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Polícia Civil: Rafaela Fiorentino foi obrigada a ajoelhar antes de levar tiro

A Polícia Civil afirmou que Rafaela Fiorentino (foto) um dos travestis que morreram em São José do Rio Preto, cidade a 438 km de São Paulo, foi obrigado a ajoelhar antes de receber tiros. Dois travestis morreram após um motoqueiro atirar contra eles.

Dois outros travestis também foram atingidos por tiros e tiveram ferimentos. A polícia informou que o homem teria feito um programa com as quatro travestis, separadamente, e cometido o crime depois. Três foram baleadas, no bairro Parque Industrial, em ruas próximas e outra no centro do município.

Segundo a representante do movimento LGTB (lésbicas, gays, transexuais e bissexuais) Patrícia Trindade, o crime foi uma tragédia anunciada.

— Uma travesti morta já sofreu outras agressões outras vezes. Também na rua. Então foi uma coisa que foi acontecendo aos poucos. 

Segundo os travestis que foram baleados, o suspeito tem entre 40 e 50 anos e cabelos grisalhos. Eles contaram que, ante de atirar, o homem mandou beijos.

A primeira vítima, de 30 anos, foi morta em uma estrada de terra. A segunda, de 24 anos, foi assassinada na avenida Cenobelino. As outras duas tiveram ferimentos nas mãos e ombro. Elas estão internadas em hospitais diferentes da região, mas não correm risco de morte. 

Do R7

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