Uma Crossdresser Gordinha Complicada e Imperfeita

Musa da União da Ilha é confundida com travesti

Com 1,71m de altura, bíceps superdefinidos e uma barriga de tanquinho, Rosi Barreto já perdeu as contas de quantas vezes a confundiram com um travesti. A dona de casa de 42 anos, com uma filha de 23, é musa da União de Ilha e segue à risca a mesma dieta de Gracyanne Barbosa e de outras musas em busca do corpo perfeito, à base de proteína (leia-se muita clara de ovo!).

"Estou acostumada em acharem que sou travesti. Não gosto é que me confundam com fisiculturista. Malho o ano todo porque me sinto bem", disse ela, que no sábado, 9, foi destaque da Porto da Pedra.

Preocupada com a perfeição de seu corpo, Rosi só traz silicone nos seios, 500 ml. Já o superbumbum, de 114 cm, ela garante que é natural. "Malho muito e intensifico os pesos nessa época do ano", explicou.

Do Ego
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Travesti jogado de passarela tentou se agarrar em grades

O travesti Thiago Freitas, 28, conhecido por Melissa (Mel) Freitas e eleito princesa gay do carnaval de 2013, vai reforçar o cuidado com sua segurança após receber alta de cirurgia pela qual será submetido na bacia, fraturada na quinta-feira passada (31), após dois homens o espancarem e o jogarem do alto de um viaduto com cerca de 20 metros de altura em Padre Miguel, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.
"Vou deixar de ficar muito na rua, tentar arrumar um emprego e me cuidar para ficar ainda mais bonita no próximo Carnaval", disse, nesta quinta-feira (7), Melissa, que desfila desde criança na escola de samba Mocidade Independente de Padre Miguel e havia sido eleita uma das princesas Gay do Carnaval carioca deste ano.

"Dói não desfilar, mas Carnaval tem todo ano; a bacia dói muito mais. Eu não consigo virar para o lado esquerdo [que foi fraturado], só para o direito", disse ao G1 o travesti, que passará por cirurgia no Instituto Nacional de Traumatortopedia (Into), conforme relatou.  Ele ainda não sabe a data da operação nem tem previsão de alta após o procedimento.

A Mocidade Independente de Padre Miguel disse que não irá substituí-lo no desfile porque o travesti não sairia como destaque, mas na composição entre os integrantes comuns da escola.

O travesti foi espancado e jogado de uma passarela sobre a linha do trem, após sair da quadra da Mocidade por volta das 2h.
Melissa contou que estava em um conhecido ponto de prostituição de travestis entre as estações Guilherme da Silveira e Padre Miguel, quando dois homens pararam em um carro e vieram até o meio da passarela, que fica entre as ruas Ubatuba e Coronel Tamarindo.
Eles propuseram um programa sexual com o travesti, que caminhou em direção a eles. No meio do caminho, a vítima desconfiou da aparência deles e negou o programa. Logo depois, os homens iniciaram as agressões que culminaram no empurrão na linha do trem.
Ainda segundo a polícia, há fortes indícios de que o crime de tentativa de homicídio tenha sido motivado por homofobia, e está em busca dos suspeitos. Os retratos falados indicaram que os agressores têm pele branca e altura na faixa de 1,85 m.

Um taxista que passava pelo local acionou os bombeiros e Melissa foi levada para o Hospital Estadual Albert Schweitzer, em Realengo, na Zona Oeste.
Bárbara Sheldon, amiga da vítima e também Princesa Gay 2013, não acredita que o crime tenha sido premeditado e  disse que esse tipo de crime foi uma surpresa.
"O Rio de Janeiro é uma cidade muito tranqüila em relação a isso. Ficamos chocados com esse ato homofóbico.”

Do G1

Praticamente sem forças por causa dos inúmeros socos e chutes que recebeu em uma passarela de Padre Miguel, na zona oeste do Rio, o travesti Thiago Freitas de Paula, de 28 anos, também conhecido como Mel Freitas, eleito Princesa Gay do Carnaval em um concurso, pediu aos dois agressores que não a jogassem de uma altura de aproximadamente 20 metros.

Ao tentar desesperadamente se segurar nas grades da passarela, os dois supostos clientes de um programa sexual ainda pisaram nas mãos de Mel. Os detalhes da crueldade foram revelados pela mãe do travesti, Maria Arlete.
— Ele é um menino bom, todo mundo gosta dele aqui, respeita. Ele disse aos rapazes "não me joga não", mas eles não quiseram saber de nada. Meu filho ainda tentou segurar para não cair, mas eles pisaram nas mãos dele. Para nós, fizeram isso por ele ser homossexual, mas cada um tem o direito de fazer o que quiser da vida.
O travesti aguarda uma vaga no Into (Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia) para ser transferido do Hospital Estadual Albert Schweitzer, em Realengo, onde está internado desde o último dia 31. Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, Thiago tem quadro de saúde estável, está lúcido e orientado. O órgão informou que o travesti necessita de cirurgias ortopédicas muito específicas que, na capital, são feitas pela unidade de referência que é o Into.
Policiais da Delegacia de Bangu (34ª DP) investigam se a tentativa de homicídio foi motivada por homofobia. De acordo com as investigações, Mel Freitas estava em um ponto de prostituição próximo à uma passarela entre as estações de Padre Miguel e Guilherme da Silveira, por volta das 5h, quando dois homens se aproximaram e negociaram um programa sexual.
Em depoimento prestado na última terça-feira (5), no Hospital Estadual Albert Schweitzer, em Realengo, Mel Freitas contou que os dois homens alegaram que o carro deles estaria do outro lado da passarela e que eles precisavam ir até lá para realizar o programa.
O travesti afirmou que decidiu aceitar a condição, mas quando chegou na passarela percebeu um clima estranho e desistiu, dizendo aos supostos clientes que não iria mais até o carro. Ainda de acordo com a vítima, foi neste momento que começaram as agressões, com muitos socos e chutes.
Por fim, os agressores jogaram Mel Freitas da passarela. Ela sofreu fratura na bacia e está muito machucada. Segundo os investigadores, ela será transferida para o Into (Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia) para ser submetida a uma cirurgia.
Apesar de o caso ter sido registrado como lesão corporal, os investigadores não têm dúvidas de que se trata de uma tentativa de homicídio. A vítima ajudou agentes a confeccionar o retrato-falado dos agressores. A polícia também está em busca de câmeras que possam ter filmado a ação ou os criminosos.



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Aguardado diálogo entre novo Papa e a comunidade gay

O papa Bento XVI surpreendeu a todos com a notícia de sua renúncia, que se tornará efetiva no dia 28 de fevereiro.

Frente às ínumeras polêmicas, a organização de homossexuais católicos norte-americanos, Dignity USA, resolveu se manifestar pedindo para que o próximo líder religioso a ocupar o posto maximo do Vaticano dialogue com as minorias.

"Pedimos à nossa igreja que não só nos aceite, como defenda a dignidade e igualdade entre todos os humanos, independentemente da sua orientação sexual ou identidade de género", diz o comunicado.

A organização pede ainda o "fim de declarações que infligem feridas em pessoas que já são, por si só, marginalizadas. Declarações que dão margem a discriminação e ao preconceito".

Bento XVI se tornou o primeiro pontífice a renunciar ao cargo. Os motivos alegados para deixar o papado seria o de "idade avançada" e "falta de forças" para continuar a jornada.

fonte: A Capa - Via Mundo Alternativo
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STJ garante a casal lésbico a adoção da filha de uma delas pela outra

casal lesbico e filhaO Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve a decisão que garantiu, dentro de uma união estável homoafetiva, a adoção unilateral de filha concebida por inseminação artificial, para que ambas as companheiras passem a compartilhar a condição de mãe da adotanda. Em seu voto, a relatora, ministra Nancy Andrighi, disse ser importante levar em conta que, conforme consta do processo, a inseminação artificial (por doador desconhecido) foi fruto de planejamento das duas companheiras, que já viviam em união estável.
A ministra ressaltou que a situação em julgamento começa a fazer parte do cotidiano das relações homoafetivas e merece, dessa forma, uma apreciação criteriosa. “Se não equalizada convenientemente, pode gerar (em caso de óbito do genitor biológico) impasses legais, notadamente no que toca à guarda dos menores, ou ainda discussões de cunho patrimonial, com graves consequências para a prole”, afirmou.
Segundo a relatora, não surpreende – nem pode ser tomada como entrave técnico ao pedido de adoção – a circunstância de a união estável envolver uma relação homoafetiva, porque esta, como já consolidado na jurisprudência brasileira, não se distingue, em termos legais, da união estável heteroafetiva.
Para ela, o argumento do Ministério Público (MP) de São Paulo– de que o pedido de adoção seria juridicamente impossível, por envolver relação homossexual – impediria não só a adoção unilateral, como no caso em julgamento, mas qualquer adoção conjunta por pares homossexuais.
A mulher que pretendia adotar a filha gerada pela companheira havia obtido sentença favorável já em primeira instância. O Ministério Público recorreu, mas o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) manteve a sentença por considerar que, segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente e da Constituição Federal, a adoção é vantajosa para a criança e permite “o exercício digno dos direitos e deveres decorrentes da instituição familiar”. O MP recorreu então ao STJ, que negou novamente o pedido para reformar esse entendimento.
A ministra Nancy também questionou o argumento do MP a respeito do “constrangimento” que seria enfrentado pela adotanda em razão de apresentar, em seus documentos, “a inusitada condição de filha de duas mulheres”. Na opinião da relatora, certos elementos da situação podem mesmo gerar desconforto para a adotanda, “que passará a registrar duas mães, sendo essa distinção reproduzida perenemente, toda vez que for gerar documentação nova”. Porém, “essa diferença persistiria mesmo se não houvesse a adoção, pois haveria maternidade singular no registro de nascimento, que igualmente poderia dar ensejo a tratamento diferenciado”.
“Essa circunstância não se mostra suficiente para obstar o pedido de adoção, por ser perfeitamente suplantada, em muito, pelos benefícios outorgados pela adoção”, concluiu. A ministra lembrou que ainda hoje há casos de discriminação contra filhos de mães solteiras, e que até recentemente os filhos de pais separados enfrentavam problema semelhante.

fonte: Cena G - Via: Mundo Alternativo
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Rogéria comemora a participação na novela da seis

Nascida Astolfo Barroso Pinto, Rogéria, como foi consagrada nacionalmente, é superlativa. A travesti mais famosa do Brasil está prestes a mudar de década, mas ainda passeia exuberante pelo sugestivo 69 – só se tornará setentona em maio. O modelo “velha enxuta” que persegue é o da atriz inglesa Vanessa Redgrave e a idade, como sustenta, nunca foi um problema, ao contrário. É na proximidade de completar uma nova primavera que ela comemora o convite para uma breve participação em “Lado a Lado” como Alzira Celeste, mãe de Diva (Maria Padilha).

“Ela é uma atriz trágica que entra para botar ordem no Teatro Alheira. Como todo mundo sabe quem eu sou, é um desafio convencer como uma mãe e avó”, ressalta Rogéria, que, além da novela, prepara uma biografia e um novo programa para o Canal Brasil chamado “Com Frescura”.
Ainda que tenha vencido a prova de ser mãe e avó na ficção, Rogéria afirma que nunca pensou em ter filhos. “Jamais seria mãe. Primeiro vem a minha carreira. Em vez de ter filhos, ajudo com caridade. Sempre faço shows beneficentes”, explica Rogéria, que dá a entrevista por telefone enquanto caminha pelas ruas do Rio toda produzida: vestida de Chanel, com bolsa Louis Vuitton e rabo de cavalo.
Da outra linha, é possível ouvir o burburinho causado por sua presença. Como gosta de ser amada, vez ou outra faz questão de levar seus fãs ao telefone: “Eu sou chilena e gosto muito dela”, diz uma moça. “Ela é sempre muito chique... Maravilhosa”, afirma outra. “Vou andando e as pessoas vêm falar comigo. Eu sou a travesti da família brasileira”,  afirma ao justificar seu sucesso com o público:  “Por trás da Rogéria, tem o Astolfo, claro, mas a personagem prevalece. A minha cabeça é de artista. Sou Astolfo quando faço pipi”.

Do DSP

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Gays espalhafatosos ganham espaço na teledramaturgia do País

É cada vez mais comum ver novelas e séries na TV com tipos efeminados repletos de trejeitos e manias
gay caricatoTodo núcleo de comédia que se preze conta com um personagem – ou vários – acima do tom. E, muitas vezes, são os gays caricatos que assumem esse lugar. De uns tempos para cá, tem sido comum identificar homossexuais afetados e bem-humorados nas produções da TV. Atualmente estão no ar papéis do gênero em Balacobaco, da Record, e em A Grande Família e Pé na Cova, da Globo.
No seriado de Miguel Falabella, aliás, quem faz jus ao posto de gay caricato é a personagem interpretada por Mart´nália, a mecânica Tamanco, cujo nome já justificaria a citação. Na mesma produção, está o irmão de Tamanco, Marcão – vivido por Maurício Xavier –, que se traveste de Markassa quando bem entende.
Antes disso, outros gays divertidos marcaram presença na teledramaturgia, como o Crô, interpretado por Marcelo Serrado em Fina Estampa, o Cássio, conhecido pelo bordão "tô rosa chiclete", encarnado por Marco Pigossi em Caras & Bocas, e o Orlandinho, de Iran Malfitano, em A Favorita, entre outros.
Mas compor esse tipo de personagem normalmente exige um grau de observação apurado do ator que o interpreta. "Foram pinceladas de vários segmentos gays. Hoje, eu sigo, através das redes sociais, os movimentos gays, frequento festas para esse público. E cheguei a ir à praia onde os gays do Rio frequentam", conta Thierry Figueira, que interpreta Patrick emBalacobaco
Aparentemente, os personagens gays que fazem um estilo mais espalhafotoso acabam caindo no gosto do público. Rafael Zulu, atualmente no ar na novela da Record, sentiu isso na pele. Foi justamente quando interpretou o crítico de moda Adriano, em Ti-Ti-Ti, exibida pela Globo em 2010, que o ator ganhou um reconhecimento maior das pessoas.
"Foi o papel que me trouxe mais popularidade. Muitos casais héteros vinham me dizer que tinham um amigo assim ou queriam ter. E muitos gays me encontravam e achavam que eu era gay também. Isso, para mim, era incrível", recorda ele, que defende que Adriano não tinha um perfil tão caricato assim - apenas cometia alguns deslizes. "O personagem dava os 'pitis' dele. Mas poucas vezes precisei mudar minha voz em cena. Depois, ele se apaixonou verdadeiramente pela personagem da Fernanda Souza."
Para a autora da novela, Maria Adelaide Amaral, o perfil de Adriano reflete muitos profissionais do mundo da moda: "é um personagem típico do meio em que trabalha. Basta assistir a qualquer programa sobre moda para ver muitos Adrianos lá."
Papéis de gays caricatos divertem as histórias. Mas o jeito extrovertido do personagem é às vezes uma preocupação para o intérprete. Fábio Porchat, por exemplo, achou melhor ter cuidado na hora de buscar o tom ideal de Junior, que interpreta em A Grande Família. Queria que fosse engraçado, mas, ao mesmo tempo, crível. "Em A Grande Família o tom é engraçado, mas real. Não é nem para o Zorra Total, nem para novela. É meio termo. E fazendo um gay, geralmente, você cai em um ou no outro", explica. 
João Miguel, que recentemente atuou em O Canto da Sereia na pele de Só Love, também foi atrás de um gay possível, por mais que o personagem tivesse suas afetações. Para isso, observou a postura, o jeito de se vestir e outros elementos de homossexuais mais "bafônicos" que encontrou por aí. "A postura mais efeminada do Só love – reunindo roupas justas, o olhar meio perdido e apaixonado, a caracterização meio andrógina – pode ser facilmente vista nas ruas. Foi um personagem bem diferente e difícil para achar o tom certo. Ele poderia ficar mais 'over' do que deveria a qualquer momento", reforça o ator. 
Às vezes o sucesso de um personagem gay é tanto que ultrapassa a importância novela. Prova disso foi a boa repercussão de Crô, interpretado por Marcelo Serrado em Fina Estampa. Ainda com o folhetim de Aguinaldo Silva no ar, cogitava-se a possibilidade de o mordomo afetado ganhar um especial de fim de ano na TV Globo. Depois, a ideia de prolongar a vida do personagem foi amadurecida e se transformou em filme, em fase de produção.
"O Crô conseguiu se sobrepor a qualquer tipo de preconceito. Até as crianças o amam. O gay virou uma coisa menor hoje em dia", destaca Serrado, antes de acrescentar: "o Aguinaldo nunca teve a ideia de fazer um personagem gay que levantasse bandeira. Queria uma coisa divertida", diz. 
À paisana
Não só personagens gays caricatos têm ganhado um espaço grande na teledramaturgia. Os mais discretos também são recorrentes nas tramas. Dani Moreno, atualmente no ar em Salve Jorge, interpretou uma homossexual em Amor e Revolução, exibida pelo SBT entre 2011 e 2012. No folhetim de Tiago Santiago, a atriz viveu Marta, uma mulher apaixonada pela melhor amiga. Mas Dani, sempre que era abordada por alguém a respeito da orientação sexual de seu papel, tentava tirar a questão de foco. "Eu dizia: 'não faço uma lésbica, faço uma mulher que é apaixonada por uma pessoa, que, por acaso, é outra mulher'. A Marta foi uma personagem um tanto forte", recorda.
Em Avenida Brasil, Daniel Rocha teve a oportunidade de, logo em sua estreia na TV, encarnar um papel complexo. Durante boa parte da trama, Roni, seu personagem, dava indícios de que poderia ser homossexual. No final do folhetim, no entanto, acabou formando um triângulo amoroso inusitado com Suelen e Leandro, vividos por Isis Valverde e Thiago Martins. "Acho que sai do óbvio. Fica mais interessante fazer um personagem assim do que de outro jeito", ele diz.
Instantâneas
Inicialmente escalado para fazer uma participação de um mês em A Favorita, Iran Malfitano acabou ganhando mais espaço na novela de João Emanuel Carneiro e ficou até o final por causa do sucesso de Orlandinho, seu personagem gay, que, volta e meia, aparecia em cena com os cabelos trançados
Em Amigas e Rivais, exibida pelo SBT, Jandir Ferrari viveu um falso gay. Na trama, o personagem fingia ser homossexual, do tipo espalhafatoso, para conseguir emprego como cabeleireiro no salão de beleza da história
Thierry Figueira já interpretou um homossexual antes do Patrick de Balacobaco. Na temporada de Malhação exibida em 1996, ele fez uma participação na pele de um gay enrustido. 
Leonardo Miggiorin chamou atenção quando deu vida ao Roni de Insensato Coração. "De primeira, tive receio em ficar estigmatizado. Mas era uma novela do Dennis (Carvalho) com Gilberto (Braga). Eu queria fazer de qualquer jeito", conta. 

fonte: Terra - Via Mundo Alternativo
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Fetiche: Gay Fighting

gay bdsm fightingNovidade nenhuma imaginar que combate corpo-a-corpo entre homossexuais seria erótico e excitante no sentido literal da palavra. O avanço da internet está facilitando cada vez mais encontrarmos parceiros para atividades pouco conhecidas ou divulgadas. Uma atividade que está crescendo de maneira bem expressiva na Europa, América do Norte e Ásia é a luta Erótica ou Gay Fighting. Há várias modalidades de combate corpo-a-corpo usadas com propósito erótico e sexual, as mais conhecidas são luta greco-romana, wrestling, boxe, jiu-jitsu  e artes marciais mistas, mais conhecidas pela sigla em inglês (MMA).

Nos combates, há a necessidade de dominação ou rendição de um dos participantes, o vencedor pode escolher como prêmio sexo pós-luta da maneira que ele estipular, o perdedor terá que se submeter aos desejos do vencedor. Há a situação que o vencedor opta por não querer sexo com o perdedor, apenas submetê-lo a tortura, humilhação  e submissão. O grande diferencial desse fetiche é que a cópula não é o prêmio, e sim ter o oponente sob suas vontades.

Na maioria dos casos, as lutas são excessivamente agressivas e violentas. Os lutadores estipulam suas predileções para o combate e o desafiante escolhe de acordo com a severidade dos golpes que podem ser infringidos. São muito comuns socos bem agressivos na boca do estômago, rosto, chaves de pescoço, braço e pernas que só são paradas quando o oponente pede a rendição e aceita a derrota. O juiz pode determinar se o oponente está lutando para ganhar ou está com intenção de ser derrotado. Caso isso aconteça, ele será desclassificado podendo nem participar novamente dos torneios.

Existe tantos fatores sedutores e fetichistas nestes combates _desde os uniformes até o estereótipo másculo suado e com cheiro de vestiário de clube de futebol_ que a testosterona da arena contagia a todos. Raramente alguém está excitado no momento da luta. Nem todos combates são públicos, já existem vários perfis em sites de relacionamento gays (www.recon.com é um deles) direcionados para FIGHTING privados, onde o contexto sexual é bem mais explícito podendo ocorrer, de acordo com os participantes, lutas nus ou semi-nus, de saqueiras (jocks) ou uniformizados. Sempre são pré-acordadas regras e punições.

A maioria dos praticantes ainda prefere combates dentro de casa, na Europa e América do Norte muitos já fazem de um de seus cômodos um pequeno ringue, mas já estamos começando a ter arenas gays com combates e algumas com a punição pós-combate públicos.

Aqui no Brasil ainda estamos engatinhando em relação a essa abertura. Alguns demonstram interesse em luta comentando o fato em perfis de relacionamento. No site Recon você tem a opção de colocar FIGHTING como principal interesse, isso faz com que você se conecte ao site já na sala dos interessados em lutas, em qualquer cidade que entrar. Em outros sites, você pode usar do artifício de colocar seu interesse no nick ou na sua descrição, isso facilitará encontrar pessoas com mesmo interesse. Se for conversar com alguém de fora, lembre-se de deixar claro quando é iniciante para evitar levar uma surra violenta muito acima do que você imagina. Para os ineressados e já praticantes de combates corpo-a-corpo que costumam viajar para o exterior, toda quarta sexta-feira do mês, na cidade de Manchester (Inglaterra), acontece no “Manchester Evening News Arena (que é arena GAY coberta mais movimentado do mundo), o festival mais movimentado de Gay Fighting chamado “UP NORTH”. Acredito que lá apenas aconteçam os combates, mas é onde se encontram os gays interessados no assunto. Em São Francisco (EUA) há um local chamado EAGLE TAVERN onde os adeptos e interessados em FIGHTING costumam se encontrar. Em Nova York tem um local chamado NON_KINK ARENA onde alguns gays enrustidos competem nas lutas, mas não é uma arena gay propriamente dita.


fonte: MixBrasil - Via: Mundo Alternativo
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Carol Marra é tema de documentário

Carol Marra, uma modelo transexual brasileira, teve a sua vida filmada para um documentário, que será exibido em rede mundial na série Tabu, do canal pago National Geographic, de acordo com a coluna Bruno Astuto.
“Eles acompanharam viagens, minha rotina em casa, ensaios fotográficos e até em exames de laboratório para a cirurgia de mudança de sexo que planejo para breve”, diz ela à coluna.
A equipe acompanhou a rotina de Carol por algumas semanas, e ela vê um propósito maior em permitir que sua intimidade fosse compartilhada mundialmente.
“É uma oportunidade de a sociedade compreender que a condição sexual não é empecilho para se ter uma profissão, desde que se tenha capacitação. Somos seres humanos e merecemos oportunidades”, diz Carol, reforçando ainda que vai ser bom mostrar que a imagem divulgada de prostituição não é a a realidade de muitas.
“É uma covardia nos empurrarem para o mundo da marginalidade. Eu tive sorte de poder trilhar outro caminho, mas muitas não tiveram escolha. Tomara que esse programa tire dúvidas e faça as pessoas terem um esclarecimento melhor sobre o que é o transexualidade”.
Médicos especialistas e psiquiatras também debatem o tema na atração. Tabu vai ao ar às quarta-feiras, às 21h25, pelo canal pago National Geographic. 

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Aqui eu não sou homem ou mulher. Sou um adepto do crossdresing. Sou uma Crossdresser - CD ou CDzinha. Desde os 9 anos, adoro lingeries e roupas sexyes. Levo uma vida normal masculina e tenho uma vida clandestina feminina.

Me proponho aqui a falar um pouco de tudo, em especial das Crossdressers, dos transexuais, dos Travestis e da enorme comunidade
LGBT existente em todo o mundo. Um estilo de vida complicado e confuso (para alguns)... Este espaço também se presta para expor a minha indignação quanto ao ódio e preconceito em geral.

Observo que esse é um blog onde parte do que aqui posto pode ser considerado como orientado sexualmente para adultos, ou seja, material destinado a pessoas maiores de 18 anos. Se você não atingiu ainda 18 anos, ou se este tipo de material ofende você, ou ainda se você está acessando a internet de algum país ou local onde este tipo de material é proibido por lei, NÃO siga 'navegando'.

Sou um Crossdresser {homem>mulher} casada {com mulher - que nada sabe} e não sou um 'pedaço de carne'.

Para aqueles que eventualmente perguntam sobre o porque do termo 'Crossdresser GG', eu informo que lógico que o termo trata das minhas medidas. Ja que de fato visto 'GG'. Entretanto alcunhei que 'GG' de Grande e Gorda, afinal minhas medidas numéricas femininas para Blusas, camisetas e vestidos são tamanho: 50 e Calças, bermudas, shorts e saias são tamanho: 50.

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