Uma Crossdresser Gordinha Complicada e Imperfeita

Em defesa das Putas...

Em defesa das putas
Dizem que a corrupção
É uma grande putaria
Contra os cofres da nação
Permitam-me discordar
E às putas defender
Elas entregam
Exatamente o que cobram
Sem sobre-preço
Ou aditivo 
No contrato avençado
Que vale tanto
Que é de boca
Nem precisa ser assinado
E tem um detalhe fundamental
Putas a gente paga 
Para podermos foder
E termos prazer
Políticos nós somos obrigados a pagar
Para eles nos foderem
E estragarem nosso prazer
Portanto: um viva às putas!
Que são muito mais honestas
Que este bando de corruptos 
Formado por políticos e empresários
Eles sim
Uns grandíssimos filhos-da-puta!
 
Retirei do Blog Interrogações...
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Transexual morre após aplicação de silicone industrial


Uma transexual, identificada como Bruna Prado, de 31 anos, morreu após aplicação de silicone industrial nas nádegas. A situação foi registrada na terça-feira (04), em Curitiba.
De acordo com informações de amigas, ela já havia feito aplicação de silicone nas nádegas e queria aumentar. Porém, ela passou mal durante a aplicação e foi levada às pressas ao Hospital Instituto de Medicina Curitiba. Pouco depois de dar entrada ela não resistiu e morreu.
O corpo foi encaminhado ao IML (Instituto Médico Legal) de Curitiba. Durante a madrugada desta quinta-feira (06), a mãe de Bruna, muito abalada, foi até o IML para realizar o reconhecimento.
A DHPP (Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa) abriu um inquérito para investigar o caso. O laudo com a causa da morte deve sair em 30 dias.
As informações são do blog Plantão 190.

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Xana é crossdresser: você sabe o que é isso?

Xana, o personagem de Aílton Graça em Império, deixou o público e os seus amigos da novela confusos ao revelar, recentemente, que é crossdresser. O termo novo impressionou e deixou Lorraine (Dani Barros), coitadinha, toda confusa. Mas não era para tanto: crossdresser é simplesmente quando um homem veste-se de mulher.
Retratos da Fama entra no assunto e te ajuda a entender melhor este e outros termos relacionados à identidade e gênero sexual, além de relembrar personagens que causaram nas novelas por abordar a questão da sexualidade, cada vez mais presente.
Confira, ainda, o que Aílton pensa de Xana e como deve ser o casamento dele com Naná (Viviane Araujo).
Em busca do seu lugar
Com perdão do trocadinho, Aílton Graça é a graça de Império, na pele do crossdresser Xana Summer, um homem que se veste e age como mulher! Logo, ele deve gostar de outros homens. Certo? Não necessariamente!
Na história de Aguinaldo Silva, Xana contou para Lorraine (Dani Barros) que se veste de mulher porque sente necessidade, mas que nunca saiu por aí com "um bofe". Pelo contrário: ele tem uma forte queda pela manicure Naná (Viviane Araujo) e anda morrendo de ciúme dela, que está dando umas voltas misteriosas... 
Para o ator, a discussão ultrapassa a questão da sexualidade do cabeleireiro.
- É confuso para mim também, mas tento colocar como na emancipação feminina, quando as mulheres passaram a usar calça, mudar um pouco o gestual, sentar quase de perna aberta. O homem também vem buscando o seu lugar - disse Aílton ao jornal Extra.
Além do termo  crossdresser, existem outras expressões pouco conhecidas pelo grande público. Aílton já deparou com algumas:
- Descobri que tem os g0ys, que são os homens que ficam com outros homens, mas dizem que não são gays. E tem um monte de gente que se diz bissexual. Acho que está sendo colocado no centro da roda um outro perfil, do cara que tem essa mistura, que todo mundo olha e tem dúvida.
Está aberta a discussão
A recepção do público a Xana tem emocionado o seu intérprete.
- Fui professor de um menino há muitos anos. Ele teve um problema com a família porque se declarou gay. O pai já o agrediu. Descobri recentemente que esse mesmo pai chorou com a cena em que a mãe do Luciano (Yago Machado) está morrendo e pede para o Xana cuidar do menino. Ele disse ao filho: "me ensina como lidar com você". Havia 20 anos que eles não se falavam. Para mim, vale mais que tudo saber que isso aconteceu - contou Aílton.
Para Mauro Alencar, especialista em novelas, o público costuma lidar bem com os assuntos polêmicos colocados nas tramas. A história de Xana pode abrir portas para a discussão sobre outros tipos de relacionamentos:
- A novela certamente possibilitou a compreensão dos múltiplos afetos contidos na espécie humana, a exemplo do que assistimos recentemente em Amor à Vida e em Império.

Homenagem
Xana está agradando tanto ao público LGBT que rendeu a Aílton uma homenagem no Concurso Talentos de Dublagem, no Rio de Janeiro, que premiou o melhor transformista do ano, no mês passado. O troféu levou os nomes de Aílton e Viviane Araujo.
Casamento
Xana e Naná vão se unir por uma boa causa: a adoção de Luciano. Vivi e Aílton acreditam que o público vai torcer pela dupla. Apesar disso, ainda há dúvidas se a relação vai ser realmente de marido e mulher.
- Não sei se realmente serão um casal. Acho que Naná tem uma paixão por Xana, mas de alma. É um amor de irmão. Não sei se tem esse lado carnal - opina Viviane.
A amizade entre os atores só ajuda na interpretação.
- A gente se conhece do mundo do samba. O lado afetuoso que tenho pela Viviane foi emprestado para esses personagens - completa Aílton.
Na vida real
Um crossdresser famoso é o cartunista Laerte Coutinho. Ele já era bem conhecido por suas tirinhas quando, em 2010, resolveu assumir que gosta de vestir-se de mulher e passou a circular por aí com peças femininas no dia a dia.
Antes disso, suas escolhas e sua sexualidade ficavam debaixo do tapete. A partir daí, foi só polêmica! Ele também contou para todo mundo que é bissexual e, em 2013, posou sem roupa para as páginas da revista Rolling Stone.
Identidade x orientação
A psicóloga e sexóloga Lúcia Pesca, da coluna Falando de Sexo, explica que o crossdressing (em inglês, vestir-se ao contrário) não está relacionado a ser gay ou não.
- Quem pratica crossdressing adota a vestimenta, o papel do sexo oposto, mas não necessariamente é homossexual. Pode ser homo, hetero ou bissexual. A diferença é que essas pessoas não querem passar por mudanças físicas, como a de sexo.
Para a sexóloga, é importante diferenciar a orientação sexual de cada pessoa (gay, hetero ou bi) da identidade que ela assume.
- Ninguém escolhe uma certa orientação sexual. Ela é construída por diversos fatores: biológicos, psicológicos, sociais e culturais. Uma criança, por exemplo, pode ter trejeitos do sexo oposto e não ser homossexual. Isso tem a ver com a identidade que cada pessoa assume.

Entenda este universo
Crossdresser: indivíduo de um sexo que age e se veste como o sexto oposto, mas não necessariamente sente-se atraído pelo mesmo sexo. O termo, em inglês, significa "vestir-se ao contrário". É o caso de Xana.
Transexual: é aquele que nasceu em um corpo de homem, mas assumiu características de mulher com o auxílio de hormônios, cirurgias plásticas e cirurgia de conversão sexual.
Travesti: nasceu com corpo masculino, mas assume todas as características de uma mulher, muitas vezes, graças a hormônios ou cirurgias plásticas. A diferença entre travesti e transexual é que o primeiro permanece com genitália masculina.
Transgênero: inclui qualquer pessoa que não se identifica com o comportamento esperado para o seu gênero biológico. Um travesti, um crossdresser e um transexual são considerados transgêneros.
Bissexual: gosta de homens e mulheres.
g0ys: são heterossexuais mais liberais, ou seja, homens que ficam com outros homens, mas não se consideram gays, pois não praticam sexo anal.
Metrossexual: é o homem urbano que se preocupa muito com a aparência. Este tipo de homem é vaidoso, gosta de investir em roupas e cosméticos, mas não necessariamente é gay.
Supportive Opposite: o site Brazilian Crossdresser Club (bccclub.com.br), que reúne diversos adeptos do crossdresser, apresenta esta classificação. O termo cabe para Naná: é a companheira de um crossdresser. Ela aceita e apoia suas escolhas.
Homossexual: é quem sente atração por pessoas do mesmo sexo. Homem que gosta de homem é gay. Mulher que gosta de mulher é lésbica.
Heterossexual: significa sentir atração por pessoas do sexo oposto.

Assunto nas novelas desde 1970
A discussão da sexualidade na tevê está cada vez mais em alta e não passa uma novela sem que o assunto seja abordado. Mas nem sempre foi assim. Em Torre de Babel (1998), o casal Rafaela (Christiane Torloni) e Leila (Sílvia Pfeifer) não agradou e acabou morrendo, junto com diversos outros personagens, na explosão de um shopping.
Para o especialista em novelas Mauro Alencar, foi nos anos 2000 que os gays passaram a aparecer com frequência nas tramas. O primeiro beijo gay masculino foi gravado por Bruno Gagliasso e Erom Cordeiro, que interpretavam Júnior (Bruno) e Zeca (Erom), em América (2005), mas a cena não foi exibida. Na época, a TV Globo admitiu que cortou a cena do último capítulo. Coube a Niko (Thiago Fragoso) e Félix (Mateus Solano), em Amor à Vida (2013), protagonizarem o primeiro beijo gay entre homens nas telenovelas. E agora, quando será o próximo? Relembre!
COMEÇO - O primeiro gay em novela foi Rodolfo Augusto, um costureiro interpretado por Ary Fontoura em Assim na Terra Como no Céu (1970). Era exibida às 22h.
AGRESSÃO - Em A Próxima Vítima (1995), André Gonçalves interpretava Sandrinho. O personagem mantinha um relacionamento com Jefferson (Lui Mendes). No início, os dois ficavam juntos em segredo e causaram bastante polêmica. Apesar da boa aceitação do público, André Gonçalves chegou a ser agredido na rua, na época, por conta do personagem.
ELAS - Torre de Babel (1998) mostrou um casal de mulheres: Rafaela e Leila. Além de homossexualidade, a novela tratou de outros assuntos polêmicos, como drogas, infidelidade e violência. O início da trama não agradou ao público, e o autor Silvio de Abreu utilizou a explosão de um shopping para antecipar a morte de diversos personagens. Entre eles, Rafaela e Leila.
QUE GELO - Paraíso Tropical (2007) mostrou um casal bastante criticado. Rodrigo (Carlos Casagrande) e Tiago (Sérgio Abreu) eram casados na trama, mas, mesmo nas cenas em que os dois apareciam em casa, sozinhos, mal se tocavam. Ficaram conhecidos como casal iceberg.
FOI! - O primeiro beijo gay em novelas da Globo aconteceu entre o inesquecível casal Niko e Félix, em Amor à Vida (2013). Na trama de Walcyr Carrasco, Niko começou casado com Eron (Marcello Antony), mas os dois acabaram se separando. Já o personagem de Mateus é lembrado pelo bom humor e pelas más atitudes. O tão esperado beijo só rolou no último capítulo.

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Transexual do ES comemora uso de nome social em prova do Enem

Mesmo muito antes de sequer fazer a prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), Deborah Sabará, de 35 anos, já tem um grande motivo para comemorar. Ela está entre os 95 candidatos e candidatas transexuais que tiveram autorização do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) para usarem nome social durante a prova.
A medida, inédita em 15 anos de Enem, dá aos transexuais o direito de serem tratados pelos gêneros e nomes que escolheram ter. A mudança na política do exame aconteceu depois que diversos candidatos e candidatas 'trans' reclamaram de episódios de constrangimento por não se parecerem mais com a foto no documento de identidade.
Para poderem garantir esse direito, os candidatos e candidatas precisaram ligar para um telefone de atendimento e solicitar um formulário específico. Entre as opções, estavam a designação em sala de aula conforme a ordem alfabética do nome social, o tratamento dado pelos fiscais e se iriam querer usar o banheiro masculino ou feminino.
Esse ano, Deborah vai fazer o Enem para tentar uma vaga no curso de serviço social da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes). Animada com o fato de poder utilizar o nome social, ela comemorou a decisão. "É um avanço, uma garantia de direitos, porque  a gente passa por uma violação de direitos o tempo todo. Espero que isso ajude centenas de outros transexuais", falou.
Deborah também contou que está feliz com o resultado do processo porque, segundo ela, fez parte dessa conquista. "Estou muito feliz porque de certa forma participei desse processo. Quando me ligaram para conferir alguns dados, a pessoa cometeu alguns equívocos. Então eu mandei um e-mail para o Ministério da Educação alertando sobre isso. Depois, esses profissionais responsáveis por ligar para a gente passaram por uma espécie de treinamento para lidar com a gente e não cometer nenhum erro", disse.
Militante das causas LGBTs, Deborah ela acredita que esse é um primeiro passo, e contou que já entrou com uma ação para ter o nome social nos documentos. "Uso meu nome social desde os 14 anos. Sou reconhecida pela minha família, meus amigos, na minha rua como Deborah. Por que na Justiça não posso ser?", disse.
Preconceito
Para Deborah, poder usufruir do direito concedido pelo Ministério da Educação é muito mais que uma vaidade, já que situações constrangedoras envolvendo o nome social acontecem a todo momento. “As pessoas deixam de fazer uma prova, de ir em uma unidade de saúde, num clínico geral porque sentem medo de os profissionais chamarem ‘João’ e levantar uma ‘Maria’. Eu mesma já deixei de fazer várias coisas porque tinha vergonha e medo das pessoas me chamarem pelo nome de registro”, disse.
Preparação
Sobre a prova, ela disse que conta com a ajuda de amigos para se preparar. “Eu tenho dificuldade com redação, com colocação de vírgulas, pontos, então tenho vários amigos que me ajudam a estudar. Faço redações pelo computador e eles corrigem para mim”, contou.
Sem muito tempo para estudar, ela confessou que torce para que caiam assuntos sobre atualidade. "Espero que caia muita pergunta da atualidade, porque assisto aos jornais. Mas não tenho tempo de estudar em casa. Vou na cara e na coragem mesmo", brincou.
Segurança
O Inep afirmou que o nome social desses 95 candidatos e candidatas constará no cartão de confirmação de inscrição que será enviado pelo correio, mas que, "por uma questão de segurança, a identificação dos candidatos será feita pelo CPF, informado no formulário de inscrição (junto com o nome que consta no documento de identidade) preenchido no site do Enem".

Do G1
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Dori ltda é condenada por 'humilhar' funcionária homossexual

A empresa Dori Indústria e Comércio de Produtos Alimentícios foi condenada pelo Tribunal Reginal do Trabalho do Paraná (TRT-PR) por "humilhar constantemente" uma funcionária, em razão da orientação sexual dela. O caso ocorreu em Rolândia, no norte do Paraná, e foi divulgado nesta quarta-feira (5) pelo Tribunal.
De acordo com a Justiça, a operadora de máquinas era tratada, habitualmente, de forma pejorativa pela supervisora, com comentários ofensivos, durante dois anos, até 2012. Conforme o processo, ficou comprovado que a chefe dizia para outras funcionárias não andarem com a mulher, para não ficarem "mal faladas". Ela se referia à subordinada como "sapatão".
Diante das humilhações, a funcionária se queixou para o setor de recursos humanos, mas nada foi feito, conforme o TRT. No processo, porém, a empresa disse desconhecer as reclamações. Para a juíza Yumi Saruwatari Yamaki, da Vara do Trabalho de Rolândia, há provas de que seria improvável que a empresa não soubesse dos fatos.
A indenização, por danos morais, foi estipulada em R$ 10 mil, conforme o Tribunal. Para o desembargador Francisco Roberto Ermel, o assédio ficou caracterizado por uma conduta discriminatória da chefe da operadora de máquinas.
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"A funcionária era tratada de maneira desigual, de forma reiterada e explícita, com referências pejorativas de forma indireta, com manipulação perversa”, explicou o desembargador.
A Dori disse que recorrerá da decisão e que a funcionária a quem foi atribuída a prática discriminatória foi desligada da empresa em novembro de 2012. "Ademais, a empresa condena e se empenha em combater qualquer ato de discriminação no ambiente de trabalho de que tenha conhecimento, além de divulgar a sua política, que recomenda e incentiva o tratamento cordial e respeitoso entre os seus colaboradores."
Do G1
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A arte de ser “cross-dressing” é voltada aos mais diferentes gêneros.

O personagem da novela da Globo “Império” surpreende na trama ao refere-se sobre a sexualidade da Xana personagem de Aílton Graça, que, revelando que não é gay nem travesti. Na verdade ele é um crossdresser, um homem que gosta de se vestir de mulher e gosta de mulher, Lorraine (Dani Barros) resolve perguntar se ele não gosta de homem, e Xana dispara: “Já me viu com algum bofe, por acaso?”. Ela responde que não e ele pergunta com quem dorme todas as noites. Animada, Naná (Viviane Araújo) responde: “A coxuda aqui, é claro!”. A morena então fica logo chocada e percebe o que realmente acontece: “Tá me dizendo que vocês… (esfrega os indicadores)”. Xana então responde: “Tou dizendo que as aparências enganam!”. Depois, Lorraine pergunta o motivo dele se vestir de mulher, “Tem a ver com satisfação interior, uma necessidade de se vestir de mulher, sem desejar uma troca de gênero… Se você reparar, me refiro a mim mesmo no masculino. Você já me viu pedir pra criançada me chamar de tia Xana? Não! É tio Xana. Mas esquece isso, vai dar um nó na tua cabecinha…”, revela o cabeleireiro, este personagem da novela veem mostra que a existência real dessas pessoas estão no cotidiano nosso dia a dia e cada dia que se passa eles se tornam mais presente e mais reais.
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Menores transexuais recebem apoio cada vez mais cedo nos EUA

Ofelia Barba Navarro se emociona quando lembra das agressões físicas e insultos sofridos durante anos por sua filha Zoey, de 13 anos, que é transexual.
Ela sabia da identidade de gênero de sua filha desde muito cedo, e sua principal preocupação era tentar proteger Zoey, registrada como sendo do sexo masculino.
"A perseguição era constante, a pegavam, jogavam ao chão e diziam coisas horríveis", conta a mãe solteira que vive em uma casa simples com os três filhos em Downey, um subúrbio de Los Angeles, no Estado americano da Califórnia.
"Usavam insultos que eu não me atrevo a repetir. Foi nesta época que Zoey, com apenas oito ou nove anos, começou a falar que não queria mais viver e isso meu deu muito medo. Quando sua filha diz que preferia estar morta, ou quando te chamam na escola para dizer que sua filha quer pular do prédio, você percebe que precisa fazer algo."
Atualmente, depois de anos de sofrimento e incerteza, Ofelia e Zoey finalmente estão recebendo a ajuda que precisam e garantem que, finalmente, podem pensar no futuro com otimismo.



Zoey é acompanhada há três anos pelos profissionais do Hospital Infantil de Los Angeles e começou a transição para poder se desenvolver totalmente como mulher.
Seu caso é parecido com o de centenas de menores transexuais de todos os Estados Unidos que estão recebendo ajuda cada vez mais cedo para que possam viver de acordo com sua verdadeira identidade de gênero.

Progresso

Esta é uma amostra de que está ocorrendo progresso na percepção da transexualidade.
"Os avanços que ocorreram nos últimos anos foram enormes", disse à BBC Mundo a médica Johanna Olson, diretora do Centro para Saúde e Desenvolvimento dos Jovens Transexuais do Hospital Infantil de Los Angelos, que cuida da transição de Zoey.
"É um tema falado cada vez mais abertamente e cada vez mais cedo. Não há dúvida de que a visibilidade da comunidade transexual nos meios (de comunicação) está ajudando. Agora até nas séries de televisão estão incluindo personagens transexuais", disse a médica, uma das principais especialistas deste campo nos EUA.
"Além disso, a internet está permitindo que crianças e jovens transexuais entrem em contato e possam ter acesso a comunidades as quais, antes, não teriam como encontrar. Isto está fazendo com que a visibilidade do coletivo aumente."
Segundo explica Olson, quando iniciou seu trabalho neste campo, há pouco mais de cinco anos, tinha apenas 40 crianças e jovens como pacientes e agora conta com cerca de 340 com idades entre quatro e 25 anos.
"A mentalidade dos pais mudou muito na última década. Cada vez mais estão conscientes de que há formas de ser alternativas."

"Dialogam de forma totalmente diferente com os filhos, os enxergam como seres humanos e não como uma propriedade. Isso permite que as crianças e adolescentes possam falar de suas experiências", disse.

Bloqueio da puberdade

Segundo Olson, uma das maiores mudanças dos últimos anos é a possibilidade de dar às crianças transexuais os chamados bloqueadores hormonais.
Estes são remédios cujos efeitos são reversíveis, aplicados em forma de injeção ou implante subcutâneo.
Estes remédios são fornecidos para crianças transexuais antes que comecem a puberdade biológica, para que o corpo não produza os hormônios sexuais que produziria normalmente.
"Os transexuais ficam mais vulneráveis quando experimentam a puberdade que não corresponde (à identidade de gênero). É quando vemos que eles sofrem de ansiedade, depressão, tentativa de suicídio ou isolamento social."
Paralisando a puberdade, os médicos evitam que se desenvolvam com os traços físicos e sexuais de um gênero com o qual não se identificam, como a voz grave e pelos no corpo, no caso de meninos, ou seios, no caso de meninas.
Depois, entre os 14 e 16 anos, dependendo do protocolo de cada país, os médicos podem começar um tratamento hormonal para desenvolver os traços físicos de acordo com sua verdadeira identidade de gênero.
A médica afirma que os bloqueadores são seguros e lembra que há décadas eles são usados para crianças com transtornos que levam à puberdade precoce.
Mas Olson reconhece que a terapia de substituição hormonal, a mais polêmica e que usa estrogênio ou testosterona, resulta em mudanças irreversíveis e os pacientes ficam estéreis.
Outros especialistas afirmam que, devido a estas mudanças irreversíveis e pelo fato de não se conhecer os efeitos no longo prazo, seria necessário esperar que os jovens atingissem a maioridade para que eles decidissem se devem ou não seguir com a terapia.

Mudanças

Zoey, que começou o tratamento há três anos, usa os bloqueadores hormonais e faz tratamento com Johanna Olson graças à organização União das Liberdades Civis dos Estados Unidos (ACLU, na sigla em inglês). Desde então, sua vida mudou muito.
Os especialistas da organização tiveram que intervir para que Zoey não fosse expulsa da escola, que considerava a forma como ela se vestia e seu comportamento inadequados.
"Percebi que não tinha que ser uma pessoa diferente e que podia ser eu mesma. Um mundo de possibilidades se abriu. Pude deixar o cabelo crescer e me vestir como realmente queria", disse Zoey em entrevista à BBC Mundo.
Ofelia, por sua vez, conta que não foi uma decisão difícil a de deixar sua filha começar o tratamento, já que sabia dos problemas que transexuais enfrentam durante a transição para a idade adulta.
Drian Juárez, que trabalha como diretora do programa de fortalecimento econômico dos transexuais do Centro de Gays e Lésbicas de Los Angeles, passou por isso.

"Como mulher tive que atravessar a puberdade masculina e isto, quando fui ficando mais velho, fez minha transexualidade mais visível, o que levou à discriminação, abuso e violência", disse à BBC MUndo.
Juárez contou com o apoio da família, mas sofreu muitos abusos físicos e verbais durante a infância e adolescência. Quando entrou na idade adulta, isolada socialmente e sem poder pagar pelos tratamentos para fazer a transição, teve que se prostituir.
Juárez acredita que as mudanças dos últimos anos podem ser em parte atribuídas aos pais que têm cada vez mais informações, particularmente graças à internet.
"Ver que agora os filhos podem expressar quem realmente são é incrível. Casos como o de Zoey me dão esperança. Esperança de que não terá que enfrentar tanta discriminação e poderá mostrar ao mundo sua verdadeira identidade", afirmou.


Da BBC
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Gays sofrem pressão para mudar de sexo e escapar da pena de morte no Irã

O Irã é um dos poucos países em que atos homossexuais são punidos com a morte. Clérigos, no entanto, aceitam a ideia de que uma pessoa pode estar presa em um corpo do sexo errado. Gays podem ser forçados a se submeter a uma cirurgia de mudança de sexo - e para evitar isso, muitos fogem do país.
Criado no Irã, Donya manteve seu cabelo raspado ou curto e usava bonés em vez de lenços. Chegou a visitar um médico para tentar interromper sua menstruação.
"Eu era muito jovem e realmente não me entendia", diz. "Pensei que se pudesse parar minha menstruação, ficaria mais masculina".
Se policiais pedissem sua identidade e notassem que ela era mulher, diz, iriam censurar-lhe: "Por que você está assim? Vá mudar seu sexo".
Esta tornou-se sua ambição. "Eu estava sob tanta pressão que queria mudar meu sexo o mais rápido possível", diz.


Por sete anos, Donya submeteu-se a um tratamento hormonal que lhe engrossou a voz e lhe fez crescer pelos no rosto.
Mas quando os médicos propuseram a cirurgia, ela conversou com amigos que haviam se submetido à operação e tinham enfrentado "muitos problemas". Começou a se questionar se essa era a melhor opção para ela.
"Eu não tinha acesso fácil à internet. Muitos sites são bloqueados. Comecei a pesquisar com a ajuda de alguns amigos que estavam na Suécia e na Noruega", conta.
"Comecei a me conhecer melhor... Eu aceitei que era lésbica e estava feliz com isso".
Mas viver no Irã como homem ou mulher abertamente gay é impossível. Donya, agora com 33 anos, fugiu para a Turquia com seu filho de um breve casamento, e depois para o Canadá, onde recebeu asilo.
Não é uma política oficial do governo iraniano forçar homens ou mulheres homossexuais a mudarem de sexo, mas a pressão pode ser intensa.
Em 1980, o fundador da República Islâmica, o aiatolá Khomeini, emitiu uma fatwa - uma legislação islâmica - permitindo a cirurgia de mudança de sexo. Aparentemente, após ser convencido em um encontro com uma mulher que disse estar presa no corpo de um homem.
'Doentes'
Shabnam - nome fictício - é psicóloga em uma clínica estatal do Irã e diz que alguns gays acabam sendo forçados a fazer a cirurgia. Médicos são orientados a dizer a homens e mulheres gays que eles estão "doentes" e precisam de tratamento. Pacientes gays são encaminhados a clérigos para que sua fé seja fortalecida.
As autoridades "não sabem a diferença entre identidade e sexualidade", explica Shabnam.
Não há informações confiáveis sobre o número de operações de mudança de sexo realizadas no Irã. Khabaronline, uma agência de notícias alinhada com o governo, disse que os números subiram de 170 em 2006 para 370 em 2010. Mas um médico de um hospital iraniano disse à BBC que só ele realiza mais de 200 dessas operações todos os anos
Em outros países, mudar a sexualidade de uma pessoa é um processo complexo, que envolve psicoterapia, tratamento hormonal e, algumas vezes, grandes operações - durando anos.
Nem sempre é o caso no Irã.
"Eles (as autoridades) mostram o quão fácil pode ser", diz Shabnam. "Prometem te dar documentos legais e, mesmo antes da cirurgia, permissão para andar na rua vestindo o que quiser. Prometem te conceder um empréstimo para pagar a cirurgia", exemplifica.
Os defensores destas políticas oficiais salientam o lado positivo das medidas, argumentam que os transexuais iranianos recebem ajuda para ter uma vida decente e que gozam de mais liberdade do que em muitos outros países.
Mas a preocupação é que a cirurgia de mudança de sexo esteja sendo oferecida para pessoas que não são transexuais - e sim homossexuais.
"Está ocorrendo uma violação de direitos humanos", acredita Shabnam. "O que me deixa triste é que as organizações que deveriam ter um propósito humanitário e terapêutico podem estejam do lado do governo ao invés de olhar para o ponto de vista das pessoas."
Ovelha negra
Psicólogos sugeriram uma mudança de sexo para Soheil, um jovem gay iraniano de 21 anos. A família exerceu grande pressão para que ele concordasse com a operação.
"Meu pai veio me visitar em Teerã com dois parentes", diz ele. "Eles fizeram uma reunião para decidir o que fazer sobre mim. Disseram: 'Ou você muda seu sexo ou vamos te matar. Não deixaremos que você viva nessa família'"
 
Soheil foi mantido em casa, na cidade portuária de Bandar Abbas, sob vigilância da família. Um dia antes da operação, conseguiu escapar com a ajuda de amigos. Eles lhe deram um bilhete de avião e o jovem voou para a Turquia.
O país, que não requer vistos de cidadãos iranianos, é muitas vezes o primeiro destino de quem foge. De lá, eles muitas vezes pedem asilo em um terceiro país da Europa ou América do Norte. A espera pode levar anos e, mesmo na Turquia, eles são alvo de preconceito e discriminação, especialmente em pequenas cidades socialmente conservadoras.
Arsham Parsi, que cruzou a fronteira do Irã para a Turquia de trem em 2005, vive na cidade de Kayseri, na região central do país. Ele foi espancado e teve tratamento hospitalar para deslocamenteo de ombro negado simplesmente por ser gay. Depois disso, não saiu de casa por dois meses.
 
Mais tarde, Parsi se mudou para o Canadá e criou um grupo de apoio para gays iraniano. Ele diz receber centenas de pedidos de ajuda por semana. Já auxiliou cerca de mil pessoas a deixar o Irã nos últimos dez anos.
Alguns fogem para evitar a cirurgia de mudança de sexo, mas outros descobriram que ainda enfrentam preconceito apesar de se submeter ao tratamento. Parsi estima que 45% das pessoas que fizeram a cirurgia não são transexuais, mas gays.
'O que é ser lésbica?'
Eis um exemplo: recentemente, uma mulher o consultou com dúvidas sobre a cirurgia. Ele perguntou se ela era transexual ou lésbica. Ela não sabia responder, porque ninguém nunca havia lhe explicado o que era "ser lésbica".
Marie, de 37 anos, deixou o Irá há cinco meses. Ela cresceu como menino, Iman, mas estava confusa sobre sua sexualidade e foi declarada por um médico iraniano como sendo 98% do sexo feminino. Por isso, acreditou que precisaria mudar de sexo.
A terapia hormonal parecia ter-lhe trazido mudanças positivas, como o crescimento dos seios. "Isso me fez sentir bem", diz. "Eu me senti bonita."
Finalmente, Marie submeteu-se à operação - e veio a sensação de estar "fisicamente danificada".

Ela se casou com um homem, mas a relação terminou rapidamente. Assim como qualquer esperança de que a vida como mulher seria melhor.
"Antes da cirurgia, as pessoas me viam e diziam: 'Ele é tão feminino, ele é tão feminino'", diz Marie.
"Após a operação, sempre que eu queria me sentir como mulher, ou me comportar como mulher, todo mundo dizia: 'Ela se parece com um homem, ela é viril'. (A cirurgia) não ajudou a reduzir os meus problemas. Pelo contrário."
Marie diz que, se "estivesse em uma sociedade livre, gostaria de saber se seria como sou agora e se eu teria mudado meu sexo".
"Não tenho certeza", responde.
"Estou cansada. Cansada de toda a minha vida. Cansada de tudo."

Da BBC
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Chef de cozinha mata namorada transexual e cozinha partes do corpo

Um jovem chef de cozinha australiano foi acusado de matar sua esposa transexual, esquartejar o corpo e cozinhar os pedaços antes de cometer suicídio.
O caso foi divulgado por jornais locais, que afirmam que a polícia australiana não quis dar mais informações, limitando-se a dizer que foi aberta uma investigação sobre homicídio e suicídio. 
De acordo com o jornal Courier-Mail, um jovem de 28 anos, identificado como Marcus Peter Volke, que trabalhava como cozinheiro em navios de cruzeiro, tinha alugado um apartamento em Brisbane junto com sua namorada, que era como acompanhante de luxo para sustentar sua família na Indonésia.

A vítima foi se chamava Mayang Prasetyo e eles estavam casados desde agosto de 2013.
No último sábado (4), vizinhos chamaram a polícia devido ao odor que saía do apartamento do casal. Quando chegaram, as autoridades encontraram restos do corpo da garota dentro de uma panela.
O cozinheiro, por sua vez, tinha cometido suicídio. Amigos próximos de Volke disseram à imprensa que ele quieto, tímido e parecia ser muito ciumento.
Já a garota se mostrava alegre. A família não sabia de indícios de que o relacionamento não estava bem.

Do R7 - Via Correio News
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Homem ou mulher? Como fica melhor?

Tem homem que nasceu pra ser mulher não acham?
Razões pelas quais gostamos de ser mulheres
Sim, temos orgulhos de sermos mulheres. Mesmo com a TPM, menstruação, depilação com cera, manicure semanal, entre outros, tenho certeza que se as mulheres pudessem escolher, nasceriam de novo mulheres. No fundo, nós sabemos que temos o poder. Segue abaixo alguns itens a nosso favor...rs...dêem a opinião de vocês.

1. Temos orgasmos na sequência sem precisar recarregar a bateria;
2. Conseguimos fazer mais de uma coisa ao mesmo tempo, sem estragar nenhuma delas;
3. Podemos trabalhar de saia e vestido;
4. Sempre tem alguém que se oferece para dirigir nas viagens (e podemos ir dormindo com travesseiro e edredon no banco do lado);
5. Podemos colocar a culpa na TPM pelo nosso mal-humor;
6. Sabemos o poder de nossos peitos e bundas, mas mesmo assim não dependemos deles para conseguir as coisas.
7. Podemos pedir informação quando estamos perdidas sem constrangimento;
8. Porque não há feiura que uma maquiagem, um trato no cabelo e uma roupa nova não consertem;
9. Podemos fazer xixi sentadas;
10. Podemos fazer sexo anal sem tabus envolvendo preferências sexuais; (hahahaha...)
11. Podemos assumir que temos vibradores e outros brinquedos para nos divertirmos sem causar espantos; 12. Sempre aparece alguém pra trocar o pneu do carro pra gente;
13. Não precisamos fazer trabalhos que exigem força física;
14. Uma blusa decotada + um salto alto resolve qualquer crise de auto estima; (FATO)
15. Podemos falar que uma outra mulher é bonita sem ter que ouvir zoação dos amigos;
16. Os sex shops tem 90% dos produtos voltado para nós; (\o/...rs)
17. Temos menos chances de sermos paradas em uma blitz;
18. Podemos gerar um bebê dentro do nosso corpo; (Lindo)
19. Carregamos sempre as malas menos pesadas;
20. Pagamos menos para entrar em baladas e festas;
21. Temos 10 vezes mais opções de vestuário do que os homens;
22. Podemos ficar com tesão na praia sem que todo mundo em volta perceba; (hahahahha...perfeito)
23. Temos prioridade em botes salva-vidas; (hahahahah...não morreremos afogadas \o/)


Nota da Mandy: Aaaaaaaaaaaaaamo ser mulher...nós temos muito mais vantagens em tudo, preferências...sem contar que nosso poder é fantastico...sabendo usa-lo...vamos longe garotas...rs. Beijos.

Texto: Coisas de Gordinha
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Uma Transex em Gotham City

DC Comics apresenta seu primeiro personagem transgênero. Quem leu a Edição 19 da revista Batgirl, em abril, descobriu que a heroína tem uma amiga transexual.
Batgirl 19 Transgender Alysia Yeoh
Eles já foram banidos das histórias em quadrinhos pelo famigerado Comics Code Authority, mas hoje,  personagens LGBT estão conquistando cada vez mais seu espaço no mundo dos super-heróis. E, desta vez, a DC Comics resolveu dar sua contribuição, com o primeiro personagem abertamente transgênero no universo das histórias em quadrinhos mainstream.

Em Bartgirl # 19, o personagem Alysia Yeoh, em uma conversa com sua companheira de quarto, Barbara Gordon (Batgirl), revela que é uma transexual. Gail Simone, escritora de Batgirl, tem o cuidado de distinguir a orientação sexual de Yeoh de sua identidade de gênero, e observa que o personagem também é bissexual.
A inspiração de Simone surgiu após uma  conversa com o colega e escritor de quadrinhos Greg Rucka, co-criador de Batwoman como uma personagem lésbica, em uma convenção,  depois que uma fã indagou por que havia menos super-heróis gays do que lésbicas. Rucka observou que seria um sinal real de mudança ter um personagem masculino gay na capa de uma revista em quadrinhos - e um passo maior ainda um personagem transgênero.
Batgirl 19 Transgender Alysia Yeoh
"Olhei para os fãs, dezenas de rostos que conhecia bem - muitos LGBT - todos leitores ávidos de quadrinhos, fãs de super-heróis e simpatizantes DC", disse Simone. E Rucka cutucou-me: "Por que é impossível ? Por que não podemos fazer um trabalho de representação melhor não apenas da humanidade, mas também de nosso público fiel ?"
Simone sugeriu a história a Dan DiDio, co-editor da DC Comics, preparada para oferecer uma defesa apaixonada pela idéia de um personagem transexual. "Pensei que poderia ter de vendê-lo, por assim dizer", disse Simone.  "Mas ele parou por um momento, perguntou como isso afetaria a história dea Barbara (Batgirl), e imediatamente aprovou.
Ainda assim, Simone acredita que a diversidade não é uma questão de continuidade para os quadrinhos de super-heróis. "É a questão para os quadrinhos de super-heróis. "Veja, nós temos um problema que a maioria dos meios de comunicação não têm, que é o fato de quase todos os argumentos em cima de nossa indústria terem sidos criados mais de meio século atrás... em um momento em que os personagens eram quase sem execeção brancos, héteros, corretos, e assim por diante. É ótimo que as pessoas adorem esses personagens. Mas se continuarmos a construir somente em torno deles,  será como olharmos eternamente para um episódio de The Andy Griffith Show.*"



Batgirl 19 Transgender Alysia Yeoh
Simone acrescenta ainda que acha que os leitores de quadrinhos de super-heróis não tem problemas com o aumento da diversidade, mas com histórias que promovem sermões baseados em certas narrativas. "Alysia será um personagem, não um anúncio de serviço público...ser trans é apenas uma parte de sua história. Se alguém a amava antes, e não amá-la depois, bem... isso é uma vergonha, mas não podemos deixar que esse tipo de pensamento mantenha os quadrinhos na década de 1950 para sempre."
Embora Alysia Yeoh seja o primeiro personagem transexual dos quadrinhos mainstream de super-heróis, Simone observa que tem havido personagens transgêneros em edições de quadrinhos independentes e para adultos, e até mesmo no universo do super-heróis Marvel e DC. Vários desses personagens conseguem sua fluidez de sexo através de meios fantásticos, como a mágica, encantamentos e clonagem. "Esses personagens existem [e] isso é ótimo, mas eu queria ter personagens trans que não fossem baseados em fantasias. E eu sinto que há muito por fazer."
Para esse fim, Simone diz que vai criar outro personagem transexual para uma história em quadrinhos diferente que está escrevendo - embora não possa falar qual. "É hora de um super-herói trans em uma história em quadrinhos mainstream. Acho que é hora de fazer acontecer aquilo que Greg Rucka apontou anos atrás. E isso vai acontecer... Sei que é controverso em algum nível, para algumas pessoas, mas não poderia me importar menos sobre isso. Se alguém ficar chateado, paciência, existem milhares de outros quadrinhos lá fora para essa pessoas".
Batgirl 19 Transgender Alysia Yeoh
*The Angry Griffithy Show, série de TV norte-americana, apresentada pela rede CBS, nos anos 1960.

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Ex-bailarino de Mara Maravilha vira 'transexual'

Durante três anos, o talento do menino Eric Gustavo de Souza, então com 6 anos, animou o elenco infantil do programa comandado por Mara Maravilha, o “Mara Maravilha show”, na Record.
Eric, da cidade de Pedreira, no interior de São Paulo, foi uma das três crianças aprovadas em uma audição para escolher os bailarinos que animariam a atração. Durante o tempo em que o programa ficou no ar, de 1996 a 1997, ele dançava no palco com Mara e também se vestia de macaquinho ao lado dos palhaços Mostarda e Ketchup.
Hoje, Eric não existe mais. Em sua documentação ele traz o nome de Kiara Souza. Ele virou transexual e se prepara para realizar a cirurgia de troca de sexo no ano que vem na Tailândia. “Há um ano ganhei na Justiça o direito de me chamar Kiara”, comemora a paulista de 25 anos, que se deu esse nome em homenagem à avó italiana, Ífola: “Quando minha mãe estava grávida de mim achavam que eu seria menina e esse era o nome que minha avó me deu.”
Kiara nunca teve dúvida de que ocupava um corpo errado. Na infância adorava brincar de boneca e vestir a roupa que a mãe usou no seu casamento. Ela era sempre a noiva.
Balé no lugar do futebol
O pai, Garcindo, nunca aceitou ter um filho tão afeminado e o obrigava a jogar futebol. Como era levada às aulas pelo irmão mais velho, o ludibriava e, em vez de ir para o campo atrás da bola, ficava brincando na piscina do clube. “Eu era uma menina e odiava futebol. Sempre gostei de dançar. Comecei a fazer balé ainda menininho. Foi um choque para o meu pai quando me matriculei aos 5 anos no balé. Mas sempre tive personalidade e contei com o apoio da minha mãe para fazer a dança”, lembra ela.
Certa da opção sexual apresentada pelo filho desde criança, a mãe de Kiara, a esteticista Sônia, resolveu atender a sua vontade e a levou ao ginecologista. Aos 10 anos, ela deu início a sua transformação: “Tomava uma injeção de estrogênio a cada 15 dias. Meus seios começaram a se desenvolver e, aos 12 anos, minha mãe comprou meu primeiro sutiã. Aos 15 anos, coloquei silicone.”
Certa e feliz com sua opção, só uma coisa estava fora da ordem: se olhar no espelho e constar que o órgão sexual não combinava com sua nova condição. “É difícil. Nada fica bem. Vou a praia de shortinho e só fico com a calcinha do biquíni rapidamente para dar um mergulho no mar”, diz. Para a troca de sexo Kiara já passou por todos os procedimentos exigidos pela lei. Teve acompanhamento psicológico e agora se prepara para a cirurgia: “Custará R$ 15 mil e já estou pagando aos poucos.”
Além de professora de balé para crianças, Kiara também é atriz e vem estudando canto para atuar em musicais. Ela mora sozinha na casa que era da família na mesma cidade e há quatro anos namora Luís Otávio, segurança particular de um empresário. “Ele me assume!”, comemora ela, que diz trazer no currículo envolvimento com atores famosos: “Já fui cantada por muitos artistas e já saí com alguns, mas não posso dar nomes.”

Do TH
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Universidade de Harvard dará aula sobre sexo anal para estudantes

Vejam vocês ao ponto que chegamos... Até a tradicional e vetusta Universidade de Harvard cedeu ao sexo anal!
Essa notícia sobre o já célebre curso sobre sexo anal que Harvard vai promover, certamente que já entrou para os anais da História da humanidade.
Segundo os organizadores do libidinoso eventoo objetivo do curso é promover a compreensão holística do sexo e da sexualidade."
Para entrar para os Anais da História: Universidade de Harvard dará aula sobre sexo anal para estudantes 
Em uma semana em que a sexualidade será tema de aulas em Harvard, a universidade, que é uma das mais prestigiadas do mundo, dará um rápido curso sobre sexo anal, chamado "What What in the Butt".
Sei...  quer dizer, Rabicu, o guru vândalo, o maior especialista mundial em sexo anal espiritual é quem sabe e diz que vai se oferecer para dar umas aulas práticas às alunas de Harvard. Segundo me informou o grande guru,  todas elas vão se conectar ao Universo através de seu vigoroso e potente pen-drive espiritualmente energizado. Após devidamente conectadas,  irão ver milhões de estrelas e estarão prontas para receberem seus diplomas de  “doutoras em sexo anal formadas em Harvard”.
É muito luxo um dia ter o luxuriante prazer de ter um ânus, inteiramente ao seu dispor, com curso de doutorado em uma das melhores universidades do mundo, né não?
Bom, sempre vão ter aquelas mais metidinhas que adoram fazer um ânus doce: “Hummm... Tá pensando o quê, meu rabo é formado em Harvard, não dou pra qualquer um não, tá!”
Só tenho um receio com a novidade: se essa moda chega ao Brasil todas as universidades vão aderir e vão ter de implantar um sistema de cotas para incluir os ânus dos menos favorecidos na putaria, desculpem, nos cursos. Se bobear, acabam criando mais uma secretária com status de ministério: a Secretária Extraordinária do Desenvolvimento do Sexo Anal.  
E nós, contribuintes, mais uma vez tomaremos no rabo... sem fazer porra de curso nenhum em Harvard. Saco.
Vida que segue. Mas é cada uma, que dá até vontade de mandar alguém tomar naquele lugar...

Quem estiver interessado em fazer o curso veja a reportagem completa na revista Marie Claire- Universidade de Harvard dará aula sobre sexo anal para estudantes

PS: Fiquei tão tonto com a notícia que o texto saiu com letras diferentes, mas vai ficar assim mesmo- quem não gostar que vá ler as abobrinhas do Paulo Coelho ou tomar no rabo... em Harvard. Muito Obrigado.
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Sobre este blog

Aqui eu não sou homem ou mulher. Sou um adepto do crossdresing. Sou uma Crossdresser - CD ou CDzinha. Desde os 9 anos, adoro lingeries e roupas sexyes. Levo uma vida normal masculina e tenho uma vida clandestina feminina.

Me proponho aqui a falar um pouco de tudo, em especial das Crossdressers, dos transexuais, dos Travestis e da enorme comunidade
LGBT existente em todo o mundo. Um estilo de vida complicado e confuso (para alguns)... Este espaço também se presta para expor a minha indignação quanto ao ódio e preconceito em geral.

Observo que esse é um blog onde parte do que aqui posto pode ser considerado como orientado sexualmente para adultos, ou seja, material destinado a pessoas maiores de 18 anos. Se você não atingiu ainda 18 anos, ou se este tipo de material ofende você, ou ainda se você está acessando a internet de algum país ou local onde este tipo de material é proibido por lei, NÃO siga 'navegando'.

Sou um Crossdresser {homem>mulher} casada {com mulher - que nada sabe} e não sou um 'pedaço de carne'.

Para aqueles que eventualmente perguntam sobre o porque do termo 'Crossdresser GG', eu informo que lógico que o termo trata das minhas medidas. Ja que de fato visto 'GG'. Entretanto alcunhei que 'GG' de Grande e Gorda, afinal minhas medidas numéricas femininas para Blusas, camisetas e vestidos são tamanho: 50 e Calças, bermudas, shorts e saias são tamanho: 50.

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