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Rogéria comemora a participação na novela da seis

Nascida Astolfo Barroso Pinto, Rogéria, como foi consagrada nacionalmente, é superlativa. A travesti mais famosa do Brasil está prestes a mudar de década, mas ainda passeia exuberante pelo sugestivo 69 – só se tornará setentona em maio. O modelo “velha enxuta” que persegue é o da atriz inglesa Vanessa Redgrave e a idade, como sustenta, nunca foi um problema, ao contrário. É na proximidade de completar uma nova primavera que ela comemora o convite para uma breve participação em “Lado a Lado” como Alzira Celeste, mãe de Diva (Maria Padilha).

“Ela é uma atriz trágica que entra para botar ordem no Teatro Alheira. Como todo mundo sabe quem eu sou, é um desafio convencer como uma mãe e avó”, ressalta Rogéria, que, além da novela, prepara uma biografia e um novo programa para o Canal Brasil chamado “Com Frescura”.
Ainda que tenha vencido a prova de ser mãe e avó na ficção, Rogéria afirma que nunca pensou em ter filhos. “Jamais seria mãe. Primeiro vem a minha carreira. Em vez de ter filhos, ajudo com caridade. Sempre faço shows beneficentes”, explica Rogéria, que dá a entrevista por telefone enquanto caminha pelas ruas do Rio toda produzida: vestida de Chanel, com bolsa Louis Vuitton e rabo de cavalo.
Da outra linha, é possível ouvir o burburinho causado por sua presença. Como gosta de ser amada, vez ou outra faz questão de levar seus fãs ao telefone: “Eu sou chilena e gosto muito dela”, diz uma moça. “Ela é sempre muito chique... Maravilhosa”, afirma outra. “Vou andando e as pessoas vêm falar comigo. Eu sou a travesti da família brasileira”,  afirma ao justificar seu sucesso com o público:  “Por trás da Rogéria, tem o Astolfo, claro, mas a personagem prevalece. A minha cabeça é de artista. Sou Astolfo quando faço pipi”.

Do DSP

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