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Conto: O Hotel I

Desde pequeno sempre tive fascinação por roupas femininas. Sempre que ficava sozinho em casa procurava usar as roupas de minha mãe ou de minhas irmãs.

Meu emprego me possibilita viajar pelo interior do estado e eventualmente para algumas cidades do Brasil. Quando viajo procuro sempre levar os meus "apetrechos", para desta forma poder descansar mais tranquilamente na pousada ou hotel onde me hospedo.

Os apetrechos de que falo são em geral: Calcinhas, Soutiens, uma saia bem curtinha que deixe exposta as abas da bunda, um "top", meia calça e para dormir um baby doll. É muito gostoso sentir a leveza do tecido na pele. A renda da calcinha me faz suspirar...

A noite no quarto sempre visto algo bem sexy e provocante, que faz com que o meu desejo e tesão aumentasse loucamente. Depois de transformada sempre me masturbo imaginando coisas tesudas de serem ditas e deliciosas de serem feitas...como no momento ainda não posso realizar estes desejos", narro as fantasias que tenho nestas horas em que estou viajando e me transformo,para quem sabe, poder encontrar alguém que as realize:

Esta fantasia foi em agosto quando fui a um congresso em Recife...

Na Quinta-feira o segundo dia do congresso rolava ao final do dia uma palestra que estava um pouco chata, ao meu lado, sentado, um carioca de nome Jackson de aproximadamente 37 anos e casado, puxava conversa.

Falávamos daqueles papos de futebol, escritório, dinheiro, mulheres e etc. Por coincidência estávamos hospedados no mesmo hotel onde ocorria o evento e quem diria em apartamentos vizinhos no mesmo andar.

Combinamos que a noite, iríamos dar uma volta pelo centro histórico do Recife, que recentemente foi lindamente recuperado. Uma parte do grupo que participava do Congresso iria e outra parte ficaria no hotel.

Foi uma noite memorável em muito divertida. Todos se divertiram bastante inclusive o meu amigo Jackson. Na boate entre um gole e outro ele acabou falando que tinha tesão em outros machos, principalmente os do tipo mauricinho: " bem vestidos, com jeito de homem e sem trejeitos", caras assim como eu. Nem dei ouvidos, afinal ele estava bem "alto", más juro que a uma campainha tocou na minha cabeça...

Apesar daquela conversa acabamos apenas trocando olhares discretos a noite toda. A noitada continuou e acabamos arranjando umas garotas, pegamos seus telefones e ficamos de ligar para elas no dia seguinte. Apesar da minha posição de macho, Jackson, se preocupava tanto comigo que eu me sentia uma fêmea sendo paquerada e paparicada o tempo todo.

Voltarmos para o hotel por volta de 4:30 da manhã. Já no elevador nossos olhos não paravam de se cruzar e ele acabou dizendo o seguinte:

- Tá pensando que eu não sei o que te disse? Vai ficar ai e não dizer nada? Quero saber o que você acha do meu tesão por você!

Não respondi. Fiquei calado. Limitei-me a descer do elevador e rumar para o meu quarto que era o mais próximo, o dele era logo depois, vizinho ao meu... Mas, ele percebeu o meu ar de preocupação e repetiu: - Como é? o que você pensa do meu gosto por mauricinhos como você?

Achei melhor manter a minha postura de homem e optei por cortar o barato dele, afinal não o conhecia bem. Emendei dizendo: - O meu negócio é outro amigo. Você pode ter a preferência que quiser más certamente a minha não é nem um pouco parecida com a tua...

Ele retrucou sem jeito e disse: - Tudo bem... Desculpa cara, acho que estou meio alto... Deixa-me entrar para ir ao banheiro acho que vomitar tudo que bebi...

Entrei no quarto e ele entrou junto e foi direto ao banheiro... Enquanto o infeliz vomitava na privada eu tirava a minha roupa e catava a toalha para ir tomar o meu banho... Pensava no que estava acontecendo e não pensava em outra coisa senão por a minha camisola.

Pensava somente em me travestir para ir dormir... Cruzei com ele na saída do banheiro e ele me pareceu bem alegre para que acabou de ter um tremendo mau estar. Ele apenas disse que já ia desejou uma boa noite... Pedi para que trancasse a porta do quarto e entrei no box do banheiro.

Tomei um saboroso banho e ao sair do box, peguei a bolsa com os “apetrechos" que estava no canto da bancada e tirei as peças de roupa que lá estavam: Vesti a calcinha de renda, o soutien (amarelo claro), a meia calca (cor da pele) por último a camisola (também amarelo claro), e a peruca de cabelos pretos um pouco abaixo dos ombros, perfumei-me
e saí do banheiro...

Qual foi a minha surpresa encontrar Jackson nu na cama ao lado da minha assistindo ao filme de putaria que rolava na TV a cabo. Ele olhou para mim e disse: - Agora já sei qual é a tua resposta, realmente não sou chegado a um travesti, mas você bem que ficou bem engraçadinha...

Fiquei sem ação. Estático. Ele quebrou o gelo e disse senta aqui (do lado dele na cama), eu passei direto e sentei na minha cama. E disse: -
Você não deveria estar aqui... Você nnão tem liberdade para ficar no meu quarto...

O que faço sozinho é problema meu! Eu tenho direito a minha privacidade, blababablababa...

Para minha total surpresa ele se levantou e começou a vestir-se. Apressei-me em tentar explicar que aquilo era uma tara, que nunca tinha feito nada com ninguém que eu gostava era de mulher... Ele emendou: - Desculpa não quis ofender. Te entendo. Te vejo pela manhã na palestra... Ele saiu do quarto. Mas antes de bater a porta ainda falou: - vá com a calcinha preta por baixo da tua roupa...

Fiquei morto de vergonha e não parava de pensar no que havia ocorrido. Foi uma total surpresa aquele flagrante inusitado.

Pela manhã acordei tarde, mas mesmo assim ainda peguei a palestra da manhã. Cheguei por volta de 11 e 15 da manhã estava passando uns slides e o auditório estava escuro. Sentei-me lá trás para não atrapalhar.

Jackson veio não sei de onde, sentou ao meu lado e perguntou no meu ouvido, já dando uma lambida na orelha e pegando firme na minha perna na altura da coxa: - Cadê tá de calcinha?
Falei: - Sim estou. (Agora eu estava no jogo).
- é a preta?
- Não. Esta é branca. Não tenhopreta.
- Tem sim. Eu vi o kit de maquiagem, o batom e o perfume do lado da bolsinha lá no banheiro. Abri a bolsa e vi tuas coisas...a peruca não me deixou com dúvidas. Suspeitei que havia algo no ar e esperei você sair do banho para ver no que dava... Ele deu uma mordidinha no lóbulo da orelha e completou dizendo que tínhamos que comprar o conjunto de cinta-liga e espartilho. Encerrou dizendo que me esperava lá fora. Ele levantou-se e saiu. Dei um tempo e em seguida fui ao seu encontro...

Ao encontrá-lo disse que queria conversar primeiro, mas ele olhou-me fundo e afirmou: - Fica calmo, lembra-se de ontem à noite? Confie em mim e faça o que estou lhe pedindo...

Envolvido, suas palavras me deram tranquilidade. Pegamos um taxi e fomos direto ao Shopping. La compramos o que tínhamos de comprar quando fui comprar mais roupinhas justificava para as vendedoras que era presente para minha mulher... Ainda comprei um 'vestidinho' bem sensual que certamente iria delinear bem o meu corpo.

Voltamos "correndo" ao hotel. Já no elevador ele me beijou os lábios levemente, eu achei estranho, nunca tinha feito aquilo antes. Ao sair do elevador ele ainda deu uma pegadinha na minha bunda, para mostrar quem estava mandando. Entrou no meu quarto junto comigo. Foi logo me agarrando por trás, lambendo o meu pescoço e me apertando...

Não baixei a guarda, disse que tínhamos que conversar. Agora era a hora! Ele falou com muita segurança que tudo bem, desde que eu me vestisse a caráter. Obediente fiz o que ele queria.

Fui ao Banheiro, coloquei o conjunto de calcinha, me maquiei toda e finalmente meu vestidinho, fiquei uma gata... coloquei a peruca agora eu era novamente Kátia uma mulher cheia de tesão.

Estava tomando coragem quando de repente sinto aquelas mãos me abraçando por trás. Ele estava com o corpo tão junto ao meu que dava para sentir o volume da pica. 

Jackson não falou nada me beijou repentinamente abafando os meus gemidos de fêmea. Apesar de corresponder o seu beijo, ainda não era hora de estar entregue ao meu homem. Ainda sentia-me envergonhada...

Sentamos na cama, ele me serviu um whisky, a bebida ajudou me a dizer tudo o que sentia. Como estava, porque fazia aquilo, que nunca tinha ficado com ninguém, e etc e tal.... ele ouviu comentou algumas das coisas que eu dissera e me confortou... Nesta conversa bebemos quase meia garrafa de whisky. Suas palavras foram tão carinhosas que parecia que nos conhecia-mos a anos...


Senti-me a vontade e um dado momento não tirava os olhos de seus lábios. Sentia que agora não erramos estranhos...Ele me beijou novamente tirando-me o fôlego, foi me apalpando, se esfregando em mim.

Agora sim, a fêmea começava a se entregar ao seu macho. Ele foi se chegando e me apalpando com muita volúpia. Eu ja nem fazia mais questão de resistir, ja tinha baixado as alças do vestido e aos poucos levantou a parte de baixo, para esfregar melhor as minhas pernas. Falava no meu ouvido que eu tinha coxas maravilhoas... Em meio aos beijos, foi baixando a minha calcinha.




Depois de me "livrar" da calcinha, olhando-me nos olhos e com a mão debaixo da saia do meu vestido Ele falou: - “Tu estais uma gatinha”, e já começou a me agarrar e me beijar. Meu membro ja estava em rigido e aquilo realmente o excitava.









Passou então a chupar o meu pau. Chupava-me com maestria e me deixava totalmente fora de órbita. Sentindo que não me importava mais meteu o indicador no cuzinho, doeu um pouco, mas me acostumei...Pedi que parasse, pois senão iria gozar Jackson parou virou-me de costas e deu um trato no meu cú com a língua. Enfiava a ponta da língua no meu rabo e eu só encontrava forças para gemer.
Sentindo-me distraída voltou a sua atenção para as sacolas que havíamos trazido... Sacou de lá um um pequeno pênis de borracha que deveria ter uns 10x2,5 centímetros. Assustei-me, afinal não esperava ser penetrada.

Pensava que tudo iria ficar só na pegação e chupação. Cheguei a implorar para que não fizesse aquilo mas ele ignorou e depois de untar o penis com KY foi enfiando o console fundo no meu cu. Gritei ao mesmo tempo que mordia o travesseiro... Jackson olhou-me e vendo que havia me acostumado com o console pediu que eu desse um trato na sua vara... 


Ouvi ele mandar chupar... Relutei um pouco mais acabei cedendo e chupei seu pau que deveria de Ter um 17X5 cm e era grosso achei um gosto muito bom do seu pau , pois era meio salgadinho... Assim, com ele na minha frente minha boca foi certinha em direção ao seu pau. Chupei, chupei muito.

Ele virou para retribuir a chupada e fizemos um 69 de tirar o fôlego... Chupei e resmunguei pra ele que queria que ele gozasse na minha boquinha toda enquanto ele me lambia... ficamos nisso um tempão que ate pareceram horas... Ele me chupava e metia o dedo na minha bunda.


As vezes lambia o meu rego. o tesão era tão grande que sentei na rostinho dele e fiquei esfregando meu rabinho na boca dele fazendo ele me chupa mais... Ele lambeu e enfiou a língua mais fundo no meu cuzinho e não aguentei.... 



 
Acabei gozando na barriga dele com ele me chupando bem forte e eu toda bamba de tesão e louca pra dar meu cuzinho.

No entanto como estava gostoso chupei-o com vontade. Jack fodia a minha boca com vontade. Fez então, sinal que ia gozar. como não queria que gozasse na minha boca tentei cuspir fora o cacete. Então me segurou e gozou fundo na minha boca



Já estava toda molhadinha. Não guentei mais e levantei-me e coloquei-me de quatro. Ele levantou o vestido sem cerimônia e foi metendo...

Eu Gemia, gemia em todos os 'tons' acusando o tesão. Ele socava, socava e me penetrava muito profundo. Muito gostoso. Até que ele gozou. Ainda sobre mim foi tirando o seu pênis de dentro da minha cucetinha.

Ele me deitou de quatro e começava apenas a esfregar, sem me penetrar, e eu cada vez mais excitada!

Implorava para ele meter logo, mas ele como homem mais experiente, continuava apenas brincando comigo. Dizia que eu tinha de me acostumar para não querer fugir... Sentia minhas pernas moles, enquanto ele afundava o pau em mim. Eu tinha medo mas queria muito me submeter aquela situação. Felismente ele foi fazendo devagar e mesmo doendo tava legal...
Ele foi enfiando nu meu rabinho virgem... no início senti muita dor, mas depois a dor deu lugar ao prazer e ele foi bombando... as vezes rápido, outras mais lento... e aquele pau inteiro dentro de mim... ele me pegava pelos cabelos e falava alto que nunca tinha comido um cuzinho tão gostoso...

Era demais sertir-se mulher do meu homem. Jack deu-me um novo banho de língua, chupou novamente meu rabo e fodeu-me novamente... Eu estava realmente entregue e querendo sentir. Quando ele me comeu de quatro eujogava a bunda para trás procurando comer o seu pau com o rabo. Foi delicioso sentir o seu saco batendo no meu e os seus pentelhos espinhando a minha pele...


Como sua menina muito obediente, deitei de costas por cima dele enquanto sentia sua pirocona me deflorar a bunda. Aquela cabeçona rosa tinha um destaque na grossura e seu corpo ia afinando, mas mesmo assim era muito grosso.

Me sentia entregue aquele homem de caralhão saboroso... Eu sentia cada pedacinho do meu bumbunzinho entregue a furia dele...

Senti a cabeça do pau em meu anelzinho... Completamente rasgada e entregue aquela pirocona dentro de mim. Eu chorava de dor. Ele disse que era normal que eu me acostumaria.

Ficou um tempo parado até eu me acalmar. Me agarrou para que seu caralhão não saísse de dentro de mim e começou a socar. Pela primeira Vez senti seu testículos baterem em meu bumbunzinho. Ele me comia como um cão no cio. Dizia que adorava a minha bundinha. Elogiava meu cuzinho. Adorava como era apertadinho. E eu ali sendo estourado. Eu não parava de gemer de dor e chorava muito. Sentia como se seu pau batesse em meu estomago. Ele segurava em meu ombro e estacava mais e mais. O tempo parecia não passar. Cada um segundo parecia uma eternidade. Até que ele acelerou as estocadas me arrombando mais e mais. Até que ele gemeu e senti seus jatos do gozo dentro de mim. Sua pirocona latejava muito.

Fizemos amor loucamente, como nunca tinha feito em toda a minha vida, e tive um orgasmo maravilhoso, como nunca tinha sentido antes.

Nos dias seguintes eu dormia com aquele homem gostoso e toda noite era comida de todas as formas, no final do congresso meu cuzinho parecia uma flor...

Que imaginação ...não?

Ficção By Katia Steelman Walker - katiasteelmanwalker@hotmail.com

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