Uma Crossdresser Gordinha Complicada e Imperfeita

Conto - Meu primo me pegou de crossdresser

Olá! Meu nome é Kris e vou contar como tudo começou...
Desde pequeno adorava vestir as roupas de minha mãe, e da minha irmã que após o banho elas deixavam no sexto do banheiro, mais nunca tinha falado nada para ninguém e nem dava pinta para ninguém desconfiar. Certo fim de semana meus pais e minha irmã iriam para a casa de meus avos, e eu iria ficar em caso só.
Poderia aproveitar bem o fim de semana pois estaria só em casa. Tenho um primo dois anos mais velho que mora em frente. Na época tinha 15 anos e meu primo 17. Nós morávamos no 2 andar do pequeno prédio e meu primo no segundo andar do prédio em frente.

Adoro me exibir para o espelho depois assim toda montadinha em saidinhas escondidas, até que na aquela belo dia euzinha estava toda toda no quarto de minha irmã que dava de frente para o quarto de meu primo. Eu estava de tubinho preto curtíssimo quase mostrando a calcinha e fui flagrada pelo meu primo que estava me olhando do quarto dele.
Quando olho para a janela levei um tremendo susto quando vi ele, e sai correndo mostrando a calcinha para ele, e fui para outro cômodo da casa com o coração saindo pela boca, depois de uns minutos alguém bate na minha porta, não abri é claro fiquei quieto só ouvindo, no outro dia, ele veio falar comigo, eu vestido normal de hominho no dia a dia, ele disse – olha não fique preocupado não irei falar para ninguém o que eu vi, mesmo porque eu adorei, aquela imagem de você de vestido curtinho mostrando a calcinha enfiada na bundinha com aquelas suas curvas não me sai da minha cabeça, nem dormir eu consegui, adoraria te ver de novo daquele jeito, fiquei sem palavras, ele me tranquilizou, fique calmo vai ser legal, não tenho preconceito e adorei você se soltar daquele jeito enquanto seus pais estão viajando, me promete que vai pensar e me fala quando poderei te ver de novo toda vestida como fêmea como te vi e adorei. 
Falei que iria ver e avisaria ele.
No outro dia eu não resisti e pensei tenho que fazer algo para ele senão vai que ele resolve contar para todo mundo o que eu faço. Não podia correr este risco, liguei para meu primo e disse que sairia naquela noite, ele adorou e iria falar para seus pais que iria dormir na minha casa pois eu estava só.
Lá pelas 8 da noite, a campainha toca, era meu primo chegando, e eu sai toda de mini vestido curtinho de malha solto com babadinhos preto, calcinha e sutiã pretinhos, salto alto pretinho bem sexy quando olhei no espelho pensei se eu fosse homem eu me comia agora mesmo rsrsrs estava muito gostosa, nem parecia homem não, com aquele lenço grande de rendas preto que eu fazia um arranjo na cabeça parecia cabelos longos, sempre tive curvas bem femininas desde novinha, cintura fina, bumbum grande e coxas grossas, era excitante me ver no espelho toda sexy daquele jeito, olhava e imaginava o que ele iria sentir quando me visse assim, eu abri a porta bem devagar com o maior medo, adrenalina pura, coração batendo forte, vai que alguém surge de repente de um dos aptos, aiaiaia que loucura aquilo que fiz, gelei nossa é uma sensação estranha estar vestida daquele jeito com alguém preste a ver tudo, ele chegou bem mansinho no meu ouvido e falou baixinho:
– você esta linda, maravilhosa! 
Agradeci e fiquei mais calma, falo no feminino porque eu estava toda fêmea mesmo, ele me elogiava me pegou minha mão me fez dar voltinhas e dizia meu deus que corpo gostoso você tem, melhor que muitas mulheres, que delicia, e encostou no meu bumbum por trás abraçando, senti aquele volume duríssimo querendo pular para fora, ele de bermuda ainda esfregava aquele pinto pulsando na minha bunda por cima do mini vestido e dizia estou com muito tesão te quero, quero comer esta bunda gostosa, e rolava aquele pinto pulsando de tão duro de um lado para o outro das bandas do meu bumbum, fiquei com medo porque poderia alguém tocar a campainha...
Na época eu era virgem só tinha tido relação com homem na infância.
Ele me tranquilizou dizendo que não iria chegar ninguém, ele por trás me passava a mão no corpo todo, nos peitinhos que eu fazia de um jeito que ate pareciam reais, levantava meu vestido e enfiava a mão no meu bumbum e na calcinha fio dental atoladinha dizendo:
- Que delicia!
Eu vibrava quando ele falava assim...
Ele não aguentava mais e falou:
– Chupa ele senão não vou aguentar, chupa eu disse que nunca tinha feito aquilo (na verdade tinha feito quando criança) ele insistiu morrendo de tesão abriu a calça e soltou aquele pinto duro que pulou pra cima de tão duro, não era muito grande não, tinha uns 17 cm mais era grosso e tinha uma cabeça vermelha com aquelas veias aparecendo e pulsando que era um tesão, não resisti me abaixei e cai de boca (eu estava bem fêmea mesmo de batom, rímel, gloss, brincos de pressão etc…) beijei a cabeça grande depois passei a língua nele todinho, ele gemeu forte e engoli ele todinho e comecei a chupar lembrando da minha infância, que delicia aquele pinto duro e gostoso entrando na minha boquinha, engolia tudo e tirava, lambuzei ele todinho de batom, ele apertava minha cabeça meus ombros e gemia gemia até que não aguentou e soltou tudo na minha boca, nosssssa(!) quase engasguei, era muito gozo demais e ele pediu engoli tudo, engoli tudo, nossa era muito e ainda lambi o pinto dele e minha boca ele adorou e me deu um beijão na boca dizendo você é deliciosa demais.
Quando a coisa iria começar a esquentar de novo... Falei: -Vamos comer alguma coisa que vou cozinhar para você, e eu fiquei um bom tempo cozinhando e lembrando da cena, como era uma sexta-feira e nem ele nem eu teríamos nada para fazer no sábado, o tempo estava livre, quando terminei de cozinhar fomos jantar como se fosse marido e mulher. 


Depois do jantar levantei para ir tomar banho e dormir, e meu primo me beijando e abraçando e dizendo te quero não vou conseguir dormir assim não, e foi me agarrando e sentou no sofá me colocando no colo dele, o pinto dele já estava duríssimo de novo, que fogo ele tinha, me dizia coisas bem carinhosas no ouvido depois pediu para eu ficar de quatro no sofá, fiquei quando ele levantou meu mini vestido e viu a calcinha enterrada no bumbum ficou louco, aiaaai que delicia de bunda você tem, hummmm toda lisinha redondinha com este pelinhos loirinhos você é gostosa demais menina e passava a mão nas minhas coxas grossas e no meu bumbum não aguentou e enfiou a cara no meio da minha bunda com as mãos agarradas na minha cintura, chupava enfiava a língua no meu cuzinho mesmo por cima da calcinha e dizia, que tesão de putinha mais gostosa, puxou a calcinha pro lado e disse hummmm que botãozinho mais fechadinho e enterrou a língua nele, enterrou mesmo, o danado enfiava a língua lá dentro de tal forma que me fazia ver estrelas de tesão eu olhava para trás e via a cara dele pra dentro do meu bumbum que cena sexy aquela quando me lembro, ele ficou assim por uma meia hora, eu estava quase explodindo de tesão mesmo sem me tocar meu pinto estava duríssimo também encostando na minha barriga, depois de beijar e chupar muitoooooo meu cuzinho deixando tudo babado, molhado ele se levantou e chegou a pinto duro na minha boca e disse: 
-Chupa, molha ele bem que vou comer esta sua bunda gostosa sua putinha, chupa e molha bem ele que vou enterrar tudo no seu cuzinho…

Estava toda arrepiada de ouvir ele dizendo isto, chupei e molhei o pinto dele todinho, a cabeça estava até brilhando de tão inchada, ele tirou da minha boca ficou atrás de mim e tentou colocar mais minha bunda e bem juntinha as bandas ai ele pedi abri a bundinha para mim tesão, eu abri com as duas mãos expondo meu botãozinho que é minúsculo, ele adorou a visão e encostou a cabeça no meu cuzinho, ai que sensação deliciosa, só quem já sentiu sabe como é... 
Como estava bem molhado e o pinto dele não era daqueles imensos, ele forçou e aos poucos começou a entrar, delicia a cabeça entrou doeu um pouco mais ele esperou com calma, pedi para ele esperar, ele era super carinhoso, me fazia carinhos o tempo todo, me sentia mulher com ele, sentia a cabeça dentro de mim ai ele foi enfiando devagarinho pouco a pouco até que senti os pelos dele encostando na minha bunda, hummmmm estava todo dentro, meus olhos até fechavam de tanto tesão, ele me segurando pela cintura perguntou:
-Esta doendo amor ? Esta doendo? 
Eu Respondi que não.

Ele começou a fazer os vai e vem dentro de mim de leve depois foi aumentando e dizia hummmm que bunda gostosa, que delicia que cuzinho mais apertado, é macio e apertadinho que delicia isto e gemia gemia e eu sentindo aquele pinto duro entrando tudo no meu rabinho, eu apertava o pinto dele com meu anelzinho, aquilo deixava ele com mais tesão ainda, ele pedia aperta aperta mais este cuzinho no meu pau delicia aperta, não aguentei e gozei tudo em cima do sofá ele ainda ficou um tempinho me comendo gostoso até que não agüentando mais soltou o jorro dentro de mim em golfadas que eu sentia cada uma delas saindo (não usamos camisinha) apertava muito minha cintura e enfiava mais pra dentro gozando até que tirou o pinto até vermelho e caiu sentado no sofá de tão cansado, nossa saiu um monte de leite quente do meu cuzinho escorrendo pelas coxas eu sai rápido e fui pro banheiro me limpar... 

Ele veio atrás e enquanto eu me limpava ele me beijava a nuca e dizia você é gostosa demais sua safadinha, aquilo me deixava acesa, quando vi ele estava em ponto de bala de novo e eu encostada na pia do lavabo com as duas mãos, ele me encostou de novo aquela pica dura e foi entrando de novo e dizia me olhando no espelho sua putinha safada gostosa, que delicia de cuzinho você tem e bombava forte sem parar me forçando na pia e dando tapinhas na minha bunda eu com minhas pernas juntas bunda empinada no meio das pernas dele abertas, ele deu um gemido forte me apertando na cintura e gozou de novo dentro de mim beijando minha nuca, orelha, costas e passando a mão na minha bunda. 
 
Mortos de cansados entramos tomamos um banho e depois sentados no sofá ele me disse que foi o gozo mais incrível da vida dele, nunca gozou tanto e nem tão gostoso como comigo, nem com mulher nenhuma, e fomos dormir os dois juntos.
Apaguei de tão cansado minha pele ainda tinha as marcas da lingerie e da boca dele, acordei bem tarde com a bundinha dolorida rsrsrs, durante o dia e a tarde fiquemos trancados dentro da minha casa como marido e mulher.
O restante conto outra hora...
Originalmente publicado em: Contos Eróticos - Revisado (texto e gramática) by Kátia Steelman Walker - Fotos retiradas da WEB as ultimas três acompanhavam a postagem original.
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Lea T, a transexual brasileira que quebra padrões de imagem de beleza

Continua sendo difícil escapar da ditadura imposta por séculos de tradição em relação à diferença de gênero. Bem o sabem as mães que tratam de fugir do rosa e do azul que o mundo do consumo continua etiquetando meninos e meninas em sociedades supostamente progressistas. No mundo da alta costura, ao contrário, há anos existem indícios de mudança. A chegada de diferentes modelos transexuais como Andreja Pejiuc e Conchita Wurst ao mundo das passarelas e das revistas de moda impõe um questionamento dos cânones de beleza e de gênero. E ainda que exista quem afirme que é simplesmente uma manobra das marcas para chamar a atenção para seus produtos e vender mais, para os transexuais desfilar em Milão ou aparecer na capa da Vogue é um empurrão importante para a aceitação social.
Nessa corrida feita de pequenos passos rumo à tolerância alheia, um pequeno avanço aconteceu na semana passada: Lea T, a primeira modelo transexual que irrompeu no mundo da moda em 2010, por meio de uma célebre campanha da Givenchy, será, a partir de janeiro, o rosto da linha de produtos capilares Chromatics, da Redken. Isso significa que seu rosto anguloso e sua espetacular cabeleira olharão diretamente para os olhos das clientes dos salões de beleza de meio mundo, já que a Redken é uma multinacional norte-americana vende seus produtos em dúzias de países, centenas de milhares de supermercados e investe milhões em publicidade.
É a primeira vez que uma empresa do porte da Redken se atreve a pôr sua marca nas mãos de uma modelo transexual, que também é firme defensora e porta-voz dos direitos da comunidade LGBT. E sua história pessoal, além disso, reflete a difícil situação que têm de enfrentar quem nasce com um sexo diferente do que sente ter.
Lea T nasceu sendo Leandro, em 1981, em Belo Horizonte, no seio de uma família muito católica e bastante famosa. Seu pai é o ex-jogador de futebol Toninho Cerezo, uma celebridade nacional que várias vezes renegou Lea publicamente e que chegou inclusive a dizer que só tem três filhos ao invés de quatro. “Nunca conversamos diretamente sobre esse assunto. Ele não gosta de falar nisso. Quando nos vemos, falamos de trivialidades” confessou Lea T em uma de suas primeiras entrevistas na edição italiana da revista Vanity Fair. “Quando era pequena, meu pai me olhava e dizia que havia algo estranho em mim. Depois, todos na família começaram a rezar para que eu não fosse gay. Teria sido o menor dos males para uma família estritamente religiosa”.

Anos depois, quando se deu conta da sua identidade, quis renegá-las, mas não pôde. Foi Riccardo Tisci, diretor de criação da Givenchy, quem ajudou Leandro a se transformar em Lea T encorajando-a a se vestir de mulher “porque sentia sua forte feminilidade”, lembrou na mesma revista. Depois de contratá-la como assistente, utilizou-a como modelo nos bastidores e quando decidiu lançar sua coleção de 2010, de corte andrógino, pediu a Lea T que fosse a figura central da campanha, tornando-a de fato a primeira modelo transexual de uma grande casa de moda. A edição francesa da Vogue, quando ainda era dirigida pela atrevida Carine Roitfeld, ajudou a catapultá-la ao estrelato mostrando-a totalmente nua em suas páginas. Desde então não deixou de trabalhar, beijando –na capa da revista Love– Kate Moss na boca. Entretanto, Lea T acredita que sua transexualidade não vai fazê-la plenamente feliz. Em 2010 afirmou: “Não posso me permitir o luxo de me apaixonar. A maioria dos transexuais que consegue namorado esconde dele sua verdadeira identidade. Vivem na hipocrisia, que é um tipo de solidão. Nascemos e crescemos sozinhos. Depois da operação, voltamos a nascer. Mas sozinhos outra vez. E morremos sozinhos. É o preço que temos de pagar”.
Recentemente, uma pesquisa de opinião realizada nos Estados Unidos pelo Centro Nacional para a Igualdade dos Transgêneros afirmava que a metade dos entrevistados havia tentado o suicídio ao menos uma vez, enquanto que muitos deles se declaravam vítimas da violência homofóbica. Que o rosto de Lea T se torne um ícone de beleza pode ajudar, ainda que seja apenas um pouquinho, a mudar essa situação.
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STJ consolida jurisprudência que permite alterar registro civil de transexual

A inexistência de lei que regulamente as hipóteses nas quais uma pessoa pode ou não alterar seu registro civil tem levado ao Poder Judiciário um número considerável de ações movidas, sobretudo, por transexuais que querem em seus documentos um nome condizente com o seu novo gênero. A questão ainda não está pacificada nas diversas cortes da Justiça brasileira, mas o Superior Tribunal de Justiça vem, cada vez mais, consolidando uma jurisprudência humanizada sobre esse assunto.
O STJ vem autorizando a modificação do nome que consta do registro civil, assim como a alteração do sexo. Mas, nem todos os juízes decidem assim. Conforme mostram os recursos que chegam ao tribunal, alguns juízes permitem a mudança do prenome do indivíduo, com fundamento nos princípios da intimidade e privacidade, para evitar principalmente o constrangimento à pessoa. Outros, porém, não acatam o pedido, negando-o em sua totalidade, com base estritamente no critério biológico.
Há ainda decisões que, além da alteração do prenome, determinam que a mesma seja feita com a ressalva da condição transexual do indivíduo, não alterando o sexo presente no registro. Outras determinações não só permitem a mudança do prenome como a do sexo no registro civil.
As decisões do STJ vão na linha de que a averbação deve constar apenas do livro cartorário, vedada qualquer menção nas certidões do registro público, sob pena de manter a situação constrangedora e discriminatória.
De acordo com o ministro da 4ª Turma do STJ, Luis Felipe Salomão, se o indivíduo já fez a cirurgia e se o registro está em desconformidade com o mundo fenomênico, não há motivos para constar da certidão. Isso porque seria uma execração ainda maior para ele ter que mostrar uma certidão em que consta um nome que não corresponde ao do seu sexo. “Fica lá apenas no registro (do cartório), preserva terceiros e ele segue a vida dele pela opção que ele fez”, afirmou o ministro.
Para a ministra Nancy Andrighi, quando se iniciou a obrigatoriedade do registro civil, a distinção entre os dois sexos era feita baseada na conformação da genitália. Hoje, com o desenvolvimento científico e tecnológico, existem vários outros elementos identificadores do sexo, razão pela qual a definição de gênero não pode mais ser limitada somente ao sexo aparente.
“Todo um conjunto de fatores, tanto psicológicos quanto biológicos, culturais e familiares, devem ser considerados. A título exemplificativo, podem ser apontados, para a caracterização sexual, os critérios cromossomial, gonadal, cromatínico, da genitália interna, psíquico ou comportamental, médico-legal, e jurídico”, explicou a ministra.
Segundo Nancy, se o Estado consente com a possibilidade de fazer cirurgia de transgenitalização, deve também prover os meios necessários para que o indivíduo tenha uma vida digna e, por conseguinte, seja identificado jurídica e civilmente tal como se apresenta perante a sociedade.
Realidade psicológica
O primeiro recurso sobre o tema foi julgado no STJ em 2007, sob a relatoria do ex-ministro Carlos Alberto Menezes Direito. No caso, a 3ª Turma do STJ, seguindo o voto do ministro, concordou com a alteração, mas definiu, na ocasião, que deveria ficar averbado no registro civil do transexual que a modificação do seu nome e do seu sexo decorreu de decisão judicial.
De acordo com o ministro, não se poderia esconder no registro, sob pena de validar agressão à verdade que ele deve preservar, que a mudança decorreu de ato judicial decorrente da vontade do autor e que se tornou necessário ato cirúrgico.
“Trata-se de registro imperativo e com essa qualidade é que se não pode impedir que a modificação da natureza sexual fique assentada para o reconhecimento do direito do autor”, escreveu em sua decisão.
Em outubro de 2009, a 3ª Turma voltou a analisar o tema e, em decisão inédita, garantiu ao transexual a troca do nome e do gênero em registro, sem que constasse a anotação no documento, mas apenas nos livros cartorários.
A relatora do recurso, ministra Nancy Andrighi, afirmou que a observação sobre alteração na certidão significaria a continuidade da exposição da pessoa a situações constrangedoras e discriminatórias. “Conservar o ‘sexo masculino’ no assento de nascimento do recorrente, em favor da realidade biológica e em detrimento das realidades psicológica e social, bem como morfológica, pois a aparência do transexual redesignado em tudo se assemelha ao sexo feminino, equivaleria a manter o recorrente em estado de anomalia, deixando de reconhecer seu direito de viver dignamente”, disse na ocasião.
O mesmo entendimento foi adotado pela 4ª Turma, em dezembro de 2009. O relator do recurso, ministro João Otávio de Noronha, destacou que a Lei 6.015/73 (Lei de Registros Públicos) estabelece, no artigo 55, parágrafo único, a possibilidade de o prenome ser modificado quando expuser seu titular ao ridículo.
“A interpretação conjugada dos artigos 55 e 58 da Lei de Registros Públicos confere amparo legal para que o recorrente obtenha autorização judicial para a alteração de seu prenome, substituindo-o pelo apelido público e notório pelo qual é conhecido no meio em que vive”, afirmou no julgamento.
Na ocasião, Noronha afirmou ainda que o julgador não deve se deter em uma codificação generalista e padronizada, mas sim adotar a decisão que melhor se coadune com valores maiores do ordenamento jurídico, tais como a dignidade das pessoas.
O ministro defendeu a averbação no livro cartorário “para salvaguardar os atos jurídicos já praticados, manter a segurança das relações jurídicas e solucionar eventuais questões que sobrevierem no âmbito do direito de família (casamento), no direito previdenciário e até mesmo no âmbito esportivo”.
Projeto de lei
A regulamentação da alteração do registro civil é tema do Projeto de Lei 5.002/2013, do deputado Jean Wyllys (PSol-RJ) e da deputada Erika Kokay (PT-DF), em tramitação na Câmara dos Deputados. A proposta visa a viabilização e desburocratização do direito do individuo de ser tratado conforme o gênero escolhido por ele. Nesse sentido, obriga o SUS e os planos de saúde a custearem tratamentos hormonais integrais e cirurgias de mudança de sexo a todos os interessados maiores de 18 anos, aos quais não será exigido nenhum tipo de diagnóstico, tratamento ou autorização judicial. Com informações da assessoria de imprensa do STJ.

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SBT corta cenas e transforma casal gay de novela mexicana em hétero



O SBT está transformando um casal gay de uma novela mexicana em dois garanhões heterossexuais. Na dublagem de Sortilégio, que exibe há um mês na faixa das 16h, a emissora trocou todas as insinuações gays por diálogos de contexto hétero. Cenas da intimidade dos personagens Ulisses (Julián Gil) e Roberto (Marcelo Córdoba), que evidenciariam a orientação sexual de ambos, foram eliminadas na edição. Eles apenas trocam gracejos e se entreolham.
Em Sortilégio, Ulisses e Roberto são bissexuais e têm um caso, mas fingem ser apenas bons amigos héteros. Eles têm namoradas. Na versão original mexicana, apareceram nus trocando carícias na cama e falando abertamente sobre sexualidade.
No capítulo 16, exibido pelo SBT em 17 de novembro, Ulisses e Roberto preparam um drink enquanto estão conversando. O SBT cortou a cena quando os dois foram para a janela e se entreolharam com cumplicidade.
No dia seguinte, uma cena romântica do casal gay foi mutilada. Na versão mexicana, enquanto caminham e fumam charuto, Ulisses diz a Roberto que gosta de homens e mulheres. Depois, os dois param. Roberto, em um gesto de carinho, pega o colar de Ulisses, que responde passando o charuto no lábio com sensualidade. 
Enquanto isso, no Brasil, o texto em que Ulisses diz que gosta de meninos e meninas foi trocado pela dublagem por "Namorei bastante lá. Eu ia para as festas e arranjava namorada". As carícias, o charuto e a troca de olhares foram suprimidos. No capítulo de 20 de novembro, metade da cena do casal em uma banheira de hidromassagem também foi cortada, apesar de os dois nem se tocarem na versão da Televisa.
Em 21 de novembro, o SBT transformou Roberto em hétero. Na versão mexicana, ele diz a Ulisses, em tom jocoso, que vai ver a sua "mulher". A dublagem trocou "mulher" por "Raquel", nome da falsa namorada, e fez o personagem suspirar, como se estivesse apaixonado por ela. Trocou a ironia original por uma declaração de amor velada.
Procurado, o SBT disse que "todas as edições feitas são para adequar a novela à classificação indicativa para o horário de exibição, de acordo com a lei". A trama mexicana é imprópria para menores de dez anos, mas o Ministério da Justiça não veta insinuações homossexuais. O mais curioso é que cenas mais pesadas com os protagonistas Alessandro (William Levy) e Maria José (Jacqueline Bracamontes) foram ao ar.
No capítulo com previsão para ir ao ar em 22 de dezembro, Ulisses e Roberto aparecerão na cama, nus, cobertos apenas com um lençol. Se os cortes persistirem, essa cena não irá ao ar no SBT.

Do Noticias da TV
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Suco verde para emagrecer

Rico em vitaminas em minerais, o suco verde é um grande aliado para a perda de peso. Existem várias receitas de suco verde e você mesma pode fazer a sua combinação favorita de frutas, legumes e verdura.
Hoje o Sabores do Chef te ensina a famosa receita de suco verde do Dr. Oz, que fez muito sucesso ao ser apresentado no programa da Oprah. Anote a receita que rende 4 xícaras e deve ser tomado, de preferência, em jejum.

Receita de suco verde detox

Ingredientes:

  • 350 ml de água filtrada
  • 1 xícara de espinafre
  • 1/2 xícara de pepino
  • 2 talos de aipo
  • um punhado de salsa
  • 2 maçãs sem sementes
  • 1 pedaço de gengibre
  • suco de 1 limão
  • 1 1/2 xícaras de gelo

Modo de preparo:

Bater tudo no liquidificador ou passar pela centrífuga de suco. Coe e beba imediatamente seu suco verde. Ele te dará muita disposição para a correria do dia a dia.
Se você quer outra opção de bebida saudável, que tal experimentar o suco nutritivo de uva?

Do Sabores do Chef
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Transexual, a busca pela identidade

Assumir um novo gênero ainda é um obstáculo para a sobrevivência.
“Se o travesti não for cabeleireiro ou costureiro e, der sorte, eu não conheço trabalhando em outro canto não”, diz Jacinta Rodrigues, educadora social da Ong Barraca da Amizade (CE). O Caminhos da Reportagem conheceu a realidade de cearenses que são expulsos de casa quando assumem a transexualidade. A maioria acaba se prostituindo.


O oposto acontece com o transexual que estudou primeiro para depois se assumir na sociedade. É o caso da delegada Laura Castro, que foi sozinha para a Tailândia para a cirurgia de mudança de sexo. E não se arrepende.
Entre tantas histórias de drama e superação, o professor de idiomas Luiz Fernando e a analista de sistemas Daniela Andrade contam como é uma entrevista de emprego ao assumir a nova identidade, para conseguir uma vaga no mercado de trabalho. Considerado o “travesti da família brasileira”, Rogéria se identifica como Astolfo Barroso Pinto, mas, não se considera gay e nem  mulher. Ela diz que é uma atriz 24 horas por dia, que escolheu o papel de uma mulher chique para sobreviver nos palcos do mundo.
Roteiro e direção: Bianca Vasconcellos
Reportagem:  Aline Beckstein, Gustavo Minari, Luana Ibelli
Produção: Aline Beckstein, Carolina Pavanelli, Luana Ibelli, Natália Keiko e Thaís Rosa
Apoio à produção: Carlos Molinari
Imagens:  Alexandre Nascimento, Édina Girardi, Eduardo Viné, João Marcos Barbosa, Rafael Rosa; Sidmar
Auxiliares: Eduardo da Silva, Daniel Teixeira, Lion Silva, Sérgio Almeida
Sonoplastia: Priscila Resende
Edição de imagens: Caio Cardenuto, Rodger Kenzo
Finalização de edição de imagens: Rodger Kenzo

 
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Transexual ganha indenização por ser obrigada a usar vestiário masculino

Uma transexual ganhou na Justiça o direito de receber uma indenização de R$ 5 mil por danos morais da empresa em que trabalhava, em Curitiba. De acordo com o Tribunal Regional do Trabalho do Paraná (TRT-PR), ela foi obrigada a usar o banheiro masculino no período em que trabalhou na empresa. A transexual se sentia constrangida ao ter que dividir o mesmo espaço que os homens. Ainda cabe recurso.
Conforme o TRT-PR, a transexual foi contratada por um período determinado, em 2011. Nos primeiros dias de trabalho, ela pediu para usar o banheiro feminino e isso foi concedido pela empresa. Contudo, as mulheres da empresa reclamaram de ter que dividir o espaço com ela, já que ela ainda tinha a genitália masculina à época.
Para evitar as reclamações, a empresa mudou a conduta e disse para a transexual passar a frequentar o banheiro masculino. Os dois banheiros também serviam como vestiários, onde os funcionários tomavam banho e trocavam de roupa para trabalhar.
A sentença muda o entendimento em primeira instância, que havia negado o pedido da transexual. Para os desembargadores do TRT-PR, a conduta da empresa foi discriminatória em relação à transexual. Para o desembargador Edmilson Antônio de Lima, revisor do processo, o constrangimento ao qual as mulheres da empresa se queixavam deveria ser menor que o da transexual ao usar o banheiro masculino. “A situação de a autora ser vista de lingerie perante os empregados do sexo masculino me parece mais desconfortante do que as empregadas do sexo feminino serem vistas de lingerie pela parte autora, que também se vê como mulher”, escreveu.


Do G1
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Transexual será indenizada por humilhação em agência do Bradesco

O Banco Bradesco foi condenado a indenizar em R$ 15 mil uma cliente transexual barrada na porta giratória de uma agência em Belém, no Pará. Ela não conseguiu entrar no local e precisou se despir para mostrar que não portava nenhum objeto de metal. O problema teria durado meia hora e causado ‘algazarra entre as pessoas que passavam pelo local, tendo muitos filmado e repercutido em redes sociais’, segundo o Tribunal de Justiça de Goiás.
O processo foi julgado em Goiânia, local de residência da vítima. Segundo o Código de Defesa do Consumidor, as pessoas podem escolher o foro competente para dar início à ação. A cliente é caminhoneira e estava em Belém, quando precisou fazer um depósito para o filho, que mora em Jataí, no interior de Goiás.
Na ação, ela contou que teve a bolsa revistada pelo segurança na entrada do banco. Em seguida, precisou tirar os sapatos, mas, mesmo assim, teve sua entrada barrada pela porta. ‘Depois, se viu obrigada a se despir dos trajes’, contou no processo.
A cliente diz acreditar que foi discriminada por sua sexualidade e que o segurança do banco optou por acionar o sistema de travamento. Sua entrada só foi permitida quando um funcionário, ao ouvir a confusão, decidiu interceder e liberar.
Em primeiro instância, a 8ª Vara Cível da Comarca de Goiânia já havia concedido sentença favorável à cliente. O banco recorreu, sustentando que “o simples travamento da porta giratória eletrônica se constitui um contratempo” e que isso seria um “preço pequeno a se pagar pela segurança”.
Para o desembargador Gerson Santana Cintra, relator do processo, houve a configuração de ofensa à honra da cliente. Procurado, o banco informou em nota que o assunto está sub judice e não comentará o caso.

Do 24am
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Sobre este blog

Aqui eu não sou homem ou mulher. Sou um adepto do crossdresing. Sou uma Crossdresser - CD ou CDzinha. Desde os 9 anos, adoro lingeries e roupas sexyes. Levo uma vida normal masculina e tenho uma vida clandestina feminina.

Me proponho aqui a falar um pouco de tudo, em especial das Crossdressers, dos transexuais, dos Travestis e da enorme comunidade
LGBT existente em todo o mundo. Um estilo de vida complicado e confuso (para alguns)... Este espaço também se presta para expor a minha indignação quanto ao ódio e preconceito em geral.

Observo que esse é um blog onde parte do que aqui posto pode ser considerado como orientado sexualmente para adultos, ou seja, material destinado a pessoas maiores de 18 anos. Se você não atingiu ainda 18 anos, ou se este tipo de material ofende você, ou ainda se você está acessando a internet de algum país ou local onde este tipo de material é proibido por lei, NÃO siga 'navegando'.

Sou um Crossdresser {homem>mulher} casada {com mulher - que nada sabe} e não sou um 'pedaço de carne'.

Para aqueles que eventualmente perguntam sobre o porque do termo 'Crossdresser GG', eu informo que lógico que o termo trata das minhas medidas. Ja que de fato visto 'GG'. Entretanto alcunhei que 'GG' de Grande e Gorda, afinal minhas medidas numéricas femininas para Blusas, camisetas e vestidos são tamanho: 50 e Calças, bermudas, shorts e saias são tamanho: 50.

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