Uma Crossdresser Gordinha Complicada e Imperfeita

United Continental é processada por exibir vibrador de casal gay

Um casal de americanos entrou com processo por danos morais contra a companhia United Continental por ter retirado e exibido na esteira de bagagens um vibrador que estava em uma das malas do casal, segundo informa a rede NBC News nesta quarta-feira. 

Um porta-voz da empresa aérea negou as acusações e afirmou que a empresa não tolera discriminação de nenhum tipo.

De acordo com a publicação, o incidente ocorreu quando Christopher Bridgeman e Martin Borger estavam voltando de uma viagem à Costa Rica em maio deste ano. Os dois alegam que, no terminal de Norfolk, o vibrador apareceu preso com fita adesiva na parte externa da mala e untado com uma substância pegajosa.

Outros passageiros começaram a dar risada quando viram o brinquedo preso à mala, segundo informa o processo. O casal afirma que um funcionário teria feito a brincadeira apenas por perceber que o brinquedo pertencia a um homem. A United Continental afirmou que vai se defender da acusação, de acordo com a NBC News.

Do Terra
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Pai usa saias para apoiar filho de 5 anos que gosta de usar vestidos

Um pai alemão começou a usar saias porque o filho de cinco anos gosta de usar vestidos. A história mexeu com um vilarejo tradicional no sul da Alemanha. Niels Pickert percebeu que seu filho gostava de usar vestidos e era ridicularizado por isso no jardim de infância. Segundo Pickert, "usar saia era a única maneira de oferecer apoio ao meu filho".
Em uma carta, Pickert explica: "Sim, eu sou um daqueles pais que tentam criar seus filhos de maneira igual. Eu não sou um daqueles pais acadêmicos que divagam sobre a igualdade de gênero durante os seus estudos e, depois, assim que a criança está em casa, se volta para o seu papel convencional: ele está se realizando na carreira profissional enquanto sua mulher cuida do resto".
De acordo com o pai, ele não podia simplesmente abandonar o filho ao preconceito alheio. "É absurdo esperar que uma criança de cinco anos consiga se defender sozinha, sem um modelo para guiá-la. Então eu decidi ser esse modelo". Um dia eles resolveram sair pela cidade vestindo saias. Chamaram tanto a atenção de uma moça na rua que ela, literalmente, deu com a cara em um poste.
E o que aconteceu então? O guri resolveu pintar as unhas. Às vezes, ele pinta também as unhas do pai. Quando os outros garotos começam a zombar dele, a resposta é imediata: "Vocês só não usam saias porque os pais de vocês não usam". 


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Rio Grande do Sul: Pai gay que obteve salário-maternidade espera que decisão abra precedentes

Casal homoafetivo de Gravataí, RS, pleiteou e conseguiu benefício inédito. Lucimar da Silva terá quatro meses de licença para cuidar do filho adotivo.
Lucimar Quadros da Silva e filhoLucimar Quadros da Silva está ansioso. Dentro de pouco mais de 10 dias, ele sairá de licença-maternidade (ou paternidade) para se dedicar ao filho João Vitor, pelos próximos quatro meses, com direto a salários pagos Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O benefício foi concedido em decisão inédita do Ministério da Previdência, anunciada na terça-feira (28).
“Agora, só penso em passar o maior tempo possível com o meu filho”, disse Lucimar ao G1 na tarde desta quarta-feira (29). “Esperamos que essa decisão abra caminho para outras pessoas como nós”, acrescenta.
O bancário de 47 anos mora em Gravataí, na Região Metropolitana de Porto Alegre, com o companheiro Rafael Gerhardt e o filho de dois anos e dois meses de idade. A criança foi adotada no dia 8 de outubro de 2010 pelos pais, que vivem em união homoafetiva, e estão juntos há cerca de 17 anos.
Do momento em que o casal tomou a decisão de adotar até conhecerem João Vitor, foram cerca de três anos de espera. A criança estava em uma casa de passagem da Justiça de Gravataí, após ter sido abandonada pela mãe biológica. Para terem direito ao benefício da licença, o casal enfrentou mais dois anos de processos administrativos na Previdência.
pais de Jõao VitorLucimar precisava obter o documento do INSS para solicitar a licença no banco onde trabalha. O primeiro pedido, feito em outubro de 2010, foi negado. Após vários outras audiências, o caso foi parar em Brasília, no Conselho de Recursos da Previdência Social (CRPS). Na manhã de terça-feira (28), ele participou de um julgamento por videoconferência, quando, enfim, obteve a decisão favorável.
“Em nenhum momento nós desanimamos. Fizemos isso pelo João Vitor. É um direto da criança. Queremos dar a ele todo o amor, carinho e atenção possível nos primeiro anos de vida”, destaca Lucimar.
O INSS tem prazo de 10 dias a partir de decisão para comunicar o empregador de Lucimar para que ela possa sair de licença. Enquanto isso, a criança continuará passando parte dos dias na creche, enquanto os pais trabalham. Rafael é consultor de negócios. Lucimar diz que os dois nunca se sentiram vítimas de preconceito por formarem um casal homossexual.
De acordo com a legislação atual, o salário-maternidade é pago apenas às mulheres após nascimento, aborto ou adoção. A decisão inédita das conselheiras da Previdência baseou-se no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), segundo o qual o poder familiar deve ser exercido em igualdade de condições tanto pelo pai quanto pela mãe.
A presidente da 1ª Câmara de Julgamento do CRPS, Ana Cristina Evangelista, disse à Agência Brasil que a decisão abre um precedente administrativo importante, mas que não garante o pagamento de salário-maternidade a outros pais em situação semelhante. Os requerentes continuarão tendo a situação analisada caso a caso, afirmou. 

Fonte: G1/Mundo Alternativo
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Piriguetes "protestam" contra presença de transexual no Miss Bumbum

  
A presença de uma transexual entre as participantes do concurso Miss Bumbum 2012 tem causado incômodo em algumas mulheres. Na Bahia, Dani Katty, Mulher Perereca, Mulher Jambo e Mabelle protagonizaram, nesta quinta-feira (23), um protesto contra a participação da transexual Amanda Sampaio (foto de biquini azul no rodapé) no concurso.
 
 A faixa carregada pelas quatro funkeiras dizia "Organizadores do Miss Bumbum: na Bahia tem mulher bonita, não precisa de transexual". Para Cacau Oliver, um dos idealizadores do concurso, não há nada de errado com a participação de Amanda. "As incrições foram abertas, Amanda se inscreveu e foi aprovada por méritos próprios. Não houve benefícios por ela ser transexual", disse ao Terra. Segundo ele, a candidata, apesar de ter passado por uma cirurgia de mudança de sexo, é considerada mulher legalmente.
O Miss Bumbum 2012 irá anunciar a mulher com o bumbum mais bonito do Brasil em novembro. Nascida em Itaberaba, na Bahia, Amanda Sampaio decidiu participar do concurso depois que a transexual Jenna Talackova participou do Miss Universo, no Canadá. 

 

Eu não consegui até agora listar o que é mais absurdo nisso tudo, me ajuda…
1- o “teor” do protesto… lê-se a HOMOFOBIA jogada de aleluia pelas ruas da cidade;
2- a abordagem do “protesto”, afinal… nada mais concreto e distinto do que um punhado de mulheres balançando o rabo em forma de protesto… desespero por mídia mudou de nome, agora é protesto?!?!? Essa reforma ortográfica, sempre me pregando peças!!!
3- os “apoiadores” da causa!
4- toda essa pataquada ter sido acompanhada e registrada pela mídia;
5- as candidatas do cobiçado título de Miss BumBum terem as bundas mais furadas que um queijo roquefort (isso inclui o mofo);
6- em tempos de corrupção ser tão banal quanto salto cristal em baile funk, as pessoas se reunirem para protestar contra uma candidata transexual em um concurso de Miss BumBum… oi?!?!?!
7- transexual se escreve com dois “s”?!?!?

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Alexandre Emanuel e o direito de ser homem por completo

 “Não existe isso de mulher virar homem. Eu já era um homem no corpo de mulher.” É assim, com firmeza, determinação e, sobretudo, coragem que o educador físico Alexandre Emanuel expõe seu rosto, nome e história. Avisa logo que a mudança de sexo não se trata de um sonho ou de uma escolha. Mas de uma necessidade física e psicológica. A necessidade de ter um corpo masculino completo. Graças ao uso de hormônios, a voz já é de homem, a barba, os pelos. Em cirurgias anteriores, tirou mama, útero e ovário. Mudou de nome e de gênero na certidão de nascimento. Faltava o final, o que faz um homem se sentir um homem por inteiro.

Na semana passada, Alexandre Emanuel obteve uma autorização inédita na Justiça de Pernambuco. Conseguiu que o Estado seja obrigado a pagar a cirurgia de mudança de sexo que fará no Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Goiás. A operação vai ser o capítulo derradeiro de uma luta que já soma 13 anos, quando, pela primeira vez, tomou a decisão de buscar ajuda médica. Aos 45 anos, Alexandre diz que só quer o direito de ser o que ele sempre foi: homem.


Não se trata de um implante. A cirurgia de nome difícil, metoidioplastia, consiste em aumentar o clitóris com tratamento hormonal e construir um canal ligado à uretra. O novo pênis terá as mesmas funções de um pênis normal. Em Pernambuco, essa cirurgia ainda não é feita. O juiz Marcos Vinícius Nonato, da 4ª Vara da Fazenda Estadual, não demorou mais que 24 horas para estudar o caso e dar sua decisão. O processo entrou num dia, no outro a liminar estava concedida. “Ele já tem todas as características masculinas, mudou o nome, fez as cirurgias anteriores, tirou seios e útero. Só faltava a parte peniana. Não há motivo para prolongar esse sofrimento. É uma situação que exige uma resposta imediata”, sensibiliza-se o magistrado. Alexandre Emanuel também se surpreendeu com a rapidez da Justiça. Na manhã desta segunda (27), teve dificuldade de acreditar no telefonema vindo da Defensoria Pública, que está à frente da ação judicial de mudança de sexo. “Seu pedido foi atendido”, anunciou a interlocutora. A ficha, diz Alexandre Emanuel, ainda não caiu.

A primeira decisão importante veio logo depois do telefonema. Resolveu quebrar o silêncio, o anonimato. Desde 1999, quando procurou o serviço do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco para realizar a mudança de sexo, fez tudo sem alarde. Sem exposição. Iniciava ali uma via-crúcis, uma jornada longa e cheia de entraves para reafirmar sua identidade. Teve consultas com mastologistas, ginecologistas, psiquiatras, psicólogos, fez tudo o que a lei mandava para ser reconhecido como um transexual. Laudo emitido, partiu para conquistar o que chamou de carta de alforria. Em 2007, conseguiu mudar o nome de registro de nascimento. A antiga identidade prefere não revelar. Mudou de sexo no papel. Agora quer o resto. E não tem vergonha de exigir isso publicamente. “Vivi todos esses anos como se estivesse numa prisão. Esperando um milagre divino. Existe a possibilidade técnica de fazer a transformação completa. A medicina pode fazer isso. Então, vou atrás do meu milagre.”

Do JC
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Sexo gay pode ser descriminalizado em Cingapura

Um precedente foi aberto contra a lei que pune homossexuais em Cingapura e, agora, a legislação preconceituosa do país pode ser revista.

Tudo começou com o julgamento de Tan Eng Hong que foi preso por fazer sexo oral com outro homem em um banheiro público no shopping City Link, em março de 2010.

Hong conseguiu que a seção 377A do Código Penal do país fosse declarada inconstitucional. Esta seção diz que “todo homem que cometer qualquer ato de atentado violento ao pudor com outro homem” será punido por lei.

O acusado enumerou vários motivos, incluindo direito a sua liberdade pessoal. A acusação, então, contra Hong, foi mudada para uma seção diferente do Código Penal, a 294 (a), o que significa que ele foi acusado de cometer um ato obsceno em local público. Nada muito diferente das leis daqui.

O Tribunal de Apelações, presidido pelo juízes Andrew Phang, VK Rajah e Judith Prakash, disse em sentença de 106 páginas que eles encontraram um caso discutível sobre a constitucionalidade da Seção 377A “que deve ser ouvido na alta Corte “.  Boas mudanças podem vir por aí.

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Miss Bumbum: Saiba mais sobre Amanda Sampaio a candidata transexual

Foram quatro anos de economia até que Amanda Sampaio, a candidata transexual da segunda edição do Miss Bumbum, juntasse os US$ 7 mil para fazer a operação de mudança de sexo em Bangoc, na Tailândia, em 2007.

Nesse período, Amanda  - que posou para o EGO no Club Hotel Cambridge, na região central de São Paulo - conta que trabalhou como cabeleireira e até fez programas para conseguir o dinheiro. "Não passei dificuldade porque minha mãe me ajudou. Se soubesse (como era boa a sensação pós-cirurgia), tinha feito a operação antes", diz ela que hoje trabalha como gogo girl em uma casa noturna e é gerente de outra, ambas na capital paulista.

Em maio de 2010, ela adotou oficialmente o nome de Amanda Sampaio. O nome masculino que constava em sua certidão de nascimento, com jeitinho, a transex se recusa a falar.

Ela, que nasceu em Itaberaba, na Bahia, conta que sempre soube que era diferente. Com cerca de 5 anos, idade em que os meninos estão às voltas com bolas e carrinhos, ela brincava de boneca e de casinha e só tinha amiguinhas. “Quando minha mãe estava grávida de mim, queria muito uma menina. Tive a alegria de dar a ela a menina que ela queria”, diz Amanda, que é a caçula de uma família com mais dois irmãos e uma irmã.

Com 15 anos, ela diz que tinha vergonha de ver seu pênis no espelho. “Eu não me via naquele corpo”, fala Amanda, que namora há dois anos um personal trainer.

Segundo Amanda, o namorado, que ela prefere não identificar, nunca havia se relacionado com um transexual. Ela diz que foram necessários dois meses de namoro até que eles transassem pela primeira vez. “Ele me disse que era mais apertadinho (comparado a relação sexual com outras mulheres)”, contou.

GALERIA: Amanda Sampaio mostra por que seu bumbum é o melhor

De olho no título e na fama que o concurso – que acontece em novembro em São Paulo - pode proporcionar, Amanda revela que começou a pegar mais pesado na malhação nos últimos três meses. “Tenho malhado quatro vezes por semana, por uma hora e meia. Fazendo muitos exercícios para o bumbum”, fala ela, acrescentando que também se submete a sessões de drenagem linfática.

Louca por refrigerante, ela também cortou o item de seu cardápio. “Eu era viciada. Morro de vontade, mas não tomo”, frisa, com força de vontade.

Amanda diz que os elogios que recebia dançando como gogo girl a levaram a se inscrever no concurso. “Danço de roupa curta e todo mundo falava que o meu bumbum é muito bonito. Daí resolvi participar”, afirma ela que diz ter se inspirado na transexual Jenna Talackova, que participou do concurso Miss Universo no Canadá em maio deste ano. Se ganhar o título de Miss Bumbum, Amanda pensa em aproveitar a fama para tentar uma carreira artística, mas confessa não saber fazendo o quê.

A transex assume que, além de cuidar do corpo, também está pronta para enfrentar as críticas das outras candidatas. “Já vieram falar que não é justo eu concorrer, porque não tenho celulite”, diz Amanda, fazendo referência ao senso comum de que homens, em geral, não sofrem deste mal. Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia, o homem pode até ter celulite, mas é mais raro, pois o problema está fortemente relacionado ao hormônio estrogênio, presente em maior quantidade nas mulheres, e que Amanda tem de tomar periodicamente.

Do EGO
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Sexo pode ser considerado atividade física, diz especialista

Você sabia que o sexo, além de dar prazer e melhorar o humor, ainda é considerado uma atividade física? A boa notícia é que, como qualquer movimento praticado de forma regular, o sexo também pode queimar algumas calorias.

O cardiologista Dr. Nabil Ghorayeb, especialista em Medicina de Esporte e diretor da SBC (Sociedade Brasileira de Cardiologia), explica que a relação sexual normal equivale a uma atividade física de intensidade leve a moderada.

— Dez minutos é o tempo médio que o brasileiro demora em uma relação sexual e isso representa uma queima de cem calorias, o equivalente a subir correndo três andares de escada.

Apesar de não ser suficiente para perder peso, o cardiologista explica que quanto mais tempo na cama maior é o gasto energético. Segundo ele, uma pessoa de 80 kg que faz sexo durante uma hora pode perder até 600 calorias, o que representa caminhar de forma acelerada (6 a 7 km por minuto) durante o mesmo período.

No entanto, é importante esclarecer que nem toda atividade física é um exercício. O professor de educação física Mauro Guiselini, da FMU (Faculdades Metropolitanas Unidas), comenta que a atividade física é um termo genérico que significa fazer qualquer movimento, como lavar louça, arrumar a casa ou varrer o chão. Já o exercício físico é uma prática frequente e regular de movimentos corporais.

— A atividade física é considerada um exercício quando são levados em conta os seguintes parâmetros: frequência, intensidade, duração, batimentos cardíacos, massa corpórea do indivíduo e quantidade de músculos que estão envolvidos no movimento. E isso vale também para o sexo.

Benefícios

Além da sensação de bem-estar, o sexo melhora a libido e alivia a tensão e o estresse. Isso porque, em qualquer atividade física que praticamos, o corpo libera endorfina, o conhecido hormônio do prazer.

Além disso, movimentar o corpo com frequência também contribui para um melhor desempenho sexual, já que qualquer exercício ajuda na circulação sanguínea e aumenta a capacidade física do indivíduo.

Para aqueles que costumam fazer alongamento, a flexibilidade colabora para uma melhor movimentação durante o ato sexual.

Sinal vermelho

Ao contrário do que muitos pensam, o sexo não tem contraindicação. No entanto, os especialistas reforçam que em alguns casos os cuidados precisam ser redobrados. Ghorayeb até brinca que pacientes recém-operados podem ter relação sem medo.

— É importante que os pacientes pós-operados do coração evitem peso sobre o tórax nos primeiros dois meses após a cirurgia. Nesse caso, a solução é escolher posições diferentes.

Guiselini enfatiza que portadores de doenças crônicas, como obesos e hipertensos, devem ter acompanhamento profissional. Como os batimentos cardíacos aumentam durante o ato, o quadro clínico do paciente pode piorar.

— O excesso de peso pode prejudicar a libido e desenvolver problemas de ereção no homem. Nesse caso, vale uma conversa com o médico antes de tomar qualquer tipo de medicação para o problema.

Além dessas doenças, Guiselini lembra que estresse, cansaço e tensão também atrapalham o desempenho sexual.

Para o sedentário, algumas dificuldades também podem aparecer durante a relação sexual. De acordo com o educador físico, pessoas que fogem dos exercícios não desenvolvem um bom condicionamento corporal e, como consequência, têm mais chances de apresentarem fadiga precoce dos músculos (a famosa câimbra) na “hora H”. Para evitar esse constrangimento, comece agora a se movimentar.

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'Sexo oral é bom para a mulher', dizem cientistas

De acordo com estudos recentes da Universidade de Nova York, o sexo oral é bom para a saúde da mulher e a faz se sentir mais feliz. Pesquisadores afirmam que as mulheres que praticam o sexo oral sem camisinha são menos deprimidas e têm um melhor desempenho em testes cognitivos.

Foram entrevistadas 293 mulheres, que tiveram sua vida sexual e sua saúde mental avaliadas. Cientistas constataram que a felicidade entre as mulheres sexualmente ativas e que não fazem uso da camisinha, parece ser derivada de uma função das composições químicas do sêmen que atuam no corpo. O plasma contém pelo menos três agentes anti-depressivos, como a tireotrofina, hormônio associado ao aparelho reprodutor feminino, a melatonina, que induz o sono, e a serotonina, que melhora o humor.

Por outro lado, o sexo oral com o uso da camisinha indicou mulheres com um índice de depressão equivalente às que não têm vida sexual ativa.

Do O Dia
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Bondage: conceitos e desejos


Hoje o blog conta a postagem de numero mil em pouco mais de quarto anos.
 
E embora muito se fale aqui em entrega, submissão e outros (dentro de um conceito de fantasia, lógico), foi muito legal chegar até aqui.
 
E como não poderia deixar de ser resolvi abordar um assunto que responde por grande parte das postagens em todo esse tempo: bondage.
 
Não vou ser repetitivo e muito menos presunçoso ao evocar o fetiche que me toca, mas grande parte das analises e correspondências que chegam abordam esse tema. Claro que muito da minha própria tendência se reflete nas paginas do blog, entretanto, vale tirar duvidas, porque fetiche sem dúvida não tem graça. Fica vazio como papel planando ao vento.
 
Porque ainda que algumas imagens associadas ao fetiche sejam o carro forte da expressão de bondage perante seus adeptos e simpatizantes, a mulher amarrada em perfeita simetria de nós e cordas não é apenas o conceito principal do fetiche.

O nível de prazer de um bondagista não pode estar restrito a esse conceito. O trabalho de artesão que o bondagista desenvolve e exibe não enquadra todo o significado do fetiche.
Toda técnica desenvolvida no alinhamento dos nós precede de tesão.
E esse tesão ou desejo é fruto de uma sintonia que ele adquire quando dá os primeiros passos na direção do que lhe atrai. A mocinha amarrada na cadeira num filme de velho oeste, por exemplo, pode não apresentar um exuberante trabalho de cordas, mas cria o elo entre o gostar e praticar, que leva este fetichista a buscar conhecimento suficiente pra criar sua própria identidade no fetiche.
 

E essa semente brota em diferentes ramos que irão representar sua vocação fetichista.
E qual a ligação entre bondage e sadismo para estarem presentes na mesma sigla? O desenvolvimento da prática após a restrição de movimentos pode ser uma resposta, embora muitos considerem uma prática sádica o ato de restringir a parceira ou o parceiro de seus movimentos. Ainda que se defenda aqui um conceito de love bondage como regra pra trocar castigos por sexo quando do aprisionamento, é fato que tolher a pessoa de sua capacidade de reação e ainda obter prazer por tal circunstancia é um ato perverso.
Ora, fantasias sexuais são explicáveis na medida em que existem vários adeptos do mesmo conceito. E bondage talvez esteja inserido num contexto altamente permissivo o que em outras fantasias não aparece tão intrínseco assim.
 
Por exemplo, bondage aceita a troca com naturalidade. O chamado role-play tão em voga dita isso. A troca de comando em outras práticas sugere uma mudança radical enquanto em bondage isso é tão normal quanto trocar a roupa de cama. As cordas mudam de mão, o conceito acompanha com tranqüilidade e o prazer muitas vezes se multiplica.
 
A teoria da servidão e submissão se desmistifica no role-play de forma imperceptível sem manchas ou arrependimentos que levem os fetichistas a tramarem contra seus próprios egos.
 
Por isso, bondage é muito abrangente. O fetiche pode estar presente na vida de casais que por uma vez ou duas flertaram com essa teoria. O sujeito compra um par de algemas das mais vagabundas em sex-shops  e leva o fetiche pra casa sem perceber que se trata de uma fantasia lotada de conceitos, mas que no fundo, esse apanhado de regrinhas pouco se mostra eficaz diante do desejo.
Claro que o manuseio das cordas não se aprende da noite para o dia e é preciso praticar, errar, acertar e aprender para se tornar um mestre na arte de nós. Entretanto, esteticamente pode agradar a praticantes que enxergam na beleza de uma imobilização planejada a fonte do desejo.
Por outro lado, o ato simples de restringir movimentos e tomar as rédeas quando o assunto é sexo também promove o mesmo efeito, principalmente se quem está envolvido na fantasias buscar apenas a obtenção do prazer.
Que venham mais mil artigos...
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Femme de la Rue: Assedio as mulheres na rua




http://1.bp.blogspot.com/-_T4rfMv_krI/TZs2hGVLWQI/AAAAAAAAbog/wYGL99kHZOQ/s1600/1%2Ba%2Ba%2Ba%2Bsh%2Bassedio%2Bsexual.jpg“Uma jovem belga de apenas 25 anos decidiu gravar o que ouvia dos homens enquanto caminhava pelas ruas de Bruxelas – e principalmente de sua vizinhança, em um bairro pobre da cidade. O resultado foi o documentário Femme de la Rue (Mulher da Rua, em tradução livre).
Com uma câmera escondida, Sofie Peeters registrou o assédio sexual e os insultos que sofria enquanto caminhava pela capital belga.
Inicialmente pensado como trabalho de conclusão de seu curso de cinema, o documentário acabou suscitando um debate sobre a violência sofrida por milhares de mulheres todos os dias e ultrapassou as fronteiras da Bélgica.
http://cintiacosta.files.wordpress.com/2011/02/virando_pescoc3a7o_cantadas_rua.jpgA maioria das imagens do assédio sofrido por Sofie foi gravada em Anneessens, um bairro pobre de Bruxelas, onde a jovem mora há dois anos. O bairro tem uma grande população do norte da África, de países árabes e muçulmanos – e a maior parte dos homens gravados realmente era de origem norte-africana. Por isso, Peeters foi acusada de racismo por alguns críticos.
As cenas mostram uma sucessão de homens abordando a jovem à medida que ela avança em seu caminho pelas calçadas e parques da capital belga. Um deles chega pelas suas costas, dizendo que ela é “linda”. Outro, simplesmente a cruza na calçada, vira o rosto em sua direção e a chama de “vadia”.
Em outra sequência, Sofie passa em frente a um bar, com mesas na calçada. Um homem diz que “se ninguém fizer um elogio, ela vai se sentir mal”. Em outra cena, um rapaz a convida para beber algo em seu apartamento. Diante da recusa, ele insiste e diz que Sofie o deixa “com vontade”, o que faz com que seja “normal” abordá-la daquela maneira.
“Acho que a primeira coisa que uma mulher se pergunta é: ‘Sou eu? Foi algo que fiz? São as minhas roupas?’”, contou a jovem, em uma entrevista à emissora de TV belga RTBF que já foi vista por mais de um milhão de pessoas no YouTube. O filme mostra, ainda, testemunhos de outras vítimas de assédio nas ruas da cidade.
Testemunho das francesas:
As frases recheadas de vulgaridades e a violência com a qual alguns homens abordam a jovem no documentário, feito em plena capital da União Europeia, causaram indignação no resto do continente.
O assunto, que é raramente tratado pela imprensa, ganhou espaço em jornais, revistas e emissoras de TV na França, um dos berços do movimento feminista. O assédio sexual de rua, travestido de simples “cantada”, também gerou debate nas redes sociais francesas.
Mulher dá depoimento pessoal no vídeo de Sofie Peeters:
Depois que um jornalista escreveu em seu Twitter que ainda não tinha visto “nenhuma menina reclamar de ter recebido o mesmo tratamento” na França, centenas de mulheres postaram na rede social alguns exemplos de comentários agressivos, repletos de conotações sexuais, que são obrigadas a escutar diariamente nas principais cidades do país.
Por coincidência, o Parlamento francês aprovou na última semana uma lei mais dura contra o assédio sexual, após um vazio jurídico ter sido criado pela anulação de uma lei anterior, considerada ambígua pelos magistrados.
A Bélgica também adotará medidas para diminuir a violência verbal sofrida pelas mulheres. Uma lei que deverá entrar em vigor em setembro prevê multas por assédio sexual na rua.
Sofie Peeters decidiu deixar Bruxelas e voltar a viver em uma cidade menor, no interior do país.”

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Americano sai com maiô e é preso por assédio

O norte-americano Kevin L. Miller, de 41 anos, foi preso na última terça-feira (9) acusado de ter assediado várias mulheres. Detalhe: ele andava vestindo apenas um maiô verde, segundo a emissora americana "WHIO-TV".

Miller, de Sugarcreek Township, no estado de Ohio, foi levado para a cadeia do Condado de Greene. O juiz Michael Murry fixou sua fiança em US$ 10 mil. Conforme a emissora, a polícia recebeu 20 queixas de mulheres contra ele.

De acordo com o promotor Ron Lewis, essa não é primeira vez que Miller é detido. Lewis disse que o homem foi condenado em 2008 por conduta contrária à ordem pública. No entanto o crime cometido na época não tem nenhuma relação com o atual.

Apesar de Miller não ter atacado fisicamente nenhuma mulher, o policial Mark White destacou que o episódio foi tratado de forma séria, com a prisão do suspeito, antes que algo de grave acontecesse.

Do G1
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Travesti Laryssa Silveira é executada com três tiros em Piracicaba

Uma travesti de 24 anos foi encontrada morta no acostamento da alça de acesso do km 43 da rodovia Cornélio Pires (SP-127), que liga Piracicaba a Tietê, na altura do bairro Chicó, à 0h45 da sexta (17/08). Regis Felipe Silveira de Góes, que usava o pseudônimo de Laryssa Silveira, foi executado com pelo menos três tiros, sendo um no peito e dois no rosto — um abaixo do nariz e outro de raspão ao lado direito da face. Nas redes sociais é possível conhecer o travesti. Cabelos longos e loiros. A foto mostra um travesti bem produzido e com seios fartos e seliconados.

Segundo a Polícia Civil, o corpo da vítima, que também era cabeleireira, foi localizado após uma denúncia anônima feita à Polícia Militar. Foi a 36ª morte violenta registrada em Piracicaba neste ano e a segunda em agosto.
Na sexta (17/08), quando a equipe da DIG (Delegacia de Investigações Gerais) chegou ao local do crime, a Polícia Militar informou que recebeu uma solicitação pelo telefone 190. Os policiais localizaram o corpo da vítima com marcas de tiro no rosto e no peito. Foi constatado que se tratava de uma travesti aparentando ter entre 20 e 25 anos, branca, magra, com cabelos louros, aproximadamente 1,70 metro de altura, com tatuagem de uma flor na coxa direita e outra de um fênix nas costas.
A Polícia Técnico Científica esteve no local, realizou a perícia e apreendeu um estilhaço de chumbo próximo ao corpo da vítima, segundo o Boletim de Ocorrência número 7.072/2012. O delegado Wilson Lavorenti, da DIG, considerou o fato grave e dará atenção especial para o esclarecimento do crime. “Tão logo os policiais chegaram ao cenário do crime, deram início aos trabalhos preliminares, mas não havia a identidade da vítima.
O travesti era cabeleireiro morava com a família em uma casa na rua dos Topázios, no bairro Mário Dedini. Ainda de madrugada, a Equipe de Homicídios percorreu os possíveis locais onde ela teria estado, como na rua Governador Pedro de Toledo, no Centro. Em conversação com algumas pessoas do convívio dela, os policiais chegaram até a sua identidade, já que encontraram um irmão dela, que também atuava no local”, afirmou. Lavorenti disse ainda que os investigadores já fizeram um primeiro contato com os familiares, acompanharam a necropsia da vítima e estão coletando elementos que levem à prisão do autor do homicídio. “Também já estão em busca das imagens de câmeras de segurança das proximidades da rua Governador para tentar identificar algum suspeito.
Toda atenção está sendo dispensada para o esclarecimento. Agora, é colher provas e elementos de informação”, declarou. À reportagem do Jornal de Piracicaba, um irmão da vítima, Renner Silveira de Goes, de 18 anos, que também é travesti, disse que Laryssa costumava ficar na esquina da Governador Pedro de Toledo com a avenida Doutor Paulo de Moraes, nas proximidades de uma loja de móveis. “Ela só trabalhava ali e somente à noite. Ela saía do salão, que fica aqui em casa, por volta das 19h, e sempre voltava às 22h”. À reportagem do “G1″ que a travesti não possuía inimigos. “Nem sei o que pensar, pois foi algo muito recente”, afirmou.

Do Jornal de Piracicaba com informações do G1 e RAC -  Foto: Parou Tudo
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Fonte de renda: Por dinheiro, travestis se expõem a doenças

Se o cliente é jovem e bonito e paga mais pelo programa, quase a metade dos travestis que atuam como profissionais do sexo em Rio Preto, 45%, deixa de usar preservativos e se expõe a doenças sexualmente transmissíveis, como a Aids. A constatação é de um estudo inédito elaborado pelo Grupo de Apoio ao Doente de Aids (Gada) em parceria com a Associação Rio Pretense de Travestis, Transexuais e Simpatizantes (ARTTS).

Os dados revelam que a falta de profissionalização e oportunidade no mercado de trabalho convencional faz com que a necessidade da sobrevivência se sobreponha à prevenção. “A baixa remuneração é compensada pela quantidade de clientes e a falta de cuidados”, diz o coordenador do Gada, Julio Caetano. A pesquisa amostral foi realizada com 40 travestis entre 18 e 35 anos, moradoras de Rio Preto e que fazem programas. Estima-se que existam cerca de 100 travestis na cidade. Foram respondidas 22 questões.

Caetano afirma que o objetivo do estudo foi avaliar o perfil socioeconômico e a vulnerabilidade com relação ao HIV/Aids das travestis profissionais do sexo. Outra característica observada pela pesquisa é a baixa escolaridade das travestis: 47,5% não concluíram o ensino fundamental. “Essa característica reflete o processo de exclusão e de preconceito vividos pelas travestis nas salas de aula, fazendo com que estas desistam de continuar os estudos”, diz o coordenador do Gada. 


<= Mesmo com trabalho regular, Bruna Valin e Patrícia Trindade reforçam orçamento com programas

Foi isso que aconteceu com Pâmela (nome fictício). Ela deixou a escola quando estava no ensino médio e só agora, aos 33 anos, retomou os estudos. “A partir do momento em que me defini travesti, passei a ser motivo de chacota e não suportei a situação, preferi sair da escola.” Sem o apoio da família, ela foi morar na rua e, em pouco tempo, começou a fazer programas para sobreviver. Hoje, ela reconhece que a dificuldade faz com que as travestis aceitem imposições de clientes, como fazer sexo sem proteção.

O relato de Pâmela é confirmado pela pesquisa. Das 40 travestis que participaram do estudo, 25% não usam preservativo para não perder o parceiro. Além disso, a maioria delas, 58%, relata atender de 20 a 30 clientes novos por mês. As travestis são consideradas pelo Programa Nacional de DST/Aids, do Ministério da Saúde, como um grupo bastante significativo no perfil da epidemia do HIV/Aids no Brasil devido a sua história de vulnerabilidade social, que abrange exclusão, violência, preconceito e discriminação.

Fonte de renda

O estudo constatou que a atividade como profissional do sexo é a única fonte de renda de 62,5% das entrevistadas. Quanto ao valor mensal dos rendimentos, 64,5% delas faturam até três salários mínimos - cerca de R$ 1,5 mil. Outras 26% declaram conseguir até um salário mínimo por mês, R$ 510, e 9,7%, de três a cinco salários mínimos, podendo receber até R$ 2,5 mil.

A travesti Patrícia Trindade, 29 anos, trabalha como monitora no Gada, mas continua reforçando o orçamento com o trabalho de profissional do sexo. “Faço programa todas as noites. A gente sofre preconceito tanto por ser travesti como por ser profissional do sexo”, diz. Para Patrícia, faltam programas profissionalizantes voltados a esse público. “As portas do mercado de trabalho se fecham e nas ruas as travestis são obrigadas a fazer o que não querem para conseguir sobreviver.”

Mesmo com a carteira de trabalho assinada, a agente de direitos humanos e presidente da ARTTS Bruna Valin, 35 anos, continua na atividade de profissional do sexo. “Tenho um prazo para terminar com essa atividade. Quero fazer faculdade de Psicologia. É o meu sonho.” 

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Homofobia: Travestis protestam em frente à Câmara de Rio Preto.

 
Pelo menos 10 integrantes da Artt's (Associação Rio-pretense de Travestis e Transexuais) e do Gada (Grupo de Amparo ao Doente de Aids) protestaram nesta segunda-feira (20) à tarde em frente ao prédio da Câmara de Rio Preto. 

“Queremos  mais segurança e agilidade da Justiça em casos de violência que envolvem travestis e transexuais”,  disse a  travesti Patrícia Trindade (a loira na foto abaixo), de 30 anos. 

Na semana passada, duas travestis foram mortas na cidade e outras duas ficaram feridas. 

Na sexta-feira, a polícia prendeu o ex-policial militar Benedito de Jesus Carvalho - foragido da Justiça-, que confessou os crimes e disse ter sido por motivação homofóbica.

A polícia investiga a hipótese de o crime ter sido encomendado pela travesti Taila (Fabrício Silva). A prisão temporária dela foi decretada neste domingo. 

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Oscar Filho revela que já se vestiu de mulher

Oscar Filho postou esses dias em seu Twitter uma foto em que aparece fazendo crossdressing, isto é, a arte de um homem se vestir de mulher ou vice-versa.

"Acho isso muito engraçado e louco. Eu me vesti assim porque eu estava indo apresentar o meu show e queria divulgá-lo de uma forma diferente", explicou. "Peguei um vestido da minha namorada e tirei a foto", afirmou.

Questionado se teria interesse em se tornar um crossdresser, a exemplo do cartunista Laerte Coutinho, Oscar negou. "Não tenho nenhuma vontade, já me vesti muito de mulher nessa vida por causa do grupo de teatro que participava, 'Os Cretinos'", contou.

"Cansa colocar salto alto, maquiagem, batom... Essas coisas de mulher todos os dias", finalizou.

Da BAND
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Travesti sósia de Gracy Barbosa rouba cena em coroação na Mangueira


Reconhecida pelo público presente na quadra da Mangueira como “Gracyanne cover”, a travesti Renata, 52 anos, foi a grande atração na noite desta quinta-feira, 16, durante a coroação da mulher do cantor Belo, a frente da bateria da verde-e-rosa da Zona Norte do Rio. Acontece que a travesti viajou de Cuiabá, no Mato Grosso, somente para conhecer Gracyanne Barbosa.


“Somos frutos da mesma árvore. Eu nasci numa cidadezinha do lado da que ela nasceu, onde a mãe dela inclusive mora até hoje. Acho a Gracyanne uma mulher muito bonita e foi uma ótima escolha da Mangueira traze-la de volta para a escola. Além disso, ela é muito dedicada, educada e batalhadora”, contou Renata ao EGO após conhecer de perto sua musa.
 

Pouco antes de Belo se apresentar em um show gratuito para a comunidade mangueirense, Gracy recebeu a faixa e a coroa de rainha de bateria quando, quase às 3h da manhã: “É muito bom voltar para casa”, disse emocionada. Para o evento, ela escolheu um vestido com aplicações de pedras e cristais e revelou que apesar de não dar palpites no seu figurino, a preocupação era de que não mostrasse a calcinha e nem que os seios ficassem balançando no figurino.


Questionada sobre a possibilidade de ter que dividir o seu posto com outra beldade na Sapucaí, ela rebateu: "Ainda não estou sabendo dessa novidade. O meu presidente ainda não me falou sobre isso, mas acho que se fizer parte do enredo e ele achar interessante, não tem o menor problema. Gostaria apenas que fosse alguém da comunidade." Em 2013 a Mangueira vai levar para a passarela do samba um enredo patrocinado sobre Cuiabá.

Do EGO





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Suspeito de atirar contra 4 travestis é preso

 Ex-policial expulso do 14º Batalhão de Osasco em 1985 por homicídio, passagem por hospital psiquiátrico, portador ilegal de arma e de documentos falsos e homofóbico confesso. Este é o perfil de Benedito de Jesus Carvalho (foto a esquerda), de 50 anos, natural de Neves Paulista, que  confessou ter assassinado duas travestis e atirado em outras duas, na madrugada de quarta-feira, em Rio Preto. Com ele, a polícia encontrou a arma e a moto utilizadas na noite do crime. 

Ao chegar à DIG (Delegacia de Investigações Gerais) de Rio Preto, Benedito se deparou com um grupo de travestis amigas das vítimas, que protestavam pedido justiça e a condenação severa para ele.

No momento da prisão, próximo ao aeroporto, Benedito apresentou  uma identidade  com o nome de Paulo Roberto de Castro Silva, de 51 anos, que logo foi descoberto pelos policiais como sendo falsa. De acordo com a polícia, o agora réu confesso estava foragido da Justiça desde agosto do ano passado por ter cometido dois roubos e dois homicídios em  São Paulo.

De acordo com o delegado Fernando Augusto Nunes Tedde, da DIG, Benedito confessou informalmente  o crime e levou os policiais até uma pensão, na rua Pascua Vale, na Vila Maceno. Lá, foram apreendidas a arma e também a moto utilizada. No local, o acusado também escondia medicamentos para impotência sexual.

Policiais chegaram até ele graças a descrição fornecida pelas duas sobreviventes e testemunhas. Para a polícia, Benedito disse que o assassinato foi de natureza homofóbica, porque tem “ódio” de travestis.

Segundo o suspeito, na noite do crime ele bebeu e saiu atirando pela rua. 

O delegado disse que vai pedir a prisão temporária de Benedito e que vai continuar investigando o caso. Tedde afirmou que o assassino vai responder pelos crimes de homicídio, dupla tentativa de homicídio, lesão corporal e porte ilegal de arma. Além disso, se comprovada a hipótese de crime encomendado, ele responderá também por formação de quadrilha (leia ao lado). “Vamos verificar outras atividades dele e é quase certo que tenhamos novidades”, disse o delegado.

O crime/ A chacina de travestis teve início na madrugada de quinta-feira e terminou com a morte de duas profissionais do sexo. Outras duas só não morreram porque falavam ao celular no momento do disparo e foram protegidos pelo aparelho. Em uma moto vermelha, o assassino se aproximou de duas travestis que faziam ponto no cruzamento da avenida Cenobelino Barros Serra com a rua São João.


De acordo com testemunhas, o assassino combinou um programa com Rafaela (Carlos Eduardo Vasconcelos) - (foto a esquerda), de 30 anos. Ela desceu a pé por uma estrada de terra que dá acesso à Fonte Santa Terezinha, seguindo o caminho que o assassino fez de moto. No local, a travesti foi morta com um tiro à queima roupa.

Em seguida, o atirador voltou para a avenida Cenobelino, parou em um  bar e bebeu algumas doses. No próprio bar ele já teria escolhido a sua próxima vítima: Isabelly (Abelardo dos Santos Freier), de 24 anos - (foto a direita), que comia um lanche junto com a amiga Camila.

Isabelly voltou para o ponto, na calçada, e o assassino passou de moto. Cerca de 30 metros à frente, fez sinal chamando a travesti. Ela foi até onde ele estava, no meio da rua São João, e ele mandou que ela fosse para a entrada de uma empresa transportadora. Foi o segundo disparo certeiro do assassino.

O assassino voltou à avenida Cenobelino e atirou contra Jully  (Júlio César Bercelini), 21 anos. “Foi para matar, mas eu coloquei a mão na frente e estava segurando o celular. A bala partiu meu celular, atravessou a minha mão e passou de raspão pelo ombro”, disse Jully. A travesti ficou internada no Hospital de Base e recebeu alta anteontem depois de passar por um cirurgia na mão.

Na sequência, o atirador seguiu para o centro de Rio Preto. Na esquina da rua Prudente de Morais com a rua General Glicério, ele efetuou mais dois disparos contra Renata (Gledston Quintino Zequini), 25 anos (foto a esquerda), atingindo-a também na mão. O celular da vítima evitou que a bala  pegasse no rosto.

Renata ficou internada na Santa Casa de Rio Preto e passou por uma cirurgia na mão direita e foi liberada.

Investigação paralela tenta descobrir se assassinatos foram encomendados
Mesmo com a confissão de Benedito de Jesus Carvalho, que afirmou que matou por “ódio de travestis”, a polícia não descarta a hipótese de o crime ter sido encomendado. O 4º DP de Rio Preto prendeu ontem a travesti Taila (Fabrício Silva),  que pode ter sido o mandante dos assassinatos. 

O delegado Fernando Augusto Nunes Tedde disse que ainda não tinha informações sobre a investigação, que está com outra delegacia. De acordo com ele, Tayla (foto a esquerda), que foi presa por receptação, seria responsável pelo controle de atividades sexuais nas ruas e que por isso poderia ter motivos para matar as travestis.

Benedito negou qualquer envolvimento de Taila com o  crime, mas a policia vai continuar investigando uma possível ligação entre os dois.




Fim da linha para acusados de matar travestis

Sessenta horas ou exatos dois dias e meio. Foi esse o tempo que a Polícia Militar levou para prender o suposto atirador que implantou clima de terror entre os homossexuais de Rio Preto ao matar dois travestis e ferir outros dois por volta da meia-noite da última quinta-feira. O ex-policial militar Benedito de Jesus Carvalho, 50 anos, foi preso acusado de ter cometido o duplo homicídio por encomenda do travesti Fabrício Domingues da Silva, 31 anos, a Tayla. De acordo com a polícia, Carlos Eduardo Vasconcelos, a Eduarda, e Abelardo dos Santos Freier, a Izabeli, teriam sido mortas porque não admitiam ser extorquidas por Tayla.

Testemunhas informaram à polícia que o suposto mandante cobrava R$ 10 por noite de cada um dos travestis que fazem ponto na avenida Cenobelino de Barros Serra e no Centro da cidade. A prisão dos dois acusados pôs fim à suspeita de que o crime tivesse sido cometido por intolerância sexual (homofobia), como teria sido afirmado pelo ex-PM em depoimento informal à polícia.  

Acusado de assassinatos foi expulso da PM

O ex-policial militar Benedito de Jesus Carvalho, 50 anos e Fabrício Domingues Silva, 31 anos, a Tayla, presos na tarde de ontem acusados da morte de dois travestis na madrugada de quarta-feira, são apontados pela polícia como contratado e contratante. Tayla é acusado de ter encomendado o assassinato de Carlos Eduardo Vasconcelos, a Eduarda, 30 anos, e Aberlardo dos Santos Freires, 24 anos, a Isabeli, porque eles se recusavam a pagar uma taxa de R$ 10 por noite para fazer ponto na avenida Cenobelino de Barros Serra e Centro da cidade.

O delegado Fernando Augusto Nunes Tedde, titular da Delegacia de Investigações Gerais (DIG), não soube dizer quando ou o que o ex-policial teria recebido para praticar o crime. Benedito foi PM entre os anos de 82 e 85, quando foi expulso do 14º Batalahão da PM de Osasco, acusado de homicídio. O ex policial estava foragido da penitenciária de Iaras, desde agosto de 2011, onde cumpria pena por dois homicídio e dois roubos.

Tedde afirma apenas as duas travestis mortas eram o alvo do atirador, já que não se submetiam à extorsão. “Apesar de os dois acusados negarem que agiram em conjunto, o depoimento da testemunha é bastante conciso”, afirma Tedde.Segundo o delegado, Carvalho é um homem muito perigoso. “Ele age friamente”, diz.

Prisão

Carvalho foi o primeiro a ser preso por volta das 13h, na avenida Clóvis Ogger, próximo ao aeroporto de Rio Preto. Com características semelhantes às descritas por testemunhas e sobreviventes da tentativa de chacina - olhos verdes, cabelos grisalhos e com barriga saliente -, Silva foi abordado quando estava parado na direção de uma motocicleta vermelha conversando com outros dois rapazes. No momento da abordagem, por apresentarem sinais de nervosismo, os policiais decidiram investigá-los. Os policiais foram então à pensão do acusado, no bairro Vila Maceno, onde encontraram um revólver 38 e roupas parecidas com a que usava no dia do crime.

Diante das evidências, os policiais chamaram umas das sobreviventes do crime que o reconheceu sem qualquer sombra de dúvida como o atirador. “Ele confessou o crime e disse que fez isso porque tinha bebido e ‘não gostava da raça’.”, afirmou o major Luiz Roberto Vicente da Silva.

No quarto do acusado, os policiais também apreenderam um capuz preto, remédios para impotência sexual e documentos falsos, com o nome “Paulo Roberto de Castro Silva”. Levado à DIG, o ex-PM foi reconhecido por mais duas testemunhas, apesar de depoimento formal, negar o crime. “Sou inocente. Não matei ninguém. Estão me confundindo”, disse o acusado aos jornalistas. Tayla foi presa logo em seguida por policiais do 4º DP acusada de receptação de uma motocicleta roubada.

Tayla e Carvalho responderão a processo pelos crimes de duplo homicídio e duas tentativas de homicídios. O travesti já tem passagens na polícia por tráfico e furto. O delegado pediu a prisão preventiva dos dois na tarde de ontem.

Tayla: ‘violenta e ladra’

Testemunhas ouvidas pelo Diário informaram que Fabrício Domingues da Silva, a Tayla, é uma pessoa extremamente violenta e viciada em drogas. “Se as meninas não pagavam, ela roubava tudo, até o sapato, para sustentar o vício do crack”, afirma o travesti Roxana, 20 anos.

Roxana diz que não sofria extorsão de Tayla porque se prostitui na zona do meretrício. Segundo ele, Carlos Eduardo Vasconcelpos, a Eduarda, foi obrigado a passar 15 dias em Piracicaba para escapar das ameaças de morte de Tayla.

Dias antes do crime, Tayla também teria agredido o travesti Izabely porque ele era novo na cidade - veio do Piauí - e não pagava as taxas exigidas pelo acusado. “Os travesti têm muito medo de Tayla porque andava sempre acompanhada de vários homens, que agiam agredindo os outros a mando dela.”
 



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Primeira travesti doutora do País é candidata no Ceará

 A primeira travesti a obter um título de doutorado no Brasil está concorrendo a uma vaga na Câmara Municipal de Russas, no interior do Ceará. Professora do Estado concursada, Luma Nogueira Andrade (PT) defendeu sua tese sobre discriminação sexual no ambiente escolar nesta sexta-feira (17), em Fortaleza.
 

Antes de se tornar supervisora regional de 26 escolas públicas do Ceará e ingressar no doutorado em Educação da Universidade Federal do Ceará (UFC), Luma assinou o nome João por 30 anos, foi rejeitada pelos pais na infância, discriminada na escola e, mais tarde, no trabalho.

Filiada ao PT desde 1999 e militante das causas LGBT, a educadora disputa um cargo eletivo pela primeira vez. Embora sua pesquisa para o doutorado aponte falhas na formação dos professores e gestores escolares para lidar com questões de gênero e sexualidade, no discurso político ela evita entrar em polêmicas sobre o tema. Revelou estar de olho no eleitorado evangélico.
Questionada pelo iG sobre o que pensava do veto da presidenta Dilma Rousseff ao chamado “kit gay” contra a homofobia nas escolas, por exemplo, Luma desviou do assunto e preferiu falar de forma genérica sobre sua plataforma de campanha. "A gente percebeu que existia uma necessidade de ingressar no Legislativo para conseguir leis que realmente combatam a discriminação e o preconceito."

Fonte: IG
  
 

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Sobre este blog

Aqui eu não sou homem ou mulher. Sou um adepto do crossdresing. Sou uma Crossdresser - CD ou CDzinha. Desde os 9 anos, adoro lingeries e roupas sexyes. Levo uma vida normal masculina e tenho uma vida clandestina feminina.

Me proponho aqui a falar um pouco de tudo, em especial das Crossdressers, dos transexuais, dos Travestis e da enorme comunidade
LGBT existente em todo o mundo. Um estilo de vida complicado e confuso (para alguns)... Este espaço também se presta para expor a minha indignação quanto ao ódio e preconceito em geral.

Observo que esse é um blog onde parte do que aqui posto pode ser considerado como orientado sexualmente para adultos, ou seja, material destinado a pessoas maiores de 18 anos. Se você não atingiu ainda 18 anos, ou se este tipo de material ofende você, ou ainda se você está acessando a internet de algum país ou local onde este tipo de material é proibido por lei, NÃO siga 'navegando'.

Sou um Crossdresser {homem>mulher} casada {com mulher - que nada sabe} e não sou um 'pedaço de carne'.

Para aqueles que eventualmente perguntam sobre o porque do termo 'Crossdresser GG', eu informo que lógico que o termo trata das minhas medidas. Ja que de fato visto 'GG'. Entretanto alcunhei que 'GG' de Grande e Gorda, afinal minhas medidas numéricas femininas para Blusas, camisetas e vestidos são tamanho: 50 e Calças, bermudas, shorts e saias são tamanho: 50.

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