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Travesti é brutalmente assassinada em Embu das Artes

Uma travesti de 33 anos foi encontrada morta na região central de Embu das Artes. O corpo de A.B.S., conhecido como Stephanie, estava caído ao solo seminu - apenas com uma calcinha na altura das coxas e um sutiã - com marcas aparentes de estrangulamento, além de diversas lesões nas orelhas, cabeça, tórax, rosto e braços.
 
Quando a Polícia Militar chegou ao local, havia uma ambulância do SAMU, porém Stephanie já estava morta. A suspeita é de que ela tenha sido vítima de homofobia. Ela fazia programas no posto de combustível Paraná, localizado no Km 280 da Régis Bittencourt, junto com outros travestis. Uma testemunha disse que um dos funcionários do estacionamento - que mora em uma casa nos fundos do estabelecimento - havia dado uma "festinha", onde estavam mais três travestis.
O funcionário apontado pelas testemunhas foi descrito como uma pessoa estranha e usuário de drogas. O imóvel onde ele mora estava fechado com cadeados, por conta disso a administradora do estacionamento compareceu ao local com as chaves e confirmou que o suspeito é funcionário dela.

Quando o portão do estacionamento foi aberto, os policiais militares acharam várias manchas de sangue no chão. No interior da casa havia muito sangue, principalmente no quarto, onde também foram encontrados preservativos usados, um brinco com manchas de sangue, um pino de cocaína, uma corda, um pé de cabra (que aparentava ter sido lavado há pouco tempo) e um pano, com muito sangue, enrolado em forma de cordão. A casa havia sido lavada há pouco tempo, pois estava parcialmente molhada.

A administradora do estacionamento declarou que a família do suspeito mora no Guarujá, e que tem uma namorada que o visita frequentemente. Algumas correspondências em nome de Bruno foram apreendidas pela perícia, junto com os objetos encontrados no quarto. O caso segue em investigação pelos policiais civis da Delegacia de Embu das Artes.


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