Uma Crossdresser Gordinha Complicada e Imperfeita

Simulando seios...


Tutorial para simular seios
 
O vídeo Creating Cleavage abaixo mostra um modo simples e rápido para fazer uma maquiagem que simula seios e dá um certo volume.



Essa dica quebra o galho em situações que você precisa se montar em cima da hora e tem pouco tempo. Se misturar essa técnica com a do unbra o resultado fica muito bom.







No video abaixo ensina o macete que uso para sumular os meus seios (como o das fotos). Usando um ou mais sutiãs de silicone como o unbra e um sutiã push-up.

Basta colocar os sutiãs de silicone quase abaixo das axilas, na altura dos mamilos e depois juntá-los com o lacre do sutiã, logo em seguida colocar o sutiã push-up por cima para ficar melhor. É bom usar mais de um unbra para dar mais volume aos seios.
Depois você pode colocar blusinhas, vestidos decotados.
O sutiã push-up pode ser substituído por um top que tenha o mesmo efeito, e também pelo sutiã DECOTE Bra do artigo anterior para usar com roupas bem decotadas.



Do Diário de Uma Crossdresser
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Transex do programa Amor & Sexo: Ganhava mais como prostituta do que na Globo

Fernanda Lima e Bárbara AiresO programa "Amor & Sexo" dessa última quinta (4) trouxe Alexandre Borges no quadro "Vai ter que Rebolar". O ator se colocou no lugar de uma transexual e de um casal de gays, respondeu como agiria em cada situação proposta pelo quadro.
Foi aí que os travestis entraram na pauta. Estavam presentes representantes de diversas religiões, entre eles o padre Juarez de Castro.  "Por que a gente tem que identificar o travesti com a prostituição?", perguntou o padre em meio à discussão. "Pela dificuldade que eles têm de arrumar emprego...", respondeu a apresentadora Fernanda Lima. "Mas há muitos travestis que não se prostituem", afirmou o padre. "Existem, mas é uma minoria que consegue", disse Fernanda.
Para exemplificar melhor a história, a apresentadora chamou ao palco Bárbara Aires, que trabalha na produção do programa. "Eu sou uma transexual pré-operação, ainda não fiz a redesignação sexual por motivos pessoais", declarou Bárbara.
A produtora do "Amor & Sexo" disse que discordava do padre Juarez e contou que tentou durante muito tempo arranjar um emprego antes de se prostituir e não foi aceita em nenhum. Em seguida, o ator Otaviano Costa perguntou se ela estava contente com o que ganhava trabalhando na Globo. "Eu hoje estou ganhando um quinto do que eu ganhava como profissional do sexo. Mas sei que isso é só um começo", confessou a transex.
Já o jornalista Xico Sá quis saber se a relação entre ela e a família mudou depois que ela foi trabalhar na televisão. "Não mudou. Meu pai não fala comigo... se perguntam de mim ele fala que eu morri. Tem pessoas da família que falam, outras que não falam. O que muda a tua aceitação no núcleo familiar é a tua sexualidade", respondeu Bárbara.
Ela disse ainda que tem dificuldades para arrumar um namorado, mesmo tendo mudado de profissão. "Eu sou meio romântica demais. Eu achava que o maior complicador para que eu não tivesse um parceiro fosse o fato de eu viver no mercado do sexo. Mas agora, eu tô trabalhando aqui (na Rede Globo), tenho carteira assinada e posso ter orgulho do que faço (antes eu sempre mentia quando perguntavam) - mas isso não mudou, continua a mesma coisa".
Bárbara acha que só num futuro distante a sociedade estará preparada para encarar o tema. "Eu acho que eu não vou ver isso enquanto jovem...mas espero que, pelo menos na minha velhice, eu consiga ver a sociedade aceitando a realidade que eu vivo hoje, havendo uma integração familiar...sem as dificuldades todas, sem precisar passar por todos os percalços que eu passei".

fonte: A Capa - Via Mundo Alternativo
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SEX SWAP: Britanico muda de sexo e se arrepende

O britânico Gary Norton, de 75 anos, é veterano da Força Aérea Britânica, mas se chamava Gillian há 23 anos, quando fez uma cirurgia de mudança de sexo. Ao jornal The Sun, ele conta agora que se arrependeu da decisão e que quer voltar a ter relações com mulheres:

“Eu quero ter relações sexuais com uma mulher, mas não tenho o instrumento”, disse ele, que operou depois que sua mulher e filhos descobriram que ele fazia cross-dressing (vestia-se de mulher) às escondidas.
Pai de quatro filhos, Gary parou de tomar hormônios femininos que impediam o crescimento de sua barba e está numa fila de espera para ter os seios removidos. Ele também está pedindo ao sistema público de saúde do Reino Unido uma cirurgia para reverter sua mudança de sexo, mas a demanda foi negada.

“Eu me sinto enganado. Fiz o meu melhor para ser uma mulher de verdade. Comprei biquínis e vestidos legais, gastei tempo com meu cabelo e maquiagem e sempre estava com as unhas feitas. Mas a operação essencialmente me fez uma lésbica”, diz ele, que faz aula de yoga com mulheres e até já modelou para uma marca de biquínis. “Minha vida é um pesadelo”
Hoje, ele tenta namorar com mulheres, mas nunca consegue construir uma nova relação:

“Quando elas percebem que tenho um corpo de mulher, sempre terminam. A mudança de sexo foi o maior erro da minha vida. E estou sozinho”, diz ele, que hoje acredita que nunca deveria ter ido além de se vestir de mulher.

Fonte: Extra Online
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Transgenitalização: Como é o processo biológico e judicial da mudança de sexo

http://2.bp.blogspot.com/-QDI0Qc7l7jQ/T6ksQS2bShI/AAAAAAAACPg/px0iYkQQHF0/s1600/Ryan+McKenna.JPGDe acordo com especialistas, a alteração oficial de nome e gênero torna-se mais fácil depois de realizada a cirurgia

A cirurgia para mudar fisicamente aqueles que já se consideram do sexo oposto é uma realidade cada vez mais presente na sociedade brasileira. Especialistas trabalham para que o processo, tanto no âmbito da medicina quanto no campo jurídico, torne-se rápido e eficaz. Porém, muitos ainda não sabem a quem recorrer para realizar o desejo de ter um corpo que corresponda à mente.
A Presidente da Comissão Especial de Diversidade Sexual da OAB/RS, Marta Cauduro Oppermann, afirma que, no âmbito judicial, o primeiro passo para se conseguir mudar de gênero judicialmente é entrar, com o auxílio de um advogado, com uma ação de alteração de registro civil, através da Vara de Registro Civil.
Quando a cirurgia de redesignação sexual já foi realizada, a alteração de nome e gênero em documentos oficiais é feita de forma simples. Basta apresentar laudos médicos que comprovem a mudança física. No entanto, Marta lembra que os problemas acontecem quando a pessoa não se submete à chamada cirurgia de transgenitalização. Apesar de já se ter conhecimento de alguns casos de sucesso em nível nacional, o processo é bem mais complicado. "O nome continua a ser alterado facilmente, contudo, o gênero não", relata.
Para o Desembargador Luiz Felipe Brasil Santos, a principal alegação, neste caso, é o fato de que a identificação documental do indivíduo não corresponderia às características morfológicas do mesmo. Esta situação é entendida como uma afronta à segurança jurídica da pessoa em questão.
De acordo com Marta, quem sofre mais com o processo são os transexuais masculinos, ou seja, mulheres que desejam parecer-se fisicamente com homens. Como a cirurgia de transgenitalização de feminino para masculino ainda é considerada de caráter experimental, as chances de êxito são reduzidas. "A pessoa tem que se submeter a uma cirurgia que está fadada ao fracasso para conseguir a alteração do sexo em registro", protesta.

E com a possibilidade de alteração de nome, mas não de gênero, ações simples, como abrir uma conta em um banco, tornam-se um empecilho. Este tipo de transtorno faz com que muitos transexuais escondam-se, busquem o anonimato e o isolamento social.
No campo da medicina, o processo é mais longo e doloroso. O médico coordenador do Programa de Transtorno de Identidade de Gênero (PROTIG) do Hospital de Clínicas de Porto Alegre, Walter Koff, explica que uma resolução do Conselho Federal de Medicina obriga que o paciente passe por uma equipe multiciplinar e que seja acompanhado por especialistas pelo tempo mínimo de dois anos, antes de se submeter à cirurgia. Entre os profissionais, estão psiquiatras, psicólogos, urologistas, ginecologistas, endocrinologistas, cirurgiões plásticos, mastologistas, fonoaudiologistas, otorrinolaringologistas, uma equipe de enfermagem, assistentes sociais e uma equipe ética e jurídica.
No caso de homens que querem transformar-se em mulheres, apenas uma cirurgia de retirada do pênis e contrução de um canal vaginal basta. Já no caso de mulheres que desejam virar homens, a situação é mais complicada. São necessárias cerca de cinco cirurgias para que o procedimento esteja completo.
A primeira intervenção é a de retirada das mamas. Depois, em uma segunda cirurgia, são retirados o útero, as trompas, os ovários e toda a estrutura do canal vaginal. Na terceira operação, é confeccionado o pênis no antebraço, do qual é aproveitada a pele. Depois de alguns meses, é realizada a quarta cirurgia, quando se transporta o pênis construído para o local devido. Por fim, a quinta e útima cirurgia é a de colocação de próteses penianas e escrotais.
A cabeleireira Cristyane Oliveira foi uma das pioneiras a buscar pelo procedimento em Porto Alegre. Apesar de o procedimento ser permitido no país desde 1997, ela realizou a cirurgia somente em 2002, depois de dois anos e meio de espera. E os últimos seis meses foram gastos na tentativa de negociação para poder fazer a operação pelo SUS. Mas ela não consegiu. "Como o procedimento era considerado de caráter experimental e, até hoje, só pode ser realizado em hospitais universitários, a minha cirurgia foi custeada pelo fundo de pesquisas do Estado", lembra.
Cristyane chegou a fazer duas cirurgias, sendo a última apenas um procedimento estético para retoques. Quanto à dor e a sensibilidade, a cabeleireira comenta que isto varia de pessoa para pessoa e que só perdeu o tato em um dos mamilos, depois da colocação da prótese de silicone.

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Casamento a três ? - União poliafetiva: justiça e comportamento


Foi lavrada em escritura, em agosto, uma união estável entre um homem e duas mulheres. O caso aconteceu na cidade de Tupã, interior de São Paulo, e teve repercussão nacional porque é a primeira vez - ao menos com registro e contrato - que uma união dessas é oficializada.

O advogado Ronaldo Gotlib, autor do livro "Vai Casar? Separar? E se falecer?", explica o teor da união: "Uma vez todos dispondo do mesmo interesse, e concordando com o ajuste entre si, foi firmado um contrato que, uma vez lavrado em cartório, dá noticias a terceiros de sua existência.". "Não é um casamento, mas um ajuste entre três pessoas, provavelmente sobre o patrimônio existente e a ser construído.", ele completa.

Estar num relacionamento é - quase sempre - complicado, e nesse caso a tendência é ainda maior, então "o importante numa relação como essa é estabelecer limites", diz o psicólogo Eduardo Coutinho Lopes. "Não é possível prever os conflitos emocionais que essas três pessoas podem passar porque cada um é cada um, mas o ciúme, achar que está sendo preterida, por exemplo, apesar da poligamia, pode ser uma vertente", conclui.

O caso de Tupã, chamada união poliafetiva, chama atenção por fugir do que a sociedade brasileira considera "normal". "O Brasil é um país cuja maioria da população é religiosa. Ao observar esse aspecto, não creio que relacionamentos "diferentes" serão bem aceitos.", sinaliza Eduardo Coutinho.

Com ou sem aceitação, uma vez lavrada e oficializada, a união permite que os três tenham direitos na relação - como em qualquer contrato. Dr. Gotlib diz: "Não podemos falar em divórcio, pois não existe casamento, e nossa lei, bem como decisões dos tribunais, não acatam a possibilidade da união de mais de duas pessoas". E completa que há direitos a serem preservados: "Tudo o que as partes quiserem dispor, e que a lei permita que assim o façam. Por exemplo, a forma de divisão do patrimônio que for adquirido em conjunto".

A tabeliã do 15º Ofício de Notas do Rio de Janeiro, Fernanda Leitão, explica o que consta no acordo numa situação dessas: "Eu não tive a oportunidade de ler a escritura de união poliafetiva, mas, basicamente, o que posso dizer é que a escritura estabeleceu regras patrimoniais e de conduta, funcionando como uma sociedade de fato, rogando, inclusive, pelo seu reconhecimento como uma entidade familiar", diz.

A união poliafetiva ainda não foi discutida no Judiciário e as condições lavradas em Tupã são as únicas que se observam por enquanto. "No âmbito do direito privado, o que não é vedado, é permitido. Então, vale dizer, não existe nenhuma lei que proíba este novo tipo de união", diz Fernanda. Dr. Gotlib complementa o raciocínio do que pode e o que não pode na lei: "Qualquer contrato que não colida com preceitos legais tem validade. O que contrariar dispositivos legais é considerado nulo", diz.

O caso de Tupã pode ser, quem sabe, um primeiro passo. "Para a maioria das pessoas, tudo o que é diferente ou novo choca no início ou causa estranheza", diz Eduardo. "Um grande exemplo disso foi o advento dos biquínis, que eram enormes quando foram criados e ao longo do tempo diminuíram de tamanho", completa.

Então, amigos, há chance de o casamento poliafetivo ser aceito como foi o biquíni? Porque pela imagem que o brasileiro teima em mostrar, sabemos que esse é um dos nossos maiores símbolos. "Casamento a três", e se a moda pega?

Do Yahoo - Via Blog do Crato
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Sobre este blog

Aqui eu não sou homem ou mulher. Sou um adepto do crossdresing. Sou uma Crossdresser - CD ou CDzinha. Desde os 9 anos, adoro lingeries e roupas sexyes. Levo uma vida normal masculina e tenho uma vida clandestina feminina.

Me proponho aqui a falar um pouco de tudo, em especial das Crossdressers, dos transexuais, dos Travestis e da enorme comunidade
LGBT existente em todo o mundo. Um estilo de vida complicado e confuso (para alguns)... Este espaço também se presta para expor a minha indignação quanto ao ódio e preconceito em geral.

Observo que esse é um blog onde parte do que aqui posto pode ser considerado como orientado sexualmente para adultos, ou seja, material destinado a pessoas maiores de 18 anos. Se você não atingiu ainda 18 anos, ou se este tipo de material ofende você, ou ainda se você está acessando a internet de algum país ou local onde este tipo de material é proibido por lei, NÃO siga 'navegando'.

Sou um Crossdresser {homem>mulher} casada {com mulher - que nada sabe} e não sou um 'pedaço de carne'.

Para aqueles que eventualmente perguntam sobre o porque do termo 'Crossdresser GG', eu informo que lógico que o termo trata das minhas medidas. Ja que de fato visto 'GG'. Entretanto alcunhei que 'GG' de Grande e Gorda, afinal minhas medidas numéricas femininas para Blusas, camisetas e vestidos são tamanho: 50 e Calças, bermudas, shorts e saias são tamanho: 50.

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