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A Aids não tem preconceito... E você?




O dia 1º de dezembro é o dia mundial de luta contra a Aids e, não podemos perder a oportunidade de falar sobre isso. Já conquistamos muitos êxitos ao longo de todos esses anos, principalmente, com os adolescentes.

É preciso transformar a informação em atitude e desmontar alguns mitos da nossa cultura, como por exemplo: quem ama confia! Este ditado leva a conduta como o aumento de Aids nas mulheres, e principalmente, na faixa etária de 13 aos 19 anos.

A Aids é uma doença que não leva em consideração nenhum requisito que a gente possa pensar em nos dê alguma garantia de segurança: atinge crianças, jovens,adultos e até velhos; ela não quer saber se a pessoa é limpa/suja, rica/pobre,bonita/feia, religioso/ateu, branco/negro/oriental... Transou com alguém infectado com o HIV e não usou camisinha, ela pode se instalar! A gente precisa fazer o mesmo para combatê-la: não importa quem seja nosso parceiro (a) sexual, usar a camisinha em todas as relações sexuais.

Não podemos mais nos colocar em situação de vulnerabilidade. Quem ama precisa confiar, desconfiando. O sexo é um impulso muito forte e de difícil controle quando acontece o desejo e a oportunidade.

Quando o assunto é AIDS, independente do sentimento que rolou entre o seu namorado e outra garota, se eles transaram e, ela estava infectada pelo HIV ou vice-versa, o risco de ser contaminado pelo vírus da Aids existiu.

Se não usar a camisinha, o garoto vai colocar sua vida, também, em risco. É muito importante que todos acreditem em seus valores e sentimentos e, principalmente, a garota não se sinta intimidada na negociação da camisinha. Se o garoto gosta mesmo da namorada, deve se sentir orgulhoso dela ser uma pessoa cuidadosa, que olha para a sua saúde e a dele. Usar camisinha é uma questão de habilidade.

Precisa treinar até saber colocá-la sem precisar pensar ou se atrapalhar. Os postos de saúde distribuem preservativo gratuitamente. Os pais devem falar com os filhos sobre prevenção. Só quebrando tabus e paradigmas é possível se prevenir contra as doenças sexualmente transmissíveis e barrar o avanço da AIDS.

* Maria Helena Vilela é diretora do Instituto Kaplan.

Do O Debate

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