Uma Crossdresser Gordinha Complicada e Imperfeita

Bahia: Governo lança campanha de combate à homofobia

outdoors salvadorA Secretaria de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos do Governo da Bahia resolveu entrar na luta contra a homofobia.
O órgão desenvolveu uma campanha para lutar contra a discriminação de gays, lésbicas, bissexuais e transexuais no Estado. A campanha enfatiza no "Disque 100", o número do Disque Denúncia da Secretaria de Direitos Humanos do Governo Federal.
Vários outdoors estão espelhados pelas ruas de Salvador com os dizeres "Defenda a vida. Denuncia a homofobia". 
Confira as peças abaixo:
Disque 100 salvador 01
Disque 100 salvador 02
De A Capa - Via Mundo Alternativo
Share:

Justiça manda Club Athletico Paulistano incluir companheiro como sócio

A Justiça de São Paulo negou, na última semana, um recurso do Club Athletico Paulistano no processo envolvendo o médico patologista Ricardo Tapajós. O sócio tenta, desde 2009, incluir o parceiro como seu dependente no clube, mas enfrenta resistência. O acórdão que mantém a sentença da 11ª Vara Cível do Foro Central, de fevereiro, foi assinado em 29 de novembro. A decisão é da 6ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP).

Em nota, o clube afirmou que irá cumprir a decisão. Uma reunião do conselho administrativo está marcada para esta terça-feira (4), segundo a assessoria de imprensa do Paulistano. "O Club Athletico Paulistano, em respeito aos seus associados e aos envolvidos na questão, reafirma sua inteira disposição em cumprir a decisão judicial, na forma da lei. Decisão judicial se cumpre; não se discute". O Club Athletico Paulistano fica nos Jardins, região nobre de São Paulo.

O caso começou em 2009, quando o médico patologista solicitou a inclusão do parceiro dele, Mário Warde, e de sua filha como seus dependentes no tradicional clube. Os conselheiros analisaram a solicitação em janeiro de 2010, mas a votação ocorreu somente no dia 26 de agosto do mesmo ano. Na ocasião, o Paulistano confirmou que “por ampla maioria de votos, indeferiu o pedido do associado”. Com isso, Tapajós decidiu entrar na Justiça para conseguir incluir o companheiro como dependente.

Em fevereiro deste ano, a Justiça foi a favor do médico e determinou que o clube incluísse seu parceiro e a filha como dependentes em seu título familiar. Na decisão, o magistrado responsável ressaltou que o sexo das pessoas “não se presta como fator de desigualação jurídica”.

Após a decisão, o clube recorreu em defesa do seu estatuto. "O que se discute no caso não é a opção(sic) sexual de cada um: este debate não existe em nossa instituição. O que se debate é uma questão jurídica, mantendo-se a norma estatutária dentro do que é definido pela Constituição e pelas leis, interpretadas pelo Poder Judiciário", afirmou em nota. "O clube, o Conselho Deliberativo e o corpo jurídico acompanharão o processo e, tão logo haja a decisão final, farão imediatamente o que lhe for determinado", disse o Paulistano.

Na decisão assinada em novembro deste ano, a Justiça reafirmou que "considera-se não estabelecida a diferenciação entre família heteroafetiva e família homoafetiva na redação do art. 1.723 do Código Civil", determinando assim a inclusão do parceiro de Ricardo como seu dependente no clube.
Share:

Roberta Gambine Moreira - Roberta Close


Roberta Close, nome artístico de Roberta Gambine Moreira, (Rio de Janeiro, 7 de dezembro de 1964) é uma atriz brasileira.

Nascida Luís Roberto Gambine Moreira, teve seu nome, bem como gênero, alterados em 10 de março de 2005 pela 9ª Vara de Família do estado do Rio de Janeiro, sendo uma das mais conhecidas transexuais do Brasil.

Em 1984, Roberta Close foi a vedete do carnaval carioca. Foi a partir dessa época que se sucederam as inúmeras aparições na imprensa, pode-se dizer que o auge do sucesso aconteceu quando a revista Playboy estampou-a na capa da edição de maio de 1984. Pela primeira vez na história do periódico, a principal atração não era uma belíssima mulher, mas um "homem".

 A chamada da capa da revista era: "Incrível. As fotos revelam por que Roberta Close confunde tanta gente". Entretanto, conforme cita o jornal virtual Último Segundo, "esse homem era na verdade uma belíssima mulher transexual, e a revista obviamente não mostrou fotografias da sua genitália"[carece de fontes]. Foi também capa das revistas Ele & Ela, na edição 184 (setembro de 1984), Manchete, Sexy, Amiga e Contigo e da própria revista "CLOSE" de onde sai seu nome artístico.


O sucesso que Roberta fez foi tal que chegou a inspirar uma revista de quadrinhos eróticos, na qual a personagem principal era uma travesti muito bonita. Nas décadas de 1980 e 1990, Roberta apareceu nos maiores programas de entrevista da mídia brasileira: Fantástico, Faustão, Hebe Camargo, Gugu, Goulart de Andrade, entre outros.

Em 1989, na Inglaterra, fez uma cirurgia de redesignação sexual. Logo após a intervenção, começou sua luta pelo direito de trocar de nome. Em 1992, conseguiu na 8ª Vara de Família do Rio autorização para trocar de documentos, mas foi negada em 2ª instância pelo (tribunal de justiça) em 1997.

A defesa então entrou com outra ação, pedindo o reconhecimento de suas características físicas femininas. Roberta então passou por nove especialistas médicos e os laudos mostraram que ela possuía aspectos hormonais femininos. A defesa também argumentou que Roberta não poderia viver psicologicamente bem com um nome que não desejasse e que a levasse a ser vítima de gozações e preconceito, além de que era direito íntimo dela mudar de nome. Sua defesa também mostrou cópias de casos de transexuais que conseguiram mudar de nome na justiça. Ao todo eram 37 casos até então no país, sendo que 36 eram do estado de São Paulo.

Em 10 de março de 2005, quinze anos depois de sua primeira tentativa legal, Roberta Close conseguiu, finalmente, ter garantido o direito da mudar o nome de Luís Roberto Gambine Moreira para Roberta Gambine Moreira. 

Uma nova certidão foi então emitida pelo cartório da 4ª Circunscrição do Rio de Janeiro. Nela, lavrou-se: "em 7 de dezembro de 1964, que uma criança do sexo feminino, nascida na Beneficência Portuguesa, recebeu o nome de Roberta Gambine Moreira." Essa certidão garante a modelo a retirada no Brasil de documentos, como carteira de identidade, CPF e passaporte, como sendo do sexo feminino.

Na sentença da 9ª Vara de Família, baseada nos pareceres de especialistas médicos, a juíza escreveu que “o progresso da ciência deve ser acompanhado pelo direito, pois o homem cria, aplica e se sujeita à norma jurídica, da mais antiquada e obsoleta à mais avançada e visionária.” 

Apesar de tal decisão representar uma mudança significativa para a vida da modelo, o jornal Último Segundo revelou logo após o julgamento que Roberta Close, embora feliz, ainda receava em uma nova mudança na decisão judicial futuramente.

Roberta Close atualmente mora em Zurique, na Suíça, mas vem ao Brasil constantemente para visitar a família e os amigos. É cidadã binacional (suíço-brasileira)

Do Wikipédia - Fotos internet

Em 1998 Roberta esteve em fortaleza por ocasião do lançamento de sua biografia - Leia a entrevista publicada no Jornal O Povo:

Roberta Close lança hoje em Fortaleza a sua biografia, resultado de mais de três meses de entrevistas com a jornalista Lucia Rito. Antes, conversou com o Vida & Arte sobre mudança de sexo, preconceito e outras querelas.
 
Aeroporto de Zurique, Suíça. Luiz Roberto Gambine Moreira é detido por agentes. Motivo: o nome áspero do passaporte em nada combinava com o portador - uma morena, alta, de longas madeixas e riso rasgado. Os federais acharam que a moça, conhecida no Brasil e em boa parte do mundo por Roberta Close, era na verdade um terrorista do IRA disfarçado de um tremendo mulherão. De onde saiu essa, outras. Tudo lá, numa biografia intitulada Muito Prazer, Roberta Close, assinada pela jornalista Lucia Rito, que vai ser lançada logo mais, às 22 horas, na boate Broadway, com a presença da biografada. Aos 33 anos, passados mais de sete da famosa cirurgia que lhe mudou o sexo, um casamento com um suíço e muita briga com a justiça brasileira para alterar também o seu registro civil, Roberta Close resolve abrir a bocarra. Nascida hermafrodita como ela agora afirma - embora nem todo mundo acredite -, há muito tempo se considera mulher. E, se toda mulher é meio Leila Diniz, Roberta Close não se sente menos. Foi o que disse ontem, em entrevista por telefone ao Vida & Arte. Dê um close nela, como diria Erasmo.

 
   Vida & Arte - Você está vindo a Fortaleza para lançar Muito Prazer, Roberta Close, onde faz um corajoso depoimento sobre a luta em busca de uma identidade sexual. Por que agora você resolveu contar a sua vida em livro?

    Roberta Close - Foi um convite que tive da editora Record e achei interessante, afinal não é todo mundo que consegue escrever uma biografia e eu tinha uma história de vida muito boa. Acho que as pessoas deviam ler o livro porque ele mostra pras pessoas que elas podem lutar e têm que ter coragem dentro de si para encontrar seu caminho. É um livro de leitura fácil, não é complicado, nem medicinal, nem científico, principalmente porque hoje em dia as pessoas ficam muito na Internet, não tem tempo pra dedicar a livros. Depois do microondas houve muitas mudanças nos valores do mundo, a vida anda muito mais agitada.

    V&A - No livro você se expõe completamente e narra sem meias palavras as agressões que sofria quando criança, a operação para mudar de sexo e todos os episódios preconceituosos por que passou. Em algum momento, você se arrependeu de sua opção sexual?

    Roberta - Não é uma opção porque ninguém é burra de optar pelo lado mais difícil da vida. É a natureza da pessoa que faz ela seguir os caminhos. Não é uma questão de arrependimento. A natureza me fez assim.

    V&A - Mas embora você hoje se autodefina como hermafrodita, durante muito tempo ficou conhecida mesmo foi como "o travesti mais famoso do Brasil" ou ainda como transexual. Há uma diferença entre os três conceitos. Por que antes da operação ninguém sabia que você era hermafrodita?

 


    Roberta - Justamente por falta de conhecimento. No Brasil, as pessoas não têm esclarecimento suficiente pra saber o que é um travesti, um transexual, um hermafrodita. Então, elas ficam muito perdidas. Não conhecem a sexualidade. Nós temos uma sexualidade muito grande. Têm até alguns livros que falam que existem oito sexos. Não só o macho e a fêmea.

    V&A - Mas, de certa forma, você permitiu ficar conhecida como travesti.

     Roberta - Não, não, eu sempre soube bem o que era. O problema é que as pessoas não sabiam, então me confundiam com o que eu não era.

    V&A - E o que mudou depois da operação?

    Roberta - A vida nunca tá completa porque eu tô sempre em busca de alguma coisa. Mas foi bem legal. Acho que sou uma pessoa bem feliz e estou bastante satisfeita. A minha trajetória de vida é que não é muito igual a das outras pessoas.

    V&A - Pois é. De alguma maneira a Roberta Close virou um personagem e talvez essa seja a grande diferença entre a sua história e a da maioria das pessoas. Você não ajuda a alimentar esse personagem? 

    Roberta - Acho que hoje em dia a Roberta Close é mais ainda que um personagem, é um mito. Pra muita gente a Roberta Close teve uma importância muito grande na história do Brasil, fez uma revolução sexual. Assim como a Leila Diniz. Quer dizer, foram pessoas que mudaram o Brasil. Acho que, da mesma forma que dizem que as mulheres existem antes e depois da Leila Diniz, podem dizer também antes e depois da Roberta Close. São dois valores muito grandes. O mito não me incomoda de forma alguma.

   

 V&A - Uma vez o Eduardo Mascarenhas escreveu sobre você: "A Roberta foi a primeira pessoa a transmitir um sentimento de sensibilidade e ternura e não o clima habitual de agressividade e ódio pelo que é diferente". Você acha que o Brasil lhe respeita?



    Roberta - Acho que tem que respeitar. Pelo seguinte: na hora dos impostos todo mundo paga igual. E porque na vida você vai sempre precisar ou de um cabeleireiro ou de um costureiro amigo seu ou um rapaz que vai te deixar mais bonito num cabeleireiro. Não é pelo fato dessa pessoa ter feito uma opção sexual diferente que ela tem que ser menos ou mais. Tem que ter um respeito mútuo.

    V&A - Agora, enquanto na Suíça você já assina como Luíza Roberta, no Brasil, sua última tentativa de mudar de sexo também no documento não foi muito bem sucedida. O Brasil ainda não aprendeu a conviver com o diferente?

    Roberta - Não é bem assim, porque, olha, vou te explicar: fui a primeira a abrir um processo e por isso foi mais difícil. Mas as outras, que vieram depois, conseguiram. Não tive a sorte porque fui a primeira. Sofri muito, tive grandes problemas com a negativa, aquilo tudo me deixou muito ansiosa e me perturbou psicologicamente. Mas pode ser que futuramente eu reabra o processo.


    V&A - A imprensa andou divulgando que você está pensando em ter um filho, que teria coletado sêmen horas antes da operação para troca de sexo e agora o bebê seria concebido com a ajuda de uma amiga sua. Até onde é verdade?

    Roberta - Olha, nunca pensei nisso, nunca tive vontade de ser mãe. As pessoas confundem e usam isso pra vender jornais e revistas. Respeito muito as crianças. E acho que seria uma barra muito difícil ser filho da Roberta Close. Não por mim nem pelo meu marido, mas pela criança que poderia sofrer preconceito dos coleguinhas.
 
Share:

Ex-soldado preso por matar travesti "Raika" em Belém

A Divisão de Homicídios da Polícia Civil do Pará prendeu nesta terça-feira (4) um ex-soldado do exército Gleyson Charles Araujo Barreiros Colaço, apontado como o assassino do travesti Emerson Moraes Costa, de 18 anos, conhecido como "Raika". O crime aconteceu no dia 27 de outubro, em Belém. O suspeito negou a autoria do crime.

O mandado de prisão preventiva contra o suspeito, de 23 anos, foi cumprido em uma academia de ginástica, onde o ex-militar estava. Segundo a polícia, o suspeito é ex-namorado da vítima e teria cometido o crime por motivos passionais. As investigações mostraram que ele planejou e executou a morte de Raika por não aceitar o envolvimento amoroso dela com outro homem.

Durante as investigações, uma filmagem de câmera de segurança, mostra o acusado junto da vítima saindo do interior de um táxi, em uma rua na capital, no dia do crime, momentos antes de o travesti desaparecer. O ex-soldado alega que estava em um teatro, situado em frente à Estação das Docas, no centro de Belém, no dia do crime, ao lado de um amigo, para assistir ao show de uma banda musical.

O delegado Gilvandro Furtado explica que para chegar a conclusão foi necessário refazer os passos dados pela vítima no dia do crime e ouvir diversos relatos de testemunhas. Com base nas provas do crime, foi feita a representação pela prisão do acusado, cuja ordem de prisão foi expedida pelo juiz Pedro Sotero. O magistrado decretou mandados de busca domiciliar na casa do acusado, onde foram apreendidos dois computadores, do tipo "notebook"; uma mochila com medicamentos, entre outros objetos que passarão por perícia. Para o delegado, outros pessoas participaram do crime.

 
Ex-militar tinha um relacionamento amoroso com a vítima

O suspeito admitiu para a Polícia Civil que chegou a se relacionar com a travesti durante três anos. Ele contou que conheceu a vítima em 2009, quando ainda trabalhava na instituição militar. Ele relatou ainda que os dois se encontraram algumas vezes, até a travesti ir embora para São Paulo.

O ex-militar explicou a polícia que Raika se prostituía na rua 28 de Setembro, no bairro do Reduto e que ela tinha clientes que marcavam encontros por telefone. Ele disse ainda que no final de 2009, após sair do exército, viajou para São Paulo para procurar emprego e lá teria reencontrado Raika, que na época trabalhava para uma cafetina e era ameaçada para pagar o dinheiro referente aos implantes de silicone de seios e nos glúteos pagos pela mulher.

No final de 2010, os dois retornaram para Belém, onde o travesti passou a morar na casa do suspeito. Segundo o ex-militar, na casa moravam mais nove pessoas, entre elas os próprios pais do suspeito, que teriam aceitado a presença de Raika.

Mas, segundo o suspeito, a travesti teria voltado a fazer programas sexuais, o que deixaram insatisfeito. Em 2011, a travesti se envolveu com outro homem, o motivou o fim do relacionamento amoroso entre os dois.

O ex-soldado ficará recolhido no Sistema Penitenciário à disposição da Justiça por 30 dias, que podem ser renovados por mais 30, enquanto a equipe da Divisão de Homicídios prosseguirá as investigações.

Do G1 Pará - Via: Notapajos  - Imagens - Video


Share:

Crossdresser: Homem de saia, salto alto, batom e lingerie



Desde a infância, Roberto preferia estar no grupo das meninas, e olhava mais para vitrines femininas. Quando jovem, usava roupas da mãe ou da irmã, em segredo. “Você repara mais em coisas que só mulheres reparam”, afirma. Ele não é homossexual, mas sente prazer em se vestir como mulher. Roberto é um crossdresser (CD) e Vanessa está incorporada à sua personalidade.

O crossdressing é um tipo de travestismo considerado Distúrbio de Identidade de Gênero – quando a pessoa não se adequa ao seu gênero físico. Segundo a psicanalista Eliane Kogut, cujo tema da tese de doutorado foi o crossdressing masculino, ele é um distúrbio principalmente do ponto de vista cultural, pois vai contra costumes e tradições vigentes. Ela acredita que, futuramente, o crossdressing deve ser visto de outra forma, como a homossexualidade, que deixou de ser considerada um distúrbio em 1974.

Segundo Roberto/Vanessa, o que os CDs sentem é a necessidade de vivenciar o sexo feminino. “Queremos nos vestir e nos portar como uma mulher. É assim como uma necessidade que se tem de fumar ou beber”, conta. Eliane concorda e diz que não se trata de uma escolha. “Se eles não se vestirem, a angústia vai a níveis muito elevados. É como uma droga, porque existe uma espécie de fissura”. Essa angústia oscila entre a vontade incontrolável de se vestir de mulher e a negação total do ato.

Os CDs normalmente começam a se travestir ainda na infância, antes da chegada da puberdade. Segundo a pesquisa de Eliane, a maioria começa entre quatro e seis anos de idade. Não há comprovação de que haja alguma relação com a carga genética, porém, acredita-se que o fator biológico e o cultural se complementam na formação de um crossdresser. “A influência cultural pode vir de uma mãe apagada, um pai mais agressivo, ou mais ausente, que seja alguém com quem o filho não queria se identificar”, explica a psicanalista.
 
“Caricaturas” de mulher

Eliane ressalta ainda que há grandes diferenças entre os travestis ‘normais’ e os CDs. Os travestis são homens com características femininas adquiridas por meio de hormônios ou plásticas, que agem e se vestem como uma mulher, e geralmente são homossexuais. “O CD é um travesti diferente, que tem a vida masculina estruturada também”, explica. A imagem que se tem dos travestis está muito associada à marginalidade. Os CDs são, na maioria, pessoas bem sucedidas, que trabalham e levam vidas relativamente normais.

Segundo Vanessa, eles não têm a pretensão de se tornarem mulheres perfeitas. “As mulheres já nascem prontas. Nós passamos por todo um aprendizado e chegamos a uma caricatura do que é uma mulher”. Muitos CDs, que são heterossexuais em sua maioria, brincam que gostam tanto de mulheres que resolveram tornar-se uma.Juliana Vitulskis

Se o CD é solteiro, pode formar seu guarda-roupa feminino com mais liberdade. Já quando é casado, contar para a esposa é um passo difícil. Muitas vezes, essa condição não é aceita pela mulher, o que pode inclusive acabar com relacionamentos. No entanto, muitas apóiam e, às vezes, até participam. Vanessa foi casada por 20 anos, e sua esposa não aceitava a situação. Seus dois filhos não sabem que o pai é CD. 
“Eu viajava muito, aí levava as roupas e me satisfazia escondido”. Vanessa, no entanto, acredita que o principal não é a aceitação dos outros, mas a própria. “Várias vezes eu tentei negar isso. Mas até você descobrir quais são seus limites, é um caminho dolorido”, diz. Quando ainda não sabia o que era o crossdressing, achava que era homossexual. “Eu sabia que a sociedade não aceitaria, eu não queria ser gay! E, ao mesmo tempo, eu nunca me senti atraído por menino nenhum”, lembra.

Eliane diz que eles pensam que são aberrações até descobrirem que existem pessoas com o mesmo problema. A facilidade de encontrar informações na internet e organizações como o Brazilian Crossdresser Club (BCC) ajudam muito. O BCC realiza eventos para que os CDs possam conviver socialmente e aproveitem momentos de encontro para ficarem ‘montados’ (vestidos de mulher). Compartilhar as experiências com pessoas que passam por situações semelhantes é muito importante para eles, segundo Eliane.

Marido, pai e crossdresser

Atualmente, Vanessa diz que só se relacionaria com uma mulher que aceitasse e tivesse pleno conhecimento do crossdressing. “De que adianta amar uma pessoa, mas não compartilhar com ela minha totalidade? Não quero mais esconder, já chega o que escondo no trabalho e da família”, afirma. Como mora sozinha, Vanessa tem mais liberdade para guardar suas peças femininas. “Tenho um guarda roupa que qualquer mulher teria, e há muito tempo que só uso lingerie feminina”, revela.

Para os que têm a cumplicidade da esposa, fica mais fácil assumir o crossdressing. Reinaldo é casado, tem filhos e parte de sua família conhece seu outro lado. No escritório em que trabalha, onde também é o chefe, não esconde Kelly de seus funcionários. “Eu consegui transmitir para eles que o Reinaldo é o que é, um bom profissional, e é isso que importa”. Mas, quando está montado e encontra algum conhecido, a desculpa é sempre algo do tipo ‘perdi uma aposta, por isso estou assim’. O anonimato, segundo ele, é o ‘grande barato’ do crossdressing. Vanessa concorda: “Seu vizinho ou alguém da sua família pode ser um CD, e você, talvez, nunca saiba disso”.

Carlos/Patrícia é hétero convicto e nunca teve dúvidas sobre sua sexualidade. “Mulher põe roupa de homem e ninguém liga. Mas se um homem põe uma sandália, uma saia, é gay. Não posso fazer isso e continuar a ser heterossexual?”, questiona. No entanto, ele admite que o crossdressing não é  considerado “normal” na sociedade, e respeita a visão de quem não entende. Ele acredita que por ter desenvolvido mais seu lado feminino consegue também entender melhor as mulheres. “Vou comprar roupa no shopping junto com a namorada, a gente dá opinião um pro outro, é uma relação diferente”, explica. Rafaela, sua namorada, completa: “É como se fosse a sua melhor amiga, mas é seu namorado ao mesmo tempo”.
 
Crossdressing não é fetiche
Segundo a tese de Eliane, uma parte dos CDs é bissexual e outra é heterossexual. Ela não conheceu, durante toda a pesquisa, um crossdresser que fosse homossexual. Quanto ao erotismo, que é aquilo que provoca e mantém a excitação, eles não se enquadram em nenhuma dessas opções. Para um homem homossexual, por exemplo, o objeto de desejo é outro homem. Para o heterossexual, é o sexo oposto. Mas, para os CDs, apesar de terem relações com os dois gêneros, o erotismo não está voltado para a outra pessoa, e sim para a própria figura feminina que eles constroem.

Essa figura não é uma personagem, porque não se trata de uma atuação. “São eles próprios”, diz Eliane. E também não é apenas um fetiche porque, no caso dos fetichistas, a relação com o vestuário feminino não está associada ao transtorno de gênero. É apenas um desvio do objeto de desejo sexual para peças específicas, como calcinhas ou sapatos de salto alto. “Esses que têm apenas o fetiche de botar uma calcinha e aparecer no Orkut ou numa webcam não são CDs de verdade”, explica Vanessa.

A grande diferença, de acordo com Eliane, é que os CDs têm alguns componentes femininos na personalidade. Mas a mulher que eles acreditam ser é criada do ponto de vista masculino, a partir do que eles acham que a mulher é e pensa. “As mulheres não sentem prazer em balançar os cabelos, com o ‘toc toc’ dos tamancos, ou em vestir uma meia calça, por exemplo. Mas, para eles, o prazer de ser mulher é vestir a roupa e balançar os cabelos”, exemplifica a psicanalista.

Do Jornal da UFPR - Por Juliana Vitulskis  - (fotos ilustrativas) - Via Blog Curitibanas
Share:

Modelo brinca de policial sexy e tem prisão decretada na China

 A modelo chinesa Wang Xiomeng, 23, foi condenada a nove meses de prisão por usar trajes de policial em ensaio fotográfico realizado para a divulgação de um romance policial. A bela divulgou as imagens no microblog Sina Weibo (um tipo de Twitter chinês), segundo matéria do The Sun.

 As imagens que bombaram na web trazem Xiomeng como uma policial sexy e em posições bastante sensuais. A jovem recebeu o cachê de 300 euros (aproximadamente R$ 829) para participar das polêmicas fotos.

 


O governo chinês não gostou nada do que viu e ordenou que a musa fosse detida. “O traje faz parte de um trabalho. Eu sinto muito, fui tão ignorante”, confessou no tribunal. Entretanto, felizmente, a prisão não deve ocorrer por agora, pois a sentença foi supensa por um ano, acredita?

Do Bol


Share:

Romance sadomasoquista 'Cinquenta tons de cinza' vira febre

  Fenômeno literário sem precedentes, com quase 40 milhões de livros vendidos em poucos meses, "Cinquenta tons de cinza", romance erótico com tons de sadomasoquismo, escrito por uma mãe de família de 49 anos, está prestes a superar todos os recordes do mundo editorial.
"Nunca antes um livro destinado a um público adulto tinha vendido tanto e tão rápido", informou a Random House, editora do livro em inglês.
Por enquanto, só os sete volumes de "Harry Potter" superam a história de Anastasia Steele e Christian Grey, o lascivo casal da trilogia de E.L. James.
Assim como J.K. Rowling, autora da saga "Harry Potter", E.L. James (cujo nome de batismo é Erika Mitchell), é britânica.
Mas até agora ninguém tinha ouvido falar desta executiva de televisão, inventora de um novo gênero literário, híbrido entre o romance açucarado e o erotismo sem tabus.
Seu protagonista, Christian Grey, é um enigmático multimilionário que, segundo diz o livro, "não deve nada ao Davi de Michelangelo".
O personagem poderia ter saído de um romance banal, se ele não desse uma surra na jovem virgem Anastasia pouco depois de conhecê-la e antes de convidá-la a encarnar uma "dominante-submissa", com referências a chicotes e algemas da parafernália sadomasoquista.
A trilogia de 1.500 páginas, que começa com "Cinquenta tons de cinza" e segue com "Cinquenta tons mais escuros" e "Cinquenta tons de liberdade", leva o leitor a descobrir os cinquenta tons de cinza da atormentada alma do multimilionário.   Um objetivo que a cada dez páginas é interrompido com a "explosão dos sentidos" dos protagonistas em jogos eróticos de alta voltagem, com grande riqueza de detalhes.

E.L. James (foto), que disse ter se inspirado na saga "Crepúsculo", publicou trechos de sua trilogia em uma "fan page" da série americana para adolescentes, antes de editar "Cinquenta tons de cinza" como livro eletrônico em maio de 2011.
Muito em breve, centenas de milhares de pessoas baixaram os volumes na web.
"Em 6 de março de 2012 nos propuseram o livro (...), o avalizamos em uma noite (...) e em 12 tínhamos concluído a cessão de direitos", contou à AFP Susan Sandon, diretora executiva da Random House.
Uma 'velha história de amor com muito sexo'Há cinco meses, "Cinquenta tons de cinza" vende como pão quente. Foram 31 milhões de cópias em inglês, 20 milhões nos Estados Unidos, onde algumas livrarias, a princípio, recusaram o livro por considerá-lo "inadequado".
"Quinhentos mil vendidos por semana na Grã-Bretanha!", exclamou Jon Howells, da livraria Waterstones em Londres, onde a trilogia ocupa uma estante muito visitada.
Um total de 43 países comprou os direitos, disse à AFP a agente da autora, Valerie Hoskins.
"Cinquenta tons de cinza" tem diálogos "improváveis", um enredo "fraco" e "repetições irritantes", condena o jornal The Guardian, como a maioria dos críticos.

No entanto, muitos leitores não esperam uma obra-prima e se mostram especialmente satisfeitos por encontrar este tipo de literatura nas livrarias e não nas estantes escuras de "sex shops".
"Não consigo largar o livro", afirmou a jovem britânica Janine. "Apesar do estilo terrível, não consigo parar de ler!", acrescentou outra leitora.
"É uma velha história de amor, mas com muito sexo", observou uma terceira, entre as 4.500 pessoas que enviaram sua opinião ao site da Amazon no Reino Unido.
Os sexólogos e os críticos se perdem em conjecturas ao analisar o fenômeno.
"As pessoas se apaixonam porque hoje estamos prontos para realizar nossos desejos", explicou Michelle Bassam, sexóloga de Londres.
"Muitas mulheres veem filmes pornô para aprender sobre certas práticas", relatou. "Antes, tinha-se a impressão de que esta não era uma opção", concluiu.

No entanto, tanto a editora quanto os livreiros confirmam: os homens também são fisgados pelo magnetismo de Christian e Anastasia.
"O que nos surpreendeu é vermos pessoas que nunca compram livros se lançarem (sobre 'Cinquenta tons de cinza')", destacou Sandon, da Random House.
Polêmicas à parte, E.L. James já trabalha em seu próximo livro, um segredo guardado a sete chaves na casa a oeste de Londres que a autora divide com seu marido há mais de vinte anos e os dois filhos adolescentes.

Do G1




Share:

Transexual do Miss Bumbum Amanda Sampaio espera convite para posar nua

Amanda Sampaio, candidata transexual que ficou de fora da final do concurso Miss Bumbum Brasil 2012, prestigiou suas 15 colegas que disputam o título na noite desta sexta-feira, 30, em São Paulo.

"Fiquei em 20º lugar e acho que não sofri preconceito. Participaria no ano que vem. Quero aproveitar o concurso para aparecer na TV, fazer um curso de teatro, quem sabe virar atriz", sonha.
Com 105cm de bumbum, Amanda admite ter "um pouquinho de celulite", mas diz fazer drenagem linfática para tentar elimina-lá. Isso nao a impediria de tirar a roupa para realizar o sonho da mãe, que é ter um apartamento na praia. "Estou só esperando o convite", diz. Do Ego 


A transexual Amanda Sampaio, que representava o estado da Bahia no concurso "Miss Bumbum", foi eliminada na prévia popular. Ela lamentou a eliminação: "Fiquei feliz de participar e para sempre serei a Miss Transexual do Miss Bumbum Brasil, quem sabe ano que vem outra participe e ganhe".

 A presença da transexual no concurso levou um grupo de mulheres baianas para protestar contra a sua participação no concurso em agosto deste ano. Durante a manifestação, o grupo carregava um cartaz com a frase: "Organizadores do Miss Bumbum: na Bahia tem mulher bonita, não precisa de transexual".
 
Em entrevista à época para o EGO, Amanda disse que desde que fez a cirurgia, se considera mulher: "Me considero muito mais mulher do que elas (as baianas do protesto). Não vou desistir do concurso e vou lutar até o fim para ganhar o Miss Bumbum", falou ela na época.
Quando não estava bem colocada na pré-votação do concurso, Amanda divulgou um ensaio sensual para mostrar suas curvas e angariar votos para reverter a situação.
O Miss Bumbum Brasil acontece no dia 30 de novembro em um hotel em São Paulo.

Do Ego
Share:

Carine Felizardo, representante do Pará leva o Miss Bumbum 2012

 O concorrido e disputado concurso Miss Bumbum 2012 teve o seu final após três meses de muitos ensaios sensuais, posts nas redes sociais por parte das candidatas e nervosismo por parte das mesmas na noite dessa sexta-feira (30) no espaço de eventos do hotel Pergamon, em São Paulo. A campeã foi a pretendente do estado do Pará, Carine Felizardo, que venceu sua primeira disputa como aspirante a um título.

“Foi o melhor momento da minha vida. Dez anos de academia que valeram à pena. Estou muito feliz porque é o primeiro título no primeiro desfile que participei. Estou muito contente mesmo e agradeço a todos que acreditaram em mim, meus amigos, meus parentes. Estou muito feliz mesmo e emocionada. Espero que mude muita coisa para o bem, eu sou do bem e mereço o bem também”, falou a campeã como uma miss experiente.


De quebra, Carine posará para a revista Sexy, provavelmente já na próxima semana. Mas seu ensaio só deverá sair na edição de fevereiro ou em alguma das seguintes, pois a de janeiro já está acertada com outras modelos.

O vice-campeonato ficou para Andressa Urach, ex-latinete que representa o estado de Santa Catarina. Para ela, o segundo lugar teve gostinho de primeiro, e o concurso deve dar oportunidades para todas as garotas, estejam elas na mídia há algum tempo ou não.


“Faz seis meses que eu fiz a Sexy. Eu só queria estar no pódio. Eu me dediquei muito, fiz dieta, usei corselet, diminuí cintura, perdi 6kg para estar 100% para o concurso”. E aí, já com voz de quem segura o choro, continuou: “Eu estou muito feliz, o importante é estar no pódio. Lutei e conquistei... foram apenas quatro votos de diferença. A Carine é linda!”, falou, com pinta de boa esportista e voltando a deleitar a todos com seu sorriso.
A terceira posição ficou com a candidata do estado de São Paulo, Camila Vernaglia, que trabalha no programa de Gugu Liberato, na TV Record. O recém-criado título de Miss Bumbum Simpatia foi dado à paranaense Laura Keller com votos das próprias 15 finalistas.

Vale lembrar que as três primeiras colocadas receberam prêmios de R$ 5 mil, R$ 3 mil e R$ 2 mil, respectivamente.

A final iniciou-se com um desfile em vestidos de gala, e todas as 15 concorrentes precisavam mostrar seus dotes de miss aos dez jurados, cujo corpo foi formado por diretores de televisão, cirurgiões plásticos, a editora da revista Sexy e outras personalidadea, como o Mister Brasil 2012, Thiago Ximenes, a Gata do Paulistão 2012, Lorena Bueri, a fotógrafa Vanessa Dalceno e a modelo Dani Sperle. Graciella Carvalho, que foi vice do concurso no ano passado, também prestigiou o evento, além da vencedora dessa última edição, Rosana Ferreira.

Depois, no desfile de biquínis o ambiente ficou mais solto, com muitas das moças abusando de seu tempo na passarela, obrigando o apresentador a apressá-las.

Ao fim dos desfiles, tivemos uma espera de quase 30 minutos para a contagem dos votos, com os resultados sendo divulgados pelo organizador do evento, Cacau Oliver.

Do Virgula


Carine Felizardo, representante do no Miss Bumbum Brasil, exibiu seu corpo espetacular em um novo ensaio sensual. A beldade que atualmente está entre as 15 classificadas para a próxima fase do concurso posou para um novo ensaio sensual e mantem sua estrategia de não apelar para conseguir votos.
“Não pretendo apelar para conseguir votos, quero vencer pelo trabalho que desenvolvi em meu corpo me dedicando nos treinos”, conta a beldade que é dona de um bumbum saradão.
Atualmente Carine Felizardo ocupa a oitava colocação no ranking do concurso mas espera estar entre as 15 finalistas que desfilarão em São Paulo para um juri que contará com Pamela Anderson em sua bancada.

Além do título de bumbum mais bonito do Brasil, a vencedora levou para casa o prêmio de R$ 5 mil, enquanto a segunda e a terceira colocadas irão embolsar, R$ 3 mil e R$ 2 mil, respectivamente. Do Visto Livre (Adaptado)

A notícia de que Carine Felizardo, representante do Pará, levou o grande prêmio por ter o bumbum mais bonito da nação, foi repercutida internacionalmente, em diversos jornais.

O britânico The Sun divulgou diversas fotos, um vídeo, e descreveu a reação das participantes e o formato da competição, avaliada por um júri de seis mulheres e cinco homens, que elegeu as modelos Andressa Urach, 25, e Camila Vernaglia, 21, em segundo e terceiro lugares, respectivamente. 

Carine, a grande vencedora da noite, levou R$ 5 mil reais de prêmio, enquanto o segundo e terceiro lugar ganharam R$ 3 mil e R$ 2 mil.
 

O jornal Inquirer destacou o fato de o local estar lotado de jornalistas, e, em sua maior parte, profissionais do sexo masculino. O alemão Bild deu uma grande foto com foco no bumbum vencedor, reforçado pelo título “Esta é a melhor bunda do Brasil”. 

O evento também foi notícia no site croata Indez, no Toronto Sun, no italiano AGI – que chamou a ganhadora o “cheia de curvas” –, e na revista argentina Contexto, que destacou os “biquínis minúsculos” usados pelas concorrentes para que o júri pudesse conferir os atributos com mais facilidade.


 

 Carine Felizardo representante do Pará no Miss Bumbum Brasil não descuida do corpo de jeito nenhum. Com medidas impressionantes e 102 cm de bumbum bonito, forte e sem celulites a gata não só treina pesado para se manter assim, como também cuida de sua alimentação, fazendo uma dieta regrada e abrindo mão de alguns prazeres.

“Gosto muito de sushi e acho que é importante na alimentção de uma atleta, como eu, ingerir muita proteína e muita água. Eu amo Whey Protein  (proteína do soro do leite), pois me ajuda, a manter uma pele saudável e sem celulite nenhuma no bumbum”, revelou a loira ao Visto Livre Magazine

 Com 102 cm de bumbum e uma beleza de deixar qualquer um impressionado a modelo conta que  evita comer alimentos gordurosos e que precisa manter uma rotina regrada para poder esculpir o corpo.

“É lógico que a genética ajuda, mas tenho horários rigorosos de treinos fisícos para cumprir, evito alimentos que façam mal ao meu organismo e abro mão de alguns prazer, mas acho que tá valendo o sacrifício, afinal são dez anos esculpindo o corpo”, revelou Carine.
Vaidosa a bela não permitiu retoques de photoshop em suas fotos pois queria que tivessem a exta noção de como seu corpo é realmente. Apesar de estar representando o Pará, Carine Felizardo é gaúcha, mas a bela dentro de jeito de menina mulher se diz orgulhosa de representar o estado do norte do país.

Carine Felizardo está concorrendo ao título de Miss Bumbum, mas por sua beleza, delicadeza e sensibilidade ela bem que poderia ser uma princesa… 

Do Visto Livre (adaptado)











Share:

-

BANNER 728X90

Video Recomendado

-

AD BANNER

Visualizações

About & Social

Sobre este blog

Aqui eu não sou homem ou mulher. Sou um adepto do crossdresing. Sou uma Crossdresser - CD ou CDzinha. Desde os 9 anos, adoro lingeries e roupas sexyes. Levo uma vida normal masculina e tenho uma vida clandestina feminina.

Me proponho aqui a falar um pouco de tudo, em especial das Crossdressers, dos transexuais, dos Travestis e da enorme comunidade
LGBT existente em todo o mundo. Um estilo de vida complicado e confuso (para alguns)... Este espaço também se presta para expor a minha indignação quanto ao ódio e preconceito em geral.

Observo que esse é um blog onde parte do que aqui posto pode ser considerado como orientado sexualmente para adultos, ou seja, material destinado a pessoas maiores de 18 anos. Se você não atingiu ainda 18 anos, ou se este tipo de material ofende você, ou ainda se você está acessando a internet de algum país ou local onde este tipo de material é proibido por lei, NÃO siga 'navegando'.

Sou um Crossdresser {homem>mulher} casada {com mulher - que nada sabe} e não sou um 'pedaço de carne'.

Para aqueles que eventualmente perguntam sobre o porque do termo 'Crossdresser GG', eu informo que lógico que o termo trata das minhas medidas. Ja que de fato visto 'GG'. Entretanto alcunhei que 'GG' de Grande e Gorda, afinal minhas medidas numéricas femininas para Blusas, camisetas e vestidos são tamanho: 50 e Calças, bermudas, shorts e saias são tamanho: 50.

Entre em contato comigo!

Nome

E-mail *

Mensagem *

busque no blog

Arquivo do blog

TROCA DE LINKS

Apoio ao Crossdresser
Universo Crossdress
Márcia Tirésias
Club Cross
Fórum Crossdressing Place
Jornalismo Trans - Neto Lucon
Kannel Art
Noite Rainha Cross
Diário de uma Crossdresser

Gospel LGBT
Dom Monteiro - Contos do Dom
La nueva chica del bairro
Ravens Ladies
Travestismo Heterosexual

CROSSDRESSER
Nathasha b'Fly
Veronica Mendes
Camilinha Lafert
Kamila Cross BH
Sophia Mel Cdzinha

DANYELA CROSSDRESSER
Duda CD
Bruninha Loira sapeka
Cross Gatas
Klesia cd
Renata Loren
Coroa CD
Suzan Crossdresser
Érika Diniz
CDZINHA EXIBICIONISTA
Aninha CDzinha
Camila Praz
CD VALDETTY
CD Paty
Cdzinha Moranguinho
Jaqueline CD
Paty Cdzinha

Contos Eróticos da Casa da Maitê
Elite Transex

Mais

Mais vistos na ultima semana

Tags

Postagens mais visitadas há um ano

Postagem em destaque

Renata Montezine arrasando como sempre

Renata Albuquerque Montezine é atualmente uma das mulheres trans, de maior sucesso no país. Já foi modelo plus size, sendo a primeira...

Pages