Uma Crossdresser Gordinha Complicada e Imperfeita

Por que ainda hoje os gays são hostilizados por parte da sociedade?

 A comunidade gay, mesmo em tempos de avanços na sociedade e amplo acesso à informação, ainda vive sob o jugo da violência e da discriminação. Embora os homossexuais tenham uma trajetória de lutas que garantiram vitórias significativas - como, por exemplo, a decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que, em maio, determinou a conversão de união estável homoafetiva em casamento -, a intolerância ainda assusta e mata.


Relatório divulgado pela Secretaria de Direitos Humanos (SHD) no final de junho revelou que, em 2012, os casos de violação - violência física, psicológica e discriminatória - contra os homossexuais cresceram 46,6% no país, passando de 6.809 casos em 2011 para 9.982 no ano passado. Mas esses números podem ser ainda mais assustadores, de acordo com o antropólogo Luiz Mott, militante e fundador do Grupo Gay da Bahia. Para Mott, os dados do SDH são "incompletos" e "subnotificados". "Até fevereiro de 2013, o nosso site - 'Homofobia mata' - contabilizou 338 assassinatos, enquanto o governo divulgou 311 homicídios até junho", criticou Mott.

Para abordar a questão além das estatísticas, o BOL conversou com especialistas que discutiram por que a homofobia ainda é tão presente na nossa sociedade, quem são os homofóbicos e o que mudou na história marcada por ódio e intolerância.

 
Afinal, quem são os homofóbicos?
Para Carmita Abdo, psiquiatra, professora de Medicina Sexual e coordenadora do ProSex (Programa de Estudos em Sexualidade) do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo, a repulsa à homossexualidade pode ser consequência da falta de conhecimento. "Todos temos alguma dificuldade, maior ou menor, de lidar com o que é diferente de nós.  No caso da homossexualidade, algumas pessoas são realmente avessas e têm necessidade de se contrapor ao que desconhecem e, por isso temem e rejeitam", explica.

A psiquiatra também ressalta que muito se confunde sexo (que se refere a características anatômicas) e gênero (que define um padrão de comportamento com o que a pessoa se identifica). Abdo explica que sexo e gênero não são sinônimos, e que quem não consegue separar um do outro, também não lida bem com  a diversidade. Opinião semelhante tem o psicoterapeuta e professor da Professor na UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) Sócrates Nolasco. "A questão é que o sexo não diz tudo sobre nós, mas acredita-se que dirá tudo sobre os homens fadados a fazer dele um sentido para suas vidas."

No livro "A Cama na Varanda", a psiquiatra e sexóloga Regina Navarro Lins aponta três hipóteses para definir os homofóbicos. "Para alguns isso estaria ligado à noção de que a homossexualidade está em ascensão e que, se não for refreada, poderá ameaçar a unidade familiar e a estrutura da sociedade como um todo. Outro motivo seria a convicção de que a maioria dos homossexuais não se controla sexualmente. Entretanto, é provável que a razão mais significativa da hostilidade dos homens heterossexuais seja o temor secreto dos próprios desejos homossexuais", analisa.
A crítica de Regina remete à pesquisa "Is Homophobia Associated with Homosexual Arousal?" (A homofobia é associada à excitação homossexual?), feita pela Universidade da Georgia (EUA), em 1996. O estudo reuniu 64 homens, com 20 anos em média, que se declaravam heterossexuais, divididos em dois grupos: "homofóbicos" e "não homofóbicos". As classificações foram definidas após uma entrevista que estabelecia o índice de homofobia.

No teste, os voluntários assistiram a três filmes pornográficos com cenas entre heterossexuais, gays masculinos e femininos. Todos vestiram um plestimógrafo peniano (argola de borracha recheada de mercúrio líquido), que registrou a excitação pelo crescimento do pênis. O resultado mostrou que o grupo "homofóbico" apresentou ereção significativa diante das cenas de sexo entre dois homens, o que comprovou a tese da psicologia dinâmica (que mapeia processos mentais) de que indivíduos homofóbicos podem ficar excitados diante de estímulos homossexuais.

"A pesquisa remete para a ideia de que a insegurança lança mão da violência para banir do sujeito a estranheza que sente em relação a si mesmo. Homofóbicos são pessoas que não foram alfabetizadas na própria língua, não sabem dizer-se. A violência serve para integrar o que está despedaçado dentro do sujeito, levando-o a temer a própria desintegração psíquica", analisa o professor Nolasco.

Regina também ressalta que o modelo patriarcal (que estabelece o poder do homem "macho" nas relações sociais), ainda presente na sociedade, reforça o preconceito contra homossexuais. "Ainda é muito forte a mentalidade de que os gays seriam 'traidores' do ideal masculino. E isso pauta um pensamento enquadrado em 'modelos', ou seja, em não aceitar as diferenças", explica Regina.

Por outro lado, a  psiquiatra Camita Abdo alerta que é arriscado e simplista afirmar que todo homofóbico seria na verdade um "gay enrustido". "Sem dúvida há  homofóbicos que inconscientemente temem a própria homossexualidade e por isso não a suportam no outro. Essa situação já foi descrita por Sigmund Freud, o criador da psicanálise, quando comentou a respeito do "verso/ reverso entre medo e desejo", comenta Abdo.
 

Os altos índices de violência contra gays também podem ser a constatação de que a ala preconceituosa se sente ameaçada e reage: atualmente, os gays se mostram mais e se apresentam socialmente, com menos disfarces. Está sendo superado o grande constrangimento de ser percebido como gay. "Já há algum tempo estamos assistindo a  uma 'transformação gay'... Houve época em que os homossexuais criavam seus espaços sociais e neles conviviam entre si, mas isolados da sociedade heterossexual. Hoje eles compartilham  lugares comuns com os não homossexuais. Essa realidade leva alguns homofóbicos a acreditarem que estão sendo invadidos em seu território", avalia Abdo.
 
A herança do nazismo
O ódio contra gays não é uma manifestação recente. Desde os tempos mais antigos, homossexuais já tinham algozes que rotulavam a homossexualidade: na Idade Média. como pecado; na Idade Moderna,  como crime; no final do século 18, a medicina adotou a concepção religiosa, que tratava a homossexualidade como 'doença'. E, ainda hoje, há quem defenda que a homossexualidade deve ser tratada como patologia.

Nos campos de concentração nazista, por exemplo, prisioneiros e soldados gays eram marcados com a letra A, que mais tarde foi substituída por um triângulo cor-de-rosa, para diferenciá-los. Os carrascos acreditavam que era possível curá-los. Os homens eram submetidos a procedimentos clínicos bizarros e cruéis, como a lobotomia - cirurgia que retirava parte do cérebro.

No campo de Flossenburg (Alemanha), nazistas abriram uma casa de prostituição para "livrar soldados doentes e pervertidos". Os gays que se "curavam" eram enviados para combater os russos. Mais tarde, o endocrinologista holandês Carl Vaernet passou a castrar seus "pacientes" do campo de Buchenwald, além de submetê-los a tratamentos com hormônios masculinos. Estimativas apontam que 55% dos soldados gays morreram por causa da ignorância nazista. E, mesmo depois do fim da guerra, as vítimas ficaram sob o poder de americanos e britânicos, que os obrigaram a cumprir o restante da pena sentenciada por nazistas em prisões normais.

Vítimas da homofobia

O tempo avançou, porém a causa gay ganhou outros vilões, com comportamentos de repulsa na política, na religião e nas ruas.

O estudante de Direito André Baliera, 28, ganhou os noticiários depois que foi agredido por dois rapazes na região de Pinheiros, em São Paulo (SP). Na noite de 3 dezembro de 2012, Baliera viveu o terror da "inquisição moderna" que ainda aterroriza gays. Enquanto voltava para casa a pé, o rapaz foi insultado e agredido pelo empresário Bruno Portieri e pelo personal trainer Diego Mosca. Depois da agressão, segundo conta, ainda teve que ouvir que "apanhou de besta" e ainda foi acusado de "revidar as agressões".

"Distorceram os fatos, disseram que eu joguei pedra, que quebrei o retrovisor do carro, que eu os xinguei, revidei as agressões, que não é possível 'adivinhar' que eu sou gay, que não foi homofobia, que foi uma 'mera discussão de trânsito'", critica Baliera.

Os agressores foram denunciados por tentativa de homicídio e enquadrados pela lei anti-homofobia de São Paulo (10948/01), que, em caso de condenação, prevê multa que varia de 1.000 Ufesp's (R$ 18 mil) a 3.000 Ufesp's (R$ 54 mil), segundo informações do UOL.

O jornalista Murilo Aguiar, 24, também viveu a experiência dolorosa de ser agredido por causa de sua orientação sexual. O caso aconteceu nas dependências do clube Yatch, na zona central de São Paulo. Murilo estava na fila do banheiro quando um funcionário da faxina passou a agredi-lo verbalmente, dizendo que "todo gay tem HIV" e, em seguida, o espancou. A ocorrência, que foi parar nas redes sociais, chamou a atenção de um dos sócios do clube, que fez contato com o advogado de Murilo para dar respaldo à vítima. Além disso, representantes da casa informaram que a empresa que prestava serviços de limpeza à boate foi acionada judicialmente, e o clube decidiu por não contratar mais mão de obra terceirizada.

André e Murilo escaparam com vida. Mas nem sempre esse é o desfecho das vítimas de homofobia. Até porque, segundo levantamento feito pelo Grupo Gay da Bahia, a maioria das agressões e assassinatos acontece com gays masculinos. Isto seria um forte indício de que a homossexualidade masculina ainda é mais repugnante para os homofóbicos. A resposta, segundo os especialistas, vem novamente embasada na questão dos modelos criados pela sociedade.
"As manifestações de afeto entre duas mulheres (beijos, trocas de carícias) fazem  parte do cotidiano em diversas culturas e não surpreendem, confirmando a maior aceitação da sociedade para com esse hábito", afirma Carmita Abdo. Para Regina Navarro, a cultura patriarcal novamente predomina em relação à repulsa à homossexualidade masculina. "A sociedade é muito fincada no ideal masculino, é por isso que até mesmo homens héteros, geralmente, só demonstram um gesto de afetividade mais ousado com um tapinha nas costas. Nada melhor para ilustrar a homofobia e a hipocrisia da sociedade em que vivemos - na qual a maioria das pessoas defende os direitos humanos - do que a frase de Leonardo Matlovich, soldado da Força Aérea Americana condecorado por sua atuação na Guerra do Vietnã e expulso da corporação em 1975 por homossexualidade: 'A Força Aérea me condecorou por matar dois homens no Vietnã e me expulsou por amar um'".

 
Quem a homofobia matou hoje?

O Grupo Gay da Bahia, a mais antiga entidade brasileira de defesa dos homossexuais no país, também faz militância no território virtual. Com ajuda de voluntários, a instituição reúne, quase que diariamente, ocorrências de violência contra gays no blog "Homofobia mata". Somente no mês de junho, o grupo relatou 28 casos. As estatísticas, segundo informaram militantes do GGB, são utilizadas inclusive por órgãos de defesa dos direitos humanos nos Estados Unidos.

De acordo a instituição baiana, em 2012, 44% dos crimes contra gays no mundo aconteceram no Brasil. "O país é o campeão mundial de assassinatos de homossexuais. Mais de uma centena são barbaramente assassinados todos os anos, vítimas da homofobia. Após quase três décadas coletando, sistematizando e divulgando o relatório anual destes cruéis assassinatos, consideramos ser necessário a conjugação de pelo menos três estratégias fundamentais e inadiáveis para erradicar os crimes homofóbicos em nosso país", diz o fundador do GGB, Luiz Mott.
 
Para Mott, é questão de urgência a mudança de mentalidade da sociedade em geral, sobretudo das novas gerações, a fim de que, por meio da educação sexual, a sociedade aprenda a conviver e respeitar a diversidade sexual e de gênero, desenvolvendo sentimentos de tolerância e respeito face aos grupos diferenciados. Além disso, o antropólogo faz uma crítica aos governantes:"O governo deve ser empenhar em aprovar leis e promover ações afirmativas que garantam a cidadania plena das minorias sexuais, investigando cientificamente as causas e como superar a homofobia cultural dominante em nosso país, punindo exemplarmente os autores de discriminações e crimes homofóbicos", diz Mott, que também classifica como imprescindível a mobilização dos próprios gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais, assumindo-se e afirmando sua identidade, evitando situações de risco e denunciando qualquer tipo de discriminação, ameaça ou violência de que forem vítimas.

Aliás, o famoso "sair do armário" é uma das atitudes mais importantes para consolidar os avanços de tolerância, segundo a psiquiatra Carmita Abdo. "Quando o homossexual se camufla, ele acirra a curiosidade e a desconfiança do outro. A partir do momento em que ele se apresenta e se afirma naturalmente, ele pode mobilizar empatia e fortalecer sua inserção social", explica Abdo, que também ressalta a importância da atuação da família de homossexuais na causa gay: "Os pais dos homossexuais devem ser os primeiros e os principais interessados em trabalhar contra esse preconceito que, muitas vezes, infelizmente começa em casa".

Do UOL/BOL
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Travesti é assassinado na frente da mãe em Fortaleza

Um travesti foi assassinado na frente da mãe na noite de domingo (21), Bairro Tancredo Neves, em Fortaleza. De acordo com a polícia, o cabeleireiro José Roberto Felício da Silva, de 38 anos, estava na porta de casa, na Rua do Mercado, quando foi surpreendido por dois homens em uma bicicleta.
A dupla efetuou os disparos, no momento em que a mãe dele abriu a porta. A vítima morreu na hora. Segundo a polícia, José Roberto teria ido à residência porque havia bebido. Ele já respondia por porte de arma e por furto.

Do Tribuna do Ceará
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Fabiana Marques de Souza: 'Quero viver minha nova fase'

Pela primeira vez em Minas Gerais uma pessoa que está em processo de mudança de sexo conseguiu alterar o nome no cartório antes da cirurgia. Elton Marques de Souza (abaixo) passou a se chamar oficialmente Fabiana Marques de Souza (ao lado).

O registro aconteceu nesta terça-feira (16) em Lavras (MG) após uma decisão da Justiça de São Paulo.
Há mais de 20 anos, Fabiana se mudou para São Paulo (SP) e assumiu a opção sexual, um sentimento que surgiu ainda na infância. “Eu estava sempre no meio de mulheres, era sensível, os meninos me chamavam pra brincar, mas eu não queria. Eu saía escondida para brincar com bonecas”, lembra.

Mas hoje ela não quer esconder mais nada. Fabiana mudou totalmente a aparência e faz questão de dizer que o Elton que nasceu em Lavras não existe mais. “Deixa ele lá, quero viver minha nova fase”, conta. Ela diz que o nome de nascimento já causou alguns constrangimentos. "Quando vou ao banco, os outros acham que eu sou a esposa do Elton, e não que eu sou o próprio".
No fim do ano passado, a Fabiana entrou com uma ação na Justiça para tentar mudar o nome. A decisão saiu em junho deste ano, e foi no cartório de Lavras, onde ela foi registrada que, depois de 44 anos, ela conseguiu uma nova certidão de nascimento.
Após apresentar a sentença da Justiça, Fabiana precisou apenas fazer o pedido para que o documento seja feito, um processo que, de acordo com o Tribunal de Justiça de Minas Gerais, é o primeiro caso no estado de mudança de nome antes da cirurgia de mudança de sexo.
Para dona Elza Ferreira, mãe de Fabiana e de outros cinco filhos, o nome é o que menos importa diante da felicidade de toda família. “Para a mãe que coloca filho no mundo com amor, não tem diferença nenhuma. Tive seis filhos, e são todos iguais”, declara, emocionada, ao lado da filha.
O próximo passo agora para Fabiana é a cirurgia, já marcada para ser realizada daqui a quatro meses. “Eu vou fazer em novembro deste ano. Independente de cirurgia ou não, eu me sinto uma mulher, mas sei lá, eu vou fazer”, diz Fabiana.
A certidão de nascimento com o novo nome fica pronta em no máximo uma semana e meia. De acordo com O Tribunal de Justiça de Minas Gerais, com a mudança, também passa a constar na certidão que Fabiana é uma mulher.

Do G1

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Ariadna Arantes é homenageada em premiação

Ariadna Arantes, a primeira transexual a participar do Big Brother Brasil (na 12ª edição do reality) participou, na noite desta terça-feira (21), da 7ª edição do Prêmio Revista S! de Cultura e Direitos Humanos.
O evento, que aconteceu no bairro da Tíjuca, Rio de Janeiro, premiou a ex-BBB com a estatueta de Pioneirismo. Toda feliz, Ariadna chegou a posar com a estatueta em sua página do Instagram.
 
"Muito obrigada às pessoas que acreditaram em mim. Obrigada a Revista S! de cultura e cidadania. Premiada na categoria Pioneirismo."
Do Blog News Global dos Famosos

Na noite desta terça-feira (21) Ariadna recebeu uma homenagem em premiação realizada pela revista S! de Cultura e Cidadania, na Tijuca, Zona Norte do Rio de Janeiro.
Durante a sétima edição do prêmio da revista, a ex-BBB foi homenageada na categoria Pioneirismo, e recebeu prêmio com direito a discurso e emoção no palco.
Patrícia Araújo e a cantora Rogéria também prestigiaram o evento.

Fonte: O Fuxico
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Casal de adolescentes transgêneros luta contra o preconceito

Nos locais mais improváveis surgem encontros que geram paixão, como a história do casal que se conheceu em uma clínica para tratar distúrbios alimentares


Agora, um outro caso chama a atenção: o de Katie Hill e Arin Andrews. À primeira vista, os dois têm tudo para ser mais um casal adolescente americano. Exceto pelo fato de que ambos fizeram intervenções estéticas para mudar de sexo.


Katie, de 19 anos, nasceu como Luke e iniciou um tratamento hormonal para desenvolver seios naturais sem precisar de implantes de silicone. 
Um doador anônimo, comovido com a história, colaborou com 40 mil dólares (cerca de R$ 80 mil) para a mudança de sexo de Katie, como presente de aniversário de 18 anos, em 2012. “Mesmo quando tinha 3 anos de idade, eu sabia que, no fundo, queria ser uma menina. Tudo o que eu desejava era brincar com bonecas.
Eu odiava meu corpo de menino e numa me senti bem nele”, disse Katie ao canal do Youtube Barcroft TV.

Arin, de 17 anos, nasceu como Emerald, menina que ganhou concursos de beleza e fazia balé. “Os professores separavam os meninos das meninas. Não entendia por que me colocaram entre elas”, disse ele na mesma entrevista. Arin falou também que sempre sonhou em pilotar motos, mas não podia pois diziam que era "coisa de menino. Foi uma tortura todos os dias”. Graças aos pais, ele fez a cirurgia de remoção dos seios e de mudança de sexo.

O ENCONTRO
Os dois começaram a fazer terapia, se conheceram em um grupo de apoio aos transgêneros, em Oklahoma, nos Estados Unidos, e se apaixonaram.

Arin disse ter ficado chocado com a beleza de Katie e que a achava bonita demais para ser transexual. Atualmente, o casal dá entrevistas sobre a história para ajudar outros jovens que passam pela mesma situação, traumas e falta de apoio dos pais. Quanto aos dois, após a difícil aceitação da família, eles lidam bem com o assunto e estão apaixonados. “Somos perfeitos um para o outro porque sofremos os mesmos problemas”, concluiu Katie.

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São Paulo: Vereador de Avaré tem mandato cassado por homofobia

Depois de fala considerada homofóbica em rádio do interior paulista, vereador tem mandato cassação
“O cara que fala que tem depressão e tem tudo na vida, isso é coisa de viado”, esta é a declaração que o vereador Rodivaldo Rípoli (PP-SP), do município de Avaré, interior de São Paulo, fez no início de 2013 na rádio da região. O resultado foi a cassação do mandato de vereador de Rípoli na última semana. “O vereador foi convocado antes mesmo de a casa entrar em recesso, entretanto, ele não apareceu, tampouco nenhum dos advogados que o representava. Ele sumiu, tentamos de várias maneiras falar com ele. Foi até publicada no Diário Oficial a convocação dele para a audiência”, explica a presidente da Câmara dos vereadores de Avaré, Bruna Silvestre (PSB-SP).
Em entrevista à TV Tem, Rípoli disse que não foi convocado. Entretanto, a advogada de defesa convocada pela OAB para defender o vereador, Vera Cristina Fernandes, disse em conversa ao Mix que “ele foi convocado até pelo Diário Oficial, na verdade ele atravessou todo o processo. Agora resta ele recorrer. Ele já veio conversar comigo para saber se continuo no caso, mas ainda não decidimos nada. O Rípoli tem muitos advogados e todos foram convocados. Como ninguém apareceu, fui chamada pela AOB”.
De acordo com Vera, “com certeza ele vai recorrer e existem brechas para ele conseguir o cargo de volta. Mas pelo o que analisei, como técnica de defesa do vereador, eu acredito que esta situação é muito mais uma questão política do que de fato relacionada à declaração infeliz do vereador na rádio”. Rípoli foi condenado depois de fazer parte da presidência da CPI do Carvalho, em que o prefeito da cidade, (nome dele), é investigado por usar a máquina pública e funcionários para colocar carvalho em sua fazenda"
Em conversa ao Mix, o vereador Denilson Zirol (PSC-SP), que votou a favor da cassação de Rípoli, diz que “não é luta política. O processo foi dado pelo teor homofóbico contido nas palavras que o vereador Rípoli pronunciou na Rádio para cerca de 200 mil pessoas da região. A questão da CPI do Carvalho acontece há anos, o erro é que o prefeito não tinha pessoas capacitadas em informar que não é correto o tipo de prática”.
O suplente do vereador Rípoli, Marcelo Mariano de Almeida (PP-SP), já está no cargo de vereador. Como informado pela advogada Vera, cabe a Rípoli recorrer da decisão.

Fonte: MixBrasil - Via Mundo Alternativo
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Homossexual é assassinado na zona rural de Nova Floresta (PB)

Na madrugada deste domingo (21) um homicídio foi registrado na zona rural entre as cidades de Nova Floresta (PB) e Jaçanã (RN).A vítima foi, o cabeleireiro Josinaldo Rodrigues Macena, mais conhecido como "Shanayne", de 29 anos.Segundo informações, Shanayne" foi candidato a vereador de Nova Floresta pelo PT. Mesmo sendo muito popular em sua cidade , "Shanayne"  não conseguiu se eleger e obteve apenas seis votos.

Com informações do Portal NF Agora - Via: O Paralelo
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Ariadna Arantes é vítima de preconceito no Dia do Homem

 Ariadna sofreu bullying virtual nesta última segunda-feira (15), Dia Internacional do Homem.
A primeira ex-BBB transexual recebeu felicitações pelo dia e ficou furiosa com as brincadeiras.
É preciso lembrar que Ariadna, além de fazer uma cirurgia de mudança de sexo, conseguiu reconhecimento da lei brasileira. Em sua certidão de nascimento, Ariana é mulher.
A ex-BBB ameaçou abandonar as redes sociais e depois publicou um longo desabafo em seu Twitter.
 
Leia na íntegra:
 
“Bom dia. Ontem, devido a tantas ofensas retruquei me igualando a certas pessoas. Não e fácil ser ofendida e atacada e ficar quieta. Meu instinto defensor falou mais alto que eu. Então, decidi deixar uma mensagem a todos que me desejaram e que vão me desejar feliz Dia do Homem. Eles me dizem: Feliz Dia do Homem. Sim, muito obrigada.
Fui muito homem pra realizar meus sonhos e chegar aonde cheguei. Fui homem demais pra comprar duas casas. Homem demais pra ter meu carro. Pra ajudar minha família. Homem demais pra ir pro outro lado do mundo fazer uma cirurgia arriscando minha vida pra me tornar uma mulher. Fui homem demais pra ganhar o direito de ser reconhecida por lei como mulher.
Homem demais pra continuar sonhando. Homem demais pra perceber o quão infelizes são vocês, que com suas brincadeiras imorais e irracionais tentam me ferir e me denegrir. Homem demais pra saber que vocês sempre serão esses seres infelizes e mal amados. É uma pena que você que se julga tão mulher, não tenha caráter e força de vontade nem pra ter uma vida mais digna, perdendo tempo, me ofendendo. É uma pena que você que se julga tão homem foi menos homem que eu. Pois somente um homem mal resolvido, é capaz de ofender e maltratar. Seja homem igual a mim e enfrente a vida seriamente. Não desista como eu não desisti. Falar de mim, me ofender é fácil. Difícil é realizar tudo o que eu já realizei sem medo de ninguém. Sem dar satisfações a ninguém”

Do R7

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Matéria sobre lobby gay no banco do Vaticano é 1º escândalo do papa


Às vésperas da visita do papa Francisco ao Brasil, a Santa Sé vive o primeiro escândalo do pontificado, com a revelação de uma revista italiana do lobby gay presente no banco do Vaticano. A acusação é de que a pessoa escolhida por ele para liderar a reforma no Instituto para as Obras de Religião (IOR), a instituição financeira da Santa Sé, levou por anos uma vida dupla como diplomata no Uruguai.
A revelação coube ao experiente jornalista da revista L'Espresso Sandro Magister. Os relatos sobre o monsenhor d. Battista Mario Salvatore Ricca surgem repletos de escândalos sexuais. Apesar de ser religioso e ocupar o cargo de núncio apostólico, teria oferecido trabalho e casa a um capitão da Guarda Suíça, com quem mantinha um caso. Com frequência seria visto em bares com ele e até chegou a ser espancado.
A Santa Sé desmentiu a publicação, mas a revelação fez surgir comentários dentro do Vaticano de que o vazamento da informação já faz parte de um contra-ataque das alas mais conservadoras da Igreja - profundamente irritadas com as atitudes do novo papa. A publicação ainda sai às vésperas de sua primeira viagem internacional.
 
Ricca foi nomeado para servir como representante de Francisco no Banco do Vaticano, instituição que se deseja reformar de forma dramática, diante dos escândalos recentes de lavagem de dinheiro e corrupção.

O porta-voz do Vaticano, Federico Lombardi, afirmou que a reportagem "não tem credibilidade" e Ricca continua tendo a confiança total do papa. Nesta sexta-feira mesmo, a revista rebateu a crítica, alertando que as fontes são seguras e o Vaticano tem até documentos sobre o caso. De açodo com a revista, o caso já foi avaliado pela administração da Santa Sé e se sugeriu que o monsenhor fosse removido do Uruguai - o religioso seguiu para Trinidad e Tobago e o capitão acabou demitido.

O relato

Antes de assumir o posto no IOR, Ricca atuou como diretor das Residências do Vaticano. O diplomata viveu no Uruguai no fim dos anos 1990 até o início da década seguinte.
O companheiro dele seria o capitão do Exército suíço Patrick Haari. Ricca até conseguiu que o parceiro fosse transferido para fazer a segurança da mesma embaixada onde serviria.
Mas os escândalos iriam além. Em Montevidéu, o religioso teria sido espancado em um bar gay, tendo de telefonar para religiosos locais para que o resgatassem. Ele ainda chegou a ficar preso com "um jovem" em um elevador durante toda uma noite. A revista poupa Francisco, alegando que esses incidentes foram retirados dos arquivos de Ricca e o papa não havia sido informado disso tudo ao nomeá-lo para o cargo há um mês.Na mesma época, o pontífice teria admitido em um encontro com bispos a existência do "lobby gay" dentro do Vaticano, lamentando essa realidade.

Do "O Estado de S.Paulo" - Via: UOL

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'Crossdresser' não é travesti

Jorge Caetano está prestes a estrear, em agosto, A Porta da Frente, o seu quinto projeto em parceria com a dramaturga Julia Spadaccini. "O que me levou a dirigir os textos da Julia é a sintonia que temos, tão grande a ponto dela escrever exatamente o que eu gostaria de dizer", revela o ator, que, desta vez, convidou Marco André Nunes para codirigir a peça. Jorge viverá o crossdresser Sasha, musicoterapeuta excêntrico que passa a incomodar a rotina de uma família carioca. "Desde a Antiguidade sempre houve personagens que se vestiram como o sexo oposto, como a guerreira chinesa Hua Mulan, e não eram homossexuais. Porém, os vizinhos de Sasha não conseguem dissociar sua imagem de banditismo e prostituição", revela. 
Coluna da Marcia Peltier  - Do JC

Nota: Mulan mostra uma corajosa jovem chinesa que se passa por um guerreiro no lugar de seu pai debilitado e ajuda o exército imperial chinês a expulsar os invasores hunos.
 

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Laerte: "A minha história frequenta os dois sexos"

 Laerte foi o convidado do Tas ao Vivo, talk show comandado por Marcelo Tas e que vai ao ar pelo Terra, nesta quarta-feira (26) e falou sobre a sua sexualidade. "Orientação sexual é para onde aponta o desejo. A minha história frequenta os dois sexos. Eu sou teoricamente bissexual", disse ele.
O cartunista criticou a maneira como a sociedade ocidental trata a questão sexual. "A cultura ocidental situa-se em machos e fêmeas, masculino e feminino. Existem várias características que são impostas às crianças, antes mesmo de elas nascerem. Mas gênero é construção sexual e isso pode ser desafiado. Eu posso querer ser mulher, posso querer ser homem e posso querer ser algo que ainda não existe", refletiu.
Laerte ainda criticou o termo "crossdresser", que ele mesmo adotou logo que começou a se travestir. "É um anglicismo que já vem viciado na origem. É um termo que separa homens que são travestis de rua dos que não são prostitutas. Começou a se articular com a ideia de que nós somos 'finas', que não estamos assim o tempo inteiro. É basicamente um travesti de classe média", argumentou.
  

O cartunista ainda falou sobre as dificuldades que enfrenta ao usar banheiros públicos. "Eu apoio o fim dos banheiros por gênero. A criação do terceiro banheiro é a institucionalização da segregação", criticou. E explicou como usa o banheiro: "eu sento. Mas, quando a tábua não me inspira muita confiança, eu não sento e mijo de pé".
Com uma carreira de décadas, ele disse também que não gosta de ver o próprio trabalho. "Não me sinto orgulhoso e com vontade de expor para o mundo. Também não gosto de ficar olhando, é um problema para mim. Sempre acho que não era bem aquilo que eu queria fazer, fico pensando em outras formas de fazer. É muito angustiante", contou.
No final do programa, Laerte ainda ensinou Tas a passar batom ("para a primeira vez, tá ótimo") e criticou o deputado federal Marco Feliciano. "É uma pessoa nefasta, é muito do mal. Ele é um poço de desonestidade e más intenções. Só quer se eleger, quer poder e ele vai conseguir isso durante um tempo ainda", refletiu.

Video AQUI

Do Terra
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Vestidos para gordinhas

O Bolsa de Mulher resolveu desta vez mergulhar no universo das mais gordinhas para mostrar os pontos altos dos looks de festa para o fim de ano. Desvendando os segredos fashionistas de uma "cheinha" podemos descobrir vários recursos que ela pode abusar no dia a dia em looks que não só emagrecem ou disfarçam a barriga, mas alongam a silhueta!
VEJA AQUI SUGESTÕES DE VESTIDOS, SAIAS, BLUSAS E ACESSÓRIOS

Para alongar a silhueta

Na linha de frente, o truque é alongar a silhueta usando vestidos de cintura baixa, saias com cós alto ou na altura certa da cintura, blaser estilo farda mais comprido, camisas na altura no quadril e calça certinha na cintura. E salto, muito sapato de salto!

Já de início de conversa podemos transformar a silhueta da mulher mais cheinha num estilo elegante e extremamente feminino. A escolha deve começar pelo tipo de tecido que não deve ser atarracado no corpo, passando pelo decote e alças que devem ser usados perfeitamente. O comprimento deve obedecer à altura e ao tipo de perna.

Natal e réveillon

Para o final de ano, a sugestão são os casacos acinturados de bordado inglês, os tops estilo camisolinha soltinhos com rendas, vestidos ajustados no bojo e soltinhos na saia e pouco acessório.

As saias de babados são as tentações para as cheinhas que podem se transformar em verdadeiras baianas. Esqueça esse modelo de saia, porém, se ela tiver uma pala na altura da barriga, experimente e faça jus ao seu senso crítico.
 
Simplifique

Os detalhes também podem fazer diferença e sucesso na hora da escolha certa, mas cuidado para não abusar, o resultado pode ser um look completamente errado. As mulheres tamanho G devem evitar o visual com detalhes demasiados e muita informação. As mangas e os decotes dos vestidos devem ser minimalistas, de corte reto e simples. Fuja dos decotes com babados e das mangas bufantes dos vestidinhos de festa.

O certo é escolher peças mais delicadas para o verão. A renda tradicional estilo campestre e o bordado inglês, que são supertendência, podem ser usadas em blusas de algodão mais sequinhas no corpo. O erro é achar que as gordinhas devem abusar das roupas justas ou das maxicamisas com leggings, ou ainda dos vestidos utralargos. Não! Elas devem optar por vestidos que desenham a silhueta deixando o tecido um ou dois dedos soltinho no corpo, tornando o visual sedutor e muito glamouroso, perfeito para estação.

 
Escolha seu estilo

Geralmente, as mulheres mais cheinhas são sedutoras, cheias de personalidade e humor. Para contrastar com esse conjunto, o ideal é buscar elementos leves, sutis e sem muitos detalhes.

O náutico é um bom estilo, a saia de cintura alta azul marinho ajuda a disfarçar as gordurinhas, mas fuja das camisas de listras horizontais. O ideal para combinar com esse modelito são as camisas de alfaiataria branca ou uma pólo mais solinha no corpo.

Outra dica é aproveitar o estilo futurista de cores primárias para escolher o seu vestido. A escolha é certa quando o modelo for com volume ou decote nas costas, tubinho ou saia com estampas gráficas médias ou pequenas. Nessa tendência, esqueça os spencers e os cintinhos marcando a barriga, ok?

O visual mocinha dos anos 50 também pode ser arriscado. O truque é escolher uma saia com menos volume e que a parte de cima seja bem sequinha sem muita informação. A gola pólo em camisas sem manga e a silhueta retrô bem soltinha pode controlar o excesso de doçura dessa época. Arrase!

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Tootsie por Dustin Hoffman

“Murray Schisgal, se mantém um querido amigo há mais de 30 anos, iniciou Tootsie com a idéia de: ‘Como você seria diferente, se tivesse nascido mulher?’. Essa foi a conversa que tivemos uma vez, não ‘Como se sente sendo uma mulher?’ porque todos os sexos já se fizeram a pergunta, de como seria ser do sexo oposto. A pergunta dele foi diferente: ‘Se você tivesse nascido mulher, como você seria diferente?’.
Isso iniciou, e demoraria muito para responder como nos envolvemos em Tootsie, que levou dois anos de desenvolvimento, mesmo antes de acharmos um diretor para trabalhar em rascunhos do roteiro. Mas eu fui para Columbia e perguntei se eles gastariam o dinheiro em testes de maquiagem, para que eu pudesse parecer uma mulher e, se eu não conseguisse parecer uma mulher, eles concordariam em não fazer
o filme. Eles questionaram o que eu queria dizer com isso, então respondi que, intuitivamente eu pensava que se não conseguisse andar nas ruas de Nova Iorque, vestido de mulher, sem pessoas se virando e se perguntando ‘Quem é aquele cara em Drag?’, ou que se virassem para olhar por qualquer motivo, do tipo ‘O que é essa aberração?’. A menos que eu conseguisse isso, não gostaria de fazer o filme, não queria que o público deixasse de acreditar.
Quando chegamos nesse ponto e vimos na tela, eu fiquei chocado por não ser mais atraente. Eu disse ‘Agora que me transformaram em uma mulher, me transformem em uma mulher linda!’, porque eu pensei que eu deveria ser bonita. Se eu ia ser uma mulher, eu queria ser o mais bonita possível. Eles me disseram que isso é o melhor que poderiam fazer. Foi naquele momento que eu tive uma epifania.
Fui para casa e comecei a chorar, falando com a minha mulher, eu disse: ‘Eu preciso fazer esse filme!’, ela perguntou o motivo e eu disse ‘Porque eu acho que sou uma mulher interessante, quando me vejo na tela, mas eu sei que se eu me conhecesse em uma festa eu nunca falaria com aquela personagem, porque ela não satisfaz fisicamente as demandas que nós somos criados a pensar que as mulheres devem ter para que as convidemos para sair. Ela perguntou o que eu estava dizendo, então eu disse ‘Existem mulheres interessantes demais que eu deixei de conhecer nessa vida porque eu sofri lavagem cerebral’. Isso nunca foi uma comédia, para mim.”
Traduzi livremente o texto direto do vídeo, pois não o achei com legendas.
Apreciem a sensibilidade deste ator:



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Uso de silicone industrial pode ter matado travesti de 15 anos

Um travesti de 15 anos morreu na noite de terça-feira (10) em Ribeirão Preto (SP) com suspeita de complicações causadas pela aplicação de silicone industrial nas nádegas. A vítima, que era de São Paulo (SP), foi socorrida por amigos e levada até a Unidade Básica Distrital de Saúde (UBDS) do bairro Quintino Facci II, mas segundo a Secretaria Municipal de Saúde, já chegou sem vida ao local.
Segundo os amigos que socorreram a vítima, o adolescente estava há quatro meses em Ribeirão Preto e mantinha um relacionamento amoroso com um rapaz. Familiares do namorado afirmaram que desconheciam o fato do adolescente ser um travesti. A Polícia Civil informou que vai aguardar o laudo com as causas da morte para dar prosseguimento às investigações. O corpo foi levado para o Instituto Médico Legal (IML). A família do jovem não quis comentar o assunto.
O adolescente começou a passar mal em uma casa na Rua Rui Barbosa, no Centro de Ribeirão Preto, onde estava com amigos. Uma testemunha, amiga da vítima, informou à Polícia Militar que ele havia retornado de São Paulo há dois dias, e que ele tinha feito uma aplicação de silicone industrial nas nádegas.
Um dos amigos – que preferiu não se identificar – disse ao G1 que ajudou a socorrer o travesti, e que ele passou mal no início da noite e foi levado para a unidade de saúde. “Vi que ele estava ruim e que precisava de receber alguma ajuda. Infelizmente, ele não conseguiu ser reanimado e veio a falecer”, contou.
Segundo a assessoria da Secretaria Municipal da Saúde, o adolescente foi atendido por um médico plantonista que constatou que ele já havia chegado morto à unidade de saúde do bairro Quintino Facci II. O corpo foi encaminhado ao Serviço de Verificação de Óbito (SVO) para que a causa da morte seja identificada. A Polícia Militar foi chamada e registrou um boletim de ocorrência sobre o caso.
Namoro
De acordo com os amigos da vítima, o adolescente namorava há quatro meses com um rapaz de Ribeirão Preto. A assistente administrativa Taline Jesus Santos, de 20 anos, irmã do namorado, confirmou o relacionamento, mas afirmou que a família desconhecia o fato dele ser um travesti. “Nem eu, nem a minha mãe, nem o meu pai. Ninguém sabia que ela era travesti. Acho que só o meu irmão sabia. Ela parecia muito com uma mulher. Ela sempre foi muito feminina”, disse Taline.
Segundo a assistente, a família ficou sabendo da identidade do jovem apenas na terça-feira, quando recebeu a notícia da morte.  “Eu liguei para a mãe dela, mas a mãe só respondia sobre ele. Aí eu pensei que ela poderia ser ele, ser um travesti. Aí eu perguntei e ela falou o nome dele, o nome masculino. A gente nem desconfiava. Também pensava que ela tinha 17 anos, mas a mãe dela disse que ela tinha 15 anos”, conclui.
G1 tentou falar por telefone com a mãe da vítima, mas um homem que se identificou como padrasto do adolescente disse que a mulher estava muito abalada com a morte do filho e que ninguém comentaria o assunto.
O delegado Paulo Henrique Martins de Castro, da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Ribeirão Preto, informou que a polícia só dará continuidade ao caso após a entrega do laudo sobre a causa da morte. “Temos que esperar o laudo do IML para ver se o silicone, de fato, foi a causa da morte dele. Só após o laudo ficar pronto é que sabemos se isso será investigado em Ribeirão ou em São Paulo, onde supostamente esse rapaz teria injetado o produto nas nádegas”, diz Castro. O laudo deve ficar pronto em 20 dias.

Do G1 Ribeirão e Franca - Via Visão Regional







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Transanitta: Anitta ganha cover transexual

Anitta ganhou uma cover muito divertida. A transexual Camilla Manforte, além de se esforçar para parecer ao máximo com a funkeira, a cover tem a cantora como musa inspiradora. 

Camilla, que também tem cabelos longos e negros, adotou o nome de TransAnitta e se apresenta como cover da funkeira por bares e boates de todo o país. Além disso, a moça capricha no visual e investe em um figurino muito parecido com o da cantora carioca.

Também nascida no Rio, Camilla, que tem 25 anos, é professora de dança e cantora. Um dos dias mais especiais da sua vida, foi quando ela finalmente conheceu a sua musa. 



 


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Cinco dicas básicas para emagrecer sem se matar na dieta

É difícil encontrar uma mulher completamente satisfeita com seu corpo. Seja apenas perder dois quilinhos ou mais, todas querem mudar alguma coisa. Por isso os assuntos do mundo das dietas fazem tanto sucesso. Mas muitas vezes algumas mudanças básicas poderiam resolver esses problemas sem que fosse preciso se matar no regime.


“Hoje em dia as mulheres têm acesso a muitas informações saudáveis, mas a maioria simplesmente não consegue segui-las”, conta a nutricionista Sylvia Pereira, do Hospital e Maternidade São Cristóvão, que indica uma mudança de hábitos alimentares para obter resultados eficazes e emagrecer sem drama.

Confira a lista com cinco atitudes que parecem óbvias, mas podem resolver se levadas a sério.
  • Evitar alimentos ricos em açúcares e gorduras é o básico. Vale o esforço de observar e entender as tabelas nutricionais dos alimentos para fugir dessas substâncias.
  • Fuja de dietas que proíbem muito e de dietas que permitem muito. Se não puder comer nada, a vontade vai te fazer sair da linha. E se for tudo liberado, dificilmente chegará ao resultado esperado.
  • Prefira alimentos cozidos, assados ou grelhados ao invés de fritos. Frituras acabam com qualquer dieta e não devem ser consumidas diariamente.
  • Prefira frutas ou doces de frutas ao invés de doces com excesso de açúcar e gorduras na sua sobremesa.
  •  O mais importante: estabeleça horários para suas refeições. Parece bobagem, mas comer na hora certa acaba com metade dos problemas, já que não te permite sentir muita fome e, consequentemente, evita a compulsão.
Do ITodas
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Quintess: Otima sugestões de vestidos...

Olá meninas, a QUINTESS lançou agora alguns modelos de vestidos super pratico e versátil para usarmos na primavera, e porque não no inverno também, sabendo combinar com um casaquinho básico e meias, o vestido fica super charmoso para qualquer ocasião, vocês não acham?

Eu particularmente adoro usar vestidos, me sinto bonita e feminina, escolhi alguns modelos do site que eu gostei para mostrar para vocês, um dos modelos eu comprei e toda vez que uso ele recebo vários elogios, realmente ele ficou muito bonito e veste super bem.

Ontem sai a noite com amigos e como a noite estava um pouco fria, coloquei uma sandália e um casaquinho e ficou maravilhoso (  pena que não tirei nenhuma foto para mostrar aqui para vocês) , aqueceu e fiquei charmosa e feminina, aqui no Rio de Janeiro, não temos um inverno muito rigoroso, então vale a pena apostar nos vestidos.

Todos esses modelos vocês poderão encontrar na pagina da Quintess no site da Posthaus, Clique em cada link da foto e vá direto para o site, lá vocês encontrarão todas as informações sobre a peça ok.

Vestido Estampa de Lenço Mullet Plus Size


Vestido com Decote V Plus Size Animal Print


Vestido Curto Estampa Floral Plus Size


Vestido Curto Estampa Geométrica Plus Size


Vestido Estampa de Lenço Plus Size


Vestido Estampa de Lenço


Vestido com Estampa Tropical Plus Size


Vestido Estilo Túnica Plus Size Estampado


Vestido Floral Mangas de Babados Plus Size


Vestido Longo Floral Plus Size


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Sobre este blog

Aqui eu não sou homem ou mulher. Sou um adepto do crossdresing. Sou uma Crossdresser - CD ou CDzinha. Desde os 9 anos, adoro lingeries e roupas sexyes. Levo uma vida normal masculina e tenho uma vida clandestina feminina.

Me proponho aqui a falar um pouco de tudo, em especial das Crossdressers, dos transexuais, dos Travestis e da enorme comunidade
LGBT existente em todo o mundo. Um estilo de vida complicado e confuso (para alguns)... Este espaço também se presta para expor a minha indignação quanto ao ódio e preconceito em geral.

Observo que esse é um blog onde parte do que aqui posto pode ser considerado como orientado sexualmente para adultos, ou seja, material destinado a pessoas maiores de 18 anos. Se você não atingiu ainda 18 anos, ou se este tipo de material ofende você, ou ainda se você está acessando a internet de algum país ou local onde este tipo de material é proibido por lei, NÃO siga 'navegando'.

Sou um Crossdresser {homem>mulher} casada {com mulher - que nada sabe} e não sou um 'pedaço de carne'.

Para aqueles que eventualmente perguntam sobre o porque do termo 'Crossdresser GG', eu informo que lógico que o termo trata das minhas medidas. Ja que de fato visto 'GG'. Entretanto alcunhei que 'GG' de Grande e Gorda, afinal minhas medidas numéricas femininas para Blusas, camisetas e vestidos são tamanho: 50 e Calças, bermudas, shorts e saias são tamanho: 50.

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