Uma Crossdresser Gordinha Complicada e Imperfeita

Joelma compara 'dor' de mães de gays a de mães de drogados.

Misture uma voz potente a um bate-cabelo inconfundível: isso é Joelma, o furacão louro por trás da banda Calypso, formada há 14 anos com o marido, o guitarrista Chimbinha. Em 2013, os planos estão a toda: eles preparam um CD em espanhol, outro de música gospel, um DVD acústico e o longa ‘Isso é Calypso — o Filme’, com gravações em maio, no Pará e no Rio de Janeiro.
De segunda a quarta, ela diz que reserva os dias para malhar e rezar. Há quatro anos, converteu-se à religião evangélica, depois que sofreu uma estafa. “Maltratei meu organismo porque trabalhava todos os dias da semana e tive um piripaque, uma alergia crônica que quase me sufocou. Deus salvou minha vida”.
Ela afirma que as roupas e atitudes sexy não destoam da fé. “Uso aquelas roupas curtas e rebolo, mas, quando falo de Deus, todo mundo entende”. Indagada sobre a legião de fãs gays, sai do tom. “Tenho muitos fãs gays, mas a Bíblia diz que o casamento gay não é correto e sou contra”. Acrescenta que, se tivesse um filho nessa situação, “lutaria até a morte para fazer sua conversão”. “Já vi muitos se regenerarem. Conheço muitas mães que sofrem por terem filhos gays. É como um drogado tentando se recuperar”.
“Não sou uma mulher sexy e morro de rir desse título. Sou um moleque. Não consigo ser daquela maneira fora do palco. Usava bermudão para dormir, mas agora comprei uns pijaminhas”, conta. Casada com Chimbinha há 16 anos, Joelma conta que o a chama não se apagou: “O rala e rola melhorou bastante com o tempo. Quero ter um filho aos 45 anos. É uma promessa de Deus para mim”. Chimbinha também é evangélico? “É, mas não tão maluco quanto eu”.
Joelma aprovou a escolha de atriz Deborah Secco para interpretá-la no cinema. “Ela veio aqui em casa e trocamos figurinha. Ela terá que ter uma reserva de energia muito grande porque as coreografias pedem. Mas a Deborah já fez balé e sabe dançar. Quando cantou com Chimbinha, mostrou que é afinada”. Sobre o filme, conta que sua única exigência foi que a produção usasse nos personagens o sotaque do Pará. “Nada na minha vida eu fiz para ganhar dinheiro. Quero que Deborah passe a verdade e nada que vise o lado mais comercial”.

De: Epoca
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ATRIZ MARIA CLARA SPINELLI EM “SALVE JORGE”

A atriz paulista MARIA CLARA SPINELLI, premiada como Melhor Atriz nos festivais de Paulínia, Mônaco e Los Angeles pelo longa “Quanto Dura o Amor?”, de Roberto Moreira, fará uma participação na novela “Salve Jorge” esta semana.
Veja a cena:

A atriz, que quase ganhou uma personagem ano passado na série “O Brado Retumbante”, agora tem sua primeira chance na televisão. Será uma cena curta, como uma das traficadas na Turquia. A atriz gravou ontem no Projac com Nanda Costa e Totia Meirelles.
É ficar de olho no trabalho sempre vigoroso desta atriz luminosa.
Fonte: Drops Magazine - Por: PAULO NETO
Jornalista, Cineasta, roteirista, globetrotter - Via: Mundo das Travestis
Nascida em Assis, a atriz Maria Clara Spinelli vem conquistando a cada dia mais espaço para trilhar sua carreira.
Em 2009, Maria Clara fez sua estréia no cinema com o filme “Quanto Dura o Amor?”, de Roberto Moreira, e recebeu o Prêmio de Melhor Atriz no “II Festival Paulínia de Cinema”, no “Hollywood Brazilian Film Festival”, em Los Angeles (EUA), no “VI Prêmio FIESP/SESI-SP do Cinema Paulista” e no “The 5th Monaco Charity Film Festival”, em Mônaco.
  Agora em 2013, a atriz fará sua estréia na televisão com uma participação na novela “Salve Jorge” da rede Globo.
A cena foi gravada segunda, 25, no Projac, no Rio de Janeiro, com Nanda Costa, que interpreta a protagonista Morena, e Totia Meirelles interpreta a traficante de pessoas, a Wanda.
Maria Clara viverá uma das traficadas na Turquia. A cena irá ao ar nesta quarta-feira, 27, na TV Globo.
 Do Maracai Noticias
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Campanha prol casamento gay se espalha na web

Criada pela organização Humam Rights Campaing, uma campanha vem ganhando força nas redes sociais para garantir os mesmos direitos à comunidade LGBT.
A iniciativa, que acontece no momento em que a Suprema Corte dos EUA decide sobre a união gay, usa o simbolo matemático "igual" para defender o casamento igualitário. A imagem está sendo repercutida através do Instagram, Twitter e Facebook. 
O símbolo original, em tons de vermelho, já ganhou diversas variações, como figuras de duas alianças, desenhos reproduzindo uma tatuagem, decoração de doces, sapatos, roupas, e por aí vai.

fonte: A Capa - Via Mundo Alternativo
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Transexual pode se descobrir já na primeira infância, dizem especialistas

A identificação com o sexo oposto e o eventual desejo de uma pessoa em assumir uma nova identidade de gênero começa geralmente na primeira infância, entre os 4 e 6 anos de idade, segundo o psicólogo clínico e psicanalista Rafael Cossi, autor do livro "Corpo em obra", lançado em 2011 após análise de seis biografias de transexuais.

Na última semana, o G1 publicou a história do menino americano Coy Mathis, de 6 anos, que se identifica como menina e é aceito pelos pais, mas tem tido problemas na escola ao querer usar o banheiro feminino. Segundo a família, Coy age assim e brinca com bonecas desde que tinha 1 ano e meio.

 "Nessa idade, ainda não dá para falar se a criança será um transexual no futuro. Isso porque não se sabe até que ponto ela só está brincando de se comportar como alguém do outro sexo ou se esse já é um indício de transexualidade", diz.
Transexual é a pessoa que tem um transtorno mental e de comportamento sobre sua identidade de gênero, ou seja, nasce biologicamente com determinado sexo, mas se vê pertencente a outro e cogita fazer tratamentos hormonais e cirurgia para mudar o corpo físico. Ao contrário do que já acreditaram psicanalistas no passado, esse não é um caso de psicose, com alucinações e delírios, defende Cossi.
Brincadeira de criança ou não
De acordo com o psiquiatra Alexandre Saadeh, coordenador do Ambulatório de Transtornos de Identidade de Gênero e Orientação Sexual do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas (HC) em São Paulo, casos como esse sempre existiram, e é importante diferenciar uma simples brincadeira de um comportamento constante.


 Coy brinca em sua casa na cidade de Fountain, Colorado, na segunda-feira (25) (Foto: Brennan Linsley/AP)

"É muito comum crianças inverterem os papéis, e quando é algo pontual não há maiores problemas. Mas, se isso se tornar um hábito frequente, diário, o menino querer mudar de nome, usar presilha e brinco, é indicado que os pais e o filho passem por uma avaliação profissional antes de qualquer coisa, para ver se essa é uma questão familiar que a criança está tentando resolver dessa forma ou se já é um transtorno de gênero", afirma.
O médico diz que cada caso precisa de um acompanhamento diferente e individualizado. Se houver realmente um transtorno, ser violento com a criança e censurá-la pode piorar muito a situação.
"A escola também não deve reprimir, mas chamar os pais, explicar o que está acontecendo e aproveitar essa oportunidade para educar também com as diferenças. E não é porque uma criança vê outra fazendo algo que vai querer imitá-la, elas não são macaquinhos", destaca Saadeh.
Na opinião do psicólogo Rafael Cossi, os pais têm que acompanhar o que está acontecendo e não adianta julgar, proibir, punir ou bater.
"Se houvesse uma mentalidade mais aberta e liberal dos pais, a escola aceitaria melhor. O medo do colégio é de como isso repercute para as famílias e a possibilidade de perder alunos de uma hora para a outra", diz.

Segundo Cossi, o preconceito da escola não é apenas contra transexuais e homossexuais, mas contra deficientes, pessoas com síndromes e tudo o que foge ao que é caracterizado "normal" – desde uma falta de uniforme até um cadarço ou cabelo colorido.
"Já os pais costumam dizer que ficam preocupados não tanto com o fato de o filho ser diferente, mas como será a vida dele em sociedade, se os colegas vão tirar sarro, pois existe muita discriminação", afirma.
Cossi cita o filme francês "Tomboy", de 2011, que conta a história da menina Laure, de 10 anos, que muda de cidade e se apresenta aos novos amigos como Mikhael. Até então, o fato de ela se vestir e se comportar como um menino não parecia incomodar a mãe, mas, quando ela fica sabendo que a criança "mudou" de nome, rejeita a situação.
"O filme é muito bom, é um relato, e não faz questão de dar nenhuma pista sobre qual vai ser o futuro da menina. Isso fica em aberto", aponta.

Corpo x gênero
O psiquiatra do HC Alexandre Saadeh explica que há um componente biológico muito importante na questão da identidade de gênero.
"Hoje em dia, sabe-se que existe um cérebro feminino e um masculino, determinado no útero da mãe por hormônios masculinos circulantes. E isso interfere no desenvolvimento cerebral para uma linhagem feminina ou masculina. A cultura e o ambiente também têm importância, mas a determinação é biológica", acredita o médico.
Segundo o psicólogo Rafael Cossi, a ideia de dimorfismo corporal entre homens e mulheres, ou seja, indivíduos da mesma espécie com características físicas (não sexuais) claramente diferentes, só ganhou força com os avanços da biologia no século 19.
"Até então, prevalecia a ideia de isomorfismo, em que o corpo feminino era visto apenas como uma versão do masculino. A vagina era considerada um pênis invertido e o calor era o diferencial dos corpos, pois a temperatura do homem era mais alta que a da mulher", afirma.
O psicólogo cita o livro "Inventando o Sexo – Corpo e gênero dos gregos a Freud", em que o historiador e sexólogo americano Thomas Laqueur estuda como o corpo foi encarado em vários momentos históricos. Cossi também destaca que desejo sexual, gênero e identidade sexual são conceitos bem distintos.
"Uma coisa é o desejo, a orientação, a prática sexual. Outra é o gênero, como a pessoa se vê, seus gostos e comportamentos – algo cultural, social, que varia com o tempo. Essa é a ideia do que um homem ou uma mulher faz, como pensa, como se veste, quais traços o definem. Já a identidade sexual envolve uma noção de inconsciente, inclui o fator psíquico, de como o sexo se constrói na mente e reconhece o que é homem e o que é mulher", esclarece.
É por isso que, segundo o psicólogo, existem transexuais lésbicas ou gays, ou seja, pessoas que se transformam fisicamente com cirurgia e hormônios, mas não necessariamente se atraem pelo sexo oposto.
"Nossa mentalidade ainda é muito heterossexual", ressalta.

'Sofria muito por ser diferente'
A transexual Brunna Valin, de 38 anos, conta que desde os 7 anos já sabia muito bem que não gostava de meninas. Aos 11 anos, vieram as brigas no colégio, as surras dos meninos, até que ela deixou a escola na 7ª série do ensino fundamental.
"Eu sofria muito por ser diferente. Com 12 anos, já me apresentava como Brunna e me vestia de menina, com saia, sapato de salto, batom, brinco. Queria ser igual à Roberta Close, era um espelho", lembra.
Em casa, dentro de uma família religiosa, em São José do Rio Preto, no interior de São Paulo, a transexual também encontrou rejeição. Após apanhar algumas vezes, deixou os pais aos 14 anos e foi morar com a avó, depois com uma prima, até ficar sozinha.
"Tenho mais sete irmãos – dois homens e cinco mulheres. Só um irmão me aceita muito bem. No começo, para eles eu era gay, não entendiam essa questão de gênero. Meu pai morreu há três anos, ainda não aprovando", revela.
Brunna mora há dois anos na capital paulista, onde trabalha como orientadora sócio-educativa no Centro de Referência da Diversidade da ONG Grupo pela Vida, e visita a família apenas uma ou duas vezes por ano.
"No fim de 2012, fui lá passar o Ano Novo e contei que vou fazer a mudança de sexo. Percebi a rejeição no olhar, na fala deles. Ficaram perguntando se já consegui trocar de nome, se já está no RG. Enfrento isso todo dia, pois a sociedade nos vê como diferentes", diz.
 
A transexual, que foi profissional do sexo dos 14 aos 36 anos, voltou a estudar e agora está prestes a concluir o ensino fundamental. Este ano, pretende começar o médio e, depois, quer fazer faculdade de psicologia. No currículo, ela também acumula cursos de formação de costureira, cabeleireira e cozinheira.
Além disso, Brunna tem passado por um acompanhamento com vários profissionais no Ambulatório de Saúde Integral para Travestis e Transexuais do Centro de Referência e Treinamento DST/Aids, da Secretaria de Estado da Saúde. A meta é se submeter à cirurgia de mudança de sexo em 2014 – da qual não tem medo de se arrepender.
"Tomo hormônio desde os 15 anos, e hoje aplico uma injeção mensal à base de progesterona. Em maio do ano passado, coloquei silicone nos seios e agora estou tirando os pelos do corpo com laser. Já fiz no rosto e vou para os braços. Em agosto, também quero pôr prótese nos glúteos, porque as características femininas estão no corpo inteiro, não é só fazer uma vagina. Hoje nem gosto de olhar muito, aquilo não é meu", diz.
Dois anos de preparação
Antes de toda cirurgia para mudança de sexo, o Sistema Único de Saúde (SUS) exige que a pessoa, com mais de 21 anos, faça pelo menos dois anos de acompanhamento psicológico ou psiquiátrico, no qual seja diagnosticada com distúrbio de identidade de gênero.
No ambulatório de São Paulo, criado em 2009 e considerado o primeiro do tipo no país a atender exclusivamente travestis e transexuais, há atualmente 1.500 pessoas cadastradas. Desse total, 65% (975) se consideram transexuais – 915 são homens biologicamente que se sentem como mulheres e 60 são o contrário. Os outros 35% são travestis que desejam tomar hormônios e mudar a aparência, mas não pretendem fazer a operação.
"Esses dois anos de acompanhamento que oferecemos com psicoterapeuta, psiquiatra e endocrinologista servem para a pessoa ter certeza sobre a cirurgia. Aí fazemos o encaminhamento ao HC. Nesse período, alguns desistem. Outros vão para a Tailândia, mudam de sexo e se arrependem, porque lá não existe todo esse protocolo daqui", diz a diretora técnica substituta do ambulatório, Angela Peres.
Segundo ela, o local conta com uma equipe de 30 profissionais – entre clínicos gerais, endocrinologista, psiquiatra, psicólogos, enfermeiros, auxiliares de enfermagem, urologista, ginecologista, proctologista, assistentes sociais e recepcionistas – e atende brasileiros de vários estados, como Minas Gerais, Bahia e Acre.
Cirurgia, felicidade ou arrependimento
Em 14 anos, o HC de São Paulo já operou 50 pacientes para mudança de sexo, a maioria homem que se sente mulher, segundo o chefe de urologia pediátrica e disfunção sexual do hospital, Francisco Dénes.
"Nunca vi um caso de alguém que tenha se arrependido. Isso ocorre quando o paciente é mal orientado", ressalta.
Para trocar do sexo masculino para o feminino, em geral são feitos tratamento hormonal e uma única cirurgia de 4 horas. Já o inverso exige duas ou mais operações de cerca de 3 horas. Apesar de o primeiro caso, em que há a desconstrução do pênis e dos testículos para a formação de uma vagina, parecer mais tranquilo, o urologista diz que pode exigir retoques, ter mais problemas anatômicos, risco de infecção, abertura dos pontos ou necrose (morte do tecido).
O pós-operatório envolve o uso de curativos, sonda e pelo menos sete a dez dias de repouso no hospital. Se não houver problema, a pessoa pode voltar logo às atividade normais. E nos dois anos seguintes, pelo menos, deve fazer acompanhamento médico.
Em entrevista ao Fantástico, em janeiro, a transexual Lea T, filha do ex-jogador de futebol Toninho Cerezo, disse que se arrepende de ter feito a troca de sexo em março do ano passado e que não aconselha o procedimento para ninguém. Ela foi operada na Tailândia e passou um mês e meio no hospital sentindo dores.
"Eu achava que a minha felicidade era embasada na cirurgia. Fiquei mais à vontade, mas um pênis e uma vagina não trazem felicidade para ninguém. Nunca vou ser 100% mulher. Calço 42, minha mão é enorme, meu ombro é largo. Quando fiquei deitada na cama, entendi que isso tudo é uma bobeira. É um detalhe importante para a sociedade", disse na época.
Segundo o psicólogo Rafael Cossi, ver a cirurgia como forma de "normalização" social, para se adequar ao pensamento heterossexual, é uma das maiores críticas à mudança de sexo. Ele cita o site sexchangeregret.com, em que um grupo de transexuais arrependidos após a operação contesta a ideia de que a troca de sexo é o fim para todos os males.
"Muitas pessoas não ficam em paz consigo mesmas, não têm benefícios nem se veem de uma forma mais tranquila. Algumas desenvolvem problemas que não tinham antes, como alcoolismo ou dependência de drogas. Isso porque a cirurgia não altera só a imagem corporal para pertencer a outro sexo, mas tem várias complicações, pelo fato de o indivíduo passar a apresentar outro status na vida, um novo nome e ser visto de maneira diferente pela sociedade", explica.
Mas, por outro lado, tem gente que é muito beneficiada com a cirurgia, diz o psicólogo.
"É caso a caso. Para a (ex-BBB) Ariadna, por exemplo, pelo que ela deu de entrevista, foi algo muito bom", ressalta.
Desde 2008, o SUS já fez 2.451 cirurgias de mudança de sexo de homem para mulher, único grupo de pacientes atendido atualmente, pelo fato de o Ministério da Saúde considerar que são casos mais comuns (três homens para uma mulher), mais bem padronizados e aprovados pelos conselhos de medicina.

Do G1
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Ator que fez travesti diz que nunca teve o desejo de ser uma mulher

Luis Salém, 49, fala sobre sua trajetória profissional no "Marília Gabriela Entrevista" (GNT) do próximo domingo (24).
O ator e comediante falou sobre seu último personagem na televisão, a travesti Ana Girafa da novela "Aquele Beijo" (Globo).
"Gostei muito do exercício, mesmo nunca tendo o desejo de ser uma mulher", afirmou.
"Eu sempre fui o engraçadinho", confessou. "Eu tenho uma maneira de olhar para o mundo que está muito ligada à comédia. Eu quero emocionar pelo riso."
"[Drama] não é a minha onda na vida e nem é onde eu quero me expressar", disse. "Mas acho incrível quem faz."
"Crítica faz parte do jogo", avaliou. "Às vezes você arrasa e às vezes arrasam com você. É mais fácil entender quando é favorável." 




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'Eu sempre me senti mulher', afirma transexual um mês após cirurgia


Do alto do 13º andar de um prédio residencial no bairro Cidade Baixa, em Porto Alegre, Luisa Stern tem muito a comemorar neste dia 8 de março: será o primeiro Dia Internacional da Mulher em que a advogada de 46 anos, que passou por uma cirurgia de mudança de sexo, se sentirá completamente integrada ao gênero a que sempre sentiu pertencer.
O procedimento foi realizado há exatamente um mês e sete dias no Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA). Não foi rápido e sem esforço. Entre grupos terapêuticos, consultas médicas e doses severas de hormônios, foram três anos de espera. Mas para ela, valeu a pena. “Eu sempre me senti mulher”, afirma, convicta, a transexual.
Ao som de Cazuza, a fã de música brasileira recebeu o G1 no seu apartamento e contou não ter nenhum arrependimento da mudança de sexo. “Transexualidade não é modismo. Precisa ter um desejo permanente, forte e definitivo. A cirurgia é irreversível e o tratamento tem que ser longo, até para evitar que por uma fantasia a pessoa faça e se arrependa”, explica.
Luisa atua como voluntária na ONG Igualdade – Associação de Travestis e Transexuais do Rio Grande do Sul. Nesta sexta-feira, ela quer estar ao lado das pessoas que ajuda em um ato na Assembleia Legislativa. “Quero marcar a data no sentido simbólico, coletivo. Para mim, todos os dias são dias de ser mulher”, argumenta.

Os cabelos vermelhos e um sorriso ainda escondido, muito pelo incômodo causado pelo procedimento, agora emolduram a face de quem nunca gostou da imagem no espelho. Luisa cresceu na Zona Norte da capital gaúcha, quase no limite da cidade vizinha de Alvorada. Em uma família tradicional, viveu ao lado da irmã, mãe e pai, que sempre a apoiaram, garante. “Quando criança eu já sonhava em ser menina. Mas este desejo ficou reprimido”.
Sua verdadeira identidade, no entanto, demorou para aparecer. “Tentei ter uma vida masculina, mas não consegui. Nenhum relacionamento era contínuo. Fui começar a me transformar já com uns 30 e poucos anos. Fui me assumir com mais de 40”, revela Luisa. O nome também foi mudado em maio de 2012 e Luisa prefere não lembrar. “Aquela pessoa já não existe mais”, justifica.
A transexual é uma das 300 pacientes avaliadas pelo Hospital de Clínicas desde 1998. O Programa de Transtorno de Identidade de Gênero da instituição já realizou mais de 100 cirurgias desde a sua fundação. “Quem tem a síndrome normalmente nasce convencida que não pertence ao seu sexo. Na adolescência, busca essa alteração espontaneamente, estranha seu próprio corpo, os órgãos genitais não se adequam ao que ela gostaria de ter”, explica Maria Inês Lobato, psiquiatra coordenadora do programa.

Segundo a Secretaria de Saúde de Porto Alegre, 41 pacientes foram encaminhados para a primeira consulta pelo SUS desde julho de 2011 até hoje. “A cirurgia é uma adequação, como se fosse uma plástica, que confere uma maior tranquilidade para o paciente. As tentativas de reverter com abordagem psicológica são ineficazes”, afirma Maria Inês.
Já em vida dupla, Luisa passou a frequentar bares e casas de show LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis). A comunidade cross-dresser lhe abriu as portas e mais tarde a cabeça, diz ela. “Fui morar sozinha com 20 e poucos anos. Gostava de me montar em casa. Foi um processo meio lento, mas acredito que no fundo eu sempre tive a certeza que queria viver como mulher. Só que tem toda a questão da repressão de fora e também interna. Foi bem difícil assumir”, desabafa.
Quando deu entrada no hospital em uma quinta-feira a noite para realizar a cirurgia, ela não tinha mais dúvidas. Até porque não havia mais volta. “Eu me senti bem. Acordei lúcida e entendia tudo”, conta Luisa, lembrando o momento em que abriu os olhos, já mulher, em um leito de hospital.
Em casa e de repouso há quase um mês, ela recebe visita da irmã, sobrinha e mãe, que mora no Litoral Norte do estado. Ansiosa pela volta à rotina, disse que irá ao grupo terapêutico que participava no hospital para contar sobre a experiência. “No começo existe muita confusão entre ser travesti e transexual. Cabe a cada um saber o que é”, aconselha.

Depois, ela que também é formada em contabilidade quer aproveitar o momento de transformação para investir na carreira profissional. Apesar de ter concluído a faculdade de direito em 2000, somente no ano passado Luisa adquiriu a carteira da OAB, sem a qual os bacharéis não podem advogar. 
Ser mulher, para Luisa, é a soma de um conjunto de fatores. Mas a aparência e a estética falam alto, como denunciam detalhes dos brincos, sapatilhas de onça e a decoração do apartamento onde ela mora. “Para a gente que nasceu no corpo errado, a questão da aparência é bem importante. É a gente conseguir se olhar no espelho e ver a figura feminina”, diz, realizada.

Fonte: G1



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Travesti tenta embarcar com cocaína nas nádegas e é preso em Viracopos

Um travesti foi preso na noite desta terça-feira (19) no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), ao tentar embarcar com cerca de 1,7 kg de cocaína em um enchimento colocado nas nádegas. Segundo a Polícia Civil, o suspeito tinha como destino a capital da Bélgica, Bruxelas.

Para chegar até a cidade belga, ele embarcaria de Campinas para Lisboa, em Portugal, mas foi impedido por um investigador. De acordo com a Polícia Civil, o cabeleireiro, de 37 anos, nasceu em Belém (PA) e reside em São Paulo.

"Forneceram um celular para ele, para que assim que chegasse no destino ele fizesse o contato com a pessoa que iria receber esse entorpecente", disse o delegado Gilberto Salles Souza Junior. Segundo Souza, o cabeleireiro receberia R$ 10 mil reais para transportar a cocaína.

Ele foi preso em flagrante após denúncia anônima e indiciado por tráfico internacional de drogas. A polícia apreendeu ainda 1,5 mil euros e dois celulares. O suspeito será levado para a cadeia anexa ao 2º Distrito Policial, no bairro São Bernardo.

Do G1
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Conto - Depois da Festa

 Todo ano na minha universidade tem a festa do trocado, os homens vão vestidos de mulher e as mulheres de homem. Dois amigos meus me convidaram, fomos os três vestidos de mulher, nada exagerado, mas deu pra dar umas risadas. A festa tava ótima, deu pra dançar muito, beber muito, e dei em cima de uma morena gostosa vestida de Ronaldinho, mas no fim ela teve que ir embora com as amigas. Ficamos os três curtindo a festa, até que na hora de ir pra casa o Marcelo me disse que uns amigos deles iam dar carona pra gente. Achei ótimo, melhor do que andar pra casa, ainda mais usando salto alto, não entendo, por que mulher gosta de usar isso. Apresentaram-me seus três amigos, os três com roupa normal. Cumprimentei e fomos pro carro. Achei que não ia caber todo mundo, mas disseram pra eu ir na frente, os outros quatro se espremiam no banco de trás. Todo mundo meio bêbado, rindo muito durante o trajeto, eles elogiando muito as nossas roupas e a gente dando risada. O cara que tava dirigindo entrou numa garagem, não reconheci a casa. O Renato disse que era a casa deles, a gente ia parar pra beber mais alguma coisa. Achei uma ótima idéia, entramos, todo mundo bebendo e falando besteira, ouvindo musica, brincando com o fato de a gente estar vestido de mulher. Num momento começou a tocar uma baladinha e dois deles tiraram meus amigos pra dançar.

Achei engraçado, eles dançavam agarradinhos, o que estava ao meu lado me chamou pra dançar também. Dei risada, disse que não, é claro, mas meus amigos riram e disseram pra eu deixar de besteira, era tudo brincadeira, me encorajaram. Acabei aceitando, ele me puxou, deu um abraço e começamos a dançar. Todo mundo dava risada, a gente dançava bem devagar, dava pra sentir todo o corpo dele colado no meu. Ele dava umas acariciadas nas minhas costas e eu dava risada. Meus amigos me davam umas olhadas, riam e me encorajavam. O Renato disse “tem que dançar assim, que nem menina”, e começou a dar risada. Eu tava meio bêbado, mas senti um volume se formando na altura da cintura dele. Ele me segurava firme, vi que os outros faziam o mesmo com meus amigos. As risadas diminuíam, foi estranho, parecia um momento romântico, só eu ainda ria um pouco. Em um dado momento, vi o que dançava com o Marcelo puxando ele pelo braço, os dois entrando no quarto e a porta fechando. Os dois amigos riram, o Renato olhou pra mim dando risada, senti as mãos do meu novo amigo deslizando um pouco pelas minhas costas.


Achei a situação cada vez mais estranha, ri também, fiquei meio sem entender. O outro cochichou alguma coisa no ouvido do Renato, que abriu um sorriso, meu novo amigo segurou na minha mão, sorriu e me puxou pro seu quarto. Dei risada, claro que não fui. Senti a mão do Renato nas minhas costas me conduzindo, ele disse “vai lá com ele, é só brincadeira”. Os três riam, o outro puxou o Renato pro seu quarto, ele ainda olhou pra trás rindo e disse “vai lá, ta com medo de que?” A porta se fechou, meu amigo deu risada, ri também um pouco confuso, ele me puxou de novo e eu acabei me deixando conduzir. Entrei no seu quarto, ele fechou a porta. Enquanto eu olhava em volta senti ele me dando um abraço carinhoso por trás. Dei uma risada sem graça, perguntei o que era isso. Ele só riu, disfarçou e perguntou o que eu tinha achado. Sorri amarelo, disse que era um quarto bonito. Ele continuou me abraçando, sussurrou no meu ouvido que a minha roupinha era linda. Ao mesmo tempo acariciava de leve minha barriga. Ouvi algum movimento no quarto ao lado, ele subiu um pouco as mãos acariciando na altura do meu sutiã. Senti meus mamilos eriçando um pouco pelo contato, parei de rir, disse meio sem graça que não era veado, que ele tinha se confundido. Ele riu, disse que sabia que não e me deu um beijinho na nuca. Senti o volume aumentando na altura da minha bunda. Fiquei mais serio, ainda disse pra ele que não, que ele não tinha entendido, segurei suas mãos pra me desvencilhar quando ouvi uns gemidos vindo do quarto ao lado. 

Ele sussurrou “ouve só como a Marcelinha geme gostoso.” Fiquei perplexo. “Ela deve ta adorando né?” Nunca tinha imaginado isso do Marcelo, mas ouvia nitidamente sua voz gemendo, ao mesmo tempo a voz do seu amigo gemendo também. Ouvi um sussurro “já imaginou como deve ta gostoso?” Ele me encoxava de leve, dava pra sentir nitidamente o volume, me dava uns beijinhos na nuca, dava uma apertadinha nos meus mamilos. Fiquei pasmo, sem saber o que dizer, ele se aproveitou pra apertar mais meu corpo contra o dele. Ainda disse que não, que aquilo tinha ido longe demais, ouvi uns gemidos masculinos vindos do outro quarto, não acreditei. Meu amigo sussurrou de novo pra eu ouvir os gemidos, me deu uma mordiscadinha na orelha. Logo ouvi a voz do Renato gemendo bem fininho. “Ta ouvindo a Renatinha gemer de tesão, ta?” Senti suas mãos apertarem meu sutiã, muitos beijinhos molhados na minha nuca. “Você vai adorar, vai gemer muito também”. Tentei argumentar, “mas eu não… mas eu…” ouvi os gemidos intensificando, dava pra sentir que o Renato estava com muito tesão. Eu estava muito surpreso. Senti a mão do meu amigo descendo pela minha barriga, ao lado o Marcelo já dava gritinhos de prazer. “Ouve que tesão”. Sua mão deslizando pela minha cintura, eu não sabia o que fazer ou o que dizer. “Se solta, que nem suas amigas, você vai amar”. “Mas…” sua mão deslizando pela minha bunda, ele lambendo minha nuca. Meus amigos pareciam estar amando o tratamento. “Imagina como deve estar delicioso…” Devia mesmo. Do jeito que gemiam, que davam gritinhos. Sua mão dando apertadinhas na minha bunda, sua língua na minha orelha. Imaginei os dois de menina, ouvia o barulho do movimento dos corpos nos quartos ao lado. Sua mão levantando um pouco minha saia, beijinhos no meu rosto. Meus amigos adorando, parecia estar tão gostoso… Sua mão acariciando minha calcinha, minha bunda, seus dedos deslizando. Uma mordiscadinha no meu rosto, os gemidos soando, devia estar delicioso, fechei os olhos, “mas…” Seus dedos se aproximando, “vira menina, vira”, a calcinha afundando. Seus dedos encontraram meu cuzinho, um toque suave por cima da calcinha. Senti um arrepio, suspirei, “isso, se entrega, se solta”. Eu não queria, queria parar com aquilo, fugir do quarto, mas meus amigos gemiam tanto… devia estar tão bom… Tão bom… Seus dedos massageando meu cuzinho. A calcinha toda encavada. Umas apertadinhas no meu mamilo. Uma empinadinha inconsciente. “Assim princesa, se entrega, você vai ser toda minha essa noite”. Uma mordiscada na orelha. Seus dedos me seduzindo, seduzindo meu cuzinho, uma piscadinha. Empinei mais um pouquinho. Beijos no meu pescoço, na minha nuca. Ele ainda abraçado, me puxando sem pressa em direção da cama. Eu sabia que não devia ir, umas apertadinhas dos seus dedos, umas piscadinhas. Ele sentando na cama, me puxando com ele, me fazendo sentar no seu colo. Seu volume encaixando direitinho na minha bundinha, duro, quente. Minha calcinha toda encavada, suas mãos nos meus mamilos. Arrepiei, empinei um pouco mais. Só conseguia pensar nos gemidos dos quartos ao lado. Beijinhos no meu rosto, sua mão levantando um pouco mais a minha saia. Seu volume pulsando na minha bundinha, seus dedos nos meus lábios. Não resisti, abri um pouco a boca, ele enfiou um dedo, acariciou a minha língua. Tirou o dedo e espalhou a minha saliva no meu mamilo, me fazendo arrepiar mais.

“Vou te fazer gozar muito, minha menina gostosinha”. Ele começou a virar o corpo, me posicionando, me fez deitar na cama. Acariciou minha barriga. Ele me comia com o olhar, me olhava com muito tesão. Tirou suas calças, senti seu corpo deitando sobre o meu, senti seu peso, ele se posicionando entre as minhas pernas. Seu volume pulsando na minha calcinha, beijando meu pescoço, meu rosto. Suas mãos acariciando minhas coxas, minha bundinha, levantando bem a minha saia. No quarto ao lado um grito forte de prazer, o Marcelo estava gozando, enquanto seu amigo gemia alto. Não consegui resistir, fechei os olhos, abri um pouco mais as pernas, senti seu volume pulsar na minha bundinha. Sua mão afastando minha calcinha pro lado, senti meu cuzinho desprotegido. Abracei meu amigo assustado, sussurrei que estava com medo. Ele me beijou com carinho, me disse pra ficar calma, ele ia me transformar com muito carinho. Sua mão se afastou. Logo voltou, massageando meu cuzinho. Senti algo geladinho, seus dedos deslizando bem lubrificados, suspirei, não consegui segurar um gemido.“Sua bundinha e tão linda, você e toda deliciosa”. 
Meu cuzinho mordia seu dedo, ele passou um pouco mais de gel, beijou meu rosto. Seus dedos preparando meu cuzinho, seus lábios quase tocando os meus. Um dedo se posicionando, pisquei forte. Um beijo nos meus lábios, sua língua invadindo a minha boca, amoleci todo de tesão, seu dedo deslizando pra dentro do meu cuzinho. Gemi forte, foi uma sensação estranha, abri mais as pernas; entreguei-me àquele beijo enquanto seu dedo entrava ate o fim dentro de mim. Ele massageava meu cuzinho por dentro, lambia minha língua. Apertei o abraço, meu cuzinho apertou seu dedo. Ele sussurrou “cuzinho apertadinho”, voltou a me beijar, senti seu dedo deslizando pra fora. Um pouco mais de gel, ele me beijando com tesão, minhas pernas bem abertas, ele baixou sua cueca, senti seu pau quente, duro, procurando meu cuzinho.
  A cabecinha encaixando na entrada do meu anelzinho. Fiquei com medo, apertei forte o abraço. Não tinha mais volta. Eu estava pra virar menina de verdade. Ele me abraçou firme, me deu um beijo apaixonado e começou a forçar. Senti minhas preguinhas resistindo, apertei os olhos de dor. Ele me beijando, sussurrando como eu era apertadinha, forçou um pouco mais. Senti meu cabacinho cedendo, a cabecinha entrando, meu cuzinho dilatando, as preguinhas rasgando. Soltei um grito de dor, ele não parou, continuou enfiando centímetro a centímetro. Parecia ser tão grosso, tentei me esforçar pra agüentar a dor. Eu gemia baixinho de dor, meu corpo todo contraído. Ele parecia adorar a minha reação, estava amando tirar meu cabacinho. Sentia-me dividido ao meio, sentia sua rola rasgando o que restava das minhas preguinhas, ainda faltava entrar um pouco quando ele se posicionou melhor, me olhou com tesão e enfiou tudo de uma vez. Gritei de dor, senti seu saco tocando a minha bundinha, todo o seu peso sobre mim. Ele ficou parado dentro de mim apreciando a posse, me dando beijinhos.
Eu me sentia todo preenchido, sentia seu pau dando umas pulsadinhas dentro do meu cuzinho. “Você é uma putinha deliciosa, vou comer muito esse cuzinho apertadinho”. Sua língua invadiu a minha boca, ele me beijou com tesão, segurou a minha bundinha e começou a me comer. Seu pau começou a se mover, a entrar e sair. Abracei-o forte, cara de dor, meu cuzinho ardendo, queimando. Ele lambia a minha língua e me comia cada vez mais forte, comia como macho. Gritos de tesão no outro quarto, o Renato e seu amigo deviam estar gozando. Meu amigo acelerou mais, logo me enrabava sem do. Meu cuzinho todo deflorado, aquele macho me comendo, me fazendo mulher, meu cuzinho se adaptando ao calibre, as pernas bem abertas, ele dizendo sacanagens no meu ouvido. A dor se transformando em prazer, quando me dei conta eu já estava gemendo baixinho a cada estocada. “Geme putinha, vadia, geme como fêmea, putinha gostosa”. Ele falava sacanagens, tirava ate ficar só a cabecinha e estocava com gosto, urrava de tesão. Meus gemidos aumentaram, meu cu acostumou, logo eu sentia só prazer, só tesão, não tinha como negar, eu estava adorando dar o cu. “Ta gostando né sua puta? Ta gostando de levar rola?” 
Eu gemia, sussurrava pra ele me comer, me foder, comer meu cuzinho, rebolava, me entreguei totalmente aquele macho delicioso. Sua rola deslizava gostoso pra dentro de mim, a cada estocada eu dava uma gemida forte, perdi todos os pudores. Chamava-o de meu macho, meu homem, dizia pra ele me fazer mulher, ele ficava ainda com mais tesão e me comia mais forte, me arrombava sem parar. Num determinado momento, senti sua rola saindo, ele saiu de cima de mim. Segurou-me e me posicionou de quatro na cama, disse que ia me comer que nem uma vadia. Fiquei um pouco vermelho, naquela posição eu estava muito puta, ele passou um pouco mais de gel, veio por trás, segurou a minha cintura, afastou a calcinha, se posicionou e começou a enterrar seu cacete no meu cuzinho. Soltei um grito, empinei mais a bundinha pra doer menos, entrou muito mais fácil dessa vez, eu não tinha mais pregas.


Logo começou a me comer, entrando e saindo, segurando firme a minha cintura, me chamando de putinha deliciosa. Eu de quatro, toda feminina, toda submissa, gemendo baixinho a cada estocada, com a bundinha toda empinada. Meu macho segurava firme e me arrombava com força, seu pau entrava fundo no meu cuzinho, eu sentia seu saco batendo no meu, ouvia o barulho de cada estocada. O tesão foi aumentando muito, ele me comendo, eu já rebolando, gemendo alto de prazer, toda putinha, toda mulher, meu cuzinho contraindo cada vez mais, o tesão, aquele macho gostoso me enrabando, meu cuzinho contraindo mais, comecei a gritar de prazer, ele dizendo “goza sua puta, goza como mulher, goza rebolando no pau do seu macho”. Soltei um grito do mais puro prazer, cai de cara na cama, meu cu contraiu forte e comecei a gozar pelo cuzinho, sem nem tocar no pau. Ele delirou, seu pau inchou, me xingava, me chamava de cachorra, de vadia, de vagabunda, dizia que sabia que eu ia amar, meu corpo todo mole, meu cuzinho contraindo apertando seu pau, logo ele urrou de prazer, enterrou fundo e gozou dentro de mim, inundando meu cuzinho de porra. Senti sua porra quente jorrando dentro de mim, seu corpo tremendo, seus dedos cravados na minha cintura. Senti seu corpo relaxando, seu pau parando de pulsar, ate que ele saiu lentamente de dentro de mim. Puxou-me pro lado, ficamos deitados na cama descansando, ele abraçadinho comigo. Acabou adormecendo, enquanto eu tentava entender tudo q tinha acontecido. Sentia escorrer um pouco, meu cuzinho ardendo. A parte mais difícil foi encarar meus amigos depois, sabia que eles tinham escutado. Fiquei todo vermelho, eles sorriram, o Marcelo me deu um abraço e um beijo no rosto, me disse só “é uma delicia né?” Fiz um sim tímido com a cabeça. Não teve jeito, depois acabei voltando com eles naquela casa com as roupinhas, cada uma em seu quarto. Meu novo amigo ate começou a me visitar na minha casa, me trouxe calcinhas de presente. Ele acabou me comendo de todas as formas, me fez viciar em ser menina pra ele. Depois que ele se formou e voltou pra sua cidade eu nunca mais me vesti de menina.

Por: mar.fontan@hotmail.com - Do Contos Eroticos
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Lutadora transexual enfrenta problemas para lutar no MMA feminino

A lutadora Fallon Fox está gerando polêmica nos Estados Unidos ao solicitar sua licença para competir no MMA feminino. Isto porque Fox nasceu homem mas em 2006 passou por uma cirurgia para mudança de sexo.

O desempenho da atleta vem sendo colocado em questão faz um tempo, mas, no último sábado (2), o assunto foi retomado após Fallon ter derrotado a adversária Ericka Newsome em apenas 39 segundos.

Muitos acreditam que a transexual não deve lutar na categoria feminina, já que tem a força de um homem. Fox, no entanto, garante que é uma mulher como outra qualquer e que não existem nenhuma vantagem.

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A atleta afirma ter recebido sua licença para lutar junto à Comissão Atlética do Estado da Califórnia após ter apresentado exames que comprovaria ser transexual.

“Nosso departamento jurídico está investigando as informações que constam da ficha de inscrição de Fallon Fox”, disse Sandi Copes Poreda, diretora de comunicação da Comissão de Boxe do Estado da Flórida, à revista “Sports Illustrated”.

Após toda essa polêmica, a lutadora  teve sua licença temporariamente suspensa e só poderá voltar a competir quando tiver aprovação jurídica.

Fallon tem um combate marcado para o dia 20 de abril.  

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Travesti é brutalmente assassinada em Embu das Artes

Uma travesti de 33 anos foi encontrada morta na região central de Embu das Artes. O corpo de A.B.S., conhecido como Stephanie, estava caído ao solo seminu - apenas com uma calcinha na altura das coxas e um sutiã - com marcas aparentes de estrangulamento, além de diversas lesões nas orelhas, cabeça, tórax, rosto e braços.
 
Quando a Polícia Militar chegou ao local, havia uma ambulância do SAMU, porém Stephanie já estava morta. A suspeita é de que ela tenha sido vítima de homofobia. Ela fazia programas no posto de combustível Paraná, localizado no Km 280 da Régis Bittencourt, junto com outros travestis. Uma testemunha disse que um dos funcionários do estacionamento - que mora em uma casa nos fundos do estabelecimento - havia dado uma "festinha", onde estavam mais três travestis.
O funcionário apontado pelas testemunhas foi descrito como uma pessoa estranha e usuário de drogas. O imóvel onde ele mora estava fechado com cadeados, por conta disso a administradora do estacionamento compareceu ao local com as chaves e confirmou que o suspeito é funcionário dela.

Quando o portão do estacionamento foi aberto, os policiais militares acharam várias manchas de sangue no chão. No interior da casa havia muito sangue, principalmente no quarto, onde também foram encontrados preservativos usados, um brinco com manchas de sangue, um pino de cocaína, uma corda, um pé de cabra (que aparentava ter sido lavado há pouco tempo) e um pano, com muito sangue, enrolado em forma de cordão. A casa havia sido lavada há pouco tempo, pois estava parcialmente molhada.

A administradora do estacionamento declarou que a família do suspeito mora no Guarujá, e que tem uma namorada que o visita frequentemente. Algumas correspondências em nome de Bruno foram apreendidas pela perícia, junto com os objetos encontrados no quarto. O caso segue em investigação pelos policiais civis da Delegacia de Embu das Artes.


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Mega Polo: Modelos plus size ganham as passarelas

Modelos plus size roubaram a cena durante o segundo dia do Mega Polo Moda, nesta terça-feira (26). Nas passarelas, elas desfilaram uma coleção para o outono-inverno 2013 com legging, camisas em animal print, vestidos justos e roupas para festas com peças que marcavam a cintura. A paleta de cores apostou em vermelho, roxo, dourado e tons entre verde e marrom, que remetem ao camuflado, outra tendência para a estação mais fria do ano.
O desfile mostrou ainda roupas em paetês, e reforçou a ideia de que peças com brilho devem aparecer nas vitrines. Para quem prefere os looks mais básicos, a coleção também mostra jeans para todos os estilos. "Resgatamos a tendência dos anos 80, com um jeans manchado. Quando a gente não podia ter, acabava utilizando produtos abrasivos para deixar o jeans mais moderno. Em contrapartida, aparece um jeans bem escuro, em tom bruto”, explica o coordenador de moda do shopping Rogério Wolf.

Assim como no primeiro dia, o evento, que acontece entre 25 e 27 de fevereiro, mostrou estampas de oncinha, spikes, maxibrincos, maxipulseiras e crucifixo em roupas e acessórios. Diferentemente das semanas fashion internacionais e nacionais, tudo o que é mostrado no Mega Polo Moda já está nas vitrines do shopping. Ao todo, são mais de 350 marcas e 1.300 looks que mostram novidades para a estação mais fria do ano.

O evento contou com a presença de celebridades, como os atores Ricardo Tozzi e Alexandre Nero, a panicat Carol Narizinho e as ex-BBBs Mariana Felício e Cacau Colucci, que chamaram a atenção de fãs, consumidores e curiosos que assistiam o desfiles de todos os andares do shopping.


Retirado do Terra

Via: Gordinhas Maravilhosas
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'Era o que faltava para vida normal', diz transexual após trocar de nome

Aos 35 anos, Alexandra Adriana Braga de Vasconcelos conseguiu mais uma vez vencer o preconceito. A pedagoga ganhou na Justiça de Mogi das Cruzes, na Região Metropolitana de São Paulo, o direito de ser oficialmente reconhecida com o nome feminino, que adotou desde os 16 anos.  A batalha começou há dois anos, logo após Alexandra ter feito a cirurgia de mudança de sexo. "Essa é mais uma etapa concluída na minha vida. Era o que faltava para eu ter uma vida normal. Vou poder viver sem constragimentos", desabafa.
O nome masculino nos documentos já fez com que Alexandra vivesse muitos momentos constrangedores, principalmente quando o assunto é saúde. "Fazer a ficha no hospital é sem dúvida a situação mais difícil para mim. Mesmo a transexualidade sendo um problema de saúde pública, existe muita gente despreparada para lidar com a situação", diz.
A vida profissional também teve reviravoltas por causa da transexualidade. Antes de ser professora de educação infantil na rede municipal de Mogi das Cruzes, ela não conseguia emprego. "A ignorância e o preconceito fizeram com que muita gente fechasse as portas para mim."
Orgulhosa com a carreira que construiu, a pedagoga espera agora poder andar de cabeça erguida nos corredores da escola. "Não vou precisar mais esconder meu crachá no bolso. Vou poder andar com ele pendurado no pescoço e sem medo", afirma.
Para conseguir a mudança de sexo, Alexandra teve que fazer vários exames no Instituto de Medicina Social e de Criminologia de São Paulo (Imesc) e comprovar suas condições femininas. Foram dez exames e cerca de R$ 1.000 gastos só com a parte clínica, sem contar os honorários do advogado. "A Justiça demorou demais. Me pediram até exame de contagem de cromossomos, que não fiz por conta do preço. Mas apesar de tudo isso saímos vitoriosos. Estou muito feliz."
Alexandra preferiu não revelar o nome de batismo. A única coisa que diz é que no atual registro, por respeito à família, irá manter um dos nomes, alterando-o apenas para o feminino. "Não quero divulgar meu ex-nome. O Alexandra escolhi ainda adolescente porque acho um nome forte, o resto mantive por minha família."
No começo de 2011, Alexandra ganhou notoriedade ao imitar a cantora Lady Gaga no programa Caldeirão do Huck. A apresentação era a condição para que o namorado, o técnico em informática Alex Chagas, tivesse o carro totalmente reformado pelo programa, no quadro Lata Velha.
Vida nova
Alexandra recebeu a notícia da vitória na Justiça pelo advogado ao telefone. No meio da ligação, não conseguiu segurar as lágrimas. "Chorei e chorei muito. Tenho vontade de colocar o documento na parede. Emocionalmente a batalha mais difícil foi conseguir fazer a cirurgia de mudança de sexo. Foram dez anos na espera. Mas sem dúvida o nome deixou marcas dolorosas na dignidade."
Ela e o namorado planejam se casar (Foto: Carolina Paes/G1) 
Ela e o namorado planejam se casar
(Foto: Carolina Paes/G1)
Para o namorado, o que muda no relacionamento é a possibilidade de oficializar a união de 13 anos. "Agora finalmente podemos nos casar. Tínhamos certeza que essa sentença iria sair. Foi uma conquista 100% legal", afirma Alex.
O reconhecimento civil feminino também irá reavivar um sonho antigo de Alexandra, o de ser mãe. "Está na hora de construir minha família."
A princípio, a pedagoga não sabe qual será a primeira coisa que irá fazer quando tiver os documentos em mãos. "Não pensei nisso ainda, só pensei na realização de estar com tudo completo e em saber que se amanhã eu sentir uma dor no dedo, posso ir ao hospital e ser atendida sem humilhação", completa Alexandra.
Processo
A ação de retificação de registro civil começou em 2011 na 3ª Vara Cível do município. Em mais 20 anos de profissão, o advogado de Alexandra, José de Almeida Ribeiro, nunca havia trabalhado num caso desse tipo.
Segundo ele, é uma ação complicada, que depende de perícia. "Esse tipo de processo envolve exames médicos e psicológicos. Foi preciso, por exemplo, ver a quantidade de hormônios femininos que a Alexandra tem e comprovar que ela tem forma e comportamento feminino", diz Ribeiro.
Assim como a cliente, Ribeiro achou que levaria mais tempo para conseguir a vitória na Justiça. Mas para mudar de nome, Alexandra ainda terá que esperar mais um mês. "Depois da sentença publicada é preciso aguardar para que se considere o 'trânsito em julgado'. Só aí será liberado o mandado de averbação, que deverá ser levado ao cartório para que Alexandra posso mudar de nome", explica o advogado.
Sentença do juiz
De acordo com da 3ª Vara Cível de Mogi das Cruzes, na certidão de Alexandra irá constar que houve uma mudança tanto de nome quanto de sexo. Esse cuidado, segundo o documento, é tomado para "proteger terceiros" no caso da transexual querer casar.
Ela é conhecida como Alexandra desde os 16 anos (Foto: Carolina Paes/G1) 
Ela é conhecida como Alexandra desde os 16 anos
(Foto: Carolina Paes/G1)
O G1 teve acesso ao documento e foi possível notar que as humilhações, pelas quais a autora da ação era submetida por causa de ter um registro masculino, foram decisivas para a decisão positiva da Justiça.
Um dos trechos diz que "a autora é obrigada a constragimento por se identificar como mulher, na aparência e no espírito, e conviver com nome e sexo masculino no ponto de vista jurídico, humilhando-a em situações do cotidiano, e sendo tão grave, a ponto de dificultar colocação profissional".
Antes do pedido ser acolhido está a consideração de "assegurar ao transexual o exercício pleno de sua verdadeira identidade sexual, garantindo que ele não seja desrespeitado e tampouco violentado em sua integridade psicofísica. Poderá, dessa forma, o redesignado exercer, em amplitude, seus direitos civis, sem restrições de cunho discriminatório ou de intolerância, alçando sua autonomia privada em patamar de igualdade para com os demais integrantes da vida civil".

Do G1
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Travesti é agredido ao negar relação sexual sem preservativo em MG

Um travesti de 20 anos foi vítima de tentativa de homicídio, nesta segunda-feira (11), após negar a ter relação sexual sem o uso de preservativo, em Uberlândia. A Polícia Militar (PM) informou que a ocorrência foi registrada quando ele fazia programa, dentro de um veículo no Bairro Umuarama. A PM identificou o suspeito que foi preso na casa dele.
De acordo com o travesti, o suspeito do crime, de 21 anos, não quis usar o preservativo durante a relação e ele não aceitou fazer o programa. Insatisfeito, o suspeito pegou um canivete e acertou um golpe no peito da vítima.
Após a agressão, o travesti empurrou o suspeito que fugiu sem o carro. Uma cópia da identidade do suposto autor foi encontrada dentro do veículo e as testemunhas confirmaram que o homem da identidade foi o responsável pelo crime. A polícia foi até a residência do suspeito, que foi detido. Os policiais apreenderam na casa dele um pé de maconha e diversos materiais.

Do G1

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Sobre este blog

Aqui eu não sou homem ou mulher. Sou um adepto do crossdresing. Sou uma Crossdresser - CD ou CDzinha. Desde os 9 anos, adoro lingeries e roupas sexyes. Levo uma vida normal masculina e tenho uma vida clandestina feminina.

Me proponho aqui a falar um pouco de tudo, em especial das Crossdressers, dos transexuais, dos Travestis e da enorme comunidade
LGBT existente em todo o mundo. Um estilo de vida complicado e confuso (para alguns)... Este espaço também se presta para expor a minha indignação quanto ao ódio e preconceito em geral.

Observo que esse é um blog onde parte do que aqui posto pode ser considerado como orientado sexualmente para adultos, ou seja, material destinado a pessoas maiores de 18 anos. Se você não atingiu ainda 18 anos, ou se este tipo de material ofende você, ou ainda se você está acessando a internet de algum país ou local onde este tipo de material é proibido por lei, NÃO siga 'navegando'.

Sou um Crossdresser {homem>mulher} casada {com mulher - que nada sabe} e não sou um 'pedaço de carne'.

Para aqueles que eventualmente perguntam sobre o porque do termo 'Crossdresser GG', eu informo que lógico que o termo trata das minhas medidas. Ja que de fato visto 'GG'. Entretanto alcunhei que 'GG' de Grande e Gorda, afinal minhas medidas numéricas femininas para Blusas, camisetas e vestidos são tamanho: 50 e Calças, bermudas, shorts e saias são tamanho: 50.

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