Uma Crossdresser Gordinha Complicada e Imperfeita

Paraíba: Estado tem 12 assassinatos por homofobia em 2011

Segundo o Grupo Gay da Bahia mortes subiram 64% em relação a 2010. Em todo ano passado foram 11 assassinatos por motivação homofóbica.

Marx NunesEm apenas oito meses, 12 pessoas foram assassinadas na Paraíba em crimes cometidos por motivação homofóbica, de acordo com dados do Grupo Gay da Bahia (GGB), organização que contabiliza e estuda este tipo de violência em todo o Brasil . O levantamento coloca a Paraíba em segundo lugar no ranking de assassinatos ligados à homofobia cometidos este ano na região Nordeste, perdendo apenas para Pernambuco, com 15 mortes. No entanto, levando em consideração a diferença populacional, o estado ocupa a primeira posição no Nordeste.

Nos primeiros meses deste ano, a entidade já contabilizou 144 mortes em todo Brasil. O caso mais recente na Paraíba foi do jovem Marx Nunes Xavier, de 25 anos. Ele era heterossexual, mas acabou sendo atingido por um tiro no pescoço quando defendia um homossexual que teria sido agredido fisicamente por estudante de 20 anos que segue foragido. O crime aconteceu no último dia 8 na Praia do Jacaré, na Grande João Pessoa.

Em 2010, o GGB contabilizou 260 homicídios no país, sendo 11 deles na Paraíba. O presidente da GGB, Luiz Mott, explicou que 43% dos crimes cometidos no ano passado aconteceram somente no Nordeste. O representante do Movimento do Espírito Lilás (MEL) na Paraíba, Renan Palmeira, acredita que os dados são reflexo da pesquisa divulgada pelo Ibope em julho. Nela é possível observar a intolerância da população em relação à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a união estável para casais do mesmo sexo. “A pesquisa mostrou que os homens são mais homofóbicos que as mulheres. Os que têm menos acesso à informação e escolaridade. A homofobia é fortalecida na faixa etária de 50 anos pra cima”, lamentou Renan que viu nesse dados o perfil da população nordestina.

Já o delegado Marcelo Falcone, que trabalhou cerca de dois anos na Delegacia Especializada em Crimes Homofóbicos em João Pessoa, explicou que a homofobia é fortalecida também pelos grupos mais conservadores. “As igrejas pregam cada vez mais contra os homossexuais. Elas demonizam o homossexualismo”. Ainda de acordo com o delegado, a tendência é que, "infelizmente", esses crimes aumentem. “Os homossexuais estão se expondo mais na mídia. O grupo tem chamado mais atenção e por isso é passível de mais preconceito porque apesar das pessoas acharem que as coisas estão melhores, os setores mais conservadores criam mais preconceitos”, lamentou Marcelo Falcone.

Ranking
No ranking preliminar deste ano do Grupo Gay da Bahia o estado de Pernambuco aparece em primeiro lugar com 15 mortes motivadas por homofobia. A Paraíba aparece em segundo (12 mortes) e a Bahia, em terceiro (11). Em seguida estão os estados de Alagoas (9), Ceará (6), Maranhão e Rio Grande do Norte (4), Sergipe (3) e Piauí com duas mortes. Se levado em conta todo o país, o estado de São Paulo é o que tem o maior número de mortes por homofobia, segundo o GGB: são 17 neste ano.

Algumas soluções, apontadas pelo delegado e ainda pelos representantes do MEL e GGB, para a diminuição dos crimes seria a aprovação do Projeto de Lei Complementar 122/206 que criminaliza a prática homofóbica e ainda o investimento na educação.

“O poder público precisa investir na conscientização da população porque muitas vezes as pessoas cometem o crime por ignorância”, finalizou o delegado.

Crimes aumentaram 64,83%
Comparando os dados de 2010 com os que já foram contabilizados nos oito meses deste ano, é possível observar um aumento de 64,83% nos homicídios com motivação homofóbica na Paraíba. Caso os crimes se mantenham neste ritmo, no fim do ano o estado terá uma saldo de 18 mortes.

Sem levantamento oficial
No Brasil ainda não existe um levantamento oficial sobre os crime desta natureza. As entidades e movimentos interessados neste estudo colhem os dados que são divulgados na imprensa e repassam para o Grupo Gay da Bahia que se encarrega de realizar todos os anos o Relatório de Assassinato de Homossexuais.

“Essa é uma das grandes falhas do Ministério da Justiça que não faz, por incompetência, esse levantamento, ou até porque não querem revelar essa posição vergonhosa de ser o país mais homofóbico”, de acordo com Mott. Ele revelou que no ano passado foram contabilizados 260 assassinatos no Brasil, fazendo com que o país ocupasse o primeiro lugar no ranking mundial. Em segundo lugar ficou o México, com 35, e em terceiro os Estados Unidos, com 25. Números bem inferiores aos registrados no Brasil.

Maria FranciscaCrimes homofóbicos
Renan Palmeira explicou que diferente dos demais crimes, os com motivação homofóbica tendem a ser extremamente violentos. “Os criminosos matam pelo ódio. Eles querem banir aquela pessoa da face da terra. É um crime que tem um grau de perversidade muito alto com genitálias arrancadas, cortes na garganta ou ainda dezenas de facadas”, disse o representante do MEL.

A mãe de Marx Nunes, Maria Francisca, contou que o filho acabou sendo uma vítima deste tipo de crime porque foi defender um homossexual que estava sendo espancado. "Ele detestava injustiça. Ele queria apaziguar. Sembre gostou muito de ajudar", lamentou Maria Francisca que hoje tenta ajudar as mães de homossexuais que perderam os filhos de maneira violenta.

“Os crimes contra os homossexuais são mais bárbaros. Os assassinos querem punir as pessoas pela orientação sexual. É possível observar requinte de crueldade”, disse o delegado Falcone, atualmente responsável pela Delegacia de Homicídios de João Pessoa. De acordo com a pesquisa do GGB, 43% dos homicídios cometidos no ano passado foram com o uso de revólver, 27% com faca, 18% espancamento/pedradas e 17% por sufocamento/enforcamento.

Em muitos casos, os autores dos homicídios são os acompanhantes das vítimas. “Isto acontece muito entre os homossexuais do sexo masculino que contratam garotos de programa. Existe um preconceito muito grande porque esses rapazes não se sentem gays. Como foi o caso do professor Valderi Carneiro”, disse o delegado. No dia 9 de julho o professor de língua portuguesa, de 44 anos, foi assassinado em uma pousada da cidade de Campina Grande, na Paraíba, por garotos de programa.

info homofobia paraiba

fonte: G1 - Via: Mundo Alternativo

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Estudo mostra que o desejo bissexual existe

Pesquisadores da Northwestern University encontraram evidências científicas de que alguns homens que se identificam como bissexuais são, de fato, sexualmente excitados por homens e mulheres

BissexualidadeA constatação não é surpresa para bissexuais, que, há muito tempo, afirmam que a atração erótica, muitas vezes, não se limita a um sexo. Mas por muitos anos a questão da bissexualidade tem intrigado cientistas. Um estudo amplamente divulgado, publicado em 2005, também feito por pesquisadores da Northwestern University, relatou que "em relação à excitação sexual e atração erótica, a bissexualidade masculina existe e pode ser comprovada."

Mas o estudo pareceu também apoiar o estereótipo de homens bissexuais como homossexuais enrustidos. Agora, num novo estudo, publicado online na revista Biological Psychology, os pesquisadores tiveram critérios mais rigorosos de selecção dos participantes. Para melhorar suas chances de encontrar homens estimulados por mulheres, assim como homens estimulados por homens, os pesquisadores recrutaram sujeitos de espaços on-line especificamente dedicados a promover encontros entre bissexuais.

Os pesquisadores também exigiram que os participantes tivessem experiências sexuais com pelo menos duas pessoas de cada sexo e um relacionamento romântico de no mínimo três meses com pelo menos uma pessoa de cada sexo.

No estudo de 2005, por outro lado, os homens foram recrutados através de anúncios em publicações gays e alternativas e foram identificados como heterossexuais, bissexuais ou homossexuais, critério baseado em respostas a um questionário padrão.

Em ambos os estudos, os homens assistiram vídeos eróticos feitos para homens e mulheres, mostrando intimidade com ambos os sexos, enquanto sensores genitais monitoravam suas respostas em termos de ereção. Enquanto o primeiro estudo relatou que os bissexuais geralmente tinham reações físicas que se assemelhavam às de homossexuais em suas respostas, o novo estudo encontrou os homens bissexuais que responderam fisicamente aos dois tipos de vídeos, masculinos e femininos. Já os homens gays e heterossexuais que participaram do estudo não apresentaram a mesma resposta física, independentemente do vídeo exibido.

Ambos os estudos também descobriram que os bissexuais relataram excitação subjetiva para ambos os sexos, não obstante as suas respostas genitais.

— Alguém que é bissexual pode dizer, 'Bem, não posso acreditar" — comentou Allen Rosenthal, o principal autor do estudo da Northwestern University, estudante de doutorado em psicologia na universidade. — Mas esta será a resposta a muitos homens bissexuais que tinham ouvido falar sobre o trabalho anterior e que sentiram que os cientistas não os estavam reconhecendo.

O estudo da Northwestern é o segundo publicado este ano para relatar um padrão distinto de excitação sexual entre os homens bissexuais. Em março, um estudo na revista Archives of Sexual Behavior relatou os resultados de uma abordagem diferente para a questão. Como no estudo de Northwestern, os pesquisadores mostraram aos participantes vídeos eróticos de dois homens e duas mulheres. Os participantes foram também monitorados genitalmente, assim como sua excitação subjetiva. Os vídeos também incluíram cenas de relações sexuais entre homens, assim como entre uma mulher e outro homem,.

Os pesquisadores Jerome Cerny, professor de psicologia aposentada da Indiana State University, e Erick Janssen, cientista sênior do Instituto Kinsey descobriram que os homens bissexuais eram mais suscetíveis do que os heterossexuais ou gays a experimentar excitação tanto genital e quanto subjetiva, enquanto assistiam esses vídeos.

A Dra. Lisa Diamond, professora de psicologia da Universidade de Utah e especialista em orientação sexual, disse que os dois novos estudos, em conjunto, representaram um passo significativo para demonstrar que os bissexuais têm padrões de excitação específica.

— Entrevistei um monte de pessoas sobre como é desanimador quando seus próprios familiares acham que eles estão confusos ou passando por uma fase ruim ou em negação de sua condição sexual — disse ela. — Estas linhas convergentes de evidências, usando diferentes métodos e estímulos dá-nos a confiança científica para dizer que a condição bissexual é algo real.

Os novos estudos são relativamente pequenos em tamanho, tornando-se difícil traçar generalidades, especialmente desde que os homens bissexuais podem ter níveis variados de atração sexual, romântico e emocional para os parceiros de ambos os sexos.

Os estudos não revelam nada sobre os padrões de excitação entre as mulheres bissexuais. O estudo incluiu 100 homens selecionados pela Northwestern, estritamente divididos entre bissexuais, heterossexuais e homossexuais. O estudo feito por Archives of Sexual Behavior incluiu 59 participantes, entre eles 13 bissexuais confessadamente.

O novo estudo da Northwestern foi financiado em parte pelo Instituto Americano de Bissexualidade, um grupo que promove pesquisa e educação sobre bissexualidade. Ainda assim, defensores expressam sentimentos mistos sobre a pesquisa.

Jim Larsen, 53 anos, presidente do Projeto de Organização Bissexual, grupo de defesa baseado em Minnesota, disse que as descobertas poderiam ajudar bissexuais ainda estão lutando para aceitar a si mesmos.

— É ótimo que os cientistas publiquem a afirmação que a bissexualidade existe. Tendo dito isso, eles estão provando o que nós, na comunidade, já conhecemos. Eu acho que é lamentável que alguém duvide de um indivíduo que diz: 'Isto é o que eu sou e quem eu sou."

Ellyn Ruthstrom, presidente do Centro de Recursos Bissexuais em Boston, repetiu desconforto Larsen.

— Assim é a sexualidade e são as relações de estimulação sexual. Os pesquisadores querem enquadrar a atração bissexual em uma pequena categoria — você tem que ser exatamente o mesmo, atraído por homens e mulheres, e então você é bissexual. Isso é um absurdo. O que eu amo é que as pessoas expressam sua bissexualidade em tantas maneiras diferentes.

Apesar de seu louvor ao cuidado com a nova pesquisa, Dr. Diamond também observou que o tipo de excitação sexual testada nos estudos é apenas um elemento de orientação sexual e de identidade. E simplesmente interpretar os resultados sobre a excitação sexual é complicado porque o monitoramento da resposta genital para imagens eróticas em um ambiente de laboratório não pode replicar uma real interação humana, acrescentou.

— A excitação sexual é uma coisa muito complicada. O fenômeno real no dia-a-dia é extremamente confuso e multifatorial...

fonte: Extra Online

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Senador questionado por foto nu publicada em site gay renuncia

O presidente do Senado do estado de Porto Rico, Roberto Arango, demitiu-se ontem depois de serem divulgadas fotos suas muito reveladores que tinham sido publicadas num site de encontros para homens que procuram sexo com outros homens.

Roberto Arango era também o líder do partido PNP (New Progressive Party of Puerto Rico) que tinha a maioria na assembleia.

As fotos divulgadas pelos media apresentam o senador deitado numa cama completamente nú com o seu traseiro visível e com o telemóvel que tirou a foto a cobrir a sua cara, noutra foto aparece de tronco nú, novamente com um telemóvel a cobrir a cara. As fotos estavam disponíveis num perfil da popular aplicação com localização geográfica Grindr disponível no iPhone e usada por homens gays e bissexuais que procuram relacionamento com outros homens.

O ex-senador justificou-se numa entrevista televisiva em que lhe apresentaram uma foto sua em tronco nu dizendo que "tem perdido peso", que tem tirado muitas fotos durante o processo, mas "não se recorda de ter tirado esta foto em particular", mas não nega que o pode ter feito. Além das semelhanças físicas a pessoa na foto de tronco nú usa o mesmo colar que o senador usou em eventos públicos.

Roberto Arango site Gawker

senador Roberto Arango


O escândalo ainda é mais amplificado pelo facto de Roberto Arango ter sido um forte opositor aos direitos LGBT no estado e votou contra a igualdade no casamento para gays e lésbicas, e também contra a adopção por casais do mesmo sexo. Também foi um dos defensores de uma emenda constitucional que teria alterado a definição de casamento no texto fundamental do estado para incluir exclusivamente "um homem e uma mulher".

A aplicação Grind já tem mais de 300'000 utilizadores em quase 80 países.

Do Portugal Gay

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O Crossdressing e o conceito de "A Mulher Invisivel"


"Deprimido após ser abandonado pela mulher, Pedro encontra a mulher ideal, Amanda, e apaixona-se por ela, porém só ele a vê."

A Mulher Invisível - 2009 escrito e dirigido por Cláudio Torres.


Analisando a teoria utilizada para a criação do citado filme, onde um homem ao imaginar uma mulher ideal, cria um personagem que só ele a enxerga como ela realmente é. Ela usa as roupas que ele gosta de ver uma mulher usando (roupas curtas e sexys que uma mulher usualmente não usa 24 horas por dia), realiza todos os seus desejos, está sempre pronta e sorridente quando ele necessita.


Cruzando as informações com o que acontece no crossdressing, vemos que basicamente é a mesma coisa, mas ao contrário do fictício Pedro, o Crossdresser materializa a mulher idealizada emprestando a ela seu próprio corpo.

Contudo "essa mulher não ama ou deseja um parceiro homem", ela apenas satizfaz os desejos do Crossdresser que a criou.

O Crossdresser na medida em que se identifica com o homem qu ele é, tem um prazer masculino centrado em seu corpo; próprio do homem heterosexual que deseja uma e ao mesmo tempo , embora permaneça ancorado em sua identificação masculina, quer viver as sensações da mulher desejada-imaginada. Entretanto , esta muilher imaginada com a qual se identifica lhe serve de imagem a ser "vestida".

Indo um pouco mais a fundo chegamos a conclusão que "o crossdresser quer ser uma mulher, mas ao mesmo tempo não quer perder sua consciencia de homem."



Esta identificação cruzada - mas sempre, ancorada na identificação masculina e sempre desejando o corpo feminino - é importante também para compreender o erotismo crossdresser no que diz respeito ao relacionamento sexual com homens, principalmente, para diferenciá-lo nitidamente do erotismo homosexual masculino.

Passemos, pois, ao segundo momento, aquele em que o crossdresser está "montado" e, eventualmente, em fantasia ou, de fato, relaciona-se com um homem, O crossdresser "montado" cria uma imagem de mulher a qual ele próprio compôs e incorporou a partir das mulheres que passaram por sua vida. Ao se relacionar com um homem, a partir desta plataforma de mulheres incorporadas, diversos prazeres são mobilizados. Nestes momentos, como "mulher". em parte, identifica-se e, em parte encarna no parceiro homem que esta tendo sexo com ele. Também goza por meio do que imagina ser o prazer que este homem está tendo com esta "mulher" (ele mesmo).

Aqui a equação anterior do crossdresser tendo sexo com uma mulher se inverte: por um instante o crossdresser se descentra da "mulher" que ele está representando (a sua mulher idealizada), e encarna no seu parceiro homem, Este gozo por meio do parceiro somente se torna possível porque no crossdresser existe também a identificação com o masculino, Na verdade, o único gozo que conhece é o gozo ativo e passivo de homem. Entretanto, neste momento em que o crossdresser está travestido de mulher, vive, em paralelo, os prazeres emanados de um sítio de gozo localizado na "mulher" em que esta encarnado. Afinal, esta mulher, não somente sente prazer em imaginar o prazer que o outro tem em olhá-la e desejá-la, mas também em sentir o prazer que ele, crossdresser, atribui ser inerente a toda mulher (o prazer maravilhoso de usar brincos, saltos altos, ter cabelos sedosos e nádegas arredondadas, etc). Além disso, o crossdresser eventualmente terá o prazer de ser penetrado, mas não necessariamente por um homem. Pode ser um consolo usado por uma mulher ou por um vibrador que ele mesmo, o crossdresser, manipula. Entretanto, seja ao ser penetrado por um omem ou por uma mulher, em geral, o prazer anal é derivado das pulsões parciais e zonas erógenas e não inclui como sujeito o parceiro masculino.

Porém, é importante ressaltar que também o espelho e um vibrador podem realizar esta fantasia. O outro não é importante como corpo inteiro ou como pessoa, mas como espelho ou marionete que completa o cenário do qual a mulher que o crossdresser encarna, é o personavem central.

Assim, os crossdressers não relatam prazer pelo contato com os atributos masculinos propriamente ditos, ao contrário, em geral se incomodam com a barca, os músculos, o cheiro, etc. Não indicam sentir paixão ou se entregar sexualmente aos atributos masculinos, enfim, não narram admirar os homens, ao contrário, sua visão sobre o masculino é, de modo geral, negativa em muitos aspectos.

É importante aqui ressatar a diferença existenet entre o erotismo crossdresser e os erotismo homosexual masculino e o heteroxual feminino os quais, cada um, ao seu modo, derivam muito prazer dos atributos masculinos.

Contudo ainda, esse erotismo, caracterizado por uma encarnação nascísica ao qual denominados de erotismo crosscresser, não perpassa somente as relações sexuais. Com a evolução do crossdressing na vida do sujeito, ele passa a senssualizar diversos aspectos que imagina ser o cotidiano feminino e curte então passear "montata", ir ao shopping, ao cinema, restaurantes, supermercados e etc.


Vale ressaltar também que um crossdresser não fica olhando para homens pensando coisas como "ai se eu tivesse montada, daria pra ele com certeza", pois como ja foi dito, a figura falocentrica é puramente coadjuvante em sua montagem.

Para entender melhor um estudo de caso ... ao se ver montada, com o tuking bem feito, calcinha linda e bem vestida, o observar do local onde estaria o penis e em seu lugar visualizando uma superficie plana e feminina o dá tanto prazer que em seu imaginário, desfazer tudo isso e fazer aparecer o penis estragaria todo o glamour que a "mulher" imaginária representaria, e dessa forma a única forma de se obter um prazer sexual, até então somente obtido com a masturbação, passa a ser o prazer anal. Dessa forma ele necessita de um coadjuvante em sua montagem, que no real representaria ele, o crossdresser, se desencarnando e possuíndo a sua "mulher invisível".


Porém, quando há cumplicidade com uma SO e ao fazerem uma CD session, se surgir o desejo dessa "mulher" encarnada por ele, de ter um prazer sexual sem quebrar o visual feminino, fazendo se aparecer um penis no meio da montagem, se ouver um comum acordo com a SO, ela pode com a ajuda de uma cinta e consolo, fazer o papel coadjuvante nesse cenário que o Crossdresser se localiza.

A diferença basica entre o crossdressing e o conceito de "A Mulher Invisisível" é que o crossdresser pode em vias de fato ter relação sexual com a sua personagem, como se seu corpo ficasse emprestado para a "mulher" e sua alma se desencarna-se e fizesse o papel de homem.



É importante ressaltar esse texto, pois essas dúvidas atormentam muitos crossdressers que chegam a pensar serem homosexuais, por simples falta de conhecimento do que seja realmente o ser homosexual.


Bibliografia: Kogut, Eliane Cherman - Crossdressing Masculino-Uma visão psicanalítica da Sexualidade Crossdresser pág.107-113

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Homofobia e transexualidade

A transexualidade é a reivindicação de uma identidade. É a não adequação do sexo biológico em relação ao sexo psicológico. O indivíduo sente-se homem ou mulher, embora tenha nascido com o sexo cromossômico e genitália do sexo oposto. Não trata-se apenas da necessidade e vontade de vestir-se com determinadas roupas e ter certos comportamentos, mas é toda uma inadequação com o seu corpo e os papéis sociais que lhe são atribuídos. O gênero e o sexo, por suas binaridades (femino/masculino, pênis/vagina), excluem inúmeras manifestações do ser homem e do ser mulher. Impõem de antemão condutas baseadas simplesmente na genitália que portam entre as pernas.

Ao descobrir-se transexual, a pessoa começa a buscar as mais diferentes maneiras de intervir na sua aparência e comportamento, para ser reconhecida e respeitada na sua verdadeira identidade. Não se trata de uma escolha, apoderar-se do próprio corpo e da identidade é trabalho árduo, que envolve rompimento de condutas e comportamento estabelecidos. O processo de construção da identidade e do corpo é, sobretudo, uma afirmação.

Essa situação é complicada, pois nada se encaixa: seu nome, seu rosto, sua genitália. Uma longa caminhada então começa, envolvendo muita burocracia e, às vezes, processos cirúrgicos dolorosos e caros (alguns estão disponíveis pelo SUS, mas a demora para consegui-los é tamanha que alguns acabam até se arriscando em processos não muito seguros).

Se o preconceito já é grande com aqueles de orientação sexual diferente da hetero, para as pessoas transexuais a pressão social costuma ser ainda mais forte. Ainda hoje quase toda a população de pessoas transexuais tem sua cidadania dilapidada. Sem acesso a educação plena, pois na escola são tratados como algo anormal e monstruoso. Excluídas do mundo do trabalho, eis que o formalismo é taxativo em não aceitar um humano que possui a imagem oposta ao que indica o nome civil, são empurradas ao trabalho informal e à prostituição.

A orientação sexual não está sempre em questão e não se manifesta em todas as nossas ações. Já a identidade de gênero faz parte de tudo aquilo que fazemos e é muito mais visível. Determina o banheiro que usamos, pode influenciar nas roupas que vestimos e nos nossos cortes de cabelo. Ela é quase impossível de disfarçar e, de fato, quase nenhum transexual quer disfarçar. O que se quer é que todos saibam que ele é um homem ou uma mulher, que reconheçam e respeitem a sua identidade, independentemente do que os seus documentos dizem.






E são justamente os documentos os maiores inimigos dos transexuais. Faz-se tudo para ter uma certa aparência, mas na hora que o nome civil é mostrado, alguém sempre vira o rosto, faz uma cara de espanto. É curioso como o tratamento que recebemos costuma mudar no momento da descoberta. Como se isso fosse um sinal de que não somos tão humanos assim, de que não merecemos todo aquele respeito e educação.

O direito ao nome é um direito fundamental que qualquer pessoa possui, independente de cor, sexo, gênero, idade, local de nascimento. Assim, quando se trata da pessoa transexual, ela deve ter reconhecido pelo Estado o direito fundamental a um nome que seja reflexo da sua identidade. Porque o nome é aquilo que chama, tanto no sentido poético daquilo que confere luz, mas também como marca que a identifica e a diferencia enquanto indivíduo.

Nesse sentido, deve imperar a autodeterminação da pessoa, não podendo atrelar o acesso ao direito ao nome com a necessidade da cirurgia, pois o nome assume fundamental importância social e individual na vida da pessoa transexual. O preconceito não pode ser motivo para restrições de direitos, tampouco para a estigmatização da pessoa.


O PLC 122/06 não criminaliza só a homofobia. Trata também da transfobia, que precisa ser combatida, pois é muito cruel e invalida muitos dos transexuais. Conseguir emprego torna-se um martírio, fazer uma compra no cartão de crédito sempre gera desconfiança. Não há informação suficiente sobre a transexualidade, que a esclareça. Poucos sabem sobre ela, ninguém fala, ninguém comenta. É uma disforia, disforia de gênero. Mas poucos são os interessados em saber.

A pessoa transexual é uma realidade que não pode ser ignorada, tampouco violada. A identidade de gênero e o sexo, não constituem verdades imutáveis, que transcendem a história. São, sobretudo, fenômenos passíveis de alterações e construções discursivas. Enquanto isso, os transexuais são assassinados, não conseguem encontrar seu espaço na sociedade. Contudo, são apenas homens e mulheres que, por alguma razão, não foram sempre reconhecidos dessa forma. Agora querem sê-lo e não conseguem. Mas é simples: homens e mulheres.

Do Amalgama


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MUSA GAY CEARÁ 2011

Nossa bela Musa Gay Ceará 2011 Roberta Layser, que foi eleita no concurso Top Gay Ceará no último dia 06 de Agosto, fará show na Boate Divine no próximo sábado 03 de setembro. Uma oportunidade do público conferir toda a sua beleza, encanto e o seu talento.
Roberta desfila seu traje típico, defendendo o Miss Gay Limoeiro do Norte na passarela do Top Gay Ceará 2011
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Droga experimental pode combater qualquer vírus, inclusive o HIV

Uma droga experimental, em desenvolvimento por cientistas do Laboratório Lincoln do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, pode ser a promessa para combater qualquer vírus, inclusive o HIV – responsável pela AIDS.



O novo remédio tem como alvo uma molécula comum a toda célula infectada por um vírus. Quase todo micro-organismo do tipo cria cadeias duplas de RNA, um tipo de material genético, com 30 pares-base para se replicar numa tentativa de tomar o comando da célula, enquanto células saudáveis de mamíferos nunca produzem cadeias duplas de RNA com mais de 23 pares-base.

Dessa forma, ao detectar a tentativa de ataque do vírus, a célula infectada produz uma enzima chamada PKR para tentar impedir a produção de cadeias mais longas de RNA. A maioria dos vírus, no entanto, consegue enganar essa sentinela e seguir com a infecção.

fonte: Cena G

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RAIKA BITTENCOURT É A MISS BRASIL GAY 2012

Na noite do sábado, dia 20, Raika Bittencourt, representante do Piauí, foi eleita a Miss Brasil Gay 2011 em Juiz de Fora, Minas Gerais. A 35ª edição do evento foi realizada no ginásio do Sport Club.

O transformista é enfermeiro-chefe em um hospital na pequena cidade de Madre de Deus de Minas. "Não foi fácil chegar até aqui, mas como sempre aprendi, a vida é feita de obstáculos e é necessário lutar pelos nossos sonhos. Então decidi ir em busca da minha felicidade, de disputar o maior concurso gay do país que elege o transformista mais belo", afirmou ela em seu perfil Facebook.


Para disputar o concurso com as outras 25 candidatas, Raika investiu cerca de R$ 12 mil em bioplastias corretoras. "Foram pequenas interveções nas maçãs, queixo, nariz, lábios e contorno da mandíbula", disse ao site "Acessa".

Nossa representante a Garota G 2011, Monarah Braccio não ficou entre as 12 finalistas.

Fonte: Band - Via Ta babado
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O perigo do silicone injetável


O silicone é um dos produtos mais usados em procedimentos estéticos. Ele é o queridinho de todas aquelas que sonham em ter peitos e bumbum maiores. O sucesso do produto não quer dizer que ele seja 100% confiável. Existem alguns problemas em seu uso.



Até pouco tempo atrás era muito comum a utilização de silicone injetável. Ou seja, ele era usado em procedimentos estéticos em aplicações via injeção, na forma líquida, diretamente no corpo da paciente. O silicone injetável era usado para aumentar a proporção de partes do corpo do paciente e também para tratar outros problemas estéticos como rugas e marcas de expressão.

Hoje esta prática é menos comum. O que não quer dizer que não aconteça ainda. Depois de muitos estudos e muitos efeitos colaterais, descobriu-se que o silicone injetável é péssimo para a saúde, independente da quantidade em que se é introduzido no corpo.
Os riscos do silicone injetável são muitos. O paciente pode ter sequelas como deformidades, infecções, úlceras e até câncer na região. Além disso, já houve casos em que os pacientes morreram.
Atualmente é mais comum a utilização de próteses de silicone. As de hoje, aliás, são mais seguras do que as de antigamente. Antes, o silicone usado nas próteses era líquido e corria muito risco de estourar e acabar vazando. Hoje, as próteses usam silicone são mais seguras, tem o invólucro mais forte e, internamente, o silicone não é mais líquido.
Mesmo assim, isto não quer dizer que o perigo não ronde aqueles que coloquem próteses hoje em dia. É importante fazer check-up uma vez por ano. Afinal, se as próteses não forem de boa qualidade, ainda assim podem causar problemas. Por isso, fique de olho. Se o cirurgião escolhido por você oferecer injetar o silicone simplesmente, fuja dele! Sua saúde deve ficar em primeiro lugar.
Por Vanesca Soares - Redação Ondiet

























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Homofobia: Médica transexual é agredida após batida de carro

Uma médica transexual foi agredida por três homens após ser perseguida na madrugada deste domingo (14), em Porto Alegre. Fernanda Campos, de 43 anos, dirigia seu veículo quando bateu no retrovisor de um outro carro onde estavam três homens que ficaram irritados e começaram a persegui-la.

A pediatra dirigiu até um ponto de táxi para pedir socorro, mas como não havia nenhum taxista no local os três homens começaram a agredí-la com pontapés, puxões de cabelo e socos. A médica apresenta diversos hematomas no rosto, dentes quebrados, lesões nos joelhos, mãos, ombros e costas, além de ter tido seus cabelos arrancados e ter perdido parte da visão em um dos olhos.

A médica transexual, Fernanda Campos, foi agredida após batida de carro

Logo após a agressão os homens fugiram e a médica registrou ocorrência na delegacia. A transexual reconheceu os agressores através da identificação da placa do veículo.

Fernanda prestou depoimento na tarde de ontem (15), à titular da 2ª Delegacia de Polícia, Adriana Regina da Costa, e contou que no começo suspeitava de um assalto ou sequestro relâmpago, mas que depois teve a certeza que se tratava homofobia pelas palavras que eles usavam para agredi-la verbalmente. A delegada afirmou que os suspeitos poderão ser indiciados por lesão ou tentativa de homicídio.

Segundo o jornal gaúcho Correio do Povo, até agora a transexual foi a única pessoa a prestar depoimento. A polícia procura testemunhas do crime e imagens de câmeras de segurança que possam servir para esclarecer o caso.

Do Correio 24 Hs

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"Se eu fosse gay, seria travesti", diz Carioca do 'Pânico'

Na pele de Jô Suado, Márvio Lúcio, mais conhecido como Carioca, vive seu auge no Pânico na TV e ainda encarna Amaury Dumbo e Amin Raben. Com dom para imitação, ele conta que começou a ganhar dinheiro com isso desde criança.

O Dia - O que explica o sucesso de Jô Suado e os seus quase dez minutos semanais no ar?
Carioca - Eles estão esticando legal o quadro, né? O que acho bacana é fazer o humor não clássico. O brasileiro gosta de muita ação, da sátira, da charge. As pessoas gostam de ver o Jô em outra situação, na sacanagem do Pânico.

O Dia - Como descobriu o talento para interpretar o Jô?
Carioca - Eu comecei a imitar por causa da minha mulher. Uma vez, enquanto assistíamos ao programa dele, ela me pediu água. Eu levantei e respondi como ele, com o mesmo timbre. Ali eu achei o personagem. Nunca tinha imitado e nem imaginava imitar o Jô.

O Dia - Depois de descobrir o timbre, como se preparou para levá-lo para a TV?
Carioca - Desde que descobri que dava para fazer o Jô até o quadro ir ao ar foram seis meses. Comecei a brincar no programa na rádio e, no começo do ano, na reunião, o Alan Rapp (diretor do programa) perguntou: "e aí, qual a coisa nova para esse ano?". Disse que queria fazer o Jô. Depois, entrou o maquiador, fez a caracterização da barba na mão, fio a fio, veio toda a produção e a nossa liberdade para o improviso.

O Dia - Quais os principais trejeitos do Jô que você notou e quis levar para o personagem?
Carioca - Eu não sei os trejeitos, não. É automático. Acho que baixa o espírito do cara na hora. Eu me sinto ele quando gravo. Tento raciocinar como ele. Isso é para não viajar e ficar muito dentro do personagem. Mas me atento ao olhar, à fala e ao gestual. Se conseguir marcar bem isso, consigo convencer.

O Dia - Qual é a maior dificuldade em interpretar o quadro?
Carioca - O quadro se chama Jô Suado de tão suado que saio depois da gravação dentro daquela roupa. Acabo exausto porque tenho que ficar agachado e dá muita dor nas costas. Tenho que projetar o corpo para frente, ficar com os joelhos flexionados e encurtar o pescoço. É uma manobra. Parece a posição do nadador antes de mergulhar. Isso é porque tenho 1,82m e o Jô é muito baixinho.


Márvio Lúcio, ou melhor, o "Carioca" vive seu melhor momento no “Pânico na TV”.

O Dia - O que achou de o Jô não dar a bênção ao Jô Suado?
Carioca - Ele não deu muita bola. Mas disse que gosta do Edu (Eduardo Sterblitch, o Cesar Polvilho). Mas não deu a bênção, né?

O Dia - Acha que vai rolar?
Carioca - Eu gostaria. Seria muito divertido. As pessoas iriam curtir. Imagino as pessoas rindo da gente conversando, falando igual. O encontro seria o auge. Entraria para a história. Várias situações foram históricas para mim, como quando encontrei o Lulu Santos e o Cauby Peixoto. Eu jamais vou esquecer. Mas essa seria histórica para o Pânico e para a TV.

O Dia - O Jô Suado é o hit do momento. Mas qual personagem você mais gostou de interpretar?
Carioca - Eu não tenho apego ao personagem. E não acho que deva ter. Se eu tivesse, não conseguiria fazer o Jô, por exemplo. Para fazer uma coisa nova, é preciso arriscar e tem que ter desapego. Mas, pensando, o Amaury Dumbo é o que mais gosto e o que mais me diverte.

O Dia - Como você descobriu o talento para imitação?
Carioca - Desde pequeno, com uns cinco anos. Descobri que isso dava dinheiro e já passava o chapéu para ganhar uma grana e poder lanchar na cantina da escola. Meu pai ficava p... Todo aniversário de velho era uma beleza. Pegava as primas da minha avó e já passava a peruca. Minha irmã me fantasiava, colocava peruca, maquiava, botava brinco e os velhos amavam. Sempre gostei dessa coisa de me travestir. Acho que se eu fosse gay, seria travesti.

O Dia - Muito se fala que o Pânico passa dos limites e invade a vida das pessoas. Você concorda?
Carioca - Tem muita gente falando sobre o limite do humor. Mas, como aprendi com meu guru, o limite do humor vai até aonde o bolso do patrocinador permitir. O resto não tem que ter limite. Está cheio de cara pançudo dizendo que faz e acontece e agora fica cagando regra. Quero só ver se ele não vai até o limite do patrocinador dele.

O Dia - Mas o Pânico costuma invadir até a vida pessoal de vocês. Não se incomoda?
Carioca - Acho engraçado. Quando é para o programa, é válido. Não sou de dar muita entrevista, de marcar fotos e de dar pinta. Não gosto de falar do pessoal, acho babaca. Mas, no meu trabalho, eu acho maneiro e tenho que mandar bem. Além disso, conto a história do jeito que eu quiser.

O Dia - Em uma dessas invasões, sua mulher confessou que você tem hemorróidas. Se incomodou com isso?
Carioca - É tudo brincadeira. Quem sabe se eu tenho hemorróidas ou não sou eu. Eu conto a história que eu quiser. Ainda vamos desvendar isso ao longo do programa.

O Dia - Mas você tem hemorróidas ou não, afinal?
Carioca - Quem não tem isso, irmão? É a lei da força da gravidade. É a lei da natureza. Não podemos brigar com isso. Tem gente que esconde ruga. Eu sou muito jovem ainda e não preciso fazer um botox no meu traseiro por enquanto.

Do O DIA - Via: Terra

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Video: "Conexão Repórter" sobre travestis

“O Conexão Repórter foi infeliz em sua matéria pois não contribuiu em NADA. Salvo a fala da socióloga que infelizmente de todo o programa falou pouco mais de 30 segundos”, define a presidente do Grupo Dignidade, a transexual Rafaelly Wiest. Ela participa da Transgrupo Marcela Prado, ONG que reúne travestis e transexuais. Após a reportagem, ela se manifestou em seu perfil do Facebook.
O programa Conexão Repórter abordou nesta quarta-feira o tema travesti com o título “O outro Lado da noite” e mostrou o trabalho das travestis na prostituição, o preconceito, a marginalidade, alguns casos fora do comum, entre eles o caso de uma ex- travesti, e o relato de um pastor, o que indignou quem assistia ao programa. A ex travesti Evelyn deu vários depoimentos, se disse convertida a Jesus e até que vai se casar e ter filhos, sonho de sua mãe.


Seguindo a linha do preconceito, o jornalista Roberto Cabrini se referia as travestis pelo masculinos: os travestis, e ainda assim falou que elas preferiam ser chamadas pelo feminino, o que foi ignorado pela reportagem. Outro ponto lamentável era que o programa mostrava a identidade e falava o nome de batismo das travestis.

Confundindo homossexuais e transexuais com travestis, o programa ainda explorava sempre a noite, mas no foco da prostituição. O programa teve um tom de sensacionalismo, explorando o sexo pago e mostrando clientes, travestis peladas e várias péssimas contribuições de travestis da boca do lixo, como se estas fossem maioria. Segundo a reportagem, 83% dos clientes das travestis são homens casados e com filhos. Em entrevista ao programa, a sexóloga Carmita Abdo resumiu: “esses homens precisam de uma penetração feita por alguém que tenha uma aparecia feminina e um corpo feminino apesar de ser do sexo, do gênero masculino”.A parte válida da reportagem foi a abordagem da transfobia, ao mostrarem os vídeos de dois assassinatos de travestis e falarem da intolerância. E também quando mostraram o flagelo social vivido pelas travestis e os exemplos de superação como a transexual que tem um namorado e é recepcionista de uma escola de teatro, e outra que é professora. “71% das travestis não tem parceiro fixo”, diz o programa, sem revelar de onde vêm os dados apresentados.Sobre a ex- travesti e o depoimento de um pastor mostrados na matéria, Raffaelly Wiest contesta: “Ainda Fecham o Programa com um Individuo - que está no seu direito - porém não tem o direito de ser exemplo de nada do que se diz respeito a travestis. Envolver Igreja. Por favor”.

Assista o programa na íntegra:

http://www.sbt.com.br/_bin/videos/iframe_single_player.asp?ph=25ce5b8513c18a9eae99a8af601d0943&m=2c9f94b531d791ff0131da9495d4041a&width=620&height=345

http://www.sbt.com.br/_bin/videos/iframe_single_player.asp?ph=25ce5b8513c18a9eae99a8af601d0943&m=2c9f94b531d791ff0131d950fd06025c&width=620&height=345

http://www.sbt.com.br/_bin/videos/iframe_single_player.asp?ph=25ce5b8513c18a9eae99a8af601d0943&m=2c9f94b531d791ff0131d94248950240&width=620&height=345

Do Revista Lado A

Nota da Kate: pessoalmente não concordo que tenha caído para estereótipo. O programa foi muito legal e bem objetivo.
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Inglaterra: Professora é presa por seduzir aluna de 15 anos

Suzanne HarrisonA professora inglesa Suzanne Harrison, 38 anos, foi suspensa de dar aulas e presa após ser acusada de manter relações com uma de suas alunas, de 15 anos.

A professora, que é solteira, parece ter tido inúmeros encontros com a adolescente.

Suzanne, que dava aulas de geografia, foi acusada de abuso sexual e de poder pelo caso, ocorrido quando trabalhava em um colégio misto de Colchester, na Inglaterra.

O relacionamento com a menina durou cerca de um ano.

Do Cena G

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Filme 'Salt': Angelina Jolie se transforma em homem

Que Angelina Jolie é linda e sexy todo mundo sabe. Mas como seria a atriz em uma versão masculina? Em uma das cenas do filme Salt, que está em cartaz nos cinemas, a atriz mata a curiosidade de muita gente.

Para a transformação, a atriz passou horas e mais horas na sala de maquiagem, aplicou orelha, nariz e pescoço falsos para rodar a cena do filme, em que parece vestida como um militar.

Angelina Jolie

Nos bastidores do longa, Brad Pitt apareceu para acompanhar as filmagens, mas se recusou a beijá-la enquanto estivesse caracterizada daquela forma. O filho Maddox, de 9 anos, nem chegou a reconhecer.

“Convidei o Maddox para ir ao set e quando chegou não disse quem eu era. Ele ficou comigo por um tempo até eu dizer “Mad” – e quando percebeu que era eu, ele pirou”, disse a atriz ao Lady Mail.

Do Mundo Alternativo
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Beldades Plus Size!







Todos nós, neste exato momento, estamos procurando alguma maneira de como viver bem, seja através de um bom emprego, uma condição financeira estável, uma saúde perfeita, ou um amor que nos faça feliz. Essa busca incessante já faz parte de nossa essência, desde que nascemos e passaremos a vida buscando, uma coisa ou outra. É exatamente essa busca que nos move, sendo perfeitamente explicada nas 5 necessidades básicas do ser humano: Fisiológicas, Segurança, Sociais, Estima (Status e Respeito) e Auto-Realização.

Quando estamos satisfeitos nossa auto-estima tende a elevar-se, de forma a sentirmo-nos realizados e felizes. Porém, quando não temos essa auto-estima de forma bem definida, tendemos a ficar frustrados e infelizes. Mas cuidar disso só depende de nós. Muitas pessoas se encontram infelizes porque colocam a sua felicidade na mão das outras pessoas, e começam a procurar a tal da outra “metade”. O que se ouve falar é que ainda vai encontrar a metade da sua laranja, sua cara-metade, seu pé-de-meia. Aí torna-se escravo da aprovação e aceitação do outro para se sentir realizado plenamente. É preciso estar inteiro para encontrar alguém também inteiro. Ir para a relação pela metade nos coloca frágeis e dependentes de alguém para sermos plenamente felizes, como se isso dependesse somente da outra pessoa.

Felicidade é um estado de espírito que, em primeiro lugar, tem que estar dentro de nós, porque nos amamos, nos respeitamos e estamos sempre cuidando de nosso bem-estar. Somente quando se volta os olhos pra dentro de si mesmo é que a pessoa será capaz de administrar seu comportamento e a partir daí, estabelecer seu destino. É necessário conhecer suas habilidades, limitações e investir nas áreas que necessitam ser desenvolvidas, a fim de fortalecer seus pontos fracos.

Cuidar-se, amar-se, respeitar-se em primeiro lugar: isso é auto-estima, o que demonstra uma grande satisfação consigo mesmo e a plena consciência do ser humano e grandioso que se é. A boa auto-estima existe a partir do momento em que o indivíduo se gosta, se respeita, ou seja, a partir do momento em que ele vive sem competir com ninguém. Ter auto-estima elevada é sentir-se confiantemente adequado à vida, competente e merecedor. Por isso, é importante prestar atenção no quanto do nosso tempo estamos passando voltados para nos amarmos e investirmos em nossa felicidade, pois a partir daí, conseguiremos elevar a auto-estima. Isso nos levará a sermos percebidos pelas pessoas como uma alguém realizado, feliz e de bem com a vida!

Lindissimas, não?


Do Coisas de Gordinha
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Promotor de justiça se casa com técnico judiciário em Pernambuco

Pernambuco registrou o seu primeiro casamento Homoafetivo. O promotor de justiça Adalberto Pinto Vieira, 50 anos, e o técnico judiciário Ricardo Moreira Coelho, 35, oficializaram sua união na 1ª Vara de Família e Registro Civil do Recife, no Fórum Rodolfo Aureliano, na Ilha Joana Bezerra.

Os dois já viviam juntos há 12 anos e tinham casado em Portugal, no ano passado, mas a legislação brasileira não reconhecia o termo assinado no exterior. Com a aprovação da União Homoafetiva pelo Supremo Tribunal Federal (STF), o casal finalmente pôde ter seus direitos assegurados.

O promotor Adalberto Vieira representa o Ministério Público na 1ª Vara de Família e Registro Civil onde o casamento foi homologado. Segundo o juiz Clicério Bezerra e Silva, o trâmite do casamento foi facilitado pelo fato dos nubentes conviverem em união estável há 12 anos.

Juiz Clicério Bezerra e Silva

“Fico feliz em ter contribuído para a quebra de paradigmas ultrapassados. O casal Homossexual tem exatamente os mesmos direitos dos casais heterossexuais. Os dois oficializaram sua relação em busca de segurança jurídica”, explicou o magistrado.

Como o ato homologado na 1ª Vara de Família e Registro Civil foi a conversão de uma união estável em casamento, não houve necessidade de proclamas, onde o anúncio da união entre duas pessoas é publicado nos jornais e no Diário Oficial, por exemplo.

O casal adotou o regime de comunhão universal de bens para a união e ambos mantiveram seus nomes de solteiros. Clicério Bezerra e Silva finalizou a sentença do primeiro casamento Gay de Pernambuco com um poema de Fernando Pessoa: “O amor é que é essencial, o sexo é só um acidente. Pode ser igual ou diferente. O homem não é um animal. É carne inteligente”.

Do Mundo Alternativo
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Fluvia Lacerda na Vogue


Não há ninguém na moda tão bem como o tamanho 50 como a modelo Fluvia Lacerda. Ela pegou a indústria da moda em seu momento fraco, quando começou anos atrás, e ao contrário de muitas modelos, sua popularidade continua e tem aumentado ao longo do tempo. Esta beleza brasileira, desde então, modelando para algumas das maiores marcas do tamanho plus do mundo, é o orgulho de ser uma das maiores modelos plus, a que mais trabalha. Sua parte favorita do trabalho é inspirar outras mulheres plus size.

Mais uma vez na revista Vogue, Fluvia aparece deslumbrante e da uma entrevista incrível.

Ela é nossa...é brasileira, é linda, é plus size, é diva!!












Para assistir a entrevista clique aqui.

Do Coisas de Gordinha
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Pais contam como revelaram aos filhos que são gays; confira depoimentos

Recentemente, o cabeleireiro Vasco Pedro da Gama, 40 anos, de Catanduva (SP), perguntou à filha: "As crianças costumam mexer com você por minha causa?". "Sim, algumas vezes. Na perua escolar", ouviu como resposta. "E o que elas dizem?", continuou. "Dizem que você é gay, que tem namorado. Eu respondo que é verdade, e algumas dão risada". Vasco insiste: "E você se incomoda com isso?". "Não, porque é verdade. E se vocês se gostam, qual o problema? Vai saber se na casa delas os pais gostam das mães".

De simplicidade e clareza desconcertantes, o argumento de Teodora, 10 anos, encheu o pai adotivo de orgulho. Vasco e seu parceiro, o também cabeleireiro Dorival Pereira de Carvalho Jr., 49, foram o primeiro casal homossexual a adotar uma criança no Brasil, em 2006. Pioneiros, portanto, de um novo arranjo familiar que só tende a crescer nas estatísticas.

Vasco e Dorival foram os primeiros gays a terem adotado uma criança no Brasil, em 2006

"É claro que sinto receio de ver a minha filha como alvo de preconceito ou agressões, mas tento ensiná-la no dia a dia a viver com verdade. Expliquei tudo desde que percebi que ela tinha condições de assimilar. Somos homens, nos amamos e a amamos. E essa é a nossa família", afirma.

Os gracejos na perua escolar são, segundo Vasco, episódios isolados e que aconteceram poucas vezes. Ele garante que Teodora é uma criança feliz e que é respeitado pelos pais dos amigos dela.

Para o jornalista Christian Heinlik, de 38 anos, de São Paulo, é fundamental tratar o assunto com naturalidade, sempre respeitando o tempo da criança. "No caso do Pedro Vinícius, que foi adotado aos oito anos e hoje tem 12, ele começou a fazer perguntas e a tirar conclusões. E eu nunca omiti nada", garante.

Dificuldades superadas

Embora qualquer cidadão brasileiro que comprove situação financeira e emocional estável possa adotar uma criança, o processo não é fácil. No caso dos homossexuais, é ainda mais difícil. O banqueteiro Marcelo Eduardo Sampaio, 43 anos, e o dentista Eduardo Luis Indig, 48, enfrentaram uma batalha árdua até conquistarem a guarda definitiva de Manoel, de quatro anos. "Assim que o vimos pela primeira vez o amor paterno explodiu. Passamos todos os finais de semana com ele durante seis meses. Até que um juiz nos proibiu de vê-lo", recorda Marcelo. "Depois que um desembargador adoeceu, todo o grupo julgador foi trocado e vencemos. Foi uma vitória do amor, depois de um ano de sofrimento", desabafa ele. O casal continua no cadastro nacional de adoção para adotar outra criança.

Jackson Nascimento foi casado durante oito anos e teve três filhos antes de assumir ser gay

O caminho do cabeleireiro Jackson Nascimento, 37 anos, de São Paulo, também foi árduo. Ele foi casado durante oito anos e teve três filhos: Kaylla, de 14, e os gêmeos Kaíke e Kaio, 13. "Tentei levar uma vida de heterossexual, mas não deu certo. Casei para provar a mim mesmo algo que eu não era, mas quando os gêmeos completaram dois anos decidi me separar, sair de casa e assumir minha opção", conta. A ex-mulher, revoltada, o "obrigou" a ficar com a menina. "Ela achava que se eu tivesse de cuidar de uma criança não poderia sair, me divertir", diz.

Dois anos depois, ela se casou de novo e se mudou para o Sul e deixou Kaíke e Kaio com o pai. "Foi um aprendizado. Tive de me virar com futebol, videogame e outras coisas de menino", explica. Há cerca de quatro anos ele reuniu a prole e revelou ser gay. "Na época, não entenderam muito bem. Mas depois foram assimilando a informação aos poucos. Hoje, são até amigos do meu ex-namorado. E se dão bem com o atual", destaca Jackson.

Para ele, a melhor coisa que um pai gay tem a fazer é se respeitar, pois assim os filhos o respeitarão. E como a sociedade sempre vai estar de olho, ainda que de modo sutil, é essencial ser um pai nota 10. "Nunca faltei a uma reunião na escola e sempre fui elogiado pelas professoras. E acabo de matriculá-los em um curso de espanhol. Quero que tenham um futuro excelente", diz o cabeleireiro, que garante não se arrepender de nada do que fez. "Tenho orgulho da minha vida".

Uol Notícias - Via Paraiba.com



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Soldados holandeses participam da Parada Gay de Amsterdã

Centenas de milhares de pessoas, segundo a organização, participaram neste sábado em Amsterdã do desfile náutico da Parada do Orgulho Gay pelos canais históricos da cidade, que teve 80 embarcações.

Na 16ª edição da Gay Pride de Amsterdã, o ministério holandês da Defesa fretou pela primeira vez o próprio barco com soldados homossexuais de uniforme.

A polícia não divulgou estimativas sobre o número de pessoas ao logo dos canais para acompanhar a passagem dos barcos, ao som de música eletrônica.

Mais que uma festa, a parada é considerada uma ocasião para que as Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais (LGBT) reivindiquem o direito a sua identidade sexual.

"Na Holanda existe o que chamamos de tolerância a distância", declarou à AFP Vera Bergkamp, presidente da principal associação de defesa dos direitos dos homossexuais do país.

"As pessoas são tolerantes enquanto os homossexuais permanecem ocultos", explicou.


Da AFP

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Sobre este blog

Aqui eu não sou homem ou mulher. Sou um adepto do crossdresing. Sou uma Crossdresser - CD ou CDzinha. Desde os 9 anos, adoro lingeries e roupas sexyes. Levo uma vida normal masculina e tenho uma vida clandestina feminina.

Me proponho aqui a falar um pouco de tudo, em especial das Crossdressers, dos transexuais, dos Travestis e da enorme comunidade
LGBT existente em todo o mundo. Um estilo de vida complicado e confuso (para alguns)... Este espaço também se presta para expor a minha indignação quanto ao ódio e preconceito em geral.

Observo que esse é um blog onde parte do que aqui posto pode ser considerado como orientado sexualmente para adultos, ou seja, material destinado a pessoas maiores de 18 anos. Se você não atingiu ainda 18 anos, ou se este tipo de material ofende você, ou ainda se você está acessando a internet de algum país ou local onde este tipo de material é proibido por lei, NÃO siga 'navegando'.

Sou um Crossdresser {homem>mulher} casada {com mulher - que nada sabe} e não sou um 'pedaço de carne'.

Para aqueles que eventualmente perguntam sobre o porque do termo 'Crossdresser GG', eu informo que lógico que o termo trata das minhas medidas. Ja que de fato visto 'GG'. Entretanto alcunhei que 'GG' de Grande e Gorda, afinal minhas medidas numéricas femininas para Blusas, camisetas e vestidos são tamanho: 50 e Calças, bermudas, shorts e saias são tamanho: 50.

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