Uma Crossdresser Gordinha Complicada e Imperfeita

Conto - Meu primo me pegou de crossdresser

Olá! Meu nome é Kris e vou contar como tudo começou...
Desde pequeno adorava vestir as roupas de minha mãe, e da minha irmã que após o banho elas deixavam no sexto do banheiro, mais nunca tinha falado nada para ninguém e nem dava pinta para ninguém desconfiar. Certo fim de semana meus pais e minha irmã iriam para a casa de meus avos, e eu iria ficar em caso só.
Poderia aproveitar bem o fim de semana pois estaria só em casa. Tenho um primo dois anos mais velho que mora em frente. Na época tinha 15 anos e meu primo 17. Nós morávamos no 2 andar do pequeno prédio e meu primo no segundo andar do prédio em frente.

Adoro me exibir para o espelho depois assim toda montadinha em saidinhas escondidas, até que na aquela belo dia euzinha estava toda toda no quarto de minha irmã que dava de frente para o quarto de meu primo. Eu estava de tubinho preto curtíssimo quase mostrando a calcinha e fui flagrada pelo meu primo que estava me olhando do quarto dele.
Quando olho para a janela levei um tremendo susto quando vi ele, e sai correndo mostrando a calcinha para ele, e fui para outro cômodo da casa com o coração saindo pela boca, depois de uns minutos alguém bate na minha porta, não abri é claro fiquei quieto só ouvindo, no outro dia, ele veio falar comigo, eu vestido normal de hominho no dia a dia, ele disse – olha não fique preocupado não irei falar para ninguém o que eu vi, mesmo porque eu adorei, aquela imagem de você de vestido curtinho mostrando a calcinha enfiada na bundinha com aquelas suas curvas não me sai da minha cabeça, nem dormir eu consegui, adoraria te ver de novo daquele jeito, fiquei sem palavras, ele me tranquilizou, fique calmo vai ser legal, não tenho preconceito e adorei você se soltar daquele jeito enquanto seus pais estão viajando, me promete que vai pensar e me fala quando poderei te ver de novo toda vestida como fêmea como te vi e adorei. 
Falei que iria ver e avisaria ele.
No outro dia eu não resisti e pensei tenho que fazer algo para ele senão vai que ele resolve contar para todo mundo o que eu faço. Não podia correr este risco, liguei para meu primo e disse que sairia naquela noite, ele adorou e iria falar para seus pais que iria dormir na minha casa pois eu estava só.
Lá pelas 8 da noite, a campainha toca, era meu primo chegando, e eu sai toda de mini vestido curtinho de malha solto com babadinhos preto, calcinha e sutiã pretinhos, salto alto pretinho bem sexy quando olhei no espelho pensei se eu fosse homem eu me comia agora mesmo rsrsrs estava muito gostosa, nem parecia homem não, com aquele lenço grande de rendas preto que eu fazia um arranjo na cabeça parecia cabelos longos, sempre tive curvas bem femininas desde novinha, cintura fina, bumbum grande e coxas grossas, era excitante me ver no espelho toda sexy daquele jeito, olhava e imaginava o que ele iria sentir quando me visse assim, eu abri a porta bem devagar com o maior medo, adrenalina pura, coração batendo forte, vai que alguém surge de repente de um dos aptos, aiaiaia que loucura aquilo que fiz, gelei nossa é uma sensação estranha estar vestida daquele jeito com alguém preste a ver tudo, ele chegou bem mansinho no meu ouvido e falou baixinho:
– você esta linda, maravilhosa! 
Agradeci e fiquei mais calma, falo no feminino porque eu estava toda fêmea mesmo, ele me elogiava me pegou minha mão me fez dar voltinhas e dizia meu deus que corpo gostoso você tem, melhor que muitas mulheres, que delicia, e encostou no meu bumbum por trás abraçando, senti aquele volume duríssimo querendo pular para fora, ele de bermuda ainda esfregava aquele pinto pulsando na minha bunda por cima do mini vestido e dizia estou com muito tesão te quero, quero comer esta bunda gostosa, e rolava aquele pinto pulsando de tão duro de um lado para o outro das bandas do meu bumbum, fiquei com medo porque poderia alguém tocar a campainha...
Na época eu era virgem só tinha tido relação com homem na infância.
Ele me tranquilizou dizendo que não iria chegar ninguém, ele por trás me passava a mão no corpo todo, nos peitinhos que eu fazia de um jeito que ate pareciam reais, levantava meu vestido e enfiava a mão no meu bumbum e na calcinha fio dental atoladinha dizendo:
- Que delicia!
Eu vibrava quando ele falava assim...
Ele não aguentava mais e falou:
– Chupa ele senão não vou aguentar, chupa eu disse que nunca tinha feito aquilo (na verdade tinha feito quando criança) ele insistiu morrendo de tesão abriu a calça e soltou aquele pinto duro que pulou pra cima de tão duro, não era muito grande não, tinha uns 17 cm mais era grosso e tinha uma cabeça vermelha com aquelas veias aparecendo e pulsando que era um tesão, não resisti me abaixei e cai de boca (eu estava bem fêmea mesmo de batom, rímel, gloss, brincos de pressão etc…) beijei a cabeça grande depois passei a língua nele todinho, ele gemeu forte e engoli ele todinho e comecei a chupar lembrando da minha infância, que delicia aquele pinto duro e gostoso entrando na minha boquinha, engolia tudo e tirava, lambuzei ele todinho de batom, ele apertava minha cabeça meus ombros e gemia gemia até que não aguentou e soltou tudo na minha boca, nosssssa(!) quase engasguei, era muito gozo demais e ele pediu engoli tudo, engoli tudo, nossa era muito e ainda lambi o pinto dele e minha boca ele adorou e me deu um beijão na boca dizendo você é deliciosa demais.
Quando a coisa iria começar a esquentar de novo... Falei: -Vamos comer alguma coisa que vou cozinhar para você, e eu fiquei um bom tempo cozinhando e lembrando da cena, como era uma sexta-feira e nem ele nem eu teríamos nada para fazer no sábado, o tempo estava livre, quando terminei de cozinhar fomos jantar como se fosse marido e mulher. 


Depois do jantar levantei para ir tomar banho e dormir, e meu primo me beijando e abraçando e dizendo te quero não vou conseguir dormir assim não, e foi me agarrando e sentou no sofá me colocando no colo dele, o pinto dele já estava duríssimo de novo, que fogo ele tinha, me dizia coisas bem carinhosas no ouvido depois pediu para eu ficar de quatro no sofá, fiquei quando ele levantou meu mini vestido e viu a calcinha enterrada no bumbum ficou louco, aiaaai que delicia de bunda você tem, hummmm toda lisinha redondinha com este pelinhos loirinhos você é gostosa demais menina e passava a mão nas minhas coxas grossas e no meu bumbum não aguentou e enfiou a cara no meio da minha bunda com as mãos agarradas na minha cintura, chupava enfiava a língua no meu cuzinho mesmo por cima da calcinha e dizia, que tesão de putinha mais gostosa, puxou a calcinha pro lado e disse hummmm que botãozinho mais fechadinho e enterrou a língua nele, enterrou mesmo, o danado enfiava a língua lá dentro de tal forma que me fazia ver estrelas de tesão eu olhava para trás e via a cara dele pra dentro do meu bumbum que cena sexy aquela quando me lembro, ele ficou assim por uma meia hora, eu estava quase explodindo de tesão mesmo sem me tocar meu pinto estava duríssimo também encostando na minha barriga, depois de beijar e chupar muitoooooo meu cuzinho deixando tudo babado, molhado ele se levantou e chegou a pinto duro na minha boca e disse: 
-Chupa, molha ele bem que vou comer esta sua bunda gostosa sua putinha, chupa e molha bem ele que vou enterrar tudo no seu cuzinho…

Estava toda arrepiada de ouvir ele dizendo isto, chupei e molhei o pinto dele todinho, a cabeça estava até brilhando de tão inchada, ele tirou da minha boca ficou atrás de mim e tentou colocar mais minha bunda e bem juntinha as bandas ai ele pedi abri a bundinha para mim tesão, eu abri com as duas mãos expondo meu botãozinho que é minúsculo, ele adorou a visão e encostou a cabeça no meu cuzinho, ai que sensação deliciosa, só quem já sentiu sabe como é... 
Como estava bem molhado e o pinto dele não era daqueles imensos, ele forçou e aos poucos começou a entrar, delicia a cabeça entrou doeu um pouco mais ele esperou com calma, pedi para ele esperar, ele era super carinhoso, me fazia carinhos o tempo todo, me sentia mulher com ele, sentia a cabeça dentro de mim ai ele foi enfiando devagarinho pouco a pouco até que senti os pelos dele encostando na minha bunda, hummmmm estava todo dentro, meus olhos até fechavam de tanto tesão, ele me segurando pela cintura perguntou:
-Esta doendo amor ? Esta doendo? 
Eu Respondi que não.

Ele começou a fazer os vai e vem dentro de mim de leve depois foi aumentando e dizia hummmm que bunda gostosa, que delicia que cuzinho mais apertado, é macio e apertadinho que delicia isto e gemia gemia e eu sentindo aquele pinto duro entrando tudo no meu rabinho, eu apertava o pinto dele com meu anelzinho, aquilo deixava ele com mais tesão ainda, ele pedia aperta aperta mais este cuzinho no meu pau delicia aperta, não aguentei e gozei tudo em cima do sofá ele ainda ficou um tempinho me comendo gostoso até que não agüentando mais soltou o jorro dentro de mim em golfadas que eu sentia cada uma delas saindo (não usamos camisinha) apertava muito minha cintura e enfiava mais pra dentro gozando até que tirou o pinto até vermelho e caiu sentado no sofá de tão cansado, nossa saiu um monte de leite quente do meu cuzinho escorrendo pelas coxas eu sai rápido e fui pro banheiro me limpar... 

Ele veio atrás e enquanto eu me limpava ele me beijava a nuca e dizia você é gostosa demais sua safadinha, aquilo me deixava acesa, quando vi ele estava em ponto de bala de novo e eu encostada na pia do lavabo com as duas mãos, ele me encostou de novo aquela pica dura e foi entrando de novo e dizia me olhando no espelho sua putinha safada gostosa, que delicia de cuzinho você tem e bombava forte sem parar me forçando na pia e dando tapinhas na minha bunda eu com minhas pernas juntas bunda empinada no meio das pernas dele abertas, ele deu um gemido forte me apertando na cintura e gozou de novo dentro de mim beijando minha nuca, orelha, costas e passando a mão na minha bunda. 
 
Mortos de cansados entramos tomamos um banho e depois sentados no sofá ele me disse que foi o gozo mais incrível da vida dele, nunca gozou tanto e nem tão gostoso como comigo, nem com mulher nenhuma, e fomos dormir os dois juntos.
Apaguei de tão cansado minha pele ainda tinha as marcas da lingerie e da boca dele, acordei bem tarde com a bundinha dolorida rsrsrs, durante o dia e a tarde fiquemos trancados dentro da minha casa como marido e mulher.
O restante conto outra hora...
Originalmente publicado em: Contos Eróticos - Revisado (texto e gramática) by Kátia Steelman Walker - Fotos retiradas da WEB as ultimas três acompanhavam a postagem original.
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Lea T, a transexual brasileira que quebra padrões de imagem de beleza

Continua sendo difícil escapar da ditadura imposta por séculos de tradição em relação à diferença de gênero. Bem o sabem as mães que tratam de fugir do rosa e do azul que o mundo do consumo continua etiquetando meninos e meninas em sociedades supostamente progressistas. No mundo da alta costura, ao contrário, há anos existem indícios de mudança. A chegada de diferentes modelos transexuais como Andreja Pejiuc e Conchita Wurst ao mundo das passarelas e das revistas de moda impõe um questionamento dos cânones de beleza e de gênero. E ainda que exista quem afirme que é simplesmente uma manobra das marcas para chamar a atenção para seus produtos e vender mais, para os transexuais desfilar em Milão ou aparecer na capa da Vogue é um empurrão importante para a aceitação social.
Nessa corrida feita de pequenos passos rumo à tolerância alheia, um pequeno avanço aconteceu na semana passada: Lea T, a primeira modelo transexual que irrompeu no mundo da moda em 2010, por meio de uma célebre campanha da Givenchy, será, a partir de janeiro, o rosto da linha de produtos capilares Chromatics, da Redken. Isso significa que seu rosto anguloso e sua espetacular cabeleira olharão diretamente para os olhos das clientes dos salões de beleza de meio mundo, já que a Redken é uma multinacional norte-americana vende seus produtos em dúzias de países, centenas de milhares de supermercados e investe milhões em publicidade.
É a primeira vez que uma empresa do porte da Redken se atreve a pôr sua marca nas mãos de uma modelo transexual, que também é firme defensora e porta-voz dos direitos da comunidade LGBT. E sua história pessoal, além disso, reflete a difícil situação que têm de enfrentar quem nasce com um sexo diferente do que sente ter.
Lea T nasceu sendo Leandro, em 1981, em Belo Horizonte, no seio de uma família muito católica e bastante famosa. Seu pai é o ex-jogador de futebol Toninho Cerezo, uma celebridade nacional que várias vezes renegou Lea publicamente e que chegou inclusive a dizer que só tem três filhos ao invés de quatro. “Nunca conversamos diretamente sobre esse assunto. Ele não gosta de falar nisso. Quando nos vemos, falamos de trivialidades” confessou Lea T em uma de suas primeiras entrevistas na edição italiana da revista Vanity Fair. “Quando era pequena, meu pai me olhava e dizia que havia algo estranho em mim. Depois, todos na família começaram a rezar para que eu não fosse gay. Teria sido o menor dos males para uma família estritamente religiosa”.

Anos depois, quando se deu conta da sua identidade, quis renegá-las, mas não pôde. Foi Riccardo Tisci, diretor de criação da Givenchy, quem ajudou Leandro a se transformar em Lea T encorajando-a a se vestir de mulher “porque sentia sua forte feminilidade”, lembrou na mesma revista. Depois de contratá-la como assistente, utilizou-a como modelo nos bastidores e quando decidiu lançar sua coleção de 2010, de corte andrógino, pediu a Lea T que fosse a figura central da campanha, tornando-a de fato a primeira modelo transexual de uma grande casa de moda. A edição francesa da Vogue, quando ainda era dirigida pela atrevida Carine Roitfeld, ajudou a catapultá-la ao estrelato mostrando-a totalmente nua em suas páginas. Desde então não deixou de trabalhar, beijando –na capa da revista Love– Kate Moss na boca. Entretanto, Lea T acredita que sua transexualidade não vai fazê-la plenamente feliz. Em 2010 afirmou: “Não posso me permitir o luxo de me apaixonar. A maioria dos transexuais que consegue namorado esconde dele sua verdadeira identidade. Vivem na hipocrisia, que é um tipo de solidão. Nascemos e crescemos sozinhos. Depois da operação, voltamos a nascer. Mas sozinhos outra vez. E morremos sozinhos. É o preço que temos de pagar”.
Recentemente, uma pesquisa de opinião realizada nos Estados Unidos pelo Centro Nacional para a Igualdade dos Transgêneros afirmava que a metade dos entrevistados havia tentado o suicídio ao menos uma vez, enquanto que muitos deles se declaravam vítimas da violência homofóbica. Que o rosto de Lea T se torne um ícone de beleza pode ajudar, ainda que seja apenas um pouquinho, a mudar essa situação.
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STJ consolida jurisprudência que permite alterar registro civil de transexual

A inexistência de lei que regulamente as hipóteses nas quais uma pessoa pode ou não alterar seu registro civil tem levado ao Poder Judiciário um número considerável de ações movidas, sobretudo, por transexuais que querem em seus documentos um nome condizente com o seu novo gênero. A questão ainda não está pacificada nas diversas cortes da Justiça brasileira, mas o Superior Tribunal de Justiça vem, cada vez mais, consolidando uma jurisprudência humanizada sobre esse assunto.
O STJ vem autorizando a modificação do nome que consta do registro civil, assim como a alteração do sexo. Mas, nem todos os juízes decidem assim. Conforme mostram os recursos que chegam ao tribunal, alguns juízes permitem a mudança do prenome do indivíduo, com fundamento nos princípios da intimidade e privacidade, para evitar principalmente o constrangimento à pessoa. Outros, porém, não acatam o pedido, negando-o em sua totalidade, com base estritamente no critério biológico.
Há ainda decisões que, além da alteração do prenome, determinam que a mesma seja feita com a ressalva da condição transexual do indivíduo, não alterando o sexo presente no registro. Outras determinações não só permitem a mudança do prenome como a do sexo no registro civil.
As decisões do STJ vão na linha de que a averbação deve constar apenas do livro cartorário, vedada qualquer menção nas certidões do registro público, sob pena de manter a situação constrangedora e discriminatória.
De acordo com o ministro da 4ª Turma do STJ, Luis Felipe Salomão, se o indivíduo já fez a cirurgia e se o registro está em desconformidade com o mundo fenomênico, não há motivos para constar da certidão. Isso porque seria uma execração ainda maior para ele ter que mostrar uma certidão em que consta um nome que não corresponde ao do seu sexo. “Fica lá apenas no registro (do cartório), preserva terceiros e ele segue a vida dele pela opção que ele fez”, afirmou o ministro.
Para a ministra Nancy Andrighi, quando se iniciou a obrigatoriedade do registro civil, a distinção entre os dois sexos era feita baseada na conformação da genitália. Hoje, com o desenvolvimento científico e tecnológico, existem vários outros elementos identificadores do sexo, razão pela qual a definição de gênero não pode mais ser limitada somente ao sexo aparente.
“Todo um conjunto de fatores, tanto psicológicos quanto biológicos, culturais e familiares, devem ser considerados. A título exemplificativo, podem ser apontados, para a caracterização sexual, os critérios cromossomial, gonadal, cromatínico, da genitália interna, psíquico ou comportamental, médico-legal, e jurídico”, explicou a ministra.
Segundo Nancy, se o Estado consente com a possibilidade de fazer cirurgia de transgenitalização, deve também prover os meios necessários para que o indivíduo tenha uma vida digna e, por conseguinte, seja identificado jurídica e civilmente tal como se apresenta perante a sociedade.
Realidade psicológica
O primeiro recurso sobre o tema foi julgado no STJ em 2007, sob a relatoria do ex-ministro Carlos Alberto Menezes Direito. No caso, a 3ª Turma do STJ, seguindo o voto do ministro, concordou com a alteração, mas definiu, na ocasião, que deveria ficar averbado no registro civil do transexual que a modificação do seu nome e do seu sexo decorreu de decisão judicial.
De acordo com o ministro, não se poderia esconder no registro, sob pena de validar agressão à verdade que ele deve preservar, que a mudança decorreu de ato judicial decorrente da vontade do autor e que se tornou necessário ato cirúrgico.
“Trata-se de registro imperativo e com essa qualidade é que se não pode impedir que a modificação da natureza sexual fique assentada para o reconhecimento do direito do autor”, escreveu em sua decisão.
Em outubro de 2009, a 3ª Turma voltou a analisar o tema e, em decisão inédita, garantiu ao transexual a troca do nome e do gênero em registro, sem que constasse a anotação no documento, mas apenas nos livros cartorários.
A relatora do recurso, ministra Nancy Andrighi, afirmou que a observação sobre alteração na certidão significaria a continuidade da exposição da pessoa a situações constrangedoras e discriminatórias. “Conservar o ‘sexo masculino’ no assento de nascimento do recorrente, em favor da realidade biológica e em detrimento das realidades psicológica e social, bem como morfológica, pois a aparência do transexual redesignado em tudo se assemelha ao sexo feminino, equivaleria a manter o recorrente em estado de anomalia, deixando de reconhecer seu direito de viver dignamente”, disse na ocasião.
O mesmo entendimento foi adotado pela 4ª Turma, em dezembro de 2009. O relator do recurso, ministro João Otávio de Noronha, destacou que a Lei 6.015/73 (Lei de Registros Públicos) estabelece, no artigo 55, parágrafo único, a possibilidade de o prenome ser modificado quando expuser seu titular ao ridículo.
“A interpretação conjugada dos artigos 55 e 58 da Lei de Registros Públicos confere amparo legal para que o recorrente obtenha autorização judicial para a alteração de seu prenome, substituindo-o pelo apelido público e notório pelo qual é conhecido no meio em que vive”, afirmou no julgamento.
Na ocasião, Noronha afirmou ainda que o julgador não deve se deter em uma codificação generalista e padronizada, mas sim adotar a decisão que melhor se coadune com valores maiores do ordenamento jurídico, tais como a dignidade das pessoas.
O ministro defendeu a averbação no livro cartorário “para salvaguardar os atos jurídicos já praticados, manter a segurança das relações jurídicas e solucionar eventuais questões que sobrevierem no âmbito do direito de família (casamento), no direito previdenciário e até mesmo no âmbito esportivo”.
Projeto de lei
A regulamentação da alteração do registro civil é tema do Projeto de Lei 5.002/2013, do deputado Jean Wyllys (PSol-RJ) e da deputada Erika Kokay (PT-DF), em tramitação na Câmara dos Deputados. A proposta visa a viabilização e desburocratização do direito do individuo de ser tratado conforme o gênero escolhido por ele. Nesse sentido, obriga o SUS e os planos de saúde a custearem tratamentos hormonais integrais e cirurgias de mudança de sexo a todos os interessados maiores de 18 anos, aos quais não será exigido nenhum tipo de diagnóstico, tratamento ou autorização judicial. Com informações da assessoria de imprensa do STJ.

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SBT corta cenas e transforma casal gay de novela mexicana em hétero



O SBT está transformando um casal gay de uma novela mexicana em dois garanhões heterossexuais. Na dublagem de Sortilégio, que exibe há um mês na faixa das 16h, a emissora trocou todas as insinuações gays por diálogos de contexto hétero. Cenas da intimidade dos personagens Ulisses (Julián Gil) e Roberto (Marcelo Córdoba), que evidenciariam a orientação sexual de ambos, foram eliminadas na edição. Eles apenas trocam gracejos e se entreolham.
Em Sortilégio, Ulisses e Roberto são bissexuais e têm um caso, mas fingem ser apenas bons amigos héteros. Eles têm namoradas. Na versão original mexicana, apareceram nus trocando carícias na cama e falando abertamente sobre sexualidade.
No capítulo 16, exibido pelo SBT em 17 de novembro, Ulisses e Roberto preparam um drink enquanto estão conversando. O SBT cortou a cena quando os dois foram para a janela e se entreolharam com cumplicidade.
No dia seguinte, uma cena romântica do casal gay foi mutilada. Na versão mexicana, enquanto caminham e fumam charuto, Ulisses diz a Roberto que gosta de homens e mulheres. Depois, os dois param. Roberto, em um gesto de carinho, pega o colar de Ulisses, que responde passando o charuto no lábio com sensualidade. 
Enquanto isso, no Brasil, o texto em que Ulisses diz que gosta de meninos e meninas foi trocado pela dublagem por "Namorei bastante lá. Eu ia para as festas e arranjava namorada". As carícias, o charuto e a troca de olhares foram suprimidos. No capítulo de 20 de novembro, metade da cena do casal em uma banheira de hidromassagem também foi cortada, apesar de os dois nem se tocarem na versão da Televisa.
Em 21 de novembro, o SBT transformou Roberto em hétero. Na versão mexicana, ele diz a Ulisses, em tom jocoso, que vai ver a sua "mulher". A dublagem trocou "mulher" por "Raquel", nome da falsa namorada, e fez o personagem suspirar, como se estivesse apaixonado por ela. Trocou a ironia original por uma declaração de amor velada.
Procurado, o SBT disse que "todas as edições feitas são para adequar a novela à classificação indicativa para o horário de exibição, de acordo com a lei". A trama mexicana é imprópria para menores de dez anos, mas o Ministério da Justiça não veta insinuações homossexuais. O mais curioso é que cenas mais pesadas com os protagonistas Alessandro (William Levy) e Maria José (Jacqueline Bracamontes) foram ao ar.
No capítulo com previsão para ir ao ar em 22 de dezembro, Ulisses e Roberto aparecerão na cama, nus, cobertos apenas com um lençol. Se os cortes persistirem, essa cena não irá ao ar no SBT.

Do Noticias da TV
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Suco verde para emagrecer

Rico em vitaminas em minerais, o suco verde é um grande aliado para a perda de peso. Existem várias receitas de suco verde e você mesma pode fazer a sua combinação favorita de frutas, legumes e verdura.
Hoje o Sabores do Chef te ensina a famosa receita de suco verde do Dr. Oz, que fez muito sucesso ao ser apresentado no programa da Oprah. Anote a receita que rende 4 xícaras e deve ser tomado, de preferência, em jejum.

Receita de suco verde detox

Ingredientes:

  • 350 ml de água filtrada
  • 1 xícara de espinafre
  • 1/2 xícara de pepino
  • 2 talos de aipo
  • um punhado de salsa
  • 2 maçãs sem sementes
  • 1 pedaço de gengibre
  • suco de 1 limão
  • 1 1/2 xícaras de gelo

Modo de preparo:

Bater tudo no liquidificador ou passar pela centrífuga de suco. Coe e beba imediatamente seu suco verde. Ele te dará muita disposição para a correria do dia a dia.
Se você quer outra opção de bebida saudável, que tal experimentar o suco nutritivo de uva?

Do Sabores do Chef
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Transexual, a busca pela identidade

Assumir um novo gênero ainda é um obstáculo para a sobrevivência.
“Se o travesti não for cabeleireiro ou costureiro e, der sorte, eu não conheço trabalhando em outro canto não”, diz Jacinta Rodrigues, educadora social da Ong Barraca da Amizade (CE). O Caminhos da Reportagem conheceu a realidade de cearenses que são expulsos de casa quando assumem a transexualidade. A maioria acaba se prostituindo.


O oposto acontece com o transexual que estudou primeiro para depois se assumir na sociedade. É o caso da delegada Laura Castro, que foi sozinha para a Tailândia para a cirurgia de mudança de sexo. E não se arrepende.
Entre tantas histórias de drama e superação, o professor de idiomas Luiz Fernando e a analista de sistemas Daniela Andrade contam como é uma entrevista de emprego ao assumir a nova identidade, para conseguir uma vaga no mercado de trabalho. Considerado o “travesti da família brasileira”, Rogéria se identifica como Astolfo Barroso Pinto, mas, não se considera gay e nem  mulher. Ela diz que é uma atriz 24 horas por dia, que escolheu o papel de uma mulher chique para sobreviver nos palcos do mundo.
Roteiro e direção: Bianca Vasconcellos
Reportagem:  Aline Beckstein, Gustavo Minari, Luana Ibelli
Produção: Aline Beckstein, Carolina Pavanelli, Luana Ibelli, Natália Keiko e Thaís Rosa
Apoio à produção: Carlos Molinari
Imagens:  Alexandre Nascimento, Édina Girardi, Eduardo Viné, João Marcos Barbosa, Rafael Rosa; Sidmar
Auxiliares: Eduardo da Silva, Daniel Teixeira, Lion Silva, Sérgio Almeida
Sonoplastia: Priscila Resende
Edição de imagens: Caio Cardenuto, Rodger Kenzo
Finalização de edição de imagens: Rodger Kenzo

 
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Transexual ganha indenização por ser obrigada a usar vestiário masculino

Uma transexual ganhou na Justiça o direito de receber uma indenização de R$ 5 mil por danos morais da empresa em que trabalhava, em Curitiba. De acordo com o Tribunal Regional do Trabalho do Paraná (TRT-PR), ela foi obrigada a usar o banheiro masculino no período em que trabalhou na empresa. A transexual se sentia constrangida ao ter que dividir o mesmo espaço que os homens. Ainda cabe recurso.
Conforme o TRT-PR, a transexual foi contratada por um período determinado, em 2011. Nos primeiros dias de trabalho, ela pediu para usar o banheiro feminino e isso foi concedido pela empresa. Contudo, as mulheres da empresa reclamaram de ter que dividir o espaço com ela, já que ela ainda tinha a genitália masculina à época.
Para evitar as reclamações, a empresa mudou a conduta e disse para a transexual passar a frequentar o banheiro masculino. Os dois banheiros também serviam como vestiários, onde os funcionários tomavam banho e trocavam de roupa para trabalhar.
A sentença muda o entendimento em primeira instância, que havia negado o pedido da transexual. Para os desembargadores do TRT-PR, a conduta da empresa foi discriminatória em relação à transexual. Para o desembargador Edmilson Antônio de Lima, revisor do processo, o constrangimento ao qual as mulheres da empresa se queixavam deveria ser menor que o da transexual ao usar o banheiro masculino. “A situação de a autora ser vista de lingerie perante os empregados do sexo masculino me parece mais desconfortante do que as empregadas do sexo feminino serem vistas de lingerie pela parte autora, que também se vê como mulher”, escreveu.


Do G1
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Transexual será indenizada por humilhação em agência do Bradesco

O Banco Bradesco foi condenado a indenizar em R$ 15 mil uma cliente transexual barrada na porta giratória de uma agência em Belém, no Pará. Ela não conseguiu entrar no local e precisou se despir para mostrar que não portava nenhum objeto de metal. O problema teria durado meia hora e causado ‘algazarra entre as pessoas que passavam pelo local, tendo muitos filmado e repercutido em redes sociais’, segundo o Tribunal de Justiça de Goiás.
O processo foi julgado em Goiânia, local de residência da vítima. Segundo o Código de Defesa do Consumidor, as pessoas podem escolher o foro competente para dar início à ação. A cliente é caminhoneira e estava em Belém, quando precisou fazer um depósito para o filho, que mora em Jataí, no interior de Goiás.
Na ação, ela contou que teve a bolsa revistada pelo segurança na entrada do banco. Em seguida, precisou tirar os sapatos, mas, mesmo assim, teve sua entrada barrada pela porta. ‘Depois, se viu obrigada a se despir dos trajes’, contou no processo.
A cliente diz acreditar que foi discriminada por sua sexualidade e que o segurança do banco optou por acionar o sistema de travamento. Sua entrada só foi permitida quando um funcionário, ao ouvir a confusão, decidiu interceder e liberar.
Em primeiro instância, a 8ª Vara Cível da Comarca de Goiânia já havia concedido sentença favorável à cliente. O banco recorreu, sustentando que “o simples travamento da porta giratória eletrônica se constitui um contratempo” e que isso seria um “preço pequeno a se pagar pela segurança”.
Para o desembargador Gerson Santana Cintra, relator do processo, houve a configuração de ofensa à honra da cliente. Procurado, o banco informou em nota que o assunto está sub judice e não comentará o caso.

Do 24am
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Em defesa das Putas...

Em defesa das putas
Dizem que a corrupção
É uma grande putaria
Contra os cofres da nação
Permitam-me discordar
E às putas defender
Elas entregam
Exatamente o que cobram
Sem sobre-preço
Ou aditivo 
No contrato avençado
Que vale tanto
Que é de boca
Nem precisa ser assinado
E tem um detalhe fundamental
Putas a gente paga 
Para podermos foder
E termos prazer
Políticos nós somos obrigados a pagar
Para eles nos foderem
E estragarem nosso prazer
Portanto: um viva às putas!
Que são muito mais honestas
Que este bando de corruptos 
Formado por políticos e empresários
Eles sim
Uns grandíssimos filhos-da-puta!
 
Retirei do Blog Interrogações...
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Transexual morre após aplicação de silicone industrial


Uma transexual, identificada como Bruna Prado, de 31 anos, morreu após aplicação de silicone industrial nas nádegas. A situação foi registrada na terça-feira (04), em Curitiba.
De acordo com informações de amigas, ela já havia feito aplicação de silicone nas nádegas e queria aumentar. Porém, ela passou mal durante a aplicação e foi levada às pressas ao Hospital Instituto de Medicina Curitiba. Pouco depois de dar entrada ela não resistiu e morreu.
O corpo foi encaminhado ao IML (Instituto Médico Legal) de Curitiba. Durante a madrugada desta quinta-feira (06), a mãe de Bruna, muito abalada, foi até o IML para realizar o reconhecimento.
A DHPP (Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa) abriu um inquérito para investigar o caso. O laudo com a causa da morte deve sair em 30 dias.
As informações são do blog Plantão 190.

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Xana é crossdresser: você sabe o que é isso?

Xana, o personagem de Aílton Graça em Império, deixou o público e os seus amigos da novela confusos ao revelar, recentemente, que é crossdresser. O termo novo impressionou e deixou Lorraine (Dani Barros), coitadinha, toda confusa. Mas não era para tanto: crossdresser é simplesmente quando um homem veste-se de mulher.
Retratos da Fama entra no assunto e te ajuda a entender melhor este e outros termos relacionados à identidade e gênero sexual, além de relembrar personagens que causaram nas novelas por abordar a questão da sexualidade, cada vez mais presente.
Confira, ainda, o que Aílton pensa de Xana e como deve ser o casamento dele com Naná (Viviane Araujo).
Em busca do seu lugar
Com perdão do trocadinho, Aílton Graça é a graça de Império, na pele do crossdresser Xana Summer, um homem que se veste e age como mulher! Logo, ele deve gostar de outros homens. Certo? Não necessariamente!
Na história de Aguinaldo Silva, Xana contou para Lorraine (Dani Barros) que se veste de mulher porque sente necessidade, mas que nunca saiu por aí com "um bofe". Pelo contrário: ele tem uma forte queda pela manicure Naná (Viviane Araujo) e anda morrendo de ciúme dela, que está dando umas voltas misteriosas... 
Para o ator, a discussão ultrapassa a questão da sexualidade do cabeleireiro.
- É confuso para mim também, mas tento colocar como na emancipação feminina, quando as mulheres passaram a usar calça, mudar um pouco o gestual, sentar quase de perna aberta. O homem também vem buscando o seu lugar - disse Aílton ao jornal Extra.
Além do termo  crossdresser, existem outras expressões pouco conhecidas pelo grande público. Aílton já deparou com algumas:
- Descobri que tem os g0ys, que são os homens que ficam com outros homens, mas dizem que não são gays. E tem um monte de gente que se diz bissexual. Acho que está sendo colocado no centro da roda um outro perfil, do cara que tem essa mistura, que todo mundo olha e tem dúvida.
Está aberta a discussão
A recepção do público a Xana tem emocionado o seu intérprete.
- Fui professor de um menino há muitos anos. Ele teve um problema com a família porque se declarou gay. O pai já o agrediu. Descobri recentemente que esse mesmo pai chorou com a cena em que a mãe do Luciano (Yago Machado) está morrendo e pede para o Xana cuidar do menino. Ele disse ao filho: "me ensina como lidar com você". Havia 20 anos que eles não se falavam. Para mim, vale mais que tudo saber que isso aconteceu - contou Aílton.
Para Mauro Alencar, especialista em novelas, o público costuma lidar bem com os assuntos polêmicos colocados nas tramas. A história de Xana pode abrir portas para a discussão sobre outros tipos de relacionamentos:
- A novela certamente possibilitou a compreensão dos múltiplos afetos contidos na espécie humana, a exemplo do que assistimos recentemente em Amor à Vida e em Império.

Homenagem
Xana está agradando tanto ao público LGBT que rendeu a Aílton uma homenagem no Concurso Talentos de Dublagem, no Rio de Janeiro, que premiou o melhor transformista do ano, no mês passado. O troféu levou os nomes de Aílton e Viviane Araujo.
Casamento
Xana e Naná vão se unir por uma boa causa: a adoção de Luciano. Vivi e Aílton acreditam que o público vai torcer pela dupla. Apesar disso, ainda há dúvidas se a relação vai ser realmente de marido e mulher.
- Não sei se realmente serão um casal. Acho que Naná tem uma paixão por Xana, mas de alma. É um amor de irmão. Não sei se tem esse lado carnal - opina Viviane.
A amizade entre os atores só ajuda na interpretação.
- A gente se conhece do mundo do samba. O lado afetuoso que tenho pela Viviane foi emprestado para esses personagens - completa Aílton.
Na vida real
Um crossdresser famoso é o cartunista Laerte Coutinho. Ele já era bem conhecido por suas tirinhas quando, em 2010, resolveu assumir que gosta de vestir-se de mulher e passou a circular por aí com peças femininas no dia a dia.
Antes disso, suas escolhas e sua sexualidade ficavam debaixo do tapete. A partir daí, foi só polêmica! Ele também contou para todo mundo que é bissexual e, em 2013, posou sem roupa para as páginas da revista Rolling Stone.
Identidade x orientação
A psicóloga e sexóloga Lúcia Pesca, da coluna Falando de Sexo, explica que o crossdressing (em inglês, vestir-se ao contrário) não está relacionado a ser gay ou não.
- Quem pratica crossdressing adota a vestimenta, o papel do sexo oposto, mas não necessariamente é homossexual. Pode ser homo, hetero ou bissexual. A diferença é que essas pessoas não querem passar por mudanças físicas, como a de sexo.
Para a sexóloga, é importante diferenciar a orientação sexual de cada pessoa (gay, hetero ou bi) da identidade que ela assume.
- Ninguém escolhe uma certa orientação sexual. Ela é construída por diversos fatores: biológicos, psicológicos, sociais e culturais. Uma criança, por exemplo, pode ter trejeitos do sexo oposto e não ser homossexual. Isso tem a ver com a identidade que cada pessoa assume.

Entenda este universo
Crossdresser: indivíduo de um sexo que age e se veste como o sexto oposto, mas não necessariamente sente-se atraído pelo mesmo sexo. O termo, em inglês, significa "vestir-se ao contrário". É o caso de Xana.
Transexual: é aquele que nasceu em um corpo de homem, mas assumiu características de mulher com o auxílio de hormônios, cirurgias plásticas e cirurgia de conversão sexual.
Travesti: nasceu com corpo masculino, mas assume todas as características de uma mulher, muitas vezes, graças a hormônios ou cirurgias plásticas. A diferença entre travesti e transexual é que o primeiro permanece com genitália masculina.
Transgênero: inclui qualquer pessoa que não se identifica com o comportamento esperado para o seu gênero biológico. Um travesti, um crossdresser e um transexual são considerados transgêneros.
Bissexual: gosta de homens e mulheres.
g0ys: são heterossexuais mais liberais, ou seja, homens que ficam com outros homens, mas não se consideram gays, pois não praticam sexo anal.
Metrossexual: é o homem urbano que se preocupa muito com a aparência. Este tipo de homem é vaidoso, gosta de investir em roupas e cosméticos, mas não necessariamente é gay.
Supportive Opposite: o site Brazilian Crossdresser Club (bccclub.com.br), que reúne diversos adeptos do crossdresser, apresenta esta classificação. O termo cabe para Naná: é a companheira de um crossdresser. Ela aceita e apoia suas escolhas.
Homossexual: é quem sente atração por pessoas do mesmo sexo. Homem que gosta de homem é gay. Mulher que gosta de mulher é lésbica.
Heterossexual: significa sentir atração por pessoas do sexo oposto.

Assunto nas novelas desde 1970
A discussão da sexualidade na tevê está cada vez mais em alta e não passa uma novela sem que o assunto seja abordado. Mas nem sempre foi assim. Em Torre de Babel (1998), o casal Rafaela (Christiane Torloni) e Leila (Sílvia Pfeifer) não agradou e acabou morrendo, junto com diversos outros personagens, na explosão de um shopping.
Para o especialista em novelas Mauro Alencar, foi nos anos 2000 que os gays passaram a aparecer com frequência nas tramas. O primeiro beijo gay masculino foi gravado por Bruno Gagliasso e Erom Cordeiro, que interpretavam Júnior (Bruno) e Zeca (Erom), em América (2005), mas a cena não foi exibida. Na época, a TV Globo admitiu que cortou a cena do último capítulo. Coube a Niko (Thiago Fragoso) e Félix (Mateus Solano), em Amor à Vida (2013), protagonizarem o primeiro beijo gay entre homens nas telenovelas. E agora, quando será o próximo? Relembre!
COMEÇO - O primeiro gay em novela foi Rodolfo Augusto, um costureiro interpretado por Ary Fontoura em Assim na Terra Como no Céu (1970). Era exibida às 22h.
AGRESSÃO - Em A Próxima Vítima (1995), André Gonçalves interpretava Sandrinho. O personagem mantinha um relacionamento com Jefferson (Lui Mendes). No início, os dois ficavam juntos em segredo e causaram bastante polêmica. Apesar da boa aceitação do público, André Gonçalves chegou a ser agredido na rua, na época, por conta do personagem.
ELAS - Torre de Babel (1998) mostrou um casal de mulheres: Rafaela e Leila. Além de homossexualidade, a novela tratou de outros assuntos polêmicos, como drogas, infidelidade e violência. O início da trama não agradou ao público, e o autor Silvio de Abreu utilizou a explosão de um shopping para antecipar a morte de diversos personagens. Entre eles, Rafaela e Leila.
QUE GELO - Paraíso Tropical (2007) mostrou um casal bastante criticado. Rodrigo (Carlos Casagrande) e Tiago (Sérgio Abreu) eram casados na trama, mas, mesmo nas cenas em que os dois apareciam em casa, sozinhos, mal se tocavam. Ficaram conhecidos como casal iceberg.
FOI! - O primeiro beijo gay em novelas da Globo aconteceu entre o inesquecível casal Niko e Félix, em Amor à Vida (2013). Na trama de Walcyr Carrasco, Niko começou casado com Eron (Marcello Antony), mas os dois acabaram se separando. Já o personagem de Mateus é lembrado pelo bom humor e pelas más atitudes. O tão esperado beijo só rolou no último capítulo.

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Transexual do ES comemora uso de nome social em prova do Enem

Mesmo muito antes de sequer fazer a prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), Deborah Sabará, de 35 anos, já tem um grande motivo para comemorar. Ela está entre os 95 candidatos e candidatas transexuais que tiveram autorização do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) para usarem nome social durante a prova.
A medida, inédita em 15 anos de Enem, dá aos transexuais o direito de serem tratados pelos gêneros e nomes que escolheram ter. A mudança na política do exame aconteceu depois que diversos candidatos e candidatas 'trans' reclamaram de episódios de constrangimento por não se parecerem mais com a foto no documento de identidade.
Para poderem garantir esse direito, os candidatos e candidatas precisaram ligar para um telefone de atendimento e solicitar um formulário específico. Entre as opções, estavam a designação em sala de aula conforme a ordem alfabética do nome social, o tratamento dado pelos fiscais e se iriam querer usar o banheiro masculino ou feminino.
Esse ano, Deborah vai fazer o Enem para tentar uma vaga no curso de serviço social da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes). Animada com o fato de poder utilizar o nome social, ela comemorou a decisão. "É um avanço, uma garantia de direitos, porque  a gente passa por uma violação de direitos o tempo todo. Espero que isso ajude centenas de outros transexuais", falou.
Deborah também contou que está feliz com o resultado do processo porque, segundo ela, fez parte dessa conquista. "Estou muito feliz porque de certa forma participei desse processo. Quando me ligaram para conferir alguns dados, a pessoa cometeu alguns equívocos. Então eu mandei um e-mail para o Ministério da Educação alertando sobre isso. Depois, esses profissionais responsáveis por ligar para a gente passaram por uma espécie de treinamento para lidar com a gente e não cometer nenhum erro", disse.
Militante das causas LGBTs, Deborah ela acredita que esse é um primeiro passo, e contou que já entrou com uma ação para ter o nome social nos documentos. "Uso meu nome social desde os 14 anos. Sou reconhecida pela minha família, meus amigos, na minha rua como Deborah. Por que na Justiça não posso ser?", disse.
Preconceito
Para Deborah, poder usufruir do direito concedido pelo Ministério da Educação é muito mais que uma vaidade, já que situações constrangedoras envolvendo o nome social acontecem a todo momento. “As pessoas deixam de fazer uma prova, de ir em uma unidade de saúde, num clínico geral porque sentem medo de os profissionais chamarem ‘João’ e levantar uma ‘Maria’. Eu mesma já deixei de fazer várias coisas porque tinha vergonha e medo das pessoas me chamarem pelo nome de registro”, disse.
Preparação
Sobre a prova, ela disse que conta com a ajuda de amigos para se preparar. “Eu tenho dificuldade com redação, com colocação de vírgulas, pontos, então tenho vários amigos que me ajudam a estudar. Faço redações pelo computador e eles corrigem para mim”, contou.
Sem muito tempo para estudar, ela confessou que torce para que caiam assuntos sobre atualidade. "Espero que caia muita pergunta da atualidade, porque assisto aos jornais. Mas não tenho tempo de estudar em casa. Vou na cara e na coragem mesmo", brincou.
Segurança
O Inep afirmou que o nome social desses 95 candidatos e candidatas constará no cartão de confirmação de inscrição que será enviado pelo correio, mas que, "por uma questão de segurança, a identificação dos candidatos será feita pelo CPF, informado no formulário de inscrição (junto com o nome que consta no documento de identidade) preenchido no site do Enem".

Do G1
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Dori ltda é condenada por 'humilhar' funcionária homossexual

A empresa Dori Indústria e Comércio de Produtos Alimentícios foi condenada pelo Tribunal Reginal do Trabalho do Paraná (TRT-PR) por "humilhar constantemente" uma funcionária, em razão da orientação sexual dela. O caso ocorreu em Rolândia, no norte do Paraná, e foi divulgado nesta quarta-feira (5) pelo Tribunal.
De acordo com a Justiça, a operadora de máquinas era tratada, habitualmente, de forma pejorativa pela supervisora, com comentários ofensivos, durante dois anos, até 2012. Conforme o processo, ficou comprovado que a chefe dizia para outras funcionárias não andarem com a mulher, para não ficarem "mal faladas". Ela se referia à subordinada como "sapatão".
Diante das humilhações, a funcionária se queixou para o setor de recursos humanos, mas nada foi feito, conforme o TRT. No processo, porém, a empresa disse desconhecer as reclamações. Para a juíza Yumi Saruwatari Yamaki, da Vara do Trabalho de Rolândia, há provas de que seria improvável que a empresa não soubesse dos fatos.
A indenização, por danos morais, foi estipulada em R$ 10 mil, conforme o Tribunal. Para o desembargador Francisco Roberto Ermel, o assédio ficou caracterizado por uma conduta discriminatória da chefe da operadora de máquinas.
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"A funcionária era tratada de maneira desigual, de forma reiterada e explícita, com referências pejorativas de forma indireta, com manipulação perversa”, explicou o desembargador.
A Dori disse que recorrerá da decisão e que a funcionária a quem foi atribuída a prática discriminatória foi desligada da empresa em novembro de 2012. "Ademais, a empresa condena e se empenha em combater qualquer ato de discriminação no ambiente de trabalho de que tenha conhecimento, além de divulgar a sua política, que recomenda e incentiva o tratamento cordial e respeitoso entre os seus colaboradores."
Do G1
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A arte de ser “cross-dressing” é voltada aos mais diferentes gêneros.

O personagem da novela da Globo “Império” surpreende na trama ao refere-se sobre a sexualidade da Xana personagem de Aílton Graça, que, revelando que não é gay nem travesti. Na verdade ele é um crossdresser, um homem que gosta de se vestir de mulher e gosta de mulher, Lorraine (Dani Barros) resolve perguntar se ele não gosta de homem, e Xana dispara: “Já me viu com algum bofe, por acaso?”. Ela responde que não e ele pergunta com quem dorme todas as noites. Animada, Naná (Viviane Araújo) responde: “A coxuda aqui, é claro!”. A morena então fica logo chocada e percebe o que realmente acontece: “Tá me dizendo que vocês… (esfrega os indicadores)”. Xana então responde: “Tou dizendo que as aparências enganam!”. Depois, Lorraine pergunta o motivo dele se vestir de mulher, “Tem a ver com satisfação interior, uma necessidade de se vestir de mulher, sem desejar uma troca de gênero… Se você reparar, me refiro a mim mesmo no masculino. Você já me viu pedir pra criançada me chamar de tia Xana? Não! É tio Xana. Mas esquece isso, vai dar um nó na tua cabecinha…”, revela o cabeleireiro, este personagem da novela veem mostra que a existência real dessas pessoas estão no cotidiano nosso dia a dia e cada dia que se passa eles se tornam mais presente e mais reais.
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Menores transexuais recebem apoio cada vez mais cedo nos EUA

Ofelia Barba Navarro se emociona quando lembra das agressões físicas e insultos sofridos durante anos por sua filha Zoey, de 13 anos, que é transexual.
Ela sabia da identidade de gênero de sua filha desde muito cedo, e sua principal preocupação era tentar proteger Zoey, registrada como sendo do sexo masculino.
"A perseguição era constante, a pegavam, jogavam ao chão e diziam coisas horríveis", conta a mãe solteira que vive em uma casa simples com os três filhos em Downey, um subúrbio de Los Angeles, no Estado americano da Califórnia.
"Usavam insultos que eu não me atrevo a repetir. Foi nesta época que Zoey, com apenas oito ou nove anos, começou a falar que não queria mais viver e isso meu deu muito medo. Quando sua filha diz que preferia estar morta, ou quando te chamam na escola para dizer que sua filha quer pular do prédio, você percebe que precisa fazer algo."
Atualmente, depois de anos de sofrimento e incerteza, Ofelia e Zoey finalmente estão recebendo a ajuda que precisam e garantem que, finalmente, podem pensar no futuro com otimismo.



Zoey é acompanhada há três anos pelos profissionais do Hospital Infantil de Los Angeles e começou a transição para poder se desenvolver totalmente como mulher.
Seu caso é parecido com o de centenas de menores transexuais de todos os Estados Unidos que estão recebendo ajuda cada vez mais cedo para que possam viver de acordo com sua verdadeira identidade de gênero.

Progresso

Esta é uma amostra de que está ocorrendo progresso na percepção da transexualidade.
"Os avanços que ocorreram nos últimos anos foram enormes", disse à BBC Mundo a médica Johanna Olson, diretora do Centro para Saúde e Desenvolvimento dos Jovens Transexuais do Hospital Infantil de Los Angelos, que cuida da transição de Zoey.
"É um tema falado cada vez mais abertamente e cada vez mais cedo. Não há dúvida de que a visibilidade da comunidade transexual nos meios (de comunicação) está ajudando. Agora até nas séries de televisão estão incluindo personagens transexuais", disse a médica, uma das principais especialistas deste campo nos EUA.
"Além disso, a internet está permitindo que crianças e jovens transexuais entrem em contato e possam ter acesso a comunidades as quais, antes, não teriam como encontrar. Isto está fazendo com que a visibilidade do coletivo aumente."
Segundo explica Olson, quando iniciou seu trabalho neste campo, há pouco mais de cinco anos, tinha apenas 40 crianças e jovens como pacientes e agora conta com cerca de 340 com idades entre quatro e 25 anos.
"A mentalidade dos pais mudou muito na última década. Cada vez mais estão conscientes de que há formas de ser alternativas."

"Dialogam de forma totalmente diferente com os filhos, os enxergam como seres humanos e não como uma propriedade. Isso permite que as crianças e adolescentes possam falar de suas experiências", disse.

Bloqueio da puberdade

Segundo Olson, uma das maiores mudanças dos últimos anos é a possibilidade de dar às crianças transexuais os chamados bloqueadores hormonais.
Estes são remédios cujos efeitos são reversíveis, aplicados em forma de injeção ou implante subcutâneo.
Estes remédios são fornecidos para crianças transexuais antes que comecem a puberdade biológica, para que o corpo não produza os hormônios sexuais que produziria normalmente.
"Os transexuais ficam mais vulneráveis quando experimentam a puberdade que não corresponde (à identidade de gênero). É quando vemos que eles sofrem de ansiedade, depressão, tentativa de suicídio ou isolamento social."
Paralisando a puberdade, os médicos evitam que se desenvolvam com os traços físicos e sexuais de um gênero com o qual não se identificam, como a voz grave e pelos no corpo, no caso de meninos, ou seios, no caso de meninas.
Depois, entre os 14 e 16 anos, dependendo do protocolo de cada país, os médicos podem começar um tratamento hormonal para desenvolver os traços físicos de acordo com sua verdadeira identidade de gênero.
A médica afirma que os bloqueadores são seguros e lembra que há décadas eles são usados para crianças com transtornos que levam à puberdade precoce.
Mas Olson reconhece que a terapia de substituição hormonal, a mais polêmica e que usa estrogênio ou testosterona, resulta em mudanças irreversíveis e os pacientes ficam estéreis.
Outros especialistas afirmam que, devido a estas mudanças irreversíveis e pelo fato de não se conhecer os efeitos no longo prazo, seria necessário esperar que os jovens atingissem a maioridade para que eles decidissem se devem ou não seguir com a terapia.

Mudanças

Zoey, que começou o tratamento há três anos, usa os bloqueadores hormonais e faz tratamento com Johanna Olson graças à organização União das Liberdades Civis dos Estados Unidos (ACLU, na sigla em inglês). Desde então, sua vida mudou muito.
Os especialistas da organização tiveram que intervir para que Zoey não fosse expulsa da escola, que considerava a forma como ela se vestia e seu comportamento inadequados.
"Percebi que não tinha que ser uma pessoa diferente e que podia ser eu mesma. Um mundo de possibilidades se abriu. Pude deixar o cabelo crescer e me vestir como realmente queria", disse Zoey em entrevista à BBC Mundo.
Ofelia, por sua vez, conta que não foi uma decisão difícil a de deixar sua filha começar o tratamento, já que sabia dos problemas que transexuais enfrentam durante a transição para a idade adulta.
Drian Juárez, que trabalha como diretora do programa de fortalecimento econômico dos transexuais do Centro de Gays e Lésbicas de Los Angeles, passou por isso.

"Como mulher tive que atravessar a puberdade masculina e isto, quando fui ficando mais velho, fez minha transexualidade mais visível, o que levou à discriminação, abuso e violência", disse à BBC MUndo.
Juárez contou com o apoio da família, mas sofreu muitos abusos físicos e verbais durante a infância e adolescência. Quando entrou na idade adulta, isolada socialmente e sem poder pagar pelos tratamentos para fazer a transição, teve que se prostituir.
Juárez acredita que as mudanças dos últimos anos podem ser em parte atribuídas aos pais que têm cada vez mais informações, particularmente graças à internet.
"Ver que agora os filhos podem expressar quem realmente são é incrível. Casos como o de Zoey me dão esperança. Esperança de que não terá que enfrentar tanta discriminação e poderá mostrar ao mundo sua verdadeira identidade", afirmou.


Da BBC
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Sobre este blog

Aqui eu não sou homem ou mulher. Sou um adepto do crossdresing. Sou uma Crossdresser - CD ou CDzinha. Desde os 9 anos, adoro lingeries e roupas sexyes. Levo uma vida normal masculina e tenho uma vida clandestina feminina.

Me proponho aqui a falar um pouco de tudo, em especial das Crossdressers, dos transexuais, dos Travestis e da enorme comunidade
LGBT existente em todo o mundo. Um estilo de vida complicado e confuso (para alguns)... Este espaço também se presta para expor a minha indignação quanto ao ódio e preconceito em geral.

Observo que esse é um blog onde parte do que aqui posto pode ser considerado como orientado sexualmente para adultos, ou seja, material destinado a pessoas maiores de 18 anos. Se você não atingiu ainda 18 anos, ou se este tipo de material ofende você, ou ainda se você está acessando a internet de algum país ou local onde este tipo de material é proibido por lei, NÃO siga 'navegando'.

Sou um Crossdresser {homem>mulher} casada {com mulher - que nada sabe} e não sou um 'pedaço de carne'.

Para aqueles que eventualmente perguntam sobre o porque do termo 'Crossdresser GG', eu informo que lógico que o termo trata das minhas medidas. Ja que de fato visto 'GG'. Entretanto alcunhei que 'GG' de Grande e Gorda, afinal minhas medidas numéricas femininas para Blusas, camisetas e vestidos são tamanho: 50 e Calças, bermudas, shorts e saias são tamanho: 50.

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