Uma Crossdresser Gordinha Complicada e Imperfeita

Ator José de Abreu (o Nilo, de Avenida Brasil) revela que é bissexual

E não é que um dia depois que o protagonista de Kyle XY assumir-se homossexual e os leitores do LGBTudo lamentarem que os famosos brasileiros não fazem isso, uma personalidade global resolveu abrir o jogo?! Sucesso com o personagem Nilo (na novela Avenida Brasil), o ator José de Abreu, 68 anos, falou sobre suas preferências sexuais no Twitter nesta quarta-feira e fez uma baita revelação.
“Eu sou bissexual e daí? Posso escolher quem eu beijo? Quando quero beijar uma pessoa não peço atestado de preferência sexual, só depende dela querer. Não posso obrigá-la a me beijar. Quero saber se posso ter opção! Tenho que beijar um bêbado que invade minha individualidade só porque ele é gay?”, escreveu aos seguidores.
Ao ser questionado por um fã, ele escreveu: “Tem dias que prefiro homens, tem dias que prefiro mulheres. Tenho que mudar?”
“Eu vivi, repito, EU VIVI, com minha mulher, dois filhos nossos e dois gays que viviam maritalmente durante 2 anos. Um morreu de AIDS, cuidado pela minha mulher. Eu já tinha me separado dela. O outro é um grande diretor de teatro, não vou dizer. ”
“Em 1989, me apaixonei por uma bi. Ficamos juntos e resolvemos ‘tentar’. Durou nove anos nossa relação. Seu último namoro tinha sido uma mulher. Eu me relaciono com pessoas, não com rótulos: gay, homo, hetero, sexualidade, sexualismo, opção sexual. Se há amor ou tesão, foi. Acho o suprasumo da caretice dividir o mundo entre gays e não gays. Ninguém me ensinou a amar assim. Aprendi a amar na Igreja.”
O casamento mais recente do ator foi com a estudante de psicologia Camila Mosquella, 31, de quem anunciou a separação, “comemorada” com uma lua-de-mel em junho passado.


Share:

No Chile, 96,6% do Exército rejeita entrada de homossexuais

No Exército chileno, 96,6% dos oficiais e suboficiais rejeitam o ingresso de homossexuais na instituição, enquanto 52,1% declararam que são contra o homossexualismo, indicou uma pesquisa realizada pela própria instituição este ano e divulgada neste domingo por um jornal local. Na sondagem, difundida pelo La Tercera, cerca de 9 mil militares de carreira foram consultados sobre se concordam com a entrada de homossexuais no Exército, dos quais 96,6% responderam que não; e 3,4%, que sim.

Mais da metade dos militares, 52,1%, disseram que o homossexualismo "lhes causa rechaço". O comandante em chefe do Exército, José Miguel Fuente-Alba, disse que os resultados da consulta "refletem o que ocorre no Chile", e afirmou que ser militar "é uma profissão em que as exigências trabalhistas e de liderança são diferentes das de outras profissões". "Hoje estamos vivendo um processo de mudança em muitos âmbitos, que é de grande complexidade", acrescentou o chefe militar.



A pesquisa foi realizada em meio ao processo de adaptação que o Exército realiza diante da nova Lei de Discriminação, aprovada em julho, que pune atos arbitrários motivados por sexo, raça ou condição social. A aprovação da lei ocorreu após a morte de um jovem gay agredido por supostos neonazistas.

Considerando a nova lei e frente a um possível pedido de ingresso de homossexuais no Exército, 66,4% afirmaram que o homossexualismo "é incompatível com a disciplina da carreira militar". Em setembro, uma polêmica instrução do Exército que recomendava expulsar do serviço militar homossexuais, testemunhas de Jeová e jovens pobres foi condenada pelo governo chileno e obrigou o próprio Fuente-Alba a fazer um pedido de desculpas público.

Share:

Entrevista: Marcela Ohio

Olá meninas!! Escolhi uma pessoa maraaa pra entrevista! Vocês vão amar a Marcela, é linda, mega talentosa, e super simpática. Ela nasceu em Guaraçaí no interior de SP e mora aqui em Andradina. Hoje vamos saber um pouco mais sobre ela, a carreira dela que está com tudo, e as dicas que ela tem pra nós !






















A Marcela tem 18 anos, 1,80, é modelo, teve a honra de ganhar o Miss Trans 2012, isso ai, ela foi eleita a transsexual mais bonita do Brasil! A top ama modelar e ficar com as pessoas que a fazem feliz.
1. Você tem alguma inspiração? Não tenho uma pessoa exata pra te dizer, pq eu me inspiro naquelas pessoas que vão atras, lutam, que tem fé e vencem, isso pra mim já basta… rs
2. Quem é seu ícone fashion? Eu gosto muito da lady gaga. A personalidade e a coragem dela é tudo, rs
3. Como você começou sua carreira? Desde de pequena adora ver aquelas modelos na tv, e sentia vontade de fazer aquilo, ao passar o tempo, ja crescida, fui convidada para um desfile aqui em andradina mesmo, foi incrível  eu amei e vi que era aquilo que eu gostava de fazer, com a ajuda de um amigo fluente na moda, fiz casa de criadores em sp, e depois disso comecei a fazer fotos, gostei muito tbm, no começo foi vergonhoso, mais agora ja tenho intimidade com as câmeras, rs… Depois disso não parei mais

4. Qual a tendência que você mais gosta? Gosto muito da transparência  peças coloridas, mais nunca abandono o preto, acho chic e uso em quase todas ocasiões..
5. E qual tendência você não usaria de jeito nenhum? Aquelas calças flare, não acho feio, mais não gosto em mim q tenho pernas finas e longas, acho que não me proporciona bem, por isso não usaria, só em algum desfile ou editorial se precisar, pq trabalho é trabalho, rs

6. Qual foi a melhor e a pior coisa que já te aconteceu em um desfile? Tudo que vem pra mim é experiencia, mais a melhor coisa sempre é conhecer varias pessoas e os bate papos corridos no backstage. A pior coisa foi quando eu fui a ultima a fazer prova de roupa e so tinha sobrado um salto 38, com sufoco entrou e tive que finger que estava tudo bem com aquilo esmagando meu pé… rsrs

7. Qual item de make você não vive sem? Rimel e blush
8. Qual a peça que você definitivamente ama usar? Vestidos, amo muito e acho que cai bem em mim
9. Como foi ganhar o Miss Trans 2012? Foi maravilhoso e esta sendo, ser miss é um sonho de muitas, um sonho que sempre tive tbm, e ser eleita a trans mais bela do brasil é muito gratificante, porem miss não é só beleza, é um conjunto de vários quesitos..
10. Qual foi o trabalho que você mais gostou de fazer? Por que? Um editorial para geração teen de tres lagoas, envolvia so amigos, foi descontraido e muito divertido
11. Uma dica para as leitoras… Tenham fé, nunca desista de seus sonhos e acredite em vc mesma, confiar em si propria é tudo.
 
Olha que luxo gente, sendo coroada a Miss Trans 2012 pela Ariadna do BBB!! Amei a entrevista com ela! E vocês, gostaram?? Um exemplo de mulher com certeza. E pra quem quiser ver mais fotos da diva aqui esta o instragam dela www.instagram.com/marcelaohio é isso meninas! Beijooos @laurapietroo

Share:

Ex-soldado troca de sexo e é autorizado a disputar torneio de basquete

Gabrielle Ludwig nasceu na Alemanha com o nome de Robert, mas nunca sentiu-se bem com o próprio corpo e chegou, até, a tentar suicídio. Quando completou 50 anos, porém, entendeu o que sentia e realizou o desejo de mudar de sexo.
 Nesse meio tempo, ela jogou basquete universitário, ingressou na marinha, serviu aos EUA na Guerra do Golfo, tornou-se analista de sistemas e teve três filhas e dois casamentos fracassados. Hoje, Gabrielle gera polêmica na liga feminina de basquete universitário dos Estados Unidos.
A transexual conseguiu na justiça aval para disputar a competição pelo Mission College, da Califórnia, instituição que apoia e defende a atleta. As reclamações e atitudes preconceituosas, porém, são constantes. Segundo o jornal americano US Today, a atleta quis voltar a jogar basquete, o que não fazia há 30 anos, logo após tornar-se transexual, em julho de 2012. 
Ela entrou em contato com o técnico do Misson College, Corey Cafferata, que riu ao saber da história, mas lhe explicou como poderia conseguir retornar à carreira de atleta. Gabrielle teve que tirar nova certidão de nascimento e se inscrever em algumas matérias da universidade para, então, garantir permissão judicial para competir. 
Ela conseguiu vaga na equipe e compete com garotas entre 18 e 22 anos, que reclamam das vantagens físicas de Gabrielle, por ser mais alta e mais forte que as demais. Por diversas vezes, times rivais e pais de atletas reclamaram de Gabrielle e questionam a presença dela na competição. 

Árbitros e competidoras já chegaram, até, a deixar de cumprimentar a transexual antes dos jogos. Mas se depender da justiça americana, da paixão de Ledwig pelo esporte e do apoio das companheiras, ela continuará jogando. “Parem de falar besteira e vejam ela jogar”, diz Felicia Anderson, companheira de clube de Gabrielle. Estamos em 2012. A vida não é como era em 1920. O mundo mudou”.

Do UOL
Gabrielle Ludwig nasceu na Alemanha com o nome de Robert, mas nunca sentiu-se bem com o próprio corpo e chegou, até, a tentar suicídio. Quando completou 50 anos, porém, entendeu o que sentia e realizou o desejo de mudar de sexo. Nesse meio tempo, ela jogou basquete universitário, ingressou na marinha, serviu aos EUA na Guerra do Golfo, tornou-se analista de sistemas e teve três filhas e dois casamentos fracassados. Hoje, Gabrielle gera polêmica na liga feminina de basquete universitário dos Estados Unidos. A transexual conseguiu na justiça aval para disputar a competição pelo Mission College, da Califórnia, instituição que apoia e defende a atleta. As reclamações e atitudes preconceituosas, porém, são constantes. Segundo o jornal americano US Today, a atleta quis voltar a jogar basquete, o que não fazia há 30 anos, logo após tornar-se transexual, em julho de 2012. Ela entrou em contato com o técnico do Misson College, Corey Cafferata, que riu ao saber da história, mas lhe explicou como poderia conseguir retornar à carreira de atleta. Gabrielle teve que tirar nova certidão de nascimento e se inscrever em algumas matérias da universidade para, então, garantir permissão judicial para competir. Ela conseguiu vaga na equipe e compete com garotas entre 18 e 22 anos, que reclamam das vantagens físicas de Gabrielle, por ser mais alta e mais forte que as demais. Por diversas vezes, times rivais e pais de atletas reclamaram de Gabrielle e questionam a presença dela na competição. Árbitros e competidoras já chegaram, até, a deixar de cumprimentar a transexual antes dos jogos. Mas se depender da justiça americana, da paixão de Ledwig pelo esporte e do apoio das companheiras, ela continuará jogando. “Parem de falar besteira e vejam ela jogar”, diz Felicia Anderson, companheira de clube de Gabrielle. Estamos em 2012. A vida não é como era em 1920. O mundo mudou”.

Leia mais em: http://noticias.bol.uol.com.br/esporte/2013/01/07/ex-soldado-alemao-troca-de-sexo-ganha-aval-para-disputar-torneio-de-basquete-e-gera-polemica.jhtm
Gabrielle Ludwig nasceu na Alemanha com o nome de Robert, mas nunca sentiu-se bem com o próprio corpo e chegou, até, a tentar suicídio. Quando completou 50 anos, porém, entendeu o que sentia e realizou o desejo de mudar de sexo. Nesse meio tempo, ela jogou basquete universitário, ingressou na marinha, serviu aos EUA na Guerra do Golfo, tornou-se analista de sistemas e teve três filhas e dois casamentos fracassados. Hoje, Gabrielle gera polêmica na liga feminina de basquete universitário dos Estados Unidos. A transexual conseguiu na justiça aval para disputar a competição pelo Mission College, da Califórnia, instituição que apoia e defende a atleta. As reclamações e atitudes preconceituosas, porém, são constantes. Segundo o jornal americano US Today, a atleta quis voltar a jogar basquete, o que não fazia há 30 anos, logo após tornar-se transexual, em julho de 2012. Ela entrou em contato com o técnico do Misson College, Corey Cafferata, que riu ao saber da história, mas lhe explicou como poderia conseguir retornar à carreira de atleta. Gabrielle teve que tirar nova certidão de nascimento e se inscrever em algumas matérias da universidade para, então, garantir permissão judicial para competir. Ela conseguiu vaga na equipe e compete com garotas entre 18 e 22 anos, que reclamam das vantagens físicas de Gabrielle, por ser mais alta e mais forte que as demais. Por diversas vezes, times rivais e pais de atletas reclamaram de Gabrielle e questionam a presença dela na competição. Árbitros e competidoras já chegaram, até, a deixar de cumprimentar a transexual antes dos jogos. Mas se depender da justiça americana, da paixão de Ledwig pelo esporte e do apoio das companheiras, ela continuará jogando. “Parem de falar besteira e vejam ela jogar”, diz Felicia Anderson, companheira de clube de Gabrielle. Estamos em 2012. A vida não é como era em 1920. O mundo mudou”.

Leia mais em: http://noticias.bol.uol.com.br/esporte/2013/01/07/ex-soldado-alemao-troca-de-sexo-ganha-aval-para-disputar-torneio-de-basquete-e-gera-polemica.jhtm
Gabrielle Ludwig nasceu na Alemanha com o nome de Robert, mas nunca sentiu-se bem com o próprio corpo e chegou, até, a tentar suicídio. Quando completou 50 anos, porém, entendeu o que sentia e realizou o desejo de mudar de sexo. Nesse meio tempo, ela jogou basquete universitário, ingressou na marinha, serviu aos EUA na Guerra do Golfo, tornou-se analista de sistemas e teve três filhas e dois casamentos fracassados. Hoje, Gabrielle gera polêmica na liga feminina de basquete universitário dos Estados Unidos. A transexual conseguiu na justiça aval para disputar a competição pelo Mission College, da Califórnia, instituição que apoia e defende a atleta. As reclamações e atitudes preconceituosas, porém, são constantes. Segundo o jornal americano US Today, a atleta quis voltar a jogar basquete, o que não fazia há 30 anos, logo após tornar-se transexual, em julho de 2012. Ela entrou em contato com o técnico do Misson College, Corey Cafferata, que riu ao saber da história, mas lhe explicou como poderia conseguir retornar à carreira de atleta. Gabrielle teve que tirar nova certidão de nascimento e se inscrever em algumas matérias da universidade para, então, garantir permissão judicial para competir. Ela conseguiu vaga na equipe e compete com garotas entre 18 e 22 anos, que reclamam das vantagens físicas de Gabrielle, por ser mais alta e mais forte que as demais. Por diversas vezes, times rivais e pais de atletas reclamaram de Gabrielle e questionam a presença dela na competição. Árbitros e competidoras já chegaram, até, a deixar de cumprimentar a transexual antes dos jogos. Mas se depender da justiça americana, da paixão de Ledwig pelo esporte e do apoio das companheiras, ela continuará jogando. “Parem de falar besteira e vejam ela jogar”, diz Felicia Anderson, companheira de clube de Gabrielle. Estamos em 2012. A vida não é como era em 1920. O mundo mudou”.

Leia mais em: http://noticias.bol.uol.com.br/esporte/2013/01/07/ex-soldado-alemao-troca-de-sexo-ganha-aval-para-disputar-torneio-de-basquete-e-gera-polemica.jhtm
Gabrielle Ludwig nasceu na Alemanha com o nome de Robert, mas nunca sentiu-se bem com o próprio corpo e chegou, até, a tentar suicídio. Quando completou 50 anos, porém, entendeu o que sentia e realizou o desejo de mudar de sexo. Nesse meio tempo, ela jogou basquete universitário, ingressou na marinha, serviu aos EUA na Guerra do Golfo, tornou-se analista de sistemas e teve três filhas e dois casamentos fracassados. Hoje, Gabrielle gera polêmica na liga feminina de basquete universitário dos Estados Unidos. A transexual conseguiu na justiça aval para disputar a competição pelo Mission College, da Califórnia, instituição que apoia e defende a atleta. As reclamações e atitudes preconceituosas, porém, são constantes. Segundo o jornal americano US Today, a atleta quis voltar a jogar basquete, o que não fazia há 30 anos, logo após tornar-se transexual, em julho de 2012. Ela entrou em contato com o técnico do Misson College, Corey Cafferata, que riu ao saber da história, mas lhe explicou como poderia conseguir retornar à carreira de atleta. Gabrielle teve que tirar nova certidão de nascimento e se inscrever em algumas matérias da universidade para, então, garantir permissão judicial para competir. Ela conseguiu vaga na equipe e compete com garotas entre 18 e 22 anos, que reclamam das vantagens físicas de Gabrielle, por ser mais alta e mais forte que as demais. Por diversas vezes, times rivais e pais de atletas reclamaram de Gabrielle e questionam a presença dela na competição. Árbitros e competidoras já chegaram, até, a deixar de cumprimentar a transexual antes dos jogos. Mas se depender da justiça americana, da paixão de Ledwig pelo esporte e do apoio das companheiras, ela continuará jogando. “Parem de falar besteira e vejam ela jogar”, diz Felicia Anderson, companheira de clube de Gabrielle. Estamos em 2012. A vida não é como era em 1920. O mundo mudou”.

Leia mais em: http://noticias.bol.uol.com.br/esporte/2013/01/07/ex-soldado-alemao-troca-de-sexo-ganha-aval-para-disputar-torneio-de-basquete-e-gera-polemica.jhtm
Share:

Italiano agride transexual com motosserra

Um italiano de 36 anos foi preso na madrugada de terça-feira pela polícia de Roma após ter agredido um transexual com uma motosserra. A vítima provavelmente era brasileira.    
O transexual, que não foi identificado, foi socorrido no hospital Pertini com graves ferimentos na mão, mas não corre risco de morte. O crime aconteceu na zona Tor Sapienza, no leste da capital italiana.    
Segundo as investigações, o transexual estava se prostituindo em estrada quando o agressor, que já tem precedentes criminais, o fez entrar em seu carro. Após uma discussão o italiano pegou a motosserra no porta-mala e tentou agredir o transexual, que para se defender acabou ferindo a mão.    
Os policiais que chegaram ao local conseguiram deter o agressor e prendê-lo. A vítima será transferida para o hospital São Camilo de Roma e passará por uma cirurgia. 

Do JB
Share:

Segundo artigo Namorado seria o assassino de Nicole Borges

Nicole ela cabelereira, trabalhava no salão da mãe. Ela tinha um namorado, Daniel, que inclusive visitava a casa da mãe. No sábado a noite ela combinou com o Daniel de irem a uma balada. Ela foi primeiro mas o Daniel não conseguiu chegar, o carro dele quebrou no caminho. Ele ligou para dois amigos dele Sydnei e Maicon que foram buscá-la. Um dos dois percebeu que ela era transexual. Os amigos de Daniel não sabiam disso e ligaram para ele para provocá-lo. Intimidado Daniel decide assassiná-la. Foram até a casa de Daniel, pegaram armas, e seguiram com Nicole até uma estrada deserta. Daniel mandou ela descer, ela se recusou. Ela foi então empurrada para fora e então levou o primeiro tiro na cabeça. No chão levou mais tiros. O carro partiu passando ainda por cima do seu pé. (veja detalhes aqui)

Segue abaixo é o depoimento da mãe sobre a morte da filha e sobre Daniel.

É lamentável quando alguém diz que ama uma pessoa e tem a coragem de ser egoísta o suficiente para tirar a vida da pessoa que diz amar. Que amor é esse que nega para a pessoa amada a possibilidade de viver de projetos de escolhas e até de viver. Que amor é esse que arranca sem sentimentos a pessoa de sua família sem misericórdia sem se preocupar com a pessoa e simplesmente abandona em uma estrada deserta pelo fato de não querer mais um relacionamento. Que amor é esse? Eu me nego a acreditar que essa pessoa sabe o que quer dizer a palavra amor, não sabe dar quem não teve, eu lamento porque tirou de mim o direito de viver com meu filho, tirou de mim o amor que era todo dele, tirou de mim os segundos, os minutos, as horas eram dedicadas a ele que era bem cuidado tanto por nós como por ele mesmo. Eu não acredito em amor dessa forma, o amor é livre, as escolhas da pessoa que amamos a estar com nós ou a partir. Eu estou muito triste com um pesar enorme em minha alma com uma dor tão grande, tão grande que não posso e não quero de forma alguma aliviar a pena desse monstro e quando digo que sou a favor do porte de armas me chamam de louca, agora te pergunto, tive meu filho com 20 anos assassinado por um monstro que era seu namorado, posso ser contra o armamento jamais. Se seu o fato tinha eu matado ele primeiro.
Fica aqui minha indignação e ao mesmo tempo meu consolo que esse monstro já está no lugar que é de direito. Está preso.
Ela quero que fique.
Aos amigos ela vai ser velada em minha casa a partir das 8:30 da manhã.
E vai ser enterrada no Cemitério Vertical.

Obrigada a todos que até o momento estão me dando apoio.
Sra. Luciana Borges Generozo
Observação: a descrição do crime foi baseada nas reportagens de TV. O depoimento foi compartilhado pelo Facebook.

Share:

Moda: Coleção Marguerite para gordinhas

Olá meninas, tudo bem ? resolvi pesquisar alguns modelos para eu comprar e encontrei alguns vestidos na Marguerite que me agradaram muito, tem vários modelos da coleção nova de verão ,sem contar que os preços estão bem legais.

Vejam alguns dos modelos que eu gostei.


Vestido Vermelho sem Mangas
Possui decote em formato V e gola. Os vestidos na cor vermelha deixam o look elegante. Esse modelo pode ser usado numa festa ou até mesmo no trabalho. Combine com sapato de salto e cinto para marcar logo abaixo do busto. Os detalhes fazem toda a diferença!


Vestido Branco sem Mangas

Possui elástico na cintura, detalhe de taxas no decote e estampa com efeito de spray, também conhecido com tie dye. Use um cinto para marcar a cintura e valorizar o seu corpo.
O salto alto fará com que seu look fique elegante e não dá pra esquecer dos acessórios, que vão completar o visual.


Vestido Marinho sem Mangas
Com detalhe no ombro (termocolante) e botões na parte frontal não funcionais. Esse modelo de vestido é super atual! Você pode usá-lo numa saída à noite como jantar informal ou balada. Use um cintinho na cintura para marcar e dar impressão de cinturinha fina. Combine com um peep toe cheio de estilo. Você vai arrasar!


Vestido Longo Estampado sem Mangas 
Possui decote redondo e recorte nas costas. Sinta-se linda e atual! Um modelo versátil e confortável. Use-o no trabalho, num passeio de dia, num jantar á noite. Cada ocasião combina com um calçado e acessório. Use sua criatividade!


Vestido Preto Modelo Evasê
Vestido confeccionado em helanca. Modelo evasê, manga curta. Um modelo de vestido mais básico como esse, é perfeito para combinar com acessórios que estão na moda. Use anéis e pulseiras para dar um up em todo o look. Para marcar a cintura use um cinto, que deixará seu visual delicado e feminino. Nos pés aposte num salto alto super atual.


Vestido Estampado Manga Curta
Possui elástico logo abaixo do busto. Modelo estampado, perfeito para usar em festas informais ou durante o dia num passeio. Combine com sandália e acessórios maxi.


Vestido Preto Decote Canoa
Com decote canoa, detalhes na manga e elástico na cintura. Deixe seu ombros á mostra, é puro charme!
Combine com acessórios dourados, que ficam lindos com cores pretas. Nos pés, capriche no salto alto!



Vestido Estampado com Decote Redondo
Possui detalhe de elástico na cintura. As estampas continuam sendo tendência nesse verão!
Combine com sandália e acessórios para compor o look.



Vestido Turquesa com Detalhes no Decote
Possui detalhes de corte a laser no decote e elástico na cintura. A cor clara deixa o look mais leve e delicado. Combine com sandália da salto. Ótima opção para usar em passeios durante o dia.


Vestido Preto Modelo Frente Única
Modelo frente única, transpassado no decote e com elástico nas costas. O decote em V mostra mais a parte do pescoço e colo, dando a impressão de uma silhueta mais longa. Para ajudar nesse truque, você pode optar pelo salto alto, que além de elegante vai deixá-la mais alta.


Gostaram dos modelos? Vocês encontram eles na loja virtual Marguerite

Share:

Matt Dallas anuncia ser gay e noivo de Blue Hamilton

Matt Dallas, que se tornou famoso ao protagonizar a série americana "Kyle XY" como o misterioso adolescente sem umbigo Kyle, usou sua conta no Twitter na noite de domingo (6) - madrugada de segunda-feira (7) no Brasil - para contar sobre sua nova fase. Entusiasmado, o ator abriu o jogo, anunciando ser gay e que está noivo do músico Blue Hamilton. Ele ainda ainda aproveitou para fazer uma declaração de amor.
Começando o ano com um novo noivo, @bluehamilton (referindo-se ao músico Blue Hamilton). Uma ótima forma de iniciar 2013", escreveu o apaixonado Matt a seus seguidores no microblog.
O ator americano, de 30 anos, esteve recentemente no filme "Life Tracker", como Scott Orenhauser.
A série "Kyle XY" teve três temporadas - de 2006 a 2009 e exibidas no Brasil pelo SBT - e mostrava a vida de um menino de 16 anos que acordava numa floresta em uma área da cidade de Seattle, nos Estados Unidos, completamente nu e sem lembrar de nada. Kyle (interpretado por Matt Dallas) vivia como um bebê recém-nascido: não sabia de comunicar nem mesmo comer e beber. Tinha que aprender tudo de novo. Andava pelado nas ruas e foi levado pela polícia, mas sem registros de quem era, foi levado para um orfanato, onde conhece pessoas que podem ajudá-lo a desencadear a história do seu passado, dando início à segunda e terceira temporadas.




Share:

Assassinos da Transexual Nicole Borges, a "Bruna Galisteu" são presos


Eles responderão por homicídio doloso, roubo e porte ilegal de armas. São eles  Maicon dos Santos Straub, 20, Sidney Augusto Bueno, 30, Daniel Morais dos Santos, 26 e Jeferson Monteiro, 26.

Em relato a polícia, Sydnei e Daniel foram até Araucária com um veículo Astra buscar Nicole e mais duas mulheres para ir a uma festa.


Na balada um deles beijou a travesti Nicole Galisteu, e quando os outros perceberam que não era uma mulher começaram a tirar saro. Ao saber que ela era um travesti saíram do local pegaram uma arma e mataram o travesti.

Segundo o delegado Rubens Recalcatti (ao Lado), responsável pelas investigações, os rapazes buscaram a jovem em Araucária e a levaram em uma balada no bairro Alto São Francisco, na capital. "Um dos amigos comentou que o outro estava com um ‘traveco’ e aí o cara percebeu que era [travesti ou transexual].

Eles saíram, foram na casa de um deles, pegaram três armas e a levaram no carro, para Colombo. Um deu um tiro na nuca e os outros mais seis disparos", contou.

Uma hora após o homicídio, que aconteceu no bairro Santa Cândida, na capital, os marginais resolveram agir contra a farmácia em Colombo. O que o grupo não contava era que logo a polícia encontraria Maicon, que levou os agentes até a casa onde os comparsas estavam escondidos.

No entanto, os polícias foram recebidos por tiros e revidaram o ataque dos bandidos. No confronto, Jeferson acabou sendo morto e Daniel, que usou a mulher como “escudo”, foi alvejado na perna.

 Maicon dos Santos Straub, 20.

Sidney Augusto Bueno, 30.
 
Daniel Morais dos Santos, 26

O bando foi preso e, durante conversa com os polícias para apurar o assalto na farmácia, confessaram o assassinato do travesti. Na casa de Daniel foram apreendidas duas pistolas, e um revólver calibre 38 e munição, material que servirá à perícia para comparar com os projéteis encontrados no corpo de Bruno Borges Generoso, a Nicole Galisteu. Os suspeitos permanecem presos a disposição da Justiça.

O delegado disse que ainda não é possível afirmar qual seria a real motivação do crime. "Nós estamos apurando. Ela foi executada ou porque eles são bandidos, assaltantes, ou por maldade mesmo", afirmou. 

Registrada como Bruno Borges Generoso, a vítima tinha 20 anos e era conhecida pelo nome social, Nicole Galisteu. A jovem vestia mini-saia e salto alto quando foi assassinada. O corpo foi encontrado na Estrada das Olarias, com sete perfurações de arma de fogo na nuca, no tórax e no rosto. 

O cadáver foi encontrado apenas no início da manhã. No entanto, segundo o delegado Rubens Recalcatti, o crime teria ocorrido por volta das 4h. O travesti tinha pelo menos quatro perfurações de tiros, duas num braço e outras duas no rosto.

Além disto, tinha uma marca de pneus em seu sapato de salto preto, como se um carro tivesse passado por cima. O delegado ainda não tem informações suficientes para formar uma linha de investigação.

O travesti era alto, tinha a pele clara e cabelos loiros. A pele das pernas, inclusive, era muito bem cuidada. Ela vestia uma minisaia preta e um top branco estampado, parecendo a parte de cima de um biquini.

Violência - O Brasil registrou 98 assassinatos de travestis e transexuais em 2011, segundo dados do Grupo Gay da Bahia (GGB), que há mais de três décadas coleta informações sobre homofobia no Brasil. Das mortes notificadas, oito aconteceram no Paraná.

O fundador do GBB e responsável pelo levantamento, Luiz Mott, informou que o relatório de 2012 deve ser divulgado em até duas semanas. Ele adiantou, porém, que o País contabilizou mais de 300 assassinatos de LGBT (lésbicas, gays, travestis e transexuais) no ano passado, ultrapassando os 266 ocorridos em 2011 e 260 em 2010.

Até meados de outubro, o Paraná tinha registrado 11 mortes de trans, três a mais que em 2011 e uma a mais que em 2010. Em 2009, ano em que Curitiba bateu recorde nacional em número de assassinatos contra essa parcela da população, o Estado teve no total 15 casos.

 
Por Katia Walker - Com informações do Bonde, Paraná Online 1 e 2 e catve (fotos)

Share:

Paloma Salume: A Transtornada do Funk

O nome dela é Gilson Salume Moura, mas desde a adolescência, é chamada de Paloma Salume. Depois de assumir o corpo de mulher e nova identidade, ter sido modelo e finalista de concurso para dançarina do grupo Gaiola das Popozudas, a transexual agora é Paloma Transtornada do Funk.

 Nascida em Volta Redonda, município do interior do Rio, a loira alta de formatos turbinados fala sobre sua infância e vida amorosa: ela se tornou a primeira cantora transexual do ritmo carioca e conquistou o coração do ex-jogador de futebol Carlos Henrique Kaiser. 
O namoro e a carreira são novos, mas Paloma já foi modelo, atriz e dançarina. 

A primeira música gravada como funkeira foi Joga Bumbum. A segunda tem um nome inusitado — Vem me aquendar — que, como ela explica, “significa vem me pegar”. O próximo passo será gravar com MC Marcinho.


— O MC Marcinho me convidou para uma parceria. A música ainda não está pronta, mas posso adiantar que será algo no estilo dos sucessos dele, no ritmo do funk melody.





Infância no interior do Rio

Paloma conta que nasceu mulher em corpo de homem. Quando pequena, gostava de brincar de boneca e de se vestir com roupas de menina. Fez tudo o que uma garota tem direito: passou batom da mãe, calçou sapatos altos e desfilou na frente do espelho. Aos 13 anos, a transexual começou a tomar hormônios femininos e decidiu que, um dia, faria uma cirurgia para mudar de sexo. Mas, segundo ela, a ideia não passava de uma pressão social.


— Eu cheguei a marcar a cirurgia, mas desisti porque tenho uma cabeça boa em relação à mudança de sexo. Sou autêntica, não preciso me 'mutilar' para provar quem eu sou. Eu nunca serei mulher. Eu gosto de 'estar' mulher e isso é o que importa para mim. Não vou operar para satisfazer as pessoas.
A ousadia em realizar o seu sonho foi maior do que o preconceito que teve que enfrentar na rua. Em casa, Paloma conta que nunca foi reprimida pelos pais. 
 
Ainda novinha, deixou os cabelos crescerem, ficou loira, depilou os pelos do corpo e passou a usar maquiagem. Para ficar ainda mais feminina, com o tempo, foi aprimorando a aparência. Hoje ela tem silicone nos seios e nos quadris, aplique nos cabelos, malha todos os dias e toma suplementos alimentares para definir as curvas do corpo.

— Eu sempre fui confundida com mulher. Eu ganhava boneca e objetos de menina de presente. Eu acho que eu nasci no corpo errado mesmo.

 
Namorado “171” do futebol

O encontro com Kaiser aconteceu em uma competição de mulheres wellness (que malham para ficar com o corpo perfeito sem tomar anabolizantes) no Rio. Ele não tem vergonha de apresentar a namorada na academia que trabalha no centro da capital e se orgulha em dizer que vai investir nela para ser a primeira transexual wellness do Brasil.

Ao contrário da maioria dos garotos, Kaiser nunca sonhou em ser jogador, mas a mãe dele o obrigou a treinar desde pequeno. Ele conta que, quando tinha 13 anos, a mãe vendeu seu passe para um empresário francês e ele foi obrigado a assinar com clubes grandes, como Vasco, Botafogo, Fluminense e Palmeiras, pois não tinha dinheiro para pagar a rescisão dos contratos.
 
— Eu não queria jogar futebol, mas a minha mãe me obrigava. Eu queria estudar, me formar, fazer intercâmbio, menos jogar futebol.

Kaiser lutava contra o dom de ser jogador. Ele sabia jogar, mas evitava mostrar para os treinadores sua qualidade nos gramados. Para não entrar em campo, o ex-jogador inventava uma história e era dispensado dos jogos. Ele chegou a ser chamado de panelinha e chinelinho e até ser agredido por torcedores.
— Os torcedores me odeiam, mas sou considerado ídolo entre os jogadores. Como naquela época não tinha ressonância magnética, eu inventava uma dor muscular, uma contusão e os médicos me liberavam.

Aos 40 anos, Kaiser cansou de ser o “171” do futebol, largou as chuteiras e se tornou personal trainer. Atualmente é treinador de wellness e promove campeonatos beneficentes.

Do R7 
Share:

Transexualidade: Mudança de nome e gênero

Quem tem a oportunidade de trabalhar com mudança de nome se surpreende diariamente com os efeitos negativos que um nome inadequado gera sobre a pessoa. Alguém pode erroneamente pensar que um nome inadequado é uma característica desimportante, e que a mudança de nome é um luxo supérfluo, mas quem assim pensa não conhece nem uma fração do sofrimento e o impacto que a inadequação do nome pode causar.

Pessoas largam seus estudos em razão da vergonha de terem seus nomes expostos em chamadas e provas orais. Frequentemente a frustração com o nome pode levar o indivíduo a quadros depressivos, e não raro, é fator importante em tratamentos psicológicos e psiquiátricos – cada vez mais e mais laudos e declarações psicológicos são juntados em ações de mudança de nome, como forma de prova do impacto negativo do nome na vida da pessoa.


Mas se para o bem e para o mal, o nome ganha tratamento jurídico especial em nosso país, sendo em regra, imutável, é razoável que existam situações em que a mudança seja possível, dada a própria natureza do nome como elemento integrante e expressão da personalidade, e de forma a proteger a pessoa dos efeitos nocivos do nome inadequado. Por essa razão a mudança de nome é possível nos casos de nomes que expõe a pessoa ao ridículo; erro de grafia; homonomia de alguém que lhe prejudica o crédito; para a inclusão de sobrenome de família omitido; como expressão da liberdade de escolha, durante o ano em que o indivíduo alcança a maioridade; no sentido de fazer valer o nome de uso, nos casos de inclusão de apelidos notórios; e nos casos de adequação de sexo, ou seja, nos casos de transexualidade.


A estudante transexual Amanda Marangão Galdino de Carvalho, de 19 anos, moradora de Marília, no interior de São Paulo, obteve na Justiça o direito de mudar o nome na carteira de identidade e de obter um novo registro de nascimento.

No caso de transexuais, o sofrimento gerado pela inadequação do nome e do gênero no registro de nascimento e demais documentos da vida civil ganha proporções ainda maiores. Entretanto, para se entender melhor essa situação, é preciso entender alguns conceitos com os quais nem todos estão familiarizados: orientação sexual e identidade de gênero.

 Vandy Beth Glenn diagnosticada com Transtorno de Identidade de Género, uma classificação psiquiátrica referente a pessoas em conflito com o seu sexo biológico acabou demitida ao se assumir.

Em termos leigos, a orientação sexual é a expressão individual da sexualidade, que indica qual o objeto da atração sexual e afetiva do indivíduo. Assim, quando falamos de orientação sexual, falamos normalmente em orientações heterossexuais e homossexuais, e, por conseguinte, em relações heteroafetivas e homoafetivas. A identidade de gênero, por sua vez, é a identificação do indivíduo com um sexo; a pessoa se sente homem ou mulher, independentemente do sexo biológico que lhe foi designado ao nascer.


 Dessa forma, por exemplo, um indivíduo pode ter sexo biológico de homem, se identificar como homem, e ter orientação heterossexual; mas pode, ainda, por exemplo, ter sexo biológico homem, se identificar como homem e ter orientação homossexual. Pode ser que um indivíduo seja biologicamente homem, se identifique como mulher, e tenha orientação heterossexual; ou ser mulher, ter identificação como homem, e ter orientação bissexual. As combinações são imensas. 

Existem, por exemplo, casos de pessoas que nasceram homens – ou seja, apresentaram sexo biológico masculino – mas apresentam identidade de mulheres, e são homossexuais. Casos semelhantes foram amplamente veiculados recentemente na televisão por documentários que retratavam a vida de homens, que se submeteram à cirurgia de adequação de sexo, para terem relacionamentos com mulheres.
 

As variações são muitas, e as matizes tanto de orientação sexual quanto de identidade de gênero são diversas. As variações da orientação sexual vão desde o indivíduo heterossexual até o homossexual, passando por configurações amplamente variáveis de bissexualidade, e até pela assexualidade. Em contrapartida, quanto à identidade de gênero, um indivíduo vai desde o masculino até o feminino, aparecendo inclusive, hoje em dia, o fenômeno do chamado “genderqueer”, indivíduo que não se identifica com nenhum dos sexos, ou com ambos, seja, em alguns casos, com uma identificação andrógina, seja transitando entre os gêneros alternadamente.


Se por um lado o Direito ainda não se dedicou ao estudo consistente da regulação civil da vida os indivíduos “genderqueers”, que é um fenômeno debatido apenas muito recentemente, cada vez mais, em contrapartida, os juristas têm estudado e refletido sobre a situação do transexual, em especial sobre o direito à cirurgia de adequação de sexo e à adequação documental civil à identidade sexual.

O caso mais emblemático no Brasil de dificuldade de mudança de nome é o de Roberta Gambine Moreira a Rberta Close. Em 1989, na Inglaterra, fez uma cirurgia de redesignação sexual. Logo após a intervenção, começou sua luta pelo direito de trocar de nome. Em 1992, conseguiu na 8ª Vara de Família do Rio autorização para trocar de documentos, mas foi negada em 2ª instância pelo (tribunal de justiça) em 1997. A defesa então entrou com outra ação, pedindo o reconhecimento de suas características físicas femininas. Roberta então passou por nove especialistas médicos e os laudos mostraram que ela possuía aspectos hormonais femininos. A defesa também argumentou que Roberta não poderia viver psicologicamente bem com um nome que não desejasse e que a levasse a ser vítima de gozações e preconceito, além de que era direito íntimo dela mudar de nome. A época eram 37 casos até então no país, sendo que 36 eram do estado de São Paulo.

Não é de hoje que nossos tribunais têm autorizado a mudança de nome quando a pessoa se submete à cirurgia de adequação de sexo, ou de resdesignação sexual (conhecida popularmente como cirurgia de mudança de sexo). Porém, até pouco tempo, os juristas ensinavam que apenas a mudança de nome deveria ser autorizada, sem que fosse autorizada a alteração do gênero na documentação.

                         A americana Katie descobriu na adolescência que era geneticamente homem (Foto: BBC)


Então, por exemplo, uma pessoa nascida mulher que fizesse uma cirurgia de adequação ao sexo masculino, poderia, por exemplo, mudar seu nome de “Ana” para “Paulo”, mas continuava a ser identificada como de “sexo feminino” na certidão de nascimento e na cédula de identidade. Na melhor das hipóteses, a documentação indicava a expressão “transexual” ao invés de “sexo masculino” ou “feminino”.

POR: DANIEL MENDES ORTOLANI - Do Diário de Marília
Share:

-

BANNER 728X90

Video Recomendado

-

AD BANNER

Visualizações

About & Social

Sobre este blog

Aqui eu não sou homem ou mulher. Sou um adepto do crossdresing. Sou uma Crossdresser - CD ou CDzinha. Desde os 9 anos, adoro lingeries e roupas sexyes. Levo uma vida normal masculina e tenho uma vida clandestina feminina.

Me proponho aqui a falar um pouco de tudo, em especial das Crossdressers, dos transexuais, dos Travestis e da enorme comunidade
LGBT existente em todo o mundo. Um estilo de vida complicado e confuso (para alguns)... Este espaço também se presta para expor a minha indignação quanto ao ódio e preconceito em geral.

Observo que esse é um blog onde parte do que aqui posto pode ser considerado como orientado sexualmente para adultos, ou seja, material destinado a pessoas maiores de 18 anos. Se você não atingiu ainda 18 anos, ou se este tipo de material ofende você, ou ainda se você está acessando a internet de algum país ou local onde este tipo de material é proibido por lei, NÃO siga 'navegando'.

Sou um Crossdresser {homem>mulher} casada {com mulher - que nada sabe} e não sou um 'pedaço de carne'.

Para aqueles que eventualmente perguntam sobre o porque do termo 'Crossdresser GG', eu informo que lógico que o termo trata das minhas medidas. Ja que de fato visto 'GG'. Entretanto alcunhei que 'GG' de Grande e Gorda, afinal minhas medidas numéricas femininas para Blusas, camisetas e vestidos são tamanho: 50 e Calças, bermudas, shorts e saias são tamanho: 50.

Entre em contato comigo!

Nome

E-mail *

Mensagem *

busque no blog

Arquivo do blog

TROCA DE LINKS

Apoio ao Crossdresser
Universo Crossdress
Márcia Tirésias
Club Cross
Fórum Crossdressing Place
Jornalismo Trans - Neto Lucon
Kannel Art
Noite Rainha Cross
Diário de uma Crossdresser

Gospel LGBT
Dom Monteiro - Contos do Dom
La nueva chica del bairro
Ravens Ladies
Travestismo Heterosexual

CROSSDRESSER
Nathasha b'Fly
Veronica Mendes
Camilinha Lafert
Kamila Cross BH
Sophia Mel Cdzinha

DANYELA CROSSDRESSER
Duda CD
Bruninha Loira sapeka
Cross Gatas
Klesia cd
Renata Loren
Coroa CD
Suzan Crossdresser
Érika Diniz
CDZINHA EXIBICIONISTA
Aninha CDzinha
Camila Praz
CD VALDETTY
CD Paty
Cdzinha Moranguinho
Jaqueline CD
Paty Cdzinha

Contos Eróticos da Casa da Maitê
Elite Transex

Mais

Mais vistos na ultima semana

Tags

Postagens mais visitadas há um ano

Postagem em destaque

Renata Montezine arrasando como sempre

Renata Albuquerque Montezine é atualmente uma das mulheres trans, de maior sucesso no país. Já foi modelo plus size, sendo a primeira...

Pages