Uma Crossdresser Gordinha Complicada e Imperfeita

Conto: Depois de uma discussão no trabalho

Me chamo Junior e trabalho no departamento comercial de uma grande empresa, tenho 1,80 de altura peso 70 kilos, sou moreno, olhos castanhos escuros, sorriso encantador e uma bunda modéstia a parte gostosa, Bom ressaltei que trabalho no comercial de uma grande empresa porque foi por conta disso que todo aconteceu, no meu trabalho usamos calças e camisas sociais, por conta do cargo que ocupamos enfim vamos a historia.
Era uma segunda feira de setembro, eu como de costume cheguei ao meu trabalho e fui ver as cotações da bolsa, pois nesse dia fecharíamos alguns contratos de venda de soja e eu deveria travar o preço do contrato na bolsa, eu tenho 21 anos de idade, mais já estou nessa empresa há dois anos e graças a alguma força superior misteriosa tudo vem dando certo, mais nesse dia o encarregado do setor de commodities um cara chamado Rogério, um típico gatão de meia idade, tinha 1,85 de altura, pesava uns 90 kilos, branco, com uma entrada na cabeça e cabelo apenas na lateral já meio grisalho, tem 46 anos é solteiro e mora sozinho na cidade, ele veio de São Paulo para coordenar o setor de commodities, enfim nesse dia, estava eu terminando de redigir o contrato a termo ele me entra na sala me dando ordens dizendo que eu deveria fechar esse contrato em no Maximo 10 minutos, pois muito dinheiro estava em jogo, e que ele achava que as cotações iriam cair até o final do pregão eletrônico.

Como se não basta-se o fato de ter gritado comigo, coisa que eu odeio, ainda estava completamente errado pois o comportamento do pregão indicava que seria totalmente o contrario, e que fecharíamos com saldo extremamente positivo, enfim discutimos feio na sala pois eu nunca fui de ouvir desaforo calado, ainda mais quando eu estava certo, terminei de fazer o contrato a termo, validei ele e não travei o preço, quando fomos ao refeitório, eu me sentei no mesmo lugar de costume, ele ficou umas três mesas a minha frente porem de frente para mim, e ficava me olhando com cara de mal, e comentando alguma coisa com a pessoa que estava do lado, bom eu sabia que não deveria ter um coordenador da empresa contra mim, ainda mais sendo alguém de um setor que é totalmente correlacionado ao meu, esse sentimento de desamor ficou me corroendo todo o horário de almoço comecei a me questionar se realmente o melhor não seria fazer o que ele me mandou, mais decidi seguir meus instintos.
Voltei do almoço, no meu departamento sou eu e mais três mulheres que compomos o setor, sendo que eu sou responsável pelo mercado externo, quando nos aproximávamos das 16:00 eu resolvi travar o contrato e por sorte, consegui um preço relativamente mais alto que o vigente ate a hora do almoço, aquilo pra mim foi como ganhar um troféu que eu poderia esfregar na cara do Rogério toda vez que o visse nos corredores da empresa, consegui um preço acima da média no contrato de valor mais alto da nossa unidade.

A semana passou, e ele sumiu de mim, na sexta feira, quando íamos embora, fui ao estacionamento e meu carro estava com o pneu murcho, já era tarde da noite por volta de 21:00 estavam poucas pessoas no escritório, eu sempre fui uma negação com essas coisas, eu me considero um cara passivo, mesmo não sendo afeminado, nem tendo jeito de gay, eu não sei trocar pneu, não jogo bola, tenho medo/nojo de barata, aranha, lagartixa, perereca e afins.
Mais como a vida age de forma misteriosa, por sorte o Rogério apareceu, e vendo meu desespero se ofereceu para trocar meu pneu, enquanto realizava os procedimentos de troca de pneu conversamos um pouco, ele sem se desculpar me disse que eu tinha razão e que consegui um ótimo preço para o contrato, e me disse – Gente um homem que não consegue trocar um pneu de carro que vergonha Junior, eu em minha defesa disse já com ar de sacanagem – Posso não saber trocar pneu mais tem muita coisa que sei fazer e faço muito bem, nem vi quando dei essa resposta, eu fiquei chocado comigo mesmo, nunca fui atirado mais eu queria ele, ele deu uma risada e disse ta certo, terminou de trocar meu pneu, e me perguntou se eu tinha planos para noite disse que meus planos eram assistir a filmes, ele então me chamou para tomar uma cerveja, eu argumentei dizendo que não bebia, ele então me disse algo que adorei – Mais eu bebo e alguém tem que me levar para casa, quando cheguei ao restaurante fiquei um pouco desanimado haviam varias pessoas do trabalho, mais fiquei surpreso pois a noite se revelou ótima, foi muito bom sair com pessoas que geralmente não seriam do meu convívio.

Em certo momento da noite um dos funcionários dele, começou a questionar a sexualidade dele, mais sempre em tom de brincadeira, ele disse – Uai chefe o senhor todo coroão, não tem namorada, mora sozinho, não da moral pra nenhuma das meninas da empresas, Não sei não viu! O Rogério riu e comentou, você ta por fora comigo, sou do tipo que come quieto, já to dando bote em uma pessoa ai que vocês não fazem nem idéia, e concluiu a frase olhando para mim, fiquei muito cor de tanta vergonha que senti, mais me senti o ultimo pedaço de carne do açougue, do tanto que eu achei bom, no fim das contas o Rogério nem bebeu, quando íamos embora, foi cada um no seu carro, quando cheguei na minha casa, recebi uma mensagem que dizia – “A noite não saiu como eu esperava, mais hoje tive a certeza que realmente é isso que eu quero. Ass- RMAF” essas eram as inicias do nome dele, fui dormir pensando em um monte de insanidades, planejei casamento, nome de filhos e ate o envelhecer juntos no sonho, ou seja, fiquei muito ansioso.

No outro dia de manha era sábado e eu não trabalharia logo pela manha o Rogério me telefonou, sem mentira nenhuma conversamos por quase três horas, mais também foi esclarecedor, ele me contou tudo sobre ele, não disse hora nenhuma que ele tinha me mandado a mensagem anterior e muito menos que me queria como parceiro, mais do meu ponto de vista tudo isso ficou subentendido, ele estava na empresa terminando uns fechamentos, depois de conversarmos, fui ao mercado, lavei meu carro, quando estava terminando de organizar minha casa, toca uma buzina na porta, eu vou ver é ele, que ta na porta abri o portão ele entrou, quando entramos em casa antes que eu pudesse dizer um oi ele me deu um beijo que foi O BEIJO, sempre tinha ficado com caras mais novos tipo da minha idade, mais mal sabia eu o que estava perdendo, foi excelente o beijo mais gostoso que havia ganhado ate aquele momento, eu não beijei ele e sim fui beijado, a língua dele percorria todos os cantos possíveis da minha boca enquanto ele imprensava o corpo dele contra o meu e passava a mão na minha bunda, era incrível a experiência que ele tinha, minha pernas se estremeciam a cada toque ele me dava e ele via minha excitação pela minha respiração ofegante e gemidos abafados, ele então disse ao meu ouvido – Vou te ensinar a bater de frente comigo, desde que você fez isso eu fiquei doido em você e na sua bunda, nem to me concentrando direito, vou te mostrar como um homem de verdade faz, e começou a mordiscar minha orelha ate com certa força o que evidenciava ainda mais a sua masculinidade, eu sentia seu membro rijo no meu abdômen e fiquei curioso e com medo ao mesmo tempo para saber logo de uma vez o que me esperava.

Ele me olhou nos olhos e disse – Onde fica nosso quarto, ele realmente dizia tudo que eu queria ouvir, e na minha cabeça eu só pensava, em como não tinha encontrado com esse homem antes, quando entramos no quarto ele se despiu sem pudor nenhum, o corpo dele é peludo na medida certa o peitoral bem definido que fica ainda mais másculo com os pelos era tudo muito uniforme fiquei tão hipnotizado pelo peito e abdômen que quase me esqueci de olhar para a “área de lazer” até agora é o pau mais bonito que já vi, não é exagerado mais gostoso na medida, tem 16 cm, porem muito grosso e retinho e combina perfeitamente com o corpo e rosto, o conjunto da obra é muito harmonioso, ele ficou nu de pau duro me olhando eu de forma muito tímida comecei a tirar minha camisa, ele com um sorrisinho safado disse – Não precisa ter vergonha de ficar nu na minha frente, na minha cabeça já sei exatamente como você é, concluiu sua frase vindo de encontro a mim, me empurrou na cama, e tirou minha calça junto a cueca em um único puxão fiquei muito envergonhado, mais uma vez fiquei color block de tanta vergonha, mais já que tava na chuva mesmo, tinha mais é que me molhar, quando eu vi que ele vinha pra cima de mim respirei fundo e me entreguei a ele, a cada beijo que ele me dava meu corpo arrepiava o toque o olhar dele tudo me deixava muito excitado de pau muito duro, ele começou a me punhetar de forma muito gostosa apertando meu pau e socando ele contra minha virilha era muito gostoso, mais surpreendentemente ele não me chupou, e sim mandou que eu chupa-se ele, eu por minha vez, obdeci mais do que depressa, ele se deitou na cama e ficamos em 69 eu por cima e ele por baixo.

Ele é muito macho, um espécie raríssimo de ser encontrado, enquanto estávamos no 69 pensei que ele fosse me chupar mais não, enfiou o dedo na minha bunda, em certos momentos eu sentia a língua dele deslizar na minha dunda, enquanto eu o chupava e o pau dele pulsava na minha boca, e sentia aquele liquido Zinho que sai da glande para lubrificar, mais mesmo assim não parava de chupar o pau é muito gostoso, continuando... depois da sessão maravilhosa Oral, passamos para parte de penetração ele me pediu para ficar de 4, colocou uma camisinha e sem lubrificar empurrou aquele membro para dentro de mim, no começo senti muita dor, ele então disse – Fica quietinho que a dor passa, afinal você mesmo disse que algumas coisas, você faz muito bem, e eu espero que essa seja uma delas, então eu fiquei quietinho e ele começou a literalmente fuder minha bunda, me dava tapas que ecoavam no quarto e bobava me puxando pelos quadris, é inegável dizer que não gostei, ele faz isso muito bem, depois de bombar de 4 ele se deitou sobre mim, e mais uma vez me fudeu eu senti que ele gosta de dominar a situação, e ele não gozava, por fim minhas pernas já estavam dormentes, e minha bunda estava quente de tantos tapas e bombadas, eu já tinha gozado duas vezes, quando ele finalmente anunciou que gozaria eu achei mágico pois já não agüentava mais, ele então tirou seu pau de dentro de mim mal tirou a camisinha e gozou na minha bunda/pernas/ costas, mesmo não vendo a porra dele, senti que ele tinha gozado muito, por causa dos urros dele enquanto tos jatos de porra saiam, depois de me dar um banho ele se deitou por cima de mim, esgotado, e ficou dando mordidinhas na minha nuca, e esfregando seu corpo no meu, eu mais que depressa propuz um banho antes que ele recuperasse as forças e quisesse um 2º Round, afinal eu não conseguiria mesmo uma segunda rodada seguida.

Tomamos nosso banho, e depois assistimos a um filme na minha casa ele me contou mais sobre a vida dele, me disse que tinha uma filha que era mais velha que eu por sinal e que ninguém sabia desse desejo homossexual dele, mais que a partir do momento em que ele tivesse comigo eu poderia me tranqüilizar que ele não me trairia nem com homem, muito menos com mulher achei ótimo ouvir aquilo prometi o mesmo e assim começamos um tímido namoro regrado a varias fodas animalescas e discussões tórridas no trabalho por conta de fechamento de contratos e metas de produtividade.

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Banda Uó: Estreia na TV com vocalista transexual

A goiana Banda Uó apareceu em dois programas diferentes na TV aberta neste domingo. Como se não bastasse garantir a audiência do programa “Esquenta”, comandado por Regina Casé na Rede Globo, a banda independente ainda participou do programa da loira Eliana, no SBT e chegou ao trend topics do Twitter.

O “Esquenta” deste domingo (4), teve como tema o estado do Pará e contou com participações de vários artistas paraenses como, por exemplo: Gaby Amarantos, Banda Calypso, Dona Onete, Banda Uó, Dira Paes e do estilista André Lima. O tema em questão, obrigatoriamente, não podia deixar de citar um pouco sobre a música paraense, logo, a Banda Uó levantou a plateia com os seus hits tecnobregas.


Os goianos apresentaram seu sucesso “Shake de Amor” e participaram durante quase todo o programa. Sobrou até mesmo espaço para Davi Sabbag, integrante da Banda Uó, tocar pandeiro ao lado de Beth Carvalho e Arlindo Cruz. Um ponto de destaque do programa foi um pequeno discurso antipreconceito que a apresentadora Regina Casé promoveu ao expor que a cantora da Banda Uó, Mel Gonçalves, é uma mulher transexual.

O fato aconteceu minutos depois da cantora Joelma, do Calipso, levar uma Bíblia ao programa, no quadro Biblioteca do Esquenta, no qual os convidados doam um livro. A paraense chegou a recitar um salmo. Durante a apresentação da Banda Uó a loira dançou agarrada com Mel e ao saber que ela nasceu homem ficou surpresa. “Olha só como eu sou desligada. Vocês também acharam que ela era mulher?” disse a cantora que depois foi corrigida com Regina que disse que Mel era uma mulher mas que havia nascido homem.


Durante o programa, os telespectadores puderam conhecer um pouco mais sobre a culinária, as tradições as danças paraenses. Mais tarde, no programa da Eliana, no SBT, o trio, que também é formado pelos meninos que são gays assumidos, participou rapidamente apresentado a música “Não quero saber”, em participação gravada durante a semana.

Do Revista Lado A


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Primeiro transexual brasileiro faz conferência na UFRN

O Núcleo Tirésias da UFRN vai promover, com apoio do CCHLA, Proex e CCSA, a conferência, "Memória e resistência: narrativas de um homem trans", com João W. Nery, considerado o primeiro transexual homem operado no Brasil. A conferência vai ocorrer no dia 14, às 19h, no auditório do NEPSA.

Hoje com 61, João W. Nery vai falar no sobre sua experiência de vida. Mulher homossexual durante a juventude, Nery fez a cirurgia durante o regime militar no Brasil e a intervenção médica era considerada ilegal, por configurar uma mutilação do corpo. Por esses fatores, além de uma falta de legislação própria para o transexualismo, Nery tirou nova documentação por conta própria para poder se articular socialmente. Com a nova identidade perdeu todos os seus direitos anteriores, inclusive o seu currículo escolar e profissional. Passou então a exercer as profissões de pedreiro, vendedor e até massagista de "shiatsu" como forma de sobreviver.

O evento está sendo cordenado pela professora Berenice Bento, do Núcleo de Estudos Interdisciplinares em Diversidade Sexual, Gêneros e Direitos Humanos. Após a conversa, Nery, vai lançar o livro, "Viagem Solitária - Memórias de um Transexual 30 anos depois".

As inscrições serão realizadas gratuitamente no local da palestra.

Do Tribuna do Norte
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Laisa é confundida com travesti em 'Big Brother' espanhol

A entrada de Laisa no Gran Hermano, a versão espanhola do Big Brother, já causou comentários dentro da casa. De acordo com o site oficial do programa da Espanha, um dos participantes disse que a ex-BBB parecia um travesti. "Ela tem mais pelos no corpo do que eu", comentou Cristian.

Coincidentemente, durante sua participação no BBB 12, Laisa divertiu os amigos de confinamento com a criação do personagem Laiso, um travesti que seria sua segunda personalidade.

Os homens da casa ficaram boquiabertos quando a morena entrou na casa com um vestido curto. Logo depois que a brasileira chegou à casa, os participantes do programa espanhol cantaram "Ai, Se Eu Te Pego".

Laisa entrou na casa espanhola na noite de quinta (8) e ficará uma semana. Durante esse período, ela vai ensinar costumes do Brasil para os participantes do reality show espanhol. Na volta, ela trará ao Brasil um participante de lá para entrar na casa do BBB 12.

Esta troca de ex-confinados não é inédita no reality show. Durante a sétima edição, o argentino Pablo passou uma semana na casa brasileira, assim como Iris Stefanelli também morou pelo mesmo tempo na casa portenha.

Do Terra

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“Matador de travestis' morre em Dourados

O jardineiro Paulo Sérgio de Oliveira, o "Careca", também conhecido como 'matador de travestis', morreu na manhã de hoje, em Dourados, vítima de infecção generalizada. Paulo cumpria pena na Penitenciária de Segurança Máxima (PHAC) condenado a varios homicidios.

Ele estava internado no Hospital Universitário e tinha sido removido para o Hospital da Vida para ser submetido a exames porque necessitava passar por cirurgia. Paulo, que era soropositivo, estava com o pâncreas comprometido e não resistiu ao quadro que agravou nos últimos dias. A informação foi confirmada pelo advogado dele, Isaac Duarte de Barros Júnior.

Paulo Sérgio já foi condenado a mais de 180 anos de prisão por dezenas de assassinatos praticados em Dourados e no estado de São Paulo. Somente em Dourados ele matou mais nove travestis na década de 90, além de um taxista e uma doméstica. Ele já havia cumprido 13 anos de prisão, na PHAC, em Dourados.


O último crime teria ocorrido em junho de 1997, quando ele matou com cinco tiros o travesti Alcendino José Fernandes, também conhecido como "Cidinha". Conforme descrito no processo, a vítima estava sentada em frente a um estabelecimento comercial na avenida Weimar Torres, quando foi morta com cinco tiros. Como fugiu do local, na época o assassino não foi descoberto. Ainda com base no processo, após esse homicídio Paulo passou a praticar diversos outros na cidade contra travestis, até que foi reconhecido e preso.

Do Midiamax


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Travesti toma posse na Secretaria de Justiça da Bahia

Pela primeira vez uma travesti tomará posse de um cargo na Secretaria da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos da Bahia (SJCDH). A ativista do movimento LGBTT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais), Paulete Furacão, deverá ser uma das promotoras dos direitos da comunidade gay do estado. Ela foi escolhida pela atuação à frente da Associação Laleska de Caprid, no bairro do Nordeste de Amaralina.
"Até hoje nunca houve uma oportunidade para uma travesti dentro de um órgão do governo na Bahia, principalmente para um cargo com tamanha importância. Uma das minhas primeiras missões é a criação de um campo de trabalho para trans e travestis, criando dessa maneira novas oportunidades de inclusão das minhas amigas e companheiras de lutas", explicou Paulete.

A Secretaria foi criada oficialmente em 1966. Atualmente, o órgão é chefiado pelo secretário Almiro Sena Soares Filho.

Do Correio 24hs
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Dia da Mulher: transexuais contam que ser mulher é 'questão de alma'

“Uma mulher aprisionada em um corpo de homem”, é assim que se sente a universitária Jeane Louise, 19 anos, estudante do 5° semestre de publicidade, em Salvador. Transexual, assim como muitas outras, quer entrar na fila do SUS para realizar cirurgia de mudança de sexo, processo final da reconstrução de sua estética feminina, iniciada ainda na infância.

“Chega um momento em que sua verdade é muito forte, é questão de alma. Nas brincadeiras de infância, minhas personagens eram sempre do gênero feminino, me refugiava ali. Depois veio a blusa, o cabelo, a calça apertada, o furo na orelha. Em geral, nenhuma transexual sabe que é transexual, é um processo de conhecimento, de acesso à informação”, afirma.

O enfrentamento das pessoas que nasceram homens, mas assumem papéis sociais femininos e lutam para serem reconhecidas pela maioria é vivido por transexuais como Jeane, que remonta a forma física através de hormônios, silicone, implante capilar e outros paliativos como a maquiagem. Mas o desejo de formalizar a transexualização, para ela, só será completa com a alteração do órgão sexual, que pode ser conquistada por meio da cirurgia de transgenitalização, instituída no Brasil em 2008 com a Portaria de número 457, do Ministério da Saúde. Atualmente, a cirurgia é autorizada apenas em quatro hospitais universitários: um da UFRG, Porto Alegre; um da UERJ, Rio de Janeiro; um da USP, em São Paulo; e o da UFG, em Goiás.

Cento e dezesseis brasileiras já passaram pelo procedimento, que consiste na amputação do pênis e construção da neovagina. É preciso, antes, que a mulher transexual passe por etapas preparatórias, que preveem avaliações psicológicas e psiquiátricas, terapia hormonal, avaliação genética e acompanhamento pós-operatório, conforme especifica o Ministério.

“Vou concluir o primeiro ano de terapia, a fila é enorme e esse trâmite é muito sofredor. Temos que ser guerreiras para conquistar espaço. Mas sei que vou me sentir realizada. Hoje, quando me olho no espelho, me vejo incompleta, com aquilo que não condiz à minha mente. Ser mulher ou homem está na mente, não é a aparência física”, avalia a estudante.

Jeane Louise encarou cedo o autoconhecimento e aceitação, mesmo em meio ao coro de “viadinho” que diz ter sido bastante emitido pelos colegas no período em que esteve em uma "escola de padres".

“Eu realmente 'metia a mão' neles e ia para a diretoria. Se continuasse ali, iria entrar em depressão, porque eu chegava no colégio, colocava maquiagem e me mandavam tirar. Era horrível! Pensava: se não puder usar em casa ou no colégio, onde iria usar? Saí de lá, fui para uma escola pública e foi lá que me encontrei de verdade como mulher; o pessoal tinha a cabeça mais aberta”, lembra.

Jeane mora com a mãe - os pais são separados - e diz que sabe diferenciar o respeito da aceitação. "Minha mãe teve um filho e até hoje ela não me chama de Jeane dentro de casa. Meu pai era muito machista e me surpreendo com o respeito que me trata. Não digo que me aceitam, mas respeitam e isso já dá força. Faço tudo com os pés no chão”, comenta.

Filha de sargento
A cabeleireira Luana Neves* também luta pela conquista plena de pertencer ao gênero, porém há mais tempo, desde os 18 anos, quando saiu de Mato Grosso do Sul para morar na capital baiana. Neste período, compreendeu que, para ela, mais importante que o processo de transgenitalização seria a retificação jurídica do nome civil. “Tenho convicção de que quero fazer a cirurgia, mas meu principal desejo é o da retificação do nome. Eu evito ir a hospital, banco, fico muito arrasada em relação a isso, porque estou vestida de mulher, mas as pessoas me chamam com meu nome de batismo, não o social, por puro preconceito”, afirma. O projeto de lei 72/07, do deputado Luciano Zica (PV), que prevê a alteração do nome civil para o social nas disposições da Lei dos Registros Públicos (Lei n° 6.015/1973), tramita no Senado e, atualmente, aguarda a designação do relator.

Filha de sargento do Exército, um dos grandes sonhos de Luana, já tentado e descartado, era o de seguir a carreira militar. Chegou a se alistar, passou em todos os testes, inclusive o psicológico e o de aptidão física, experimentou a roupa no quartel. Até que não resistiu ao incômodo do ambiente e confessou ao general a sua orientação sexual.

“Eu tinha no sangue a vontade de seguir carreira na área militar, sempre tive esse sonho, mas, naquela época, me senti muito mal. Estava prestes a assumir uma personalidade que não era a minha”, afirma.

Por vontade, revela que gostaria de ser advogada, no entanto, conta que precisou se condicionar à restrição do mercado de trabalho às transexuais e que é cabelereira não por opção, mas por maior aceitação.

“Quando meus pais saíam de casa, eu colocava a roupa de minha mãe, salto, toalha na cabeça, para fingir que tinha cabelo. Quando a percebia já no portão, jogava tudo aquilo embaixo da cama. Mas eu não sabia em que perfil me encaixava, se era travesti, transexual, drag queen. Eu sempre fui muito fechada e tímida, o que me causou depressão. Eu colocava meus esforços todos no estudo, achava que tinha que estudar para ser uma pessoa de poder”, relembra. Hoje, saias e vestidos, sempre "discretos", são as roupas que mais usa. Já na praia, não abdica de biquínis e cangas.

Ser transexual
O professor e membro do grupo Cultura e Sexualidade, do Departamento de Comunicação da UFBA, Leandro Colling, explica que, para ser transexual, não é preciso concretizar a mudança do sexo necessariamente com cirurgia. “Existem casos em que a pessoa se identifica como transexual e não deseja fazer a completa mudança no corpo. Tem gente que se sente transexual e basta colocar seio, tomar hormônios, para não deixar crescer pêlos; o pênis é o que menos importa. O sexo não pode ser reduzido à genitália, tem a diversidade”, aponta.

Colling, que também é membro do Conselho Nacional de Combate à Discriminação e Promoção dos Direitos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais, órgão do governo federal, explica que categorias como homem ou mulher não devem ser tão rígidas na sociedade. “As pessoas têm ideias fixas nas suas cabeças, mas, se você olhar para a vida, os homens e as mulheres estão cada vez mais borrando essas fronteiras, desde profissões, gestos, produtos, depilação”, relata.

A autoestima das transexuais é trabalhada no processo terapêutico, de modo que elas possam enfrentar os entraves culturais, como argumenta a psicanalista Suzana Vieira, 46 anos. Segundo ela, existe uma tendência dessas mulheres ao isolamento e à depressão, que pode ser agravada pela falta de apoio das famílias. “As sensações começam desde a infância e, desde então, as pessoas a veem como um menino, ela também se vê fisicamente como menino, mas lida com desejos de menina e começa a esconder os órgãos sexuais. A terapia ajuda a pessoa a entender tudo isso”, ressalva a psicanalista.

Relação com héteros
Por serem socialmente mulheres, as solteiras Jeane e Luana se relacionam com homens e hoje se afirmam heterossexuais. “Eu dou até risada com alguns homens desavisados. Às vezes você já está em um nível de envolvimento e aí tenho que explicar que sou transexual. Tem alguns que não gostam. Me considero realmente hétero”, comenta. “Gosto de homem que gosta de mulher, apesar de ser complicado porque nem todo mundo tem coragem de assumir uma transexual”, ressalva Jeane.

Leandro Colling explica que o gênero não se confunde com a prática sexual. “Ser gay é outra coisa. Existem vários homens que transam com outros e a identidade é heterossexual, a gente precisa respeitar isso. A prática sexual não é um elemento definidor de identidade. Se pessoas se sentem mulheres e transam com homens esse sexo é heterossexual”, acrescenta.

Do G1
*Optou-se, na matéria, por usar os nomes sociais das transexuais.

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Kelly Brook coloca fotos nuas no Twitter para provar identidade

Tirar a roupa já não é novidade no famigerado mundo das celebridades. Algumas são pagas para isso, outras não precisam de tanto. Foi o caso da atriz e modelo inglesa, Kelly Brook, 31, que resolveu tirar tudo só para provar que seu perfil no Twitter era verdadeiro.

A ação foi uma resposta aos tweets provocativos do comediante britânico Leigh Francis. "Essa é a verdadeira Kelly Brook ou um velho safado e peludo fingindo ser a Kelly Brook?", indagou ele na rede social.

A protagonista de Piranha 3D rapidamente respondeu: "Sou eu! Como posso provar?". Leigh Francis sugeriu que ela enviasse uma DM para ele, mas em vez disso, a atriz postou uma foto provocante de frente para o espelho e aparentemente nua.

É possível, embora pouco provável, que Brook tenha usado a foto para resgatar a publicidade que fez para a organização defensora dos animais, PETA, em setembro deste ano, onde tirou a roupa para defender o direito dos animais. Ainda sim, Leigh Francis não pareceu convencido e respondeu - mantendo o tom cômico característico - que ela ainda podia "ser um velho com belas próteses". Kelly Brook ainda não se pronunciou a respeito.

Do MailOnline - Via Tech Tudo

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Índia tem carro no formato de sapato de salto alto

Veículo com design bizarro foi mostrado em Hyderabad.
Homenagem ao Dia Internacional da Mulher, ele chega a 45 km/h.
Homem testa carro em formado de sapato de salto alto em rua da cidade indiana de Hyderabad nesta quarta-feira (7). Criado pelo designer automobilístico Sudhakar Yadav, o veículo é uma homenagem ao Dia Internacional das Mulheres, celebrado na quinta. Ele atinge 45 quilômetros por hora, segundo seus criadores (Foto: Krishnendu Halder/Reuters)

Do G1
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SEX SWAP: Felipa Tavares revela sua experiência no Exército

A modelo transexual Felipa Tavares, de 25 anos, é hoje um dos grandes destaques da agência “40 Graus”, no Rio de Janeiro. Aos 17, ainda vestindo-se como um garoto, alistou-se no Exército, tornou-se recruta e vivenciou o que lhe descreveram como “passagem para o inferno”.
Uma transexual no Exército? Não. Embora Felipa ostentasse cabelos compridos e se vestisse de maneira bem andrógina, ela era vista apenas como um homossexual extremamente feminino pelos colegas. E, apesar do ambiente machista, sua entrada não foi dificultada.
“Me alistei, sem querer ou imaginar que fosse ser chamada. E, mesmo sem conseguir fazer dois dos exercícios, eles me apontaram e disseram: ‘bem-vindo ao inferno, você está dentro do quartel’. Foi quando comecei a tremer e me perguntar o que estava fazendo ali”, revela com exclusividade ao Virgula LifeStyle.
Nos primeiros dias, teve um de seus maiores traumas: ver os lindos cabelos cortados e rapados. “Consigo lembrar da cara de prazer deles ao me verem careca”, recorda a top. Ela ressalta que também teve que abandonar o figurino unissex e a postura feminina. “A primeira vez que eu fui para lá, fui de calça apertada, bem andrógina”.
Apesar da difícil rotina que estava por vir, Felipa decidiu parar de se lamentar e encarar o desafio da melhor maneira possível. Com espírito aventureiro, juntou-se aos outros rapazes, realizou todos os exercícios e até se arriscou em assuntos bastante masculinos. “Convivi pela primeira vez com meninos, já que sempre estive na presença de meninas”.
“Tive que falar de futebol, ir pra rua, aprender a estar no meio deles. No começo me assustei, chorava, não gostava, mas aos poucos fui aprendendo a ter essa convivência amigável. Foi bom esse contato para o meu crescimento”, reflete.

Felipa Tavares em dois momentos: em foto como modelo e no Exército
‘MEU AMOR POR UM SARGENTO’
Das tarefas que mais gostava como recruta, ela ressalta o curso de escalador e os acampamentos em grupo. “Desenvolvi um espírito aventureira e gostava dessas experiências. Tanto que posso dizer que o curso de escalador foi o melhor de toda a minha vida”, garante.
Em uma das atividades, quebrou o pé e teve que ir à enfermaria. Mal sabia ela o que estava por vir... “O sargento entrou na sala e me aplicou três injeções de uma vez só. Desmaiei lá (risos). Depois, ele foi muito atencioso comigo e cuidou direitinho de mim”.
Em uma festa com temática LGBT, Felipa encontrou o mesmo sargento e não se intimidou em cutucá-lo. “Peguei-o pelo braço e disse: ‘Não vai me dar mais nenhuma injeção, hein? Ele ficou branco, amarelo, roxo (risos). Falou: ‘Pelo amor de Deus não conta para ninguém’ e ficou comigo”, recorda.
A história de amor escondido durou seis meses, sem interrupções ou preconceitos. Só terminou quando Felipa se interessou por outro rapaz do quartel, sem brigas. Hoje, eles são grandes amigos.

"Eu chorava por ter que conviver com os meninas, mas
aprendi muito com a experiência"

"Namorei durante todo o tempo do Exército"
"Curso de escalador foi o melhor de sua vida"
"Desenvolvi o espírito aventureiro"
VIDA DE MODELO
Felipa garante que, da experiência masculina, ficou apenas o espírito aventureiro. Mas, ao responder se o Felipe seria um bom modelo, ela descarta a possibilidade, mas lembra de momentos curiosos dentro do quartel.
“Acho que não tinha nada a ver com ele... Se bem que eu já gostava de fazer pose no Exército. Tínhamos um fotógrafo, e eu pagava para ele bater foto minha. Tenho mais de 100 imagens de lá. Até foto com o pé quebrado (risos)”.

As passarelas estavam em seu caminho...
Veja outras fotos de Felipa Tavares no Exército clicando aqui 

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Travestis eram ''leiloados'' entre detentos no Mato Grosso

O presidente da ONG Livremente, Clovis Arantes, confirmou, nesta quinta-feira (1º), que travestis e homossexuais que eram presos e levados para a Cadeia Pública do Carumbé, no bairro do mesmo nome, eram “leiloados” pelos presos da ala dos evangélicos, como espécie de moeda de troca entre os outros detentos.

Segundo Arantes, a cada favor que um presidiário fazia para a ala evangélica, um travesti era leiloado. Então, era obrigado a prestar favor sexual para o detento. Ia para a cela e acabava sendo abusado pelos ocupantes da ala.
“Era uma grande sacanagem, pois iam para a ala (dos evangélicos) como proteção, mas acabavam sendo enganados. Ainda bem que isso acabou”, observou o militante.
Segundo ele, esse abuso ocorreu muito no ano passado. Atualmente, são oito travestis, mas teve época em que havia, pelo menos, o dobro.




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São presos por diversos crimes, considerados mais leves, como furto ou estelionato. Mas, há casos de homicídio e tentativa de homicídio.
Arantes lembrou que a direção do Carumbé criou a "Ala Arco-Iris", específica para os travestis e homossexuais.
“É um espaço para cursos profissionais, como corte e costura, cabeleireiro e outros”, destacou. A ala está funcionando desde fevereiro.
Na semana do Carnaval, o presidente da ONG Livremente visitou o local e confirmou que os travestis se sentem mais seguros, pois podem ficar à vontade.

Do Cenario MT
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"Monique foi uma adolescente gorda e isso interfere na vida dela até hoje"


A mãe da sister Monique se pronunciou sobre os problemas da filha com relação ao peso. "Monique tem uma baixa autoestima muito grande porque foi uma adolescente gorda e isso interfere em vários aspectos da vida dela até hoje", publicou no site oficial do reality show na manhã desta segunda-feira (5).

No espaço reservado para a família, Cláudia Amim disse que é muito amiga de Monique, mas não concorda com todas as atitudes dela, por ser mãe. "Sei apontar os erros da minha filha, mas sempre tentarei apoiá-la no que ela precisar de mim", escreveu.

"Sempre soube que ela seria polêmica, talvez não tanto quanto vem sendo, mas já sabia", acrescentou.

Cláudia disse ainda que se preocupa que as constantes reclamações sobre o peso possam estar cansando o público, mas elogiou o jeito da filha no confinamento. "Ela nunca abandonaria seus amigos no momento, mesmo percebendo que estão malvistos aqui fora. Acredito que, por ser Selva, Monique está prejudicada, mas ela será Selva até o fim", finalizou.

Fonte: Uol

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Sobre este blog

Aqui eu não sou homem ou mulher. Sou um adepto do crossdresing. Sou uma Crossdresser - CD ou CDzinha. Desde os 9 anos, adoro lingeries e roupas sexyes. Levo uma vida normal masculina e tenho uma vida clandestina feminina.

Me proponho aqui a falar um pouco de tudo, em especial das Crossdressers, dos transexuais, dos Travestis e da enorme comunidade
LGBT existente em todo o mundo. Um estilo de vida complicado e confuso (para alguns)... Este espaço também se presta para expor a minha indignação quanto ao ódio e preconceito em geral.

Observo que esse é um blog onde parte do que aqui posto pode ser considerado como orientado sexualmente para adultos, ou seja, material destinado a pessoas maiores de 18 anos. Se você não atingiu ainda 18 anos, ou se este tipo de material ofende você, ou ainda se você está acessando a internet de algum país ou local onde este tipo de material é proibido por lei, NÃO siga 'navegando'.

Sou um Crossdresser {homem>mulher} casada {com mulher - que nada sabe} e não sou um 'pedaço de carne'.

Para aqueles que eventualmente perguntam sobre o porque do termo 'Crossdresser GG', eu informo que lógico que o termo trata das minhas medidas. Ja que de fato visto 'GG'. Entretanto alcunhei que 'GG' de Grande e Gorda, afinal minhas medidas numéricas femininas para Blusas, camisetas e vestidos são tamanho: 50 e Calças, bermudas, shorts e saias são tamanho: 50.

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