Uma Crossdresser Gordinha Complicada e Imperfeita

Matheus Mazzafera se assume gay


Aos 30 anos, o stylist e apresentador Matheus Mazzafera decidiu assumir publicamente sua orientação sexual. “É muito forte falar ‘eu sou gay’, mas eu sou! A vontade de falar veio após o episódio com a Luana Piovani. Fiquei muito chateado de uma pessoa pública como ela fazer um bullying gratuito. O preconceito tem que acabar, não só contra o gay, mas também contra o gordo, contra o negro”, disse Matheus, em entrevista exclusiva a QUEM. Em seu amplo apartamento, nos Jardins, em São Paulo, onde mora sozinho, Matheus contou como a discussão polêmica com Luana, no Twitter, em 15 de março, o chateou. Na ocasião, a atriz ironizou: “E o lançamento da G Magazine do it gay Matheus ‘Malhafera’? Quanta gente importante foi, pasmei! Cadê as famosas amigas dele, gente?”, disse Luana, ao lembrar que o stylist é amigo de modelos como Alessandra Ambrosio e Ana Beatriz Barros. “Estavam todas ocupadas com teu chá de bebê! ;-) VACA”, respondeu Matheus no microblog.

Filho de empresários do ramo de transportes, Matheus nasceu em Pouso Alegre, no interior de Minas Gerais, de onde diz guardar lembranças de discriminação. “A minha infância inteira sofri certas formas de bullying”, lembrou. “O padre do colégio me chamava de delicado, e meus pais, muito católicos, me mandaram estudar fora do país quando era adolescente. Não os culpo. Isso me deu outras oportunidades: fiz faculdade de moda, conheci muita gente importante e me tornei stylist”, disse, sobre o trabalho que desempenhou até agora.

Há dois anos na televisão, Matheus diz que quer se dedicar somente ao quadro Na Moita, no programa Superpop, comandado por Luciana Gimenez, na Rede TV!. “Até como pessoa pública, estou aqui para dizer que não é errado ser assim e que, mesmo depois de tudo que passei, sou gay, sou feliz e estou vivo.”

QUEM: Por que decidiu assumir sua orientação sexual?
Matheus Mazzafera:
Estou aqui hoje, aos 30 anos, para provar que batalhei muito e dizer: “Sou gay e ser gay é normal”. Quero crescer mais na minha vida profissional e pessoal sendo digno e correto. A Luana fez isso comigo, mas não pode fazer. Tem gente que se suicida por causa disso. Estou aqui para dar minha cara a tapa também porque tive uma infância muito ruim: sofri um sequestro aos 14 anos, perdi um irmão de 18 em um acidente de carro, sofri preconceito e tinha medo de falar.

QUEM: Que tipo de preconceito?
MM:
Na escola e em casa. Estudei em colégio católico, e o padre fazia bullying comigo. Nunca tive gosto feminino, de querer usar sapato alto, mas sofri por ser mais sensível. O padre, na sala de aula, falava que eu era delicado. Era horrível, morria de vergonha. Em casa, meus pais eram muito católicos e fui muito reprimido, minha mãe achava que eu era assim por causa da convivência com minhas primas e me proibiu de vê-las. Hoje, minha mãe sabe que o que fazia era errado. A reação deles foi me mandar terminar o high school nos Estados Unidos.

"Tive uma infância muito ruim: sofri um sequestro aos 14 anos, perdi um irmão de 18 em um acidente de carro, sofri preconceito e tinha medo"

QUEM: Qual consequência acha que sua atitude terá?
MM:
Já tiro meu sustento do meu salário na Rede TV!, acho que estou formando minha carreira e é por isso que estou abrindo o jogo. Cobrava 20 mil reais por diária como stylist, mas não quero mais fazer isso. Sou muito novo e o importante é mostrar aos jovens que isso não é errado, dar o exemplo para que eles não tenham medo. Às vezes, o único medo que tenho é de que a gente nunca sabe o dia de amanhã. Vai que eu me apaixone por uma mulher e isso me prejudique... Mas, no mundo, a gente está aberto para tudo.

Do TH
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Operação “Mão de Veludo” prende travestis e suposto cafetão


Os alvos eram travestis e cafetões envolvidos em assassinatos e tráfico de drogas. Policiais da Delegacia de Homicídios, em posse de cinco mandados de prisão, iniciaram na manhã desta quinta-feira (12), a operação “Mão de Veludo”. Foram até a Rua Monsenhor Celso no Centro de Curitiba; também enviaram equipes para a Rua Anne Frank no Boqueirão e até a praça Ouvidor Pardinho no Rebouças.

Cinco pessoas foram presas: Kempz Vieira Guerra, 23 anos (foto acima), e Bruno Cardoso Martins Santos, 23, a "Yasmim" (foto ao Lado), Tiago Henrique Lemos de Andrade, André Luiz Barragana, 42, e Jean Augusto Bastos Prado, a "Bombom".

Eles foram detidos em apartamentos de um prédio da Monsenhor Celso e na Rua Cruz Machado. Com eles foi apreendido maconha, R$ 1.010,00 em dinheiro trocado e celulares.

Kempz é acusado de cobrar R$ 70,00 por noite para os travestis ocuparem pontos dominados por ele, principalmente na Anne Frank e na praça Ouvidor Pardinho. A taxa, paga por cada travesti, seria referente à segurança.

Além disso, segundo a polícia, Kempz seria responsável pelo assassinato da travesti Joana (Ricardo Farias, 41) em 10 de outubro de 2011. Joana estaria tentando tomar os pontos de prostituição que ele teria no Boqueirão. Tiago é acusado de participação no mesmo homicídio. "Bombom" seria a namorada de Kempz, segundo a polícia. Os presos foram encaminhados para a sede da DH.

Do Banda B
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Transexual vai poder participar do Miss Universo Canadá

A organização do Miss Universo Canadá voltou atrás e vai permitir que a transexual Jenna Talackova participe do concurso de beleza desde que apresente alguns documentos, segundo matéria publicada nesta terça-feira, 3, pelo site "Mail Online".

De acordo com a matéria, Jenna terá de providenciar documentos junto ao governo canadense que reconheçam o gênero feminino e que sigam padrões dos concursos internacionais. A decisão de reconsiderar a partipação de Jenna foi anunciada por Michael D Cohen, vice-presidente executivo e conselheiro especial de Donald Trump, o dono dos direitos do concurso.

Um porta-voz de Jenna havia anunciado que ela recorreria à Justiça para garantir sua participação no Miss Universo Canadá. Segundo a organização da competição, Jenna foi desclassificada não por ser transexual, mas por ter mentido ao preencher a ficha de inscrição declarando ter nascido do sexo feminino.

Do Correio da Bahia
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Lea T: Sou uma mulher sortuda

Lea T: Sou uma mulher sortuda - Mudança de sexoA modelo brasileira transexual, Lea T, confirmou nesta segunda-feira (02), ao colunista Bruno Astuto, da revista Época, ter passado pela operação de mudança de sexo na Tailândia. “Agradeço a todos os meus amigos pelo afeto e apoio que recebi nesses dias. Sem eles, não poderia fazer [a cirurgia]. E também da minha maravilhosa família. Sei que é presunçoso, mas me sinto uma mulher realmente sortuda neste momento, obrigada”, afirmou ela.


Recentemente, o pai dela, o ex-jogador de futebol Toninho Cerezo, declarou em entrevista à revista Isto É Gente, que comprou uma calcinha especial para a filha para ela passar o último ano novo.

Fonte: UOL Vírgula - Diario de uma CD

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Primeira travesti a fazer doutorado no Brasil defende tese sobre discriminação

Antes de se tornar supervisora regional de 26 escolas públicas e ingressar no doutorado em Educação da Universidade Federal do Ceará (UFC), Luma Andrade assinou o nome João por 30 anos, foi rejeitada pelos pais na infância, discriminada na escola e, mais tarde, no trabalho.

Na tese de quase 400 páginas que irá defender em três meses, a primeira travesti a cursar um doutorado no Brasil relata a discriminação sofrida por pessoas como ela na rede pública de ensino. Ela também aponta lacunas na formação dos professores.

Criança nos anos de 1970, no município de Morada Nova, a 170 quilômetros de Fortaleza, o único filho homem de um casal de agricultores, era João, mas já se sentia Luma. Em casa, escondia-se para evitar ser confrontada. Na escola, apanhava dos meninos por querer parecer uma menina. Em uma das vezes que foi espancada, aos nove anos, queixou-se com a professora e, ao invés de apoio, ouviu que tinha culpa por ser daquele jeito.

Mais tarde, já com cabelos longos e roupa feminina, sofria de segunda a sexta-feira na chamada dos alunos, ao ser tratada pelo nome de batismo. Não se reconhecia no uniforme masculino que era obrigada a usar. Evitava ao máximo usar o banheiro. Aturava em silêncio as piadas que os colegas insistiam em fazer. “Se a travesti não se sujeitar e resistir, acaba sucumbindo”, lamenta.

Luma se concentrou nos estudos e evitou os confrontos. "Tem momento que a gente quer desistir. Eu não ia ao banheiro urinar, porque eu queria usar o feminino, mas não podia. Então eu me continha e, às vezes, era insuportável”, relembra. Mas ela concluiu o ensino médio e, aos 18 anos, entrou na universidade. Quando se formou aos 22, já dava aulas e resolveu assumir a homossexualidade. Quando contou que tinha um namorado, foi expulsa de casa.

Em 2003, já com o título de mestre, prestou concurso para lecionar biologia. Eram quatro vagas para uma escola estadual do município de Aracati, a 153 quilômetros de Fortaleza. Apenas ela passou. Contudo, o diretor da escola não a aceitou. Luma pediu a intervenção da Secretaria de Educação do Estado e conseguiu assumir o posto.

“Eu não era tida como um bom exemplo”. Durante o período de estágio probatório, tentaram sabotar sua permanência na escola. “Uma coordenadora denunciou que eu estava mostrando os seios para os alunos na aula”. Luma havia acabado de fazer o implante de proteses de silicone. “Eu já previa isso e passei a usar bata para me proteger, esconder. Eu tinha certeza que isso ia acontecer”.

Anos depois, Luma assumiu um cargo na Coordenadoria Regional de Desenvolvimento de Educação de Russas, justamente a região onde nasceu. Como supervisora das escolas estaduais de diversos municípios, passou a interceder em casos de agressões semelhantes ao que ela viveu quando era estudante.

“Uma diretora de escola fez uma lista de alunos que, para ela, eram homossexuais. E aí mandou chamar os pais, pedindo para que eles tomassem providências”. A providência, segundo ela, foi “muito surra”. “O primeiro que foi espancado me procurou”, lembra. Luma procurou a escola. Todos os gestores e professores passaram por uma capacitação para aprender como lidar com a sexualidade dos estudantes.

Um ano depois, em 2008, Luma se tornou a primeira travesti a ingressar em um doutorado no Brasil. Ela começou a pesquisar a situação de travestis que estudam na rede pública de ensino e constatou que o caso da diretora que levou um aluno a ser espancado pelos pais e todas as outras agressões sofridas por homossexuais tinham mesma a origem.

“Comecei o levantamento das travestis nas escolas públicas. Eu pedia para que os gestores informassem. Quando ia averiguar a existência real do travesti, os diretores diziam: ‘tem aquele ali, mas não é assumido’. Percebi que estavam falando de gays”, relata.

A partir desse contato, Luma trata em sua tese de que as travestis não podem esboçar reações a ataques homofóbicos para concluir os estudos.

Mas também sugere que os cursos de graduação em licenciatura formem profissionais mais preparados não apenas para tratar da homossexualidade no currículo escolar, mas também como lidar com as especificidades de cada pessoa e fazer da escola um lugar sem preconceitos.

“Cada pessoa tem uma forma de viver. Conforme ela se apresenta, vai se comunicar e interagir. O gay tem uma forma de interagir diferente de uma travesti ou de uma transexual. O não reconhecimento dessas singularidades provoca uma padronização. A ideia de que todo mundo é ‘veado’”.

A tese de Luma já passou por duas qualificações. Ela está em fase final, corrigindo alguns detalhes e vai defendê-la em julho, na UFC, em Fortaleza.

Do IG


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relação cintura-quadril, e não o índice de massa corporal, é a melhor medida de obesidade

Foi publicado na revista The Lancet que a relação cintura-quadril é melhor que o índice de massa corporal (IMC) para prognóstico de risco de ataques cardíacos para vários grupos étnicos. Se a obesidade for redefinida segundo a relação cintura-quadril ao invés do uso do IMC, a proporção de pessoas com risco de um ataque cardíaco triplica, segundo dados do estudo Interheart.

Baseado no peso e na altura, o IMC não leva em consideração a localização da gordura do corpo, nem quanto de musculatura a pessoa possui, diz Arya Sharma, professor de medicina na McMaster University e co-autor do estudo. Um atleta e um sedentário poderiam apresentar IMC semelhantes.

O estudo Interheart, dirigido por Salim Yusuf da McMaster University em Hamilton, Ontario, contou com uma população de 27.098 pessoas de 52 países, entre elas, europeus, asiáticos, africanos e americanos, incluindo 12.461 que tinham sofrido ataque cardíaco prévio. Os pesquisadores avaliaram se outros marcadores de obesidade, principalmente a relação cintura-quadril, poderiam ser fatores prognósticos de relevância para ataques cardíacos comparados à medida convencional do IMC para diferentes grupos étnicos.

No novo estudo, o risco de um ataque cardíaco aumentou progressivamente uma vez que aumentava o índice de relação cintura-quadril. 20% das pessoas no estudo com os índices mais altos tiveram 2,5 vezes maior risco do que os 20% com os menores índices. Este achado sugere a redução na circunferência abdominal, aumento da musculatura do quadril ou a redistribuição de gorduras no organismo.

No geral, os dados encontrados pelos pesquisadores mostraram medidas de cintura com valor de 90% das medidas do quadril. Os melhores índices foram encontrados na China (88%), seguidos do Sudeste Asiático (89%), América do Norte (90%), África (92%), Oriente Médio (93%) e América do Sul (94%). Cinturas largas refletem a deposição de gordura abdominal e são perigosas, enquanto quadris largos, os quais podem indicar a quantidade de músculo nos membros inferiores, são um fator de proteção.

O estudo diz que os mecanismos de proteção ainda não estão claros. Os autores especulam que fatores hormonais possam influenciar na circunferência da cintura e do quadril, podendo apresentar diferenças importantes na composição de gordura nessas duas áreas. Quadris largos podem ser resultado de massa muscular. Se a dieta leva à perda de massa muscular, pode agir contra os benefícios da perda de peso, dizem os autores.

O Interheart mostrou que o risco da população atribuível à relação cintura-quadril é maior que o risco atribuível ao índice de massa corporal. Os resultados sugerem que as estimativas prévias sobre o efeito da obesidade como fator de risco cardiovascular foram demasiadamente baixas.

A relação cintura-quadril é calculada dividindo-se a medida da circunferência da cintura em centímetros pela medida da circunferência do quadril em centímetros. O índice de corte para risco cardiovascular é menor que 0,85 para mulheres e 0,90 para homens. Um número mais alto demonstra maior risco.

Do News Med
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Travesti preso por tráfico ganha direito de ser ela no meio de presos masculinos

Cassie Wallace, nascido William, tornou-se a primeira travesti presa em uma penitenciária para homens na Escócia.
Mas, ao ser encarcerado por tráfico drogas, ele teve que esconder que se travestia. Cassie evitava tomar banho com outros detentos, para que pudesse, tranquilamente, depilar as pernas.

"Estar entre todos aqueles homens era angustiante. Tomar banho era desconfortável. Eu costumava esperar até bem tarde para que ninguém me visse depilando", contou Cassie ao "Scottish Sun".

Para conseguir "roupas femininas", Cassie cortava os lençóis e fazia os modelos. Mas só usava dentro da cela, onde estava sozinha.

Não dava para esconder por muito tempo, e Cassie conseguiu convencer o diretor da prisão a deixá-lo se travestir. Os advogados do detento haviam argumentado que impedi-lo de se travestir era uma violação dos direitos humanos.

Cassie também ganhou o direito de visitar a sua casa, em Glasgow. Em janeiro, pela primeira vez, a travesti voltou à prisão usando roupas femininas.

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Patrícia Araújo grava filme com Lázaro Ramos e Alinne Moraes

Primeira travesti a posar para o Virgula Girl, a modelo Patricia Araújo, de 25 anos, estará no elenco do filme O Vendedor de Passados, dirigido por Lula Buarque de Hollanda e que traz os atores Lázaro Ramos e Alinne Moraes como protagonistas.

No longa, Patricia dá vida a uma transexual que fala sobre momentos delicados de sua vida e busca uma nova versão para o seu passado. “Fiquei muito feliz quando fui convidada e já gravei as cenas. Pelo que eu pude conferir, o filme será bem delicado e um sucesso”, contou com exclusividade ao Virgula.

Inspirado no livro homônimo do angolano José Eduardo Agualusa, Vendedor de Passados aborda o romance entre Vicente (Lázaro Ramos), um homem que cria biografias alternativas para seus clientes, e uma mulher (Alinne) que busca justificativas para ser conhecida como criminosa.

Em entrevista ao jornal Folha de São Paulo, o diretor falou sobre a participação de Patricia e passado alternado. “Uma travesti pode ter uma necessidade física de mudar de sexo e, a partir daí, mostrar que tem um passado feminino, com fotos, histórias...”.

O lançamento do filme está previsto para o fim de 2012. Patricia também esteve na série A Lei e o Crime (2009) e na novela Luz do Sol (2007), ambas da Rede Record.

Do Virgula
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Sobre este blog

Aqui eu não sou homem ou mulher. Sou um adepto do crossdresing. Sou uma Crossdresser - CD ou CDzinha. Desde os 9 anos, adoro lingeries e roupas sexyes. Levo uma vida normal masculina e tenho uma vida clandestina feminina.

Me proponho aqui a falar um pouco de tudo, em especial das Crossdressers, dos transexuais, dos Travestis e da enorme comunidade
LGBT existente em todo o mundo. Um estilo de vida complicado e confuso (para alguns)... Este espaço também se presta para expor a minha indignação quanto ao ódio e preconceito em geral.

Observo que esse é um blog onde parte do que aqui posto pode ser considerado como orientado sexualmente para adultos, ou seja, material destinado a pessoas maiores de 18 anos. Se você não atingiu ainda 18 anos, ou se este tipo de material ofende você, ou ainda se você está acessando a internet de algum país ou local onde este tipo de material é proibido por lei, NÃO siga 'navegando'.

Sou um Crossdresser {homem>mulher} casada {com mulher - que nada sabe} e não sou um 'pedaço de carne'.

Para aqueles que eventualmente perguntam sobre o porque do termo 'Crossdresser GG', eu informo que lógico que o termo trata das minhas medidas. Ja que de fato visto 'GG'. Entretanto alcunhei que 'GG' de Grande e Gorda, afinal minhas medidas numéricas femininas para Blusas, camisetas e vestidos são tamanho: 50 e Calças, bermudas, shorts e saias são tamanho: 50.

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