Uma Crossdresser Gordinha Complicada e Imperfeita

Moda ‘GG’ já movimenta mais de R$ 4,5 bilhões e abre oportunidades

 Moda GG ou mercado plus size. As confecções especializadas em roupas para gordinhos sempre existiram. A novidade é que, nos últimos anos, elas perderam a vergonha, trocaram de nome e assumiram uma perspectiva mais fashion.
Por isso, essas empresas ganham espaço na preferência dos consumidores e já abocanham um mercado estimado em cerca de R$ 4,6 bilhões pela Associação Brasileira do Vestuário (Abravest). 

E oportunidades não faltam para os pequenos e médios empresários dispostos a investir nesta segmentação de mercado. É o caso da designer de fantasias Lylla Marry, que até pouco tempo simplesmente não tinha percebido esse filão.
“Um dia duas irmãs entraram em meu ateliê. Uma magrinha e a outra gordinha. No fim, enquanto a magrinha tinha encontrado sua fantasia, a gordinha comentou decepcionada: ‘queria tanto ir na festa, mas não existe fantasia para mim’”, lembra a empreendedora.
As clientes foram embora, mas Lylla não esqueceu a cena. Sentou-se com papel e lápis na mão e não parou de trabalhar até desenhar uma coleção inteira para o público GG.
O retorno da clientela surpreendeu a designer. “Vou te falar, o resultado é incrível. A coleção plus size entrou no catálogo da empresa no ano passado e, com ela, ampliamos o faturamento em quase 40%. Vem gente de todo o lado alugar fantasias conosco”, afirma.
O desempenho inesperado motivou Lylla Marry a ampliar a coleção especial, que vai do manequim 46 ao 58. As atuais 100 peça disponíveis (80 delas para mulheres e 20 para homens) receberão cerca de 20 novas opções em breve.
“Vamos crescer e nunca mais parar de trabalhar com esse nicho. Quero introduzir fantasias de princesas, além de coisas sensuais. A mulher plus size não quer se esconder, ao contrário, ela quer coisas pequenas como uma minissaia.”
A história vivida por Lylla não surpreende o professor de marketing da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo (USP), Marcos Cortez Campomar.
Para o especialista, há uma demanda por roupas com medidas especiais. “O brasileiro está engordando”, resume. Campomar destaca ainda a profissionalização do segmento, que por isso mesmo busca naturalmente novos nichos de mercado.
O especialista não se arrisca a fazer previsões mais detalhadas sobre o segmento, o que não quer dizer que ele não o recomende. “De acordo com informações oficiais, notamos que o mercado consumidor para esses produtos é grande.” 

Marcos Campomar refere-se à pesquisas como a do Ministério da Saúde, divulgada no último mês de abril. O relato informa que quase metade da população brasileira atualmente (48,5%) está acima do peso. Os número obtidos pelos pesquisadores em 2011 cresceram quase seis pontos porcentuais nos últimos cinco anos.
Uma pesquisa divulgada nesta terça-feira (29) pelo Instituto Dante Pazzanese reforça esse levantamento do Ministério da Saúde. Ao analisar a ficha de 2,54 milhões de adolescentes paulistas que se alistam no Exército, a instituição concluiu que em 30 anos (de 1978 a 2008) o número de jovens obesos triplicou, subindo de 0,9% para 2,8%.
Roberto Chadad, presidente da Abravest, revela dados que, por sua vez, também ajudam a entender a dimensão do segmento de moda GG. De acordo com ele, o mercado já movimenta R$ 4,6 bilhões – 5% do faturamento integral do setor, estimado hoje em dia em R$ 92,7 bilhões.
Profissional
“Esse mercado esteve durante décadas na informalidade. As costureiras faziam peças por encomenda para os gordinhos. O público GG sempre teve vergonha de entrar numa loja porque não tinha muita coisa para ele e também porque existia preconceito mesmo”, analisa Chadad.
“Com a escassez das costureiras, algumas marcas começaram a assumir o controle e profissionalizar o setor. Eu mesmo estive outro dia em uma feira de negócios para fabricantes e lojistas de moda plus size e fiquei muito animado. As marcas, agora, estão fazendo moda de verdade”, conclui.
A feira visitada por Chadad é a Fashion Weekend Plus Size (FWPS), iniciativa da blogueira Renata Poskus. Ela mantêm há anos uma página na internet onde dedica-se a garimpar lojas e marcas especializadas no público GG. Há três anos, Renata decidiu organizar um evento para apresentar marcas ao público do seu blog.
“Busquei patrocínio dos lojistas para o primeiro evento. Deu certo. Pedi demissão do meu emprego e vivo disso”, conta a empreendedora. “Hoje reunimos 20 marcar de confecções, 40 modelos plus size, além de lojistas. O objetivo agora é que a feira passe a fazer parte do calendário de moda nacional”, revela Renata.
Segmentação
O empresário que investe em mercados específicos, ultimamente, não tem do que reclamar. Há diversas oportunidades, por exemplo, no segmento de casamentos. Por ano, são realizadas 19 mil cerimônias no País e, na esteira dessas uniões, o setor movimentou R$ 12 bilhões em 2011, segundo dados da Abrafesta.
O perfil das mamães que acabaram de ter filhos mudou e também é promissor. Segundo dados do IBGE, o número de filhos por mulher caiu de 2,38 para 1,86. E isso provocou a ampliação dos gastos com produtos específicos para bebês.





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Casais gays colombianos poderão beijar-se em público

Os casais gays colombianos poderão beijar-se e demonstrar seu carinho em público, segundo uma decisão da Corte Constitucional que responde a reivindicação de dois homossexuais expulsos por esse motivo de um shopping de Cali em 2011.
A sentença, divulgada neste sábado no site do tribunal, rejeita a conduta dos encarregados da segurança do estabelecimento que no dia 19 de janeiro de 2011 repreenderam o casal por beijar-se e abraçar-se no local.
'Eu respeito sua forma de pensar, mas vocês têm que comportar-se ou se não têm que retirar-se do centro comercial, porque aqui há famílias e crianças', disse um dos seguranças, segundo o exposto na decisão.
A Corte Constitucional expõe na sentença C-577/11 que 'o tratamento dado pelos guardas pretendia anular ou dominar os jovens homossexuais, apelando por meio de preconceitos sociais e pessoais que seus beijos em público são reprováveis para a tranquilidade, a segurança e a moralidade públicas, ao contrário dos beijos dos heterossexuais'.
Os dois jovens, acompanhados por advogados de organizações que defendem os direitos da comunidade LGBT apresentaram perante a Corte Constitucional seu processo depois de ter sido rejeitado em primeira e segunda instância em abril e maio, respectivamente, de 2011.
A decisão considerou que tanto o shopping como a empresa de segurança devem 'assumir a responsabilidade como particulares por exercer poder de subordinação frente ao casal, pela vulneração especialmente afrontosa que sofreram sobre seu direito à liberdade e à igualdade'.
Além disso, lhes ordenou organizar um curso de formação em direitos humanos para seus funcionários.

Da Exame
 
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Amigos e funcionários do Google fazem vídeo em apoio ao casamento gay

A luta dos homossexuais pela igualdade de direitos no país não parou quando o Supremo Tribunal Federal reconheceu, no ano passado, a união estável entre pessoas do mesmo sexo. Isso porque muitos juízes e cartórios ainda se negam a realizar o processo por falta de legislação específica. Para tentar acabar com a burocracia e promover a igualdade, amigos e funcionários do Google fizeram um vídeo em apoio ao casamento civil gay.

O trabalho da produtora Maria João Filmes mostra depoimentos de pessoas homo e heterossexuais com argumentos que questionam as dificuldades de um casal gay se unir no âmbito civil. Em suas falas, eles mencionam a discriminação, a importância da igualdade, a laicidade do estado e a dignidade social.
Além do reconhecimento da união estável, eles pedem mais: o mesmo nome para o casamento – independentemente de quem está se casando. “Eu não fico confortável com essa história de ter um nome diferente. Por que diferente? Se é o casamento de um homem branco com uma mulher negra, por acaso a gente vai dizer que é uma união civil inter-racial? Precisa dizer? Precisa desse adendo? Se não precisa aí, por que precisa para mim?”, afirma um entrevistado.
Na última semana, um passo foi dado em direção a essa igualdade, com a aprovação do projeto de lei da senadora Marta Suplicy (PT-SP) pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH). Segundo o projeto, a união estável entre casais homossexuais será incluída no Código Civil e pode ser convertida em casamento civil – o que deve reduzir as dificuldades para a união homossexual.
No entanto, para que isso aconteça na prática, o projeto ainda deve ser aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), e passar pelo plenário do Senado e pela Câmara dos Deputados. Confira a seguir o vídeo produzido pelos amigos e funcionários do Google em defesa dessa causa.


Fonte: Exame
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Nova Schin: Associação de travestis pede retirada de anúncio

A Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Travestis, e Transexuais (ABGLT) enviou um comunicado ao Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar) solicitando a imediata retirada do ar do comercial “Festa de São João”, da empresa Nova Schin. Por meio de nota, a associação afirma que “a população de travestis é entre as mais discriminadas no Brasil e que o comercial contribui para referendar e banalizar essa discriminação, ridicularizando a personagem travestida”.
O comercial mostra uma Festa de São João onde um homem supostamente se apaixona por uma mulher, mas após fazer uma “análise” percebe que trata-se de um travesti. A ABGLT afirma que “o homem travestido de mulher é objeto de escárnio, piada e deboche”, no momento em que o narrador afirma que ele “de noite era Maria e de dia era João”.
No comunicado, a associação afirma que “para entender nosso posicionamento, bastaria ridicularizar a personagem do comercial por causa da cor de sua pele ou por causa de sua raça, para perceber que o conteúdo é discriminatório”. E ainda diz entender que “é preciso ter bom humor, mas não se deve utilizar-se da fragilidade de uma população para vender um produto. Isto não é condizente com o preceito constitucional da dignidade humana”.
O Terra entrou em contato com a Schincariol, produtora da cerveja Nova Shin, mas ainda não obteve um posicionamento da empresa em relação ao comunicado da ABGLT.

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Maid = Doméstica


Luiz não gostava de BDSM.
Seu impulso fetichista não passava por pés, saltos, látex, nada disso. Muito menos tinha o pensamento lotado de coisas bizarras. Ele era viciado em empregadas domésticas.
Quem lê pode achar normal, básico. No entanto, ele abraçou a “causa” na adolescência e nunca mais se livrou do vício porque simplesmente nada funcionava se não houvesse a relação com uma empregada doméstica de verdade.
Os mais próximos, a quem confessava suas taras, lhe davam conselhos. Eu mesmo sugeri que ele pedisse à namorada que se vestisse como tal. Há fantasias aos montes à venda, coisa simples. Mas ele sempre foi resoluto e fazia de tudo pra sair com uma empregada doméstica real, e segundo as más línguas, chegava a pedir a carteira assinada – fato que acho folclore.
E ele não pirava no uniforme. O barato era a profissão mesmo. Houve um tempo em que andou saindo com uma garota e garantiu que era “meio-doméstica” por se tratar de uma babá.
Durou certo tempo, mais ou menos alguns anos em que ficamos sem contato.
Pode ser que esse caso tenha a ver com impulsos colhidos na fase adolescente. No caso do Luiz, foi tão forte que ele não achava a libido em outro parâmetro. A pessoa se liga de tal forma em suas relações primitivas que se torna complicado aceitar o reverso da moeda.
Na única vez que aceitou ter uma relação com uma mulher que não era doméstica o tiro foi curto. Na verdade ele abriu o jogo, foi claro e ela topou a aventura ao ponto de esperar pelo cidadão munida de artefatos de limpeza e, segundo ele mesmo afirma, esfregava o chão pra criar o tal clima que ele precisava pra entrar em alfa.
E cá pra nós, boa vontade não faltou.
Entretanto, a onda fetichista do sujeito era outra e as coisas não progrediram.
Entendo que o fetiche e o fetichista formam uma relação inseparável. É fato. Mas se não houver compreensão de quem tem a fantasia quanto ao mundo em sua volta tudo vira uma clamorosa doideira e explode em lances infelizes sem remendo.
Porque algumas fantasias são desprovidas de quorum.
Alguém pode levantar uma questão até certo ponto banal. Por que o Luiz não se casou com uma doméstica? Perfeito, também pensei assim. O problema é que o ilustre fetichista chegou a namorar com domésticas em algum ponto dos seus cinqüenta e poucos anos de idade e a idéia de manter essa relação passava direto pelo fato de terem que deixar o emprego. Complicado...
O cara flertava, saia com a empregada doméstica e depois não aceitava que ela seguisse em seu trabalho. Nesse caso, das duas uma: ou o Luiz é um demente completo, ou apenas imagina a vida sem um compromisso, ou ainda, tem algum problema passível de tratamento.
Alguém chegado me garantiu que além do casamento o relacionamento mais longo com uma empregada doméstica real não passou de seis meses. Dizem às fontes que tinha tudo pra dar certo, as coisas estavam a mil por hora, porém, a moça era empregada de sua irmã e com receio da noticia se espalhar com força na família ele abriu mão de ser feliz.
Seria mais fácil se o Luiz gostasse de amarrar na hora do sexo, flertasse com uns tapas aqui ou lá ou babasse por pés. Mas ele foi parar noutra vertente e complicou sua guerra.

Semana passada em meio a compromissos intermináveis aqui na empresa que me impediram de postar por dois ou três dias topei com o Luiz. A mesma atmosfera de quase trinta anos atrás e ainda os mesmos sonhos, planos e dúvidas. Batemos um papo rápido num café aqui perto, no Centro, e ele deu mostras de que não abre mão do que ele hoje chama de consciência fetichista. 
Assume a tara na maior naturalidade e insiste em suas convicções.
Toda consciência fetichista é legitima. Concordo. Mudar o rumo é complexo. Os anos de convivência com as fantasias são responsáveis 

pelo aprisionamento do fetichista às suas práticas, mas cabe a quem tem o entendimento do óbvio, lutar para que haja uma adaptação a sociedade em que se vive.
Toda realidade que a fantasia exerce sobre o fetichista quando bem desenvolvida, pode ter início num grande teatro onde ele desenvolve suas melhores obras.
 
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Fotos de Travolta vestido de mulher reveladas por jornal

E segue a telenovela John Travolta. Depois das acusações de assédio sexual feitas por dois massagistas, o jornal norte-americano National Enquirer publica fotos do ator vestido de mulher. Travolta é ainda é acusado de manter um casamento de fachada para esconder a sua homossexualidade.

Não são propriamente novas, as fotos que fazem capa da última edição do tablóide norte-americano National Enquirer, que apresentam John Travolta vestido de mulher, de peruca loira e maquilhado, numa festa que terá acontecido... em 1997.
O jornal avança, ainda, que foi desta que a mulher de Travolta, Kelly Preston, se fartou de vez dos rumores e que o casal se separou. E cita uma fonte próxima de Preston: "Ela aturou a vida dupla dele durante décadas. O facto destas polémicas se terem tornado públicas é humilhante e está a destruí-la."
O National Enquirer falou ainda com Vikki Lizzi, ex-companheira do falecido ator Jeff Conaway, que contracenou com Travolta em 'Grease', há mais de 30 anos. Segundo Lizzi, em 2006, Jeff deixou-lhe uma carta, antes de uma tentativa gorada de suicídio, em que contava como tinha acordado, uma noite, com Travolta a tentar praticar sexo oral consigo. O episódio terá acontecido ainda na década de 90 e resultou no final da amizade entre os dois atores.
Vikki Lizzy remata: "O casamento de John Travolta com Kelly é uma fachada. Ela sabe que ele é gay."
Há poucos dias, Kelly fez uma demonstração pública de apoio ao marido, através da publicação, no seu site, de um video com imagens de família, que lhe terá sido dedicado por John para a assinalar o Dia da Mãe.
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Posição de Obama sobre casamento gay influi na opinião pública


A declaração de apoio do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, ao casamento homossexual pode ter levado alguns norte-americanos, especialmente negros e hispânicos, a reconsiderar sua oposição a isso, como revela uma pesquisa Reuters/Ipsos divulgada nesta sexta-feira.
Em 9 de maio, Obama se tornou o primeiro presidente dos Estados Unidos a se posicionar favoravelmente ao casamento entre pessoas do mesmo sexo. Democratas, ativistas e outros viram nisso um marco nos direitos civis do país, enquanto líderes republicanos e conservadores cristãos criticaram Obama por inserir um tema tão polêmico na campanha eleitoral deste ano.
A pesquisa pergunta aos entrevistados se eles são contra o casamento homossexual, se apoiam uniões civis homossexuais, se apoiam o casamento homossexual ou se não têm opinião formada.
A manifestação de Obama parece ter tido impacto particularmente entre os afroamericanos. Antes de 9 de maio, 34 por cento dos negros se opunham ao casamento homossexual. Agora, só 23 por cento são contra.
Nesse grupo, o apoio às uniões civis subiu de 19 para 28 por cento, mas o apoio ao casamento homossexual propriamente dito caiu de 31 para 29 por cento. O número de indecisos subiu de 16 para 21 por cento.
"Os norte-americanos negros são um eleitorado crucial para o presidente com vistas a novembro, e essa mudança de atitudes é uma boa notícia para Obama. Se ele conseguir liderar e formar a opinião, ao invés de apenas reagir a ela, poderá governar mais efetivamente caso obtenha um segundo mandato", disse Julia Clark, do instituto Ipsos.
Obama é o primeiro presidente negro dos Estados Unidos.
Entre os hispânicos, maior minoria dos Estados Unidos, potencialmente decisiva em alguns Estados eleitoralmente estratégicos, o apoio ao casamento gay saltou de 46 para 51 por cento depois da fala de Obama. A oposição hispânica à prática caiu de 23 para 20 por cento.
Entre os brancos, a oposição ao casamento gay caiu apenas dois pontos percentuais, de 27 para 25 por cento, e o apoio cresceu na mesma medida, de 39 para 41 por cento.
A análise dos dados gerais da população, combinando os três grupos étnicos, não estava imediatamente disponível.
Os dados foram recolhidos pela Internet, numa pesquisa feita diariamente pela Ipsos para a Reuters. Eles levam em conta todas as entrevistas feitas desde janeiro de 2012. A pergunta sobre o apoio ao casamento homossexual consta desde o início da série.

Do Terra
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Discriminar mulher, homossexual ou nordestino será crime inafiançável.

http://4.bp.blogspot.com/_6MH7jcaHWlk/Ss4sXXKSLkI/AAAAAAAAAXA/glf5Z-_9LYY/s320/dia+do+nordestino.gifA Comissão Especial de Juristas encarregada de elaborar proposta para um novo Código Penal aprovou na última sexta-feira (25) a alteração do artigo da Lei, conhecida como Lei do Racismo, para proibir a discriminação também por gênero, opção sexual e procedência regional. O texto já prevê a punição para “discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”.


A proposta leva para o anteprojeto de revisão do Código Penal a criminalização da homofobia, prevendo para este tipo de prática as mesmas penas já existentes para a discriminação de raça ou de cor.

Se a proposta for aprovada pelo Congresso Nacional, passa ser prática criminosa, por exemplo, impedir um travesti de entrar em um estabelecimento comercial ou um aluno transexual de frequentar uma escola.

Também ficam proibidas as incitações ao preconceito e as manifestações ofensivas através de meios de comunicação, como a internet.


A proposta tornaria claro o que fazer em relação a casos como o da estudante Mayara Petruso, condenada este mês a um ano e meio de prisão por ter divulgado ofensas contra nordestinos em redes sociais.


As penas previstas para esses crimes continuam as mesmas expressas na lei, variando de um a cinco anos de
prisão. 

Da Agência Senado - Via Athos GLS 
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Carol Marra: 'Ser mulher transcende uma vagina'

A modelo transexual Carol Marra foi o destaque do desfile do estilista Victor Dzenk nesta quarta-feira, 23, no Fashion Business. Antes de pisar na passarela montada no Complexo Esportivo da Rocinha, no Rio, Carol conversou com a imprensa e disse não se importar com a curiosidade do público em vê-la desfilando de maiô, por ser transexual.
"Sei que não sou convidada por isso, mas por minha capacidade profissional. É claro que todo mundo fica tentando imaginar como consegui esconder meu órgão sexual, as pessoas gostam do burburinho. Mas o bom de ter testosterona é que não vão ver nenhuma estria ou celulite", disse ela, que ainda não fez a cirurgia de mudança de sexo por falta de tempo.
"Quero me sentir plena, mas sei quer ser mulher transcende uma vagina. O transexual é uma alma feminina num corpo de homem", disse.
Com 24 anos, Carol, que é também jornalista e se vangloria por ser "a primeira repórter transexual da TV brasileira", lamentou ainda fazer parte de uma minoria no mundo da moda e falou sobre a vontade de casar na igreja e de adotar uma criança. 
"Nunca me prostitui, sou de família e me acho bonitinha. Um dia o príncipe vai aparecer e quero casar vestida de noiva, com tudo que tenho direito. Acho que esse é o sonho de toda mulher", disse Carol, que está solteira.

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'Me sinto com a roupa do avesso', diz Carol Marra sobre sexualidade

Carol Marra precisou de 22 anos para se descobrir e assumir - sobretudo para seus pais - que é transexual. Hoje, aos 24, ela não precisa mais fazer do porta-malas de seu carro um camarim para sair vestida de mulher às escondidas, mas ainda trava uma batalha contra o espelho. "Me olho e me sinto com a roupa do avesso. Não gosto nem de tirar a calcinha, não me sinto a vontade", confessa a modelo, que ainda não fez a cirurgia de mudança de sexo por falta de tempo.

Um dos destaques da Fashion Rio Verão 2013 - semana de moda carioca que termina neste sábado, 26 - Carol Marra recebeu o EGO para um bate papo exclusivo, durante o qual se emocionou ao relembrar as dificuldades da infância e a luta pela superação de preconceitos.
Chamada de "mulherzinha" e de "bichinha" no colégio, Carol conta que não ia ao banheiro na hora do recreio porque temia ser agredida pelos meninos de sua turma. "Voltava do intervalo e pedia à professora para ir ao banheiro, mas ela não deixava. Muitas vezes fazia xixi na calça. Era 'bullying' total", relembra.
Se no colégio a sensação era de solidão, em casa a modelo contava com uma "companhia" especial: a de Xuxa. "Meu mundo era meu quarto. Me trancava, ligava a TV e descia da nave com ela.  A Xuxa dizia muito para a gente acreditar nos nossos sonhos, aquela história toda... Você não tem ideia do quanto ela foi importante para mim. Ela era minha amiga ali, no meu mundo", conta a modelo, sem conter as lágrimas.
"Na adolescência foi ainda mais complicado, porque eu conhecia outros garotos, que eram gays, mas não sentia atração por eles. Nunca fiquei nem com mulher. Se me virem grudada com alguma, separa que é briga (risos). Eu sentia atração pelos namorados das minhas amigas e aquilo era muito louco", relembra.

Confira a entrevista  completa de Carol Marra para o EGO:
Carol Marra (Foto: Marcos Serra Lima / EGO) 
Carol Marra (Foto: Marcos Serra Lima / EGO)

EGO: Você era jornalista, antes de se tornar modelo. Como surgiu o convite para fazer esse tipo de trabalho?
Carol Marra: Percebi que não queria falar de buraco de rua e de declaração de imposto de renda. Sempre quis trabalhar com moda e surgiu a oportunidade de fazer produção de moda. Os fotógrafos com que eu trabalhava me diziam que eu era bonita, que eu tinha um ângulo bonito. Um dia cedi ao convite de um deles e aí apareceram outros querendo me fotografar também. Mas eu brincava de ser modelo, não era profissional. Nunca planejei isso.
Como você, que estava acostumada a viver atrás dos holofotes, está lidando com essa superexposição?
Amo salto alto, mas tenho meus pés no chão. Não me deslumbro com a fama. Mas minha vida está sendo muito invadida. Qualquer relacionamento que eu tenha se transforma num circo. Foram revirar meu passado e viram que eu namorei com um jogador de futebol que hoje está na Seleção Brasileira. Mas não tem como apagar meu passado e nem tenho tenho uma história feia para esconder, muito pelo contrário. Nunca me prostitui, apesar de não condenar quem faz isso. Às vezes, as famílias não aceitam e muitas transexuais vão para a rua como uma forma de sobrevivência. Você daria trabalho para uma faxineira 'transex'? Não daria. O que a mídia divulga é que a transexual é a marginal da esquina, que se prostitui, e não são todas que são assim. Tive sorte de ter uma família boa, que me deu tudo.
Você conta para os caras que conhece na noite que você é transexual antes de dar o primeiro beijo?
Acho que não tenho que me apresentar mostrando meu RG. Conheci uma pessoa recentemente, mas não contei. Ele ficou completamente apaixonado, falou que eu era a mulher da vida dele e praticamente moramos juntos em São Paulo durante três semanas. Eu dava pistas, dizia que tinha saído em determinada revista, mas ele não lia. Ele me respeitava muito, queria uma namorada para casar. Claro que a gente sentia desejo, mas não rolava sexo porque eu queria contar pra ele antes. As pessoas devem achar isso uma loucura, mas é muito difícil. Só quem vive é que sabe.Foram 22 anos de sofrimento. Tirei um peso das minhas costas", sobre a decisão de se assumir transexual.

E como ele descobriu?
Um amigo viu uma matéria e mostrou para ele. Muito educadamente, o cara me disse que estava trabalhando muito e que tinha uma outra pessoa. Mas eu sei que é mentira. Infelizmente ele ouviu a opinião dos amigos, e não o coração. Fiquei com um sentimento de rejeição. Eu disse 'você me ama ou ama o que tem entre as minhas pernas?'.
Mas já aconteceu de você contar antes de rolar alguma coisa?
Outro dia conheci um cara na balada, que era um desses Mister da vida. Ele me reconheceu, disse que eu era mais bonita pessoalmente e que era livre de qualquer preconceito. Pegou na minha mão, me levou para o camarote e ficou comigo na frente dos amigos. Mas eu sabia que não era um cara para namorar, que era só  para uma noite.
Como foi o momento em que você decidiu contar para os seus pais que era transexual?
Eu me perguntava até quando eu iria viver uma mentira para tentar satisfazer meus pais. Mas sabia que eu me assumir 'trans' para eles seria uma agressão. Por outro lado, eles já são de idade, eu ia deixar de viver a minha felicidade para viver a felicidade dos meus pais? Isso é injusto. Há dois anos fomos ao psicólogo e contei. Foram 22 anos de sofrimento. Tirei um peso das minhas costas. Para os meus pais foi um choque, porque eles achavam até que eu seria gay, mas nunca transexual.
E hoje eles já aceitam melhor sua decisão?
Na época, minha mãe disse que não queria me ver vestida de mulher, mas hoje em dia até me vê desfilar. Sei que meu pai sofre calado, que é muito doloroso para ele. Pai e mãe não querem que os filhos sofram preconceito. Mas hoje eles viram que se eu estou numa esquina, não é para me prostituir, mas para posar para uma revista, um jornal... Todo mundo esperava que meu final fosse uma esquina qualquer da vida. E eu provei que não foi.
Carol Marra (Foto: Marcos Serra Lima / EGO) 
Carol Marra (Foto: Marcos Serra Lima / EGO)
 
Por que você ainda não fez a cirurgia de mudança de sexo?
O trabalho está muito intenso e eu não posso recusar as oportunidades que estão aparecendo para fazer a cirurgia. O pós-operatório é muito doloroso, mas falta isso para eu me sentir plena. Não quero fazer pelos outros. Meu psicólogo me diz que não é uma vagina que faz uma mulher. Até porque um homem tem que gostar de mim pelo que eu sou, e não pelo que eu tenho entre as pernas.
Quando as pessoas te olham desfilando de biquíni, é natural que elas imaginem como você consegue "esconder" o pênis. Como você aprendeu a fazer isso?
Temos uns truques. Aprendi conversando com uma, com outra. É supersimples, muito fácil. Além disso, de tanto tomar hormônio, você vai ficando com um corpo feminino também. A genitália atrofia muito, diminui. Até para fazer a cirurgia fica mais fácil.
Já te disseram que você é muito parecida com a Lea T? Vocês se conhecem?
Todo mundo diz isso. Eu a conheci no Rio há um ano, fomos juntas para uma balada. Ela é superdivertida, um amor, mas nunca mais tivemos contato. Adoraria poder encontrá-lá de novo. É uma pena que a imprensa tenha até criado uma rivalidade entre a gente. Acho que todo mundo tem direito a oportunidade. Parece que tudo que ela faz eu quero copiar, e não é assim. Eu quero sair da sombra da Lea. Cada modelo tem sem foco, sua carreira. 
Você se acha uma mulher bonita?
Tem dias que eu me acho a mulher mais feia do mundo e tem dias que saio de casa me sentindo poderosa. Eu posso estar ali na esquina que todos olham para mim.
Se pudesse trocar essa vida de glamour por um grande amor, não pensaria duas vezes"
Carol Marra
De onde surgiu o nome "Carol Marra"?
Marra é meu sobrenome de batismo e Carol foi um amigo maquiador que me batizou. A Carol não surgiu, ela sempre esteve em um lugar guardadinha dentro de mim.
Você está solteira? Sonha em se casar?
Estou solteira, mas sonho casar na igreja, acordar de manhã e levar o café da manhã na cama para o meu maridinho, deixar os filhos na escola. Se pudesse trocar essa vida de glamour, de passarela, que eu amo, por um grande amor, eu juro que não pensaria duas vezes. A gente tem carência de um colo para dar carinho. É tanta pedra que atiram... É inevitável que se uma pessoa de trata com respeito, com carinho, você se apegue.
O que você pretende fazer quando seu prazo como modelo expirar?
A carreira de modelo é curta e eu não tenho mais 17 anos. Estou aproveitando as oportunidades. Mas sou atriz e estou fazendo curso de TV e cinema, para estar preparada para convites para cinema e novela. Quero que as pessoas me dêem oportunidade, que me chamem para testes. Vou mostrar meu potencial.
 
Do Ego - Via Paraiba Online

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Minissaia, espartilho ou salto alto?

Toda semana trarei uma novidade exclusiva do Clube Sexy Hot pra vocês. O canal de TV a cabo que pertence a Playboy do Brasil Entretenimento faz sempre enquetes e pesquisas sobre sexo com seus telespectadores e, algumas delas, têm a nossa cara. Foram eles que, na semana passada, divulgaram o dado de que o número de mulheres que assistem a programas eróticos na TV já passou o de homens.

Aliás, gostaria de agradecer às leitoras que comentaram o post, dando sugestões e idéias para melhorarem a qualidade dos filmes pornôs. Esse espaço é tão meu, quanto de vocês, por isso, não deixem de escrever! A sexy new de hoje é que, quando intenção é vestir para matar, devemos ficar muito mais atentas ao que colocamos em nossos pesinhos. 

Um estudo feito na semana passada com 1509 homens que assinam o canal mostrou que para os rapazes a peça mais excitante do guarda-roupa feminino é o sapato de salto-alto (38,24%), seguido da mini-saia (32,74%). O espartilho, quem diria, ficou em terceiro lugar no ranking, com 29% dos votos.
Como estranhei o fato de calcinhas e sutiãs não entrarem na brincadeira, queria sugerir que vocês perguntassem para os meninos mais próximos (namorados, pretendentes ou até irmãos) qual é a peça de lingerie mais sensual na opinião deles. Vamos lá? 



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Cientistas estudam salto alto para desenvolver próteses mais eficazes

Mulheres que usam salto alto e avestruzes têm contribuído, sem querer, com o avanço científico ao mostrar aos cientistas como desenhar uma perna protética mais adaptada ao caminhar, revela um estudo que será publicado nesta quarta-feira.

As melhores próteses para amputados acima dos joelhos e para robôs humanóides não funcionariam como uma perna humana, afirmam os cientistas, mas como um avestruz ou os membros sintéticos usados pelo velocista sul-africano Oscar Pistorius.
"Agora parece que fazer pés protéticos, pelo menos para caminhar, copiando demais os pés humanos pode ser um equívoco", disse à AFP o autor do estudo, Jim Usherwood, da escola Real de Veterinária de Londres.
"Se você quer fazer um bom pé protético, mas não se importa com a aparência, deve colocar a estrutura motora, neste caso, o tornozelo, na parte mais superior da perna", acrescentou.
Mais acima, o tornozelo "pode fornecer força sem fazer o pé ficar pesado e difícil de lançar para frente e para trás", acrescentou.
Usherwood e sua equipe descobriram que a forma humana de caminhar - pisando no calcanhar, 'saltando' para a perna estacionária e depois usando os dedos para empurrar, foi a mais econômica em vista da forma dos nossos pés - um desenho que, de alguma forma, não faz sentido.
Este método de caminhada é "muito incomum" fora da família dos hominídeos, formada por símios e humanos. Outros animais bípedes, como os avestruzes, não têm calcanhares que tocam o chão, mas tendões extensivos que atuam como molas.
O desenho do pé humano evoluiu para acomodar nossas necessidades remotas de sobrevivência, tanto para caminhar quanto para correr com rapidez, e permanece inalterado mesmo depois de termos perdido a necessidade de correr para caçar presas ou fugir de predadores, segundo o estudo que será publicado no periódico Royal Society Interface.
Os cientistas observaram que as mulheres que usam salto precisam balançar as nádegas para se manter no padrão "pisa, salta, empurra".
"O pé humano normal e a postura calcanhar-sola-dedos têm a vantagem de reduzir a carga sobre os músculos que dão impulso (panturrilha) e as estruturas que absorvem o impacto (tíbia)", destacou em um comunicado.
"Este é um benefício, uma vez que os músculos usam energia em contraposição à força. Mas os músculos motores, não. Sendo assim, os protéticos e a robótica não devem copiar o pé humano", acrescentou.
O estudo concluiu que "pés menos similares aos humanos permitiriam os benefícios de um caminhar humano mais natural, no qual os passos são dados com relativa rapidez, permitindo passos relativamente curtos em velocidades de caminhada altas".
Apelidado de 'Blade Runner', Pistorius, amputado das duas pernas, tem sido o centro de uma polêmica, recebendo críticas segundo as quais suas pernas protéticas de fibra de carbono lhe dariam uma vantagem sobre atletas com membros inferiores em competições mistas.

Fonte: AFP

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Jenna Talackova perde concurso de Miss Universo Canadá


Depois de muita polêmica, a transexual Jenna Talackova finalmente desfilou no Miss Universo Canadá, nesta quinta-feira. O concurso foi promovido na cidade de Toronto e contou com desfile com trajes de gala e biquíni.

Jenna chegou a ser eliminada do concurso quando sua transexualidade foi descoberta. Um das regras afirmava que todas as participantes deviam ter nascido com o sexo feminino e a loira tinha passado pela cirurgia de troca de sexo quando tinha 19 anos.

Após grande comoção mundial, os organizadores do concurso voltaram atrás e aceitaram a participação da moça. "Estamos felizes em avisar que, após mais de duas semanas de conversa, a organização do Miss Universo está finalizando uma mudança em sua política, que vai permitir a participação de transexuais no concurso”, afirmaram.

Jenna Talackova, a candidata transexual do Miss Universo Canadá, perdeu para a mulher Sahar Biniaz, no evento que aconteceu na noite deste sábado (19), em Toronto. A modelo era a favorita a vencer o concurso, mas ficou somente com o segundo lugar e levou o prêmio de Miss Simpatia.


Ela foi a primeira transexual a participar do Miss Universo Canadá. Jenna chegou a ser suspensa, mas a organização do concurso voltou atrás e permitiu que ela participasse da competição.


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Carol Marra: A primeira repórter transexual em programa feminino


Pela primeira vez na história da televisão brasileira uma transexual se tornou repórter de um programa feminino. No programa Mulheres (TV Gazeta), a modelo mineira Carol Marra se destacou em um quadro, e foi convidada para desenvolver reportagens especiais sobre cultura, gastronomia e, claro, moda.
Formada em jornalismo, Carol foi descoberta no Fashion Rio 2011, entrou para o casting a agencia Wool Agency, participou de vários desfiles e, agora, se diz realizada com a oportunidade na TV. “O convite surgiu pelo meu talento e capacitação profissional, não pela minha condição sexual”, diz a top.
Ela falou ao E+:
http://veja.abril.com.br/assets/images/2012/5/77525/carol-marra-size-598.jpg?1336182435Depois de um ano modelando, diria adeus à carreira nas passarelas pela carreira de apresentadora?Nunca planejei ser modelo, aconteceu por acaso e abracei essa profissão com carinho e dedicação. Mas, diferente das outras modelos, eu comecei tarde na profissão. Não tenho mais 17 anos, tenho 24. Portanto, quero aproveitar as oportunidades e, até quando der, me dedicar a outras coisas sem abandonar as passarelas. 
Como surgiu o convite para ser repórter especial da TVGazeta? O diretor Rodrigo Riccó assistiu a entrevista que fiz ao programa e me achou articulada e desenvolta. Quando soube que eu era jornalista, fez o convite para o quadro Repórter Por um Dia. Acabou que já apresentei cinco matérias para o programa (ri). Acho que me saí bem, pois a produção elogiou bastante. Sinto que nasci pra isso, amo me comunicar, amo televisão.
Quais pautas você irá abordar no programa? A princípio, sou uma repórter especial, faço pautas de comportamento e cultura, mas não tenho nada definido. Fiz a cobertura da pré-estreia do musical Tim Maia, a exposição de Marylin Monroe, matérias de gastronomia e sobre o Minas Trend Preview, que é a primeira semana de moda no calendário da moda do Brasil. Tenho ideias de um quadro fixo. É um projeto que vou apresentar à direção do programa.
O programa se chama Mulheres. Isso lhe deixa lisonjeada?Me sinto lisonjeada pelo convite, porque sei que sou competente e capaz, não por ser transgênera. Penso que o convite da emissora surgiu pelo meu talento e capacitação profissional, não pela minha condição sexual. Uma mulher não se resume a uma genitália. Ser mulher é algo grandioso, está na alma, é ter uma sensibilidade especial.
Já assistia ao Mulheres anteriormente?Assisto a Cátia Fonseca (apresentadora do programa) desde quando era criança, no programa Note & Anote, da Record. Eu adorava as aulas de artesanato, já fiz  algumas travessuras em casa. Gosto desses programas femininos, embora não tenha tanto tempo para assistir por conta da carreira de modelo.
Diante de tantas apresentadoras, o que acha da Cátia?http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cs/928/1236/0/0/301/401/img.terra.com.br/i/2012/01/24/2196304-7084-rec.jpg
Ela é uma pessoa incrível, de uma sensibilidade e alegria que nos contagia. Passei uma tarde no estúdio e é impressionante o poder de comunicação dela, que não usa o TP (telemprompter, aparelho que a apresentadora lê em frente das câmeras). Ela é gente como a gente, não tem frescuras, por isso é tão querida e respeitada.
Como os telespectadores encaram uma repórter transexual?Por incrível que pareça, recebo muito carinho do publico. Só mensagens de incentivo e elogio. Cada dia mais percebo que donas de casa, mães de família  me respeitam e  admiram o meu trabalho. É impressionante: onde achei que teria uma barreira e preconceito, não encontrei. Isso se deve pela minha conduta profissional séria. Não quero ser uma repórter palhaça,  caricata. Quero mostrar conteúdo, de forma leve, sem ser pedante.

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"A beleza pode ser uma arma para se machucar", diz Charlize Theron


Poucas atrizes podem falar com tanta autoridade sobre beleza como Charlize Theron, que nesta quinta-feira apresentou em Madri seu novo filme, "Branca de Neve e o Caçador", e advertiu que "a beleza pode ser uma arma para se machucar".
Nesta nova abordagem do célebre conto dos irmãos Grimm, que destaca os tons mais obscuros da história e aponta para a moda da fantasia épica e medieval, Charlize desenvolve a complexidade de sua personagem, a madrasta Ravenna, tomada pela inveja e obcecada pela juventude eterna.
"Esta história foi escrita no século XVIII e ainda hoje ressoa para muitas mulheres essa tirania da beleza. É algo que, em particular nas mulheres, deve parar. Ravenna é uma vítima de toda essa pressão. Ela fere a si mesma praticamente a cada dia", explica a atriz e modelo em entrevista à Agênca Efe.

Charlize, que se rebelou contra sua própria beleza em "Monster - Desejo Assassino" e foi premiada com um Oscar, apresenta neste filme o lado mais vulnerável dessa aterrorizante madrasta, que enfrenta a indestrutível pureza da Branca de Neve, interpretada por Kristen Stewart.
"Branca de Neve e o Caçador" nasce com a intenção de ser uma trilogia e procura surpreender criando chamarizes dos elementos mais reconhecíveis da história dos irmãos Grimm, como o espelho, a maçã e esse caçador (vivido por Chris Hemsworth) que, ordenado a conseguir o coração da protagonista, terá um envolvimento emocional inesperado.
"O que gosto nesta história é a personagem da Branca de Neve, que vive em sua própria pele e escreve seu próprio destino sem se submeter a nenhuma escravidão", ressalta Charlize. Para ela, apesar da solenidade estática de sua personagem em muitas das cenas do filme, nada tem a ver com seu trabalho como modelo, apesar de o diretor, Rupert Sanders, ter trabalhado com publicidade anteriormente.
Nessa rivalidade feminina e no desejo de vingança de sua personagem, que acabarão se transformando em uma guerra entre reinados, Charlize encontra também uma reflexão sobre como as relações pessoais acabam sendo o motor que rege a história dos povos.
"A inveja e a vingança são comportamentos humanos e atributos dos quais nunca pudemos nos desfazer desde os tempos antigos. Toda a mitologia está sempre baseada na vingança. Olho por olho. Mas essa parte do homem não deveria ser a que nos domina", afirma.
"Acho que fazer essas qualidades humanas mais visuais através do cinema, especialmente no que se refere às mulheres, é a maneira de nos colocarmos no lugar do outro e tomarmos as melhores decisões a respeito", acrescenta.
A história com o tempero da animação de Walt Disney e transformada em uma comédia infantil em "Espelho, Espelho Meu" agora passa a ter uma vocação adulta que, contudo, não deixa de ser um filme para todos os públicos, enfatiza Charlize.
"Sou uma mãe principiante e não quero dizer a ninguém como educar seus filhos", lembra a atriz, que, no entanto, reconhece: "Eu não fui educada em um mundo de fantasia e estou muito agradecida por isso. É o que agora tento transmitir a meu filho. Acredito que não podemos apreciar a luz se não entendemos a escuridão".

Do BOL
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Crossdresser: 'As Menininhas em Segredo' (Homens que usam calcinha)

Na maior parte do tempo, eles se comportam como homens héteros. São até casados. De vez em quando, porém, gostam de usar calcinha e serem tratadas como fêmeas. As "menininhas  , como são chamadas, violam os limites da orientação sexual e da identidade de gênero. "Sou um cara estranho com fetiches estranhos", diz Paulo, "No dia-a-dia sou um cara normal, trabalho com roupa social, um cara super sério. Mas na realidade, amo de paixão usar calcinhas. Como sou casado, pego as da minha esposa, escondido. Digo que é para ficar lembrando dela, mas acabo vestindo eu mesmo. Também adoro brincar com vibradores e plugs anais".


Paulo procura na Internet homens que gostem de vê-lo vestido de mulher e, regularmente, se encontra com alguns deles. "Viro menininha para os meus machos". O ambiente virtual favoreceu homens como ele, uma vez que, no anonimato da rede, podem expressar mais livremente seus desejos e encontrar quem corresponda a suas vontades.
Gilberto, do Rio de Janeiro, por exemplo, sai com o consentimento de sua esposa à procura de suas menininhas. "Sempre gostamos de troca de casais. Havia um que sempre rolava uma coisa estranha: depois que eu ejaculava, o marido lambia a esposa. Até que um dia, a esposa falou "hoje, você vai conhecer a “Carlinha”.

 Daí apareceu o marido de calcinhas e eu fiquei louco. Segundo Gilberto, ele sempre se encontra com homens mais velhos e casados em hotéis de alta rotatividade no centro do Rio.  Tem um homem de 60 anos, com netos e tudo, que vem de Juiz de Fora só para ficar comigo. Antes de irmos para a cama, ele passa na farmácia e compra aparelho de barbear e vai até uma loja comprar calcinha fio dental. Depois, ele se depila para mim e veste a calcinha". A peça íntima feminina, no entanto, esse senhor joga fora, depois de passar a tarde com Gilberto. "Para esposa não desconfiar de nada", explica.

Perguntados se são heteros, gays ou bissexuais, tantos as menininhas quanto os homens que gostam de sair com elas não sabem o que responder. A maioria diz gostar de suas esposas e de, também, fazer sexo com mulheres.

Quem falou mais detalhadamente sobre o assunto, foi um jovem executivo de São Paulo, simpático, bem apessoado, bem sucedido profissionalmente. “Tenho esse fetiche, usar calcinha. Sou discreto, sou casado, e sinto o maior tesão quando estou usando, afirmou Marcos. Minha esposa não sabe e nem imagina que eu uso calcinha, então eu as pego escondido e costumo usar durante as horas que estou na empresa. Gosto de sentir a calcinha toda enfiada entre as nádegas, roçando meu reguinho, esfregando meu cuzinho.”
“Me excito usando as bem apertadas, que chegam a arder o reguinho da bunda e quando vou tirar, a calcinha está toda melada com o liquido que saiu de meu pênis, tanto é meu tesão enquanto uso. Minha preferência é por aquelas bem pequenas e apertadas, bem cavadas, enterradas na bunda. Adoro olhar-me no espelho e quando tiro a calcinha, fica aquela marquinha na pele da bunda. É uma delicia. Tem dia que chego a gozar abaixando a calcinha sem a tirar, sem mesmo tocar meu pau.”. 
Marcos não esconde que tem atração também por mulheres e que excitado pelo uso da calcinha, ao chegar em casa procura fazer sexo com a esposa. Mesmo usando a calcinha por toda a semana, quando chega sábado e domingo diz que “goza com a esposa e quando ela sai para as compras ou cabeleireiro, eu me masturbo sozinho com a calcinha dela enrolada no pau.”. E completa: “Tenho uma cunhada também casada, irmã de minha esposa, que usa essas calças apertadas de lycra e deixa aparecer à marca de suas calcinhas enterradas, ela só usa as do tipo fio dental. Um dia, fui usar o banheiro da casa dela e tinha uma de suas tanguinhas penduradas na torneira do box. Foi só cheirar, passar na boca e depois gozei nela toda. Depois de lavar em seguida, coloquei de volta onde ela estava.”.

A Internet veio ajudar bastante esse fetiche. Segundo ele: “Agora posso falar desse meu prazer protegido pelo anonimato em salas de bate papo. Por sinal, muitos são os homens, em sua maioria casados, que também tem esse fetiche. Nestas salas, eu me sinto mesmo como uma menininha, cercada de homens ativos que ficam alucinados ao saberem que sou mesmo casado com uma mulher e uso as tanguinhas dela.
Querem saber a cor, o modelo, que tecido, se estou teclando de calcinha.” Sobre exibicionismo usando a webcam, ele fala: “quase sempre eu me viro de costas para a câmera e o cara do outro lado fica doido me olhando, se masturbando e falando coisas para eu fazer e me exibir para ele. Gozo muito assim e o cara também.”

Marcos procura pela Internet homens ativos que gostem de vê-lo usando tanguinha e as vezes chega a marcar em motéis para ter “momentos de intimidade com eles”. Diz que regularmente, se encontra com alguns deles, e que estes “vão a loucura ao verem ele usando sutiã, tanguinha, meias com cinta liga”. Explica que “por ter o corpo amorenado, poucos pelos e bunda lisa e bem definida eles adoram!”. 
  
Marcos se mostra visivelmente excitado quando confessa: “Viro menininha para os meus machos. Uma menininha que sabe muito bem usar as mãos, a boca e o ânus. E eles ficam alucinados tendo intimidades comigo, uma menininha que sabe virar uma fêmea completinha na cama”.

A proliferação de comunidades no Orkut e Facebook ou em grupos de afinidades do Yahoo, nas quais homens casados vestindo calcinha se oferecem para outros homens indica que, durante muito tempo, esses desejos ficaram reprimidos e que agora, com a Internet, podem se expressar mais livremente. Mostra também que os padrões historicamente estabelecidos sobre o que é orientação sexual e gênero são bastante fluidos. Ainda bem que seja assim...


Do Oficina dos Prazeres - Por Marcos Benati- Editado e adaptado por Katia Steelman Walker
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Jogo de diferenciar mulher e transexual causa polêmica

Um polêmico anúncio de uma casa de apostas que convida os espectadores a diferenciar "garanhões" de "éguas" alternando imagens de mulheres e transexuais foi proibido na Grã-Bretenha pelo conteúdo "discriminatório". O anúncio da casa Paddy Power, veiculado pela TV e pela internet, foi criado especialmente para ser exibido em fevereiro, antes do dia reservado às mulheres no Festival de Cheltenham, que sedia uma das mais célebres séries de corridas de cavalos da Grã Bretanha.Ele provocou o envio de mais de 400 queixas à Advertising Standards Authority (ASA), entidade independente que regula o segmento de publicidade na Grã Bretanha, que decidiu que a peça publicitária não deve ser mostrado novamente na sua forma atual. O anúncio dizia: "...vamos fazer o dia das mulheres (no festival) ainda mais emocionante com o envio de algumas belas senhoras transexuais para (ajudar a) diferenciar garanhões de éguas".O comercial mostrava uma série de rápidas imagens de pessoas no evento, enquanto uma voz representava alguém tentando identificar o gênero do retratado. Ao acolher as queixas, a ASA disse: "Nós consideramos que o anúncio banaliza uma questão altamente complexa e representa um número comum de estereótipos negativos sobre transexuais. Consideramos que, ao sugerir que as mulheres transexuais seriam parecidas com homens travestidos, e que o gênero poderia ser associado a um jogo, o anúncio reforçou de forma irresponsável os estereótipos negativos. A entidade também condenou a maneira que os termos "garanhões" e "éguas" foram usados no anúncio. 
Frustrante
A direção da Paddy Power informou que não tinha a intenção de causar dano ou ofensa e que a empresa ficou desapontada com a decisão da ASA. Um porta-voz disse: "essa decisão é especialmente frustrante dado que o comercial tinha sido pré-aprovado pela Clearcast (uma organização não governamental que avalia previamente a publicidade na televisão britânica), que então considerou que o humor neste anúncio, embora não para todos os gostos, ficou aquém de causar ofensa. Além disso, pedimos à Sociedade Beaumont, um dos principais grupos transgênero do país, para comentar o roteiro.""Também escalamos exclusivamente membros da comunidade trans nos vários papéis transexuais do comercial. Finalmente, é importante ressaltar que o comercial tem quase 600 mil visualizações na internet, com o dobro de 'gosta' do que de 'não gosta' nas avaliações de quem assistiu".

Do Terra

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5 atitudes femininas que os homens adoram praticar

Muitos dos machos de hoje desprezaram o padrão de masculinidade que receberam de seus ancestrais, tornando-se homens bonzinhos. Para não parecerem 'ogros', eles têm adotado comportamentos tipicamente femininos, deixando de agir como homens de verdade e fazendo as mulheres sentirem saudades de outros tempos.

Veja 5 atitudes dos homens de hoje que envergonham a espécie:
  1. Ver novelas - Quando eu era mais novo [hoje estou com 28] ver novelas era um claro sinal de fraqueza moral, caso você fosse um homem. Hoje em dia os caras comentam novelas dentro do ônibus, no trabalho, em qualquer lugar, como se estivessem falando sobre... futebol! Sério, rapaziada, desde sempre, novelas foram feitas para entreter mulheres e adolescentes, criem vergonha nessas suas caras cheirando a hidratante e parem já com essa boiolice.

  2. Usar roupas cor-de-rosa - Com a moda de todo mundo virar meio gay, os homens embarcaram na onda e agora vestem-se com roupas cor-de-rosa, tons suaves, rosa-bebê, azul-não-sei-o-que e assim por diante. E a coisa não fica só nas roupas, mas também em capacetes, celulares e outros acessórios na cor favorita das meninas [porque mulheres adultas não têm predileção por rosa]. Então é isso, machões: continuem embonecando-se todos de rosa e pareçam menininhas de 10 anos.

  3. Carregar a bolsa para a mulher - Não estou falando aqui de uma mulher grávida, com uma barriga imensa, que está sendo ajudada pelo marido atencioso, nada disso! Falo de casais jovens, que andam pela rua de mãos dadas e lá está o 'macho' a carregar a bolsa da mulher, no ombro, como se isso fosse a coisa mais masculina do mundo. Eu já vi um casal desses entrar num banco e a mulher [a de verdade] ficar visivelmente constrangida com o fato do namorado não largar a bolsa dela...

  4. Fazer coleção de cremes e cosméticos - Para um homem, os únicos itens de higiene possíveis são: desodorante, gel/espuma de barbear, loção pós-barba, barbeador e um ou dois perfumes, no máximo. O que passar disso ultrapassa o bom-senso e adentra o campo da vaidade [defeito típico das mulheres]. Homem tem que ter cara de homem, cheiro de homem. Sua mulher não vai deixar de você por causa da sua pele, mas devido à sua falta de masculinidade!

  5. Cuidado excessivo com o peso e a barriga - Homem obcecado pelo seu próprio corpo ou é halterofilista ou é metrossexual [gay]. Se você é hétero, considere que fazer academia é bom, mas não é uma obrigação. Ter uma barriguinha e um corpo normal é mais do que... normal!  Metrossexual [gay] é que se preocupa demais com a aparência [nada contra os gays, apenas contra héteros que agem como gays]. Então relaxe e pare de se preocupar com aqueles seus 'quilos a mais' [sic].
Estas foram algumas dicas para você, homem moderno, não se deixar levar por essa onda 'boiologizante' e assumir o papel de macho que lhe pertence. As mulheres ainda não dizem, mas está chegando o tempo em que elas começarão a reclamar da falta de masculinidade generalizada dos homens. Faça a sua parte e não deixe isso acontecer com você.

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Sobre este blog

Aqui eu não sou homem ou mulher. Sou um adepto do crossdresing. Sou uma Crossdresser - CD ou CDzinha. Desde os 9 anos, adoro lingeries e roupas sexyes. Levo uma vida normal masculina e tenho uma vida clandestina feminina.

Me proponho aqui a falar um pouco de tudo, em especial das Crossdressers, dos transexuais, dos Travestis e da enorme comunidade
LGBT existente em todo o mundo. Um estilo de vida complicado e confuso (para alguns)... Este espaço também se presta para expor a minha indignação quanto ao ódio e preconceito em geral.

Observo que esse é um blog onde parte do que aqui posto pode ser considerado como orientado sexualmente para adultos, ou seja, material destinado a pessoas maiores de 18 anos. Se você não atingiu ainda 18 anos, ou se este tipo de material ofende você, ou ainda se você está acessando a internet de algum país ou local onde este tipo de material é proibido por lei, NÃO siga 'navegando'.

Sou um Crossdresser {homem>mulher} casada {com mulher - que nada sabe} e não sou um 'pedaço de carne'.

Para aqueles que eventualmente perguntam sobre o porque do termo 'Crossdresser GG', eu informo que lógico que o termo trata das minhas medidas. Ja que de fato visto 'GG'. Entretanto alcunhei que 'GG' de Grande e Gorda, afinal minhas medidas numéricas femininas para Blusas, camisetas e vestidos são tamanho: 50 e Calças, bermudas, shorts e saias são tamanho: 50.

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