Uma Crossdresser Gordinha Complicada e Imperfeita

"Sofro bullying todo dia", diz a transexual Lea T. no De Frente Com Gabi

O De Frente Com Gabi deste domingo (02) recebe uma das modelos mais bem pagas do mundo, a transexual Lea T. Nascido Leandro Cerezo, ela é uma pessoa culta, letrada, formada em artes em Florença e quase formada em veterinária em Milão.

Lea foi descoberta pelo diretor de arte da Maison Givenchy e hoje faz estrondoso sucesso nas passarelas do Brasil e do mundo. Ela foi ao programa para falar de sua vida, suas dúvidas e certezas, seus desejos para o futuro e até sobre a polêmica cirurgia de mudança de sexo que pretende realizar.

Confira abaixo as melhores frases da entrevista:

Eu não sou vaidosa. Conservei esse lado moleque.

Ele é uma das pessoas que mais amo na vida, mas é meu irmão. (sobre o suposto namoro com Riccardo Tisci, estilista da grife Givenchy)

Comecei a notar uma diferença em mim com 13 anos.

Minha mãe fala que desde pequeno eu rebolava muito.


Lea T causa frisson com maiô engana-mamãe e shortinhoA melhor descrição para como eu me sinto é tentar colocar os sapatos invertidos e andar com eles assim o dia todo.

Seu corpo não se encaixa com a sua alma. É uma angústia.

Eu achava que eu era gay, mas ser gay é algo mais sexual. A transexualidade é um gosto. Eu posso ser lésbica e ser transexual.

Eu sofro bullying todo dia.

O gay sofre muita discriminação, mas a transexual é mais.

Infelizmente a transexualidade é rejeitada em todos os lugares do mundo.

Somos o lixo do mundo.

A moda não tem coração, a moda joga pesado.

O maior turismo na Tailândia é o sexual, em busca das transexuais.

Não fica igual, fica parecido. Homem não percebe. (sobre a cirurgia de mudança de sexo)

Ser transexual não é gostoso. Sofremos bullying seja quando mostramos os documentos, seja quando escutam a nossa voz, para arrumar empregos...

Tenho que usar uma calcinha bem apertada por baixo do biquini e colocar “ele” para trás. (durante os desfiles)

Há 5 anos brigo abertamente com meu corpo.

Tem dias que você se odeia e pergunta por que Deus fez isso com você.

Quando posei nua para a Vogue Paris fiz um trabalho antes com a psiquiatra.

Não sou uma beleza que atrai os homens.

Quem gosta de transexual é hetero, normalmente casado.

Eles ainda preferem a travesti do que a transexual, pela curiosidade de ter homem e mulher em um só corpo.

Do Virgula

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Neste domingo (02), a apresentadora Marília Gabriela recebe a transexual Lea T. em seu programa do SBT De Frente Com Gabi. Ela, que é uma das modelos mais bem pagas do mundo, falou, entre outros assuntos, sobre a polêmica cirurgia de mudança de sexo que deseja fazer.

“Não fica igual, fica parecido. Homem não percebe. A melhor descrição para como eu me sinto é tentar colocar os sapatos invertidos e andar com eles assim o dia todo”, revelou a morena, que nasceu como Leandro Cerezo.

A modelo ainda contou sobre as dificuldades que enfrenta: “Eu sofro bullying todo dia. O gay sofre muita discriminação, mas a transexual é mais. Infelizmente a transexualidade é rejeitada em todos os lugares do mundo. Somos o lixo do mundo”.

A entrevista irá ao ar na madrugada de domingo para segunda, às 00h15.

Do Virgula

Lea T. concedeu uma entrevista ao programa “De Frente com Gabi” em que falou sobre vários assuntos polêmicos. “Eles ainda preferem travesti a transexual, pela curiosidade de ter homem e mulher em um só corpo”, afirmou a modelo brasileira, que é transexual.

A modelo ainda disse que “quem gosta de transexual é hetero, normalmente casado” e que não tem “uma beleza que atrai os homens”. “Eu achava que eu era gay, mas ser gay é algo mais sexual. A transexualidade é um gosto. Eu posso ser lésbica e ser transexual. Sofro bullying todo dia. O gay sofre muita discriminação, mas a transexual é mais. Infelizmente a transexualidade é rejeitada em todos os lugares do mundo. Somos o lixo do mundo. A moda não tem coração, a moda joga pesado” , diz

Lea, que é filha do ex-jogador de futebol Toninho Cerezo, afirma que não é vaidosa. "Conservei esse lado moleque." Ela também falou sobre a circurgia de mudança de sexo. "Não fica igual, fica parecido. Homem não percebe."

"Ser transexual não é gostoso. Sofremos bullying seja quando mostramos os documentos, seja quando escutam a nossa voz, para arrumar empregos", conta.

Lea explica ainda a técnica que usou para desfilar de biquíni no Fashion Rio. "Tenho que usar uma calcinha bem apertada por baixo do biquini e colocar 'ele' para trás."

De acordo com a assessoria da emissora, a entrevista será exibida no domingo (2), logo após o “Programa Silvio Santos”.

Da revista Quem
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Sex Swap: Homem quase sangra até a morte ao tentar mudar de sexo

Andy Cass, hoje conhecido como Kirsty Cass era tão infeliz vivendo no corpo de um homem que decidiu dar um jeito nisso sozinho: pegou uma faca e resolveu cortar o próprio pênis para se tornar, enfim, uma mulher. O que Kirsty não esperava é que fosse tão difícil conter o sangramento causado pela peripécia.

“Eu tinha lutado com as questões de gênero desde que era um garotinho e uma noite eu só tinha algumas cervejas, olhei para baixo e pensei ‘isso não deveria estar aí’. Peguei uma faca e comecei a mexer. A dor era inacreditável. Levou apenas alguns minutos antes de cortar. Peguei um lenço, tentei estancar o sangramento e liguei para a emergência. Depois disso acordei no hospital”, relatou ao Daily Mail.


O caso aconteceu em West Sussex, na Inglaterra, há dois anos e, ao contrário do que se esperava, a vida de Kirsty só foi salva porque o pênis pôde ser recolocado no lugar pelos médicos. “Os médicos explicaram que precisaram recolocar para que eu pudesse fazer uma cirurgia de verdade”, lembra.

Kirsty ainda conta que tentou suicídio quando era jovem, pois desde sempre se sentia desconfortável. “No fundo sempre soube que queria ser uma mulher, mas precisei tentar fazer uma mudança de sexo para perceber isso”, desabafa.

Antes do incidente, ela, que ainda era ele, ainda se vestia como homem, mas decidiu que a partir dali as coisas mudariam e passou a se vestir da forma que sempre quis. Kirsty, que tem 49 anos e uma filha de 21, recebeu todo o apoio da família. “Eu comecei a viver como uma mulher em tempo integral depois disso. Minha grande preocupação era com os colegas de trabalho, mas todos levaram numa boa”.

Depois de toda essa maluquice de fazer justiça com as próprias mãos, ela foi encaminhada a um psiquiatra, que diagnosticou dismorfia de gênero (quando a pessoa tem certeza que está no corpo errado), passou a tomar um coquetel diário de comprimidos para suprir os hormônios masculinos e aguarda até poder fazer a cirurgia definitiva de troca de sexos.

Fonte: Virgula
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Sex Swap: Pais descobrem que filha de 5 semanas é na verdade um filho


Claire e Andrew Robson já tinham comprado o todo o enxoval cor-de-rosa para sua filhinha recém-nascida. oficialmente chamada de Olivia, a bebê nasceu 11 semanas prematura, permanecendo na incubadora.

Só depois de 5 semanas o casal descobriu que sua filha na verdade era um menino. Agora chamado de Dylan, e com a nova certidão de nascimento, o bebê foi para o colo da jovem mãe, que desabou em lágrimas. "Eu já estava acostumada com Olivia. Mas eu amo Dylan o mesmo tanto. É o mesmo bebê!", desabafou Claire ao The Sun.

Como Dylan nasceu cedo demais, não estava completamente desenvolvido, por isso a confusão. Claire, 21 brincou com a situação: "Esse deve ser a troca de sexo mais jovem da história!"

O recém-nascido também foi acometido por uma malformação genital chamada de hipospádia, dificultando a identificação. Dylan terá que passar por cirurgias quando for mais velho para corrigir a deformidade.

Ruim mesmo deve ter sido contar para os parentes e amigos que o filho mudou de sexo, né?



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O BELEZA G NORDESTE

Mesmo com a inexplicável decisão da comissão julgadora composta por senhoras da sociedade alagoana, Yasmim Dhyas fez bonito e encheu de orgulho os cearenses presentes em Maceió.
Mesmo após sua desclassificação a bela Top Gay Ceará, não perdeu a classe e ao descer da passarela foi cercada por dezenas de pessoas para tirar foto e elogiar a sua beleza.
Já na primeira entrada com traje de banho Yasmim arracou aplausos calorosos do público admirado com a feminilidade de seu corpo.
Com vestido assinado pelo cearense Arli Gomes, cabelo e make-up de Sharlesié Dhyas, Yasmim fez uma passarela perfeita e foi muito aplaudida pelo público que protestou contra sua eliminação.
Com classe e elegância, independente do resultado a bela Top Gay Ceará volta para seu estado com a certeza do dever cumprido e um convite para descer o Miss Universo Gay.
Ao final a alagoana TAYLLA MARTINELL foi eleita pela comissão julgadora a Miss beleza G Nordeste e vai representar o seu estado no Miss Gay Brasil em Juiz de Fora.
Veja os videos com a participação de nossa Top Gay Ceará no Miss Beleza G em Alagoas.
TRAJE BANHO



TRAJE DE GALA



Do Ta babado

Estiveram na passarela do concurso MISS BELEZA G NORDESTE três das mais belas faces do Ceará, distribuindo elegância charme, beleza e muita classe.
Independente do resultado nossas meninas foram lá e conquistaram o público. Todas as nossas três belas são detentoras de títulos importantes em suas carreiras. Confira.
YASMIM DHYAS
Nossa Top Gay Ceará 2011, Miss Gay Tancredo Neves 2010 e Miss Glamour Gay Vila Manoel Sátiro 2011.
LETICIA LAYSER
Garota G 2010
RAYSSA DI VIAFORA
Musa Gay Ceará 2010, Miss Glamour Gay Vila Manoel Sátiro 2010


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Igor Cotrim participou de 'A Fazenda' só para divulgar travesti Madona

Antes de 2010, o ator Igor Cotrim já havia feito algumas peças de teatro em São Paulo e pequenos papéis em novelas da Globo, Band e Record. Mas foi com a participação no reality “A Fazenda” que ele ganhou projeção nacional.

Essa projeção, segundo o ator conta à revista sãopaulo, da “Folha de S. Paulo”, foi calculada para que conseguisse mais visibilidade quando o longa-metragem “Elvis & Madona” estreasse.

“Só entrei nesse programa (‘A Fazenda’) porque tinha feito o filme e sabia que haveria uma divulgação em massa.”

No longa, Cotrim interpreta a travesti Madona (com apenas um ‘n’ mesmo) que se apaixona pela lésbica Elvis (Simone Spoladore). Ele conta à reportagem que não foi fácil a composição da personagem.

“O pior foi ter que colocar unha colada com Superbonder por um mês, cabelo pintado, usar salto alto. A reação dos travestis foi muito legal, fiz um registro decente e não estereotipado deles.”

O filme, dirigido por Marcelo Laffitte, é cheio de clichês, mas as ótimas interpretações dos protagonistas e de alguns coadjuvantes, como a mãe de Elvis (vivida por Maitê Proença), deixam-no delicioso e delicado. A produção está em cartaz em São Paulo, Rio, Belo Horizonte, Salvador e Fortaleza.

Do Parou Tudo

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Patrícia Araújo, Travesti 'mais bonita do Brasil' estrela ensaio sensual

“Não sofro preconceito por ser travesti. Sofro preconceito por ser bonita”, afirma Patrícia Araújo, a modelo de 25 anos que abalou os desfiles do “Fashion Rio”, em 2009, foi personagem da revista feminina Marie Claire e figurou em séries da “Rede Record”. Agora, ela acaba de receber o título de “Travesti mais bonita do Brasil” pelo portal “Virgula”.

Na tarde de sexta-feira, 17, era possível ver a carioca com pinta de panicat nas ruas de São Paulo. Em uma escadaria da Rua 13 de maio, vestia um maiô pink e exibia sensualmente a cintura fina, o cabelo esvoaçante e as pernas looongas – Patrícia tem 1,80m de altura! – para um fotógrafo. Isso sem falar do rosto... Delicado e marcante.


Os homens, muitos que não sabiam de seu “segredo”, se reuniam e não poupavam assobios, fotos e elogios. “Que mulher linda”, gritavam em torno da beldade. Embora o frisson em torno de personalidades trans ultrapasse 20 anos, a popularidade de Patrícia remete (inevitavelmente) à transexual Roberta Close e a travesti Thelma Lipp, figuras conhecidas dos anos 80.

“Hoje, muita gente me compara a Roberta, inclusive várias amigas dela. Falam: “vocês são diferentes fisicamente, mas tem aquela mesma coisa de chegar e parar o ambiente”, afirma Patrícia, que se inspira em Deborah Secco e Luiza Brunet. “Acho que a Deborah é a mulher fatal. Gosto do trabalho, também a conheci pessoalmente, é uma fofa”, diz.


Fazendo caras e bocas, a modelo, que se tornou travesti aos 13 anos e já venceu os concursos Miss Brasil Transex 2002, Miss T-Girl World 2004 e o Miss Universo Trans, posava para o ensaio mais ousado do site “Virgula Girl”. É a primeira travesti a figurar no Portal, que geralmente traz ex-BBBs (Maria Melilo), panicats (Jaque Khury, Aryane), e outras assistentes de palco.


Reconhecida pela beleza, Patrícia diz sente na pele o preconceito. “O preconceito está muitas vezes associado à inveja. É por isso que digo que sofro inveja de algumas mulheres. Às vezes estou em uma loja e uma mulher chega com o marido, dá um olhar de inveja, depois começa a rir... Querem alfinetar: ‘não é mulher, é travesti’. Mas não tenho problema com isso. Sei o que sou e sou muito bem resolvida”, afirma.

Sobre os títulos e o mais novo ensaio, ela confessa que encara como a conquista de sua feminilidade: “Nasci um menino, com corpo de menino e espírito de mulher. E hoje sou vista como uma figura totalmente feminina e admirada por isso. Não é aquela coisa de vaidade, é mais uma questão de vitória. Eu consegui, consegui meu espaço. É maravilhoso”, conta.

Do Paraiba online
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Após sexo, homem descobre que prostituta era travesti e acaba preso por briga

O norte-americano Bryan Oster, de 36 anos, foi preso em Salinas, no estado da Califórnia (EUA), após entrar em confronto com um travesti que ele pensava ser uma prostituta, segundo reportagem da emissora de TV "KSBW".

O homem havia acertado um programa com Misael Ruiz, de 31 anos, achando que ele fosse uma garota.

De acordo com a polícia do Condado de Monterey, Bryan Oster estava fazendo compras na noite de terça-feira, quando encontrou o travesti.

A polícia disse que Oster ofereceu US$ 60 por um programa sexual, pensando que Ruiz fosse uma prostituta. De acordo com a investigação, Ruiz entrou no veículo de Oster e realizou o ato sexual combinado.

A polícia acredita que Ruiz tentou cobrar mais pelo ato. Quando Oster tentou recuperar seu dinheiro, os dois acabaram brigando. Foi durante o confronto que Oster descobriu que a suposta prostituta era na verdade um travesti.

Os dois acabaram presos e levados para a cadeia do condado de Monterey. Oster foi acusado de agressão, e Ruiz, de prostituição.

Do Correio da Bahia
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Bento 16 esclarece que Católicos não podem aceitar casamento gay

Papa Bento XVI disse neste sábado que a Igreja Católica não pode aceitar o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

No terceiro dia de visita à Aleamanha, o Papa este na zona de Freiburg, uma área maioritariamente católica. Durante uma reunião com líderes cristãos ortodoxos, Bento XVI manifestou-se contra o aborto, a eutanásia e o casamento para gays e lésbicas.

"Nós, como cristãos atribuimos grande importância à defesa da integridade e unicidade do casamento entre um homem e uma mulher contra qualquer tipo de interpretação errônea", afirmou Bento 16 na ocasião.

Como esperado o Papa tem tido uma recepção morna durante esta visita à sua terra natal.

Um recorde de 181 mil alemães deixaram a Igreja Católica no ano passado, muitos em protesto contra o escândalo de abusos sexuais de menores por parte de padres católicos.

Do Portugal Gay
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Identidade de gênero

Pelas classificações internacionais, o DSM.IV (Diagnóstico e estatística da Associação Norte-Americana de Psiquiatria, que ocupa o número F.64.X "Transtorno da Identidade de Gênero", o fato de preferir transexualidade ,pois a insistência de uma pessoa com Transtorno da Identidade de Gênero quanto a ser do sexo oposto não é considerada um delírio, porque significa, invariavelmente, que a pessoa se sente como um membro do outro sexo.

Transexualidade é a condição considerada como um tipo de transtorno de identidade de gênero, mas pode ser considerada apenas um extremo do espectro de transtorno de identidade de gênero. Refere-se à condição do indivíduo que possui uma identidade de gênero diferente a designado no nascimento, tendo o desejo de viver e ser aceito como sendo do sexo oposto.

É proibido generalizar. Há transexuais integrados no mercado de trabalho convencional. Mas a discriminação, empurra muitos para a animação de bares e discotecas GLBT (Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transgêneros) ou para a prostituição. E esse caminho é espinhoso: "Os trabalhadores do sexo são muito marginalizados, mais ainda se tiverem problemas de identidade de gênero". alega Jó.

Usualmente o homens e a mulheres transexuais apresentam uma sensação de desconforto ou impropriedade de seu próprio sexo anatômico, desejam fazer uma transição de seu sexo de nascimento para o sexo oposto com alguma ajuda médica terapia de reatribuição de gênero para seu corpo. A explicação estereotipada é de "uma mulher presa em um corpo masculino" ou vice-versa, ainda que muitos membros da comunidade transexual, assim como pessoas de fora da comunidade, rejeitem esta formulação.

Uma mulher transexual ou trans é uma pessoa que foi designada fisica e culturalmente como homem quando do nascimento mas que percebe a si, e espera que as pessoas a identifiquem como uma mulher.

Algumas mulheres trans podem optar por realizar uma Cirurgia de redesignação sexual; outras podem não fazê-lo por não possuirem condições para tanto; outras ainda podem não desejar fazê-lo. Isso porque partem do princípio de que mulher é acima de tudo uma condição social e não física.

Apenas nossa sociedade contemporânea que delimita as identidades masculina ou feminina à constituição biológica, o que não é a forma como as mulheres trans percebem a si mesmas.

Do Gurupionline Por: Jordana Borges - Fonto ilustrativa de Keith Caputo, vocalista da lendária banda de metal alternativo nova-iorquina Life Of Agony que confessou estar se tornando um transexual.

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Transexualidade: O grito de quem não quer se mostrar

Transexualidade é uma condição onde o indivíduo não se reconhece no sexo que nasce. Para que reconheça sua sexualidade, passa pela cirurgia de transgenitalização, para que mude seu sexo. Não é o mesmo caso que as travestis, que se diferenciam por não se sentirem incomodadas com seu sexo, ou seja, não querem mudá-lo e por isso não fazem essa cirurgia. Foi com a aprovação da resolução 1.482 de 1997, do Conselho Federal de Medicina, que impulsionaram a regulamentação da cirurgia pelo SUS, que só começou a ser feita a partir de 2007. No entanto, algumas instituições, principalmente de ensino e pesquisa, desde 1998, já realizam a cirurgia, mas ainda nesse ano não poderia identificar como cirurgia de transgenitalização, usando outras identificações para que pudessem ser realizadas. Fora isso, existia a possibilidade de cirurgias feitas por cirurgiões privados em clinicas clandestinas. É mais um corte de classe que o capitalismo impõe, uma vez que quem tem dinheiro, pode pagar pela sua adequação sexual.

Dede então, acredita-se que existam cerca de 1.500 transexuais operados no Brasil legalmente e que pelo menos mais 1.200 estejam na fila aguardando a autorização para a cirurgia. Para que a cirurgia seja realizada, os pacientes devem passar por um acompanhamento multiprofissional, que é necessário, mas utilizado com uma estratégia de “ganhar pelo cansaço”. Esse processo todo pode levar mais de 10 anos.

Mas a cirurgia não é um fim por si só. São necessárias cirurgias de reparo, colocação de próteses (para aquelas onde só os hormônios não conseguiram estimular o desenvolvimento total dos caracteres sexuais) e terapias de reposição hormonal, que o SUS não garante, nem para a mulher em menopausa. Queremos um SUS que supra as necessidades e especificidades LGBTT, um SUS com universalidade, equidade e integralidade.

Uma das formas de jogar a população contra os transexuais é a propagação da falsa idéia de que não existem verbas para a saúde e por isso não se pode gastar dinheiro com algo dito ”desnecessário”, como uma cirurgia de adequação de sexo. A verba, no entanto, existe, mas vem sendo cortada a cada dia, para favorecer os banqueiros e à iniciativa privada. Como não há dinheiro suficiente para um SUS com qualidade e que realmente atenda a todos com dignidade se o governo acabou de mostrar as cédulas então escondidas do povo, dando R$ 160 bilhões para banqueiros e grandes empresários?

Ainda, mudar o nome e o sexo nos documentos, é um processo complicado e longo. Pode levar mais de 2 anos. Enquanto isso, esses trabalhadores são muito mais explorados pelos empregos precarizados, sem quase nenhum direito.

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“Ser chamada de aberração da natureza, era como se a cada minuto estivessem condenando você a morte, por uma condição que não somos culpados de estar vivenciando.” – Lana

Lana é uma transexual, que contribuiu com sua experiência:


Quando você percebeu que era transexual?

– Aos 5 anos de idade, eu não me senti igual aos outros meninos, na verdade eu não me sentia um menino. Sempre me imaginei como uma mulher. Ao passar dos anos as coisas pioraram, com a chegada da adolescencia, fui muito discriminada por ser muito feminina, muito delicada. Passei por vários episodios de depressão, porque não entendia porque eu tão discriminada, sempre me senti como se estivesse presa num corpo que não era o meu, sempre me senti uma mulher presa num corpo masculino. Eu não era um travesti! Nem gay! Os travestis por mais que sejam feminas, não se declara mulheres e não querem fazer a cirurgia. Eu não era gay também, eu simplesmente não era do sexo masculino, era mulher, e heterosexual. Ser transexual é uma condição imposta pelo seu cerebro feminino, não uma orientação. Como orienteção podemos ser tanto hetero, homo ou bissexuais.

Qual foi a reação da sua familia e amigos quando você contou que era uma transexual?

– A pior possivel. Eles não tinham informação sobre o que era ser transexual. Pra eles era frescura, eles me viam como gay. Quem teve a pior reação foi meu pai, que chegou a me agredir, porque os vizinhos comentavam que o filho dele era gay. Em relação aos meus irmãos, sempre pude contar com o apoio deles, mas não do resto da familia, que me via sempre como uma aberração. Ser chamada de aberração da natureza, era como se a cada minuto estivessem condenando você a morte, por uma condição que não somos culpados de estar vivenciando.

– Muitas pessoas se distanciaram de mim. Na escola foi horrivel. Eu fui totalmente excluida das atividades de grupo, ninguem queria ficar perto de mim, principalmente os garotos, que chegavam a formar grupinhos para me bater. Mas mesmo sendo segregada, eu nunca baixei a cabeça. Sempre me impus, o que era muito dificil, porque eu estava sozinha. Entrei na faculdade como bolsista do PROUNI, nesse momento eu já tinha feito a cirurgia, e foi a verdadeira “ caça às bruxas ”. O meu nome na pauta ainda não tinha mudado, porque meu processo de retificação de documentos ainda estava em tramitação na justiça, e ninguem entendia porque aquela garota nunca respondia a chamada e porque tinha um aluno que nunca aparecia, e porque ele sempre ganhava presença. Antes das aulas eu falava com os professores, quando dava. Muitas das vezes tinha que falar com os professores no meio da chamada. Certa vez, um professor da universidade expressou toda sua homofobia quando disse que não me chamaria pelo nome feminino que eu usava. Disse “ Existe borboleta e periquito, não existe borboquito ”, na sala lotada de alunos. Essa situação foi dificil em toda minha vida. Foi uma verdadeira perseguição. Hoje na universidade, todos comentam, em todos os cursos, mas eles acham que sou um travesti. A cada nova entrada de calouros eu era como se fosse um Freak Show.

Quando você decidiu fazer a cirurgia de Resignação Sexual? Onde fez?

– Decidi fazer a cirurgia nos meados de 1995, quando eu já tinha 24 anos. Passei por um longo periodo de pesquisas, para saber mais sobre a cirurgia. Entrei em vários sites, e vi que essa cirurgia era realizada fora do país, até então, no Brasil, não era autorizada. A mais barata era em Marrocos, e era na época, 6000 doláres, e tinha na bagagem varias pessoas mortas, e além disso não existia nenhum tipo de acompanhamento. Sempre procurava, mas nunca tive dinheiro para pagar. Em 1999, numa visita à UFRJ, com a desculpa que queria saber sobre orientação sexual, fui encaminhada ao 12º andar, e por minha sorte, todos os especialistas de todas as areas referentes à cirurgia e ao tratamente estavam reunidos. A cirugia so poderia ser feita em hospitais universitarios, com equipes multiprofissionais, mas ainda de cunho experimental, e que era tratada como uma outra cirurgia para ser autorizada, como câncer no genital. Aí começou a minha jornada. Fui encaminhada para abertura de prontuário e após 4 anos de tratamento com essa equipe, incluindo longas sessoes com o setor de saúde mental e tratamento hormonal, fui internada para cirurgia em 10 de outubro de 2004, e a cirurgia aconteceu um mês depois, devido à tramites burocráticos.

E quais foram as principais dificuldades pós-cirugia?

– A maior dificuldade foi certamente na retificação dos documentos. O governo autorizava a cirurgia, mas não nos dava um respaldo jurídico para que a retificação fosse feita apartir do momento que vc sai do hospital.Isso evitaria uma séries constragimentos como dificuldade para conseguir emprego e longas idas ao tribunal de justiça para fazer prevalecer nosso direito de existir como mulheres e principalmente como seres humanos. Entrei com processo para mudança nos documentos em junho de 2005, e em setembro 2006 saiu a sentença dada por uma comarca de interior, onde os seus juizes vivem no século XVIII, que mente pequena!!! Eles autorizaram a mudança de nome e nao do sexo, e um dos argumentos utilizados no texto da sentença foi “No entanto, a postulante parece mulher, move-se como mulher, mas não o é.” Conclulsão, tive que entrar com recurso no tribunal de justiça da capital, reenvindicando a mudança na desegnaçao sexual, de masculino para feminino, pois o defensor publico da comarca de interior que estava me acessorando nao dava importancia ao meu caso e toda movimentaçao do processo inclusive acompanhamento, foi feito por mim. Finalmente em setembro de 2007 saiu a sentença definitiva do recurso autorizando a retificação de nome e sexo, mas com averbação no livro de registro de nascimentos. Mesmo com todo esse trabalho, demorei mais 1 ano para regularizar todos os meus documentos, passando por constragimentos na faculdade, seleçao para emprego e em lugares onde era necessario a apresentaçao da carteira de identidade, eu sempre tinha a desculpas que tinha sido roubada (risos).

Eu não era um travesti! Nem gay! Sou uma mulher!

Transexuais não querem se mostrar, é o resultado da opressão! Imaginar depois de passar por todas essas dificuldades alguém dizer que você não é mulher porque não nasceu mulher é inaceitável. Lana é um nome fictício, mas a história é bem real. E reflete fortemente a cultura homofóbica. O SUS certamente não está preparado para lidar com as especificidades da população LGBTT.

Como hoje a maioria dos transexuais preferem não se mostrar, deixam de participar da luta contra essa situação de discriminações constantes. No entanto, somente com a união dos diferentes setores oprimidos podemos despertar a consciência de toda a população contra as diferentes formas de discriminação e segregação dos indivíduos. Rumo a uma sociedade em que não mais haverá segregação, opressão e exploração!

  • Pela cirurgia de resignação sexual feita em obrigatoriedade pelo SUS!
  • Pela continuidade do tratamento, incluindo reposição hormonal, próteses, cirurgias reparadoras e plásticas, e acompanhamento psicológico com quantidade adequada de profissionais treinados!
  • Que os documentos sejam prontamente modificados, para que já se saia do hospital com nome e sexo retificados!
  • Para que não haja averbação com relação à mudança de nome e sexo para evitar constrangimentos!
  • Por um SUS que seja preparado para lidar com as especificidades dos LGBTTs!
  • Contra o governo Lula, que corta verbas da Saúde para favorecer os bancos e a iniciativa privada! Que os trabalhadores não paguem pela crise!
  • Por uma sociedade sem homofobia, machismo e racismo!
  • Por um movimento LGBTT classista e combativo!
Do LSR


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Orientação sexual, Identidade e Papel de Gênero: você sabe a diferença?

Por Homorrealidade

A sexualidade humana se manifesta de maneiras tão diversas que é difícil classificá-las com precisão. O próprio movimento LGBT percebe essa dificuldade. Só no Brasil, ele já foi chamado de GLS (gays, lésbicas e simpatizantes), passou para GLBS (incluindo os bissexuais), tornou-se GLBT (suprimindo os simpatizantes e incluindo os transgêneros), reorganizou-se como LGBT (valorizando a atuação das lésbicas) e há até sugestões para que se torne LGBTTIS (distinguindo travestis, transexuais, intersexos e retomando os simpatizantes). Mas será que conhecemos bem o significado desses termos? E a diferença entre “orientação sexual” e “identidade de gênero”? Os conceitos podem não ser uma unanimidade, mas nos ajudam a entender essas variadas manifestações do comportamento humano e evitar preconceitos.

Onde está a confusão?

Quem nunca viu um homem efeminado ou uma mulher masculinizada e logo pensou: “Esse aí é homossexual !”? Pois é... mas será que a orientação sexual de uma pessoa tem obrigatoriamente alguma relação com uma aparência mais feminina ou masculina? O senso comum pode até dizer que sim, mas a realidade diz o contrário. O que geralmente ocorre é um preconceito motivado pela confusão que as pessoas fazem entre “orientação sexual”, “identidade de gênero” e “papel social de gênero”, conceitos que nem sempre se combinam da mesma forma. Mas qual a diferença?

A primeira informação, a saber, é que a sexualidade humana envolve pelo menos quatro aspectos principais, que são distintos e se relacionam de formas diferentes de pessoa para pessoa. São eles:

1) Sexo biológico: refere-se ao sexo de nascimento, ou seja, se o indivíduo nasceu com sexo biológico masculino, feminino ou intersexo - termo preferível ao antigo “hermafrodita” e que envolve pessoas que nascem com características sexuais biológicas dos dois sexos.

2) Orientação sexual: refere-se à atração sexual (afetiva e/ou intelectual) que a pessoa possui por outras pessoas, ou seja, é por quem o indivíduo costuma se atrair. (mais aqui)

3) Identidade de Gênero: refere-se ao sentido psicológico de ser homem ou mulher, ou seja, é como o indivíduo se sente internamente, como sendo um homem, uma mulher ou nem uma coisa nem outra. (mais aqui)

4) Papel Social de Gênero: refere-se à sua adesão ao conjunto de comportamentos relacionados ao que se convencionou chamar de masculino ou feminino, dentro de um grupo ou sistema social. Ou seja, é a forma como o indivíduo se mostra para as demais pessoas do ponto de vista do gênero, se com uma aparência dita masculina, dita feminina ou uma mistura de ambas. (mais aqui)

Obs: Há teóricos que preferem chamar a “Identidade de Gênero” de “identidade sexual” e, por sua vez, o “papel social de gênero” de “identidade de gênero”. E outros, ainda, usam diferentes expressões. Como dito, os termos e conceitos estão em constante evolução. Ou seja, a diversidade também se reproduz nas nomenclaturas.

As diversas orientações sexuais

Um dos estudos mais famosos sobre orientação sexual foi apresentado pelo americano Alfred Kinsey, que definiu inclusive uma escala de comportamentos sexuais conhecida como Escala Kinsey. A partir dessa pesquisa, complementada pelo trabalho de diversos outros estudiosos que o seguiram, podemos dizer que existem cinco orientações sexuais mais comuns. São elas:

1) Assexualidade – é a orientação caracterizada pela indiferença à prática sexual, ou seja, o indivíduo não tem atração sexual nem por pessoas do mesmo sexo e nem por pessoas do sexo oposto. Há quem afirme que a assexualidade não é uma orientação sexual mas uma disfunção sexual, porém tal teoria não tem fundamentos comprovados. O indivíduo assexual, porém, embora não tenha vontade de praticar sexo, pode ter atração afetiva, apaixonar-se e manter relacionamentos amorosos livres de sexo - com pessoas do mesmo sexo, do sexo oposto ou de ambos os sexos. (mais aqui)

2) Heterossexualidade - refere-se a atração sexual e/ou afetiva por pessoas do sexo oposto, sendo considerada a orientação sexual mais comum entre as pessoas. A heterossexualidade tem sido identificada, ao longo da história e na maioria das civilizações, como a "normal" ou "natural", por conta do potencial reprodutor da relação, repassando para as demais o título de "anormais" ou "antinaturais". Contudo, tem-se verificado uma mudança na forma como o assunto é abordado pela opinião pública, comunidade científica e poder político, reforçando-se a diferença entre "maioria" (a heterossexualidade) e "naturalidade" (inerente a qualquer orientação sexual). (mais aqui)

3) Homossexualidade - é a atração sexual e/ou afetiva por pessoas do mesmo sexo. Segundo a OMS, aproximadamente 10% das pessoas no mundo são homossexuais. No entanto, acredita-se que esse número possa ser maior, pois muitos homens e mulheres com essa orientação costumam omitir sua homossexualidade por conta do preconceito. Além do termo “homossexual”, os termos “gay” e “lésbica” são bastante utilizados para designar, respectivamente, o homem e a mulher com essa mesma orientação. No entanto, há quem afirme que “gay” não defina apenas a orientação sexual, mas também o jeito de ser visual, cultural e comportamental. O próprio significado original da palavra, sinônimo de “alegre” ou “jovial”, já demonstra essa diferença. (mais aqui)

4) Bissexualidade - consiste na atração sexual e/ou afetiva por pessoas de ambos os sexos, mesmo que, por vezes, esse desejo seja mais acentuado para um ou para outro. As pessoas que se afirmam bissexuais são, muitas vezes, as mais discriminadas. Muitos heteros e homossexuais costumam considerá-las como “indecisas” ou mesmo “covardes” por não assumir uma condição ou outra. No entanto, estudos apontam que isso é um equivoco, pois não devemos entender a sexualidade humana como uma condição entre duas alternativas únicas - a heterossexualidade e a homossexualidade -, mas como uma diversidade de alternativas entre elas. (mais aqui)

5) Pansexualidade - é uma orientação sexual mais abrangente que a bissexualidade (e por isso distinta dela) que se caracteriza pela atração sexual e/ou afetiva tanto por homens e mulheres com identidade e papel de gênero convencionais como também por aqueles com identidades e papéis diferenciados (transexuais, travestis, intersexos, entre outros). Desse modo, podemos dizer que a bissexualidade está contida na Pansexualidade, porém essa última envolve um universo de atração mais amplo. (mais aqui)

Obs: Considerando essas cinco categorias principais, vale lembrar que a “orientação sexual” nem sempre gera um “comportamento sexual” equivalente. Algumas pessoas, por medo, condicionamento ou repressão, acabam não expressando sua orientação sexual na sua prática sexual. Um exemplo são os homossexuais que fingem ser heteros, mantendo relações apenas com o sexo oposto (vulgo enrustidos). A esses, a psicologia chama de egodistônicos. De forma contrária, os egosintônicos seriam aqueles cujo comportamento está sintonizado com a sua orientação sexual – por exemplo, os homossexuais que vivem de fato relações homossexuais.

As diferentes Identidades e Papéis Sociais de Gênero

Os conceitos de “identidade de gênero” (como você se vê) e “papel social de gênero” (como você se mostra) são mais difíceis de subdividir separadamente porque há casos em que essa relação é bem aproximada.

Apresentamos aqui alguns conceitos conhecidos de identidades de gênero combinados com diferentes papéis sociais de gênero:

Masculino: É aquele homem (que pode ser hetero, homo, bi, pan ou assexual) que se veste e se comporta convencionalmente como a maioria dos homens atuais.

Efeminado: é aquele homem que, junto com o aspecto masculino, apresenta também características, mais ou menos acentuadas, do comportamento dito feminino (jeito de falar, gesticular, aparência sensível, gostos pessoais, etc). Embora muitos pensem que homens efeminados sejam homossexuais, isso nem sempre é verdade. Eles podem ter qualquer orientação sexual (hetero, homo, bi, pan ou assexual). Alguns teóricos não consideram o “ser efeminado” como um “papel social de gênero”, pois os indivíduos ditos efeminados nem sempre se consideram assim ou têm consciência de passar essa impressão. Outros já entendem que tal papel advém de uma identificação manifestada de forma inconsciente.

Feminina: é aquela mulher (que pode ser hetero, homo, bi, pan ou assexual) que se veste e/ou se comporta convencionalmente como a maioria das mulheres atuais.

Masculinizada: é aquela mulher que, junto com o aspecto feminino, apresenta também características, mais ou menos acentuadas, do comportamento dito masculino (jeito de falar, gesticular, aspecto bruto, gostos pessoais, etc). Embora muitos pensem que mulheres masculinizadas sejam lésbicas, isso nem sempre é verdade. Elas podem ter qualquer orientação sexual (hetero, homo, bi, pan ou assexual). Como no caso dos efeminados, há quem diga que o “ser masculinizada” não caracteriza um “papel social de gênero”, pois tais mulheres às vezes nem reconhecem apresentar essas características ditas masculinas.

Andrógino/ Pangênero: é o homem ou a mulher que apresenta aspecto físico e características comportamentais comuns tanto ao universo masculino (andro) quanto ao feminino (gyne). Assim sendo, torna-se difícil definir a que gênero pertence apenas por sua aparência. Emborra muitos pensem que um andrógino ou pangênero seja homossexual ou bissexual, isso nem sempre se aplica, pois o mesmo pode apresentar qualquer outra orientação sexual. Há também quem faça uma distinção entre “Androgino” e “Pangênero”, considerando o segundo mais abrangente. Às vezes o termo “andrógino” é usado para deisignar o “intersexual”, representando também, nesse caso, o sexo biológico do indivíduo. (mais aqui)

Transformista: é a pessoa que veste roupas usualmente próprias do sexo oposto com intuitos essencialmente artístico-comerciais, sem que tal atitude interfira necessariamente em sua identidade de gênero ou orientação sexual, que pode ser qualquer uma. A pessoa se transforma por tempo determinado, com intuito profissional. (mais aqui)

Drag Queen/ Drag king: é o artista performático (que pode ter qualquer orientação sexual) que se traveste do sexo oposto, porém de forma cômica e/ou exagerada, com o intuito geralmente profissional-artístico (para atuar em bares, boates, eventos, etc). Chama-se drag queen o homem que se veste com roupas femininas estilizadas, e drag king a mulher que se veste como homem. (mais aqui)

Travesti: É o homem ou a mulher que vive uma parte significativa do dia ou todo o dia como se fosse do sexo oposto. Além de se travestir com roupas do sexo contrário, é comum a utilização de um nome social, corte de cabelo, adoção de modos e de timbre de voz consoantes com o sexo almejado. O uso de hormônios e a realização de cirurgias estéticas, incluindo próteses de seios no caso dos homens, são muitas vezes utilizados. No entanto, os travestis não sentem vontade de realizar a operação de redesignação sexual, preferindo manter seus órgãos genitais sem alteração. Segundo a escaladefinida pelo sexólogo alemão Harry Benjamin, há três tipos de travestis: o pseudo travesti, o travesti fetichista e o travesti verdadeiro. (mais aqui)

Transexual: é a pessoa que possui uma identidade de gênero diferente do sexo designado no nascimento (sexo biológico), tendo o desejo de viver e ser aceito como sendo do sexo oposto. Chama-se “mulher transexual” o indivíduo que nasceu biologicamente homem, mas sente-se e transforma-se em mulher. E chama-se “homem transexual” quando nasce biologicamente mulher, mas sente-se e transforma-se em homem. Segundo a escaladefinida pelo sexólogo alemão Harry Benjamin, há três tipos de transexuais: o não cirúrgico, o de intensidade moderada e o de alta intensidade. (mais aqui)

Considerações Finais:

A equipe do homorrealidade espera não ter confundido a cabeça de seus leitores com tantos conceitos, até porque eles não são uma unanimidade como informamos. A sexualidade humana envolve aspectos muito subjetivos e torna-se improvável existirem definições perfeitas ou inquestionáveis. O mais importante é reforçar que essa diversidade existe e que nem sempre avaliamos as pessoas de forma devida. E aí? Dá pra julgar a sexualidade de alguém de maneira tão superficial?

Do Blog do Garoto
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TAMANHO É DOCUMENTO? SIM!


Embora a maioria das vezes as pessoas digam clichês como “o tamanho não importa, importa é funcionar”, em muitos casos tamanho é documento sim, mas depende da pessoa. Começa por quando o parceiro(a) vê o pênis, pois a visão de um membro mais dotado está associada com mais virilidade e melhor desempenho, e isso é excitante. O contrário ocorrendo quando o mesmo vê um membro pequeno.
mas...

"Nada é mais sexy do que um homem confiante em relação a seu próprio corpo".

A questão do tamanho do pênis vem de longa data para afligir a cabeça (sem trocadilhos infames) dos homens. Em um completo mar de conceitos obsoletos, preconceitos, machismo e desinformação, muitos homens não têm orientação suficiente quanto a este tema.

Prova disso é a grande quantidade de consultas desnecessárias a urologistas, sob alegação de “Tenho o pau pequeno”, e a invariável resposta “Seu pênis é normal”, na maioria dos casos.

Examinando as razões para este conflito, temos um ponto interessante na questão do acesso à pornografia. Com o acesso irrestrito à mesma, muitos adolescentes e mesmo adultos, se acham insatisfeitos com seu desempenho e com o tamanho de seus pênis. Esquecem que existem truques de filmagem – como uso de drogas para ereção – que aumentam o tamanho e o desempenho dos atores.

Após assistir um filme pornográfico, a maioria dos homens sente-se inferiorizada e incapaz de uma performance daquelas. O que é normal, além disso, os atores são uma amostra “viciada”, ou seja, são selecionados dentre a minoria que possui membros acima da média. Vale lembrar que, fisiologicamente, o pênis existe para levar a urina para fora do corpo e como meio de reprodução.

Se cumpre estas duas funções, mesmo que o indivíduo esteja insatisfeito com as medidas, é considerado anatomicamente normal.Algo que precisa ser desmistificado é o aspecto do pênis quando flácido. Se compararmos dois pênis flácidos, o menor deles, quando ereto, pode ficar maior que o outro, pois alguns pênis crescem mais que os outros ao ficarem eretos. O tamanho do pênis flácido não tem relação com o tamanho em ereção. Portanto um belo conceito para se levar daqui : “Pau mole só serve pra fazer xixi”.

Mais importante que o tamanho peniano, é a sua funcionalidade. É fato sabido que um membro avantajado tem maiores chances de sofrer disfunção erétil no futuro, devido à maior necessidade de sangue para manutenção da ereção, e o risco de precisar de tratamento é bem mais alto.

Seguindo adiante, vamos discutir métodos utilizados para aumento do pênis, com a seguinte ressalva. Nenhum método utilizado provou-se 100% eficaz ou isento de complicações. Tanto que a Sociedade Brasileira de Urologia ainda considera TODAS as técnicas como experimentais. Além disso, só recomenda tais procedimentos em raríssimos casos, como o câncer de pênis e a presença de micropênis, incompatível com função sexual (menor que 7 cm em ereção). As opções são:
  • Métodos não-cirúrgicos: São os chamados instrumentos de tração. Bombas à vácuo, aparelhos tipo Jelq e JES extender. Sua ação consiste na distensão regular dos corpos cavernosos, o que alega-se estimular a proliferação celular e ganhar comprimento do membro. A aplicação regular de tais métodos na maioria dos casos realmente aumenta a dimensão peniana. A grande questão é que não há comprovação científica que esse aumento se dá de forma permanente. Não são isentos de complicações, portanto, só devem ser aplicados sob acompanhamento médico.

Métodos cirúrgicos:

  • Secção do ligamento suspensor peniano: Este procedimento consiste em se separar o pênis do ligamento que o prende à púbis, retirando desta forma uma porção localizada originariamente dentro ao arco púbico ao meio exterior. Na verdade, esta cirurgia causa uma “ilusão” de aumento do pênis, ele apenas fica mais “para fora”. Além disso, com a secção do ligamento, o pênis, mesmo ereto, passa a apontar sempre para baixo.
  • Retalho em V-Y: É feito um corte em V na base do pênis, e quando o pênis é tracionado, suturam-se os pontos, e a ferida toma a forma de um Y. Podem ocorrer retrações cicatriciais na base, prejudicando a função. Além disso, o aumento é apenas aparente.
  • Injeção de gordura no pênis: Este procedimento tem a finalidade de tentar aumentar o diâmetro peniano, principalmente em estado de flacidez, por meio da injeção de células gordurosas retiradas de outra parte do corpo. Advoga-se não ser tão efetivo pois a gordura pode ser reabsorvida em muitos casos, e também pode causar “acidentes de relevo” no pênis.
  • Lipo-escultura: É a retirada do excesso de gordura ao redor do púbis, causando a ilusão de aumento do membro.
  • Injeção de PMMA no pênis: O PMMA (polimetilmetacrilato) é uma substância utilizada em Medicina Estética, que assim como a gordura, pode ser injetada no pênis, aumentando tanto seu comprimento como espessura, e com a vantagem de não sofrer reabsorção.
  • Complicações: Existem complicações relacionadas ao procedimento cirúrgico como impotência, secção de nervos penianos, encurtamento – no caso de fibrose extensa – perda da angulação peniana (quando o pênis aponta para baixo) e infecção.

Talvez as dúvidas dos homens – e eventuais problemas com o pênis – sejam motivados tão somente pela vontade de satisfazer, cada vez mais, seus parceiros(as). Porém, há casos em que uma boa conversa – e até mesmo a ajuda de um terapeuta – podem ser de grande valia.

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Tamanho é documento? Não!

Eterna questão entre os homens e tema frequente no chope das meninas, o tamanho do instrumento de um rapaz e sua relação direta com a satisfação sexual feminina não gera, exatamente, opiniões unânimes. Há quem prefira os bem dotados, outras acham que a experiência e o jogo de cintura - literalmente! - valem mais. A união das duas qualidades seria perfeita se não fosse tão rara. Quando não é rara, em geral o moço tem dona. Ou fila.

Tamanho G

Termos como "avantajado" são uma espécie de selo de aprovação. A funcionária pública Renata de A., 29 anos, perdeu a virgindade com um homem, digamos, especial. "Eu não tinha parâmetro para dizer se era grande ou pequeno. Mas agora que terminamos e conheci outras pessoas, posso dizer que ele era realmente volumoso", revela Renata, que se acostumou com um tamanho grande, acreditando ser padrão. Nas palavras dela, "da espessura de uma lata de cerveja". Cara Renata, essa medida, definitivamente, não é fácil de se encontrar por aí. "Fica parecendo que está faltando alguma coisa, fica um vazio, sabe? Não adianta: pra mim, tamanho é documento e faz toda a diferença na cama", diz ela, que cogita até voltar para o ex.

Tamanho M

Se algumas preferem o tamanho G, muitas se dizem fãs dos M. Argumentos não faltam. A jornalista Andressa B., de 31 anos, reclama do exagero do namorado. "Primeiro, fica complicado para encontrar camisinha que caiba", explica, dizendo que só tem um modelo, extragrande, que serve no parceiro. "Depois parece que os maiores não ficam tão duros como os menores", pondera, defendendo que os do segundo grupo têm ereções mais satisfatórias. "Em terceiro lugar, quando é grande, dói e não é qualquer posição em que se pode transar", ressalta. Faz sentido.

Não importa o tamanho

Nem grandes, nem pequenos: há quem valorize os mais espessos. Dependendo da anatomia feminina, dizem que estes são os mais eficientes na hora da verdade. Para a estudante Alessandra A., de 26 anos, o que importa não é o comprimento, mas a circunferência. "Quando é muito fino, não sinto prazer na penetração", revela. E brinca: "O homem não pode ser grosseiro, mas tem que ser grosso". A exigente estudante garante já ter dispensando pretendentes mais, como dizer?, finos.

“Na maioria dos casos a insatisfação não vem de uma queixa da parceira, mas do desejo do homem de possuir um pênis maior”

E tem aquela velha máxima: "O que importa não é o tamanho da varinha, mas o poder da mágica". Afinal de contas, para que serve um big size se o dono não souber tirar proveito dele? Sem predileção pelos gigantes, a dentista Irene R., 28, acredita que os mais avantajados são displicentes na cama. "O cara se acha o máximo e não mostra preocupação em atender os desejos da mulher. Ele pensa que ter um grande é sinônimo de ser bom de cama", diz, lembrando que não é bem assim. "Prefiro os de tamanho médio, que chamo de standard. Nem enormes, nem pequenininhos", conta.

Mais vale uma boa preliminar

Muitas vezes o tamanho é uma questão que preocupa mais os homens do que nós, mulheres. "Tive um namorado que era normal, mas tinha complexo de pequeno. Eu acho que é por conta do mercado pornográfico que mostra aqueles homens que mais parecem cavalos", defende a personal trainner Gisele P., de 28 anos. Para ela, o tamanho não importa muito, mas sim a habilidade. "Só homem se preocupa com a medida, pega a régua etc. Nós, mulheres, comentamos sobre esse detalhe quando se trata de um extremo - para mais ou para menos. Preferimos aproveitar o momento, a relação, o olho no olho, as preliminares", ressalta.

A média nacional

O Dr. Celso Marzano, urologista e terapeuta sexual diretor do Instituto Brasileiro de Sexologia e Psicossomática, explica que o pênis atinge seu tamanho definitivo quando o homem completa 16 anos de idade: "80% dos pênis eretos situam-se entre 11cm e 17cm, sendo 14cm a média comum. A circunferência do pênis ereto situa-se em média entre 6cm e 15 cm. Em flacidez, o tamanho médio do pênis do adulto varia de 6 a 9 cm", revela.

Mitos e símbolos

O pênis ereto e grande, símbolo maior da masculinidade, fascina homens e mulheres pela imagem de força e poder associados. "O exagero dimensional da sua representação gráfica e artística tem suscitado comparações estereotipadas e expectativas nem sempre satisfeitas. Até hoje esta simbologia persiste e provoca muitas conseqüências negativas quanto a sexualidade masculina" ressalta o sexólogo.

Na avaliação do Dr. Marzando, um homem achar que possui o pênis menor do que o do outro tem a autoestima diminuída. "Na maioria dos casos a insatisfação não vem de uma queixa da parceira, mas do desejo do homem de possuir um pênis maior, seja por desconhecimento das dimensões normais ou por comparações errôneas feitas com outros pênis, vistos em revistas e filmes eróticos, ou ainda através de ‘vantagens' contadas por amigos. Certos pais induzem a um trauma psicológico nos filhos, na infância, ao compararem os seus pênis com os de outros meninos da mesma idade", afirma.

Dr. Celso, autor do livro "O Prazer Secreto" (Editora Éden), afirma que a idéia "quanto maior o pênis, melhor o desempenho sexual" é falsa. "O prazer feminino não depende do tamanho do pênis, mas sim de um conjunto de fatores que cerca o ato sexual como a emoção, o amor, o clima erótico, o desejo e o apetite sexual, o grau de excitação e a 'habilidade' do parceiro. Mulher não reclama de tamanho de pênis e sim de infidelidade, de indiferença, de falta de carinho e atenção, do egoísmo e preocupação do parceiro em satisfazer apenas a si próprio", finaliza.

E você, concorda?


Do Bolsa de Mulher

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ARTE TRANSFORMISTA AO CENTRO DE FORTALEZA

Com o comando de Condessa Mireille Blanche o espetáculo ORGULHO BRASILEIRO – Transformistas In Concert será a grande pedida na próxima quarta-feira 28 de setembro no Anfiteatro do Parque da Liberdade (Cidade da Criança) no centro de Fortaleza.
Condessa Mireille Blanche, Rayanna Rayovack, Yasmin Dhyas, Linda Rayssa e Camilly Leyker, farão números que exaltarão o orgulho de ser brasileiro, cada uma das estrelas, irá representar uma região do país.
Os ensaios estão acontecendo na boate Divine e a expectativa é que um grande público compareça a apresentação, que faz parte do projeto Quarta Cultural LGBT da Coordenadoria da Diversidade Sexual da Prefeitura de Fortaleza.

Do Ta Babado
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Plus Size: Vestidos para o fim de semana

Adorei as sugestões de vestidos para o fim de semana postados pela Renata Poskus Vaz, no blog mulherão. Ela separou três dicas de vestidinhos lindos para uso neste fim de semana. O primeiro é lindo (reparem na sandália linda cor-de-rosa, estilo perua...), floral, bem justinho. O segundo é em animal print e o terceiro tem uma estampa que remete à folhagens e que muitas marcas usarão nesta primavera verão.

Os três são da Manuella Plus Size e a modelo é Aline Carvalho.

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Crossdresser? Nicole Scherzinger afirma que Lewis Hamilton já usou suas roupas de látex

Namorada de Lewis Hamilton, campeão da Fórmula 1 em 2008, Nicole Scherzinger colocou o inglês em maus lençóis nesta quarta-feira. Em entrevista à rádio inglesa Capital FM, a cantora americana de 33 anos fez uma inusitada revelação ao ser perguntada se já havia vestido um dos macacões de corrida ou um dos capacetes do inglês.

- Não, mas ele já usou uma das minhas roupas de látex – disse Scherzinger.

Scherzinger, atualmente, trabalha como jurada da versão americana do programa X Factor. Ela entrou no lugar de Cheryl Cole, esposa do jogador Ashley Cole, que desistiu de participar apenas quatro dias após o anúncio de sua participação. O próximo desafio de Hamilton na Fórmula 1 é o GP de Cingapura, no dia 25 de setembro.

Não é o primeiro atleta a passar por esta situação embaraçosa. David Beckham, astro do futebol inglês e atualmente no Los Angeles Galaxy, dos Estados Unidos, revelou um segredo íntimo em 2002. Casado com a cantora Victoria, ex-Spice Girls, o meia revelou que gostava de usar suas calcinhas.

Fonte: G1

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SEX SWAP: O Tenente da RAF convidado para o casamento do Príncipe William

As imagens desse post ilustram uma materia do 'The Sun' que aborda a questão do Príncipe William ter convidado para o seu casamento um dos seus colegas de turma da RAF - Real Força Aérea Britanica o Tenente Ian Holdom para o seu casamento.

O Fato é que o enviou convites para a todos os membros da equipe de resgate de sua base em Anglesey, North Wales. Incluindo é claro o Tenente Ian Holdom (que atende pelo nome de Ayla) - Estava recem licenciado em razão da sua definição em submeter-se a uma mudança de sexo.

A RAF indagada pela imprensa sobre essa questão emitiu a seguinte nota: "A unidade de busca e salvamento são um grupo muito unido e Prince William é mais um membro da equipe assim como o Tenente Ian. Todos são membros da tripulação e não há motivo para exclui-lo do convite para o casamento."

Pessoalmente eu não sabia desse fato e achei muito bacana (e moderna) a iniciativa do Principe. Mas francamente eu queria muito saber se o Tenente Ian Holdom foi a festa e melhor se foi como sapo (Ian) ou de princesa Ayala...


By Kate, com informações do The Sun
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Técnica impede HIV de danificar o sistema imunológico humano

Cientistas de Londres descobriram uma maneira de evitar que o vírus HIV, causador da Aids, danifique o sistemaimunológico humano.

A descoberta pode ser o passo inicial para o desenvolvimento de uma vacina eficaz contra a Aids.
Durante os estudos, os pesquisadores descobriram que, quando o colesterol é removido da membrana do HIV, o vírus setorna incapaz de danificar o sistema imunológico.

Quando uma pessoa contrai um vírus comum, esse sistema tem uma resposta inata,defendendo o corpo da infecção. Alguns pesquisadores acreditam, porém, que o HIVleva o organismo a uma reação exagerada, o que acaba enfraquecendo a próxima linha de defesa do sistema imunológico, também conhecida como resposta imune adaptativa.

Assim, com a remoção do colesterol da membrana que envolve o vírus, o HIV foi impedido de desencadear a resposta imune inata.

Fonte: Cena G
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Sobre este blog

Aqui eu não sou homem ou mulher. Sou um adepto do crossdresing. Sou uma Crossdresser - CD ou CDzinha. Desde os 9 anos, adoro lingeries e roupas sexyes. Levo uma vida normal masculina e tenho uma vida clandestina feminina.

Me proponho aqui a falar um pouco de tudo, em especial das Crossdressers, dos transexuais, dos Travestis e da enorme comunidade
LGBT existente em todo o mundo. Um estilo de vida complicado e confuso (para alguns)... Este espaço também se presta para expor a minha indignação quanto ao ódio e preconceito em geral.

Observo que esse é um blog onde parte do que aqui posto pode ser considerado como orientado sexualmente para adultos, ou seja, material destinado a pessoas maiores de 18 anos. Se você não atingiu ainda 18 anos, ou se este tipo de material ofende você, ou ainda se você está acessando a internet de algum país ou local onde este tipo de material é proibido por lei, NÃO siga 'navegando'.

Sou um Crossdresser {homem>mulher} casada {com mulher - que nada sabe} e não sou um 'pedaço de carne'.

Para aqueles que eventualmente perguntam sobre o porque do termo 'Crossdresser GG', eu informo que lógico que o termo trata das minhas medidas. Ja que de fato visto 'GG'. Entretanto alcunhei que 'GG' de Grande e Gorda, afinal minhas medidas numéricas femininas para Blusas, camisetas e vestidos são tamanho: 50 e Calças, bermudas, shorts e saias são tamanho: 50.

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