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Descubra quem são as candidatas do Miss T Brasil 2013



A segunda edição do Miss T Brasil 2013, concurso que visa eleger a mais bela travesti ou transexual do país, promete repetir o sucesso da primeira edição, que coroou a trans Marcela Ohio. Ao todo, serão 31 candidatas que serão avaliadas desde o dia 17 de outubro e se enfrentarão na grande final, que ocorre no dia 21 de outubro, às 20h30, no Teatro João Caetano, no Rio de Janeiro.  

Desta vez, diferente da primeira edição, cada Estado terá mais que uma representante e a premiação é de um contrato com a MMarchi Produções por um ano, um voucher da Kamol Cosmetcs Hospital [para as três primeiras colocadas], na Tailândia, viagem para a primeira colocada ao Miss Internacional Queen 2014 e produção de guarda-roupa para o concurso internacional.

De acordo com a organizadora Majorie Marchi, com o prêmio é possível até mesmo fazer a cirurgia de redesignação sexual, popularmente conhecida como mudança de sexo. "O voucher é um ticket para qualquer procedimento estético, dentário ou cirúrgico da Kamol. Pode ser [a cirurgia de redesignação], mas fica a critério da candidata e do valor do voucher", explica. 

Os critérios para vencer o concurso são: beleza facial e corporal, educação, desenvoltura, inteligência e comunicação, simpatia, disciplina, comprometimento, garra, humildade, preparação de miss [com maquiagem, vestimentas, penteados e passarela]. Caso vença, a miss deve representar as trans brasileiras na mídia, assumir papel na luta pela promoção da cidadania trans, na luta contra a transfobia e na luta contra a aids.

Entre as novas candidatas - todas belíssimas e com possibilidade de vencer a disputa - chamam a atenção as histórias de Dávila Medeiros, que mora no interior do Rio Grande do Norte, Nathalie Oliveira, que tem 19 anos e passou em 1º lugar em um concurso público, e Felipa Tavares, a modelo que já foi ao programa do Jô Soares e revelou detalhes de sua vida ao NLucon. 

CONCURSO GANHA MÍDIA INTERNACIONAL 

Majorie revela que o objetivo do concurso é vencer o preconceito por meio da beleza e do discurso de cada trans. "Foi com este objetivo que criamos este projeto e adotamos a metodologia: cidadania, orgulho, afirmação da identidade e resgate da auto estima coletiva", diz ela, destacando que o segundo lugar de Jessika Simões no Miss Internacional Queen ajudou a popularizar o título brasileiro. 

No último ano, a organizadora se surpreendeu ao ver que mais de 20 países divulgaram as candidatas e o evento. "Quando traduzia para o português via que até a mídia internacional linkava a beleza com a luta por direitos. A cobertura do G1 foi igual ao do Miss Brasil, com fotos individuais e o título. Foi muito bacana ver as meninas parando o arpoador de biquini e perceber que as candidatas ficaram muito amigas". 

Ela agradece aos patrocinadores e aos apoiadores do concurso deste ano e avisa que ainda está em busca de patrocinadores para a caravana do Brasil que vai à Tailândia no dia 25 de outubro, com Marcela Ohio e a Roberta Holanda. Confira abaixo as novas misses e responda: Qual é a sua preferida? 
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Do Nlucon

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