Uma Crossdresser Gordinha Complicada e Imperfeita

Aluna transexual deve usar vestiário feminino da escola, dizem EUA

O governo dos Estados Unidos decidiu, em outubro, que o distrito escolar Township High School District 211, no subúrbio de Chicago, deve permitir que uma aluna transexual use o vestiário feminino. A ordem, no entanto, não foi aceita pelo colégio onde ela estuda.

A estudante é identificada pela escola como mulher, frequenta as aulas de educação física na turma das meninas e usa o banheiro feminino. No entanto, não pode frequentar o local onde as alunas trocam de roupa e tomam banho.

A decisão do departamento de educação e direitos civis dos Estados Unidos julgou, após queixa registrada em 2013, que o distrito de Chicago está violando as regras de não-discriminação.

De acordo com a decisão do governo, será dado o prazo de um mês para que a entrada da aluna transexual nos vestiários seja permitida.

Em resposta, a instituição de ensino afirmou que a decisão é “um exagero” e que a estudante pode usar o espaço feminino, desde que troque de vestimenta e tome banho em espaço privado.



De acordo com investigação do governo federal, no momento, o distrito escolar oferece à aluna um local separado para a troca de roupa, distante de onde ocorrem as aulas de ginástica.

Segundo a agência de notícias Reuters, o distrito recebeu, em 2014, 6 milhões de dólares por estar em conformidade com as regras de não-discriminação. Mas, diante da recusa em cumprir a ordem, as verbas serão cortadas.

Em comunicado divulgado publicamente, a ACLU (American Civil Liberties Union of Illnois) diz que “pessoas jovens transexuais já têm maior risco de sofrer bullying, assédio, discriminação e de serem forçadas a abandonar a escola. Políticas discriminatórias, como a desse distrito, colocam esses estudantes vulneráveis a maiores riscos de ofensas.”

Por ser menor de idade, a identidade da menina está sendo preservada pelas autoridades.

Do G1
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Brasileira Valesca Dominik Ferraz ficou em 2º lugar no Miss International Queen 2015.


A brasileira Valesca Dominik Ferraz ficou com a segunda colocação no Miss International Queen 2015, considerado o mais importante concurso mundial de beleza para mulheres transgênero. O evento aconteceu em Pattaya, na Tailândia, na última sexta (6).

A vencedora foi a filipina Trixie Maristela, de 29 anos, e o terceiro lugar ficou com uma tailandesa, Sopida Siriwattananukoon.
 
O concurso, que teve sua primeira edição em 2004, reuniu 26 participantes de 17 países, com idades entre os 18 e 36 anos. Podem participar da disputa mulheres transgênero que tenham ou não se submetido a cirurgias de redesignação sexual.

Assim como no concurso de Miss Universo, as participantes desfilam em trajes de gala e de banho e se apresentam ainda com roupas típicas de seus países de origem.

No ano passado, a vencedora recebeu um prêmio de US$ 12.500 e uma cirurgia plástica.

Do G1
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Filha de pastor é primeira transexual a usar nome social em escola do Vale

Ele nasceu Israel, mas escolheu ser Thifany. O novo nome é pronunciado na chamada da escola e também consta na carteirinha estudantil. Filha de pastor evangélico, a transexual de 17 anos mora em Jacareí, e é a primeira aluna a usar o nome social em uma escola da rede estadual no Vale do Paraíba. Em todo Estado, são apenas 44 casos como o dela.
O direito de transexuais e travestis de ser chamado pelo nome social no âmbito escolar foi conquistado por meio de uma resolução estadual de 2014. No caso de adolescentes, como Thifany, é necessária autorização dos pais.
Para ela, mais que um direito, a possibilidade de 'trocar de nome' é uma forma de vencer as barreiras do preconceito. "Tive que vencer muitos preconceitos durante a minha vida escolar, passei por muitas coisas, inclusive já fui ameaçada. Nessa escola fui bem recebida, me sinto aceita pelo que eu sou e tenho já muitos amigos", afirmou a jovem que usa cabelos longos e não descuida do visual.
O primeiro desafio de Thifany para adotar o nome social foi convencer o pai a autorizar a mudança. Apesar de ter convicções pessoais diferentes, o pastor acatou o pedido do filho. Ele confessa que enfrentou críticas por sua postura, mas acredita que agiu corretamente. “Meu filho estava irredutível. Não queria mais estudar. Só sorriu quando fomos fazer a matrícula e eu autorizei a mudança de nome”, recordou o pastor Rubem Borges.

Por conta do trabalho de evangelização do pai, a jovem, que é baiana, já mudou de cidade e também de escola muitas vezes. Para a transexual, cada mudança era um novo desafio para ser aceita entre os novos colegas.
Antes do início das aulas de Thifany, em Jacareí, a diretoria de ensino promoveu uma ação pontual de dois dias sobre a diversidade de gêneros na escola onde ela foi matriculada. “Além dos alunos, a orientação foi feita com professores, gestores e funcionários. O preconceito é justamente a falta de conhecimento. Não pode haver qualquer discriminação no âmbito escolar”, explicou a orientadora pedagógica Fernanda Rezende.
Em todas atividades escolares, a resolução estadual garante que o transgênero seja chamada pelo nome social. A medida só não abrage documentos como diploma, declarações e histórico escolar - neste caso, o nome de registro é mantido.
Abrangente
Uma resolução da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, publicada neste mês de março, é ainda mais abrangente e permite que estudantes transgêneros possam escolher se querem usar o banheiro masculino ou feminino e o tipo de uniforme escolar de acordo com a sua identidade de gênero.

O aluno pode ainda ter o nome social com o qual se identifica inserido em todos os processos administrativos da vida escolar, como matrícula, boletins, registro de frequência, provas e até em concursos públicos.

A resolução não tem força de lei, mas é uma recomendação para que as instituições de educação adotem práticas para respeitar os direitos de estudantes transgêneros.

A pedagoga que fez o trabalho de integração de Thifany na escola em Jacareí disse que o tratamento adequado dado ao grupo na escola é importante para reduzir a evasão escolar, já que muitos travestis e transexuais deixam de estudar por contada discriminação. Além disso, segundo ela, o abandono da família leva muitos às ruas, ao consumo de drogas e à prostituição. “Sozinhas nas ruas, sem estudos, para algumas a prostituição é a única forma de sobrevivência”, disse.

Thifany conhece pessoas que vivem essa realidade e disse ser uma pessoa feliz pelos preconceitos vencidos, pela a amizade dos colegas e amor da família. “Meu pai nunca ameaçou me mandar embora de casa, eu sei que ele não gosta [da minha opção sexual], mas me aceita”, afirmou.

Para o pastor Rubens, o amor pelo filho sempre falou mais alto. “No meu trabalho tiro pessoas da rua, como poderia colocar meu meu filho para fora de casa? Ele é uma pessoa boa, carinhosa e estudiosa, agora ele quer fazer um estágio e vamos conseguir isso também”, disse o pai.


Do G1

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Transgênero? Ursinho Pooh é, na verdade, fêmea

Quem ainda não se recuperou do choque causado pela notícia de que Hello Kitty não é exatamente uma gata deve se preparar para a nova bomba do mundo infantil. O Ursinho Pooh, na verdade, é uma garota, ou pelo menos era. O personagem, inspirado em uma ursa fêmea que realmente existiu, passou por uma mudança de gênero entre a realidade e a ficção. A revelação foi feita pela escritora Lindsay Mattick em Finding Winnie, livro infantil que narra a origem da história do que ela chama, sem modéstia, de o "urso mais famoso do mundo".

De Veja

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Crossdresser: Homens héteros falam sobre o prazer de se vestirem como mulher

Casado há 19 anos e pai de um adolescente de 13, o administrador de empresas Rodolfo*, 45, precisa usar terno e gravata todos os dias por causa do trabalho. Aos sábados, enquanto a mulher está no trabalho e o filho com os amigos, ele aproveita a tranquilidade da casa para colocar vestido, meias finas, escarpins e se maquiar com capricho. Terminada a produção, dedica-se a admirar sua versão feminina no amplo espelho do quarto de casal. "Tenho prazer em me ver bonita", afirma.

O engenheiro Márcio*, 36, volta e meia esconde sob suas calças jeans uma calcinha delicada de renda ou de seda. "Sempre fico com receio de que alguém perceba algo, mas a sensação que as peças femininas me provocam acaba falando mais alto", diz.
Tanto Rodolfo quanto Márcio não são gays: ambos fazem questão de afirmar que nunca tiveram experiências homoafetivas, mas que não teriam nenhum problema em se revelar homossexuais. No entanto, preferem manter o fetiche de se vestirem com peças femininas em segredo, por temerem o preconceito.

Os especialistas afirmam que é complicado --e leviano-- dar nomenclaturas a práticas e preferências relacionadas à sexualidade. Até porque nenhuma pessoa é igual à outra, e, entre aquelas que se identificam com as mesmas coisas, cada uma tem suas peculiaridades. É nesse cenário que se destacam os crossdressers como Rodolfo e Márcio.

Travestismo --palavra mais adequada à prática-- é uma atividade inteiramente distinta e independente da orientação sexual de uma pessoa. De acordo com o terapeuta sexual Oswaldo Martins Rodrigues Jr., diretor do Inpasex (Instituto Paulista de Sexualidade) e autor do livro "Parafilias – Das Perversões às Variações Sexuais" (Zagodoni Editora), o termo foi cunhado pelo médico alemão Magnus Hirschfekd (1868-1935), em 1910, para designar quem tem prazer em se vestir com roupas do sexo oposto.

Experimentar

Embora à primeira vista pareça o contrário, crossdressers não desejam ser o sexo oposto. "Eles almejam experimentar as sensações que o outro sexo experimenta. Vivenciar o que sentem", declara o psiquiatra e terapeuta Carlos Eduardo Carrion, de Porto Alegre.
"É difícil tecer uma definição fechada sobre a prática. Há crossdressers que se vestem pelo prazer de estarem montados. Outros podem ter propósitos diferentes, como encontrar parcerias sexuais. Alguns preferem ceder a seus desejos apenas entre quatro paredes, enquanto que para outros sair na rua montados é fundamental", afirma Anna Paula Vencato, doutora em antropologia social e pesquisadora associada do Núcleo de Pesquisa em Diferenças, Gênero e Sexualidade da Usfcar (Universidade Federal de São Carlos).

O universo de possibilidades é amplo. "Quando em paz com seu desejo, crossdressers sentem excitação e realização sexual. Porém, muitos ainda têm vergonha e culpa", declara o psicólogo Klecius Borges, autor de "Muito Além do Arco-íris – Amor, Sexo e Relacionamento na Terapia Homoafetiva (Edições GLS).
 


Parceiras sabem da prática

Entre os crossdressers que têm relacionamento estável não são poucos os que compartilham a prática com as parceiras (existem crossdressers do sexo feminino, mas são mais raras). Há também as que sabem e eventualmente apoiam sem, no entanto, participar da "montação".
Segundo Rodolfo, é nesse perfil que se encaixa sua mulher. Ele pratica o crossdressing há oito anos, mas só em 2012 teve coragem de relatar a predileção à companheira. "Ela ficou chocada e saiu um tempo de casa. Depois de conversarmos muito, aceitou. Não é algo que a deixe confortável, e ela tem medo de que nosso filho e que os amigos descubram, mas não me julga. E não quer participar também, o que me deixa mais à vontade", fala o administrador.

Rodolfo afirma que não costuma se masturbar quando se monta, que o fato de se admirar é o suficiente. Mas existem os que precisam atingir o orgasmo para se sentirem satisfeitos, os que transam com a parceira com roupa íntima feminina, os que pedem para a mulher tratá-los como outra mulher...

Eliane Cherman Kogut, autora da tese "Crossdressing Masculino – Uma Visão Psicanalítica da Sexualidade Crossdresser" (2006), para o doutorado em psicologia clínica pela PUC (Pontifícia Universidade Católica) de São Paulo, fala que várias parceiras toleram e participam, mas apresentam desconforto, temor que o par seja homossexual e insegurança em relação ao seu afeto e desejo.

O engenheiro Márcio conta que tentou inverter os papéis na cama com uma antiga namorada, com ambos usando peças íntimas do sexo oposto, mas que não aconteceu da maneira que esperava. "Ela se sentiu culpada e colocou em xeque meus sentimentos. No fim, a experiência foi tão ruim que acabamos terminando", diz. Segundo ele, a atual parceira sabe que ele gosta de usar lingerie de vez em quando, mas afirma que isso não a abala. "A mente dela é mais aberta."

*Nomes fictícios para preservar a identidade dos entrevistados.

Do G1
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Modelo Transexual gasta 750 mil reais para ficar parecida com Jessica Rabbit

 Enquanto Heidi Klum gastou cerca de 10 horas para se transformar na sensual personagem animada Jessica Rabbit, mulher do coelho Roger em Uma Cilada para Roger Rabbit (1998), para sua festa de Halloween deste ano, uma outra mulher foi além na caracterização.

Cassandra, uma modelo e performer transexual que virou notícia no programa Botched, do canal E!, gastou nada menos que 200 mil dólares (algo em torno de 750 mil reais) para se transformar em Jessica.

E ela não pretende parar por aí! Cassandra revelou durante o programa que quer ir além: mexer no nariz e afinar ainda mais a cintura. "Só vou aos melhores quando se trata de cirurgias plásticas. Eles têm os melhores métodos do país", disse ela sobre os doutores do programa, Paul Nassif e Terry Dubrow.

Cassandra já se submeteu a intervenções para feminilizar o rosto e modificar nariz, lábios, bochechas, seios, quadris e seu próprio sexo. "Eu costumava ser Roger", brincou ela sobre a transição de homem para mulher. O pomo de Adão da performer também saiu de cena em uma de suas internações.

Da Revista Quem

A modelo transexual Cassandra Cass gastou R$ 750 mil para se transformar na personagem de desenho animado Jessica Rabbit, criada por Robert Zemeckis.

Cassandra contou que além de fazer cirurgia para mudança de sexo, já fez intervenções no nariz, lábios, sobrancelhas, bochechas, seios e quadris.

A atriz, que participa de um programa sobre plástica nos Estados Unidos, pretende modificar ainda mais o nariz e afinar a cintura. Tudo isso para ficar ainda mais parecida com a personagem que é sua inspiração.

Do IG



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Eu Queria Ser Assim...

Eu queria ser assim
coração de pedra nunca estar afim
mesmo que você diga pra mim
eu queria ser assim
e pra você nunca dizer sim
mesmo que esse dia nunca tenha fim

meu coração já não aguenta
sua incerteza sua displicência
por enquanto nem tão distante
quero viver na indecência de não ter você

deixo uma palavra pra você
não adianta tentar me esquecer
sei que como
cedo ou tarde você vai sofrer

eu queria ser assim
coração de pedra nunca estar afim
mesmo que você diga pra mim
eu queria ser assim
e pra você nunca dizer sim
mesmo que esse dia nunca tenha fim


Musica: Eu Queria Ser Assim - De Matheus Chamone

As Fotos são da Bela, Rayla Rios uma linda morena estilo mulherão ela tem 24 anos, pesa 90 quilos e tem 1,93 de altura. Ela é de São Vicente/SP e o telefone dela é (13) 98119-5388. Mais fotos você encontra aqui...

 

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Thalita Zampirolli faz ensaio sensual coberta por cristais


A Linda modelo transexual Thalita Zampirolli posou para a lentes do fotógrafo Rafael Antonio vestida apenas com cristais.
 
Thalita já chamou a atenção de Silvio Santos ao participar do seu programa meses atrás. O dono do SBT ficou surpreso ao descobrir que a modelo era uma transexual.
Em entrevista ao site Ego, ela afirmou que não está satisfeita com o corpo: "Estou com 62 cm de cintura e quero chegar aos 58 cm. A famosa cinturinha de pilão".
 
Após a participação no "Programa Silvio Santos", Thalita foi pedir emprego ao empresário na porta do salão de Jassa. Seu pedido, porém, foi negado e seu sonho de trabalhar no SBT acabou por água abaixo.
 
Veja fotos divulgação do ensaio:
  
Do Ego


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Jovem transexual desaparece após ir a pagode, em Jacarepaguá

Uma jovem está desaparecida há três dias, desde que foi com uma amiga para um pagode no Jacarepaguá Tênis Clube, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio, na segunda-feira (9). A última vez que Letícia Campos, de 26 anos, teria sido vista, foi em um sítio da Aeronáutica, na Vila Valqueire. 

De acordo com informações da sua irmã, Nayara Campos, e amigos nas redes sociais, Letícia deixou a amiga em casa e saiu com um rapaz que conheceu na festa. Seu último contato foi uma mensagem enviada para uma amiga relatando medo, porque o homem não sabia que ela era transexual. Ela ainda mandou uma foto do suspeito, que já foi identificado e intimado pela polícia a depor, porém ainda não compareceu à delegacia.

 
Segundo a 28ª DP (Campinho), um inquérito foi instaurado para apurar as circunstâncias do fato. Familiares foram ouvidos e o suspeito identificado e intimado a depor. Agentes realizam diligências em busca de informações que ajudem a descobrir o paradeiro da vítima. O caso foi encaminhado para a Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA).

Quem tiver informações sobre a localização ou que possam ajudar no trabalho da polícia, podem entrar em contato através do telefone 2202-0338.



Do Manchete online


Moradora da Praça Seca, na Zona Oeste do Rio, Letícia Campos foi a um pagode no domingo (8) e de lá saiu com um rapaz para o sítio dele em Valqueire. Letícia não havia revelado que era transexual e admitiu a uma amiga que estava preocupada por ter omitido a informação. Desde a madrugada de segunda (9), quando falou com a colega pela última vez, Letícia está desaparecida. A família teme que o rapaz tenha tido uma reação homofóbica, mas acredita que ainda possa encontrá-la viva.

A preocupação de Letícia foi registrada em um áudio enviado via Whatsapp e obtido com exclusividade pelo G1. "Amiga, estou no Valqueire no sítio de um coronel da Aeronáutica. Eu faço é bosta da minha vida. Pelo amor de Deus, se acontecer alguma coisa eu estou aqui. Ele nem sabe que eu sou travesti", diz.

O caso foi registrado na 28ª DP (Campinho) e encaminhado para a Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA), que investiga o caso. A unidade chegou a lançar um cartaz com a foto de Letícia (veja no final da reportagem).
O suspeito foi identificado e intimado a depor, mas não estaria em casa no momento em que os investigadores foram até o sítio. Agentes realizam diligências para descobrir o paradeiro dos dois.

O áudio foi enviado por volta de 5h40, já na madrugada de segunda-feira (9). Depois disso, a família não teve nenhuma notícia. O celular de Letícia está desligado.
"Nessas horas só pensamos nas piores coisas. A gente está muito desesperado, sem saber o que aconteceu. Mas acreditamos que ela possa voltar. É nossa esperança", revela uma das irmãs de Letícia, Nathália.


Do G1
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Conheça a história de Talita Oliveira, a ex-militante da “cura gay” que voltou a ser travesti

O gorro cinza protege do frio de 7ºC de Reisensburg, na região alemã da Bavária, e esconde os cabelos curtos de Talita Oliveira. 

Desde outubro, ela se refugia na Alemanha. Sente-se perseguida por pessoas do movimento LGTB e também por evangélicos. 

Até julho, ela era conhecida como militante da “cura gay”, percorreu diversos programas de televisão e eventos, vários deles acompanhada pelo pastor e deputado federal Marco Feliciano.

Travesti desde a adolescência, sob o nome social de Talita Sayeg, passou a frequentar no início de 2014 a Assembleia de Deus e reassumiu seu nome de batismo, Thiago Oliveira. 

Cortou as longas madeixas, passou a usar roupas masculinas e tirou as próteses de silicone. Nessas múltiplas metamorfoses, buscava se firmar no emprego de cabeleireira (ela diz que se prostituiu algumas vezes, porque brasileiros não dão empregos a transexuais) e, acima de tudo, queria aceitação da sociedade, dela mesma e até divina.

Depois de quase dois anos peregrinando pelo Brasil entre programas de televisão e igrejas evangélicas, chegou à seguinte conclusão: “Não existe cura gay! Não existem “ex gays”! Tudo é conveniência, medo e pressão psicológicas das pessoas (…) Abandonei a congregação, recolhi-me e calei-me nas redes sociais. 

 
Dei um basta em tanta mentira e falsidade. Cansei de ser usado por pessoas como ele (referindo-se ao deputado Marco Feliciano), que desejavam ter somente um estandarte ‘ex gay’ para uma causa a qual ele nem mesmo compreende”, escreveu em sua página no Facebook.

A seguir, o relato de sua trajetória de confrontos, buscas e preconceitos, que postou para seus amigos em sua página no Facebook:
“Olá gente, como estão vocês? Passei um tempo apenas observando todo o movimento por aqui, esperando a melhor ocasião para lhes contar tudo o que passei e como estou no momento.
Como todos já sabem fui uma pessoa descoberta depois de vídeos dando minhas opiniões sobre os movimentos LGBT’s e sempre defendendo pautas em favor da família.
Andei muito durante todo esse tempo e grandes coisas aconteceram. Tornei-me evangélico, participei de programas de televisão, viajei para várias cidades do Brasil, mudei radicalmente meu visual e entreguei meu coração ao povo brasileiro e sobretudo a Deus.
Entretanto durante esse 1 ano de jornada, deparei-me com fatos e situações que simplesmente não posso ignorar ou deixar para trás.
Após a divulgação dos meus vídeos e tendo em vista o conteúdo deles, comecei a ser ameaçado por vários membros de movimentos e coletivos de esquerda. Foram inúmeras mensagens de cunho extremamente agressivo, ameaças de morte e agressão, já que meus posicionamentos contrariavam todas as ideologias defendidas por eles. Por eu ser também uma pessoa homossexual e ainda por cima uma travesti, esses militantes jamais poderiam deixar por menos. Eu os estava contrariando e isso foi um golpe forte demais que acabou abalando as estruturas dentro daquele contexto.
Mesmo estando convicto dos meus valores e crenças, todo aquele assédio me deixou extremamente temoroso. Não tenho a menor vergonha de confessar que aquela situação me deixou apavorado! Eu tinha medo de andar pelas ruas de Porto Alegre, pois tinha a nítida impressão de que a qualquer momento, eu poderia sofrer algum atentado (encabeçado é claro pelos mais radicais).
Foi nessa hora que o destino começou a me surpreender. Muitos gays influenciados por essa militância esquerdista me viraram as costas. Os militantes me apedrejavam todos os dias em páginas, blogs e vlogs pela internet (muito tolerantes com a “diversidade” não é mesmo?) e eu me sentia cada vez mais acuado.

As únicas pessoas que me abraçaram foram justamente os conservadores, direitistas, liberais, cristãos mas PRINCIPALMENTE os evangélicos! Foram inúmeras mensagens de apoio, carinho, compreensão e tendo em vista a minha solidão, tudo aquilo me tocava demais o coração, afinal de contas quem não gosta de ser abraçado em um momento de dor?
Mas ao mesmo tempo em que estes irmãos tão amáveis me acolhiam, muitos deles criticavam (ainda que sutilmente) o meu jeito de ser e meu estilo de vida. Diziam sempre que era possível mudar caso eu tivesse verdadeiramente amor e confiança em Deus. No início eu batia de frente e duvidava deles, sempre tive plena e total convicção da minha sexualidade mas ao ver tamanho apelo para que eu me “renovasse” segundo as palavras deles, resolvi me submeter de LIVRE E ESPONTÂNEA VONTADE à famigerada ‘cura gay’ (entre aspas, já que ser gay não é doença).

Então foi aí que tudo andou de maneira radical. Modifiquei meu corpo todo: Cortei os cabelos, fiz cirurgia para remover minhas próteses de silicone, troquei minhas roupas por roupas masculinas, terminei meu relacionamento amoroso e resolvi me entregar totalmente à igreja. Até tentei namorar com uma mulher e não consegui. Ao contrário, eu cada vez que tentava me aproximar dela entendia que não gostava mesmo de mulher e que não nasci para ter um relacionamento heterossexual. Ela era uma garota linda e bem feita de corpo teria tudo para me seduzir mas simplesmente não consegui.
 
A partir deste momento foi que as coisas passaram a pesar. Dentro da igreja eu nunca fui verdadeiramente aceito.
Eu frequentava a Assembleia de Deus em POA. Minha presença gerava incômodo em muitos irmãos e irmãs (por isso minha pressa em mudar logo o meu visual). Eles não queriam tocar na minha mão, tinham profundo nojo de mim pelo fato de eu ser “ex gay”.

Em contrapartida, eu contava com o apoio de um deputado que possui ampla voz e influência dentro do meio evangélico. Este senhor me abraçou quando a coisa começou a ficar difícil pra mim, topou “comprar” a minha briga com os movimentos de esquerda que me assediavam e abriu as portas, não somente das igrejas, mas também de veículos de comunicação para que eu pudesse dar meu testemunho.

Por mais que eu sentisse um clima um pouco hostil dentro da minha congregação, a estranheza não se fazia suficientemente grande para que eu abandonasse a religião naquele momento.
Porém, enquanto eu jejuava, orava, implorava a Deus que me tocasse e me libertasse totalmente da prática homossexual e sobretudo do desejo (o que não passava), comecei a ser confrontado com a realidade.

As situações mais absurdas aconteciam DENTRO e sob os olhos de toda a igreja, que permanecia omissa! Citarei alguns exemplos:
Existia um pastor casado há mais de TRINTA ANOS, que viveu em adultério durante TRÊS anos e mesmo assim foi jubilado dentro da igreja. Este homem ganhava um salário de 50 mil reais mensais e trocou a esposa adoentada, pela enfermeira que tomava conta dela. Eu estava participando de uma sessão de “cura e libertação” e em um certo momento, o pastor colocou a mão na minha cabeça com tanta brutalidade que eu caí no chão. Quando pedi para que ele parasse, o mesmo veio dizer que eu estava tomado por um “espírito de rebelião”.

Vi grupos de jovens de dentro da igreja mantendo relações homossexuais e sendo ACOBERTADOS por pessoas da congregação. Mas de mim, pelo fato de ser assumido eles tinham repúdio!
Muitas pessoas me aconselhavam que eu deveria dar meu testemunho nas igrejas, para que através disso eu alavancasse minha vida financeira! Mesmo que eu não acreditasse mais em nada daquilo, na visão deles eu deveria seguir em frente, afinal de contas eu atenderia o desejo midiático deles e rechearia meu bolso de dinheiro.

Quando eu comecei a de fato me rebelar com toda essa podridão e comecei a falar o que realmente pensava, recebi ameaças (de forma indireta) e fui coagido dentro da igreja. Mas o pior não é isso. O mesmo político, que outrora me apoiou e me deu forças, viria me apunhalar quando eu mais precisei dele.

Numa certa audiência pública a qual fui convidado a comparecer em Brasília, eu não tinha recursos financeiros para pagar minha viagem (pois já havia passado 1 semana em um congresso em Curitiba) e fui pedir o auxílio dele. Foi nessa hora que ele me humilhou. Disse que não poderia custear e soltou a seguinte frase:
“Você no seu passado fez coisas horríveis com o seu corpo e agora por Deus você não pode fazer?”

ESTE FOI O PONTO CRUCIAL! Foi simplesmente HORRÍVEL o que ele me falou! Eu estava fragilizado e chocado ao ver aquele homem que um dia me estendeu a mão, jogar meu passado na minha cara dessa forma! Um golpe baixíssimo, forte e certeiro contra minha dignidade. Afinal de contas ele sabia o que eu sentia em relação a isso.
Eu nunca fui infeliz sendo travesti. Eu nunca fui infeliz sendo homossexual.
Eu fui infeliz sendo  prostituta. Tendo que vender meu corpo para homens estranhos, homens que eu não desejava! Isso sim era o que me matava de angústia. Me prostituir para poder sobreviver já que o Brasil NÃO OFERECE oportunidades de trabalho para travestis e transexuais!

Aquilo me corroeu por dentro pela última vez. Foi aí que realmente resolvi romper com tudo e todos. Abandonei a congregação, recolhi-me e calei-me nas redes sociais. Dei um basta em tanta mentira e falsidade. Cansei de ser usado por pessoas como ele, que desejavam ter somente um estandarte “ex gay” para uma causa a qual ele nem mesmo compreende.
Depois de algum tempo resolvi sair do Brasil e vir para a Europa. Estou me sentindo muito bem aqui. Sinto-me finalmente livre para dizer tudo aquilo que passei. Nada vai me calar. Neste momento estou vivenciando o que é realmente ter paz de espírito.
Deixei o Brasil por medo, insegurança, falta de oportunidades e para fugir de tanta gente hipócrita e oportunista com a dor do outro.
Digo abertamente a todos os LGBT’s que NÃO ME ARREPENDO de nada do que vivi.
 
Eu tinha que me submeter a tudo o que me submeti. Eu tinha que experimentar na minha pele para chegar a mais óbvia das conclusões: Não existe cura gay! Não existem “ex gays”! Tudo é conveniência, medo e pressão psicológicas das pessoas.
Os homossexuais precisam ver e enxergar a sua realidade neste país. Os movimentos de esquerda nunca fizeram e nada fazem por nós. Continuo sendo contra todas as pautas defendidas por ele, já que em nada contribuem para a melhoria de vida das pessoas, muito pelo contrário! Continuarei defendendo a família, continuarei me considerando uma pessoa de direita, agora mais do que nunca, pois aprendi verdadeiramente o que é respeito às escolhas de cada indivíduo! Peço a vocês que abram seus olhos e que não se deixem seduzir por ideologias que os reduzem a meros rascunhos e caricaturas. ESTUDEM E PROCUREM A VERDADE, e a maior de todas é: O Brasil está do jeito que está por culpa da ESQUERDA! Esquerda essa que sempre FUZILOU homossexuais ao longo da história do mundo!
Quero pedir perdão ao irmão que organizou a “vakinha” para recolher doações para me ajudar. Muito obrigado por tudo o que você fez por mim, se o decepcionei fico triste, mas não posso fingir ser algo que não sou.

Agradeço também ao professor Olavo de Carvalho, que foi um homem maravilhoso em minha vida. Me ajudou muito, me acolheu e fez com que eu voltasse a ter esperança e crença na bondade humana. Agradeço também aos seus alunos professor, já que também estiveram do meu lado sempre, independente da maneira como eu vivia ou como me apresentava.

Peço a Deus que abençoe a cada um de vocês. Espero que tenham amor no coração e consigam enxergar toda a situação com carinho. Não foi fácil, mas ainda estou aqui, fortalecido na minha fé em Deus e torcendo por dias melhores para todos nós. Deixo claro que jamais falarei mal das igrejas evangélicas de forma generalizada, pois a igreja pertence a Cristo e não ao homem. Agradeço a todos os irmãos e irmãs de boa fé e peço que Deus os proteja muito e sempre!

Agora gostaria de me reapresentar a vocês:
Sou Talita Oliveira, prazer”

De Veja
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Crime por homofobia poderá ser tipificado em SP

Os gays, as lésbicas e os transexuais agredidos em comportamento claro de preconceito por sua orientação sexual poderão tipificar as ações de crimes homofóbicos nos boletins registrados em todas as delegacias do estado de São Paulo; mudança vale a partir desta quinta-feira 5, quando a Lei Anti-Homofobia (10.948/01) completa 14 anos de criação.
Os gays, as lésbicas e os transexuais agredidos em comportamento claro de preconceito por sua orientação sexual poderão tipificar as ações de crimes homofóbicos nos boletins registrados em todas as delegacias do estado de São Paulo. A mudança vale a partir de hoje (5), quando a Lei Anti-Homofobia (10.948/01) completa 14 anos de criação.
Apesar de a lei estadual ter sido criada em 2001, até agora, quando uma vítima registrava queixa, não encontrava espaço nos boletins de ocorrências para detalhamento das ações discriminatórias. Isso impedia o levantamento real do número de casos, consequentemente dificultava o combate aos crimes do gênero, informou o secretário da Segurança Pública, Alexandre de Moraes.
O secretário anunciou a mudança durante cerimônia no Palácio dos Bandeirantes, com participação do governador Geraldo Alckmin e de outras autoridades. O governador ressaltou a importância dessa nova etapa. "A diversidade está no DNA de São Paulo e, por isso, devemos liderar conquistas que promovam respeito. Uma injustiça contra uma pessoa é uma ameaça para toda sociedade", disse Alckmin.
A alteração faz parte de um conjunto de 14 sugestões apresentadas por um grupo de trabalho, instituído pelo governo paulista em setembro de 2013.
Entre as principais medidas estão a abertura de espaço no sistema de registro de boletins de ocorrências - onde haverá a declaração facultativa do nome social da vítima, orientação sexual e identidade de gênero -, motivo presumido de discriminação, da violência motivada por orientação sexual e identidade de gênero.
Também foi sugerida a inclusão do tema diversidade sexual na disciplina de direitos humanos dos cursos de formação policial, com aulas que deverão ser dadas por militantes LGBT.
"Todo crime ligado a uma orientação sexual sempre tem uma subnotificação maior que os demais", acrescentou Moraes. Para tentar diminuir esse problema, ele informou que o governo paulista está investindo em treinamento de profissionais da segurança, incluindo policiais civis e militares, e na informatização de dados da Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi).
Embora não tenha divulgado dados estatísticos, o secretário afirmou que, desde a criação da lei, nota-se um crescimento das notificações de crimes homofóbicos.
"O mais importante nesses 14 anos foi a conscientização da população em relação à diversidade. Vários bares, restaurantes e hotéis que tradicionalmente discriminavam pararam de discriminar com receio da aplicação da sanção, que pode ser o fechamento dos estabelecimentos", conclui o secretário.

Por Marli Moreira - Repórter da Agência Brasil


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Reflexões e Desabafos - By Katia Steelman Walker:Penso que "Para ser sexy não precisa ser vulgar".

Uma pessoa que eu até considero (considerava), veio me dizer que minhas fotos não mostravam nada e que elas só agradavam a mim... Que eu tinha de ser mais sexy e por mais foto de bunda... e tal... 

Confesso que fiquei surpresa... E eu ate achava o cara "gente boa"... Demorou para "cair a ficha"... Fiz uma boa auto critica por conta do que "ouvi" e da pessoa que falou...
 
Pois bem, "amigo" de fato, minhas fotos tem que me agradar. Acho que para ser sexy não precisa ser vulgar. Penso que basta ter atitude, personalidade e elegância. Ser sexy não precisa usar vestido curto, decote ousado ou bunda de fora. Agindo assim ninguém me vê com seriedade, apenas como "lanchinho" da internet.

Se eu ficar pondo foto da bunda, vou ganhar o que? Mais curtidas? Não "amigo"... Deixe quieto. Me deixa em paz... Sei que sempre tem gente que vai olhar para um belo decote ou uma bunda ajustada dentro de uma saia curta, mas não é isso que me fará ser desejada. Tão pouco almejo ser rotulada da fama de "safada". Afinal, nesse mundo cada vez mais ao contrário, ganhar esse tipo de fama até eleva a "moral" mas não é o que busco para mim... Não quero ficar com fama de "CD - Crossdresser Chumbinho". Comeu. Morreu...

Já não tenho idade para ficar primando por quantidade ao invés de qualidade. E não tenho a menor pretensão de teu como único atrativo o fato de usar roupas curtas.
Você é homem e como tal pensa como um. E exatamente por isso "peca por teimosia" e sempre continuará desejando as "gostosas" produzidas em larga escala dentro das "academias e boates" da vida... 

Obrigada, pela sua gentileza, em ter me dado uma "dica" mas vou declinar...
Deixe quieto. Me deixa em paz... Seja feliz!
Eu sou...

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Sobre “virar trans”

As pessoas não “viram” trans.
Elas se reconhecem trans, elas resgatam a própria identidade escondida, invisibilizada e negada pela sociedade em grande parte das vezes.
Elas encontram no fundo algo que muitas vezes é preciso uma vasta pesquisa arqueológica e sociológica, afinal, quantas pessoas, em quantos lugares falam das identidades trans? E de que forma se fala? E aí, ou elas externam o que são, ou escondem.
Tanto para externar quanto para esconder, há um preço a ser pago, e um grande preço em ambos os casos.
É preciso pesar na balança aquele que vai te fazer sofrer menos, ou sorrir mais.
Eu preferi romper com a expectativa da sociedade para fazer jus à minha consciência, que romper com a expectativa da minha consciência para fazer jus à sociedade.
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GVT: Casal gay pede reparo e técnico troca nome de rede de wi-fi para "viadão"

 O casal de empresários Rodrigo Vilar, 38, e Giorgio da Silva, 35, foi vítima de uma piada pejorativa feita por um técnico da GVT que fez reparo no telefone da empresa de sua propriedade, localizada em Recife (PE), nesta sexta-feira (18). Segundo Vilar, o técnico mudou o nome da rede de internet sem fio para "viadao". Antes do atendimento, a rede estava com o nome da loja de chás do casal.

"Quando o técnico saiu fomos conectar os aparelhos à internet e procurei o nome da loja, mas não aparecia. Até brinquei com uma cliente 'tem uma rede aqui viadao que está bem forte'. Na mesma hora tive um estalo, pedi para que a cliente colocasse a senha do nosso WiFi, que é a data que conheci meu marido, e para nosso constrangimento, a rede conectou", contou Vilar.

Os empresários, juntos há três anos, disseram que em nenhum momento o técnico esboçou ação discriminatória sobre a orientação sexual deles durante o serviço. "Ele estava o tempo todo no celular com alguém e não falou nada. Só ao sair disse que estava tudo ok, foi quando descobrimos essa brincadeira totalmente pejorativa. A gente se trata por amor e ele pode ter ouvido isso", contou Vilar. O sistema de segurança da loja registrou todo o serviço do técnico.

 Os empresários destacaram que a sexta à tarde é o período de maior movimento na loja. Tanto o casal quanto os clientes se sentiram constrangidos com a atitude. "A loja é um lugar que família, casais e muitos trazem as mães para mostrar nossa história. Esta foi a primeira situação transparente, declarada, que passamos. Mas, preferimos que isso acontecesse com a gente porque se fosse um casal mais novo poderia não ter maturidade de como agir. Hoje a gente se aborrece, mas quando você se posiciona, tem sua vida definida, fica mais fácil cobrar respeito", disse o empresário.

Na noite desta sexta-feira, quando a loja fechou, o casal tentou registrar Boletim de Ocorrência na Delegacia de Polícia do bairro de Boa Viagem, localizada na zona Sul de Recife, mas o expediente havia encerrado. Neste sábado (19), o casal deverá voltar à delegacia.

Eles contaram que na próxima segunda-feira (21) estarão constituindo advogado para ingressar com ação na Justiça. Vilar e Silva registraram o ocorrido na Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) na noite desta sexta-feira.

Em nota, a Telefônica Vivo, que é detentora da GVT, disse que repudia atitude descrita pelo casal e informou que vai apurar o caso com rigor. "Se constatada a conduta incorreta, totalmente conflitante com a orientação da companhia, tomará medidas administrativas rigorosas e reforçará ações de orientação para evitar que situações desse tipo voltem a ocorrer", disse
Do UOL

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Homossexualidade e discriminação

Eu creio que os gays são punidos por que supostamente ESCOLHEM (sic) se colocar em papeis e comportamentos que a sociedade elencou como femininos – logo, inferiores: é romper com o mito da masculinidade que diz que o homem deve fugir como o diabo da cruz de tudo que seja feminino.

Mulher mesmo é só para usar, e não fique muito tempo com elas para não “pegar” essa tal feminilidade [vemos bastante isso acontecer na educação de filhos homens] – a masculinidade está 24 horas por dia sendo vigiada, ela não pode ultrapassar um milímetro que seja para o campo considerado feminino, para que esse homem não perca seu status de homem dentro da sociedade.

Veja todas as “brincadeiras” homofóbicas que os homens fazem quando estão em grupo com os demais homens: se respirou assim: é “viado”; se cruzou as pernas: é “bicha”; se deu uma entonação daquele jeito pra voz: é “baitola”; se gosta de tal time de futebol: é “bambi”; se encostou em outro homem: é gay; e seguem as excrescências, que inclusive partem de um pressuposto que o homem gay não seria homem.

Quantas vezes não ouvimos as perguntas/afirmações: “Mas ele é homem ou é gay?”, “Ele é homem né [não é gay não]?”, “Meu filho não é gay, ele é homem!” E as lésbicas são punidas à medida que supostamente ESCOLHEM (sic) abandonar o papel de mulher clássico e enveredar por caminhos dito masculinos: onde já se viu uma mulher QUERER (sic) ser um homem? Será punida duplamente: por ser mulher e por querer ousar interpretar o papel que só deve pertencer ao homem, ousar se comportar como só a um homem é permitido e só ele pode deter esse “privilégio”.

Quantas vezes não ouvimos ser dito para mulheres lésbicas: “Não quer ser homem? Aguente!”, inclusive já soube de lésbicas que apanhavam de homens enquanto lhes diziam: “Não quer ser homem? Vai apanhar como homem!”.

Em ambos o caso, a gênese do ódio é a misoginia, o desprezo pelas mulheres, consideradas inferiores na sociedade machista e patriarcal. Na nossa cultura cristã se diz que Deus criou a mulher e essa levou Adão a pecar – veja, todos sofremos por conta da atitude de uma mulher, traidora por excelência. Também lembrando que essa mesma mitologia atesta que a mulher é subproduto do homem (saiu da costela de Adão).


Adão, coitado, o pobre homem bom e puro, que foi levado à maldição por… uma mulher.

Aí como castigo, inclusive o homem sofreria por ter de trabalhar e a mulher sofreria com dores de parto, além do castigo à mortalidade – função do homem é trabalhar, da mulher é ter filhos.

Afinal de contas, mulher não trabalha né? Não deve.

E percebemos que o trabalho que a sociedade elenca como feminino vai sendo desvalorizado ao longo dos séculos: o serviço doméstico além de subvalorizado, não é contado como trabalho por grande parte dos homens. E assim, profissões/cargos que se dizem tipicamente femininos, são as que pagam os mais baixos salários.

A mulher é vista como alguém naturalmente errada, inclusive pelas religiões que em grande parte são misóginas.

Quando digo que o homem gay estaria entrando no terreno considerado feminino, por essa sociedade fortemente pautada em papeis de gênero: em que define-se e obriga-se papeis e comportamentos que só à mulher seriam permitidos e outros só aos homens, o feminino não significa necessariamente ser “afeminado”, mas o simples fato de um homem dizer que sente atração por outro homem, já invoca para a sociedade (heteronormativa) que ele quer se colocar no papel feminino – e praticar esse atentado violento à honradez masculina que se exige na posição hierárquica superior.

Ademais, para a grande massa, gay não come, gay só dá.

Veja que socialmente, assim que alguém é apontado como gay, por mais masculino que seja [e portanto, teoricamente preencheria muito bem o que a sociedade define como enquadrado dentro do que é homem], as pessoas começam com as perguntas de sempre e a fazer piadinhas homofóbicas: “e pra quem ele tá dando?”, “quem tá comendo ele?”, “acho que é fulano que tá comendo ele”, “esse gosta de dar marcha ré no quibe”, “esse gosta de dar o furico”, “esse queima rosca”.

Aliás, tomam o homem gay como alguém que está constantemente querendo dar, logo, seria um perigo para os demais homens que sentem-se ameaçados na plenitude e onipotência de suas masculinidades, que não permite em hipótese alguma qualquer mimetização com o que supostamente seja feminino.

Eu sempre perguntava para essas pessoas que de antemão tomam que o homem gay só gosta de dar: se os gays só dão, quem come os gays? Pois bem, há inclusive um sem número de pessoas que acha que alguém só é de fato gay se for passivo sexualmente, se o cara só for ativo, então ele não é gay, pois ser gay é ser mulher e mulheres não comem, mulheres só dão: lógica misógina e machista, fortemente pautada na construção de gêneros inteligíveis.

No caso das mulheres lésbicas, o mesmo – se forem mais masculinizadas, serão repudiadas com todo o fervor por que está ainda mais visível que querem tomar o papel e o lugar do homem, um verdadeiro acinte para essa masculinidade controlada e ditada de forma "falocêntrica": ser homem para essas pessoas, é ter pênis; não tem pênis, não é homem, e se tentar sê-lo, sofrerá coação – e tomam sempre que a mulher lésbica quer ser homem, quer ocupar o lugar do homem, daí o “estupro corretivo” que muitas sofrem para “se tornarem mulheres”.

E se a mulher lésbica for considerada feminina, aí cai como a mão e a luva dentro da fantasia mais recorrente entre os homens, que é ter duas mulheres na cama.

Imaginam sempre que lésbicas femininas não existem, o que existe são duas mulheres esquentando lugar para um homem chegar – pois claro que prazer mesmo elas só podem ter é com um homem, e quando juntas, estão juntas para deleite de um homem – e não qualquer homem, esse homem precisa ter um pênis, pois inclusive reduzem o ser homem a ter pênis: “lésbica não existe, o que existe é falta de pau” [no caso, o pau do sujeito que emite a frase].

Veja que é muito comum casal de lésbicas ser abordado por homens que se acham no direito de intrometer-se no meio das duas e ali se instalar.

Para eles, mulher que diz que não gosta de homem, é por que não achou um homem que “não a comeu de jeito”: pois tomam que o pênis resolveria todos os problemas de todas as mulheres.

Mulher que reclama, reclama por que é “mal comida”, seja por qual motivo for – e as feministas, que por natureza estão reclamando direitos das mulheres, são tomadas como naturalmente movidas pela falta de um pênis.

Afinal, pênis resolve tudo né?!

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Martin Shkreli compra patente de remédio contra HIV e sobe preço em 5000%

A pirimetamina existe no mercado farmacêutico a cerca de 62 anos. Ela é utilizada como tratamento padrão para recém-nascidos que sofrem de toxoplasmose, uma doença que, quando contraída durante a gestação da mãe é extremamente perigosa ao bebê. Além disso, é bastante importante para pessoas que tem qualquer tipo de doença que ataca fortemente o sistema imunológico, como o HIV, por exemplo.

Nos últimos dias, Martin Shkreli tem ganhado notoriedade nos jornais norte-americanos após registrar um aumento de 5000% no valor do medicamento, recentemente adquirido pela empresa em que ele é CEO, a 'Turning Pharmaceuticals'.

A empresa obteve o direito de comercializar o Daraprim (remédio que possui a pirimetamina como princípio ativo), nos EUA e, a partir do momento que monopolizou a venda, aumentou o valor de US$ 13 para US$ 750 por cada pílula É definitivamente um aumento bastante absurdo, não?

A candidata democrata à presidência, Hillary Clinton, classificou a ação como algo "revoltante" e, junto à Associação Médica de HIV e à IDSA (Sociedade de Doenças Infecciosas da América) fez pressão para que houvesse reajuste de valores.

"Nós concordamos em diminuir o valor do Daraprim a um ponto que seja mais acessível às pessoas e também permita a companhia a lucrar, apesar de ser um lucro bem pequeno", disse Shkreli à ABC News.

Apesar disso, ele reconheceu que o custo de produção do medicamento é baixo, mas mesmo assim disse que o aumento leva em conta "o controle de qualidade, os custos regulatórios e todas as outras coisas que uma empresa farmacêutica possui".

Do Yahoo

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Obama nomeia gay para comandar o Exército dos Estados Unidos

O Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou na última sexta-feira a nomeação para secretário do Exército de Eric Fanning, que, se for confirmado pelo Senado, vai ser o primeiro dirigente reconhecidamente homossexual a ocupar o cargo.
O secretário do Exército é o chefe civil da força, que dirige em conjunto com o chefe de Estado-Maior. A função atualmente é exercida pelo general Mark Milley. Diplomado pela Universidade de Dartmouth, no Estado do New Hampshire, especialista em questões de defesa e segurança nacional, Fanning ocupou nos últimos 25 anos diversos cargos com responsabilidade no Congresso e no Pentágono.
"Eric vai trazer anos de experiência e as suas qualidades excepcionais de líder para este posto", sublinhou Obama, em comunicado.
No fim dos anos 2000, Fanning integrou a administração do Gay & Lesbian Victory Fund, uma organização que luta pelo aumento do número de pessoas LGBT "em todos os níveis do governo".

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A Linha que separa o Crossdressing da Transexualidade

Sempre que se fala sobre o crossdressing, os autores das reportagens fazem questão de ressaltar que esta pratica independe da orientação sexual do indivíduo, que ela em si não é indicação de que o mesmo seja hétero, bissexual ou gay. E isto realmente é verdade.
Acredito que seja muito mais provável que o crossdressing indique algum conflito em relação à identidade de gênero da pessoa, ou seja, se ela se identifica como homem ou como mulher, do que na orientação sexual da pessoa.
E é aqui onde quero chegar: a linha que separa o crossdressing da transexualidade muitas vezes é tênue. Penso que o que começou como crossdressing pode acabar evoluindo para algo maior, ou talvez melhor dizendo, o crossdressing pode ser o sintoma de uma questão maior e mais profunda, tal como um conflito de identidade de gênero.
De maneira geral, crossdressers não se identificam como mulheres, eles são homens que apenas gostam de se vestir como mulher, e de parecer mulher com a ajuda de acessórios, tais como peruca, maquiagem, etc. Tudo isso durante um determinado período do tempo.

Acredito que o que diferencia o crossdressing da transexualidade é uma questão de frequência, de como você vive sua vida:

Você é um homem que trabalha de segunda e sexta e nos finais de semana é uma mulher? Ou você é uma mulher que de segunda a sexta trabalha vestida de homem?

Um indivíduo que sente a necessidade de praticar crossdressing (se travestir) apenas nos finais de semana, tem menos chances de vir a ser no fundo um transexual do que um indivíduo que pratica crossdressing o tempo todo, que vive 24 horas usando roupas femininas. E por sua vez um indivíduo que além de se travestir o tempo todo, ainda modifica o corpo com cirurgias e hormônios, tem mais chance ainda de vir a ser um transexual do que o exemplo anterior.

A questão é basicamente simples: um indivíduo que pratica crossdressing, ele quer ter o corpo de uma mulher, pelo menos por um determinado período de tempo. Ele quer usar aquelas roupas femininas, ele quer ter seios, ele quer ter um corpo o mais próximo possível de o de uma mulher, por um determinado período de tempo.
Se fosse possível e prático alguém, por exemplo, controlar um avatar de uma mulher (de modo igual ao que acontece no filme Avatar), boa parte dos crossdressers iriam querer esta experiência, pois seria uma forma muito mais realista de sentir o que é ser mulher.
 Imagens do filme Os Substitutos - The Surrogates

Porém, na vida real modificar seu corpo para ser mulher é um processo extremamente difícil, em todas as vertentes possíveis. Então, acredito que acaba sendo uma questão de “o quanto eu quero isso?” e de “o quanto me faz falta o fato de eu não estar possuindo um visual feminino, e nem estar vestindo roupas femininas?”.

Embora, acho justo lembrarmos aqui também que a própria linha que separa o crossdresser/travestismo da transexualidade é uma linha tão obscura e tênue quanto a linha que separa “o que é ser homem?” do “o que é ser mulher?”.



Um crossdresser que discordasse de mim, poderia muito bem contra argumentar alegando que o fato de alguém querer se vestir como mulher o tempo todo e ter atributos físicos femininos, não necessariamente o faria mulher, desde de que ele não se identificasse como tal, nem se visse como tal. Ele poderia alegar que se identifica como um homem que apenas gosta de usar roupas de mulher e de ter um corpo de mulher, porém que gosta de todas as outras atividades historicamente associadas ao gênero masculino. Ele poderia argumentar que apenas fazia parte de um conceito de homem que não se encaixava nos padrões de gênero que a sociedade tem acerca do gênero masculino atualmente. Ele poderia argumentar que hoje em dia uma mulher pode, por exemplo, se vestir com “roupas de homem”, e possuir certos atributos físicos historicamente associados ao homem, como ter cabelo curto, por exemplo, e ainda assim se identificar como mulher, e ser considerada mulher pela sociedade.

Para encerrar, concordo com a afirmação da autora deste texto “TRANSGENDER VS. CROSSDRESSER”, de que a linha que separa o crossdressing/travestismo da transexualidade é quando se travestir e agir como mulher deixam de ser um evento especial, deixam de ser algo que você só faz nos fins de semana, e passam a ser algo normal, algo corriqueiro, algo intrínseco a você.

Do Estranhosidade - Por
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Sobre este blog

Aqui eu não sou homem ou mulher. Sou um adepto do crossdresing. Sou uma Crossdresser - CD ou CDzinha. Desde os 9 anos, adoro lingeries e roupas sexyes. Levo uma vida normal masculina e tenho uma vida clandestina feminina.

Me proponho aqui a falar um pouco de tudo, em especial das Crossdressers, dos transexuais, dos Travestis e da enorme comunidade
LGBT existente em todo o mundo. Um estilo de vida complicado e confuso (para alguns)... Este espaço também se presta para expor a minha indignação quanto ao ódio e preconceito em geral.

Observo que esse é um blog onde parte do que aqui posto pode ser considerado como orientado sexualmente para adultos, ou seja, material destinado a pessoas maiores de 18 anos. Se você não atingiu ainda 18 anos, ou se este tipo de material ofende você, ou ainda se você está acessando a internet de algum país ou local onde este tipo de material é proibido por lei, NÃO siga 'navegando'.

Sou um Crossdresser {homem>mulher} casada {com mulher - que nada sabe} e não sou um 'pedaço de carne'.

Para aqueles que eventualmente perguntam sobre o porque do termo 'Crossdresser GG', eu informo que lógico que o termo trata das minhas medidas. Ja que de fato visto 'GG'. Entretanto alcunhei que 'GG' de Grande e Gorda, afinal minhas medidas numéricas femininas para Blusas, camisetas e vestidos são tamanho: 50 e Calças, bermudas, shorts e saias são tamanho: 50.

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