Uma Crossdresser Gordinha Complicada e Imperfeita

Ricky Martin admite que tinha ‘homofobia internalizada’ e que praticava bullying com gays


Ricky Martin assumiu publicamente que é homossexual em 2010. No entanto, o cantor admitiu que teve de lutar com a sexualidade enquanto crescia em Porto Rico. "Eu olho para trás e percebo que intimidava as pessoas que eu sabia que eram gays. Tinha homofobia internalizada. Percebi que estava enfrentando isso em mim mesmo. Queria ficar longe.", disse o porto-riquenho em entrevista para uma revista australiana.
Ricky Martin 06Também na entrevista, Martin afirma que após ser pai – através de barriga de aluguel – dos gêmeos Matteo e Valentino ao lado do seu companheiro, Carlos Gonzalez, tudo mudou. "Eu não queria que eles (seus filhos) crescessem em uma casa de mentiras. Ou pensassem que havia algo de errado em ser gay”.
O cantor assumiu sua homossexualidade após anos de especulação da mídia, através de comunicado oficial em seu site: "Tenho orgulho de dizer que sou um homem homossexual afortunado. E sou muito abençoado por ser quem eu sou.". No final do mesmo ano, em entrevista ao apresentador Larry King, Martin mostrou-se tranquilo com a decisão. "Hoje, eu assumo que sou gay. E tudo aquilo que dizem sobre sentir-se bem...se eu soubesse quanto ia me sentir bem, teria assumido há dez anos".
De Época - Via Mundo Alternativo
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KAROL STEFFANY: POR UM AMOR VERDADEIRO!

A bela e apaixonante Karol esta em um processo evolutivo da sua independência! Seus sonhos, lutas e ambições, se voltam para o campo das disputas por espaço em seu direito a dignidade sentimental; a garota esta respondendo em seu processo de libertação e entretenimento com seu verdadeiro eu: - SIM, eu quero viver. E a vida é aproveitar àquilo que é capaz de saciar a sede e se embriagar prazeirosamente; ou não!  A vida é o mar, o sol e o calor do verão; mas, não deixa de ser o friozinho aconchegante, que aproxima e apaixona mais as pessoas no inverno! A vida são as flores da primavera que se tornarão frutos no verão... A vida para Karol é o amor!
E amor apaixonado é racional, é o amor consciente e disposto a crescer com ela em entendimento e enfrentamento aos preconceitos
e discriminações que por ventura venham atravessar ao caminho do casal! É isto que Karol, com sua vida estabilizada e organizada procura! Não se trata de procurar aventureiros ou pessoas que só conseguem conversar na cama, no ato sexual e pronto; não, é um companheiro que seja capaz de ajudá-la a evoluir em seu processo de redefinição e reencontro com o seu verdadeiro Eu que havia sido exilado por conta das pressões e imposições sociais em sua mais tenra infância. Se você é capaz de entender o amor a dois como um processo em que dois seres humanos se encontram para melhor enfrentarem as
dificuldades da vida e crescerem juntos a partir desses enfrentamentos, se você acredita que é capaz de dar as mãos a pessoa que você ama e ir ao parque, a praça, ao cinema e passear na praia recebendo a brisa mar chutando marolas, Karol pode estar nesse momento sonhando com você!!! Alguém especial, disposto a um relacionamento sério como todas as pessoas que desejam merecem sonhar; ser especial é saber que o amor é um dom humano e que ele
é possível desde que qualquer um coloque suas faculdades mentais, àquilo que lhes separa de qualquer outro animal, para funcionar e ver que a vida é curta e muito bela para limitarmos e nos prendermos com o que A, B ou C pensa, se na hora da dor só contamos com as pessoas que verdadeiramente gostam de nós... 
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Diva Natasha Dumont revela bastidores dos concursos de Miss Trans



Natasha Dumont é sinônimo de beleza, concursos de miss e sucesso com o público. Não seria por acaso que a entrevista que concedeu ao NLUCON no início do ano está entre as mais acessadas da história desta página. “Até hoje várias pessoas me ligam por causa desta entrevista, inclusive vários amigos de fora do Brasil. Fico feliz pela repercussão positiva e pelo carinho que recebo”, revela a diva.

Nesta terça-feira [3], a artista será uma das homenageadas da Noite do Glamour, da festa Terças Trans, que vai homenagear as maiores misses de São Paulo. Com nada mais nada menos que 15 títulos – todos merecidos, diga-se de passagem – ela é a artista que mais carrega faixas nacionais e internacionais do Brasil. Aliás, o título de diva foi conquistado por meio do concurso Miss Trans Diva, que ocorreu nos anos 2000, em Surique, na Suíça.

Em nova entrevista exclusiva, Natasha revela as curiosidades dos concursos de beleza. Será que o clima é de amizade ou de pura competição? Confira o bate-papo:

- Com 15 concursos vencidos na carreira, lembra-se do primeiro evento de beleza que participou?

Lembro! Foi um concurso na minha cidade, em Sorocaba. Mas, ao contrário dos outros, eu perdi nesta estreia [risos]. Vim para São Paulo, fui miss em um concurso da boate Segredos e conheci a Nana Voguel [conhecida como a eterna miss, que morreu em 2005, aos 58 anos]. Foi a Nana que me deu alguns toques, sobre postura, ser simpática, de sorrir sempre, sempre, até para a inimiga [risos]. Fui me aperfeiçoando, fui Miss Primavera, Miss Pantera e não parei mais...

- Onde conheceu a eterna Nana?

Foi nesta boate Segredos. Eu estava lá para participar do miss e ela estava no júri – e é claro que eu já havia visto em outros concursos. Depois que acabou tudo e eu venci, ela veio fazer amizade e eu disse que queria investir, pois naquela época eu nem estava formada completamente. Ela me apresentou para muita gente, me levou ao cirurgião plástico, foi me buscar, morei no apartamento dela... Foi uma pessoa bem atenciosa, um exemplo de pessoa e de vida. Foi uma das pessoas que marcaram a minha história, assim como a Lilian Paixão, que é uma amiga íntima e que viajamos muito juntas.

Natasha sobre Nana Voguel: "Foi uma das pessoas mais importantes da minha vida"

- Ser miss significava o que? Era o reconhecimento de sua figura feminina?

Não, era mais que isso, era um sonho realizado. Quando era criança, amava assistir aos concursos de mulheres, que passavam pelo SBT. Assistia a todos: Miss dos Estados, Miss Brasil até chegar ao Miss Universo. Sempre fui fascinada pela beleza feminina e meu sonho era ser uma mulher. Não sabia como seria o futuro, mas sabia que queria ser uma bela mulher. Ver aquele monte de mulher linda foi uma inspiração...

- Existia alguma mulher que chamava a sua atenção?

Foram muitas as misses que eu admirei, mas a minha inspiração foi a Lynda Carter, que foi conhecida como a Mulher Maravilha, mas que também foi Miss [Mundo EUA, em 1972]. Admirava o conjunto completo e não via um defeito nela. Depois que assistia a série Mulher Maravilha, eu queria ser ela nas brincadeiras. E, de fato, era.

- O que rolava nos bastidores dos concursos?

Rolava de tudo, menos amizade [risos]. Por se tratar de uma disputa, muitas pensavam: “Que vença a melhor, mas que seja eu”. Comigo nunca aconteceu nada de negativo, pois a Nana me deixou arisca e eu nunca fui sozinha, mas já vi histórias de gente que colocou fogo na cortina, de rasgar vestido, sumir sapato... Mas tudo isso é uma grande bobagem, o concurso tem que ser disputado no palco. No último que fui, o Miss Trans Diva, em 2000, nem participei pensando em ganhar.

Como assim?

Eram candidatas belíssimas e eu, apesar de preparada, não queria me decepcionar e foquei apenas em conquistar uma colocação. O concurso era de Zurique, na Suíça, foi televisionado e cada miss representava uma diva de Hollywood. Eu queria, ser a Mulher Maravilha, né? Mas já existia outra e não deu. A Marcinha [do Corinto] foi de Carmem Miranda, representando o Brasil e eu fui de Carmen de Bizet, representando a Espanha. A Carmen era uma mulher devastadora e morreu assassinada... Olha, foi páreo duro e, quando eu fui anunciada no primeiro lugar, não me dei conta. Eu não entendia o idioma e só me dei conta quando vieram com a coroa [risos].


- Qual é a sensação de ser anunciada vencedora, receber a faixa e a coroa?

Para mim, que sempre gostei muito, é como ganhar na loteria. A sensação é mais ou menos essa, de ver que marcou os números certos e ganhou na loteria, principalmente neste último.

- E os trajes? Gastava-se muito?

Eu gastei no começo, quando ainda estava fazendo o meu nome. Depois, que fiquei conhecida, as pessoas me vestiam: Pedrinho Fernandes, Walério Araújo, Fernando Pires... Neste último concurso, fui patrocinada em tudo e não gastei nada. Lembro de um vestido do Valério no Miss São Paulo, que era de veludo, preto, com uma aplicação de strass em vermelho e com as costas toda nua. Lindo, lindo, lindo... Quando fui Miss Brasil, o Pedrinho fez um vestido preto de renda com strass, tule, bem bonito. E o último foi com uma segunda pele de renda, com aplicações de strass nele inteirinho.

- Você tem algum vício fashion?

Amo sapato, bolsa... Você sabe que eu não sou muito discreta, né? [risos]. No dia a dia, sou mais básica, mas quando saio de casa a noite, adoro brilho, adoro estar bem perua. Mas faço umas trocas. Se estou com uma roupa de brilho, coloco um sapato nude, opaco, sem brilho. Mas se vou com uma calça jeans, vou com um sapato mais chamativo.

- As pessoas sempre te elogiaram pela beleza?

Sim, quer dizer, as concorrentes não gostavam não. Já ouvi muita gente me elogiar e outra pessoa vir dizer: “Ah, prefiro outra”, “Tal é mais bonita”. A questão é que cada pessoa tem o seu espaço e a sua beleza. As candidatas que sempre tiveram a beleza, me acompanharam nos concursos e tiveram o seu espaço foram a Marcinha, a Amanda do Ceará, a Fabíola Nogueira e muitas outras.


- O fato de ser uma mulher trans atrai ou afasta os homens?

Atrai, é impressionante! Quando eles ficam comigo e sabem que sou, parece que ficam mais, mais interessados. Para mim é tranquilo. Quando vou a uma balada hétero, obviamente não escrevo que sou trans na testa. Fico com alguém e, quando vou embora, peço para ele me ligar daqui a 10 minutos. Daí eu falo: “Você já sabe que eu sou...”. E eles recebem muito bem, nunca foi um problema.

- O que é belo para você hoje em dia?

Continuo admirando a beleza, claro, mas o tempo me mostrou que a beleza tem vir com algum tipo de consciência, uma cabeça legal, uma inteligência mínima que seja... Se a beleza vier sozinha, ela não dura. Você consegue, mas não segura.

- Por ser um ícone da beleza, as pessoas te cobram muito para estar sempre bela?

Cobra, claro, diariamente. As pessoas me encontram no mercado e querem me ver como estou a noite ou quando fui coroada. Mas tem dia que você quer ficar totalmente zen, confortável... Muitas amigas e conhecidas sofrem com essa questão de estar sempre bela e de o tempo ser um fator que modifica a imagem. Tem gente que não aguenta, faz terapia, vai ao psicólogo para conseguir entender a transformação da beleza com o tempo.

- Essa é uma questão para você também?

Comigo não, eu sou de boa, brincalhona, levo tudo com muita leveza...

Foto: Eduardo Moraes e Claudia Guimarães

Não perca!


Do NLucon
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Bradley Manning: Soldado que vazou documentos secretos americanos quer passar a viver como mulher

Bradley Manning pede para ser chamado de Chelsea
Bradley ManningBradley Manning, o soldado americano condenado a 35 anos de prisão por vazar documentos secretos, afirmou nesta quinta-feira que agora se considera uma mulher chamada Chelsea.
— Na transição para esta nova fase da minha vida, quero que todos conheçam o meu verdadeiro eu — afirmou o americano de 25 anos em um comunicado lido no programa Today, da NBC, na presença de seu advogado, David Coombs.
— Eu sou Chelsea Manning, eu sou uma mulher — afirmou no documento. — Dada a maneira como eu me sinto e me sentia desde a infância, quero começar a terapia com hormônios o quanto antes — disse no comunicado.
— Também peço que a partir de hoje vocês se refiram a mim através do meu novo nome e utilizem o pronome feminino.
Bradley Manning ChelseaNa quarta-feira, um tribunal militar condenou Manning a 35 anos de prisão por fornecer documentos secretos do governo americano ao WiliLeaks, site dirigido por Julian Assange. Manning cumprirá sua sentença em custódia militar antes de ser desligado do Exército com desonra.  Ele passou a maior parte de sua detenção pré-julgamento na base militar Fort Leavenworth, no Kansas, onde deve permanecer nesta nova fase.
Coombs afirmou que Manning esperou para fazer este anúncio bombástico após a divulgação de sua sentença para não ofuscar o caso. Durante o processo contra ele, o tribunal ouviu que Manning lutou com sua homossexualidade enquanto vivia no Iraque.
Quando perguntado pela NBC se Manning iria demandar judicialmente o governo para forçá-lo a fornecer a terapia hormonal e a cirurgia de redesignação sexual, Coombs disse:
— Não sei sobre a cirurgia de redesignação sexual... Chelsea não indicou qual seria seu desejo, mas sobre a terapia hormonal sim — disse. — Espero que Fort Leavenworth faça a coisa certa e forneça isso.
Coombs também disse que não era o objetivo de Manning permanecer em uma prisão feminina.
— Não, eu penso que o objetivo final é estar confortável em sua pele e ser a pessoa que ela nunca teve a oportunidade de ser — completou.

Do Zero Hora - Via Mundo Alternativo
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Felipa Tavares protagoniza 1º ensaio sensual e revela segredos de seu corpo


Não se deixe levar pelo ar de menina e pelas inofensivas formas delicadas. Há seres que sabem o momento exato de atacar com maestria, desnudar-se dos tabus e se despir de qualquer pudor. Felipa Tavares é innocence, audácia, sensualité, feminilidade e l'attitude.

Pela primeira vez, a top model da agência 40 Graus posa para um ensaio fotográfico sensual, divulgado com exclusividade pelo NLucon. Aqui, não há testemunhas, preconceito, normas ou alienações. Somente um corpo genuíno, feito e refeito para ser admirado com paixão.
Nos primeiros cliques do fotógrafo Emerson Muniz, a aparente timidez transcende em sombras e transpira la femme que está em sua âme. Com olhares que mesclam desejo e confiança, ela se movimenta com suavidade e, aos poucos, revela tatuagens, piercing e outros segredos.

Quem é essa mulher? Transexual? Como se permite? Felipa está nua, جنسي [sexy, em árabe, como um de seus segredos abaixo]embala mais alguns goles e ainda assim só mostra o que quer, até onde quer... Felipa não confunde, ela reafirma. 
Olhe, pense e ouse ao seu lado...


Fotógrafo: Emerson Muniz
Modelo: Felipa Tavares
Maquiagem: Fábio Marinho
Texto: Neto Lucon 


Do Blog Neto Lucon
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Raí diz que não é gay e desmente namoro com Zeca Camargo: “Não teria problema em assumir”

Raí e Zeca CamargoDepois da polêmica do selinho Sheik, jogador do Corinthians, os boatos sobre a sexualidade de um outro grande jogador, que já deixou os gramados, voltaram à tona. Trata-se de Raí, que marcou história no São Paulo, e meses atrás se viu envolvido em um grande bafão: um suposto namoro com o apresentador Zeca Camargo.
Na época da notícia, divulgada pela jornalista Fabíola Reipert, Raí chegou a processar o portal R7, proibiu que seu nome fosse citado novamente e não deu nenhuma declaração à imprensa. Agora, pela primeira vez, o ex-jogador falou abertamente sobre o assunto.
"Isso não é polêmica é fofoca. Tenho três filhas, uma namorada, me dou bem com minhas ex-mulheres, sou heterossexual e se eu fosse não teria problema nenhum em assumir. E entrei na justiça porque era mentira, isso se acalmou. Não fico saindo com mulher para afirmar que sou homem, acho que isso só alimenta um preconceito", declarou Raí.
A notícia de que Raí teria um envolvimento com Zeca Carmago dizia ainda que o ex-jogador havia deixado a ex-mulher justamente para ficar com o apresentador do Fantástico.
"Não tenho problema nenhum [em assumir], tenho minha vida, tenho as pessoas que eu construí minha vida, e isso é o que me importa. Do resto, só não quero que falem mentira. Não existe polêmica nenhuma, existe uma fofoca que as pessoas gostam de ficar compartilhando. Se um dia eu pensar e quiser mudar, não tenho problema nenhum em assumir”, declarou em entrevista ao canal de TV do Terra.
Do: A Capa - Via: Mundo Alternativo
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Estudante transexual sofre com o conflito entre aparência e nome de registro

O estudante de ciência política na UnB (Universidade de Brasília) Marcelo Caetano, de 23 anos, descobriu sua transexualidade aos 18 anos, durante uma aula de direito, que cursava na UFPR (Universidade Federal do Paraná). Ele nasceu em Santos, com corpo de mulher, mas diz que nunca lidou muito bem com o seu gênero biológico.  
— Hoje eu consigo perceber coisas que aconteciam na minha infância que indicam que eu não me sentia confortável com o gênero feminino. Mas eu não tinha recursos de linguagem e de conhecimento para entender do que se tratava. Aí um professor de direito civil comentou sobre o nome social e eu fui saber que isso existia e pesquisei mais sobre o assunto.   
O jovem ainda não fez a operação de mudança de sexo, mas já passa pelo tratamento médico que antecede o procedimento cirúrgico.  Nesta fase, há acompanhamento psicológico, psiquiátrico e hormonal.
— O acompanhamento psicológico eu faço há quatro anos e o tratamento hormonal há um ano e meio.  
Preconceito e dificuldades
Por ser transexual, Marcelo enfrenta uma série de dificuldades diárias, sobretudo o que chama de preconceito institucional. Ele diz que em qualquer situação burocrática que precisa resolver, há sempre um conflito entre a aparência e o documento de identidade, que ainda traz o nome feminino de registro.  
— Existe sempre aquele questionamento se sou eu mesmo, se aquele documento é meu. Isso acontece em bancos, cartórios. Até aqui na UnB, que consegui regulamentar o meu nome social, mas que, na minha perspectiva, não ocorreu de forma satisfatória e continua havendo uma série de problemas.  

Marcelo diz que também sofre o preconceito cotidiano, como o olhar diferenciado das pessoas na rua e o preconceito na própria família. Ele foi expulso de casa e não fala com o pai há alguns anos, que mora no interior de Pernambuco.   
— Em uma situação eu quase sofri violência física, mas eu fui mais rápido para correr e acabei não sendo agredido. Mas já sofri outros tipos de constrangimento moral, de motorista de ônibus fazer comentário, piadinha. Até mesmo na universidade.  
O estudante relata que, em muitos casos, as pessoas não sabem o que é a transexualidade. Segundo ele, um dos ambientes mais constrangedores é o de hospital.   
— Hospital é uma coisa bastante difícil porque se você precisar ser internado, fica na parte masculina ou feminina? Se você não tiver condições de ter um plano de saúde para ficar em um quarto particular, vai ser internado com outras pessoas e pode precisar ficar nu na frente delas. Enfim, há uma série de situações em que sua identidade é questionada e as pessoas, de modo geral, não sabem do que se trata e lidam com isso de maneira jocosa e com deboche.   
Marcelo diz ainda que há espaços em que há maior tolerância, mas mesmo assim há preconceito das pessoas.   
— Infelizmente não temos hoje um espaço livre de transfobia [discriminação contra as pessoas transexuais e transgêneros]. Mesmo boates ou ONGs [Organização Não Governamental) voltadas para o público LGBT [Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros] ainda têm dificuldade muito grande de lidar com transexuais e eliminar a transfobia dos seus espaços.  
A transexualidade masculina é ainda mais desconhecida da sociedade. A feminina tem mais visibilidade e veio à tona, por exemplo, com o sucesso da atriz Roberta Close, nos anos de 1980. Apesar disso, os homens que se transformam em mulheres sofrem ainda o machismo.   
— Então os homens trans [mulheres que viram homens] assumem uma posição de mais poder. Já as mulheres trans [homens que viram mulheres] passam para a condição feminina, que na nossa sociedade ainda é uma posição de subalternidade.

Do R7

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Sobre este blog

Aqui eu não sou homem ou mulher. Sou um adepto do crossdresing. Sou uma Crossdresser - CD ou CDzinha. Desde os 9 anos, adoro lingeries e roupas sexyes. Levo uma vida normal masculina e tenho uma vida clandestina feminina.

Me proponho aqui a falar um pouco de tudo, em especial das Crossdressers, dos transexuais, dos Travestis e da enorme comunidade
LGBT existente em todo o mundo. Um estilo de vida complicado e confuso (para alguns)... Este espaço também se presta para expor a minha indignação quanto ao ódio e preconceito em geral.

Observo que esse é um blog onde parte do que aqui posto pode ser considerado como orientado sexualmente para adultos, ou seja, material destinado a pessoas maiores de 18 anos. Se você não atingiu ainda 18 anos, ou se este tipo de material ofende você, ou ainda se você está acessando a internet de algum país ou local onde este tipo de material é proibido por lei, NÃO siga 'navegando'.

Sou um Crossdresser {homem>mulher} casada {com mulher - que nada sabe} e não sou um 'pedaço de carne'.

Para aqueles que eventualmente perguntam sobre o porque do termo 'Crossdresser GG', eu informo que lógico que o termo trata das minhas medidas. Ja que de fato visto 'GG'. Entretanto alcunhei que 'GG' de Grande e Gorda, afinal minhas medidas numéricas femininas para Blusas, camisetas e vestidos são tamanho: 50 e Calças, bermudas, shorts e saias são tamanho: 50.

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