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Família de travesti assassinado na Paraíba suspeita de homofobia

A família de um travesti assassinado na noite do domingo (16) em Patos, no Sertão paraibano, acredita que o crime tenha sido motivado por homofobia. José de Arimatéia da Silva, de 27 anos, foi morto a tiros por volta das 22h na Rua Ednaldo Torres, por trás da estação ferroviária da cidade. Conforme a Polícia Militar, o local é conhecido como ponto de prostituição de mulheres e travestis.

A mãe de Arimatéia, a dona de casa Iraci Morais, informou à TV Paraíba que ele era homossexual e morava em Campina Grande, mas estava em Patos há quatro meses para ajudá-la nos preparativos de uma cirurgia à qual ela seria submetida nesta segunda-feira (17). "Ou ele foi vítima de preconceito ou da violência. Pode ter sido as duas coisas", declarou a mãe. Ela não informou, no entanto, se ele sofria ameaças ou algum tipo de perseguição.

De acordo com o 3º Batalhão da Polícia Militar, a vítima também seria usuária de drogas. Conforme a PM, o homossexual foi alvo de vários tiros e chegou a ser socorrido por uma equipe do Samu, mas não resistiu aos ferimentos e morreu quando era levado para o Hospital Regional de Patos.

A Polícia Militar informou que fez buscas pela cidade na mesma noite, mas não conseguiu localizar suspeitos de envolvimento no crime. A Polícia Civil não divulgou quais são as possíveis motivações investigadas.

Do G1

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