Uma Crossdresser Gordinha Complicada e Imperfeita

Igreja evangélica cria comunidade gay para receber excluidos

Em Maringá, no Paraná, uma igreja tem atraído a atenção do público gay. A Igreja da Comunidade Metropolitana (ICM) oferece conforto espiritual e mantém uma comunidade que dá abrigo a homossexuais vítimas de preconceito e abandono por suas famílias.

A casa de missão da igreja existe há dois anos e abriga atualmente 11 membros, todos homossexuais assumidos. Eles são em sua maioria pessoas que foram excluídas ou abandonadas por suas famílias, alguns deles viviam nas ruas e se prostituíam antes de serem acolhidos pela igreja.

Paulo Henrique Warmling, um dos fundadores da casa de missão, afirma que a intenção com o projeto é acolher homossexuais que, excluídos por suas famílias, acabam nas ruas.

De acordo com Célio Camargo, pastor da comunidade, a dinâmica da igreja é envolver a pessoa novamente na espiritualidade e, também, fazer com que ela tenha de volta do conceito de fazer parte da sociedade.

A ICM foi fundada em 1968 nos Estados Unidos por Troy Perry, e que atua no Brasil há 10 anos.

Do Cena G - Via: Mundo Alternativo
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Chinês tem a casa invadida e o pênis roubado

 Policiais da aldeia de Niqiao, na província de Zhejiang, na China, investigam um crime tão inusitado quanto bárbaro: o morador Fei Lin, de 41 anos, acionou a emergência afirmando que teve o pênis roubado. O asiático dormia quando teve a casa invadida por homens não-identificados, que cobriram sua cabeça e cortaram seu órgão sexual. "Estava tão chocado que não senti coisa alguma. Então vi que estava sangrando e meu pênis tinha sido levado", relatou a vítima ao jornal Huffington Post.

O chinês foi conduzido a um hospital, onde permanece se recuperando da agressão. A polícia trabalha com a hipótese de crime passional e acredita que os agressores seriam companheiros de várias mulheres com as quais a vítima teria envolvimento sexual. A partir das supostas traições amorosas, os investigadores procuram identificar possíveis suspeitos.

Fei Lin negou que tivesse participação em casos de infidelidade conjugal. Equipes da polícia e de socorristas chegaram a dar buscas na residência, mas o pênis da vítima não foi encontrado.  

Do EM
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Transexual investe quase R$ 190 mil para se parecer com Britney Spears

A transexual Kara Hays gastou cerca de R$ 190 mil para ficar parecida com a sua ídola Britney Spears. Segundo o site "Mail Online", Kara, que nasceu Kody, fez uma cirurgia de mudança de sexo aos 18 anos. A transexual, aspirante a atriz, passou por uma cirurgia de 14 horas para realizar a mudança de sexo.

Kara, hoje com 26 anos, já foi confundida com a musa pop até mesmo em fotos de paparazzi. A transexual teria tido até mesmo um colapso nervoso na mesma época que Britney e chegou a raspar o cabelo.
 
"Quando você se sente como uma menina presa no corpo de um garoto e você tenta se transformar, você quer divulgar a mudança. Sempre vi Britney como uma mulher forte, com quem todos os caras gostariam de ficar", declarou Kara.

A jovem que vive em Ohio, nos Estados Unidos, fez a cirurgia de mudança de sexo em 2002. Antes de assumir o corpo feminino, a  transexual de 26 anos se chamava Kody. Kara conta que antes de fazer a cirurgia foi muitas vezes confundida com uma menina. "Quando as pessoas diziam que podiam ver Britney em mim, era um grande elogio", conta a jovem fanática. A transexual afirma que raspou a cabeça, em 2007, na mesma época que a cantora. As informações são do "Mirror".

Com informações do SRZD e O DIA
 

Confiram a semelhança entre a estrela do pop, a americana Britney Spears, e a transexual Kara Hays.













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Sex Swap: William McKee mudou de genero após tomar Finasterida

William McKee tinha uma vida bem normal. Era casado havia dez anos, com um filho pequeno e tinha um emprego estável como engenheiro de software no Vale do Silício, no Estado americano da Califórnia.

Só tinha uma coisa que o incomodava bastante: a calvície, algo absolutamente comum na sua família. Para fazer crescer alguns fiozinhos extras na cabeça, McKee resolveu comprar, por conta própria de uma farmácia online na Índia, uma versão genérica do medicamento Finasterida. 

O engenheiro alega que depois que começou a tomar o remédio, sua vida mudou. Os seios começaram a aparecer, seu corpo começou a ficar feminino e sua orientação sexual mudou. McKee agora se sentia atraído por homens e sentia uma vontade louca de se vestir como mulher. 
 
“Sentia que o ‘eu’ que sempre conheci não estava mais lá”, disse ao jornal New York Post.

Após encarar uma forte depressão, McKee se separou da mulher, passou a se vestir com uma peruca loira, vestidos curtos e maquiagem e agora atende pelo nome de “Mandi”. 
 
 



Por ter comprado o medicamento genérico via internet, McKee não tem como processar A Merck, laboratório responsável pela Finasterida.

Segundo a empresa, não existem estudos que comprovem a relação entre o uso da Finasterida, que é um medicamento que inibe a enzima que converte a testosterona em di-hidrotestosterona, e problemas sexuais.

Do UOL




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Aluna transexual quase é impedida de fazer prova

Ashlyn Parram, de 16 anos, foi impedida de realizar uma prova de matemática na escola Giles Academy, em Boston, na Inglaterra.

Segundo o diretor da instituição, a aluna, que é transexual e está em tratamento com hormônios, não poderia se sentar para realizar a prova porque estava vestindo o uniforme das meninas, uma saia.

Inconformada com a situação, Ashlyn foi atrás de seus direitos e mostrou uma cópia da Lei da Igualdade, aprovada em 2010, onde afirma que ela deve ser tratada da mesma forma que as outras alunas.

Com o documento em mãos, a garota foi autorizada a fazer a prova. No entanto, se sentiu excluída dos demais alunos, sendo colocada no fundo da sala, distante da turma.

Ashlyn, que usa maquiagem e cabelos compridos, afirmou que se sentiu uma “aberração” diante da situação. “Eles me fizeram sentir como uma aberração. É triste que as pessoas não tenham uma mente aberta”, declarou ao jornal “Mail Online”.

A transexual, que espera a maioridade para realizar a cirurgia de readequação sexual, pretende terminar os estudos e cursar matemática em sua graduação.


Uma jovem transgênero britânica afirma que teve que mostrar uma cópia da lei contra discriminação sexual para poder fazer o exame GCSE (uma espécie de "Enem" britânico). Ashlyn Parram, 16 anos, usava roupas femininas - como saia e meia-calça - e estava sendo impedida de fazer a prova pelos professores, que a mandavam ir para casa. As informações são do site do jornal inglês The Sun.

Segundo a adolescente, ela foi com uma cópia da lei à sala do diretor da academia Giles, em Boston (Lincolnshire), e só então foi permitida a fazer a prova - mas, mesmo assim, longe dos outros estudantes, no fundo de um ginásio da escola.

"A maneira que Ashlyn tem sido tratado pela escola é apenas terrível. Se Ashlyn fosse negra ou deficiente haveria tumulto. Ela é uma adolescente vulnerável, que precisa do apoio de seus professores, não a sua oposição. A maneira como eles trataram ela é nojenta", diz a mãe, Miranda, que afirma que a filha é uma "garota que nasceu no corpo de garoto".

Ashlyn Parram e sua mãe, Miranda Johnson, que lhe dá total apoio =>

Um porta-voz do colégio comentou as acusações da jovem: "A academia Giles tem nota 'Outstanding ' no Ofsted (a nota mais alta na inspeção de escolas do governo britânico) por cuidar do ambiente com fortes políticas de igualdade. O corpo administrativo da academia rejeita todas as alegações."

Do Terra
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Travesti protagoniza novo clipe de Pet Shop Boys

Os Pet Shop Boys escolheram mostrar a história de uma jovem travesti no primeiro vídeo tirado do novo álbum da dupla, “Elysium”. A música é sugestiva já no nome: “Winner” (Vitorioso).
O clipe exibe a convivência de uma travesti com colegas patinadoras. Tudo é feito com muita delicadeza e mostra o poder da inclusão e do respeito. A música, linda, é uma trilha sonora perfeita. “Winner” já pode ser comprada na loja do ITunes. O álbum sairá em 17 de setembro.

Do Parou Tudo

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Patricia Araújo protagoniza ensaio sensual com modelo; veja fotos


Depois de ser elogiada pelo humorista Rodrigo Capella, no reality show A Fazenda, da TV Record, a modelo Patricia Araújo - a primeira travesti a ser Virgula Girl - protagonizou mais um ensaio sensual. Desta vez, ao lado de um modelo masculino, o carioca Omoal Neves

Antes de viajar a Londres, no início do mês, Patricia posou para as lentes do fotógrafo Carlos Costa, que procurou explorar a sensualidade da travesti dentro de seu apartamento, no Rio de Janeiro. “Foi um trabalho muito divertido, sensual e bonito. É o primeiro trabalho ao lado de um modelo e dentro da minha casa. Acho que todos vão gostar”, declarou Patricia com exclusividade ao Virgula Famosos

Em entrevista, o fotógrafo elogiou a desenvoltura da travesti, admitiu ter se surpreendido com o resultado e afirmou que o ensaio é o mais curtido de sua carreira, nas páginas do Facebook. “Foi a primeira travesti que eu fotografei e foi uma grande surpresa. Para você ter uma ideia, é o ensaio mais curtido e comentado entre todos”, comemorou. 

Segundo Carlos, as fotos conseguiram quebrar preconceitos e mostrar a beleza do ser humano, independente dos estereótipos. “Muita gente elogiou o ensaio sem se dar conta que era uma travesti. E eu fiz questão de incluí-la no álbum feminino”, disse. "E ninguém reclamou não".  

Abaixo o restante das fotos do Ensaio:
 






















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Dicionário chinês exclui a definição "gay" para um de seus verbetes

A mais nova edição de um dos mais célebres dicionários da China tornou-se o alvo de críticas de grupos de defesa dos direitos humanos no país.
Os responsáveis pela listagem dos verbetes do novo Dicionário Contemporâneo de Chinês decidiram tirar do verbete “tongzhi” uma de suas principais acepções, que é “gay” ou “homossexual”.

Por décadas, “thongzhi” foi uma palavra amplamente empregada por militantes do Partido Comunista. Sua tradução para o português equivale a “camarada” ou “companheiro”.
Em entrevista a um canal de televisão chinês, Jiang Lansheng, um dos lexicógrafos responsáveis pelas definições das 69 mil entradas do dicionário, alegou que a equipe tem consciência dessa definição “mais coloquial” da palavra “thongzhi”, mas que não quiseram incluí-la para “não chamar atenção para essas coisas”.
"Você pode usar a palavra aonde quiser, mas não coloque ela [com essa definição] em um dicionário formal porque não se deve promover essas coisas”, argumentou em rede nacional.

Consultado pela emissora britânica BBC, Ding Xueliang, professor da Universidade de Ciência e Tecnologia de Hong Kong, explicou que "o uso de ‘thongzhi’ no sentido de ‘homossexual’ começou em Hong Kong e Taiwan como uma forma de ironizar a forma como os comunistas chineses se cumprimentavam: por exemplo, 'Hu Jintao tongzhi' ou 'Wen Jiabao tongzhi'".
Um militante pela extensão de direitos civis a homossexuais foi entrevistado pela agência oficial de notícias Xinhua. Nan Feng, como preferiu se identificar, classificou de “inaceitável” a opção dos lexicógrafos”. Em sua opinião, o dicionário deveria ver a palavra “de um ponto de vista imparcial”.
A palavra mais precisa em chinês para homossexual é “tongxinglian”. Contudo, ativistas consideram o termo demasiado técnico e pouco coloquial.
Em outros aspectos, a obra revela-se levemente mais progressista. Os lexicógrafos decidiram incluir no novo volume gírias como “geili” (o equivalente a “bacana” ou “demais”) e estrangeirismos como PM2.5, um indicador para a concentração de poluentes no ar.


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Léo Áquilla: Gays sofrem menos preconceito que travestis

Em uma longa conversa com Robertha Portella na noite desta quinta-feira (19), Léo Áquilla contou que apesar de se vestir como mulher há muitos anos, só tomou a decisão de colocar seios e "virar travesti" há um ano.
A decisão demorou para ser tomada, segundo a performer, porque sua família se sentia mais confortável com a aparência masculina e porque o marido temia que ela sofresse mais preconceito. 
"Ele chorou muito porque sabe que o preconceito é maior", contou. "O gay normal é aceito na sociedade, as transsexuais e travestis, não. A nossa imagem é muito deteriorizada", continuou.
Como tem feito constantemente no reality show, Léo discursou contra o preconceito, afirmando que conhece muitas travestis e transsexuais "maravilhosas". "Nós não somos marginais, somos doçuras de pessoas", disse. "Existem milhares de travestis que são maravilhosas, tem família, não são prostitutas, trabalham, tem sua vida", completou.
Por fim, Léo afirmou que aceitou ir para o programa com dois objetivos. "Tenho dois grandes prêmios possíveis por participar da Fazenda: os R$ 2 milhões e o que eu posso agregar para quebrar preconceitos", concluiu.

Do UOL
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Sobre este blog

Aqui eu não sou homem ou mulher. Sou um adepto do crossdresing. Sou uma Crossdresser - CD ou CDzinha. Desde os 9 anos, adoro lingeries e roupas sexyes. Levo uma vida normal masculina e tenho uma vida clandestina feminina.

Me proponho aqui a falar um pouco de tudo, em especial das Crossdressers, dos transexuais, dos Travestis e da enorme comunidade
LGBT existente em todo o mundo. Um estilo de vida complicado e confuso (para alguns)... Este espaço também se presta para expor a minha indignação quanto ao ódio e preconceito em geral.

Observo que esse é um blog onde parte do que aqui posto pode ser considerado como orientado sexualmente para adultos, ou seja, material destinado a pessoas maiores de 18 anos. Se você não atingiu ainda 18 anos, ou se este tipo de material ofende você, ou ainda se você está acessando a internet de algum país ou local onde este tipo de material é proibido por lei, NÃO siga 'navegando'.

Sou um Crossdresser {homem>mulher} casada {com mulher - que nada sabe} e não sou um 'pedaço de carne'.

Para aqueles que eventualmente perguntam sobre o porque do termo 'Crossdresser GG', eu informo que lógico que o termo trata das minhas medidas. Ja que de fato visto 'GG'. Entretanto alcunhei que 'GG' de Grande e Gorda, afinal minhas medidas numéricas femininas para Blusas, camisetas e vestidos são tamanho: 50 e Calças, bermudas, shorts e saias são tamanho: 50.

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