Uma Crossdresser Gordinha Complicada e Imperfeita

Monique se acha gorda enquanto os homens a consideram gostosa

Pergunte a qualquer homem heterossexual o que ele vê na Monique do "BBB12". A maioria, sem dúvida, vai enumerar uma série de predicados para responder: seios fartos, curvas generosas, bumbum avantajado, sorriso bonito, pernas bem desenhadas -- tudo aquilo que define um mulherão, uma gostosona. Porém, a gaúcha de 23 anos, sob o criterioso julgamento de maior parte das mulheres (inclusive o da própria), não passa de uma gordinha desengonçada e desinteressante. Já protagonizou várias cenas de choro por se achar fora do peso, por se sentir feia nas roupas enviadas pela produção do programa para as festas e resmunga que deve ser considerada a baranga do programa.

Para a professora de artes sensuais Nelma Penteado, autora do livro “aleGGria” (Matrix Editora), que traz dicas de amor e sexo para as mulheres gordinhas, o sexo feminino é muito exigente em relação a si mesmo. Para ela, enquanto a mulher se concentra no detalhe, o homem prefere admirar o conjunto. "O primeiro passo para a mulher se sentir bonita e sexy é se aceitar do jeito que é. A partir daí, ela vai conseguir realçar os pontos fortes e disfarçar os fracos", afirma. Nelma explica ainda que é preciso se livrar da autossabotagem. Como? Deixando de reclamar que a roupa não caiu bem, que a estria está muito evidente, que a barriguinha inchou... "Nada de fazer propaganda negativa de si mesma. Com tanta insistência, as pessoas podem começar a perceber coisas que nunca haviam reparado", diz.

É bom lembrar que homens e mulheres têm percepções diferentes sobre o que é bonito ou feio. Para a psicóloga cognitivo-comportamental Mara Lúcia Madureira, algumas garotas que se vestem com um apelo muito "fashion" ou extravagante, aliás, podem até ser julgadas como ridículas pelo sexo masculino. “As pessoas, em geral, atendem aos apelos da mídia sem questionar a realidade à sua volta. Se algo está sendo usado na novela, foi mostrado no São Paulo Fashion Week ou na capa das revistas de celebridades, então, é lei que a mulher comum também use para se sentir pertencente a um mundo idealizado, longe de satisfazer suas necessidades reais", diz Mara Lúcia, que lembra que essa distorção acontece principalmente em relação aos padrões físicos.

Quem acompanham o "BBB" sabe que os homens da casa piram com as curvas de Monique --mesmo que, de fato, ela tenha engordado um pouquinho desde a estreia do programa, algo perceptível nas roupas mais apertadas. Que o digam Jonas, que volta e meia beija a moça nas festas, e Fael, que nem disfarça mais os olhares gulosos. O problema é que, em muitos casos, a sensualidade feminina tem mais a ver com a própria percepção do corpo do que com os elogios feitos pela ala masculina. A mulher, para agir de modo sedutor, precisa se sentir bonita --se ela não se enxergar bela, nem George Clooney e Brad Pitt juntos a farão mudar de ideia. “Mal sabem elas que os homens esperam mulheres que consigam esquecer de si mesmas e viver uma relação de verdade. Que façam do sexo uma experiência de prazer e não uma forma torturante de preocupação com o que o outro irá pensar”, diz Mara.

Herança feminina
A psicóloga e terapeuta sexual Arlete Gavranic, do Instituto Brasileiro Interdisciplinar de Sexologia e Medicina Psicossomática, lembra que as mulheres são submetidas à exigência social de beleza e corpo perfeito e têm desejo de agradar o outro desde a infância. “A menina precisar ser delicada, afetiva, princesinha para ganhar afeto, diferentemente dos meninos, que são adorados mesmo sendo bagunceiros", explica. Frente a todas essas cobranças, muitas desenvolvem uma autoestima fragilizada e se tornam críticas no sentido autodestrutivo.

Para o psicólogo Alexandre Bez, especializado em relacionamentos pela Universidade de Miami, o problema de Monique não é recente --provavelmente, ela já entrou no programa com arranhões na autoimagem. "O confinamento e a pressão do jogo agravam o quadro, tornando a experiência não tão agradável, e gerando algum tipo de compensação", afirma, referindo-se ao fato de Monique ter passado a comer mais conforme o desenrolar da atração. O efeito vira uma bola de neve: quanto menor a autoestima, maior o estresse, e por aí vai.

Fonte: UOL

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Laisa aparecerá como travesti Laiso no "Zorra Total"

Laisa Portela está aproveitando bem os momentos de fama após ter sido eliminada do "Big Brother Brasil 12".

Veja fotos de Laisa se exercitando na praia

A estudante de medicina está gravando nesta terça-feira (28) uma participação no humorístico "Zorra Total" (Globo).

Ela aparecerá ao lado da dupla Valéria e Janete, vivida por Rodrigo Sant'anna e Thalita Carauta, no quadro "Metrô Zorra Brasil".

Em vez de fazer o papel de ela mesma, como costuma ocorrer com todos os ex-BBB, ela viverá a travesti Laiso.

Trata-se de uma versão masculina da própria Laisa, inventada durante o confinamento e que irritava o namorado dela na casa, Yuri.

A participação deve ir ao ar em uma das próximas edições do "Zorra Total".

Laisa também foi sondada para estampar a capa da "Playboy" e diz querer seguir carreira artística.

No programa "A Eliminação" (Multishow), ela disse, indiretamente, que gostaria de tomar o lugar da apresentadora Dani Monteiro.

"Quero aproveitar o BBB pra ficar na mídia", afirmou. "Quero fazer o que tu faz, Dani!"

Do UOL/F5



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Constituição reconhece o direito de escolhas

Em artigo publicado pelo Conjur , Lucas de Laurents criticou o STF por suposta aplicação de posições distintas sobre a aplicação da técnica da interpretação conforme a Constituição, ante a jurisprudência da Corte afirmar não ser ela aplicável a normas de repetição (normas legais que repetem o texto constitucional), mas posição distinta ter sido supostamente adotada no julgamento que reconheceu o status jurídico-familiar da união homoafetiva (ADPF 132 e ADIn 4277), ante o articulista considerar que não haveria diferença entre o artigo 226, §3º, da CF/88 e o artigo 1.723 do Código Civil, donde concluir que, neste caso, o STF teria admitido controle de constitucionalidade de normas constitucionais originárias, algo também contrário à jurisprudência da Corte.

Contudo, referido articulista não prestou a devida atenção nos votos dos Ministros em dito julgamento, na medida em que os Ministros expressamente afirmaram que o artigo 1.723 do Código Civil não é norma de repetição do artigo 226, §3º, da CF/88. Com efeito, segundo o Ministro Peluso: “a diversidade de redação das normas permite, e acho que isto é, de modo muito consistente, a sua racionalidade, a decisão da Corte de conhecer das demandas, exatamente com base na não coincidência semântica entre as duas normas, de tal modo que é possível enxergar o disposto no artigo 1.723 como preceito susceptível de revisão à luz do artigo 226, §3º, e de outras normas constitucionais, que constam, aliás, como causa de pedir de ambas as demandas” .

No parágrafo anterior, o Ministro afirmou justamente que considera que haveria obstáculo teórico e constitucional se o artigo 1.723 do CC/02 fosse reprodução estrita do artigo 226, §3º, da CF/88 porque isto implicaria em interpretação constitucional insuscetível de ser objeto de ação de inconstitucionalidade sob pretexto de que teríamos que interpretar a própria Constituição de acordo com a Constituição. Logo, isso é coerente com a jurisprudência tradicional do Tribunal sobre a interpretação conforme no ponto (sobre a qual guardo reserva, adiante explicitada).




Ademais, segundo a Ministra Cármen Lúcia, “afirmou o Ministro Ayres Britto que haveria de se dar pela procedência das ações porque a regra do Código Civil poderia conduzir a interpretações excludentes dos direitos daqueles que escolhem viver em uniões homoafetivas. E a largueza dos princípios constitucionais determinam que a interpretação a ser aproveitada quanto aos direitos fundamentais impõem a interpretação conforme da regra em foco segundo a norma constitucional entendida numa largueza maior, fundamentada nos princípios magnos do sistema” – o que disse para, em seguida, afirmar que “a Constituição haverá de ser interpretada como um conjunto harmônico de normas, no qual se põe uma finalidade voltada à concretização dos valores nela adotados como princípios”, donde, pelo princípio da dignidade da pessoa humana impor a tolerância e a convivência harmônica de todos, com integral respeito às livres escolhas das pessoas” , “a referência expressa a homem e mulher garante a eles, às expressas, o reconhecimento da união estável como entidade familiar, com os consectários jurídicos próprios. [mas] Não significa, a meu ver, contudo, que se não for um homem e uma mulher, a união não possa vir a ser também fonte de iguais direitos.

Bem ao contrário, o que se extrai dos princípios constitucionais é que todos, homens e mulheres, qualquer que seja a escolha do seu modo de vida, têm os seus direitos fundamentais à liberdade, a ser tratado com igualdade em sua humanidade, ao respeito, à intimidade garantidos” , pois, por ser objetivo da República a promoção do bem de todos, sem preconceitos e discriminações, a inteligência da regra legal não pode conduzir ao preconceito e à discriminação , razão pela qual “A interpretação correta da norma constitucional parece-me, portanto, na sequência dos vetores constitucionais, ser a que conduz ao reconhecimento do direito à liberdade de que cada ser humano é titular para escolher o seu modo de vida, aí incluído a vida afetiva com outro, constituindo uma instituição que tenha dignidade jurídica, garantindo-se, assim, a integridade humana de cada qual [...]

Daí a escolha da vida em comum de duas pessoas do mesmo sexo não poder ser tolhida, por força de interpretação atribuída a uma norma legal, porque tanto contrariaria os princípios constitucionais que fundamentam o pluralismo político e social” (linha análoga seguiram os Ministros Marco Aurélio e Joaquim Barbosa, em prol de uma interpretação sistemático-teleológica da CF/88 que justifica a procedência das ações; ressalve-se apenas a colocação da Ministra da sexualidade como uma “opção”, que é algo equivocado por ninguém escolher ser homo, hetero ou bissexual, mas simplesmente se descobrir de uma forma ou de outra). Por sua vez, o Ministro Gilmar Mendes problematizou o tema no seu voto e justificou o cabimento da interpretação conforme pelo texto constitucional regulamentado pelo texto legal não proibir a união estável homoafetiva, donde cabível a interpretação conforme para afastar a possibilidade de tal exegese da norma legal.

Em suas palavras: “o texto do Código Civil reproduz, em linhas básicas, aquilo que consta do texto constitucional. [...] Talvez o único argumento que pudesse justificar a tese da aplicação ao caso da técnica da interpretação conforme à Constituição seria a invocação daquela previsão normativa de união estável entre homem e mulher como óbice ao reconhecimento da união entre pessoas do mesmo sexo, como uma proibição decorrente daquele dispositivo. E, de fato, é com base nesse argumento que entendo pertinente o pleito trazido nas ações diretas de inconstitucionalidade. [...] E o texto, em si mesmo, nessa linha, não é excludente – pelo menos essa foi a minha primeira pré-compreensão – da possibilidade de se reconhecer a união estável entre pessoas do mesmo sexo, não com base no texto legal (art. 1.723 do Código Civil), nem na norma constitucional (art. 226, §3º), mas com suporte em outros princípios constitucionais”, donde “o único argumento forte a justificar aqui a interpretação conforme à Constituição é o fato de o dispositivo do Código Civil estar sendo invocado para impossibilitar o reconhecimento da união entre pessoas do mesmo sexo.

Do contrário, nós estaríamos a fazer um tipo de interpretação conforme muito extravagante”, donde “o entendimento que autoriza a interpretação conforme à Constituição no caso é que o dispositivo impugnado está sendo aplicado de forma generalizada para a proibição do reconhecimento da união entre pessoas do mesmo sexo” , ao passo que “O fato de a Constituição proteger, como já destacado pelo eminente Relator, a união estável entre homem e mulher não significa uma negativa de proteção – nem poderia ser – à união civil, estável, entre pessoas do mesmo sexo” .

Tal entendimento restou positivado na própria ementa do julgado “Ante a possibilidade de interpretação em sentido preconceituoso ou discriminatório do artigo 1.723 do Código Civil, não resolúvel à luz dele próprio, faz-se necessária a utilização da técnica da ‘interpretação conforme à Constituição’. Isso para excluir do dispositivo em causa qualquer significado que impeça o reconhecimento da união contínua, pública e duradoura entre pessoas do mesmo sexo como família. Reconhecimento que é de ser feito com as mesmas regras e com as mesmas consequências da união estável heteroafetiva” (g.n).

Como se vê, o STF fundamentou (muito bem) o motivo do cabimento da técnica da interpretação conforme a Constituição ao presente caso. Concorde-se ou não com a decisão, não se pode dizer que o tribunal teria sido incoerente com sua jurisprudência sobre não-cabimento de interpretação conforme para casos de normas de mera repetição, pois foi consignado no julgamento que o artigo 1.723 do CC/02 não é mera repetição do artigo 226, §3º, da CF/88 (divergência de redações), bem como o cabimento da interpretação conforme também por conta de referido dispositivo constitucional não proibir a união estável homoafetiva, donde não poder o referido dispositivo legal ser interpretado desta forma proibitiva.

Ademais, para saber se é cabível ou não a interpretação conforme de um dispositivo legal, é preciso que primeiro se interprete a Constituição para, ato contínuo, interpretar o texto legal em questão e, por fim, impor a ele uma interpretação em conformidade com a Constituição, donde evidente que o STF precisava interpretar o §3º do artigo 226 da CF/88 para verificar se ele traria ou não uma “proibição” à união estável homoafetiva ou ao reconhecimento da união homoafetiva como entidade familiar para saber o que a Constituição diz (ou se nada diz) acerca do tema e, assim, poder verificar qual a interpretação cabível para o artigo 1.723 do CC/02.

Logo, considerando a correta afirmação do Ministro Gilmar Mendes de que o artigo 226, §3º, da CF/88 não proíbe o reconhecimento da união estável homoafetiva porque o fato de a Constituição reconhecer a união estável entre homem e mulher não significa negativa de proteção ou negativa de reconhecimento à união estável entre pessoas do mesmo sexo mesmo sexo, plenamente cabível interpretar o artigo 1.723 do CC/02 em conformidade com a Constituição para dele excluir qualquer interpretação que impeça o reconhecimento da união contínua, pública e duradoura entre pessoas do mesmo sexo como família, segundo as mesmas regras e consequências aplicáveis à união estável heteroafetiva, como bem destacado pelo relator, Ministro Ayres Britto, que consigou na ementa do julgado a seguinte afirmação: “Competência do Supremo Tribunal Federal para manter, interpretativamente, o Texto Magno na posse do seu fundamental atributo da coerência, o que passa pela eliminação de preconceito quanto à orientação sexual das pessoas”. A meu ver, isso seria aplicável mesmo em caso de norma de repetição, para que o Tribunal afirmasse que a norma repetida não é proibitiva/discriminatória e que, portanto, a norma repetidora também não pode ser interpretada de forma proibitiva/discriminatória.

Cabe discordar também da insinuação de que não seria possível uma ação direta de inconstitucionalidade invocar pedido de interpretação conforme sob o fundamento de que a interpretação conforme justificaria a improcedência da ação por se manter a vigência do texto constitucional, pois a técnica da interpretação conforme a Constituição é uma forma de controle de constitucionalidade assim expressamente reconhecida no artigo 28 da Lei 9.868/99, donde a legislação consagrou entendimento contrário ao exposto pelo articulista. Assim, sendo a interpretação conforme forma de controle de constitucionalidade, seu reconhecimento deve gerar a procedência, ainda que eventualmente parcial, do pedido formulado – procedência total se o pedido for apenas de interpretação conforme; procedência parcial se o pedido for de nulidade do texto normativo e ele for mantido pelo Tribunal, mediante interpretação conforme.

É o entendimento que melhor se coaduna com referida norma legal e, data venia, à própria essência da interpretação conforme como técnica de controle de constitucionalidade, por tanto ela quanto a declaração de nulidade sem redução de texto reconhecerem a inconstitucionalidade de uma ou mais interpretações do texto normativo analisado, donde sua acolhida supõe a procedência da ação por ensejar declaração de inconstitucionalidade(s) – inconstitucionalidade de uma ou mais normas oriundas da interpretação do texto normativo em questão (e, como se sabe, a norma é fruto da interpretação do texto normativo, respeitados os limites semânticos do referido texto).

Anote-se, relativamente a limites semânticos do texto como limite à interpretação, que, no caso da união estável, como tive oportunidade de dizer em sustentação oral no julgamento do STF na ADPF 132 e da ADIn 4277, o texto normativo constitucional dizer que é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher não é o mesmo que dizer que ela seria reconhecida “apenas” entre o homem e a mulher – como o apenas não está escrito, não há limites semânticos no texto que impeçam a exegese constitucional inclusiva pleiteada nas ações. Logo, a ausência do “apenas” não permite que se faça a averiguação da identidade ou do caráter análogo da união homoafetiva com a união heteroafetiva, tornando juridicamente possível o pedido de reconhecimento da união estável homoafetiva, por interpretação extensiva ou analogia – e a possibilidade jurídica do pedido existe quando não há proibição/restrição explícita, consoante reconhecido pelo STJ no REsp 820.475/RJ, em julgado que reconheceu a possibilidade jurídica da união estável homoafetiva, por analogia, por ela não ser expressamente proibida pela legislação (REsp 827.962/RS) – valendo ainda citar o maravilhoso voto da Ministra Nancy Andrighi, seguido pelos demais ministros julgadores, no REsp 1.026.981/RJ, segundo o qual “O manejo da analogia frente à lacuna da lei é perfeitamente aceitável para alavancar, como entidade familiar, na mais pura acepção da igualdade jurídica, as uniões de afeto entre pessoas do mesmo sexo” – entendimento este coerentemente aplicado ao casamento civil para reconhecer a licitude do casamento civil homoafetivo no REsp 1.183.378/RS, do qual tive o privilégio de participar mediante sustentação oral, segundo o qual “Os artigos 1.514, 1.521, 1.523, 1.535 e 1.565, todos do Código Civil de 2002, não vedam expressamente o casamento entre pessoas do mesmo sexo, e não há como se enxergar uma vedação implícita ao casamento homoafetivo sem afronta a caros princípios constitucionais, como o da igualdade, o da não discriminação, o da dignidade da pessoa humana e os do pluralismo e livre planejamento familiar”. Preciso o entendimento, pois sendo a união homoafetiva uma família conjugal e sendo esta o objeto de proteção dos regimes jurídicos do casamento civil e da união estável, cabível interpretação extensiva ou analogia para reconhecer a possibilidade jurídica do casamento civil e da união estável, por força da isonomia, que demanda tratamento igual a situações idênticas ou análogas.

Ante o exposto, tem-se que o STF não foi contraditório com sua jurisprudência ao aplicar a técnica da interpretação conforme a Constituição no julgamento da ADPF 132 e da ADIn 4277, pois o Tribunal deixou expressa no referido julgado a premissa segundo a qual o artigo 1.723 do CC/02 não é “norma de repetição” (norma idêntica) àquela constante do artigo 226, §3º, da CF/88, bem como o cabimento da interpretação conforme também por conta de referido dispositivo constitucional não proibir a união estável homoafetiva, donde não poder o referido dispositivo legal ser interpretado desta forma proibitiva, o que não é contraditório com a jurisprudência da Corte sobre a interpretação conforme.

BIBLIOGRAFIA
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BARROSO, Luís Roberto. Diferentes mas Iguais. O Reconhecimento Jurídico das Relações Homoafetivas no Brasil. In: SARMENTO, Daniel. IKAWA, Daniela e PIOVESAN, Flávia (org.). Igualdade, Diferença e Direitos Humanos, 2ª Tiragem, Rio de Janeiro: Editora Lumen Juris, 2011, pp. 661-693. Versão atualizada encontra-se em http://www.migalhas.com.br/dePeso/16,MI132374,61044-Diferentes++mas+iguais+o+reconhecimento+juridico+das+relacoes (acesso: 08/02/12).
BARROSO, Luís Roberto. Interpretação e Aplicação da Constituição, 6a Ed., São Paulo: Editora Saraiva, 2006.
MAXIMILIANO, Carlos. Hermenêutica e Aplicação do Direito, 19a Ed., Rio de Janeiro: Editora Forense, 2007.
MENDES, Gilmar Ferreira. Direitos Fundamentais e Controle de Constitucionalidade: Estudos de Direitos Constitucional, 3a Ed., 3a Tiragem, São Paulo: Editora Saraiva, 2007.
_______. Moreira Alves e o Controle de Constitucionalidade no Brasil, São Paulo: Editora Saraiva, 2004.
SARMENTO, Daniel. Casamento e União Estável entre Pessoas do Mesmo Sexo: Perspectivas Constitucionais. In: SARMENTO, Daniel. IKAWA, Daniela e PIOVESAN, Flávia (org.). Igualdade, Diferença e Direitos Humanos, 1ª Edição, 2ª Tiragem, Rio de Janeiro: Editora Lumen Juris, 2011, pp. 619-659.
VECCHIATTI, Paulo Roberto Iotti. Manual da Homoafetividade. Da Possibilidade Jurídica do Casamento Civil, da União Estável e da Adoção por Casais Homoafetivos, São Paulo: Editora Método – Grupo GEN, 2008. No prelo: 2ª edição, 2012.
_______. União Estável Homoafetiva e a Constitucionalidade de seu Reconhecimento Judicial. In: Revista Brasileira de Direito das Famílias e Sucessões, Fev-Mar 2010, Ano XI, n.º 14, pp. 66-88.
_______. A Família Juridicamente Protegida, a Lei Maria da Penha e a Proteção Constitucional da Família Homoafetiva – Equívocos dos Julgamentos do TJRS que Negaram o Direito ao Casamento Civil Homoafetivo. In: Revista Brasileira de Direito das Famílias e Sucessões, Jun-Jul 2010, pp. 93-117.
_______. A hermenêutica jurídica. In: Diversidade Sexual e Direito Homoafetivo (org.: Maria Berenice Dias), São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2011, pp. 141-159.
_______. O STF e a união estável homoafetiva. Resposta aos críticos, primeiras impressões, agradecimentos e a consagração da homoafetividade no Direito das Famílias. Jus Navigandi, Teresina, ano 16, n. 2870, 11 maio 2011. Disponível em: <http://jus.com.br/revista/texto/19086>. Acesso: 05/01/12.
_______. Possibilidade de Conversão de União Estável Homoafetiva em Casamento Civil, 2011. Disponível em http://www.ibdfam.org.br/?artigos&artigo=767. Acesso: 05/01/12.

Paulo Roberto Iotti Vecchiatti é advogado, mestre em Direito Constitucional.

Da Revista Consultor Jurídico, 25 de fevereiro de 2012

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O Cumplice - Conto by Katia Walker

Era final de tarde de sexta. Todos da minha família tinham se deslocado para a casa de praia para passar o final de semana fora... Só iriam voltar no domingo a noite...e eu é claro, não fui, já que não ia perder a oportunidade de aproveitar e ficar só em casa, sem ninguém para atrapalhar a montagem da minha boneca...
Fechei cuidadosamente o portão, as portas e janelas e corri para o quarto. Não podia perder um minuto sequer...afinal a Kátia já não me deixava conter a vontade... ela queria sair... e
logo de dentro de mim!



Dirigi-me ao quarto de casal, enquanto fazia a barba, enchia a banheira. Coloquei os sais na água,
despi-me e quando ia entrar na água o telefone toca.


Era Marcos um grande amigo meu da faculdade. Somos aquele tipo de amigos que quando um precisa do outro nos ajudamos....Amigos pra toda hora... Ele nada sabia da minha feminilidade e eu não estava afim de perder a oportunidade de curtir o final de semana com a Kátia. Este era o final de semana dela...

- Diz ai!? Como é? Sexta a noite...vamos pra farra...?
- Oi Marcos não vai dar não! Estou só em casa, todo mundo viajou e alem de ter que dar uma de vigia estou meio febril...
- Ë mesmo?! Putz cara que mico... A turma da faculdade tá toda na boate, agitando e esperando agente...
- Ë mas não vai dar não vou ficar aqui e assistir a um filme e depois ir dormir... tô com muita febre mesmo, cof, cof (Fingi uma tosse para dar mais ênfase a "doença")
- Há é? tá ruim assim? Bem se quiser dou um pulo ai para te fazer companhia...?Quer?
- Não! não precisa! (retruquei, afinal era só o que faltava) Não quero incomodar...
- Que é isto amigo! Quantas vezes já fez isto por mim? Não tem problema não. Terei
o maior prazer... se quiser eu vou, não se acanhe...
- Não! Não! Tá tudo bem já me mediquei, vou assistir a um filme na TV a cabo e dormir...
- Há bom se é assim...sim! Até logo!
- Tá bom um abraço no pessoal!
- Ok! Bye...

Voltei ao quarto mas não sem antes desligar o telefone para não ser interrompido na minha transformação...Este foi o meu erro como eu descobriria mais tarde.. Deveria ter somente levado o telefone sem fio para o banheiro e atendido aos eventuais telefonemas...

No banheiro, entrei na água morninha, morninha...Pacientemente tomei um banho revigorante e lavei-me com esmero e atenção. Não deixei de lavar um só cantinho... O banho é uma parte muito importante na montagem... é como se lavássemos o que há de masculino...depois do banho tudo que colocamos sobre o nosso corpo é melhor, muito agradável e diferente...
Me enxugo, passo o hidratante, perfumes. Me cheiro...que delícia...Já havia separado o que vestir
afinal o momento já era esperado... Tudo é feminino... Ponho a calcinha, o soutien, o modelador de cintura (ponho dois) para ficar com aquela silhueta...Enchimentos.
Ponho duas meias para disfarçar os pelos das minhas pernas...por cima a Blusa branca, saia preta...as bijuterias, brincos, gargantilhas, puseras. Calço os sapatos de salto preto... ponho a peruca e a maquiagem e pronto tá montada a Kátia! Que linda! Um sonho de garota!
Montada eu me sentia feliz...Estava uma garota bem bonitinha... Quando terminava de arrumar a peruca em frente ao espelho o interfone toca...corro até a copa e atendo...
- Quem é?
- é eu cara, o Marcos... liguei várias vezes e nada...o telefone chamava, chamava e ninguém
atendia. Fiquei preocupado! Tá tudo bem?!
- Tá sim, fica tranqüilo...
- Olha trouxe uma mochila com minhas coisas e na volta da boate venho dormir aqui!
- Não! Não precisa... Vou ter que me levantar para abrir o portão...
- Que é isto? Não lembra da cópia da chave que tenho?


Marcos desfrutava da amizade de todos aqui em casa... como as vezes voltávamos de porre das farras e não saibamos onde estava a chave da casa, tínhamos a cópia da chave da casa um do outro... Eu queria realmente ficar só. A Kátia precisava disto e por mais que gostasse da atenção
de Marcos eu tinha que ficar só.... Então em tom de deboche respondi:
- É que eu tô aqui meio ocupado sabe...?
(e sussurrando, como se não quisesse que alguém perto de mim não ouvisse, emendei) tem gente
aqui comigo...me deixa aproveitar...vai embora!
- Há sim tem gente ai né? Este papo de doente é só pano de fundo pra ficar só com alguma gatinha não é?
Querendo me livrar do meu amigo, e ao mesmo tempo tranquiliza-lo concordei...
- É estou ocupado com uma amiga... agora diga tchau...(a conversa não era de todo irreal afinal
eu queria ficar só com o meu outro lado...)
- Tá bom nem convida os amigos...Egoísta...naquela vez te convidei...e tal...blababa, blababa...
Eu o interrompi e encerrei o papo dizendo...

- Tchau cara! Tô ocupado, depois a gente se fala...
E bati o interfone no gancho!
Agora sim! Estava sozinha...sentia-me confortável...

Fui a cozinha fiz um lanchinho, e o comi lendo uma revista de moda...lá pelas tantas escuto um barulho no jardim...era perto do Deck da piscina...então pensei - pronto era só o que faltava... Depois do Marcos me encher o saco, agora é a vez do ladrão...Ai ponderei...- Não pode ser ladrão porque senão os cachorros teriam
latido...


Então sai de onde estava e pela brecha da janela que dava vista para o Deck. Observei e não vi ninguém...como o barulho foi de um arrastar de cadeira julguei que o barulho fora provocado pelo vento arrastando as cadeiras plásticas que estavam prostradas a beira da piscina, fato que já havia ocorrido em vezes anteriores. O meu julgamento estava certo...tão logo pensei, vi outra rajada de vento arrastar outra cadeira, jogando-a dentro d'água.

Para evitar outro susto resolvi ir até lá fora posicionar as cadeiras de forma que não mais fizessem barulho. Aproveitando-me dos muros altos da nossa casa e arrisquei um passeio pela varanda até o Deck da piscina...era delicioso o barulho dos saltos...o roçar da pernas e das meias uma na outra...

Cheguei no deck que era distante uns 15 metros da casa, chegando lá constato que uma das cadeiras está faltando... Então olho em volta e qual a minha surpresa em ver que ela esta encostada perto da janela de onde observei a piscina e pior... que o meu amigo Marcos está de boca aberta sentado nela...

Olhando para mim de forma ao mesmo tempo surpresa e penetrante...
Nesta hora minhas pernas ficaram bambas...mal tinha forças para me manter de pé. Um frio percorreu toda a espinha. Marcos, parecendo perceber isto, levanta-se e vem até onde estou...Dá duas voltas em torno de mim e para na minha frente. Põe os dois dedos da sua mão direita sob o meu queixo e levanta o meu rosto. Encara-me e diz:
- Cara nunca pensei que tu ficasse tão bem de saia...Eu tô embasbacado...Aquele papo de gatinha...era você? Eu pensando em ver uma putariazinha e vejo você assim!?
- Marcos não é isto que você tá pensando...
- Eu não tô pensando nada. Eu tô vendo...Seu bicha! Para que isso?
- Acho melhor a gente entrar...Para poder conversar com calma...

Dito isto, fomos para dentro de casa. Que vergonha! Eu vestido de mulher e flagrado pelo meu companheiro de farra. Que contraste... Quantas vezes saímos para paquerar garotas, quantas vezes falamos das roupas delas, de suas bundinhas, seus seios... e agora eu ali de roupas, seios postiços, maquiagem...como é cruel algumas conhecidencias da vida...

Sentei no sofá da sala e ele em uma cadeira na minha frente...O silencio imperou por uns 38 longos segundos...então ele disse:
- E ai seu viado, como é isso que tu sente...porque isso? Seu enrustido...
- Marcos...(pausa) eu não sei por que sou assim.

So sei que quando estou vestido assim, me sinto mulher.
Eu tô morrendo de vergonha de você me ver assim...é muito constrangedor... Ninguém nunca soube disto...destas minhas vontades...você é o primeiro...
- Há tá bom! Sei... (falando com ar de desconfiança) Quer dizer que nunca deu o cuzinho pra ninguém...tá bom acredito...seu mentiroso! Ainda bem que tu pelo menos tá com vergonha...
- Verdade! Você me conhece...sabe como sou e como penso...Nunca me mostrei não...Eu tenho esta vontade de virar mulher e as vezes esta vontade é incontrolável...Agora para de me xingar...so me sentir pior... Pra que me agredir?
- Ta bom. E como é que tu quer que eu chame um homem que se veste de mulher e pior se sente mulher...?!
- Eu sou uma Crossdresser, ou seja, um homem que vive uma vida masculina normal, mas adora se vestir de mulher.

Quando me monto assim tenho desejos e sonhos de garota...
- Desejos e sonhos de garota?! Tu tá é doido cara!
- Sim sonhos e desejos...Mas não posso realizar porque tenho que manter sigilo...e principalmente não tenho coragem...

A pressão emocional é demais para mim...
Dito isto começo a chorar...pois não agüento tanta coisa junta. Marcos se apieda de mim. senta ao
meu lado esquerdo no sofá, saca o lenço do bolso e começa a enxugar os meus olhos que nesta hora já estavam borrados por conta das lágrimas...

- E esta agora...para de chorar...Odeio ver mulher chorando...
- É que estou assustado com tudo isto.
- Fica calmo. Eu também estou ...sei lá inseguro...Logo tu...sempre levei a maior fé....é
um via... desculpe um cross... o que?
- Crossdresser.
- Que desejos e sonhos são estes?
- São simples do tipo...Passear de carro a noite, tirar fotos sensuais e quem sabe até mesmo ter
um namorado...que me ajudasse nestas fantasias...(ainda soluçando por causa do choro).
- Namorado!? (disse em tom de surpresa).
- Sim! Porque não? Afinal não te disse que quando estou assim me sinto mulher...?
- Tu é doido... E este namorado ia ganhar o que? (agora em tom de curiosidade)
- Bem...este meu lado procura ser uma garota graciosa... muito carinhosa e louca de amor para dar...so que não tenho condições para fazer isto e manter a privacidade do meu lado masculino...


 

A esta altura dos acontecimentos eu já havia parado de chorar Marcos já tinha colocado o seu braço direito, apoiado no sofá atrás do meu pescoço e sua mão esquerda estava pousada em cima do meu joelho esquerdo e as vezes subia até a minha coxa, na proporção que conversávamos.
Isto me dava segurança e a medida que falávamos nos aproximava-mos mais... eu já apoiava a cabeça no seu ombro...
- E ai o que tu irias fazer se podesse ter alguém assim?
- Sei lá?! Seria muito bom fazer aquilo que já te disse com um namorado ou cúmplice...
- Sei fotos, passeios.
- Acho que deixaria o meu namorado tirar as fotos sensuais, e provocantes sem cair na baixaria.
- E cama? Ia ter cama?


Quando ele disse isto, eu com a cabeça ainda apoiada em seu ombro, olho fixamente em seus olhos...Nesta hora nossas bocas estão bem perto.
- Nunca pensei nisto...Tenho muito medo.Mas com confiança e segurança acho que tentaria satisfazer na cama o meu desejo de sentir estar dando a ele uma autêntica satisfação feminina.
- É mas para isto acontecer ele teria que te ver e te tratar como mulher...
Dizendo isto olhando nos meus olhos senti nele uma cumplicidade que não esperava (pelo menos não devia esperar..) ele me olha nos olhos.. e eu nos dele. Vejo ele olhar meus lábios e ele ver eu olhar os lábios dele...fecho os olhos... e repentinamente sinto o gosto gostoso dos lábios dele.

Nos entregamos ao desejo... ao tesão.

Marcos me dá um beijo forte! Me afaga nos braços...Suas mãos não param... Enquanto chupa a minha língua e me tira o fôlego. Com as mãos por sob a saia, afaga a minha bunda...nossas respirações se tornam ofegantes e nossos abraços mais fortes.

Ele põe a minha mão sobre o volume da sua calça...Quando aperto o volume sinto a dureza
do seu pau...Ele então, abre o zíper da calça, e põe para fora o pau e empurra a minha cabeça para baixo. Abro a boca e abocanho aquela ferramenta, a princípio estranho é verdade, mas aos poucos começo a dar um trato na manjuba.



Marcos geme longa e repetidamente acusando que esta gostando do tratamento...ele abre a camisa e quando percebo isto, cheiro e chupo o seu peito...Ele adora e geme mais... Então começa a dizer:
- Continua, assim....hummm! minha gostosa!
Eu continuo chupando, e ele ora passa a mão nas minha bunda, ora passa a mão nas minhas costas...então ele aperta a aba de minha bunda com força por sob a saia e empurra a minha cabeça conta o seu pau enfiando-o todo até a minha garganta...dando sinal de que vai gozar... Não queria engolir, mas ele segura a minha cabeça e me faz engolir toda a porra e que bom... O sabor da porra quente e viscosa é deliciosa...é como pudim só que um pouco salgado.

Marcos então, me coloca de quatro no sofá, com os braços apoiados no encosto. Tira a minha saia, arreia as minhas meias e a calcinha até os joelhos... e começa a me dar, um puta banho de língua no cuzinho...que delícia...um arrepio me percorre a espinha fazendo-me tremer da cabeça aos pés.

De repente um dos dedos de Marquinhos, começa a entrar em mim. Ele vai enfiando fazendo movimentos circulares...alargando o meu buraquinho...Que gostoso. Quando estou achando aquilo realmente gostoso ele tira o dedo do meu ânus repentinamente. Então sinto algo duro, redondo e quente procurando-me sem achar...Sinto que é a minha hora.

A hora do meu sacrifício...A hora de tentar satisfazer na cama o meu desejo de sentir estar dando aquele macho tesudo uma autêntica satisfação feminina.
Busco o seu pau e o guio até a entrada de meu orifício. Sinto-o pressionar a entrada...então
com minhas mãos escancaro e exponho ao máximo o meu cú... ele diz:
- Faz força para fora...é ...assim.



Sem avisar Marcos me penetra repentinamente e com gosto começa a me estocar... a dor existe... mas aos poucos vai ficando gostosa. A medida que me acostumo com o invasor...sinto o seu saco batendo no meu e que o seu pau está em mim até o talo...Ele acelera as estocadas... o movimento de entra e sai fica mais frenético...e então o gozo. Meu e dele.
Então me dou por mim...não estou mais com os braços apoiados no sofá.



Estou deitado nele e com o meu melhor amigo deitado nas minhas costas, beijando o meu pescoço por trás e com o pau todinho atolado em mim... Penso então: 'que vergonha acabei de transar com o meu melhor amigo...'
Uma sensação de culpa ainda maior que antes me toma. Peço-lhe para sair de cima de mim...Marcos sai e pergunta porque, eu respondo.
- Isto nunca aconteceu... Me deixa...por favor não agüento de vergonha!
Ele retruca e diz:
- Aconteceu sim! Gostosa! Não quero mais saber de outra coisa.
- Não ! para com isso...!

Marcos então aplica-me um forte tapa no rosto...
e diz em tom impositivo:
- O que é !?Eu adorei trepar contigo... e sei que gostar eu sei que você também gostou
senão não tinha gozado....Então para de frescura de pudorzinho besta, porque agora somos cúmplices e não tem como você e eu esquecermos da coisa maravilhosa que acabou de acontecer!
Agora, você é a minha mulherzinha e eu o teu macho.


Permaneci calada com ele me olhando fixamente...então ele complementou.
- Como é o teu nome fofinha...(que doce!)
- Kátia....Kátia Walker.
- Kátia se arruma bem bonita e cheirosa que nos vamos sair... vou te levar para um passeio...
- Não Marcos, por favor...não quero mais novidades não.
- Kátia, colabora...Naquela hora tu não queria o meu leite...eu te obriguei e você gostou tanto que ordenhou tudinho.

- É...é verdade.
- Então faça o que eu to mandando...Se arruma que eu vou por o carro para dentro da garagem
para ninguém da vizinhança te ver. O Vidro fumê do carro vai te ocultar direitinho... confie
em mim.

Dito isto, catei a saia e rumei para o banheiro para tomar outro revigorante banho para sair com o meu cúmplice.
Esta passeio é outra estória.
Beijos e tchau

 
Ficção By Katia Steelman Walker - katiasteelmanwalker@hotmail.com


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Conto: "Meu Segredo descoberto"

Um dia eu acordei com o maior tesão, era incontrolavel, eu tomei um banho, botei minha roupa, e escondi no meu carro uma calcinha, um soutien e um par de meias 7/8, era um conjuntinho de rendinha cor de rosa que eu havia comprado, e as meias eram vermelhas, mas como sou branco, elas ficavam rosa no meu corpo, peguei meu carro e fui trabalhar.


Passei o dia pensando em sacanagens, e não me masturbei nenhuma vez, quando de 5 horas da tarde que e a hora que acaba o expediente todos começaram a sair, peguei meu carro e fui para a cidade para comer algo e voltei para o escritório.

Cheguei no escritório novamente eram 6:30 da tarde, passei pela portaria do empreendimento, comprimentei o porteiro e desci para o escritório.

O escritório fica em uma casa antiga que era dos proprietarios da fazenda antes dela ser loteada, e uma construção de mais ou menos uns 70 anos, porisso os loteadores resolveram não derruba-la e fizeram-na de escritório luxososo, parei o carro de frente com a casa e desci, peguei minhas coisinhas entrei e tranquei a porta, liguei o micro, me conectei na net, e comecei a entrar nos sites.

Comecei a me excitar, e tirei toda a minha roupa e coloquei as lingeries, fiquei só de lingeries olhando os sites, entrei no uol e achei um kra legal para Tc, isso me excitou ainda mais e não agüentando mais me debrucei na mesa e comecei a passar meu dedo no meu cuzinho enquanto me masturbava com a outra mão, nisso ouço um barulho na varanda perto da janela que da para a sala que eu estava, coloquei minha calça jeans e minha camiseta rapidamente, olhei no relógio e já eram 9:40 da noite, destranquei a porta e coloquei a cabeça para fora para ver se eu via alguma coisa e não vi nada, como estava muito escuro, sai na varanda para enxergar melhor, quando encostei no pilar da varanda, alguém me abraçou por traz, me pegou violentamente, eu tomei o maior susto da minha vida, meu coração disparou na hora e minhas pernas bambearam.


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O kara que estava me agarrando por traz só fez Chiiiiu, fique quietinho, eu vi tudo que vc estava fazendo, eu estava espiando pela janela e vi vc de calcinha rebolando. Foi ai que percebi que era o Roberto o porteiro.

Meu mundo desabou naquele momento, e as únicas palavras que saíram da minha boca forma para que ele não falasse nada para ninguém, nisso ele soltou uma das mãos e colocou na minha bunda, e disse bem pertinho do meu ouvido.

- Vc me excitou com seu dedinho no seu cuzinho, vai Ter um preço para eu ficar calado – e apertou minha bunda.

Eu perguntei para ele qual seria o preço, já esperando a resposta. Ele soltou a outra mão que estava me abraçando, e abriu o botão da minha calça jeans, a calça caiu no meu pé e me deixou de calcinha, ai ele me abraçou novamente e meteu a mão na minha bunda novamente só que dessa vez ele meteu um dedo no meu reguinho e falou na minha orelha.

- Vc vai Ter que ser minha mulherzinha essa noite e outras mais quando eu quiser.

A essa altura do campeonato, o susto passou e eu estava ficando muito excitado com a situação, mas mesmo assim eu estava passado e a única resposta que eu tive foi balançar a cabeça afirmativamente.

Ao ver meu sinal afirmativo ele disse, melhor assim, e tirou minha camiseta.

Eu ainda não tinha me movido um centímetro, e ele me empurrou, e eu cai pois minha calça estava no meu pé e ele me pediu que eu me livrasse dela, fiz oq ele mandou e fiquei só de lingerie na frente dele, confesso que fiquei envergonhado, eu já sai com homens, mas não de lingerie e nem alguém que eu conhecesse, mas isso tb me excitou muito e quando me virei para ele meu pau estava duro e ele começou a falar.

- Ta gostando né, vc vai gostar mais ainda espere só um pouquinho para vc ver oq eu tenho pra vc, sua bichinha, nunca esperava isso de vc, agora vc ai ver oq é bom.

Ele me pediu que entrasse no escritório, e eu obedeci, ele veio atrás e trancou a porta, olhou pra mim e me pediu que rebolasse para ele, obedeci e comecei a rebolar, meio sem jeito mas estava rebolando, eu não conseguia olhar para ele pois ainda estava envergonhado, mas quando olhei para ele, ele estava com o zíper aberto e com seu pau na mão, era um pau lindo, devia Ter uns 17cm mais ou menos, nada de gigantesco, mas era bonito, não era torto nada (não tenho nada contra quem tem torto, ate gosto). Fiquei olhando para o pau dele enquanto rebolava para ele, eu não conseguia tirar os olhos do seu pau.

Ele chegou mais perto de mim e disse

- Coloca ma mão nele pra vc ver.





Eu fiz oq ele mandou, e fiquei passando a mão de leve no pau dele. Seu Roberto começou a gemer baixinho e a me apertar junto dele, ele começou a lamber minha orelha e eu comecei a gemer tb, ele me forçou a cabeça para baixo e eu fui direto com a boca no seu pau, abocanhei aquela delicia com vontade, eu chupava, lambia, esfregava o pau no meu rosto, nisso seu Roberto tirou a calça do seu uniforme e a camisa, e eu comecei a masturba-lo e chupar seu saco Hummmm...




Fiquei chupando ele por uns 15 minutos, até que ele me tirou do seu pau e se sentou no sofá que temos no escritório, e me puxou pra perto de si, e me virou de costa, eu me curvei um pouco para frente e ele começou a beijar minha bundinha, beijou ela todinha ate chegar no meu reguinho, ai ele puxou a calcinha de lado e meteu a língua, eu quase desfaleci de tesão, pela Segunda vez naquele dia eu senti minhas pernas bambearem.




Roberto fazia uns movimentos deliciosos com a língua enquanto massageava minha coxa pelo lado de dentro da perna e elogiava minha lingerie e elogiava como eu estava sendo uma boa menina.

Depois de lambuzar bem meu cuzinho seu Roberto meteu um dedo nele para lacear um pouquinho, ele fazia um vai e vem com o dedo e eu gemia feito uma cachorra no cio.



tirou o dedo do meu rabinho, tirou uma camisinha da sua carteira que estava na calça que estava na mesa da frente do sofá. Ele me entregou a camisinha, e eu abri a embalagem, e na mesma posição que eu me encontrava eu coloquei a camisinha no seu pau, seu Roberto deu uma cuspida na mão, e passou no meu cuzinho, eu quase que automaticamente fui abaixando e sentei bem devagarinho naquele pau maravilhoso. Sentei até sentir as bolas do saco dele na minha coxa, ai comecei a subir e descer bem lentamente, e fui lamentando a velocidade gradativamente, até que eu estava pulando no seu colo feito uma louca. Seu Roberto gemia muito e me chamava de puta pra baixo, Ele me tirou de cima do seu colo, e me colocou de 4 com a barriga no braço do sofá,


e me penetrou deliciosamente, ficou metendo no meu cuzinho por um bom tempo, até que ele tirou seu pau do meu rabo rapidamente e puxou a camisinha e gozou na minha bunda, encheu minha bundinha com seu leitinho, e eu virei e terminei de limpar seu pau com minha língua.

Suguei o restinho do leitinho do Roberto, e ele me mandou que virasse de costas para ele, eu obedeci, e ele arrumou minha calcinha no lugar e deu um tapinha na minha bunda, me pediu que eu colocasse a calça jeans e não tirasse a lingerie para ir embora.



Pedi para Roberto para guardar segredo, e ele me disse que aquele seria nosso segredinho, e que nos iríamos nos encontrar mais vezes, eu disse para ele que iríamos sim nos encontrar mais vezes, coloquei minha calça e minha camiseta e fui para casa.




Essa foi a melhor trepada que eu já dei, me encontrei com seu Roberto mais algumas vezes, ate que ele saiu da empresa que fazia segurança no empreendimento e perdemos contato.

Do Blog da Camila CD
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Crô, sela as pazes entre a Globo e o movimento gay


Caricato ao extremo, Crodoaldo Valério (Marcelo Serrado), o mordomo de Fina Estampa, tinha tudo para ser inserido na lista negra do movimento gay. Ele, que invoca Lady Gaga em momentos de desespero, venera a cantora Madonna em um altar particular e desmunheca o tempo todo, parecia um retrocesso diante das conquistas que a causa gay vinha obtendo nas novelas, com direito a união estável e merchandising social pró-adoção de crianças por casais do mesmo sexo. Mas é justamente o estereotipado Crô quem está selando as pazes entre a Globo e o movimento gay, cuja relação andou estremecida no final de Insensato Coração, quando a emissora brecou a dupla de autores Gilberto Braga e Ricardo Linhares, que ia colorindo a novela tal qual um arco-íris. Crô caiu no gosto do público e também conquistou os militantes, que veem nele o retrato fiel de um tipo de gay bastante comum na vida real.

O autor da trama, Aguinaldo Silva, é categórico em defender que, na vida real, há muito mais homossexuais pintosos e divertidos como Crô do que gostariam os militantes mais ferrenhos da luta pelos direitos dos gays. “Tem gay ativista dizendo que Crô presta um desserviço à causa por ser pintoso!”, escreveu o autor em sua página no Twitter em dezembro. Mas a verdade é que integrantes de algumas das principais associações do movimento gay – incluindo aquela que protestou quando a Globo pôs freio em Braga e Linhares – gostam de Crô. “Há muitos gays que se parecem com ele. Crô faz a linha submisso, mas, na verdade, ele não é oprimido, sempre dá a volta por cima. Temos respeito ao correto e não ao politicamente correto”, diz Toni Reis, presidente da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transexuais (ABGLBT), a entidade que afrontou a Globo em 2011.

Reis calcula que cerca de 20% do movimento homossexual seja contrário ao personagem por seu tom afeminado e sua subserviência à madame Tereza Cristina (Christiane Torloni). A afetação de Crô, de fato, tem sido explorada à exaustão por Aguinaldo Silva. Que, aliás, desde antes de a novela estrear avisava que colocaria no ar uma bicha caricata, estancando o avanço do gay sério e politicamente correto no horário nobre.

Atualmente, as cenas cômicas de Crô têm sido turbinadas pela sugestão de que ele e o homofóbico motorista Baltazar (Alexandre Nero) guardam uma paixão enrustida. “Eles já são um casal, embora não saibam. Aquela implicância entre os dois, o fato de sempre encontrarem pretextos para se agarrar, para mim significa que existe algo entre eles. Agora, se até a novela terminar eles vão permitir que a luz se faça e eles percebam que tipo de relacionamento vivem, eu não sei”, diz Aguinaldo Silva. Para o autor, o tratamento bem humorado que dá à relação entre Baltazar e Crô não o distancia do passado de militante gay. “O que eu quero dizer é que não existem casais certinhos, e isso serve tanto para os heteros como para os homos. Somos iguais nos sentimentos e também na forma de expressá-los.”

Outros fãs – Leandro Rodrigues, diretor da Associação da Parada do Orgulho de Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transexuais (GLBTT) de São Paulo, diz ter receio de que Crô reforce o estereótipo de que o homossexual é sempre o capacho da mulher poderosa – assim como Duda Martins, assisente 24 horas da socialite Val Marchiori. Apesar da crítica, Rodrigues vê evolução na maneira com que as novelas têm retratado os homossexuais. “A televisão está mais aberta às causas gays e passou a escutar mais as nossas reivindicações.”

O sucesso de Crô ajuda a pavimentar esse caminho. "O personagem tem uma repercussão enorme e tem conquistado pessoas de diferentes mentalidades. Ficamos felizes com isso."

Marcelo Cerqueira, presidente do Grupo Gay da Bahia, também vê avanço nessa relação. “A TV caminha para fazer as pazes com o movimento gay. Não por que ela quer, mas por causa da concorrência. O exótico sempre chama mais atenção. O tema gay se fortaleceu nas novelas por causa disso, mas um dia vai ser tratado da forma que a gente quer.”

Cerqueira também é a favor de Crô: "Ele é engraçado e, por isso, tem mais facilidade de transmitir mensagens importantes de conscientização contra a homofobia. O humor é um veículo de transformação."

Alguns militantes citam a personagem Ana Girafa (Luis Salém), a transexual da novela Aquele Beijo, como um exemplo do respeito maior da teledramaturgia às diferenças. “A novela dá um tratamento político interessante ao transexual. A personagem trabalha num salão de beleza e é aceita socialmente. Até o fato de ela ser rejeitada pela mãe é positivo, pois mostra o cotidiano real dessas pessoas”, diz Marcelo Cerqueira, presidente do Grupo Gay da Bahia.

Da Veja
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'Beijaço' selou a paz contra preconceito sexual

Para combater a violência, nada melhor que o amor e o pedido de paz.

Foi essa a mensagem passada na tarde de ontem por cerca de 100 manifestantes que se uniram no chamado “beijaço gay”, em frente ao supermercado Paulistão da rua 13 de Maio, no centro de Bauru.

Formada por pessoas de todas as orientações sexuais, a manifestação teve início por volta das 16h, na praça Rui Barbosa, também no Centro.

Com bandeiras, bexigas, apitos, buzinas e cartazes, os manifestantes desceram em passeata pelo calçadão da rua Batista de Carvalho.

A frase “Somo, estamos, acostume-se” dava o tom da marcha.

Um ato de homofobia que teria ocorrido no mês passado, dentro do supermercado, foi o principal motivo da passeata, que tinha também o objetivo de chamar atenção para outros casos ocorridos na cidade, como o da travesti Evelyn Über, que foi espancada e jogada em um matagal próximo ao motel ros, em Bauru.

“Queremos celebrar a cultura da paz e exercer a nossa cidadania”, disse Rick Ferreira, empresário e membro da ABD (Associação Bauru pela Diversidade), entidade que organizou o protesto.

o ato/ No calçadão, logistas, vendedores e consumidores pararam nas portas das lojas para ver o grupo passar.

Alguns tiravam fotos e filmavam, outros se mostravam animados e sorriam e acenavam para os manifestantes. Teve gente - pouca - que tapou os ouvidos.

No supermercado, curiosos encheram o estacionamento para assistir à cena.

Os manifestantes então se abraçaram. Alguns trocaram beijos na boca. Outros, no rosto. Os mais tímidos, apenas observavam a cena.

Depois do “beijaço”, todos soltaram as bexigas brancas, que tomaram o céu bauruense. O vento ajudou levando-as na direção do supermercado, alvo do protesto.

respeito/ O motorista Michel Romero, 27 anos, que carregava uma das faixas de protesto, é heterossexual.

Ele é vizinhos de Carlos Augusto Jeronymo Pinto, 31, homem acusado de agredir a travesti Evelyn, no último dia 9.

“Eu trabalhei na Labirinthus [casa noturna bastante frequentada pelo público homessexual]. Quando fiquei sabendo do que aconteceu, fiquei indignado. Eu sou hétero, ele é gay, cada um tem que respeitar o espaço do outro”, ensinou.

A travesti Evelyn também estava lá, animada, mostrando que as marcas das agressões já estão cicatrizando.

“Duro é o que fica na alma, né? Não vou falar que estou 100%”, lamentou.

Agressão verbal e física
C. H. M., 28, foi agredido física e verbalmente por um senhor enquanto passava suas compras no caixa no supermercado Paulistão. Ele disse que o agressor o mandou ”procurar um marido”. Quando C.H.M. respondeu, dizendo que não precisava disso, levou um tapa na boca.

25
de janeiro é a data da suposta agressão

Vítima colocada para fora da loja
Depois de levar um tapa na boca, a vítima teria sido retirada da loja por um segurança. O agressor permaneceu lá e já não estava mais no local quando a polícia chegou. A vítima registrou boletim de ocorrência.

Testemunha de agressão participa do manifesto

Entre os curiosos que, da calçada do supermercado, assistiam ao “beijaço”, estava uma testemunha do que aconteceu dentro do estabelecimento no dia 25 de janeiro.

A pessoa, que preferiu não se identificar, trabalha no local e disse que o agressor de C.H.M. é cliente do supermercado e tem contato com o gerente.

“Vim para apoiar os manifestantes. Eles estão certos. Foi o homem que agrediu, é isso mesmo”, disse a testemunha, reforçando a versão da vítima.

A testemunha falou ainda que é heterossexual, mas tem homossexuais na família, e isso é mais um motivo para que apoie a luta pelo respeito e aceitação.

Rick, da ABD, frisou a questão da igualdade de direitos, independente da orientação sexual do cidadão.

“Nosso dinheiro é bem-vindo, mas nosso amor, não”, reclamou.

Do Diario de SP


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Quinzé descobre que funcionária da loja é transexual

O autor Aguinaldo Silva já deixou pistas e em breve uma transexual vai agitar a novela "Fina Estampa".

Na reta final, Quinzé (Malvino Salvador) vai descobrir que uma das funcionárias da loja do Pereirão é homem. Em certo dia, ele entra no vestiário e dá de cara com Fabrícia (Luciana Paes) nua e de costas.

O filho de Griselda (Lilia Cabral) esbarra em algum objeto que cai no chão e faz barulho. Fabrícia se assusta e olha para Quinzé, que solta um grito de susto. "Entrei no vestiário achando que não tinha ninguém lá e, quando vejo, tá a Fabrícia, ou melhor, o Fabrício! Aquela mulher... É homem!", explica Quinzé a sua mãe, na frente de todo mundo.

Envergonhada, Fabrícia se explica: "Transexual, é esse o nome!... Mas já estou na fila do SUS pra ser operada e, enquanto isso, faço o tratamento com hormônios".

Griselda decide manter a funcionária na loja, embora as outras "maridas de aluguel" sejam a favor da demissão.

"Fina Estampa" vai ao ar logo após o "Jornal Nacional", na Globo.

Da UOL
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“Sou gorda e aprendi a amar o meu corpo”


Quando a norte-americana Jenn Leyva tinha 16 anos, seu pai lhe disse que, se ela perdesse peso, ganharia um carro de presente. Ela chorou, foi para seu quatro, terminou a lição de casa, deixou a casa da família e hoje vive em Nova York, onde é ativista das mulheres acima do peso e estuda bioquímica – para, entre outras coisas, entender a composição das moléculas de gordura.

Também mantém o Tumblr Fat and the Ivy, onde relata suas dores e delícias por ter quilos a mais do que o considerado “normal” por nossa sociedade. Foi lá que achei o texto que reproduzo a seguir, sobre a experiência de aprender a amar um corpo que todo mundo a ensinou a rejeitar. É um depoimento importante pela reflexão que traz. Confira e deixe sua opinião nos comentários:

“Quando chega o dia da minha aula de balé, 30 minutos antes, o medo e o pavor tomam conta dos meus pensamentos. Isso acontece porque tenho de escolher minha roupa e, embora tenha um armário bem abastecido, nunca fico contente com o resultado. Gasto pelo menos 20 minutos vasculhando minhas gavetas em busca de uma roupa que não existe. Procuro algo bacana, que fique bem em mim, mas me dou por vencida e acabo sempre optando pelo mesmo shorts masculinos e camisetas oversized.

Em seguida, começo a sentir medo de olhar meu corpo no espelho quando chegar à aula, ou de acabar me comparando a outras colegas. Penso em ficar na última fila, o mais longe possível dos espelhos. Quero evitar ser surpreendida pela visão de minha papada. Ou de minha barriga escapando da camiseta.

Nessa hora, tenho de me lembrar que, sim, sou bonita e, mais importante, digna de estar naquela classe com as outras meninas. Lembrar que amo meu corpo e que posso sentir prazer em movê-lo. Que posso ter esse momento e encontrar a beleza em mim.

Eu detesto classificar estes problemas (sim, eu reconheço que eles são problemas) como uma questão de “imagem corporal”. ”Imagem corporal” não diz respeito exatamente à imagem dos corpos. Mas sobre as relações que temos com eles. É sobre como os olhamos, como eles se movem, como os sentimos e os tratamos.

Na maioria dos debates que presenciei sobre isso, percebi que todos culpam os meios de comunicação e a publicidade por exporem as meninas a padrões impossíveis de alcançar – e assim deturpar a tal “imagem corporal” que temos. Mas mais do que vender produtos, esses estímulos midiáticos levam as pessoas a terem hábitos pouco saudáveis: dietas loucas, alimentação desordenada, uso de remédios não confiáveis, cirurgias desnecessárias.

E, no entanto, muitos desses comportamentos já me foram recomendados por profissionais da saúde. Veja, não sou obesa mórbida, embora os quilos a mais me acompanhem desde criança. Quando eu tinha oito anos, um médico chegou a ter uma conversa séria com meus pais, para alertá-los de que eu era “grande” demais para minha altura. Foi quando me deu uma lista com 10 dicas para que eu começasse uma dieta.

Era para ter sido um gesto qualquer, sem grandes implicações, mas tornei uma obcecada pela lista. Ali, enxerguei meu corpo como uma falha pessoal, e essa lista era chance que eu tinha de me redimir. Passei a seguir à risca as orientações, e a partir daí minha adolescência se encheu de consultas médicas com todos os tipos de especialistas, dietas mirabolantes, choros escondidos. Os médicos tratavam meu corpo como se ele fosse uma doença, e acreditei neles. Eu acreditava que minha gordura corporal significava que eu estava sobrando no mundo. Que era preguiçosa, desleixada, alguém em quem não devíamos confiar. Que, por isso, eu mesma não deveria confiar em mim. Mesmo quando sentia fome, não me sentava à mesa; não queria agravar esse problema.



Com o tempo, entendi que deveria me afastar dos tratamentos convencionais ditos de saúde caso quisesse de fato resolver meu problema de “imagem corporal”, pois eles eram consequência direta do entendimento errado que os médicos tinham de minha situação. Eu não tinha um problema; era apenas diferente. Para entrar em paz com meu corpo, tive de rejeitar tudo o que conhecia até então.

Passei eu mesma a escolher meus médicos e a estabelecer firmes limites nessas relações. Dizia claramente: “Não quero dietas. Quero uma alimentação adequada”. Assim, fui aprendendo a amar o meu corpo, minha flacidez, o jeito como meus músculos reagem aos movimentos. Abracei meus quilos a mais. E fiz isso porque me preocupo demais com meu corpo, com o relacionamento que construí com ele.

Quando estou na barra de balé, prestes a começar minha aula semanal, lembro-me de que, ainda que seja difícil, é importante que eu ame meu corpo. Que devo apreciar a graça dos meus movimentos. À medida em que começo a dançar, a saltar, percebo de que há poder no meu corpo: minhas pernas são saudáveis e me empurram para cima rapidamente, facilitando também o retorno.

Mesmo assim, ainda que eu tenha toda essa consciência, admito que tenho medo de ver, mesmo que de relance, algo feio no espelho. Até agora, no entanto, só vi o meu corpo. Meu corpo curvilíneo, gordo, mas bonito.”

Da marie Clarie

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Cresce número de crianças que querem fazer mudança de sexo‏

Um número pequeno mas crescente de crianças tem feito tratamento para mudança de sexo, de acordo com três estudos publicados na revista científica "Pediatrics".

Essas crianças, afirmam os levantamentos, acreditam que nasceram com o sexo errado. Especialistas estimam que 1 em cada 10 mil crianças esteja nessa condição.




Um paciente típico é um pré-adolescente de oito anos, que vive em Los Angeles , nos EUA. Ele nasceu como menina mas, aos 18 meses de vida, surpreendeu a família ao dizer: "Eu sou menino". A família, que ficou chocada no início, hoje o trata como menino. A família está esperando os primeiros sinais da puberdade para começar uma terapia hormonal.

"Os pediatras precisam saber que essas crianças existem e que precisam de tratamento", disse Norman Spack, autor de um dos trabalhos e especialista do Hospital Pediátrico de Boston. Lá, a procura por esse tipo de atendimento aumentou quatro vezes desde 1990.

De acordo com Spack, é preciso diferenciar as crianças que "brincam" de ser do sexo oposto e aquelas que se sentem como se tivessem nascido "no corpo errado". Algumas dessas crianças acabam sendo diagnosticadas pelos psiquiatras como portadoras de "distúrbio de identidade de gênero".

http://4.bp.blogspot.com/-D0z04vqVl8w/ToMCR1NLQTI/AAAAAAAABf0/frBmCB03TOQ/s1600/Claire%2Be%2Ba%2Bpequena%2BOlivia%252C%2Be%2B%25C3%25A0%2Bdireita%2Bos%2Bpais%2Bcom%2Bo%2Bfilho%2BDylan.jpg

Outros especialistas, porém, dizem que a nomenclatura é errônea, dando a impressão de que teriam uma forma de doença mental.

A questão envolve um debate ético novo, principalmente no caso de troca de sexo antes da maioridade. A administração de hormônios antes da puberdade para mudança de sexo pode ser um problema para o desenvolvimento da criança.
Hoje, a Sociedade de Endocrinologia dos EUA recomenda esse tipo de tratamento hormonal após os 16 anos.
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CONTO: PRÉ CARNAVAL - QUE DELICIA

Sou bem másculo, 25 anos, o que vou contar aconteceu a cinco anos. Estava próximo do carnaval e estava com meus dois amigos de infância vendo tv e vimos um bloco de carnaval de homens vestidos de mulher. Achamos muito engraçado e combinamos de nos vestirmos assim no carnaval . Todos somos homens e sempre saímos juntos para pegar gatinhas, ninguém nunca pensou em transar com homem.

Eu quando adolescente gostava de experimentar as calcinhas, maiôs das minhas primas. Uma vez até roubei umas calcinhas delas e usava por baixo da roupa, aquilo me dava muito tesão.
Chegando próximo do dia combinado foi me dando muito tezão e sai para comprar umas roupinhas dizendo que eram para minha namorada, comprei meia 7/8, espartilho, duas calcinhas, segunda pele. sutiã, maquiagem, uma peruca amarela, brincos de argola, batom. Quando cheguei em casa, moro sozinho, me deliciei experimentando as roupinhas.
Faltava um sapato, sai para procurar e demorei para achar um numero 40, comprei uma botinha curta de salto bem alto.

Foi difícil me acostumar a me equilibrar naquele salto, treinei muito a noite no meu quarto.
Caminhava e rebolava vestido com as roupinhas que comprara.
Chegando um dia antes do combinado meus amigos telefonaram e disseram que iam se vestir e passar as 23 horas para me apanhar.

Eu estava muito eufórico, comecei a me preparar de manhã. Tomei um banho demorado, raspando minhas pernas, coxas, bundinha...todo o corpo. Passei muito creme hidratante até ficar com a pele bem lizinha, sedosa. Vesti uma calcinha bem pequenina que se enfiava na minha bundinha e prendia meu pau e bolas para tráz, coloquei a meia 7/8 preta com ligas rendadas, coloquei um sutiã bem justinho que apertava meus peitos levantando que pareciam dois seinhos, coloquei a segunda pele da Loba pretinha por cima, estava uma delicia , coloquei o espartilho preto bem justinho com as cintas ligas prendendo as meias com um bojo pequeno rendado. Olhei no espelho e parecia um corpinho de menina, assinturadinho com minha bundinha arrebitada e calcinha enfiada, os peitos pareciam pequenos seios de menina moça. Coloquei outra calcinha rendada que se ajustava na minha bundinha, estava um tezão. Coloquei uma sainha bem curtinha, a botinha e me olhei no espelho, estava uma gatinha linda. Estava com tanto tezão que tive que baixar as calcinhas e me masturbar.

Me recompus, ajeitei as calcinhas acomodando meu pau e bolas para tráz, bem apertadinhos. Fiz uma maquiagem bem bonita, batom, brincos de argola grandes, coloquei a peruca e fiquei desfilando no quarto rebolando a bundinha em cima daquele salto. Olhei no espelho, parecia uma putinha. Estava adorando caminhar assim, me sentia uma fêmea, os saltos arrebitavam minha bundinha, forçavam os músculos de minhas pernas, eu sentia minha bundinha e meu cuzinho forçar enquanto caminhava. É um tezão andar de salto alto, por isso que as mulheres usam. O telefone tocou, meus amigos tinham chegado e estavam me esperando no carro. Coloquei um casaquinho por cima e fui encontrá-los. Quando me viram ficaram espantados, suas fantasias eram bem simples, somente um vestido folgado por cima da bermuda. Riram um pouco , me acharam linda, uma menininha. O clima ficou um pouco serio no carro, éramos colegas de festas, bebidas, mulherada e agora eu parecia uma gatinha. Fomos para a festa. Bebemos bastante e fomos brincar no salão. Eu dançava rebolando feito uma menina pelo efeito da bebida , do salto alto e das roupinhas. Meus amigos me acompanhavam e me abraçavam, me acochavam, me tratavam como uma menina me protegendo dos outros e das mãos bobas, eu estava gostando daquilo, me sentia uma fêmea. Quando o Luiz, mais alto me acoxava por tráz me segurando pela cintura eu sentia seu pau duro na minha bundinha, dançando de salto alto rebolava no seu pau e aquilo estava me deixando com muito tezão. Estava com um tezão diferente, de pau mole, meu cuzinho coçava, piscava, meus peitos pareciam seios comichando.

Eu estava adorando ser agarrado, as vezes o Marcos trocava com ele e me acochava também. Estava me sentindo uma putinha. Pedi para sentar um pouco e o Luiz me levou para o fundo do salão, meio no escurinho. Sentamos em um sofá bebemos um pouco e ele me abraçou e começou a passar a mão na minha coxa, alisava minhas meias, brincava com as liguinhas, colocou a mão no meio das minhas pernas e eu instintivamente cruzei as pernas apertando suas mãos. Eu estava confuso, meu amigo me sarrando. Eu estava gostando!!!! Ele me abraçou e colocou uma das mãos dentro do espartilho pegando meus seios, com a outra mão começou a alisar minhas coxas indo até minha bundinha. Afastava a calcinha e seu dedo se aproximava de meu cuzinho. Eu atônito não espessava nenhuma reação. Estava com um tezão diferente, meu cuzinho coçava, sentia arrepios em meu corpo, meus seios sendo massageados , durinhos, coçavam. Eu estava confuso, perplexo pelo meu amigo e gostando de ser sarreado. De repente ele me beijou na boca.......sua língua, sua saliva misturada com o gosto do batom, sua barba roçando minha pele....eu estava me sentindo uma fêmea no cio. Agora não importava mais, eu queria me sentir assim, retribuía seus carinhos, abraçava seu pescoço, passei a mão em sua bermuda, seu pau estava enorme, duro, como era grande, duro, eu apertava, alisava por cima da bermuda, ele cada vez com mais tezão me abraçava, apertava, me beijava, estávamos com muita tezão. Precisava fazer xixi, perguntei a ele como ia fazer, ele disse que ia me acompanhar ao banheiro feminino. Feminino? como iria entrar lá. Luiz disse que eu estava uma perfeita menininha, ninguém ia notar. Entrei muito sem jeito, ninguém notou, esperei um reservado retocando o batom e a maquiagem, coloquei bastante batom me deixando com uma boca grande, sensual. Entrei no reservado e tirei as calcinhas acocando para fazer xixi. Me arrumei bem. estava me sentido uma fêmea. Saí, o Luiz estava me esperando. Fomos dançar, ele sempre por traz me abraçando, me acochando. Chegamos no salão e fomos para um canto dançar agarradinhos, ele me apertava, passava a mão em meu corpo, apertava minha bundinha roliça que estava durinha de tezão por baixo da saia, roçava meu cuzinho que me deixava toda arrepiada. Me apertava contra seu corpo que sentia o volume de seu pau duro em minhas coxas. Os saltos muito alto forçavam os músculos de minhas pernas que arrebitavam minha bundinha. Estava uma perfeita femea no cio. Não sabia mais quem era, estava com vontade de ser possuída pelo meu amigo. Já queria ir para casa, queria experimentar dar a bundinha.

O Marcos estava com uma menina, de longe nos olhava, parecia que estava com ciúmes e muito tezão por nós. Eu não agüentava mais de tanto tezão, meio tonto, sussurrei em seu ouvido: - vamos para casa...
Luiz imediatamente me segurou pela mão, avisou o Marcos que íamos embora e me levou para casa em seu carro. No caminho estava quieto e confuso enquanto ele dirigia e com uma mão alisava minhas coxas. Chegamos em casa, estava confuso, querendo muito ser possuído mas com medo do meu amigo, o Luiz vinha atrás sempre me agarrando e me acochando. Entramos em casa e disse que ia ao banheiro. O Luiz foi para o quarto e disse que ia me esperar lá.

Entrei no banheiro, o que fazer, será.....meu amigo. Estava com muito tezão, agora iria até o fim. Queria dar, ser possuída, me sentir fêmea, dar prazer a ele. Retoquei a maquiagem, passei batom, passei um creme desodorante, perfume, lubrifiquei bastante minha bundinha e meu cuzinho...estava pronta.

Entrei no quarto e o Luiz estava de cuecas deitado na cama. Me aproximei, ele levantou-se me abraçou, me conduziu até a cama, deitamos, nos beijamos, rolamos , ele me beijava, apertava, segurava minha bundinha, apertava meus seios.


Eu estava toda arrepiada, abraçava-o, passei a mão em sua cueca, senti seu pau enorme, duro, apertei, ele empurrou minha cabeça para baixo,.... nunca imaginei isso , mas eu queria chupar aquele pau, tirei sua cueca enquanto ele me beijava o pescoço, as pernas ele se deitou com aquele pau enorme para cima, encostei a boca naquela cabeçona,senti o cheiro forte de macho, lambi a cabeça sem geito e comecei a chupá-lo, lambia, sentia suas veias grossas em minha boca, lambia a cabeça, abocanhava, apertava, sugava, ele estava adorando, se contorcia, apertava minha cabeça, tentava pegar munha bunda, de repente ele me puxou e disse que queria se acabar dentro de mim, tirou minha saia, minha calcinha e eu fiquei de quatro para ele. Queria demais ser penetrado, ele se ajoelhou na cama , afastou a outra calcinha enfiadinha e apontou seu pau no meu cuzinho.



Quando encostou aquela cabeça grande, quente, molhada de minha saliva no meu cuzinho senti um arrepiu na espinha ele começou a forçar, doía, eu comecei a rebolar sentindo aquela cabeça me forçando, meu coração disparou estava com muita tezão, não entrava, estava apertado, eu rebolava para facilitar a entrada, ele me segurando pelos quadris, forçava, eu gemia, a cabeça começou a entrar, doía muito eu rebolei mais forte saiu e eu pedi para ele esperar, peguei o lubrificante que tinha trazido, chupei seu pau, apertei aquela cabeça linda , salivei um pouco, passei bastante lubrificante, coloquei no dedo e no meu cuzinho, alargando um pouco, coloquei mais lubrificante na bundinha cuzinho.... tremia de vontade....ele me agarrou desesperado, se posicionou novamente, segurou meus quadris, puxou eu rebolava bastante, gemia, ele forçou bastante, a cabeça começo a entrar,....entrou ...ai ...eu gritei...ele esperou um pouco eu rebolava lentamente...ele forçou novamente e eu senti aquele pau enorme me arrombando, suas veias grossas roçavam, entravam, não parava de entrar, era muito grande...eu estava assustado, sentia meu cuzinho alargando e o volume dentro de mim, estava gostando, rebolava mais para facilitar, meu cu ardia, de repente senti suas bolas em minha bundinha e ele me agarrando firme. Estava enrabado, seu pau estava todo em minha bundinha, sentia aquele volume enorme dentro de mim me preenchendo. Estava adorando aquilo, minha pernas tremiam, sentia dor e prazer debruçado sobre dois travesseiros. Pedi para ficar quieto um pouco enquanto me acostumava. Ele segurando meus quadris, alisava minhas coxas, segurava as liguinhas, esfregava as meias me dando arrepios, seu pau pulsava dentro de mim, ele mexia bem devagarzinho. Me acostumei , aquele pauzão dentro de mim, meu cuzinho arregaçado comichava, doía um pouco. Comecei a rebolar devagarzinho, ele ainda agarrado forte em mim começou a socar devagar, tirava um pouco socava, eu sentia aquele pauzão me esfolando, entrando , saindo, suas veias grossas, sua potência. Estava me sentindo uma fêmea, gozava pelo cú, tremia, estava me acabando de pau mole sem tocar, estava muito bom, ele começou com um ritmo mais frenético tirava socava forte, eu gritava, gozava, ele socava cada vez mais rápido, eu tentava rebolar, mexia os quadris, gemia de dor e

prazer, suas estocadas ficaram mais rápidas.... de repente ele me agarrou firme, me abraçou forte, ...socou todo seu pau bem dentro de minha bundinha muito forte, senti seu pau enorme pulsar dentro de mim, a cabeça crescia, pulsava, estava mais quente, maior, sentia sua porra inundando minha bundinha. ele gozava aos berros, eu rebolava, ele socava com mais força, sua porra escorria pelas minhas pernas, coxas, eu gritava, rebolava, apertava meu cuzinho sentindo aquele volume enorme me enrabando. Era muito tezão , tremia todo, a porra escorrendo, o cheiro de porra, o suor, estávamos em um ritimo frenético, gozavamos juntos, ele não parava , socava, socava, meu cú doía, eu gozava de dor e prazer. Ele caiu sobre mim, desfalecemos deitados na cama, eu estava completamente imóvel , sem forças, com aquele homem enorme sobre mim com o pau todo atolado na minha bundinha.. exaustos acabamos dormindo assim..... enrabado com aquele homem sobre mim. Acordei mais tarde sentindo um frio em minha bundinha, ele dormia ao meu lado, passei a mão na bunda estava tudo melado, meu cuzinho estava ardido, inchado, enorme, me assustei e corri pára o banheiro, passei a mão examinando, tinha um pouquinho de sangue, meu cuzinho agora era uma bucetinha inchada, sentia um vazio dentro. Me lavei bastante, ardia, passei bastante hidratante, vesti a calcinha , passei mais batom, arrumei a maquiagem, a peruca e voltei para o quarto. Caminhava de pernas abertas toda arregaçada, cambaleava pelos saltos altos. Estava deflorado, mas.......estava gostando de tudo. Sentei na cama, o Luis acordou, me puxou e me deu um beijo, rolamos na cama, ele me acariciava passando a mão na minha bundinha. Estava me sentindo uma fêmea, ele deitou-se sobre mim e comecei a sentir seu pau crescendo no meio das minhas pernas. Eu o abraçava, peguei seu pau com a mão, já estava duro, enorme, ele ficou de lado e eu estava com muita tezão, abaixei-me e segurando seu pau comecei a chupá-lo novamente. Lembrava-me das meninas quando me chupavam, como é bom chupar um pau. Eu colocava na boca , sugava, apertava a cabeça, massageava suas bolas, lambia suas veias grossas. Que pau lindo, grande , forte , macio com veias grossas salientes. Lambia todo comprimento, abocanhava, sugava, sentia o cheiro e gosto da porra. Ele estava nas alturas, se contorcia dizendo que ia se acabar. Apertei seu pau com as mãos e fiquei em cima dele.


Queria que ele se acabasse novamente dentro de mim. Queria sentir de novo sua porra quente dentro da minha bundinha. Ele rapidamente ficou me segurando pelos quadris. Eu já tremia de ansiedade e vontade de ser enrabado novamente. Quando ele encostou seu pau em meu cuzinho, um frio me percorreu a espinha, comecei a rebolar e apertar a bunda para trás, fazia força me espremendo,....entrou fácil agora, comecei a rebolar enquanto sentia aquele pau maravilhoso me penetrar e me preencher por dentro, gemia....doía um pouco....ele agora socava com força, eu sentia seu pau entrar, ralando meu cuzinho,....suas bolas batendo na minha bundinha,...rebolava....tremia....chorava baixinho...me contraia toda, gozava pelo cu,....ele foi socando mais ligeiro, me segurava os quadris com força,...eu tentava rebolar mais., gemia,,,me contorcia toda....ele me segurou com força contra si,....estava preso...grudado nele com o pau todo dentro de mim pulsando....apertava o cuzinho, senti o pau latejar dentro da minha bunda, ....crescia.....estava mais quente.....que sensação gostoza...começou a esporrar abundantemente dentro da minha bunda......eu tremia toda grudado nele... sentia sua porra quente me preenchendo, ele não parava de socar, gritava, urrava, eu parecia que estava engatado naquele homem....não me largava,....socava mais ...e...mais,....ja tinha gozando duas, três vezes...era muita porra, estava com a bundinha cheia de porra, escorria pelas minhas pernas, tudo melado, o barulho dele socando era diferente....aquilo foi me levando a uma excitação tão grande que eu comecei a rebolar bastante engatado nele,.....ele me abraçou com força sobre mim...estávamos em sintonia, gemendo, gritando......eu gozava como nunca tinha gozado antes.......seu pau pulsava dentro de mim.....gozamos,...gozamos....gozamos ... muito...até cairmos novamente sobre a cama. Ficamos muito tempo imóveis deitados lado a lado de conchinha. Comentamos que nunca tínhamos gozado tanto. O cheiro de porra e suor era muito forte....exitante. Olhei para ele, ....meu amigo.....aquilo me deu uma enorme tristeza. Corri para o banheiro e chorei muito. Ele bateu na porta e eu pedi que ele fosse embora. Ouvi o bater da porta da rua.

E agora. O que fiz!!!! Meus amigos.....Tirei todas aquelas roupinhas, tomei um demorado banho, passei bastante creme no meu cuzinho, coloquei a calcinha maior e fui dormir. Que será de mim agora. Meus amigos!!!!

Dormi profundamente, exausto. Acordei tarde ainda confuso comigo, o cheiro de sexo exalava forte na cama. Passei a mão em meu corpo e senti a calcinha moldada em minha bundinha....excitante, molhadinha com residuos de porra.

Meu cuzinho comichava, passei a mão ainda estava inchado, úmido, dolorido pela intensa atividade. Que sensações gostosas. Nunca tinha gozado tanto. Como Luiz era viril! Como foi bom andar vestidinho de mulher, de salto alto, espartilho, aquelas meias...que sensação gostosa. Tinha sido mulher de meu amigo e dado prazer a ele!!!!. Fiquei relembrando,.... e meus amigos......., remorso...., que pensariam de mim!!! Como foi bom. Estava decidido, hoje era sábado, até quarta-feira continuaria experimentando ser uma fêmea. Fui as compras decidido a me montar novamente como uma gatinha.

Comprei outra meia 7/8 bem lizinha, meia 7/8 arrastão, meia-calça, várias calcinhas, outro espartilho bem justinho, modelador (tipo maiô com presilhas no meio das pernas bem justinho), comprei uma sainha plissada tipo colegial, um vestido justinho bem curtinho. Já não tinha vergonha de comprar estas roupinhas, não ligava para os outro, estava de calcinha e até experimentava as roupas no provador. Comprei maquiagem, esmalte, batom, comprei uma peruca comprida morena, ...estava pronta para mais uma transformação.

Meus amigos não paravam de ligar para meu celular, não atendi... A tarde foi muito excitante, depilei os pelos que ainda tinha e os que começavam a aparecer, tomei um demorado banho de banheira com sais..., passei bastante creme hidratante, perfume corporal, vesti uma calcinha bem justinha, sutiã, o modelador tipo maiô bem justinho , coloquei o vestidinho e comecei a pintar as unhas de vermelho. As vezes parava e caminhava de salto alto pelo AP me sentindo uma fêmea, o cuzinho ainda comixava, dolorido, estava muito bom. Já estava acostumado com aquele salto enorme, caminhar de salto força a panturilha e as coxas, as pernas ficam mais esbeltas, bonitas e levanta a bundinha.

Fiz uma maquiagem bem provocante com as faces vermelhas, batom vermelho forte contornando os lábios com um lápis marrom escuro que deixavam meus lábios maiores e mais sexy (aprendi na net). Coloquei cílios postiços e pintei bem os olhos e coloquei a peruca preta bem comprida....Olhei no espelho e não acreditei....estava linda....parecia uma menina.
Já era tarde e como pretendia sair a noite terminei de me arrumar.

Coloquei uma meia 7/8 bem fina e a arrastão por cima, vesti uma calcinha bem pequenina acomodando meu pinto e minhas bolas, coloquei o sutiã bem justinho apertando e levantando meus peitos, vesti o espartilho pretinho e coloquei as liguinhas puxando as meias,...que tezão.

Coloquei a botinha de salto e me deliciei caminhando assim pela casa. Desfilava e olhava no espelho, estava linda, sexy. Coloquei outra calcinha rendada e o vestidinho bem justinho com o cinto largo elástico na cintura que modelava ainda mais meu corpo realçando a bundinha e minhas coxas que apareciam quando caminhava. Quando sentava o vestido encolhia aparecendo a calcinha e as liguinhas. Luiz ligou, atendi. Disse que eu tinha que sair com ele, fiz-me de difícil, ele insistiu muito dizendo que seria só este carnaval e que ninguém saberia, concordei e ele disse que a noite me apanharia para sairmos. Terminei a preparação, maquiagem, brincos, perfume e uma pomadinha em meu cuzinho que ainda estava inchado, parecendo uma bucetinha.

Estava pronta, me sentindo uma fêmea e ansiosa para dar minha bundinha novamente. Luiz chegou e ficou ainda mais espantado com minha produção. Me agarrou forte e me deu um longo beijo na boca me apertando contra seu corpo. Eu não sabia mais quem era. Aquilo me desarmou totalmente , estava entregue em seus braços, suas mãos em meu corpo, apertando minha bundinha, totalmente grudada nele e já começava a sentir o volume do seu pau crescendo em minhas coxas. Me pendurei em seu pescoço e ficamos nos beijando. Estranho, eu estava com muito tezão e meu pau continuava molinho, meu cuzinho e meus peitos coçavam, um frio na espinha, aquela barba mal feita, sua saliva em minha boca, sua língua, estava quase gozando de pau mole.

Ele queria entrar, ir para a cama, pedi para esperar e sairmos um pouco. Queria experimentar mais uma vez sair em público toda vestidinha de menina. Fomos a outro baile de carnaval em um clube da cidade. Os rapazes me paqueravam, as vezes no aperto sentia uma mão boba em minha bundinha. Luiz não me deixava, sempre me abraçando e me acoxando por trás. Caminhar assim de salto alto sendo acoxada e sentindo o volume de seu pau em minha bundinha era muito bom. Caminhava feito uma putinha rebolando naquele pau.

Dancei de salto alto requebrando bastante, rebolando, sentia meu corpo pulsando sobre os saltos, minhas pernas retezadas pelos saltos muito alto estavam sexy com a meia 7/8, as liguinhas, o espartilho, Luiz me agarrava me apertando, me acoxando, que tezão. Fui ao banheiro, ninguém notou que não era mulher, retoquei a maquiagem, passei batom, fiz xixi agachadinha, arrumei a peruca e sai. Bebemos, dançamos bastante e fomos para casa.

Luiz dirigia com a mão em minhas coxas, cruzei as pernas apertando sua mão, eu o abraçava e passava a mão em seu pau enorme dentro das calças. O envolvimento, o tezão entre nós era muito grande, abri sua calça e seu pau saltou para fora, coloquei na boca e chupava, abocanhava, beijava, a cabeça enorme e macia pulsava em minha boca, eu apertava para que não gozasse ainda. Ele corria ansioso por chegar. Entramos em casa e ele sempre me agarrando, acoxando, fomos direto para o quarto, não via a hora de ser possuído novamente, sentir aquele pau me invadindo. Ele tirou meu vestido, me agarrou e me levou para a cama de salto mesmo, ajudei-o a tirar a roupa e deitamos na cama, ele por cima de mim me abraçava e me beijava, eu sentia seu pau enorme roçando em minhas coxas, meus seios coçavam, ele apertava tirou uma alça do espartilho e sutiã e começou a chupar. Meus peitos pareciam seios coçando, eu quase me acabava com suas sugadas, estavam durinhos, pedi que me possuísse.

Ele imediatamente me virou, baixou as calcinhas e beijou meu cuzinho, sua língua quente me tocando, invadindo, eu delirava, me contorcia, um frio me subiu pela espinha, ele apertava minha bundinha enquanto passava a língua pelas minhas coxas, bundinha, cuzinho.....era muito gostoso, que sensação diferente, eu dentro daquelas roupinhas me sentindo uma fêmea dando prazer para um homem.

Eu não agüentava mais de vontade , fiquei de quatro e pedi que ele me penetrasse. Ele se ajoelhou e encostou a cabeça de seu pau em meu cuzinho. Que sensação boa, meu cuzinho agora inchadinho abocanhava a cabeça, eu pedi que ele fosse devagar, queria prolongar o máximo este prazer. Aquele homem enorme me segurando firme pelos quadris, eu rebolava em seu cacete, meu cuzinho piscava entrava um pouquinho, saia, ele me segurou forte e começou a me penetrar, a cabeça forçou a entrada, doeu um pouco, eu rebolava e forçava para que não entrasse de uma vez enquanto ele me puxava, ...entrou a cabeça, ..ai ...que dor, que sensação...foi entrando devagarzinho, eu rebolava naquele pau,... que tezão enorme, aquele pauzão me invadindo....., suas veias roçando meu cuzinho ralado, .....eu apertava, .....soltava rebolava, .....piscava o cuzinho, foi entrando,...entrando... entrando... invadindo. .... senti suas bolas em minha bundinha e suas mãos fortes me segurando.

Estava totalmente fudido, ...seu pau estava todo alojado em minha bundinha, ....sentia seu volume me preenchendo....grande dentro de mim. Ele queria socar, pedi que esperasse um pouco, ....fui me deitando devagarzinho, ..ele deitou-se em cima de mim, sentia o peso de seu corpo sobre o meu, ele me abraçava agora com as mão em meus peitos, apertando, ....sentia meu cuzinho arregaçado e aquele volume enorme dentro da minha bundinha, ....eu me contorcia de prazer, estava quase gozando,... comecei a piscar o cuzinho, ....intumecia e contraia involuntariamente, ...ele começou a socar,.. levantava e quando quase saia socava violentamente, ....a cama pulava....eu rebolava o que podia, ....piscava, ...sentia seu pau me arrombando, ...violento, ...doía, ....minhas pernas tremiam, ...sentia calafrios, gritava, ...ele gemia, suava, mordeu meu pescoço, começou a socar com mais violência, ...sentia seu pau maior a cabeça maior, ..macia, ...dura, ...invasiva,....pulsava, ....senti a porra quente me invadindo, ...ele socava muito, meu cuzinho ralado doía, esquentava e sentia a porra escorrendo em minha bundinha, pernas, ..ele estava eufórico, ...socava, ..deitava sobre mim, o peso do seu corpo sobre o meu era muito grande, me imobilizava, ....eu não queria parar rebolava quando podia, ...ele continuava socando, ...gozava ainda, ...sentia sua porra dentro de mim sendo expelida...., me lambuzando, me enchendo,... o cheiro forte, ....comecei a gozar também, ...sentia espasmos pelo corpo todo, ...seios, ...pernas, ...meu cuzinho doía de prazer,.. sentia seu pau e a cabeça enorme dentro de mim pulsando, inchando, ....o cheiro forte de porra.... Tremi todo, quase desfaleci de tanto prazer, ele continuava socando, ...agora mais devagar. Acabamos juntos. Deitamos calados, ele resfolegando em mim.

Luiz dormiu sobre mim sem tirar seu pau. Eu estava imóvel, chorava baixinho por tudo, prazer, culpa, muitas sensações. Estava gostando de alojar aquele cacete enorme em mim. Dormi também.... engatado naquele homem..... Acordamos mais tarde deitados de conchinha, seu braço sobre mim, seu pau mole, mas ainda grande com a cabeça em minha bundinha, ...tudo melado de tanta porra.

Ele passou a mão em meu corpo, minhas coxas, meias, liguinhas, disse que eu estava um tezão e que nunca tinha gozado tanto, passou a mão em minha bundinha melada, cheirou sua porra, passou em minha boca e beijou-me forte, nos viramos, ele montou sobre mim me abraçando e beijando, sua língua em minha boca, eu o abracei, ficamos nos beijando e acariciando. .. O gosto de porra misturado com batom, sua saliva, era muito bom. Senti seu pau ficando duro em minhas pernas, apertei as pernas, ele montado sobre mim, me beijava, chupava meus seios, socava minhas coxas, estávamos novamente com muita tezão.

Eu queria sentir aquele pau, pedi para chupá-lo, ele se deitou na cama eu me abaixei, segurei aquele pau enorme, melado, lindo, coloquei na boca, chupei, abocanhei a cabeça, macia, beijava todo ele, aquelas veias fortes até as bolas, lambia, chupava, estava me deliciando com aquele cacete enorme com gosto de porra, salgadinho, queria sentir mais, abocanhei e comecei a punhetá-lo enquanto mamava, apertava a cabeça, ela foi ficando maior, pulsava em minha boca.
Que delicia, nunca pensei que fosse gostar tanto de mamar um cacete. Apertava a boca sentindo-o pulsar....Eu continuava chupando, sugava, passava a outra mão por suas bolas, seu rego, cuzinho, ele se contorcia e gritava agarrado na cama. Continuei chupando abocanhando aquela cabeçona pulsante, engolia o que podia, ...ele começou a socar devagarzinho, a cabeça estava maior latejando, ...senti que ia se acabar, ...comecei a chupar com mais força, ...apertando com a mão alisando seu saco, cuzinho, ele arfava, gritava, ...senti a cabeça entumecendo mais, ...parecia que ia explodir de tão grande,... mal cabia na minha boca, ...apertei, ...chupei com força e começou a sair jatos de porra dentro da minha boca, na segunda golfada me encheu a boca toda, ...continuei chupando com a boca meio aberta para sair um pouco da porra, ...as golfadas continuavam com menos porra, ....eu abocanhava mais, ...chupava, ...engasgava, ...continuava chupando,.. a porra continuava saindo aos poucos, ...ele gritava, ...eu engolia a porra, ...não largava aquela cabeça linda pulsante, ...chupava, ...parou de sair porra, eu chupei mais com força até sentir o restinho de porra sair em minha boca, ...ele estava exausto, eu continuava chupando, lambendo, o gosto da porra, ...cheiro estava gostando, ...também tinha gozado em suas pernas.

Deitei sobre ele e ele me abraçou e me deu um longo beijo. Dormimos novamente abraçados.

Acordamos com o dia amanhecendo. O cheiro de porra e suor na cama era excitante. Nós abraçados fomos nos beijando, com a mão eu explorava todo seu corpo forte, ele me acariciava, apertava minha bundinha, brincava com meus seios, meu espartilho, eu o beijava me sentindo uma menina, esfregava minhas pernas nas dele, com as meias era um atrito muito gostoso, depois de algum tempo se esfregando seu pau foi endurecendo de novo. Segurei com a mão alisei a cabeça, apertei um pouco, punhetei devagarzinho e ele ficou duro de novo, ele me acariciava, beijava, eu subi nele fiquei de joelhos segurei seu cacete e direcionei para meu cuzinho, ele estava grande, inchado, senti a cabeçona se acomodando enquanto eu rebolava devagarzinho, ele agarrado em minhas coxas apertava e fechava os olhos, eu comecei a forçar sentindo a cabeça daquele pau enorme começar a entrar em mim de novo, estava me deliciando, ...rebolava , ...mexia,... apertava, ...controlava a situação, forcei e senti a cabeça entrando afastando minhas pregas, ...meu cuzinho engoliu a cabeçona, ...agora já familiarizado, ...continuei descendo sentindo aquele pau forte,... suas veias grossas me invadindo, ...ralando, ...a cabeça penetrando mais fundo,....que delicia, ...continuei sentando , apertando até sentir seus pentelhos em minha bunda, ...a cabeça, o pau tinha invadido minhas entranhas, ...sentia o volume daquele pauzão dentro de mim, ...apertei bastante, ...rebolava esfregando minha bunda nele, ...sentia aquele volume todo dentro de mim me enchendo, ...ele gritava e apertava minhas coxas com mais força, ...eu não sentia dor, .só prazer, .eu saltava, ...pulava naquele pau, ...rebolava, ...socava, ...ele começou a socar também, senti o pau e a cabeça maiores,.... socava, ...esfregava minha bunda nele, ...apertava o cuzinho em espasmos involuntários quando comecei a gozar senti seu pau latejando, ...pulsando mais e algumas golfadas de porra quente dentro de mim,....que delicia sentir o gozo dele em mim....a porra escorria, o movimento ficou mais fácil, ....eu pulava,...rebolava,... socava, ...apertava o cuzinho naquele pau,....que delicia...ele urrava de prazer, ...socou com tanta força que eu subia e pulava sobre ele......cai sobre ele sem forças....ele me abraçou, cruzou as pernas fortes sobre mim, eu juntei bem as pernas e apertei meu cuzinho para trancar a cabeça daquele pau lindo dentro de mim e ficamos assim um bom tempo, abraçados, engatados.....

Era dia quando ele levantou, pedi que fosse embora, ele tomou um demorado banho enquanto eu me recompunha enrolado nas cobertas sentindo o cheiro do sexo, ...porra, ...suor..sentia meu corpo diferente.

Ele saiu do banho , se vestiu, disse que a noite voltaria e foi embora... Na segunda foi outro dia maravilhoso com ele. Na terça-feira entrei em depressão e me escondi o dia todo. Na quarta-feira fiz minha mudança e fui para a Capital. Nunca mais vi meus amigos. Sonho com o Luiz.

cdcasadogyn@gmail.com

Retirado do Blog da Camilla-CDzinha - (Texto e Diagramação)

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Sobre este blog

Aqui eu não sou homem ou mulher. Sou um adepto do crossdresing. Sou uma Crossdresser - CD ou CDzinha. Desde os 9 anos, adoro lingeries e roupas sexyes. Levo uma vida normal masculina e tenho uma vida clandestina feminina.

Me proponho aqui a falar um pouco de tudo, em especial das Crossdressers, dos transexuais, dos Travestis e da enorme comunidade
LGBT existente em todo o mundo. Um estilo de vida complicado e confuso (para alguns)... Este espaço também se presta para expor a minha indignação quanto ao ódio e preconceito em geral.

Observo que esse é um blog onde parte do que aqui posto pode ser considerado como orientado sexualmente para adultos, ou seja, material destinado a pessoas maiores de 18 anos. Se você não atingiu ainda 18 anos, ou se este tipo de material ofende você, ou ainda se você está acessando a internet de algum país ou local onde este tipo de material é proibido por lei, NÃO siga 'navegando'.

Sou um Crossdresser {homem>mulher} casada {com mulher - que nada sabe} e não sou um 'pedaço de carne'.

Para aqueles que eventualmente perguntam sobre o porque do termo 'Crossdresser GG', eu informo que lógico que o termo trata das minhas medidas. Ja que de fato visto 'GG'. Entretanto alcunhei que 'GG' de Grande e Gorda, afinal minhas medidas numéricas femininas para Blusas, camisetas e vestidos são tamanho: 50 e Calças, bermudas, shorts e saias são tamanho: 50.

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