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Aluna transexual quase é impedida de fazer prova

Ashlyn Parram, de 16 anos, foi impedida de realizar uma prova de matemática na escola Giles Academy, em Boston, na Inglaterra.

Segundo o diretor da instituição, a aluna, que é transexual e está em tratamento com hormônios, não poderia se sentar para realizar a prova porque estava vestindo o uniforme das meninas, uma saia.

Inconformada com a situação, Ashlyn foi atrás de seus direitos e mostrou uma cópia da Lei da Igualdade, aprovada em 2010, onde afirma que ela deve ser tratada da mesma forma que as outras alunas.

Com o documento em mãos, a garota foi autorizada a fazer a prova. No entanto, se sentiu excluída dos demais alunos, sendo colocada no fundo da sala, distante da turma.

Ashlyn, que usa maquiagem e cabelos compridos, afirmou que se sentiu uma “aberração” diante da situação. “Eles me fizeram sentir como uma aberração. É triste que as pessoas não tenham uma mente aberta”, declarou ao jornal “Mail Online”.

A transexual, que espera a maioridade para realizar a cirurgia de readequação sexual, pretende terminar os estudos e cursar matemática em sua graduação.


Uma jovem transgênero britânica afirma que teve que mostrar uma cópia da lei contra discriminação sexual para poder fazer o exame GCSE (uma espécie de "Enem" britânico). Ashlyn Parram, 16 anos, usava roupas femininas - como saia e meia-calça - e estava sendo impedida de fazer a prova pelos professores, que a mandavam ir para casa. As informações são do site do jornal inglês The Sun.

Segundo a adolescente, ela foi com uma cópia da lei à sala do diretor da academia Giles, em Boston (Lincolnshire), e só então foi permitida a fazer a prova - mas, mesmo assim, longe dos outros estudantes, no fundo de um ginásio da escola.

"A maneira que Ashlyn tem sido tratado pela escola é apenas terrível. Se Ashlyn fosse negra ou deficiente haveria tumulto. Ela é uma adolescente vulnerável, que precisa do apoio de seus professores, não a sua oposição. A maneira como eles trataram ela é nojenta", diz a mãe, Miranda, que afirma que a filha é uma "garota que nasceu no corpo de garoto".

Ashlyn Parram e sua mãe, Miranda Johnson, que lhe dá total apoio =>

Um porta-voz do colégio comentou as acusações da jovem: "A academia Giles tem nota 'Outstanding ' no Ofsted (a nota mais alta na inspeção de escolas do governo britânico) por cuidar do ambiente com fortes políticas de igualdade. O corpo administrativo da academia rejeita todas as alegações."

Do Terra

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