Uma Crossdresser Gordinha Complicada e Imperfeita

Carnaval, Porque os Homens se Vestem de Mulher?

Carnaval é sinônimo de festa, criatividade, humor, glamour, alegria, música, escola de samba, trio elétrico, luxo e fantasias, a chave das cidades brasileiras é entregue ao Rei Momo que comanda a festa e ordena que os foliões soltem todas as suas fantasias, e já é tradição que em todo o país um número imenso de homens optem por se fantasiarem de mulher…o nós perguntamos …porque?

 Carnaval é época de folia, extravasar, se divertir, mas a violência e a discriminação não param, por isso, nunca é demais protestar, e foi isso que o vereador Jucinério Felix (PTB-PB), da cidade de Cajazeiras fez. Jucinério travestiu-se e desfilou no Bloco das Virgens, exigindo atitudes enérgicas da Justiça contra a discriminação contra lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais. O vereador, que é gay, foi um dos cinco candidatos LGBT assumidos eleitos dentre 156 de todo o país na eleição de 2012.

Enquete de Carnaval 

Há alguns anos a revista VIP realizou uma enquete entrevistando um grande número de homens em várias capitais brasileiras, sobre questões referentes ao carnaval. Os resultados da enquete foram surpreendentes, apesar de não ser novidade o gosto ou o sonho de muitos homens por se vestirem de mulher no carnaval. 

 O bloco: 'As Virgens da cidade de BomConselho' promoveu a ressaca do Carnaval 2013.

Segundo os resultados da pesquisa feita com os leitores da dita revista, 3,5% dos entrevistados afirmou que gostam do carnaval justamente porque podem vestir-se de mulher, outros 2,6% dos entrevistados estar vestido de mulher já vale o carnaval dos sonhos e outros 3,2% dos entrevistados afirmam que o lugar mais divertido para pular carnaval é nos blocos em que os homens se vestem de mulher. 


 http://www.santamariaemfoco.com.br/2013/02/as-%E2%80%9Cvirgens-da-piroca-torta%E2%80%9D-fazem-alegria-dos-boavistanos-no-carnaval.html

http://linguagrandefotos.blogspot.com.br/2012/02/desfile-das-virgens.html

Dos entrevistados 2,6% afirmaram que passaram os 4 dias de folia vestidos de mulher e outros 2,9% passaram a festa com outros homens vestidos de mulher e 1,4% dos entrevistados ainda vai mais longe e acreditam que eles próprios seriam excelentes rainhas da bateria. Resumindo a enquete, cerca 10% dos homens entrevistados passam ou gostariam de passar o carnaval vestidos de mulher.

Soltando a Franga

Desde que se tem lembrança do carnaval esse fenômeno acontece no Brasil inteiro, homens que são héteros e muito machos, e outros nem tanto, se vestem de mulher e soltam a franga, ou seja,  assumem um lado feminino, alegre e com desibinição, fazendo a festa com muita diversão.

 E vale prestar atenção, eles nunca usam uma roupa e uma maquiagem discreta ou elegante, na grande maioria das vezes assumem o papel de uma mulher volupiosa e vulgar com vestidos justos e sensuais, uma maquiagem pesada, batons muito vermelhos, seios grandes, decotes ousados, fendas e saltos altos, mesmo que se equilibrem com visível dificuldade.

Homem vestido de mulher no carnaval é um fenômeno nacional, e eles formam blocos com os nomes mais apropriados: Bloco das Piranhas, Bloco do Galo, Bloco das Virgens, etc.

Hipóteses

Muitos psiquiatras e outros especialistas já tentaram explicar este fenômeno, mas não chegaram a um consenso. Entre tantas teorias vigentes a que tem mais adeptos é aquela que afirma que o carnaval é a oportunidade que os homens encontram de exorcizarem a fragilidade e afetividade reprimida no dia a dia, ou mesmo, soltar a franga.
 
 Carnaval em Jardim: PREFEITO DANIEL, RAULISON E JOCEONE

A maioria de nós simpatiza e se solidariza com o bando de homens que se vestem de mulher em nossas cidades, mas não podemos deixar de lembrar que Freud afirmava que as mulheres sentiam inveja do pênis masculino…..será que Freud explicaria esse fenômeno?



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Navy Seal se aposenta e muda de sexo


Um ex-membro da força de elite americana Navy Seal escreveu um livro sobre os seus 20 anos de serviço e sobre a mudança de sexo que passou após sua aposentadoria. 
Kristen Beck era conhecida como Chris durante o seu período no Navy Seal. Ela se aposentou alguns meses antes da invasão, em maio de 2011, do complexo em que Osama bin Laden foi morto no Paquistão por uma unidade da força de elite, o que deu fama mundial aos Navy Seal. 
Durante o seu período no Exército, Kristen foi condecorada com duas medalhas por seus esforços. Agora, ela detalha o processo pelo qual passou de um dos soldados mais treinados do mundo para uma personalidade feminina que melhor se adequava ao seu emocional. 
Com a ajuda da escritora Anne Speckhard, ela tenta explicar a transição no livro "Warrior Princess" (Princesa guerreira, na tradução do inglês), lançado no último final de semana.  "Chris realmente queria ser uma garota, sentia-se como tal e consolidou essa identidade muito cedo em sua infância", disse Speckhard a rede de notícias ABC. 
"Por anos Chris desligou sua sexualidade como uma botão e viveu como um guerreiro, consumido pela batalha - vivendo assexuadamente", diz o livro. "Mesmo que ele quisesse entreter pensamentos sexuais, nunca houve muito tempo para pensar sobre sua sexualidade". 
O Exército americano não permite a presença de pessoas que mudaram de sexo em seus quadros. Kristen se tornou uma ativista e criou uma organização para ajudar soldados que combatem no exterior a retornar à vida civil normal. 

Do Terra

Um ex-membro condecorado do comando de elite Navy SEAL da Marinha dos Estados Unidos assumiu sua identidade como mulher transexual, após se submeter a uma terapia hormonal.
Kirsten Beck conta sua luta de gênero no livro autobiográfico intitulado "Princesa Guerreira" ("Warrior Princess", no original).
Beck publicou um e-book, no qual relata sua confusão interior quando integrava a unidade exclusivamente masculina SEAL Team 6. Ele deixou a unidade meses antes do grupo matar o líder da Al-Qaeda, Osama bin Laden, em seu esconderijo no Paquistão em 2011.
Há mais de dois anos, o Congresso dos EUA derrogou a proibição de que efetivos declarados homossexuais sirvam nas Forças Armadas americanas. Na prática, homens e mulheres abertamente transexuais continuam excluídos do serviço militar, e os ativistas esperam que a autobiografia de Beck contribua para mudar a situação.
O livro foi colocado à venda no último sábado no website Amazon.com. A capa é uma foto de Beck vestido como um guerreiro SEAL, de barba, óculos escuros e uniforme de camuflagem.

Apoio dos companheiros

Para surpresa de Beck, seus ex-companheiros lhe enviaram mensagens de apoio e estímulo.
"Irmão, estou contigo... ser um SEAL é duro, isso parece mais difícil. Paz", escreveu um deles.
Outros Navy SEALs, incluindo alguns envolvidos na captura de Bin Laden, escreveram livros de memórias usando pseudônimo. Descrevem dramáticas batalhas, a convivência no dia a dia e a frustração com a burocracia de Washington.
Beck não usa pseudônimo para falar de seus 20 anos de carreira militar, durante a qual foi enviado 13 vezes para diferentes partes do mundo. Durante todo esse período, lutou com sua identidade de gênero e, gradualmente, foi admitindo que estava predestinado a ser mulher.
O livro foi escrito em co-autoria com Anne Speckhard, professora de Psiquiatria na Escola de Medicina da Universidade de Georgetown.
"Chris descreve seu desespero ao longo deste livro e seu desejo de morrer com honra, servindo nosso país e lutando contra o terrorismo, para nos manter a salvo e para que não tivesse mais de lidar com a dor emocional resultante da falta de congruência entre sua identidade de gênero e seu corpo", diz Anne.
"Depois de inúmeras missões de combate, mais do que muitos SEALs chegam a enfrentar, Chris voltou com vida para travar essa batalha mais profunda de sua alma, e lutou com as decisões morais e sociais entre uma vida em segredo ou fazer a transição para seu verdadeiro eu", completa a psiquiatra, no livro.

Da AFP
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Nicole Maines: Gêmeo idêntico vira mulher e entra com ação para usar banheiro feminino

O caso envolvendo um estudante transgênero e uma escola primária foi parar no mais alto tribunal do estado de Maine, nos Estados Unidos, nesta quarta-feira (12). Os advogados de Nicole Maines, de 15 anos, que nasceu menino, batizado com o nome de Wyatt, mas se reconhece como menina, entraram em ação contra a escola que proibiu a aluna de frequentar o banheiro feminino quando ela era criança.
Nicole tem um irmão gêmeo idêntico, Jonas, mas desde pequena se identificava como uma menina. Quando criança, enquanto o irmão colecionava carrinhos e se fantasiava de super-heroi, Nicole preferia se vestir de princesa e brincar de bonecas. Aos quatro anos, perguntou à mãe quando iria se tornar uma menina. Aos 11 anos, Nicole passou por um tratamento médico que inibe a ação dos hormônios da puberdade.

Imagem: Robert F. Bukaty/APNicole Maines (à direita), ao lado do irmão gêmeo Jonas, luta pelo direito de usar banheiro feminino(Imagem:Robert F. Bukaty/AP)Nicole Maines (à direita), ao lado do irmão gêmeo Jonas, luta pelo direito de usar banheiro feminino



Na escola primária os problemas começaram. Nicole começou a usar o banheiro das meninas. Os funcionários da escola, inicialmente, deixaram. Mas depois que o avô de um menino da quinta série reclamou, Nicole foi proibida. A direção da escola então mandou Nicole usar um banheiro separado.

O caso foi parar na justiça. Na primeira instância, o juiz determinou que o colégio agiu dentro da lei determinando que Nicole usasse um banheiro pessoal. A família recorreu para a instância superior. O caso voltou à corte na cidade de Bangor, no Maine, e a família de Nicole (pai, mãe e irmão) passou a atuar como ativistas pelo direito dos transgêneros.

A questão é saber se a escola violou a Lei de Maine dos Direitos Humanos, que proíbe a discriminação com base no sexo ou orientação sexual. Mas a lei estadual também exige banheiros separados para meninos e meninas nas escolas. A advogada da escola alegou que enquanto a lei sobre os banheiros separados não mudar, é direito da escola não violá-la.

Após a audiência, Nicole, que agora está no segundo ano do ensino médio de uma escola no sul do Maine, disse que não desejaria a sua experiência de ninguém. "Espero que os juízes tenham entendido que tudo o que um estudante quer é ir para a escola se divertir e fazer amigos, e não sofrer bullying dos alunos ou da administração do colégio", disse à agência de notícias Associated Press.

Imagem: Robert F. Bukaty/APNicole ao lado da mãe e do irmão durante audiência nesta quarta-feira (Imagem:Robert F. Bukaty/AP)Nicole ao lado da mãe e do irmão durante audiência nesta quarta-feira 

A presença de crianças transgêneras é um tema que os administradores escolares estão enfrentando em todo o país. Políticas sobre transexuais adultos ainda estão evoluindo, e as escolas ainda não sabem como lidar com crianças que se identificam com o sexo oposto do que nascem.

No ano passado, a Associação Norte-Americana de Psiquiatria removeu o "transtorno de identidade de gênero" de sua lista de doenças mentais. E a Academia Americana de Pediatria solicitou que as escolas permitam que as crianças transsexuais de usar o banheiro de sua escolha.

O pai de Nicole, Wayne Maines, espera um desfecho favorável do caso. "Tem sido difícil, mas estou muito feliz por estar aqui neste júri e esperançoso por um bom resultado."

Do GP1
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UFC anuncia primeira luta entre atletas homossexuais em 20 anos de história

Liz Carmouche, desafiante de Ronda Rousey em fevereiro, foi a primeira atleta da franquia a assumir publicamente que era homossexual
Jessica “Bate Estaca” 01O UFC já foi acusado de ser uma organização homofóbica, mas a coragem de duas guerreiras pode ajudar o evento de Dana White a se livrar de vez desta marca. Liz Carmouche, desafiante de Ronda Rousey em fevereiro deste ano, foi a primeira atleta da franquia a assumir publicamente que era homossexual. A brasileira Jessica “Bate Estaca” Andrade, sua adversária no dia 27 de julho, no UFC on FOX 8, segue pelo mesmo caminho.

“Não tenho vergonha de me assumir sexualmente. É uma escolha que cada um faz para si. Eu acho que se as pessoas têm preconceito, cada um tem sua opinião de pensar. Eu sou feliz do jeito que sou”, disse a lutadora.
O confronto entre as atletas, que juntas possuem 17 vitórias e apenas cinco derrotas no MMA, será transmitido na FOX nos Estados Unidos, o que promete gerar repercussão história ao primeiro duelo entre atletas homossexuais, e certamente ajudará a quebrar barreiras.
Dana White, chamado de homofóbico diversas vezes, elogiou a postura de Carmouche no início do ano.
“Eu adorei o que ela fez. Muitos dizem que sou homofóbico, e estou longe de ser isso. É ridículo. Eu acho ridículo que estamos em 2013 e o governo ainda diz que não podemos ter duas pessoas do mesmo sexo se casando. Quem é o governo para dizer que duas pessoas podem se amar, mas não podem se casar?”, protestou o cartola.
Feb 23, 2013; Anaheim, CA, USA;    Ronda Rousey and Liz Carmouche during their UFC women's world bantamweight championship bout at the Honda Center. Mandatory Credit: Jayne Kamin-Oncea-USA TODAY SportsPronta para o showSobre sua primeira oportunidade no UFC, Jessica mostra confiança. A atleta, que tinha três lutas marcadas no Brasil, disse estar preparada para competir com as melhores do mundo.

“Me considero pronta. Vou chegar lá e fazer um show para a galera”, disse a atleta, revelando que se surpreendeu com a contratação. “Não imaginava agora, esperava mais pra frente. É uma alegria muito grande representar não só a equipe, mas o Brasil”.
“Bate Estaca” reconhece que o fato de ser a primeira mulher brasileira a pisar no octógono traz responsabilidades a mais, pois abrirá as portas para que outras lutadoras possam seguir seu caminho, como é o caso de Amanda Nunes, que também tem contrato com a organização.
“Me sinto muito feliz e ao mesmo tempo tenho muita responsabilidade por ser a primeira mulher do Brasil no UFC, então todo mundo espera que eu vá muito bem. Pressão vai sempre ter. Não importa o evento, a pressão existe de todos os tipos”.
Carmouche vem de derrota para Ronda Rousey, mas surpreendeu ao quase finalizar a atual campeã do UFC com um mata-leão no início da peleja. Com um triunfo em sua estreia, Jessica espera figurar entre as melhores da divisão.
“Tem essa chance, sim, de estar entre as melhores. Ganhando dela já é uma oportunidade a mais de disputar o cinturão para frente”, sonha. 

Do: TATAME - Via Mundo Alternativo

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Transexual chilena retira candidatura por não poder usar nome social

Uma historiadora transexual que tentava a candidatura à Câmara dos Deputados para as eleições que serão realizadas no Chile no dia 30 de junho se retirou do processo na quarta-feira (22) depois que as autoridades eleitorais rejeitaram o uso de seu novo nome.
Segundo o Serviço Eleitoral (Servel) e o Tribunal Eleitoral (Tricel), ao qual a historiadora recorreu depois da recusa, na cédula deve constar o seu nome legal, Gonzalo Verbal, e não Valentina Verbal, como é publicamente conhecida desde que se submeteu a uma operação de mudança de sexo há cinco anos.
A historiadora disse perante os jornalistas que ninguém a conhece por seu verdadeiro nome e, por isso, que considerou inviável continuar com sua candidatura.
"Acho que tanto por uma perspectiva ética quanto de direitos humanos, as pessoas têm direito ao respeito da sua identidade pessoal no tratamento de parte dos organismos públicos", disse.
Valentina ia concorrer nas eleições pelo Partido de Renovação Nacional (RN), depois de ganhar a candidatura no distrito número 19, que abrange os municípios de Recoleta e Independencia, dentro da capital chilena.
Para a historiadora, o Tricel não se pronunciou sobre o assunto e declarou sua recusa no dia 4 de maio segundo a qual as reivindicações só podem ser feitas pelos partidos políticos e não pelos candidatos pessoalmente.
No entanto, disse que outra resolução, de abril de 2012, autorizava as reivindicações pessoais, e afirmou que seu caso foi consultado previamente pelo RN e a resposta foi que era permitido, o que lhe foi confirmado telefonicamente pela secretária do Tribunal.
Com tais argumentos, denunciou a 'má fé' do Tribunal e acusou ambos os organismos de transgredirem a lei e as normas do direito internacional, por isso irá recorrerá à Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), denunciando a 'discriminação estatal' por identidade de gênero.
A legislação "permite o que solicitei. Houve discriminação pura e dura", escreveu Valentina Verbal em sua conta no Twitter.

Do G1
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Ser chique é… Uma conversa com Glorinha Kalil!

Therezinha foi a Pernambuco e quem também estava por lá era Glorinha Kalil. O tema do encontro não poderia ter sido outro: estilo, moda e comportamento. Confira essa deliciosa conversa!

Tirei uns dias para dar um pulinho em Pernambuco – adoro aquela terra, aliás, adoro o Nordeste, que povo. Não fiquei em Recife, não, fui para Cabo de Santo Agostinho. Bom, essa ambientação toda é para falar que estava eu lá, de papo pro ar, no hotel, quando cruzo com ninguém menos do que a chiquérrima Glorinha Kalil. Claro que me aproximei para bater um papo, adoro ela! O assunto enveredou, obviamente, para moda, estilo e comportamento. E o que era para ser uma despretensiosa conversa acabou virando uma verdadeira aula. Ao fim, eram mais de trinta mulheres ávidas em saber o que é ser chique. Confiram o que ela disse!
Moda e estilo
Gente, para começar, a Glorinha é chique, em todos os sentidos da palavra. Simples, atenciosa, clássica. Uma pessoa de estilo. Aliás, partiu desse ponto nossa conversa. “Moda é oferta. Estilo é escolha”, foi a definição que Glorinha Kalil deu para esses dois complexos verbetes. E prosseguiu: “Temos a obrigação de recusar roupas que não combinem conosco, porque nada é mais distante do estilo do que a moda”, complementou. Claro que todas nós vestimos, de certa forma, a carapuça. Quem nunca foi vítima dela? (Aquela saia balonê não fica bem em ninguém que habita o planeta Terra).
No entanto, esses nossos deslizes – que provavelmente estão registrados em fotografias (não adianta negar!) – são frutos das armadilhas da moda. Moda essa que acaba dando impunidade a algumas peças. “Certas coisas ficam acima do bem e do mal, enquanto estão em alta. Não importa se são feias. Agora, quando saem de evidência, são praticamente excomungadas”, atesta Glorinha. Ainda bem!
Glorinha se aprofundou no assunto, explicando que a roupa contém muitas informações a nosso respeito, é uma linguagem. Cada detalhe é um código. “Um decote está querendo dizer que você quer ser vista como sexy”, esclarece ela. Então, quando abrimos o armário e escolhemos o que vamos usar, estamos, inconscientemente, escolhendo a maneira como queremos ser vistas. Para não errar, a melhor estratégia, segundo Gloria Kalil, é ir para frente do espelho e se analisar, conhecer o próprio corpo. “O espelho, na verdade, é um grande aliado, nos diz quem somos. Aconselho todo mundo a se olhar, de frente e de costas. A roupa deve se adequar às características físicas da pessoa”, disse ela. Ou seja, este é o primeiro passo que se dá em busca do estilo.
Portanto, o autoconhecimento é a peça-chave para ser alguém com estilo. Idade, trabalho, cidade, tudo isso conta também para nossa formação visual. “Tem muita mulher de 50 que quer se vestir como uma de 30. Ela pode até ser bonita, mas, visualmente, não está batendo com a realidade. Ela está passando uma falsa informação. A mulher deve procurar ser o máximo dentro das suas características. O que ela veste deve condizer com a sua vida”, revela Glorinha, afirmando que poucas coisas dão tanta segurança a uma mulher quanto uma roupa perfeita. “Uma pessoa bem-vestida tem domínio da situação. Está segura do seu poder, da sua imagem”.
Usando e não abusando
Diante dessas informações, algumas perguntas surgiram. Todas queriam sugar o máximo que podiam daquele encontro. “A bolsa deve combinar com o cinto e o sapato?”, indagou Luana Barros, uma simpática mineira. Gloria Kalil foi incisiva: “Não! Conjuntinhos são despersonalizados, um horror”. A professora Vera Saldanha, do Paraná, quis saber sobre as meias finas (já repararam que elas estão mesmo sumidas das ruas?). Glorinha respondeu que, hoje em dia, devido à globalização, as coleções das grandes grifes são lançadas no mundo todo ao mesmo tempo (verão aqui, inverno na Europa), por isso, a meia caiu em desuso. “Mas quem quer usar pode e deve”, assegura.
O bom e velho jeans, filho da informalidade, não pôde ficar de fora da conversa. “Um passaporte para a facilidade, estiloso por natureza. Um ícone. Mas os rasgados, na minha opinião, perderam o sentido de rebeldia. São praticamente uma convenção da moda”, disse ela. Roupas para noite, roupas para o dia. Isso acabou. A proposta atual é migrar os itens noturnos e os diurnos, fazendo um mix, incluindo aí o uso de brilhos em plena luz do sol. Tecidos pesados misturados aos leves e peças baratas com caras. Foi aí que a paulista Viviane Macedo se lembrou do pretinho básico. “Olha, preto não é mais novo, nem é mais chique, mas ainda é lindo!”, afirmou Gloria Kalil.
Ser chique é…
Depois dessa discussão sobre moda e estilo, veio a questão do ser chique. O que seria ser chique? É apenas usar uma roupa de acordo, uma roupa cara… Não! Não é nada disso. Glorinha ressaltou que atualmente as pessoas estão muito preocupadas com a imagem, se esquecendo do próximo, se esquecendo do essencial. A educação, o cuidado, o respeito. “Ser chique não está só na aparência, está na civilidade”, conclui Gloria Kalil, que, antes de se retirar, deu um exemplar do seu livro, “Chic[érrimo]”, para cada uma de nós. Chiquérrima! 

Do bolsa de mulher


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FAB reconhece como dependente marido de sargento homossexual

http://4.bp.blogspot.com/-gpl37Ip4Rkw/T4oMHc77LsI/AAAAAAAAAW4/hu3Gp6WTP7o/s1600/LESParreira+Xavante+Americana+FAB+4491+(1).JPGA Força Aérea Brasileira reconheceu o casamento homossexual de um sargento de 29 anos que trabalha no Recife e aceitou o pedido dele para cadastrar como dependente o marido, um vendedor de 35 anos.
O reconhecimento foi publicado em 22 de abril no boletim interno ostensivo número 75 do Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (Cindacta 3), no Recife, onde o militar, L.A.O.N.,  trabalha há 7 anos como controlador de voo. O casal procurou um cartório do Recife para oficializar a união de mais de 3 anos em 4 de fevereiro deste ano.
A pedido do militar, o G1 omite os nomes dele e do marido e o endereço do casal, que estão publicados no boletim da FAB. A Aeronáutica não o autorizou a falar sobre o assunto.
Segundo a FAB, o reconhecimento ocorreu após o sargento apresentar uma escritura pública declarando união estável com o companheiro de mesmo sexo em 2 de abril deste ano.
A Aeronáutica diz que não pode confirmar se este é o primeiro reconhecimento de uma união homossexual na Força porque não há uma separação nos registros entre casais heterossexuais dos casais do mesmo sexo.


Boletim ostensivo do Cindacta do Recife mostra reconhecimento e inclusão de companheiro de sargento como dependente (Foto: Reprodução)

Ao ser reconhecido como marido de L., que é sargento de carreira da FAB, o vendedor A. terá direito a benefícios de saúde da Aeronáutica e também a uma pensão e outros benefícios em caso de morte do companheiro, com o qual mora há 3 anos.
Outro benefício é o de moradia, garantido para famílias militares. O sargento poderá ingressar em um cadastro e solicitar uma casa para morar, sob um desconto em seu pagamento.
A FAB informou que não faz distinções e que o nome do companheiro e o endereço residencial do sargento homossexual foram publicados no boletim ostensivo como é procedimento padrão para todos os casos de pedido de reconhecimento.
Em 2012, um major médico do Exército, que atua em São Paulo, casou-se com seu companheiro, mas até o momento não havia pedido o reconhecimento do matrimônio e o reconhecimento de seu companheiro como dependente. O Exército não informou quantos casais homossexuais já tiveram o direito de união estável homoafetiva reconhecido internamente.
Em maio de 2011, o Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu, por unanimidade, a união estável entre casais do mesmo sexo como entidade familiar. Na prática, as regras que valem para relações estáveis entre homens e mulheres serão aplicadas aos casais gays.
Em maio de 2013, uma decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aprovou uma resolução que obriga os cartórios de todo o país a celebrar o casamento civil e converter a união estável homoafetiva em casamento.

Do G1 - Via Noticias do Brasil
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Transexual Raphaella Lopes: "A prostituição não é um destino"


Economia aquecida é sinônimo de vagas abertas para o mercado de trabalho, entretanto, para mulheres transexuais e travestis, a possibilidade de conseguir um emprego formal esbarra no preconceito e discriminação. Para a transexual Raphaella Lopes, 21, isso não foi o suficiente para barrar a sua vontade de realização profissional e, desde fevereiro deste ano, conseguiu um emprego de carteira assinada como promotora de vendas.
A primeira conquista de Rapahella - sugerida através da ferramente VC repórter - foi a consagração do esforço para ser reconhecida pela sociedade. "É ótimo saber que estou em um ambiente em que as pessoas me aceitam e não tiram chacota pelo que sou", comemora.
Raphaella, que oficialmente ainda é Felipe Lopes, foi chamada para a entrevista de emprego e logo os empregadores perceberam o gênero dela. "Minha supervisora me disse que não ia perder uma boa profissional com um bom currículo só pelo gênero ser diferente", explica. Apesar do reconhecimento e do respeito dos colegas de trabalho, a promotora de vendas não poderia utilizar sua identidade social no crachá devido a burocracias. "Me autorizaram, então, a colocar um tarja em cima do crachá e usar a minha identidade social", explica.
A aceitação também veio por parte dos clientes, que diversas vezes nem percebem que ela é uma mulher transexual. "Minha condição nunca atrapalhou meu trabalho", afirma.
"A prostituição não é um destino"
Transexuais e travestis enfrentam ainda estigmas ligados à violência e à prostituição que parecem não se dissociar do gênero, mesmo com o esforço dos indivíduos para serem reconhecidos por diversos segmentos da sociedade. Só recentemente, por exemplo, alguns Estados reconheceram o uso do nome social sem que tenham feito a mudança de redesignação sexual.
"Muitos dos transexuais não querem passar pelo processo cirúrgico por ser difícil e doloroso", detalha o professor e pesquisador da Universidade Federal do Ceará (UFC), Alexandre Fleming.
Para o professor, o mercado de trabalho em Fortaleza ainda precisa se abrir mais para pessoas de outros gêneros. "Não é só aceitá-las no emprego, é preciso aceitar a identidade social delas", afirma Alexandre Fleming. "Às vezes um empregador associa aos candidatos de empregos estigmas e não leva em conta outras trajetórias que não remetem aos preconceitos atribuídos ao gênero", completa.
O pesquisador ressalta que a abertura do mercado de emprego ajuda a própria sociedade a compreender as transexuais e os travestis, evitando a estigmatização dos indivíduos. "A prostituição não é um destino, é uma circunstância da discriminação e da violência. Para se ter uma ideia de como a sociedade, em geral, ainda é fechada, a transexualidade é tratada pelo Código Internacional de Doenças como uma patologia", explica.
Formação profissional
Apesar dos casos de transexuais no mercado de trabalho formal, as ocorrências ainda são isoladas. Para evitar a escassez dos exemplos, a Secretaria de Cidadania e Direitos Humanos de Fortaleza (SDH), através da Coordenadoria Municipal de Diversidade Sexual, está aproveitando os grandes eventos que a cidade vai receber nos próximos anos para realizar a capacitação profissional de pessoas desses gêneros.
"A SDH está realizando, neste momento, um mapeamento das principais necessidades das mulheres transexuais e dos travestis, avaliando sempre as possibilidades do mercado de trabalho", afirma Andrea Rossati, titular da Coordenadoria. O intuito é que sejam ofertados cursos na área do turismo, principalmente em hotelaria e recepção, para atender à demanda que vai surgir nas Copas das Confederações e do Mundo de 2014.
Para Andrea Rossati, o esforço não se limita apenas à abertura das oportunidades para as transexuais e travestis, mas na conscientização de que elas busquem por melhores possibilidades de vida. "Sabemos que tudo não vai acontecer da noite para o dia, mas temos que colocar na cabeça diversas meninas que existem muitos caminhos que não a prostituição", ressalta a coordenadora.

NOTA: Raphaella Lopes foi a vencedora do concurso Miss Ceará 2013 e vai representar o Ceará no concurso nacional que vai ocorrer em agosto deste ano.

Fonte: Diário do Nordeste - Via Canal 13

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Justiça de Hong Kong autoriza transexual a se casar


http://4.bp.blogspot.com/_kC5MT2r5U8s/TKujiuMt81I/AAAAAAAAQ7I/qWM7Bauz8cQ/s320/Asian+cake+topper.jpgO Tribunal de Apelações de Hong Kong autorizou nesta segunda-feira uma transexual a se casar com seu companheiro, deixando sem efeito decisões anteriores da justiça e estimando que o casamento é uma instituição social que teve "mudanças profundas" na sociedade contemporânea.
A transexual de 30 anos, chamada de W para garantir seu anonimato, mudou de sexo há cinco anos. W argumentava que a legislação de Hong Kong reconhecia sua mudança de gênero e que as decisões judiciais anteriores que a impediam de se casar violavam seus direitos constitucionais. Até agora, a justiça de Hong Kong argumentava que a legislação neste território só autorizava o casamento entre pessoas de sexos opostos.
No caso de W, o registro civil de Hong Kong argumentou que em sua certidão de nascimento estava registrada como homem e que a legislação reconhece a mudança de sexo, mas não autoriza uma mudança neste documento. Mas o Tribunal de Apelações considerou "contrário aos princípios se basear apenas nas características biológicas no momento do nascimento".
A legislação atual "atenta contra o direito fundamental de W de se casar", escreveram os cinco juízes em sua decisão publicada nesta segunda-feira.
O advogado de W, Michael Vidler, classificou a decisão de "guinada". "Com este caso, as minorias sexuais são reconhecidas e seus direitos são considerados tão importantes quanto os dos demais", acrescentou no tribunal.
Em um comunicado lido por seu advogado, W declarou: "Vivi toda a minha vida como mulher e fui tratada como uma mulher, com exceção de um ponto: não tinha o direito de me casar. Esta decisão retifica uma coisa que era injusta".
O governo de Hong Kong tem doze meses para modificar a legislação sobre o casamento.

Do Terra
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Após cirurgia para reduzir testa, top transexual Carol Marra posa vestida de noiva

Após a cirurgia que fez para reduzir o tamanho da testa — a exemplo de outras transex como Lea T. e a ex-BBB Ariadna — a top transexual Carol Marra voltou ao batente nesta semana, fez um ensaio vestida de noiva para um editorial. Ela ficou emocionada ao ser ver vestida de noiva. “Meu sonho é casar assim, com um vestido digno de princesa. Que mulher não tem esse sonho? Vestida já estou, falta agora o noivo”, brinca a modelo. Em tempo: Carol continua aguardando a liberação médica para realizar a cirurgia de mudança de sexo.

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Transexual, Ariadna pensa em posar nua novamente

A ex-BBB Ariadna completa 29 anos nesta segunda-feira (3), cheia de planos para o futuro.
Na semana passada, ela esteve no lançamento da revista Sexy da colega de Big Brother Anamara e mostrou que continua em boa forma. A modelo admitiu que, assim como a amiga, toparia realizar um novo ensaio nu no futuro.

Ariadna foi capa da Playboy em março de 2011, poucos meses após deixar o reality em uma das edições mais polêmicas e comentadas da revista. A morena disse não ter recebido mais convites, mas não fecha portas para esta possibilidade.

http://4.bp.blogspot.com/-n2pt3eUYl6k/TVxbbi6HWcI/AAAAAAAACq4/DRraebnlB4E/s400/paparazzo-ariadna-foto.jpg — Se tiver alguma oportunidade, posso analisar, sim. Posar nua não é um tabu para mim.
 Muito feliz e orgulhosa, Ariadna também comentou sobre o prêmio que recebeu recentemente.

 — Recebi o prêmio da Revista S! de cultura e direitos humanos na categoria pioneirismo por ter sido a primeira mulher transexual a ser rainha de bateria de uma escola de samba.
Atualmente, a morena tem feito participações especiais no programa Pânico e está fazendo curso de teatro. Ao R7, ela falou sobre seus planos para o futuro e sobre o suposto romance com Bolinha, o diretor do humorístico.

Do R7 - Via: Tribuna Hoje
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Chuva atrapalha e Parada Gay encolhe.

A chuva persistente e a temperatura média de 16ºC afastaram o público da Parada Gay de São Paulo neste ano.
Segundo pesquisa Datafolha feita ontem, o número de participantes do evento caiu de 270 mil registrados no ano passado para 220 mil, uma redução de 18,5%.
Lacunas eram visíveis em diferentes pontos da avenida Paulista, onde a passeata começou por volta das 12h de ontem. "É uma pena, mas a chuva atrapalhou", reconheceu o antropólogo Luiz Mott, do Grupo Gay da Bahia.
Sem dizer de que forma foi calculado o público, a organização estimou em 5 milhões o número de participantes.

Para o ativista Toni Reis, 48, o importante é "a qualidade, e não a quantidade". "Isso [de quantidade] é prêmio de consolação", brincou.

No alto do trio elétrico, a travesti Kimberly, 30, caras e bocas para os flashes que vinham do público no chão, também achava que pouco importam os números.
"A parada é um movimento que tem como objetivo a luta pelos direitos da comunidade LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros)."
Ao lado dela, a colega Bianca, 27, faz "sim" com a cabeça: "É uma força política forte. Quem quer lutar pela diversidade vem para cá".
Pelo jeito, o público não estava nem aí para "lutas" num dia de frio e chuva.
MAIS PAULISTANO
Os dados mostram que em sua 17ª edição a parada também ficou mais paulistana, 63% dos participantes neste ano contra 60% no ano passado vivem na cidade.
O evento teve maior participação de "calouros" (33% estrearam na pista, contra 28%, em 2012) e menor presença de heterossexuais (caiu de 34% para 29%). Os entrevistadores ouviram 4.491 pessoas. A média de idade do público foi de 27,6 anos.
Com o tema "Para o armário, nunca mais!" a manifestação percorreu os 2,9 quilômetros entre o Masp, na avenida Paulista, até a praça da República, no centro.
O pico de movimentação foi às 15h quando a cantora baiana Daniela Mercury, que há dois meses "saiu do armário", começou seu show em cima do trio elétrico.
O governador Geraldo Alckmin (PSDB), o prefeito Fernando Haddad (PT), o deputado federal Jean Willys (PSOL-RJ), a ministra da Cultura, Marta Suplicy (PT), foram alguns dos políticos que estiveram no evento.
Na entrevista coletiva, Haddad comparou a luta dos homossexuais por igualdade a outros movimentos dos direitos civis. Já Alckmin, afirmou que a "riqueza de São Paulo é a sua diversidade".
Não foram registrados incidentes graves. Após a onda de arrastões na Virada Cultura, nos dias 18 e 19 de maio,na capital, a Polícia Militar e a Guarda Civil Metropolitana resolveram reforçar a segurança. Ao todo, 2.800 agentes atuaram na parada.
SEGURANÇA
Segundo balanços parciais da GCM e da PM, oito pessoas foram detidas. Entre elas, estava um homem que usou "indevidamente" um uniforme original do Corpo de Bombeiros mesmo sem ser um membro da corporação.
Uma outra pessoa foi presa por tentativa de furto de uma máquina fotográfica. Ainda de acordo a PM, seis pessoas foram levadas para delegacia por urinar na rua.
O comércio ambulante também foi combatido na parada --6.530 produtos vendidos por camelôs foram apreendidos. A maioria cerveja, vinho e refrigerante.  

Do Folhapress - Via: O Paraíba
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Travestis nordestinos são vítimas de trabalho escravo

Um travesti e uma mulher foram presos, na noite dessa quinta-feira (23), suspeitos de manterem cinco travestis nordestinos, incluindo um adolescente de 17 anos, em regime de trabalho escravo, em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte.
De acordo com informações da Polícia Militar (PM), as vítimas foram aliciadas em Aracaju, no Sergipe, para realizarem programas em Minas Gerais. Entretanto, não teria sido cumprindo o que foi prometido a eles. Os nordestinos foram encontrados vivendo em condições precárias em uma casa na rua Piata, no bairro São Matheus.
Segundo relato dos travestis à PM, eles eram obrigados por Graciano Caires Amâncio, de 32 anos, e Elaine Cristina Etelvina de Almeida, também de 32, a se prostituírem, eram ameaçados constantemente, viviam sob vigilância de marginais da região e só podiam sair com a autorização de Graciano. Além disso,  as vítimas tinham que pagar R$ 50 por dia de aluguel da moradia e, caso não pagassem, eram cobrados juros.
De acordo com Maxsuel Gomes Luz, de 21 anos, José Cleverton dos Santos, de 22, Marcos de Jesus dos Santos, 27, Wagner Santos Filho, 18, e o menor, eles faziam apenas uma refeição por dia.
Os militares chegaram ao caso após uma outra denúncia de homicídio na região.
Na casa foram apreendidas sete buchas de maconha, munição e vários documentos e cartões de crédito em nome de Elton Diniz de Oliveira Gonçalves.
Todos foram encaminhados à 6ª Delegacia Seccional de Contagem. A Polícia Civil vai investigar o caso.

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'Sangue Bom': Luiz Andre Alvim é a Mulher Pau de Jacú

“Você tem de transformar esse crocodilo em uma pombinha?” Foi com essa pergunta que Luiz André Alvim – a Mulher Pau de Jacú de “Sangue Bom” – foi recebido pela equipe de caracterização da novela das sete.
Unha postiça, aplique nos cabelos, maquiagem, enchimento de seios e bumbum, depilação... Todo esse processo de transformação de Luiz na mulher-fruta travesti leva duas horas e meia. A produção, porém, vale a pena , já que, muitas vezes, Luiz sequer é reconhecido. “Chego para gravar, dou bom-dia e nada. Só quando estou caracterizado que o pessoal fala ‘e aí, Mulher Pau de Jacú, já chegou?’”, conta o ator, que aproveita para elogiar a equipe. “Fico admirado com o trabalho. Quando estou pronto e me olho no espelho, vejo outra pessoa. Acho que 50% do personagem existe graças ao pessoal da caracterização.”
Mesmo sendo experiente em interpretar mulheres – em 2009, Luiz fez uma senhora francesa na peça “Ensaios de Mulheres”–, o ator fala de alguns incômodos. “Travesti é diferente de mulher. Mas tem muita coisa que estou aproveitando, como andar de salto alto. Só que dançar funk de salto é mil vezes mais difícil”, confessa Luiz. “E tem de ter atenção o tempo inteiro. O ombro na posição certa, a voz vem no tom ideal para mulher. Mas, o tanto de coisa que uso por baixo – a base para o bumbum e peito, o corpete – me incomoda muito. Ainda não me acostumei”, revela o ator.
laboratório/ Para viver a mulher-fruta, além de desvendar o universo feminino, Luiz mergulhou no mundo do funk. “Fui em um baile funk e vi muita coisa pela internet. Mas como não achei nada parecido com travesti no baile, fiz uma mistura”, afirma o ator, que destaca a importância de representar os travestis. “É uma honra. O travesti de ‘Sangue Bom’ está em uma posição de destaque, como uma mulher-fruta, sem preconceitos. Esse é o grande ouro dos autores e um presente que eu ganhei.
Bom humor e cumplicidade nos bastidores da novela
Em “Sangue Bom”, a Mulher Pau de Jacú  tem a companhia de quatro belas frutas: Mulher Mangaba (Ellen Roche), Mulher Saputá (Vânia Love), Mulher Pupunha (Dani Vieira) e Mulher Jambolão (Fernanda Abraão).Luiz, o único homem entre as atrizes, falou sobre o clima nos bastidores.
“Sou uma piada ambulante. Sou muito grande e, de salto, fico com dois metros de altura. É uma diversão só”, diz ele, que também dá o mérito às colegas de elenco. “As meninas são muito divertidas. Tanto as mulheres-fruta, quanto a Marisa Orth, que também contracena com a gente. Todas me ajudam muito. Ajeitam meu peito quando está fora do lugar, arrumam meu cabelo, me ajudam com a coreografia”, conta Luiz, que fala com bom humor das dificuldades da dança.
“Tem uma coisa que as meninas fazem com o quadril que eu nunca vou conseguir repetir. Estou sempre atrasado na coreografia, elas vão para um lado e eu para outro. A Mulher Pau de Jacú não é uma boa dançarina. Mas se esforça e, pela cara que faz, quem vê acha que ela dança demais (risos).”
MAIS:
Ator concilia ‘Sangue Bom’ com teatro
Além da novela, Luiz – que faz parte da companhia teatral Atores de Laura há 21 anos – está em cartaz com dois espetáculos diferentes: “Absurdo” e “O Enxoval”, ambos em cartaz no Teatro Laura Alvim, no Rio de Janeiro.
Companheirismo na vida real
Apesar dos quase dois metros de altura e os olhos claros, Luiz dispensa a fama de galã. O ator é casado com uma atriz, mas garante que ela não tem ciúme e diz que ela palpita em seu trabalho. 




Luis André Alvim, a mulher Pau de Jacu, ao lado de suas colegas popozudas
 
Ele tem uma extensa carreira no teatro, como ator, diretor e iluminador. E foi na preparação para uma peça que Luiz André Alvim, um homem de 1,90m e 94 quilos, fez desabrochar o seu lado feminino, que agora exercita como a Mulher Pau de Jacú, travesti que é uma das frutas do pomar da funkeira Mulher Mangaba (Ellen Roche) em “Sangue bom”. Casado com uma atriz, ele está gostando do resultado da transformação.
Como descobriu a mulher que existia em você?
Interpretei uma senhora francesa em um espetáculo em 2009 e, para compor essa personagem, ficava em casa vestido de mulher, fazia xixi sentado, atendia o telefone com voz feminina... E tinha que depilar a coxa e o peito.
A “tortura” continua...
É, e agora em maior grau. Tenho que depilar até a virilha, por causa das roupas curtas. A depiladora pergunta se está doendo, e, enquanto eu digo que não, uma lágrima chega a correr do meu olho.
Você é casado com uma atriz (Diana Herzog). O que ela tem achado da sua performance como a Mulher Pau de Jacú?
Ela está se divertindo. Me dá dicas, conselhos... E implica com uma tensão que eu tenho no nariz.
Seus trabalhos em televisão são menos numerosos, mas você tem uma extensa carreira no teatro...
É. Fui um dos fundadores, em 1992, da Companhia Atores de Laura, da qual até hoje participo como ator, diretor e iluminador. Faço parte ainda do grupo Pedras de Teatro desde 2001. Mas em TV eu só tinha feito participações no seriado “Confissões de Adolescente“, em “Malhação”, na minissérie “JK” e na novela “Ti ti ti”.
Tem sentido muita diferença entre as linguagens?
Bastante. No teatro, você tem que se preocupar com o público da vigésima fileira. Na televisão, tudo é muito menor. Tem sido um aprendizado gratificante e estimulante e um desafio divertido.
E já dá para ser reconhecido na rua?
Ainda não. Até no estúdio da novela as pessoas da equipe não me reconhecem quando passo com roupas de homem; elas só cumprimentam a Mulher Pau de Jacú.

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Sobre este blog

Aqui eu não sou homem ou mulher. Sou um adepto do crossdresing. Sou uma Crossdresser - CD ou CDzinha. Desde os 9 anos, adoro lingeries e roupas sexyes. Levo uma vida normal masculina e tenho uma vida clandestina feminina.

Me proponho aqui a falar um pouco de tudo, em especial das Crossdressers, dos transexuais, dos Travestis e da enorme comunidade
LGBT existente em todo o mundo. Um estilo de vida complicado e confuso (para alguns)... Este espaço também se presta para expor a minha indignação quanto ao ódio e preconceito em geral.

Observo que esse é um blog onde parte do que aqui posto pode ser considerado como orientado sexualmente para adultos, ou seja, material destinado a pessoas maiores de 18 anos. Se você não atingiu ainda 18 anos, ou se este tipo de material ofende você, ou ainda se você está acessando a internet de algum país ou local onde este tipo de material é proibido por lei, NÃO siga 'navegando'.

Sou um Crossdresser {homem>mulher} casada {com mulher - que nada sabe} e não sou um 'pedaço de carne'.

Para aqueles que eventualmente perguntam sobre o porque do termo 'Crossdresser GG', eu informo que lógico que o termo trata das minhas medidas. Ja que de fato visto 'GG'. Entretanto alcunhei que 'GG' de Grande e Gorda, afinal minhas medidas numéricas femininas para Blusas, camisetas e vestidos são tamanho: 50 e Calças, bermudas, shorts e saias são tamanho: 50.

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