou o Twitter para contextualizar a declaração. "Não foi bem aquela a minha resposta. Mas, tá valendo a brincadeira... rs... Eu nunca falei e não falo detalhes sobre minha vida sexual", comentou, sem explicar qual teria sido a sua resposta.

Lucas Lima, marido da cantora, também comentou o assunto no Twitter. "Bah, agora que vi os TT's !!!! Muhauahuahuahuahauhua!!!! Cheguei aqui na maior inocência!!!!!!!", escreveu, para pouco depois encaminhar aos seus seguidores uma frase de um fã. "Cresce número de homens no Fã-Clube de Sandy em Pelotas", brincou o rapaz.

Da Revista Quem

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Homossexuais já podem usar nomes sociais nas escolas

A cada vez que a transexual Maria Fernanda, 26 anos, é chamada pelo nome masculino do registro civil, seja por lapso ou maldade, sua intuição acusa o preconceito. “Às vezes a gente sente que é de propósito. Quando os professores são religiosos, aí é que chamam mesmo”, revela a estudante do 3º ano do ensino médio de um colégio estadual, no Cabula.

Nesta segunda-feira, 25, o Conselho Estadual da Educação deu um passo que pode beneficiar histórias como a de Fernanda. Por 18 votos a quatro, foi aprovado o parecer que concede o direito a transexuais e travestis de usarem seu nome social – identificação preferida à do registro oficial – no ambiente escolar.

“Quando o professor chama pelo nome civil, ele ostenta o preconceito”, reforça a presidente da Associação de Travestis e Transexuais de Salvador (Atras), Millena Passos.

O conselho também estendeu o direito às demais pessoas que fundamentem esta necessidade, como, por exemplo, donos de nomes incomuns.

Millena ( esq.), presidente da Assco. de Travestis, e a transexual Maria Fernanda celebram decisão

Arbítrio - Mas a aprovação do parecer não tem força de lei e não pode obrigar os estabelecimentos de ensino a seguirem seu entendimento. Entretanto, é um indicador de qual será a orientação da política estadual sobre o assunto. Para ser obrigatório, o tema teria que ser regulamentado numa resolução do conselho ou por lei estadual.

Estão subordinadas às decisões do conselho apenas as escolas de ensino fundamental e médio, além das universidades estaduais. Universidades particulares e as federais são reguladas pelo Ministério da Educação (MEC).

A direção da Secretaria de Educação do Estado, que anteriormente se mostrou favorável à medida, nesta segunda não comentou a decisão do conselho, pois ainda não havia sido informada oficialmente. Mas, a assessoria de comunicação da secretaria reforçou que o entendimento do conselho costuma ser seguido.

Proposta - Pela proposta do conselho, o nome social poderá ser usado no ambiente interno da instituição de ensino, como listas de chamadas, boletins, registros do aluno e, principalmente, no relacionamento com professores, funcionários e colegas. Mas documentos da instituição destinados ao público externo, como os diplomas, por exemplo, continuariam a usar o nome do registro civil.

Do Jornal A Tarde

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Adorei essa postagem: Beldades Plus Size !

Adorei tanto essa postagem que resolvi decidi para vocês:

"Resolvi fazer essa coluna de mulheres, lindas, beldades, maravilhosas, divas, poderosas, gostosas e PLUS !

Fotos sensuais de mulheres que merecem todo elogio do mundo e não tem vergonha de ser como são.

Essa é a primeira sessão das fotos, e claro suuuuuuper inspirada no #LINGERIEDAY.

Se inspirem nelas e mandem sua fotinha pra gente. Maiores detalhes aqui.









Espero que tenham gostado...beijo grande !!!"

Do Coisas de Gordinha
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ONU reconhece oficialmente grupo global gay

A principal entidade global de representação dos homossexuais, ILGA, foi formalmente reconhecida pela Organização das Nações Unidas, apesar da forte oposição de países africanos e islâmicos, segundo um relatório divulgado nesta terça-feira pela ONU.

Ativistas disseram que a decisão do Conselho Econômico e Social da ONU marca um importante avanço para as minorias sexuais, num momento em que elas estão sob crescente pressão em alguns países em desenvolvimento.

A ILGA (Associação Internacional de Gays e Lésbicas, na sigla em inglês) pleiteava há mais de uma década seu reconhecimento como membro consultivo da ONU, o que implica o direito em participar de reuniões da ONU, se pronunciar e fornecer informações a agências globais acerca do tratamento dado aos homossexuais.

A entidade, que diz ter 670 organizações afiliadas em 110 países, também poderá participar de reuniões do Conselho de Direitos Humanos da ONU, onde há um forte sentimento homofóbico -- embora essa instância tenha aprovado no mês passado, por estreita margem, a primeira resolução na história da ONU condenando a violência contra homossexuais.

Na sessão de segunda-feira do Conselho Econômico e Social, 29 países votaram a favor do reconhecimento da ILGA -- principalmente europeus e latino-americanos, mas também Índia, Coreia do Sul, Japão e Mongólia. Outros 14 -- países africanos e islâmicos, mas também Rússia e China -- votaram contra. Houve 5 abstenções.

O resultado reverteu o parecer de uma comissão da ONU contra o reconhecimento do grupo.

A sessão de segunda-feira da Ecosoc também resultou no reconhecimento do status consultivo de duas outras entidades -- uma ONG de questões trabalhistas, que atua principalmente na América Latina, e uma entidade síria de direitos humanos com sede em Paris.


Os EUA elogiaram o voto favorável à ILGA, dizendo que essa ONG está "comprometida com o respeito aos direitos humanos e liberdades universais". Já o Egito argumentou que a entidade não esclareceu suspeitas de que alguns de seus membros estariam ligados à pedofilia.

Falando em nome da União Europeia, a Polônia queixou-se de que alguns dos 19 integrantes da comissão que avalia as ONGs -- e que atualmente inclui Cuba, Paquistão, Rússia e China -- se opõem ao reconhecimento de entidades que criticam a situação dos direitos humanos nessas nações, ou por causa das causas que elas defendem.

Da Reuters
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Transexual consegue mudar de nome e gênero

A 7ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio autorizou um transexual a mudar seu nome e seu gênero sexual de masculino para feminino no registro civil. Luiz da Silva, que agora se chama Kailane, entrou com ação na Justiça após passar por uma cirurgia de adequação de sexo.

"É inimaginável, para a maioria das pessoas, a dantesca realidade dos transexuais, que vivem atormentados dentro de uma anatomia física que, psicologicamente, não lhes pertence. É sensato que a Justiça cerre os olhos para o drama daqueles que, em busca da felicidade e paz de espírito, têm a coragem de extirpar os próprios órgãos sexuais? É justo que essas pessoas, que chegaram ao extremo em busca de seus propósitos, tenham negado o direito à mudança de prenome e gênero sexual em seus assentos registrários, cerceando-lhe o direito de viver com dignidade? Certamente não", declarou o desembargador Luciano Sabóia em sua decisão.

Na primeira instância, o juiz deu parcial procedência ao pedido da autora, autorizando apenas a mudança do prenome, mantendo-se inalterado o gênero sexual. Kailane recorreu e, após analisarem laudos médico e psicológico, os desembargadores entenderam que não conceder a mudança do gênero sexual é uma ofensa ao direito personalíssimo à livre orientação sexual.

Segundo o relator do recurso, desembargador Luciano Sabóia Rinaldi de Carvalho, é inegável que a manutenção do gênero sexual masculino da autora, após a alteração de seu nome para o feminino, causará evidente exposição ao ridículo, o que o ordenamento jurídico repele frontalmente. Com informações da Assessoria de Imprensa do TJ-RJ.

Processo 0014790-03.2008.8.19.0002

Do Adjorisc
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Pesquisa revela que 55% dos brasileiros são contra união gay

Pesquisa do Ibope, divulgada nesta quinta-feira, revela que a sociedade brasileira é contra a união estável para casais do mesmo sexo. Segundo o estudo nacional, realizado entre os dias 14 e 18 de julho, 55% dos brasileiros são contra o casamento gay e 45% são favoráveis. As opiniões variam muito em função da religião, idade e escolaridade dos entrevistados. O instituto estimulou o debate após a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) em reconhecer a união gay.

A pesquisa apontou que as pessoas menos incomodadas com o tema são: mulheres, jovens, os mais escolarizados e as classes mais altas. As regiões Norte, Centro-Oeste e Nordeste se destacaram como as áreas do País com mais resistência às questões que envolvem o tema.

Em maio deste ano, por unanimidade e com placar de 10 votos a 0, os ministros do Supremo reconheceram a união estável para casais do mesmo sexo. Com isso, companheiros em relação homoafetiva duradoura e pública têm os mesmos diretos e deveres das famílias formadas por homens e mulheres.

Leia também: Direitos que os homossexuais ganham com a decisão do STF

Sobre tal decisão do STF, a pesquisa revelou que 63% dos homens ainda são contra, enquanto apenas 48% das mulheres são da mesma opinião. Entre os jovens de 16 a 24 anos, 60% são favoráveis. Já os maiores de 50 anos são majoritariamente contrários (73%). Entre as pessoas com formação até a quarta série do fundamental, 68% são contra. Na parcela da população com nível superior, apenas 40% não são favoráveis à medida.

As regiões Nordeste e Norte/Centro-Oeste dividem a mesma opinião: 60% são contra. No Sul, 54% das pessoas são contrários e, no Sudeste, o índice cai para 51%. O estudo engloba 2.002 entrevistas domiciliares em 142 municípios do território nacional, ouvindo toda a população de 16 anos ou mais. A margem de erro amostral é de dois pontos percentuais.

Adoção de crianças

Sobre adoção de crianças por casais do mesmo sexo, os resultados seguem a mesma tendência: 55% dos brasileiros se declaram contrários. Entre os homens, o indicador é mais alto, com 62%, da mesma forma que também é entre as pessoas maiores de 50 anos, onde 70% rejeitam a ideia. A tendência também se confirma entre os brasileiros com escolaridade mais baixa, até a quarta série, cuja contrariedade é declarada por 67%. Já nas regiões do País, os que se declaram contrários são 60% no Nordeste, 57% no Norte/Centro-Oeste, 55% no Sul e 52% no Sudeste.

Amigos gays

Em relação à possibilidade de um amigo revelar ser homossexual, a pesquisa identificou que a rejeição da população é sensivelmente menor. Para a grande maioria de 73% dos brasileiros, essa hipótese não os afastariam em nada das suas amizades. Outros 24% disseram que afastariam muito ou pouco e 2% não souberam responder.

Para as mulheres, 80% não se afastariam. Da mesma forma, 81% dos jovens de 16 a 24 não se afastariam e 85% das pessoas com nível superior de escolaridade também defendem que não haveria mudança na amizade. Em termos regionais, 79% das pessoas do Sudeste dizem que não se afastariam, enquanto estes são 72% no Norte/Centro-Oeste, 70% no Sul e 66% no Nordeste.

Médicos, policiais e professores

A pesquisa ouviu a população em relação à sua aceitação de homossexuais trabalharem como médicos no serviço público, policiais ou professores de ensino fundamental. Apenas 14% se disseram total ou parcialmente contra trabalharem como médicos, 24% como policiais e 22% como professores homossexuais. A parcela dos brasileiros que são parcial ou totalmente favoráveis é de 84% para o caso de médicos, 74% para policiais e 76% para professores.

Religião

Foi possível identificar que há maior tolerância nas pessoas cuja religião foi classificada na categoria “outras religiões”, onde 60% são favoráveis à decisão do STF. Dentre os católicos e ateus há total divisão, com 50% e 51% de aprovação à união estável de pessoas do mesmo sexo, respectivamente. A população de protestantes e evangélicos é a que se manifesta mais resistente, onde apenas 23% se dizem favoráveis à iniciativa do Supremo.

Do IG

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EM 60 DIAS GAYS PODERÃO SERVIR AS FORÇAS ARMADAS FORA DO ARMÁRIO, SE ASSIM QUISEREM

Homossexuais nas Forças Armadas de qualquer nação não deveria ser uma notícia dada assim com as ares de novidade. Se fossemos pesquisar a fundo, entre os grandes heróis militares da História Mundial com certeza devem ter inúmeros homossexuais... mas escondidos, uns talvez nem se considerem gays, outros tenham casado e constituido familia straight... quem sabe alguns se esconderam tanto da homofobia dentro das Forças Armadas que "deixaram" de ser gay. Homens e mulheres a serviço de sua nação, dando suas vidas como qualquer outro cidadão que por uma razão, paixão ou obrigação, acaba indo parar nas Forças de defesa de seu país.

A partir de hoje e em 60 dias, PELO MENOS nos Estados Unidos, estes cidadãos poderam enfim viver suas vidas pessoais sem temores. Terão o direito de decidir se querem ou não assumir sua sexualidade dentro do quartel. Direito de decidir sobre suas próprias vidas sem ter que calar-se ou viver uma mentira.


casal militar de lésbicas em matéria de revista do Exercito Britânico em 2009

Algo a se comemorar! Tomará que no Brasil a coisa mude também... eu mesmo já fui casado e namorei alguns militares de alto escalão, até delegado e coronel da policia militar e sei o quanto dedicado são estes profissionais, estes servidores que entregam a sua vida para proteção de gente que eles nem conhecem.

Obs.: a imagem é reprodução da revista do Exercito Britânico que em 2009 publicou pela primeira vez um militar gay na capa e fez uma extensa matéria sobre o assunto. Achei interessante postar isso aqui para ilustrar o momento norte-americano.

AHHHH! DETALHE: o exercito britânico não acabou e nem virou uma sauna gay... só pra constar aos homofóbicos de plantão.

Do Mix Brasil

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Minas Gerais tenta entrar no roteiro de turismo gay com pacote família

Minas Gerais se prepara para entrar na rota de férias de lésbicas, gays, bissexuais e travestis. A iniciativa parte do próprio governo mineiro que, no começo de julho, apresentou formalmente um roteiro voltado para este público durante o Salão de Turismo realizado em São Paulo.

“Existe a intenção do governo, e isso vem sendo trabalhado, de fomentar o turismo nessa área. É um público que deixa um benefício econômico e que merece ser bem atendido”, diz a secretária-adjunta de Turismo do Estado de Minas Gerais, Silvana Nascimento. No Brasil, estima-se que gays, lésbicas, bissexuais e transexuais movimentem, por ano, cerca de R$ 32 bilhões.

O roteiro de cinco dias é voltado para casais, tendo preço de R$ 1.190 por pessoa. No primeiro dia, é oferecido um jantar de confraternização em Belo Horizonte e, no segundo, o casal parte rumo a Ouro Preto e Mariana, tradicionais cidades históricas. No terceiro dia, o roteiro inclui Congonhas, São João del Rey e Tiradentes. O quarto dia é destinado apenas à cidade de Tiradentes, famosa pela gastronomia. No quinto dia é hora do retorno. Este é um dos diferenciais que Minas pretende oferecer. Se no Rio e em São Paulo as pessoas vão para encontrar o amor, em Minas elas vão para curtir a vida em família.



Candidata disputa concurso de Miss Brasil Gay em 2010, em Juiz de Fora: em sua 35ª edição neste ano, disputa é um dos mais tradicionais eventos turísticos de Minas Gerais

Casais

De acordo com dados do último censo, Minas é o terceiro Estado com maior número de casais homossexuais. São 4.098, enquanto há 10.170 no Rio de Janeiro e 16.872 em São Paulo. O Estado também fica em terceiro lugar no ranking de eventos voltados para este público. De acordo com informações divulgadas pela Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais, em 2011 Minas promove 18 eventos do gênero, contra 20 em São Paulo e 30 no Rio de Janeiro. Neste domingo (24), por exemplo, acontece a 14ª Parada do Orgulho LGBT em Belo Horizonte.

Os números chamaram a atenção do governo mineiro, que realiza um levantamento de cidades potenciais para receber as pessoas. A secretária-adjunta conta que o público homossexual se encaixa nos roteiros oferecidos em Minas, com enfoque para a cultura e a gastronomia.

“Estamos fazendo um levantamento dos lugares visitados por este público para capacitar hotéis, restaurantes. Hoje só temos uma empresa de turismo trabalhando com eles e elas em Minas. Não adianta apresentarmos novos roteiros sem termos pessoas capacitadas. É preciso qualidade e hospitalidade no atendimento”, diz Silvana, emendando que o público LGBT “é um público extremamente sofisticado e com alto poder de compra”. Os potenciais destinos, conta ela, incluem roteiros românticos, de gastronomia e roteiros culturais. No ano que vem, o governo decidirá se lança um programa voltado especialmente para o turismo LGBT ou se apenas entrará com apoio na divulgação e no treinamento de pessoas, por meio de parcerias.

Silvana diz ainda acreditar que o turismo LGBT aumente com a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de reconhecer a união homoafetiva - mais pessoas podem se sentir encorajadas a viajar em família, com a decisão da Justiça. Questionada sobre eventuais reações em Minas, ela diz: “Essa questão está superada. Estamos trabalhando as diversidades e isso é um ponto extremamente importante para o turismo.”

Resistências

Não é o que pensa o presidente do PSDB de Belo Horizonte, deputado estadual João Leite. Correligionário do governador Antonio Anastasia, Leite demonstrou surpresa ao ser informado pela reportagem sobre os projetos do governo em incentivar o turismo LGBT. “Isso não me foi informado e também a nenhum líder na Assembleia. Quero saber do que se trata para depois comentar, mas minha posição é clara sobre este assunto”, disse ao iG.

Evangélico, o deputado tucano já se manifestou em plenário contra os homossexuais, em discurso polêmico no dia 30 de março. "Quero criar meu filho para se casar com uma mulher; quero criar minhas filhas para se casarem com um homem. É meu direito, direito fundamental, está na Declaração Universal dos Direitos Humanos, está na nossa Constituição. Também é nosso direito ter a nossa fé, que tem um livro, a Bíblia, que combate o homossexualismo. Rasgamos a Bíblia? Rasgamos a nossa fé?", disse na ocasião.

O governador Anastasia foi procurado para comentar o assunto, por meio de sua assessoria, mas não se pronunciou.

Cidade histórica faz sua 4ª parada gay

Mesmo sem apoio público, as tradicionais cidades históricas já estão no roteiro. Em São João del Rey, por exemplo, o tradicionalismo religioso se mistura à celebração da diversidade. Coordenador do Movimento LGBT da cidade, Carlos Bem conta que, em outubro, acontecerá a 4ª Parada Gay do município. “Temos um estudo que mostra o potencial de impacto econômico da parada na cidade. Chega a R$ 1 milhão. Minas Gerais ainda está omissa em relação ao turismo LGBT. Estamos atrasados. Há um certo conservadorismo da gestão pública”, lamenta ele.

O presidente da Associação Brasileira de Turismo para Gays, Lésbicas e Simpatizantes (Abrat-GLS), Almir Nascimento, comemora o avanço de Minas ao se qualificar para entrar no segmento. “São Paulo já se prepara há quatro anos. Temos treinamento no Rio de Janeiro, Florianópolis, Recife e Salvador. As cidades históricas e Juiz de Fora recebem muitos turistas GLS. Partimos do pressuposto de que, em qualquer cidade, temos 10% de gays e lesbicas. Esse é o mercado a ser explorado”, afirma Almir Nascimento.

Juiz de Fora tem tradição

Há mais de 30 anos a cidade de Juiz de Fora, a 255 quilômetros de Belo Horizonte, promove o concurso Miss Brasil Gay, neste ano em 35ª edição. A população de pouco mais de 500 mil habitantes se prepara para no próximo mês receber 12 mil turistas interessados no concurso. “Se cada turista tiver gasto médio de R$ 1.000 entre transporte, hospedagem, alimentação, entretenimento, compras, podemos facilmente chegar à receita direta de 12 milhões de reais”, analisa Marcelo do Carmo, consultor de administração e marketing do Miss Brasil Gay 2011. O concurso, completa ele, tem custo estimado de R$ 200 mil e neste ano acontece em 20 de agosto.

O consultor do Miss Brasil Gay acredita que muito ainda precisa ser feito pelo turismo LGBT em Minas. “Ainda há muito o que ser trabalhado. Os destinos precisam se conscientizar. Como é um Estado tradicionalmente religioso e que baseia seus preceitos na tradicional 'família mineira', penso que grandes ações de sensibilização, conscientização, marketing e promoção ainda deverão ser implantadas”.

Juiz de Fora foi o cenário em que o capitão do Exército Darci Teixeira Dutra viveu por 35 anos com o companheiro José Américo Grippi, hoje com 66 anos. Em fevereiro deste ano, Grippi conseguiu decisão inédita no judiciário, o direito a uma pensão paga pelo Exército. Seu companheiro morreu em 1999. “Não pedi pelo dinheiro. O dinheiro é bom, mas não tinha intenção de prejudicar ninguém. Só queria o que é meu por direito. As pessoas precisam ter coragem de lutar pelos seus direitos”, disse ao iG.

Grippi se encaixa no perfil de quem frequenta o Miss Brasil Gay. Pesquisa da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) indica que 30% do público no concurso corresponde a pessoas locais com mais de 60 anos - um indício de que as resistências aos poucos começam a cair.

Do IG

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Um voto conservador pelos direitos dos gays americanos

Primeiro a quebrar a unidade republicana no Senado estadual de Nova York ao anunciar seu voto a favor do casamento gay, em junho deste ano, James S. Alesi alega que a decisão foi uma questão principalmente de consciência. Mas não só. Em 2009, juntamente com sua bancada, o senador opôs-se a um projeto de lei similar, que havia sido proposto pelo Partido Democrata. Dois anos - e alguns votos a menos - depois, o senador tomou consciência de que sua escolha não só contrariou suas convicções pessoais, como lhe trouxe um ônus político. “Meus eleitores da comunidade gay ficaram muito desapontados e eu perdi votos nas eleições legislativas estaduais”, conta Alesi. “De lá para cá, fui percebendo o quão angustiante minha decisão havia sido para as pessoas cujas vidas foram negativamente afetadas por ela. Prometi a mim mesmo que se tivesse a oportunidade de votar essa medida novamente, optaria pelo ‘sim’”.

Leia também: Sete políticos gays que já ocuparam posições de destaque

Nos Estados Unidos, cada membro da federação conta, além da Assembleia, com um Senado estadual. Nessa Casa, representantes de cada região do estado, como Alesi, têm um voto de peso em decisões polêmicas, como a do dia 24 de junho. Em entrevista ao site de VEJA, o senador descreve como transcorreram as negociações partidárias para a votação do projeto de lei que autorizará o casamento gay em Nova York a partir deste domingo. Ele conta que reflexões pessoais e estratégia política o fizeram mudar de posicionamento e o seu voto foi um dos quatro que decidiram a aprovação da medida.

O que fez o senhor mudar de ideia quanto ao casamento gay, apesar do posicionamento do seu partido? Eu sempre fui a favor da igualdade entre casais homo e heterossexuais. Mas, às vezes, no mundo político, as decisões são tomadas por razões estratégicas e não por convicções pessoais. Há dois anos, quando votamos o casamento gay pela primeira vez, o Partido Republicano era minoritário e optou por votar, em conjunto contra a medida. A intenção era evitar que a legenda perdesse votos nas eleições legislativas estaduais, que estavam muito próximas. Mesmo os democratas colocaram a medida em votação muito mais por estratégia política do que por qualquer outra razão. Eles sabiam que o projeto não seria aprovado. O resultado da decisão republicana foi que nós reconquistamos a maioria do Senado estadual e hoje controlamos a casa. Mesmo assim, meu voto não representou minhas convicções pessoais, o que foi muito angustiante. Eu prometi a mim mesmo que se tivesse a oportunidade de votar essa medida novamente, optaria pelo “sim” sem pensar nas consequências.

Algo ou alguém influenciou a sua decisão? Tenho que ser honesto e admitir que minha reflexão quanto ao casamento gay evoluiu com o decorrer do tempo. Há dez anos, todos pensavam de maneira muito diferente sobre o assunto. Hoje, não somente creio que essa é a decisão correta, como sinto-me muito apaixonado pelo tema. Muitos críticos dizem que nos Estados Unidos nós pregamos muito a igualdade, mas não a estendemos a todos.

Assim como na votação de 2009, neste ano o senhor também recebeu recomendações de votar com a sua bancada? Desta vez, nos foi dada a oportunidade de votar independentemente. Mas tivemos de divulgar nossos votos ao partido antes da votação e já sabíamos que a medida seria aprovada.

A maioria das religiões cristãs é contra o homossexualismo. Como cristão, a sua fé não pesou na hora de fazer a escolha? Essa não é uma questão religiosa, mas de igualdade de direitos civis. Quem deve decidir isso é o estado e não as igrejas. Eu vi muitos cristãos, que estavam rezando comigo, e eram contra o casamento gay. Mas, por outro lado, havia outros, na mesma igreja, querendo que a medida fosse aprovada por serem a favor da igualdade de direitos.

O senhor acredita que alguns republicanos sentiam-se inclinados a votar “sim”, mas optaram pelo “não” por questões estratégicas? Talvez uns cinco ou seis.

O senhor enfrentou alguma retaliação por causa de seu voto? Há dois anos, sim. Meus eleitores da comunidade gay ficaram muito desapontados e eu perdi votos nas eleições seguintes. Na área em que vivo, em Rochester, Nova York, existe uma comunidade GLBT (de gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros) relativamente grande. Não só eles, mas também seus familiares, amigos e colegas de trabalho são uma voz importante no meu eleitorado. Desta vez, eu tinha uma visão melhor do que meus eleitores esperavam. Na vida política, repito, você também evolui conforme a sociedade evolui nessas questões. Eu fui percebendo o quão angustiante minha decisão foi para as pessoas cujas vidas foram negativamente afetadas por ela. Vi que, diante da maioria do meu eleitorado, eu havia feito algo errado.

A sociedade americana também está se tornando mais tolerante? Não usaria a palavra “tolerante”, por que não é uma questão de tolerar os gays, mas de ampliar a igualdade civil. Hoje, as pessoas estão trabalhando ao lado de gays assumidos, elas têm filhos ou irmãos que são gays. Não há mais famílias gays e famílias heterossexuais, há famílias mistas. É difícil não ser tocado pela causa com tantas pessoas assim ao seu redor. Tudo isso se deve ao fato de que os homossexuais não mantêm mais sua vida em segredo, logo, a consciência sobre o tema é muito maior que há 10 anos. Não há só tolerância, mas sensibilidade.

Em que setores da sociedade americana essa mudança aparece mais? Entre os jovens e as pessoas de meia idade, na faixa dos 40 e 50 anos. Observando com cuidado é possível ver uma mudança expressiva de mentalidade ocorrendo nos Estados Unidos. Uma lei federal permite que casais gays adotem uma criança em qualquer parte do território americano. Mas se olharmos pouco tempo atrás, nos anos 1960, havia até leis contra casamento inter-racial.

O que a aprovação dessa lei em Nova York representa para os Estados Unidos? Nova York é um estado muito progressista. Em questões como essa, os nova-iorquinos tendem a aceitar mais as diferenças, já que convivem diariamente com nove milhões de pessoas completamente distintas em religião, país de origem e valores. Eu me lembro que quando estávamos discutindo a questão, um dos meus aliados disse: “Vamos votar essa medida e acabar com isso de uma vez”. Ao que eu respondi: “Não. Se aprovarmos esse projeto em Nova York, não estaremos terminando nada, apenas começando. Será o início de um movimento que nascerá em Nova York e se espalhará por todo o território americano”. Nosso estado é, de muitas maneiras, o lugar para onde todos os olhares dos Estados Unidos e do mundo se voltam. Ele pode liderar uma mudança nacional de atitude.

Da Revista Veja

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Padre Fábio de Melo condena crime homofóbico ocorrido no interior de São Paulo

padre Fábio de MeloO padre Fábio de Melo usou seu twiter para comentar o crime ocorrido semana passada na cidade paulista de São João da Boa Vista, quando um homem confundido com gay teve sua orelha decepada. "Um crime hediondo. Achar-se no direito de agredir alguém na tentativa de fazer prevalecer um modo de pensar. Desaprendemos muita coisa. O respeito, por exemplo", completou. Ele também criticou religiosos que usam a fé para justificar crimes homofóbicos. "O pior criminoso é aquele que sacraliza suas maldades. É o que se diz bendito, porque está protegido sob a frágil casca religiosa".

"A acentuação moral sobre os pecados da sexualidade e o esquecimento de outras questões importantes geram estas atitudes", diz o padre.

Sobre a homosseuxalidade, o padre disse recentemente: "Não sou eu quem vou fazer julgamento de ninguém. Todos nós temos nossas fraquezas e não vou entrar no mérito do que é certo ou o que é errado, porque todo mundo já sabe. A sexualidade é uma questão muito complexa. Quando nós falamos de sexualidade, parece que estamos falando do pior pecado do mundo. Pelo amor de Deus, não é isso. Nós não podemos tratar essas questões com esse moralismo cego, que nos impede de ver o outro" diz.

Do MixBrasil

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Agressões e mortes exigem criminalização "urgente" da homofobia, defendem especialistas

Crimes recentes e chocantes como a agressão a pai e filho confundidos com um casal gay em São João da Boa Vista (SP), no último fim de semana, ou o assassinato do operador Danilo Rodrigo Okazuka, 28, em Barretos, nesta terça (19), representam picos de violência que só podem ser revertidos caso se defina, “com urgência”, uma legislação específica que criminalize a homofobia.

A opinião é compartilhada por juristas e advogados especialistas em segurança pública e na defesa dos direitos de minorias consultados pelo UOL Notícias nessa terça-feira (20) --um dia depois da morte de Okazuka, segundo a polícia, por motivação homofóbica, e um dia após o juiz em São João ter negado a prisão preventiva de um dos agressores confessos do pai do jovem de 18 anos. Ele abraçava o próprio filho em uma feira agropecuária da cidade, pouco antes do ataque, e instantes depois de ter sido abordado por um grupo que questionava se eles eram um casal homossexual. O rapaz se feriu sem gravidade, mas o pai perdeu a maior parte da orelha direita.

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Os três especialistas ouvidos pela reportagem se mostraram preocupados com a frequência de casos --que se "popularizaram" na mídia principalmente após sucessivos ataques a gays na avenida Paulista, no ano passado, em São Paulo --e com a violência empregada contra pai e filho no interior paulista. Paralelamente, no Congresso brasileiro, o projeto de lei complementar que criminaliza a homofobia, o 122/2001, não tem sequer perspectiva de ser levado a votação, ante a grande resistência à matéria principalmente entre as bancadas religiosas. Mês passado, porém, o STF (Supremo Tribunal Federal) aprovou a união civil entre pessoas do mesmo sexo.

"Insensibilidade" na magistratura

Para Walter Maierovitch, desembargador do TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) e presidente e fundador do Instituto Brasileiro Giovanni Falcone de Ciências Criminais, a recente aprovação de mudanças nos critérios para prisões preventivas pode reforçar a conduta de criminosos que agem também contra as chamadas minorias.

Pela alteração vigente desde o último dia 4, por exemplo, pessoas que cometerem crimes leves --aqueles puníveis com até quatro anos de prisão –, e nunca antes condenadas por outro delito, só serão presas em caso de condenação final, em situações de violência doméstica ou quando houver dúvida sobre a identidade do acusado. Não é o caso, portanto, do agressor confesso do interior paulista.

“Atravessamos um momento muito difícil, e a opinião pública quer mudanças. Mas infelizmente temos leis equivocadas e morosidade na Justiça, o que só faz aumentar o sentimento de impunidade e a sensação de medo”, destacou. Na avaliação do jurista, mesmo que o conjunto de leis nem sempre atenda a demanda a contento, também há “a insensibilidade de muitos magistrados que, cada vez mais, adotam uma linha ideológica perigosa”: “Uma prisão dessas [em caso de homofobia] nada tem a ver com prisão de sentença final, é uma medida de segurança social. Manter soltas pessoas que violam direitos elementares, que não conseguem ter uma visão de sociedade igualitária, é algo muito perigoso ---são crimes de caráter grave, ou, como no caso desse pai agredido, gravíssimo: são pessoas que não conseguem dominar os próprios impulsos”, defende.

Maierovitch se diz contrário à criminalização da homofobia por avaliar --a partir de outros países que criminalizaram, por exemplo, o uso de entorpecentes --que a medida não reduziria os casos. Mas ressalvou: “Ainda que eu não acredite que criminalizando se vá reduzir o número de casos, estamos em um estágio perigoso legitima, sim, a criminalização. É pela educação e por mudanças culturais que isso se resolve, mas esses bandos têm saído impunes e não dá para a sociedade ficar sem uma resposta”.


Reforço na luta pela criminalização

Para a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), situações como as registradas em Barretos e São João da Boa Vista não tiram a força da discussão sobre a criminalização.

“Temos uma legislação estadual em São Paulo [a lei 10.948/2001] que pune homofobia na esfera administrativa --com multas e outras sanções, por exemplo, a quem discrimina essas minorias no comércio. Mas não há nada no sentido de criminalizar, por isso precisa haver lei federal”, pondera a presidente da comissão de Diversidade Sexual e Combate à Homofobia da OAB-SP, Adriana Galvão. “E o Congresso tem que refletir sobre isso, pois daqui a pouco não teremos mais o limite do respeito em nenhum aspecto --senão é muito simples uma pessoa simplesmente caminhar, conversar e outros acharem que, homossexual, ela tem que ser agredida”, destacou.

Conforme a advogada, a comissão foi criada em janeiro deste ano e, de março até semana passada, recebeu pelo menos 38 denúncias de supostas vítimas de homofobia. O número é considerado alto pela comissão. “Não há o Estatuto do Idoso, o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), a Lei Maria da Penha? Precisamos sim de uma lei que proteja o homossexual, pois está em grupo que é vitimizado –inúmeras vezes, verbalmente, mas é disso que deriva uma agressão física”, concluiu.

Estatuto LGBT

A presidente da comissão da Diversidade Sexual na OAB nacional, a gaúcha Maria Berenice Dias, disse que até o final do mês que vem a ordem apresentará um projeto de Estatuto da Diversidade Sexual que trata dos direitos da população de gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT).

Especialista em direito de famílias formadas a partir da união homoafetiva, a advogada explicou que o estatuto tratará não apenas de adoção por casais do mesmo sexo, como a punição para atos de discriminação ou preconceito contra homossexuais.

“Fatos como o desse pai agredido infelizmente acontecem e só evidenciam a necessidade de uma legislação específica –a falta de lei é que dá a sensação de impunidade e legitima esse tipo de ação. Afinal, as pessoas podem ter uma convicção pessoal ou religiosa, mas não podem afrontar o direito do outro”, definiu.

Do UOL

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Numero de processos por homofobia em 2011 aumentam

A coordenadora de Diversidade Sexual da secretaria, Heloísa Gama, atribui o aumento à divulgação da lei. "As pessoas têm procurado denunciar mais." Segundo ela, as campanhas de conscientização no interior do Estado surtem efeito. "Estamos recebendo um número de denúncias no interior que está preocupando. A gente tem sentido que o número de denúncias tem aumentado", disse. A Secretaria de Justiça e Defesa da Cidadania de São Paulo já instaurou, neste ano, mais processos de homofobia do que em todo o ano passado. Segundo o órgão, em 2010 houve 33 processos por desrespeito à Lei Estadual 10.948, de 2001, que proíbe a discriminação por orientação sexual; em 2011, até agora, houve 40 registros. Para Heloísa, desde o ano passado o debate em torno dos direitos LGBT ficou mais acirrado. "Temos sentido que desde o ano passado essas questões têm sido mais discutidas. Por outro lado, tem havido uma animosidade muito grande de alguns setores religiosos. E essa animosidade acaba fomentando violência." A identificação específica das ocorrências envolvendo violência contra LGBTs é apontada pela coordenadora com uma necessidade para fortalecer o combate a esses crimes. Atualmente, lembra Heloísa, as ocorrências policiais registram esses fatos apenas como agressões ou ameaças, sem a identificação da motivação homofóbica. "Essa é uma luta do movimento LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e trangêneros) há muitos anos. Ter um dado estatístico mais fidedigno, até para poder combater."

Do G.Online
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Lunender Plus desfila no Fashion Weekend Plus Size‏

A Lunender Plus faz sua estreia apresentando 20 looks da coleção primavera-verão 2011. Entre as modelos que desfilarão pela marca destaque para Silvia Neves, que participa também da campanha de verão 2011/12 da Lunender Plus.

A Primavera-Verão 2011 da linha Lunender Plus é inspirada na mulher real, que precisa de peças confortáveis e adequadas ao seu corpo, mas que estejam dentro das últimas tendências da temporada. A Lunender Plus se preocupa em desenvolver roupas que aliem conforto e beleza para deixar as mulheres seguras e confortáveis com seu corpo.

Para esta temporada, a inspiração navy continua e vem complementada com estampas na temática de pin-ups. Os anos 70 voltaram com tudo, seja nas pantalonas, nas saias longas e na padronagem animal print. Para as românticas, tons aquarelados, detalhes de renda e modelagens que marcam a cintura.

A coleção Primavera-verão 2011 Lunender Plus é composta por cerca de 24 peças entre tops, bottoms e vestidos em modelagens especialmente pensadas para um melhor caimento. A cartela de cores da coleção traz o azul, forte tendência para a temporada, além de tons avermelhados e os caramelos. Para as românticas, variações de tons pastéis garantem a suavidade e o frescor que pedem os looks da estação.

A Lunender Plus utiliza tecidos de qualidade que garantem fluidez, estabilidade e um toque delicado, como as malhas como a tecnologia Soft Colour Shine. Todos as roupas da linha Plus são testadas em uma modelo de prova para garantir que o produto final seja perfeito para nossas consumidoras. A coleção Primavera-Verão 2011 Lunender Plus pode ser encontrada nas melhores multimarcas do Brasil.

Conheça a coleção Lunender Plus, clique aqui.

Do Gordinhas Lindas

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Fashion Weekend Plus Size chega à quarta edição

Cada vez mais valorizada, a moda feita para as mulheres que vestem tamanhos GG não é mais um tabu no meio fashion. Muito pelo contrário: está presente nas vitrines, nos editoriais de moda e nas lojas – especializadas ou multimarcas. Grifes consolidadas em tamanhos convencionais e novas marcas focadas no Plus Size surgem a todo instante e reforçam a ideia de que todas podem se vestir dentro das tendências da estação, mesmo usando um manequim acima do 44.

O “Fashion Weekend Plus Size” – FWPS apresenta – e representa – justamente isso. Em sua quarta edição, o evento, dirigido pela jornalista, modelo e empresária Renata Poskus Vaz, referência no meio Plus Size brasileiro, conta com um line up diversificado de grifes que apresentarão seus lançamentos para o verão 2012. O desfile aconteceu no dia 16 de julho, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo (SP).

A quarta edição do evento conta com patrocínio do Shopping Frei Caneca e apoio da Rosset Têxtil e do Instituto Embelleze, que assinará o cabelo e a maquiagem do casting de 40 modelos que desfilarão nesta edição.

Do Gordinhas Lindas

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Chega de trocar de roupa!


Confirmou a união favorável entre tecnologia e moda. Depois de muitos experimentos referentes ao tema, um novo protótipo foi anunciado na tentativa de revolucionar o mercado de vestuário. O Japão é conhecido por investir pesado em tecnologia e uma das áreas mais estudadas hoje em dia é a nanotecnologia – nome dado pra tecnologia em escala atômica.

BEANS é um novo projeto colaborativo realizado entre cientistas e estudantes que incorpora a nanotecnologia às células do tecido durante o processo de fabricação das roupas. O resultado são tecidos mais flexíveis e “condúcteis”. Como assim? Bom, um exemplo é o vestido pode alterar a temperatura do corpo por estímulos elétricos conduzidos pelas ‘nanocélulas’ – por exemplo, se está muito frio, o vestido esquenta, e se está muito calor ele fica mais frio… O máximo, não? E o mais legal é que tudo isso pode ser acionado conectando a peça ao celular ou ao GPS - praticidade!
Essa invenção está apenas em fase de teste, mas já tem gente falando que roupas e internet estarão conectadas muito em breve. Será?! Sapato da Miu Miu, me passa um e-mail!

Do MSN

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Companheiro de professor da UFMG ganha na Justiça direito a pensão

Seis anos depois de brigar pelos direitos a pensão por morte de professor, com quem mantinha relação estável, paisagista irá receber da UFMG valores corrigidos desde 2004

Uilian dos Anjos Oliveira GonzalesA Justiça Federal concedeu decisão favorável ao companheiro de um professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) que requereu à instituição o benefício de pensão por morte. A juíza da 12ª Vara Federal, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, Rosilene Maria Clemente de Souza Ferreira, reconheceu a união de 17 anos e determinou que a UFMG faça os depósitos a partir de agosto com valores corrigidos desde a data da morte do professor Fernando César Cabral, da Faculdade de Ciências Econômicas, aos 69 anos, em julho de 2004. A sentença foi divulgada em 11 de julho.

Há seis anos, o paisagista Uilian dos Anjos Oliveira Gonzales, de 38 anos, faz da saudade o combustível para lutar por seus direitos. Os dois se conheceram quando Uilian ainda era um adolescente e a paixão por barcos fez surgir uma grande amizade. No veleiro Pukulo, comprado na década de 90, Fernando e Uilian experimentaram seus melhores momentos e aproveitaram a vida, em companhia do schnauzer Tuila Tarpe Guido III, carinhosamente chamado de Binha. Em outubro de 2003, Fernando descobriu um câncer de pulmão, que o levou à morte nove meses depois.

“Esse era o desejo do Fernando, mas a doença foi muito repentina e não deu tempo de cuidar de nada que não fosse a saúde dele. Os médicos disseram que Fernando ainda teria cinco anos pela frente, mas a última vez que saímos juntos foi no dia do meu aniversário. Ele se sentiu mal e, em vez de irmos ao shopping, o levei para o hospital. Dias depois, ele morreu e meu mundo acabou. Escolhemos um ao outro para formar uma família, viver em paz e correr o mundo juntos. Sinto muito a falta da companhia dele e das conversas que tínhamos, mas fico feliz com essa decisão, não pelo dinheiro, mas porque houve o reconhecimento daquilo que eu já sabia e precisei provar”, disse o paisagista.

Documentos
À época do requerimento administrativo à universidade, Uilian apresentou documentos, fotos, correspondências e testemunhas que confirmassem o relacionamento estável e duradouro, mas a instituição alegou que não havia amparo em seu estatuto para conceder a pensão por morte e sugeriu que ele recorresse à Justiça comum. Fernando foi professor da UFMG por 25 anos, lá se aposentou e, a partir daí, velejou por toda a costa brasileira com o companheiro. A doença interrompeu o sonho de dar a volta ao mundo e deixou Uilian submerso na depressão. Há cerca de três anos ele foi à Justiça.

“Lidar com uma doença terminal é uma das piores experiências que se pode ter na vida. Em meio ao tratamento de quimioterapia, eram 15 dias no hospital e dois em casa. Passei todo o tempo com ele, tínhamos uma relação pura, verdadeira e simples. Fernando tinha os olhos azuis que irradiavam alegria. Ele me incentivava, suas conversas me instruíam, me educavam. Ele era um empreendedor e me deixou isso. Às minhas próprias custas, me formei em administração. Fiz por mim e por ele também, que acreditava que eu ia conseguir. Foram muitos anos juntos e por isso é difícil ter que provar a sua história”.
A universidade informou que vai se pronunciar quando for formalmente comunicada sobre a decisão. Para o advogado de Uilian, Hermann Wagner Fonseca Alves, que acompanhou a entrevista, a pedido do paisagista, o “pensar social” mudou muito. “Essa resistência vai ficando fora de moda. Serão mais dois ou três anos com questões deste tipo e o assunto vai ser encerrado porque a Justiça já analisa de outra forma”.

Caso semelhante em 2004
Esta não é a primeira vez que a Justiça determina pagamento de pensão a companheiros de funcionários da universidade. Em fevereiro do ano passado, a UFMG teve que incluir o companheiro de um professor aposentado como beneficiário da pensão civil vitalícia, prevista na Lei 8.112/90. Os dois viviam em união homoafetiva há mais de 20 anos e a decisão foi do Tribunal Regional Federal da 1ª Região. A universidade alegou ausência de previsão legal e sustentou que para a caracterização da união estável era necessária a diversidade de sexos.

Para comprovar a relação homoafetiva, o requerente anexou ao processo notas de despesas domésticas, seguros de vida, testamentos recíprocos, contrato de firma de engenharia para construção da casa deles, conta bancária conjunta e pedido de antecipação de restituição do Imposto de Renda em nome dos parceiros.Desde 5 de maio, decisão do Supremo Tribunal Federal estabelece que os casais homossexuais têm os mesmos direitos e deveres que a legislação brasileira já estabelece para os casais heterossexuais. Assim, o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo passou a ser permitido e as uniões homoafetivas a ser tratadas como um novo tipo de família. O julgamento do Supremo, que aprovou por unanimidade o reconhecimento legal da união homoafetiva, tornou praticamente automáticos os direitos que já eram obtidos com dificuldades na Justiça e põs fim à discriminação legal dos homossexuais.

As uniões homoafetivas passaram a ser colocadas, com a nova norma, ao lado dos três tipos de família já reconhecidos pela Constituição: a família convencional formada com o casamento, a família decorrente da união estável e a família formada, por exemplo, pela mãe solteira e seus filhos. E como entidade familiar, as uniões de pessoas do mesmo sexo passam a merecer a mesma proteção do Estado. O que implica reconhecimento ao direito de receber pensão alimentícia, acesso à herança de seu companheiro (ou companheira) em caso de morte, inclusão como dependentes nos planos de saúde, adoção de filhos e o registro em seus nomes, entre outros direitos.

Do Estado de Minas - Via: Mundo Alternativo

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Sobre este blog

Aqui eu não sou homem ou mulher. Sou um adepto do crossdresing. Sou uma Crossdresser - CD ou CDzinha. Desde os 9 anos, adoro lingeries e roupas sexyes. Levo uma vida normal masculina e tenho uma vida clandestina feminina.

Me proponho aqui a falar um pouco de tudo, em especial das Crossdressers, dos transexuais, dos Travestis e da enorme comunidade
LGBT existente em todo o mundo. Um estilo de vida complicado e confuso (para alguns)... Este espaço também se presta para expor a minha indignação quanto ao ódio e preconceito em geral.

Observo que esse é um blog onde parte do que aqui posto pode ser considerado como orientado sexualmente para adultos, ou seja, material destinado a pessoas maiores de 18 anos. Se você não atingiu ainda 18 anos, ou se este tipo de material ofende você, ou ainda se você está acessando a internet de algum país ou local onde este tipo de material é proibido por lei, NÃO siga 'navegando'.

Sou um Crossdresser {homem>mulher} casada {com mulher - que nada sabe} e não sou um 'pedaço de carne'.

Para aqueles que eventualmente perguntam sobre o porque do termo 'Crossdresser GG', eu informo que lógico que o termo trata das minhas medidas. Ja que de fato visto 'GG'. Entretanto alcunhei que 'GG' de Grande e Gorda, afinal minhas medidas numéricas femininas para Blusas, camisetas e vestidos são tamanho: 50 e Calças, bermudas, shorts e saias são tamanho: 50.

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